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    Foto revela Superman com uniforme preto no crossover de Arrow, Flash e Supergirl

    15 de outubro de 2018 /

    O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, postou em seu Twitter um novo spoiler do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Após ter divulgado imagens e curiosidades menos reveladoras da produção, ele divulgou uma foto do ator Tyler Hoechlin com o uniforme de Superman, acompanhado pelo próprio Amell e Grant Gustin, intérprete do Flash. O detalhe é a cor do uniforme do herói: preta. O traje preto foi introduzido na famosa história da volta de Superman após sua “morte” nas mãos de Apocalypse, nos anos 1990. O herói deveria usar esse uniforme no filme “Liga da Justiça”, após sua suposta morte nas mãos do mesmo vilão (que ocorreu no cinema em “Batman vs. Superman”). Mas os planos foram descartados com o afastamento do diretor Zack Snyder. Agora, o uniforme finalmente aparece numa produção com atores, nas séries do canal americano CW. Para deixar os fãs ainda mais desnorteados, o crossover ganhou o título de “Elseworlds”, o mesmo de um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. Ou seja, o Superman de uniforme preto pode não fazer parte do mesmo universo de Supergirl, onde o ator Tyler Hoechlin já apareceu usando seu traje clássico. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o uniforme preto de Superman alude à mortes na produção do crossover, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Stephen Amell divulga foto, vídeo e spoilers do crossover de Arrow, Flash e Supergirl

    14 de outubro de 2018 /

    O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, divulgou vários detalhes da produção do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, com direito a spoilers, vídeo e foto. O vídeo revela as cadeiras dos diversos atores que participarão do crossovers, a foto traz o arsenal de armas que será usado no episódio de “Supergirl”. E os spoilers vão desde a cena inicial do crossover – Oliver comendo panquecas – até o instante final – Oliver e Barry (Grant Gustin) olhando calorosamente um para o outro. Ele também revelou curiosidades dos bastidores, como o fato de receber ordem do diretor para parar de rir histericamente. O que deve ter sido difícil, pois Melissa Benoist fez a coreografia de “Footloose” em seu uniforme de Supergirl. Disse que foi o único ator a gravar, durante várias horas seguidas, cenas da série “The Flash”. E se assumiu especialmente orgulhoso do trabalho de David Ramsey, intérprete de John Diggle, que agradeceu o elogio. Intitulado “Elseworlds”, nome de um selo da DC Comics sobre histórias alternativas, fora da cronologia oficial dos quadrinhos, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. Spoiler alert: This years crossover begins with Oliver eating pancakes. — Stephen Amell (@StephenAmell) 9 de outubro de 2018 ? pic.twitter.com/2LqypZ3xMP — Stephen Amell (@StephenAmell) 11 de outubro de 2018 Gotta say… it was weird being the only actor filming on Flash for a couple of hours today… — Stephen Amell (@StephenAmell) 10 de outubro de 2018 Today on the crossover the director asked me if I could laugh less hysterically. ?‍♂️ — Stephen Amell (@StephenAmell) 11 de outubro de 2018 .@MelissaBenoist ripping perfect Kevin Bacon Footloose dance moves in the Supergirl suit is incredibly cool. Amazingly, it’s like the 11th coolest thing I’ve seen / done today. — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 pic.twitter.com/rLSZvzNKxe — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 Light and fluffy day on Supergirl. pic.twitter.com/e6iOSZ9zEc — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 Week 2 of my crossover extravaganza ended the way that it should have: With Barry and Oliver staring lovingly at one another. — Stephen Amell (@StephenAmell) 13 de outubro de 2018

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    Supergirl: Cena da estreia da 4ª temporada introduz a heroína transexual da série

    14 de outubro de 2018 /

    A rede The CW divulgou uma cena da estreia da 4ª temporada de “Supergirl”, que introduz a nova personagem Nia Nal. Ela é uma jornalista, que Kara (Melissa Benoist) percebe se portar exatamente como ela no começo da série, toda atrapalhada, tímida e servil diante da sua presença. Nesta analogia, Kara seria a nova Cat Grant (Calista Flockhart). A personagem servirá de contraponto aos vilões da temporada, que promoverão preconceitos para atingir o poder por meio do medo do que é diferente. Mas se não fosse a divulgação prévia de sua intérprete, poucos reparariam na “diferença” da atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”) em relação aos demais integrantes do elenco. E a cena divulgada sequer alude ao fato, sem explicitar se essa “diferença” será explorado na trama. Nascida com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade até voltar para casa. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continuará a fazer história como intérprete da primeira super-heroína trans da TV americana. É que sua personagem vai virar a heroína Dreamer (Sonhadora). Sonhadora é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a personagem dos quadrinhos da versão televisiva. Para começar, Nia Nal vive no século 20 e é “a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo”, de acordo com a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela também não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo de Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. “Supergirl” retorna neste domingo (14/10) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.

