WarnerMedia reforça boicote ao Globo de Ouro
A WarnerMedia é o novo conglomerado a protestar contra a associação encarregada da premiação do Globo de Ouro. A empresa que contém os estúdios Warner Bros., o canal pago HBO e a plataforma de streaming HBO Max se juntou à Netflix e à Amazon num boicote à Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) até que “mudanças sejam implementadas”. “Embora elogiemos a aprovação dos membros do HFPA do plano para avançar em direção a uma reforma radical, não acreditamos que o plano vá longe o suficiente para abordar a amplitude de nossas preocupações, nem seu cronograma captura a necessidade urgente com a qual essas questões devem ser abordadas”, declarou o alto escalão da WarnerMedia em uma carta aberta endereçada ao presidente da HFPA, Ali Sar. “Os estúdios e canais da WarnerMedia vão se abster de envolvimento direto com a HFPA, incluindo entrevistas coletivas sancionadas pela associação e convites para seus jornalistas cubram outros eventos da indústria, até que as mudanças sejam implementadas”, continua a correspondência. “Isso abrange todas as produções da HBO, HBO Max, Warner Bros. Pictures Group, Warner Bros. Television, TNT e TBS.” Em sua declaração à imprensa, a WarnerMedia apontou: “Por muito tempo, exigências de ‘mimos’, favores especiais e pedidos pouco profissionais foram feitos [pelo time do Globo de Ouro] a nós e a outros em nossa indústria. Nos arrependemos de ter apenas reclamado, mas tolerado esse comportamento, até agora”. O poderoso conglomerado ainda “sugeriu” que as mudanças na HFPA deveriam incluir “um código de conduta específico e bem vigiado, que inclua uma política de tolerância zero a incidentes de contato físico não consentido com atores e equipe”. A sugestão leva em conta uma denúncia de Brendan Fraser (“A Múmia”), que acusou um ex-presidente da HFPA de assédio sexual durante um evento do Globo de Ouro. Sério. Mais detalhes dessa história estão incluídos em outra polêmica da HFPA abordada mais abaixo. A carta foi enviada pela WarnerMedia antes da rede NBC anunciar que não transmitirá o Globo de Ouro de 2022. A credibilidade da associação responsável pelo Globo de Ouro foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E foi ele quem foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Berk continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.
NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022
O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.
Tom Cruise devolve troféus do Globo de Ouro em protesto
O astro Tom Cruise devolveu suas três estatuetas do Globo de Ouro para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Ele tinha troféus de Melhor Ator por “Nascido em 4 de Julho” (1989) e “Jerry Maguire” (1996), além de Melhor Ator Coadjuvante por “Magnólia” (1999). O gesto foi o protesto mais claro de um astro de Hollywood contra a associação responsável pela tradicional premiação de cinema e TV dos EUA, e acontece após Scarlett Johansson defender boicote contra a HFPA e a Amazon, Netflix e uma coalizão de 100 agências de talentos (responsáveis pelas carreiras das estrelas da indústria do entretenimento) ameaçarem não trabalhar mais com os jornalistas estrangeiros responsáveis pelo Globo de Ouro. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, ameaça a continuidade do Globo de Ouro.
Filha de Tom Cruise e Katie Holmes completa 15 anos
A atriz Katie Holmes compartilhou no Instagram uma galeria de fotos antigas para celebrar o aniversário da filha Suri Cruise, que completou 15 anos no domingo (18/4). “Feliz 15º aniversário, querida! Eu amo Você! Não acredito que você já tem 15 anos”, escreveu a atriz na legenda da postagem. A adolescente, que nasceu durante o casamento de Holmes com o ator Tom Cruise, raramente tem fotos reveladas por seus pais. Ela também não tem uma página no Instagram e sua presença online se deve a registros de fãs (como uma página do Instagram que se descreve como oficial) e/ou paparazzi. Em agosto do ano passado, Katie afirmou que passar a quarentena com a filha se tornou um aprendizado. “Estamos valorizando o que temos e celebrando a simplicidade de fazer a janta juntas”, ela disse ao jornal The Daily Telegraph. Katie Holmes se separou de Tom Cruise em 2012 após 6 anos de casamento, segundo rumores para impedir que Suri fosse doutrina pela Igreja da Cientologia como os dois filhos mais velhos do ator, Connor e Isabella, adotados durante seu casamento com Nicole Kidman. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Katie Holmes (@katieholmes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Suri Cruise (@suricruise.official)
Paramount adia continuações de Top Gun e Missão: Impossível
O sucesso de “Godzilla vs. Kong” não foi suficiente para convencer a Paramount a manter seus lançamentos no verão norte-americano. Uma nova leva de mudanças no calendário de lançamentos foi anunciada na sexta-feira (9/4), em que o estúdio alterou estreias de alguns filmes bastante esperados, influenciando decisões da concorrência. A Paramount Pictures adiou “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, de julho para novembro. A sequência de “Top Gun: Ases Indomáveis”, sucesso de 1986, estreará em 19 de novembro, dia em que a produtora planejava lançar o sétimo filme “Missão: Impossível”, que por sua vez foi adiado para maio de 2022. Com isso, “Missão: Impossível 8” também mudou de novembro de 2022 para julho de 2023. Por outro lado, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi antecipado de outubro para 23 de julho, enquanto o novo “Jackass” ocupou sua data original, num atraso de um mês em relação à estreia anteriormente prevista para setembro. A concorrência aproveitou as mudanças para mexer suas peças. Alguns filmes, como “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), da Universal, e “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, da Sony, foram adiantados, respectivamente, em uma e duas semanas. Os mercados do Brasil e da Europa foram citados como motivos para os adiamentos da Paramount. O estúdio não quer lançar filmes de apelo internacional enquanto os cinemas permanecerem fechados em territórios que costumam ter grande arrecadação. Além dos filmes citados, a Paramount revelou datas de lançamentos previstos até 2023, confirmando planos de produção da cinebiografia dos Bee Gees (prevista para novembro de 2022) e um novo filme de “Star Trek” (para junho de 2023).
