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    Festival de Veneza começa com Netflix e clima de Oscar

    31 de agosto de 2022 /

    O Festival de Veneza começa nesta quarta (31/9) sua 79ª edição com a ambição de equilibrar obras de streaming e do circuito de arte, numa iniciativa bem definida que tem consolidado o evento como o início para valer da temporada de premiações que culmina no Oscar. Nos últimos anos, vários filmes introduzidos nas sessões do Palazzo del Cinema acabaram ganhando tração junto à crítica e conquistando troféus da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. E a programação de 2022 é uma das mais impressionantes do festival, com muitos diretores consagrados na disputa do Leão de Ouro. Por sua política de boa vizinhança com a Netflix, Veneza reuniu mais projetos hollywoodianos que o Festival de Cannes, que recusa produções de streaming. A diferença na seleção entre os dois festivais mais prestigiosos do mundo reforça que Cannes está sendo ultrapassado por Veneza como opção de lançamento mundial de grandes títulos e base de projeção para o Oscar. A competição abre oficialmente nesta quarta com a exibição de “Ruído Branco”, novo filme de Noah Baumbach estrelado por Adam Driver e Greta Gerwig, que assim se torna a primeira produção da Netflix a abrir um festival de primeira linha internacional. Baseado no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), a produção americana é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, que acompanha as tentativas de uma família americana dos anos 1980 para lidar com os pavores da vida cotidiana e a possibilidade de felicidade num mundo incerto. O clima é de desesperança, mas embora a família central esteja em fuga de um nuvem tóxica, o pânico que norteia a trama se deve a uma condição psicológica: um medo exagerado da morte, que acompanha cada passo do protagonista. Adam Driver vive o personagem principal, fazendo sua segunda parceria com Baumbach, após ser indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019). Na trama, ele é casado com Greta Gerwig, mulher do diretor do filme, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). E a produção ainda inclui Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola, entre outros. Na competição pelo Leão de Ouro também está outra produção da Netflix: “Blonde”, de Andrew Dominik, que conta com Ana de Armas no papel de Marilyn Monroe. A lista de novos projetos de grandes cineastas que serão lançados no festival ainda inclui “Bones and All”, de Luca Guadagnino, “The Whale”, de Darren Aronofsky, “Bardo”, de Alejandro González Iñárritu, “The Son”, de Florian Zeller, “Tár”, de Todd Field, “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg, e “The Banshees of Inisherin”, de Martin McDonagh. Embora a maioria desses diretores não seja americana, todos trabalham em Hollywood e participam das premiações de cinema dos EUA. O mexicano Iñárritu, por sinal, tem até dois Oscars de Melhor Filme no currículo – “Birdman” (2016) e “O Regresso” (2016). A competição traz igualmente novos lançamentos dos italianos Emanuele Crialese, Gianni Amelio, Susanna Nicchiarelli e Andrea Pallaoro, dos franceses Roschdy Zem, Romain Gavras, Alice Diop e Rebecca Zlotowski, do japonês Koji Fukada, do argentino Santiago Mitre e dos iranianos Vahid Jalilvand e Jafar Panahi – o último está atualmente preso em seu país. O organizador Alberto Barbera, que se aproveita da presença da obra de Panahi para angariar simpatia política, prefere dizer que o evento é apolítico ao defender a exibição do último filme do sul-coreano Kim Ki-duk, morto em 2020 por covid-19, em meio a denúncias de abuso de atrizes em seus filmes. “Call of God” será apresentado fora de competição. Além dele, outros filmes americanos muito esperados farão suas estreias mundiais fora da competição no festival, como “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde, “Pearl”, de Ti West, e “Master Gardener”, de Paul Schrader. Na principal mostra paralela ainda destaca “A Noiva”, do diretor brasileiro Sérgio Tréfaut, que participa da competição da seção Horizontes. “A Noiva”, que realiza sua estreia mundial em Veneza no dia 9 de setembro, é uma ficção inspirada em histórias reais de meninas europeias que se casaram com jihadistas do Estado Islâmico, e foi filmada no Curdistão iraquiano. Não bastasse a programação cinematográfica, neste ano também serão apresentadas séries. Dois cineastas consagrados, Lars Von Trier e Nicolas Winding Refn, apresentarão seus novos projetos neste formato: “The Kingdom Exodus” e “Copenhagen Cowboy”, respectivamente. A exibição das dezenas de títulos programados nas mostras principais e paralelas também vai reunir uma constelação de estrelas no tapete vermelho. São esperadas as presenças de Harry Styles, Adam Driver, Timothée Chalamet, Hugh Jackman, Cate Blanchett, Tilda Swinton, Sadie Sink, Greta Gerwig, Ana de Armas, Penelope Cruz, Colin Farrell, (talvez) Florence Pugh e a veterana Catherine Deneuve, que será homenageada com um Leão de Ouro Honorário pela carreira. O Festival de Veneza 2022 vai acontecer até o dia 10 de setembro. Confira abaixo uma lista com alguns dos títulos da programação principal. Mostra Competitiva “Ruído Branco”, de Noah Baumbach “Il Signore delle Formiche”, de Gianni Amelio “The Whale”, de Darren Aronofsky “L’Immensita”, de Emanuele Crialese “Saint Omer”, de Alice Diop “Blonde”, de Andrew Dominik “Tár”, de Todd Field “Love Life”, de Koji Fukada “Bardo”, de Alejandro González Iñárritu “Athena”, de Romain Gavras “Bones and All”, de Luca Guadagnino “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg “Beyond the Wall”, de Vahid Jalilvand “The Banshees of Inisherin”, de Martin McDonagh “Argentina, 1985″, de Santiago Mitre “Chiara”, de Susanna Nicchiarelli “Monica”, de Andrea Pallaoro “No Bears”, de Jafar Panahi “All the Beauty and the Bloodshed”, de Laura Poitras “A Couple”, de Frederick Wiseman “The Son”, de Florian Zeller “Our Ties”, de Roschdy Zem “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski Fora da Competição Closing Film: “The Hanging Sun”, de Francesco Carrozzini “When the Waves Are Gone”, de Lav Diaz “Living”, de Oliver Hermanus “Dead for a Dollar”, de Walter Hill “Call of God”, de Kim Ki-duk “Dreamin’ Wild”, de Bill Pohlad “Master Gardener”, de Paul Schrader “Siccita”, de Paolo Virzi “Pearl”, de Ti West “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde Fora da Competição (Não Ficção) “Freedom on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom”, de Evgeny Afineevsky “The Matchmaker”, de Benedetta Argentieri “Gli Ultima Giorni Dell’Umanita”, de Enrico Ghezzi, Alessandro Gagliardo “A Compassionate Spy”, de Steve James “Music for Black Pigeons”, de Jorgen Leth and Andreas Koefoed “The Kiev Trial”, de Sergei Loznitsa “In Viaggio”, de Gianfranco Rosi “Bobby White Ghetto President”, de Christopher Sharp and Moses Bwayo “Nuclear”, de Oliver Stone Fora da Competição (Séries) “The Kingdom Exodus”, de Lars von Trier “Copenhagen Cowboy”, de Nicolas Winding Refn