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    Supergirl: Imagens e trailer destacam o tema e os novos personagens da 4ª temporada

    13 de outubro de 2018 /

    A rede The CW divulgou um pôster, as fotos e um novo trailer da estreia da 4ª temporada de “Supergirl”. O material destaca o tema do “medo”, que marcará a temporada. O cartaz apresenta a heroína como “uma força contra o medo”. E há até boatos de surgimento do vilão Parallax por conta disso. Mas a abordagem é basicamente o medo do outro, diferente e desconhecido, que inspira o ódio – e o racismo, a homofobia, a misoginia, a xenofobia e vários outros sentimentos negativos. Este ódio é a motivação dos dois novos vilões que ganham proeminência na prévia: Mercy Graves e Otis, vividos respectivamente por Rhona Mitra (“The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”). Releases sugerem que eles serão apresentados como irmãos na série. Mas os personagens nunca tiveram parentesco em suas aparições anteriores. Curiosamente, porém, compartilham semelhanças em suas origens: ambos foram introduzidos fora dos quadrinhos como capangas de Lex Luthor. Mercy Graves é a assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, onde foi dublado por Lisa Edelstein (da série “House”) e ganhou aparência ruiva. Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a transformaram em loira e, após o recente reboot de 2011, em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto. Na série, Mercy será uma ex-agente do laboratório Cadmus que sempre acreditou no excepcionalismo humano. Mas com Lex e Lillian na prisão, ela precisará sair da sombra dos Luthor para tomar a iniciativa, tornando-se uma figura chave no crescente movimento de “humanos em primeiro lugar” – a versão da série para a política internacional do presidente Trump, “America first” – , que explora o medo dos alienígenas para alimentar o ódio entre as diferentes raças. Já Otis é o capanga atrapalhado introduzido no clássico “Superman: O Filme” (1978), na pele de Ned Beatty, que reprisou o papel em “Superman II” (1980). Ele só apareceu em animações desde então – num episódio de “Os Superamigos” (Super Friends) e, mais recentemente, reimaginado como um mercenário a serviço de Luthor na série “Justiça Jovem” (Young Justice). Outro vilão apresentado na prévia é o Agente Liberdade, vivido por Sam Witwer (série “Being Human”). Versão mal-disfarçada do Capitão América, o personagem foi criado em 1991 por Dan Jurgens como um ex-agente da CIA que abandona a agência secreta desgostoso com seus métodos e se junta a um grupo paramilitar de extrema direita, Filhos da Liberdade, para derrubar o governo. O problema é que a organização não passava de um disfarce para a CIA agir nos Estados Unidos e a descoberta o leva a se voltar contra ela, passando a usar seus conhecimentos de espionagem para ajudar outros heróis contra ameaças globais. Ele chegou até a integrar a Liga da Justiça por um breve período, mas teve um final trágico. Essa história será alterada para a série, que o apresentará como fundador dos Filhos da Liberdade, um grupo de ódio antialienígena, que tem como objetivo estabelecer os humanos como a raça superior. De acordo com os produtores da série, “ele esconde sua natureza vilanesca por trás da persona de um pai de família”, tornando mais difícil derrotá-lo. O contraponto à xenofobia é a personagem de Nia Nal, uma jornalista que, segundo os produtores, se tornará a super-heroína chamada Sonhadora (Dreamer). Importante destacar que sua intérprete, Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), é uma jovem ativista transexual que fará história como primeira super-heroína trans da TV americana. Sonhadora é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a personagem dos quadrinhos da versão televisiva. Para começar, ela vive no século 20, é descrita na série como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo de Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. “Supergirl” retorna no domingo (14/10) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.