Diretor celebra indicação ao Oscar de Vanessa Kirby com foto de Missão: Impossível 7
O diretor Christopher McQuarrie celebrou a indicação de Vanessa Kirby ao Oscar 2021, por sua performance em “Pieces of a Woman”, com a divulgação de uma imagem inédita da atriz nos bastidores de “Missão: Impossível 7”. “Vanessa, os mais sinceros parabéns da sua família de ‘Missão’ por sua merecida indicação”, escreveu o cineasta como legenda da foto. A atriz entrou na franquia no filme passado, “Missão Impossível: Efeito Fallout”, e vai repetir seu papel como a vilã “Viúva Branca” na continuação. Além dela, também retornam Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Angela Bassett, Ving Rhames e até Henry Czerny, sumido desde o primeiro filme de 1996. A produção ainda acrescentou ao elenco os atores Hayley Atwell (“Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve concluir sua pós-produção a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. O filme será seguido por uma continuação já agendada: “Missão: Impossível 8”, com lançamento marcado para 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Missão Impossível 7 acrescenta mais cinco atores a seu elenco
“Missão: Impossível 7” adicionou mais cinco atores ao seu elenco extenso. São eles Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). O anúncio foi feito pelo diretor Christopher McQuarrie em seu Instagram, junto com imagens dos astros caracterizados. O thriller de ação da Paramount Pictures, protagonizado por Tom Cruise, também conta com Ving Rhames, Henry Czerny, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Vanessa Kirby, Angela Bassett e Frederick Schmidt reprisando seus papéis na franquia. Além disso, inclui Hayley Atwell (“Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Shea Whigham (“Agent Carter”) e Esai Morales (“Titãs”) em novos papéis, anunciados durante as filmagens. McQuarrie, que dirigiu os dois filmes anteriores da franquia, originalmente pretendia filmar “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8” de forma consecutiva. No entanto, a Paramount alterou estes planos, devido às mudanças no calendário de lançamentos forçada pela pandemia. O astro da franquia, Tom Cruise, terá que se afastar para cumprir tarefas promocionais do estúdio visando o lançamento de “Top Gun: Maverick”, planejado para 2 de julho nos EUA, e por isso ficará longe dos sets por mais tempo que o esperado. Por conta disso, a produção de “Missão: Impossível 8” só poderá começar após a estreia da continuação do filme dos anos 1980. Neste meio tempo, McQuarrie vai trabalhar na edição do sétimo longa-metragem. Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve ser concluído a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. Enquanto isso, “Missão: Impossível 8” permanece no calendário do estúdio com a data de 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Tom Cruise aparece correndo em foto de Missão: Impossível 7
O diretor Christopher McQuarrie compartilhou em seu Instagram mais uma imagem da produção de “Missão: Impossível 7”. A foto registra Tom Cruise correndo na penumbra, durante uma das muitas cenas de ação do longa. McQuarrie, que dirigiu os dois filmes anteriores da franquia, originalmente pretendia filmar “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8” de forma consecutiva. No entanto, a Paramount alterou estes planos, devido às mudanças no calendário de lançamentos forçada pela pandemia. O astro da franquia, Tom Cruise, terá que se afastar para cumprir tarefas promocionais do estúdio visando o lançamento de “Top Gun: Maverick”, planejado para 2 de julho, e por isso ficará longe dos sets por mais tempo que o esperado. Por conta disso, a produção de “Missão: Impossível 8” só poderá começar após a estreia da continuação do filme dos anos 1980. Neste meio tempo, McQuarrie vai trabalhar na edição do sétimo longa-metragem. Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve ser concluído a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. Enquanto isso, “Missão: Impossível 8” permanece no calendário do estúdio com a data de 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Missão Impossível 7 se despede de Abu Dhabi para encerrar produção em Londres