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    Garotas ficam presas em torre de 600 metros no trailer de “A Queda”

    30 de agosto de 2022 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer dublado em português de “A Queda”, thriller de sobrevivência que acompanha duas jovens presas no alto de uma torre de metal há 600 metros de altura. As duas são amigas que buscam aventura e enfrentam grande alturas em suas escaladas. Após vivenciarem um drama em uma de suas experiências, elas tentam se reconectar com o que mais amam. Para isso, decidem escalar uma remota torre de tv abandonada com mais de 600 metros de altura, localizada no meio do deserto. Elas só não contavam que ficariam presas e isoladas naquele lugar sem sinal de celular, água ou pessoas por perto. O elenco destaca Grace Caroline Currey (de “Shazam!”) e Virginia Gardner (de “Fugitivos da Marvel”), além de Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”). A direção é de Scott Mann (“O Sequestro do Ônibus 657”) e os produtores são os mesmos de “Medo Profundo: O Segundo Ataque”, que também acompanhou garotas em perigo por aventura arriscada. O filme estreou há três semanas nos EUA, onde teve bilheteria fraca (US$ 5,9 milhões até o momento), mas agradou a crítica, atingindo 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil vai acontecer em 29 de setembro. Veja abaixo o trailer dublado e a versão americana.

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    Perlimps: Animação do diretor de “O Menino e o Mundo” ganha novo trailer

    30 de agosto de 2022 /

    A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “Perlimps”, animação do diretor Alê Abreu, indicado ao Oscar em 2016 por “O Menino e o Mundo”. A trama acompanha dois agentes secretos enviados por reinos rivais a uma Floresta Encantada. Ao chegar lá, eles descobrem que tem a mesma missão: salvar os Perlimps, criaturas que podem salvar o lugar em que vivem dos terríveis gigantes que cercaram a Floresta. Assim, decidem esquecer sua rivalidade e unir forças para garantir a sobrevivência das misteriosas criaturas, e podem finalmente encontrar um caminho para a paz entre seus reinos. A produção conta com as vozes de Giulia Benite (a Mônica dos filmes da “Turma da Mônica”), Stênio Garcia (“Me Tira da Mira”) e do dublador Lorenzo Tarantelli. O filme teve première mundial no Festival de Annecy, considerado o “Cannes da animação”, mas fora de competição – depois de Alê Abreu vencer este festival em 2014, justamente por “O Menino e o Mundo”. A première nacional vai acontecer no Festival do Rio e ainda não há previsão para o lançamento comercial.

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    Trailer traz Jon Hamm em continuação de comédia famosa dos anos 1980

    27 de agosto de 2022 /

    A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “Confess, Fletch”, continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora vai se materializar com Jon Hamm, astro da série “Mad Men”, como o novo Fletch. O filme tem roteiro de Zev Borow (da série “Chuck”) e direção de Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), e adapta o segundo livro de McDonald, lançado originalmente em 1976. Trata-se, na verdade, da sequência oficial do primeiro livro, “Fletch” (1974), que virou o longa de 1985 – o segundo filme, “Fletch Vive”, ignorou os livros ao optar por um roteiro original de cinema. Na trama, Flecth se vê envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. A produção promove uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também inclui em seu elenco Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos cinemas e em VOD nos EUA.

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    “Top Gun: Maverick” chega em casa. Confira as estreias digitais da semana