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  • Série

    Ator de iZombie dará voz ao vilão Espantalho na série animada da Arlequina

    13 de outubro de 2018 /

    O ator inglês Rahul Kohli vai continuar no universo das séries da DC Comics após o final de “iZombie”, que vai acabar na próxima temporada. O intérprete do legista Ravi Chakrabarti na atração baseada nos quadrinhos da Vertigo revelou no Twitter que dará voz ao vilão Espantalho na nova série animada da Arlequina, em produção para a plataforma DC Universe. Ele vai se juntar a um grande elenco de dubladores, que inclui Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) no papel-título, Lake Bell (“Childrens Hospital”) como Hera Venenosa, além de Alan Tudyk (“Powerless”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). “Harley Quinn”, a série da Arlequina, vai ao ar em 2019, ainda sem data determinada. E o mesmo vale para a 5ª e derradeira temporada de “iZombie”, que ainda não teve o lançamento anunciado pela rede CW. Well I’ve been given the go ahead to let you guys know one of the new projects I’ve been working on! Mans is the voice of SCARECROW! #HarleyQuinn pic.twitter.com/LHpURZrbnl — Rahul Kohli (@RahulKohli13) 11 de outubro de 2018

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    WarnerMedia anuncia nova plataforma de streaming para 2019

    12 de outubro de 2018 /

    A WarnerMedia pretende lançar uma nova plataforma de streaming em 2019, para disputar espaço com os já anunciados produtos da Disney e da Apple, tornando o mercado dominado pela Netflix ainda mais competitivo. O anúncio foi feito pelo presidente do conglomerado, John Stankey, que assumiu o cargo após a AT&T comprar a Time Warner e mudar o nome da empresa. Stankey disse que o serviço oferecerá aos assinantes acesso à ampla coleção de filmes, programas de televisão e animações da empresa, complementando iniciativas como HBO Now, DirecTV Now e a recém-lançada DC Universe. “Esperamos criar um produto tão atraente que ajudará os distribuidores a aumentar a penetração de seus pacotes atuais e nos ajudar a alcançar com sucesso mais clientes”, disse Stankey em um comunicado. O objetivo é explorar todo o potencial do catálogo da Warner, pelo qual a AT&T desembolsou mais de US$ 100 bilhões. Este catálogo também inclui programas originais de emissoras como TNT, TBS, CNN, Cartoon Network e CW. Ainda não há detalhes sobre o projeto, nem mesmo básicos como nome, preço e previsão de chegada. Por isso, não está claro como o novo serviço vai funcionar em conjunto com os já existentes do conglomerado. A nova WarnerMedia é grande entusiasta da iniciativa do DC Universe. É possível que a empresa esteja planejando incorporar uma estratégia da TV paga e oferecer assinaturas por pacotes, com acesso a diferentes “canais” de streaming. A AT&T é originalmente uma empresa de tecnologia da comunicação especializada em fornecimento de internet de banda larga e também de pacotes de assinaturas da TV paga, via sua subsidiária DirecTV.

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  • Série

    Oliver luta na prisão em novo trailer tenso da 7ª temporada de Arrow

    10 de outubro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Arrow”, que mostra Oliver Queen (Stephen Amell) numa penitenciária de segurança máxima. Tensa, a prévia acompanha a rotina violenta do protagonista em conflito com outros prisioneiros que ele próprio enviou para a cadeia, e também apresenta novos personagens, inclusive um misterioso arqueiro que Laurel (Katie Cassidy) garante não ser Oliver. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação de Oliver no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos acontecem na prisão. Entre os antigos adversários que retornam, após serem presos pelo Arqueiro Verde, estão Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chega em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Por conta disso, Laurel da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça. Mas o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) ainda planeja se vingar dos amigos e família de Oliver, e contará com um trio de assassinos mortais para atingir seu objetivo. Conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), eles serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Para não ficar só nas desgraças, há uma boa notícia: o ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo da atração. A estreia da 7ª temporada está marcada para segunda-feira (15/10) nos Estados Unidos.