A produção de “Missão: Impossível 7” se aproxima do fim após um notável esforço cinematográfico, com filmagens ao redor da Europa e Oriente Médio durante a pandemia. O diretor Christopher McQuarrie revelou em seu Instagram no domingo (14/2) que a equipe concluiu as filmagens em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e está viajando de volta a Londres para dar os “retoques finais” nas gravações. Isto provavelmente significa acrescentar cenas ou ângulos novos no material registrado entre agosto e setembro passados na capital da Inglaterra. O post também sugere que os planos de filmar “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8” ao mesmo tempo foram alterados. McQuarrie termina seu post avisando que filmar a próxima continuação será “um desafio ainda maior”, que está por vir. O site Deadline foi buscar mais detalhes e ouviu de suas fontes na Paramount que a estratégia foi alterada, devido à mudança no calendário de lançamentos forçada pela pandemia. O astro da franquia, Tom Cruise, terá que se afastar para cumprir tarefas promocionais do estúdio visando o lançamento de “Top Gun: Maverick”, planejado para 2 de julho, e por isso ficará longe dos sets por mais tempo que o esperado. Por conta disso, a produção de “Missão: Impossível 8” só poderá começar após a estreia da continuação do filme dos anos 1980. Neste meio tempo, McQuarrie vai trabalhar na edição do sétimo longa-metragem. Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve ser concluído a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. Enquanto isso, “Missão: Impossível 8” permanece no calendário do estúdio com a data de 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Tom Cruise e Hailey Atwell estariam namorando nos bastidores de Missão: Impossível 7
O tabloide britânico The Sun, que foi quem relatou a bronca de Tom Cruise contra integrantes da equipe de “Missão: Impossível 7” por desrespeito aos protocolos anti-covid, publicou na sexta (18/12) mais um detalhe dos bastidores da produção. Tom Cruise estaria vivendo um romance secreto com sua colega de elenco, a atriz Hayley Atwell – que os fãs da Marvel conhecem como a agente Carter. Segundo o jornal, o casal teria sido visto recentemente de mãos dadas durante a exibição de um filme em Londres. A publicação cita uma fonte da equipe de produção do longa para afirmar que os dois estariam “namorando secretamente”. “Tom e Hayley se deram bem desde o primeiro dia. A quarentena e todas as dificuldades que surgiram com ela os aproximaram ainda mais e os tornaram inseparáveis. Eles têm se encontrado depois do expediente, e ela está em seu apartamento em Londres. Eles se dão bem de forma brilhante e ambos parecem muito felizes”, entregou a fonte. Mesmo os cliques feitos durante as filmagens por fãs e paparazzi demonstram que o casal está se divertindo muito na produção, além de demonstrar uma ótima química.
Integrantes de Missão Impossível 7 se demitem após bronca de Tom Cruise
Integrantes da equipe de “Missão: Impossível 7” se demitiram após o vazamento das broncas do astro e produtor dos longas, Tom Cruise. Em um áudio vazado na quarta (16/12), o ator repreendeu aos berros e muito irritado quem estava presente no set, após verificar que os protocolos contra a covid-19 estavam sendo desrespeitados. O fato aconteceu durante a passagem da produção pela Inglaterra, em agosto passado. Mas uma fonte disse ao jornal The Sun que a tensão na equipe vinha crescendo há meses. O vazamento do áudio teria sido “a gota d’água” para algumas pessoas. “A primeira explosão foi grande e as coisas não se acalmaram desde então. A tensão vem crescendo há meses e esta foi a gota d’água. Desde que se tornou público, tem havido mais raiva e vários funcionários foram embora”, disse a fonte da produção. “Mas Tom simplesmente não aguenta mais depois de todos os esforços que eles fizeram para continuar a filmar. Ele está chateado que os outros não estão levando isso tão a sério quanto ele. No final, ele é quem leva a culpa”, complementou a fonte. Apesar da polêmica, o ator recebeu apoio nas redes sociais. Definitivamente, ele não está errado por exigir respeito aos protocolos estabelecidos para a permissão das filmagens. Como produtor, seria responsabilidade de Tom Cruise se alguém se contaminasse no set e viesse a morrer por causa disso.