    26 de agosto de 2022 /

    A estreia de “Top Gun: Maverick” nas locadoras digitais é o maior atrativo para ficar em casa no fim de semana. Só que o streaming não está colaborando. A Netflix, que tem lançado filmes cada vez piores como se fossem blockbusters, chegou ao pior de seus piores na semana em que a Amazon resolveu disputar a ruindade. Os dois desastres dos serviços de assinatura fecham a lista abaixo mais como aviso do que recomendação, já que são estrelados por astros conhecidos. Há outras opções para se divertir no sofá, incluindo clones de Karen Gillian e carnificina baseada em mangá, sem esquecer dramas e comédias premiadas. Confira os destaques abaixo.       | TOP GUN: MAVERICK | VOD*   Um dos últimos grandes astros de Hollywood, Tom Cruise chega aos 60 anos no auge. É impressionante que, a esta altura da carreira, seus filme mais recente seja considerado o melhor de toda a sua trajetória. Aplaudidíssimo no Festival de Cannes, “Top Gun: Maverick” voou alto com 97% de aprovação da crítica contabilizada no Rotten Tomatoes, tornando-se o filme mais bem avaliado da filmografia do ator. E atingiu um feito ainda mais impressionante nas bilheterias, com US$ 1,4 bilhão de arrecadação, recorde da carreira de Tom Cruise e maior faturamento de 2022. O mais interessante é que “Top Gun: Maverick” é um filme-fetiche de Tom Cruise, idolatrando-o sem pudor. Toda a trama gira em torno dele, ao retomar o papel que o projetou no cinema de ação. O longa chega a repetir vários elementos do lançamento original – recriações de cenas e até de música-tema – , mas se prova muito melhor que a velha propaganda de recrutamento militar, lançada em 1986 com trilha pop da MTV. Principalmente porque os tempos mudaram. Pilotos de caça viraram uma espécie em extinção nos conflitos modernos de drones. Não há glamour nos jogos de guerra à distância, e nesse sentido o patriotismo da antiga produção virou um espetáculo anacrônico. Este contexto é explorado na continuação, que reencontra o personagem Maverick mais humilde e tendo uma última chance, após um percurso sem promoções, como instrutor da escola de pilotos em que se graduou. Nesta nova situação, ele vai precisar lidar com alunos que o acham ultrapassado, entre eles o filho amargurado de Goose (Anthony Edwards), falecido no filme de 1986. O desafio se torna ainda maior quando tem que liderar os pilotos numa situação de batalha real. O filho de Goose é vivido por Miles Teller (“Whiplash”) e os demais intérpretes de pilotos são Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Danny Ramirez (“Falcão e o Soldado Invernal”), Jay Ellis (“Insecure”) e Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”). Além deles, o elenco ainda inclui Jennifer Connelly (“Expresso do Amanhã”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”) e Val Kilmer, que também reprisa seu papel do primeiro “Top Gun” como Iceman. A direção é de Joseph Kosinski, que já tinha dirigido Cruise na sci-fi “Oblivion” (2013) e se consagra de vez no comando das cenas aéreas. Quem decidir ver nas maiores Smart TVs deve se preparar para a vertigem.   | DUAL | VOD*   A comédia sci-fi de humor sombrio traz Karen Gillan (de “Guardiões da Galáxia”) contra Karen Gillan (também de “Jumanji”) num mortal kombat. Na trama escrita e dirigida por Riley Stearns (“A Arte da Autodefesa”), a atriz vive uma mulher com doença terminal que opta por passar pelo processo de clonagem para diminuir a dor da perda nos seus amigos e família. Só que ela acaba milagrosamente curada e, com isso, descobre que precisa se livrar da sua clone, que se instalou em sua casa e assumiu sua vida, num duelo até a morte. O elenco também conta com Aaron Paul (das séries “Breaking Bad” e “Westworld”), Beulah Koale (“Hawaii Five-0”) e Theo James (“A Mulher do Viajante do Tempo”).   | ESTÁ TUDO BEM | VOD*   O cineasta francês François Ozon (“Verão de 85”) volta a filmar um tema polêmico: a eutanásia. Após sofrer um derrame e ficar paralisado, o pai de Emmanuèle pede à sua filha para ajudá-lo a morrer. Isto dá início a um dilema ético e uma jornada para a Suíça, país onde a morte assistida é legal. Lançado no Festival de Cannes do ano passado, o drama é baseada no livro da romancista Emmanuèle Bernheim, que ajudou Ozon a escrever quatro filmes. Eles eram grandes amigos, mas este projeto só começou a ser produzido após a morte dela, em 2017. Elogiadíssimo, tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco destaca Sophie Marceau (“007 – O Mundo Não é o Bastante”) como a filha e o veterano André Dussollier (“Três Lembranças da Minha Juventude”) como o pai, além da alemã Hanna Schygulla (“Lili Marlene”), a inglesa Charlotte Rampling (“45 Anos”) e Géraldine Pailhas (“Jovem e Bela”).   | A ESPADA DO IMORTAL | MUBI   O filme de número 100 da prolífica filmografia de Takashi Miike destaca a ultraviolência que marca as produções mais conhecidas do cineasta japonês. Apesar de ser a adaptação de um mangá, lançado no Brasil como “A Lâmina do Imortal”, que inclusive rendeu série animada, a produção não é para crianças. Nisso, lembra o cultuado “Azumi” (2003). A versão de Miike exibe cada corte, jorro de sangue, amputação, decapitação e aleijamento resultante das lutas de espada da trama. É quase um filme de terror, que não abre mão do humor negro desconcertante que os fãs do diretor aprenderam a apreciar. Na trama baseada no mangá de Hiroaki Samura, Takuya Kimura (de “Patrulha Estelar”) vive Manji, um ás da espada amaldiçoado com a vida eterna, que por isso se torna imbatível em combate. Visando cumprir uma cota de mil mortes, ele atende ao apelo de uma jovem (Hanna Sugisaki, de “Bathroom Pieta”) para ajudá-la a se vingar do assassinato de sua família, iniciando com ela uma jornada sanguinária.   | A CHIARA | MUBI   O cineasta Jonas Carpignano conta a história de uma família que desmorona depois que seu pai os abandona na Calábria. A jovem Chiara, de 15 anos, começa a investigar para entender por que seu pai desapareceu e à medida que se aproxima da verdade, ela é forçada a decidir qual futuro quer para si mesma. A trama evoluiu do drama para o thriller, conforme segredos de família destroem a inocência infantil. “A Chiara” fecha a trilogia calabresa do diretor nova-iorquino (iniciada com “Mediterrânea” e “Ciganos da Ciambra”) com 11 prêmios internacionais, a maioria em festivais europeus como Cannes, Zurique, Sevilha e Estocolmo. Além disso, a intérprete de Chiara, Swamy Rotolo, conquistou o David di Donatello (o Oscar italiano) como Melhor Atriz de 2022.   | EASY – UMA VIAGEM FÁCIL FÁCIL | FILMICCA   Andrea Magnani, o roteirista de “Paradise – Uma Nova Vida” (2019), estreia na direção com um comédia maluca sobre um ex-piloto de kart adolescente que, aos 40 anos, ainda vive em seu antigo quarto de infância e mora com sua mãe. Fora de forma, deprimido e sem perspectivas, Isidoro “Easy” acaba recebendo uma oferta de trabalho de seu irmão, um empresário de construção bem-sucedido: transportar um operário ucraniano morto de volta à sua terra natal nos Cárpatos. E é assim que, equipado com um sistema de navegação e um aplicativo tradutor, “Easy” parte num carro funerário para a Europa Oriental, vivendo incidente atrás de incidente num percurso tortuoso. Tanto o diretor quanto o ator Nicola Nocella (“O Que Será”), que vive o personagem-título, foram indicados ao David di Donatello.   | TODOS OS DEUSES DO CÉU | VOD*   O terror francês bizarro e premiado acompanha um operário que cuida da irmã, gravemente incapacitada após os dois brincarem de roleta russa na infância. Com surtos psicóticos, ele passa os dias esperando discos voadores aparecerem para levá-lo embora com sua irmã para um mundo melhor. Repleto de imagens perturbadoras, o longa do cineasta Quarxx (“Marginal Tango”) impressiona visualmente como os primeiros filmes de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet (pense num “Delicatessen” mais radical), enquanto conta uma história terrível sobre trauma e as cicatrizes duradouras de culpa, recriminação e loucura.   | O RIO DE JANEIRO DE HO CHI MINH | VOD*   O neto de um marinheiro sobrevivente da Rebelião Chibata tenta transformar em documentário a história que ouviu de seu avô quando criança. Na década de 1910, o velho era amigo de Ho Chi Minh, trouxe o futuro líder vietnamita para o Rio de Janeiro e o apresentou ao socialismo. Essa amizade mudou a história do século 20. Parece muito maluco pra ser verdade. Mas o unificador do Vietnã teve, sim, uma estadia forçada no Brasil durante alguns meses e se impressionou com a história do negro nordestino José Leandro da Silva, o Pernambuco, líder sindical ativo durante a Greve dos Marítimos. Tanto que a escreveu um texto chamado “Solidariedade de Classes”, inspirado pela revolta brasileira, em que discorreu sobre o racismo e a fraternidade proletária. A lembrança dessa passagem histórica pouco conhecida marca a estreia da roteirista-produtora Cláudia Mattos (“180 Graus”) na direção.   | DE FÉRIAS DA FAMÍLIA | NETFLIX   O comediante Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) fechou um contrato milionário para estrelar quatro filmes da Netflix. O primeiro foi “O Homem de Toronto”, um desastre com apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o segundo conseguiu ser pior. “De Férias da Família” atingiu 14% de ruindade. A pior comédia do ano da Netflix junta pela primeira vez o comediante com o ator Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”). Na trama, Hart é um pai de família que pela primeira vez em anos ganha um tempo livre para fazer o que quiser, enquanto sua esposa e filhos viajam. E decide se reconectar com seu antigo melhor amigo (Wahlberg) para passar um fim de semana selvagem, mas a experiência acaba sendo mais radical do que esperava. Ele sofre todo o tipo de violência imaginável e inacreditavelmente sobrevive a tudo, quase como uma versão live-action do Coiote dos desenhos do “Papa-Léguas”. O filme tem direção de John Hamburg (“Eu Te Amo, Cara”), que já tinha trabalhado com Hart como roteirista de “Operação Supletivo: Agora Vai!” (Night School). Só que agora não foi.   | SAMARITANO | AMAZON PRIME VIDEO   A disputa de pior filme da semana tem um peso pesado nessa produção B superestimada em que Sylverster Stallone (“Rocky”) vive um super-herói resmungão. O longa não é uma adaptação de quadrinhos. Trata-se de um roteiro original escrito por Bragi F. Schut (“Escape Room”) e acompanha um garoto (Javon “Wanna” Walton de “Euphoria”) que, após ser salvo de um surra, acredita que seu vizinho lixeiro é um super-herói desaparecido e dado como morto há 25 anos. Ele insiste com o lixeiro até convencê-lo a voltar à ativa, no momento em que a cidade vive uma escalada de violência sem precedentes. A direção está a cargo de Julius Avery, que se destacou com o terror “Operação Overlord”, mas que aqui só recicla clichês básicos de série genérica de herói dos anos 1990. Não é, definitivamente, uma produção da Marvel.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Cate Blanchett é maestrina obcecada pelo tempo no trailer de “Tár”