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  • Filme

    David Bautista se dispõe a acompanhar James Gunn em Esquadrão Suicida 2

    9 de outubro de 2018 /

    David Bautista, um dos atores de “Guardiões da Galáxia” mais inconformados com a demissão de James Gunn do terceiro filme da franquia, já se prontificou a acompanhar o cineasta em sua troca de universos, saindo da Marvel para a DC Comics. Gunn está trabalhando em “Esquadrão Suicida 2”. O diretor foi demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 400 mil fãs na internet. Recentemente, o CEO da Disney Robert Iger afirmou ter apoiado a decisão de demitir o cineasta. Os novos responsáveis pela Warner Media esfregaram as mãos e mandaram suas secretárias incluir os executivos da Disney em seus cartões de agradecimentos de fim de ano. Nesta terça (9/10), o conglomerado dono da DC Comics anunciou ter encomendado um roteiro de James Gunn para “Esquadrão Suicida 2”. Caso o roteiro agrade, o cineasta também deve assumir a direção do longa. E quem escreveu o divertido “Esquadrão da Galáxia Vol. 2” dificilmente terá dificuldades para agradar quem aprovou a história de David Ayer para “Esquadrão Suicida”, um dos piores filmes da DC Comics. Bautista linkou a notícia em seu Twitter, escrevendo apenas um comentário curto: “Onde eu assino?”, referindo-se ao contrato para participar do longa. Em várias ocasiões, o intérprete de Drax criticou a Disney por demitir Gunn e disse que nem sequer filmaria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” se o estúdio não usasse o roteiro do diretor, finalizado antes da polêmica. Por conta dessa repercussão negativa, a Disney cancelou o trabalho de pré-produção e tirou o longa de seu cronograma de lançamentos. “Esquadrão Suicida 2”, que acaba de virar o projeto mais excitante em desenvolvimento no universo cinematográfico da DC Comics, também não tem cronograma de produção nem previsão de estreia, por enquanto. Where do I sign up! James Gunn Boards ‘Suicide Squad 2’ To Write And Possibly Direct – Deadline https://t.co/OwdDbAm1Ks — Dave Bautista (@DaveBautista) October 9, 2018

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  • Etc

    Roteirista de A Freira estreia em quadrinhos com história de terror de Batman

    9 de outubro de 2018 /

    O roteirista Gary Dauberman, responsável pelas histórias de “Annabelle”, “It: A Coisa” e “A Freira” nos cinemas, vai estrear nos quadrinhos. Ele assina uma história de terror do Batman, na edição especial de “Cursed Comics Cavalcade”, publicação de Halloween da DC Comics que traz histórias de terror protagonizadas por seus heróis mais populares. Na trama escrita por Dauberman e ilustrada por Riccardo Federici, Batman enfrenta um serial killer mascarado que resolve recriar cenas clássicas de filmes de terror. O mais recente alvo do bandido é um acampamento de férias, como em “Sexta-Feira 13”, mas Batman pretende estar lá para impedi-lo. A história de Dauberman é uma das dez contidas na publicação, que também inclui aventuras sobrenaturais de Superman, Mulher-Maravilha, Zatanna, Monstro do Pântano e o Demônio, criado por Jack Kirby. A revista será lançada nesta quarta (10/10) em versão digital. Veja as primeiras páginas abaixo. Como curiosidade, o design da capa da publicação presta homenagem aos quadrinhos de terror da antiga editora EC Comics, que sofreu perseguição e censura da extrema direita americana até falir em 1956, mas não sem antes legar para a cultura pop o título “Contos da Cripta” (Tales from the Crypt). Outro detalhe interessante é que o título “Comic Cavaldade” é resgate do nome de uma revista em quadrinhos dos anos 1940, que tinha formado de antologia e reunia histórias curtas de heróis que tinham revistas próprias, como, na época, Mulher-Maravilha, Flash e Lanterna Verde (as versões da Era de Ouro). Para completar as informações, a ligação do roteirista com a DC vai continuar depois dos quadrinhos. Dauberman está participando do desenvolvimento de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano, que vai chegar em breve à plataforma de streaming DC Universe.

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    James Gunn fecha com a DC e vai fazer Esquadrão Suicida 2

    9 de outubro de 2018 /

    Sem querer, a Disney ajudou a Warner a impulsionar o universo cinematográfico da DC Comics. Demitido pelo presidente dos estúdios Disney da direção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, após campanha da extrema direita americana, que denunciou tuítes de humor impróprio escritos há uma década, James Gunn trocou a Marvel pela DC e assinou contrato para comandar a continuação de “Esquadrão Suicida”. Ele vai escrever o roteiro do novo filme dos supervilões dos quadrinhos, com a opção de assumir sua direção, caso a Warner se encante com a história e tudo se encaminhe de forma esperada. Apenas um roteiro decepcionante o impediria de comandar o filme. Mas quem escreveu o divertido “Esquadrão da Galáxia Vol. 2” dificilmente faria pior que David Ayer, responsável pelo decepcionante “Esquadrão Suicida”, um dos piores filmes da DC Comics. A Warner tem procurado encontrar a pessoa certa para desenvolver a continuação desde a estreia do longa original, que, apesar de destruído pela crítica (28% no Rotten Tomatoes), teve boa bilheteria (quase US$ 750 milhões) em 2016. Antes de fechar com Gunn, o estúdio recusou abordagens do diretor original, David Ayer, assim como de Gavin O’Connor (“O Contador”), e também chegou a conversar com Mel Gibson (“Até o Último Homem”) e Daniel Espinosa (“Vida”). Mas o projeto não avançou. Fontes da Warner informaram ao site The Wrap que Gunn não está desenvolvendo uma “sequência”, mas uma história com abordagem completamente diferente sobre os vilões da DC, que são forçados a trabalhar para o governo em troca da diminuição de suas penas criminais. A revista The Hollywood Reporter corroborou as informações.