Missão Impossível: Tom Cruise xinga equipe por não seguir protocolos de covid-19 em áudio vazado
Tom Cruise está levando extremamente a sério os protocolos de prevenção à covid-19. O jornal inglês The Sun revelou na terça (15/12) um áudio em que o ator critica membros da equipe britânica de “Missão: Impossível 7” por não seguirem os procedimentos de segurança adequados. O vazamento permite ouvir Cruise reclamar com vigor após alguns membros do grupo se amontoaram em torno de um monitor, sem manter o distanciamento de dois metros, conforme recomendado por especialistas, a fim de evitar a transmissão do novo coronavírus. “Eu não quero ver isso de novo, nunca. E se você não fizer isso [distanciamento], você será demitido. Se eu vir você fazer de novo, você vai embora”, disse Cruise no áudio. O ator e produtor tem sido um defensor tanto da experiência cinematográfica quanto da retomada das filmagens em meio à pandemia do coronavírus. No áudio, Cruise observa que tem falado com contatos em Hollywood sobre como “Missão: Impossível” e seus protocolos de segurança podem servir de modelo para o resto da indústria. “Eles estão lá em Hollywood fazendo filmes agora por nossa causa. Porque eles acreditam em nós e no que estamos fazendo”, diz Cruise no áudio. “Fico ao telefone com todos os estúdios da noite, seguradoras, produtores e eles estão nos olhando e nos usando [como modelo] para fazer seus filmes.” O ator ainda avisou que se algum membro da equipe vir alguém que não esteja seguindo os protocolos de segurança, seus nomes devem ser informados a Matt Spooner, que é o supervisor de covid-19 no set. “Missão: Impossível 7” foi, de fato, a primeira grande produção a retomar as filmagens durante a pandemia. Após interromper as filmagens em fevereiro, seguindo a suspensão generalizada de produções cinematográficas no começo da pandemia, o longa foi reiniciado em setembro, demonstrando a possibilidade de se filmar seguindo protocolos de segurança. Vários outros filmes seguiram sua deixa e o setor, aos poucos, reviveu suas atividades. Apesar disso, e com toda a dedicação de Cruise, “Missão: Impossível 7” precisou ser paralisado por alguns dias durante o registro de cenas em Veneza, na Itália, por contaminação de covid-19 no set. Após uma curta quarentena, os trabalhos foram recomeçados e o lançamento segue programado para 19 de novembro de 2021. Ouça como o ator ficou revoltado com a equipe britânica.
Atriz de Guardiões da Galáxia detona Chris Hemsworth com ajuda de Tom Cruise
A atriz Pom Klementieff, que interpreta a heroína Mantis na franquia “Guardiões da Galáxia”, aceitou o desafio de Chris Hemsworth e destruiu seu colega de “Vingadores: Ultimato” num vídeo criado para a Liga de Futebol de Fantasia dos Super-Heróis, patrocinada pela AGBO, a produtora dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Hemsworth foi o vencedor da primeira edição da Liga e desafiou os candidatos deste ano a baterem sua capacidade de falar mal dos outros. Klementieff não só enfrentou o Thor, da Marvel, como virou a jogadora a ser superada na competição de “trash talk” deste ano, que também tem o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições beneficentes. Ela gravou um clipe musical cantando rimas histéricas em francês. Batizada de “Au Revoir Chris Hemsworth”, a música é uma versão do hit clássico “Laisse Tomber Les Filles”, de Serge Gainsbourg, com letra escrita em colaboração com o comediante inglês Simon Pegg – parceiro da atriz no vindouro “Missão: Impossível 7” e também diretor do vídeo. Para completar, ainda filmou em preto e branco, para dar um ar de classe à produção, e usou os cenários de Veneza, onde está rodando seu novo blockbuster. Mas a estrela canadense deixou o melhor para o final. Depois de provocar Hemsworth e outros desafiantes da Liga, como Chris Evans, Anthony Mackie, Tom Holland, Chris Pratt e Ryan Reynolds, ela deixa cair o microfone ao completar: “De uma coisa eu tenho certeza, e sinto muito por quebrar seu coração, mas meu time é melhor que o seu”. É quando a câmera se afasta para revelar quem é o time dela: a equipe de “Missão: Impossível”, com Tom Cruise, Rebecca Ferguson e Simon Pegg. Ela não foi a primeira a fazer um clipe musical na competição deste ano. Paul Rudd, o Homem-Formiga, recriou “Iron Man”, do Black Sabbath, para desafiar Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Mas o resultado, embora muito bem elaborado, não teve metade da graça do vídeo da atriz. Se Klementieff vencer, a organização beneficente que ela defende, Time’s Up, receberá uma percentagem do prêmio de US$ 1 milhão que será doado pelos organizadores. Veja abaixo o desafio proposto por Hemsworth e o clipe sensacional de Klementieff.