    26 de agosto de 2022 /

    O estúdio americano Focus Features divulgou o pôster e o trailer de “Tár”, que traz Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”) obcecada pelo tempo, numa metáfora sobre o papel do condutor numa orquestra. “Tár” é o terceiro longa do diretor Todd Field, que foi indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006) e estava há 16 anos sem filmar. Embora os detalhes da trama sejam escassos, Blanchett vive a fictícia Lydia Tár, uma aclamada compositora que se torna a primeira maestrina feminina de uma orquestra alemã. A história vai segui-la durante sua vida cotidiana em Berlim, levando à gravação de sua última sinfonia. O elenco de apoio inclui a alemã Nina Hoss (“Fênix”), a francesa Noémie Merlant (“Retrato de uma Jovem em Chamas”), os ingleses Mark Strong (“Shazam!”) e Julian Glover (“Game of Thrones”), o sueco Allan Corduner (“Homeland”) e instrumentistas reais em papéis de músicos da orquestra. Tão importante quanto a direção e o roteiro, a música do filme será fornecida por Hildur Guðnadóttir, a compositor islandesa que venceu o Oscar 2020 de Melhor Trilha por “Coringa”. “Tár” será exibido no Festival de Veneza, que começa na próxima quarta (31/8), antes de chegar aos cinemas americanos em 7 de outubro. A previsão para seu lançamento no Brasil é apenas para 26 de janeiro.