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  • Série

    Nova super-heroína da TV, Batwoman ganha primeira foto oficial

    9 de outubro de 2018 /

    A rede The CW divulgou a primeira imagem oficial da atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) como Batwoman. A heroína será introduzida no próximo crossover das séries de super-heróis da DC Comics exibidas pela emissora, previsto para dezembro nos Estados Unidos, envolvendo episódios de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Segundo a descrição oficial, Rose interpretará Kate Kane, uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Rose terá a distinção de interpretar a primeira super-heroína homossexual com série própria, já que os planos do canal são lançar uma atração com a personagem após o crossover, intitulado “Elseworlds”. Além da Batwoman, o evento especial também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Gotham: Trailer legendado revela caos da última temporada

    9 de outubro de 2018 /

    A rede Fox divulgou o trailer da 5ª e última temporada de “Gotham” – e os fãs brasileiros já legendaram. Veja abaixo. Exibido na New York Comic Con, o vídeo é aberto por uma longa recordação dos episódios anteriores, antes de chegar nas cenas inéditas, que mostram o caos da cidade do título, sitiada por gangues vestidas como figurantes da franquia “The Purge” (às vezes chamada de “Uma Noite de Crime” no Brasil). Todas as pontes de Gotham City foram explodidas no final da temporada passada, deixando a cidade isolada. E esta premissa evoca o arco das histórias de Batman conhecido como “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original). Nos quadrinhos, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios foi reduzida para 13, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal, e a estreia deslocada para a midseason, no começo de 2019. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Margot Robbie negocia virar a boneca Barbie no cinema

    5 de outubro de 2018 /

    A Mattel finalmente vai fazer o filme da Barbie com atores reais. A fábrica de brinquedos, que criou uma divisão de cinema no mês passado, fechou acordo de produção com a Warner e negocia com Margot Robbie (a Arlequina de “Esquadrão Suicida”) para estrelar o longa. Além de viver Barbie, ela ainda entraria como co-produtora. A pareceria com a Warner também aproxima o filme da diretora Patty Jenkins (de “Mulher-Maravilha”), que, segundo o site The Hollywood Reporter, estaria interessada, mas ainda não se sentou para discutir o negócio com os representantes do estúdio. Caso avance de verdade, a produção representará um grande prejuízo para a Sony, que investiu no desenvolvimento do mesmo projeto. A fabricante da boneca tinha fechado originalmente com a Sony para produzir o filme em 2014. O estúdio contratou a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos” e “Tully”) para escrever o primeiro roteiro no ano seguinte, mas não aprovou o resultado e encomendou novos roteiros para escritores diferentes, na esperança de que surgisse algo melhor. A ideia vencedora foi a de Hillary Winston (criadora da série “Bad Teacher”). Definida a história, a Sony escalou a humorista Amy Schumer para viver a protagonista em 2016. Ela também resolveu mexer no roteiro, junto com sua irmã, Kim Caramele. E todo esse trabalho foi pago. Mas quando o estúdio foi marcar as filmagens, Schumer desistiu, alegando conflito de agenda. Assim, o projeto que ia ser lançado em 2018 teve que recomeçar do zero. A atriz Anne Hathaway (“Colossal”) foi contatada no ano passado pela produtora Amy Pascal para estrelar o filme. Só que o contrato para as filmagens previa um lançamento em cinco anos. A Sony marcou a estreia para 2020, seis anos após fechar o negócio. E a Mattel deu o acordo por encerrado. Paralelamente, a fábrica montou sua divisão cinematográfica e passou a administrar de forma diferente seus projetos, com o objetivo de se tornar como coprodutora, em vez de apenas ceder os direitos de seus brinquedos para as filmagens. Desta forma, a Mattel garante uma percentagem das bilheterias. Com essa nova configuração, foi ao mercado e acabou fechando com a Warner. E é assim que Margot Robbie pode ir de Arlequina para Barbie no cinema.

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