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    Adam Driver foge de nuvem tóxica no teaser de “Ruído Branco”

    26 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser do filme “Ruído Branco” (White Noise), de Noah Baumbach, que vai abrir a 79ª edição do Festival de Cinema de Veneza, como parte da seleção oficial em competição pelo Leão de Ouro. Baseado no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), a produção americana é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, que acompanha as tentativas de uma família americana dos anos 1980 para lidar com os pavores da vida cotidiana e a possibilidade de felicidade num mundo incerto. A prévia realmente sugere um clima apocalíptico, mas ainda que a família central esteja em fuga de um nuvem tóxica, o pânico que se manifesta nos olhares do protagonista também se deve a uma condição psicológica: um medo exagerado da morte, que acompanha cada passo de sua vida. Adam Driver vive o personagem principal, fazendo sua segunda parceria com Baumbach, após ser indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019). O elenco também destaca a participação da mulher do diretor, Greta Gerwig, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que também decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). Na trama, ela vive a esposa de Driver. A produção ainda inclui Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola, entre outros. A première vai acontecer na quarta-feira (31/8) em Veneza. O filme ainda será exibido no Festival de Nova York em 30 de setembro, antes de chegar ao streaming em data ainda não especificada.

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    Trailer apresenta remake do terror “Boa Noite Mamãe”

    25 de agosto de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer do remake americano de “Boa Noite Mamãe”, terror austríaco dos cineastas Severin Fiala e Veronika Franz lançado em 2014. Na nova versão, os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (que enlouqueceram Nicole Kidman em “Big Little Lies”) aterrorizam Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”). O filme gira em torno da reação dos irmãos gêmeos à volta de sua mãe para casa – uma propriedade rural afastada – , após passar por uma cirurgia estética. O rosto coberto por curativos faz os meninos desconfiarem de que aquela não é realmente sua mãe. Os irmãos Crovetti parecem gostar mesmo de tocar o terror, porque recentemente também filmaram juntos “Witch Hunt”, sobre bruxas foragidas. Cameron ainda está na série “The Boys”, onde vive o filho do herói/vilão Capitão Pátria (Homelander). O remake de “Goodnight Mommy” (o título americano do filme austríaco) foi dirigido por Matt Sobel, que só tem um longa no currículo: o drama indie “Take Me to the River” (2015), inédito no Brasil. A estreia está marcada para 16 de setembro.

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    Morte, Morte, Morte: Terror estrelado pela “filha de Borat” ganha trailer nacional

    25 de agosto de 2022 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Morte, Morte, Morte” (Bodies Bodies Bodies), que traz Amandla Stenberg (“O Ódio que você Semeia”) e Maria Bakalova (a filha de “Borat 2”) como um casal. As duas chegam numa mansão isolada para se divertir com uma turma de influencers. Mas não demora, o tédio se instala e alguém sugere um jogo, em que uma pessoa fingiria ser um assassino enquanto os demais se escondem. O problema é que, quando uma tempestade apaga as luzes, começam a surgir cadáveres. Um assassino está realmente entre eles. Originalmente uma produção independente, “Morte, Morte, Morte” já se tornou mais um sucesso do estúdio A24 nos EUA, repetindo trajetórias de “A Bruxa”, “Hereditário”, “Midsommar” e “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” com elogios da crítica e boas bilheterias. O filme tem direção da atriz holandesa Halina Reijn (“Instinto”) e seu elenco também inclui Pete Davidson (“O Esquadrão Suicida”), Myha’la Herrold (“Industry”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Chase Sui Wonders (“Generation”) e Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”) A estreia no Brasil vai acontecer em 6 de outubro.

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    Império de Luz: Trailer apresenta ode ao cinema do diretor de “1917”

    24 de agosto de 2022 /

    O 20th Century Studios divulgou o pôster e o trailer legendado de “Império de Luz”, uma ode ao cinema dirigida por Sam Mendes (de “007: Operação Skyfall” e “1917”). Os detalhes da trama são escassos. A sinopse indica apenas que se trata de uma história de amor ambientada em um cinema antigo na costa sul da Inglaterra na década de 1980. Já o vídeo parece indicar que esse amor envolve os personagens vividos por Olivia Coleman (“A Filha Perdida”) e Micheal Ward (“Gangues de Londres”) O elenco também inclui Toby Jones (“Jurassic World”) e Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”). “Império da Luz” terá première mundial no Festival de Toronto, em setembro, e estreia em 9 de dezembro nos EUA. Mas a previsão de lançamento para o Brasil é apenas para fevereiro de 2023.

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    Trailer reúne Allison Janney e Jurnee Smollett em jornada violenta

    24 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Lou”, thriller de ação estrelado por Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”). A trama acompanha uma mãe desesperada (Smollett), que pede ajuda à vizinha reclusa (Janney) após a filha ser raptada no lugar isolado onde moram. As duas iniciam uma jornada perigosa e violenta de resgate, enquanto tentam manter seus segredos, incluindo a habilidade da vizinha para a missão e a razão do rapto. O longa tem roteiro de Maggie Cohn (“Narcos: México”) e direção de Anna Foerster (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”). A estreia está marcada para 23 de setembro.

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    O Homem do Jazz: Romance de época ganha trailer musical

    24 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Homem do Jazz” (The Jazzman’s Blues), romance de época com roteiro, direção e produção de Tyler Perry (“Um Funeral em Família”). A trama acompanha o romance proibido entre Bayou e Leanne (vividos pelos novatos Joshua Boone e Solea Pfeiffer), que são separados pela mãe dela em nome de um casamento arranjado com um branco rico. Mas ele nunca consegue esquecê-la e a trama abrange 40 anos de segredos e mentiras, um enorme drama familiar e o incrível blues do sudeste dos Estados Unidos. O trailer é acompanhado pela música inédita “Paper Airplanes”, interpretada por Ruth B., que está entre os pesos pesados ​​que Perry alistou para adicionar brilho aos componentes musicais dessa história da era do jazz. O filme também apresenta músicas arranjadas e produzidas pelo vencedor do Grammy e indicado ao Oscar Terence Blanchard (“Infiltrado na Klan”), trilha de Aaron Zigman (“A Cabana”) e coreografia da lendária Debbie Allen (“Fama”). O longa chega ao streaming em 23 de setembro.

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  • Filme

    Filme de herdeira da Disney critica executivos milionários e salários baixos na Disneylândia

    19 de agosto de 2022 /

    A produtora Fork Films divulgou o primeiro trailer de “The American Dream and Other Fairy Tales”, documentário que expõe as condições miseráveis dos trabalhadores da Disneylândia, em contraste com a vida luxuosa dos altos executivos da Disney. O diferencial deste documentário é que ele foi dirigido por Kathleen Hughes (“The Armor of Light”) em parceria com a ativista social Abigail Disney, neta de Roy O. Disney, um dos fundadores da The Walt Disney Company ao lado do seu irmão Walt. O filme apresenta o olhar de Abigail Disney sobre a economia disfuncional e desigual dos Estados Unidos, questionando o motivo pelo qual o “sonho americano” funciona para os ricos, mas é um pesadelo para os pobres. Usando a história de sua família, a Abigail explora como essa injustiça sistêmica se consolidou na sociedade, ao mesmo tempo que tentar imaginar o caminho para um futuro mais justo. No trailer, é possível ver um pouco da briga comprada por Abigail Disney contra injustiça social, inclusive em sua empresa. Ela tem criticado abertamente as práticas salariais da The Walt Disney Company, clamando por mais igualdade salarial, o que a levou a ser chamada de “socialista” pelo Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos EUA. Em certo momento, Abigail exemplifica a injustiça salarial. Ela fala que um zelador da Disneylândia precisaria trabalhar por dois mil anos para ganhar o que Bob Iger (antigo presidente da Disney) ganhava em um. “Esta não é apenas a história da Disney”, diz ela. “É a história de quase metade dos trabalhadores americanos que mal conseguem sobreviver.” Recheado de elogios da crítica, que o definem como “convincente”, “poderoso” e “um estudo de caso sobre a falta de coração do corporativismo”, “The American Dream and Other Fairy Tales” teve première no Festival de Sundance e vai iniciar sua trajetória no circuito de exibição limitada nos EUA em 16 de setembro. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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