“Pânico” tem nova sequência confirmada
A Paramount deu sinal verde para a produção do sexto filme da franquia de terror “Pânico”. Após o sucesso acima das expectativas do recente lançamento, a equipe do quinto filme vai voltar a comandar a nova sequência. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt, dupla que também dirigiu o “Casamento Sangrento” (2019), continuarão na direção e os roteiristas Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e James Vanderbilt (“Mistério no Mediterrâneo”) seguem como responsáveis pela história da sequência. As filmagens devem acontecer ainda neste ano, entre julho e setembro.
Fernanda Andrade entra na série baseada no terror “Deixa Ela Entrar”
A atriz brasileira Fernanda Andrade, que ganhou projeção com o terror “A Filha do Mal” (2011), vai voltar ao gênero em seu próximo projeto, a série baseada no filme “Deixe Ela Entrar”, em desenvolvimento no canal pago americano Showtime. Vista mais recentemente nas séries “Narcos: México” e “Next”, Andrade viverá a mãe da vampira mirim que protagoniza a trama. Sua personagem é inédita em relação à produção cinematográfica sueca e ao remake americano. O papel também alivia um dos aspectos mais polêmicos da obra, ao criar uma família em torno da vampira adolescente. Originalmente, o “pai” da protagonista era um pedófilo que ela seduziu. No filme americano, este detalhe foi suavizado com a transformação do “pai” num menino que se apaixonou por ela na infância e assumiu um papel paternal ao envelhecer. Intitulada em inglês “Let the Right One In”, a atração é baseada no livro do autor sueco John Ajvide Lindqvist, que inspirou a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e sua refilmagem “Deixe-me Entrar” (2010), estrelada por Chloe Moretz e assinada por Matt Reeves (do vindouro “Batman”). A história acompanha um pré-adolescente que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos que começaram a abalar a população local. O Showtime aprovou uma versão desenvolvida por Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, após outro canal pago, o TNT, recusar um piloto com a mesma história há seis anos, escrito e produzido por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”. A série vai enfatizar o relacionamento da vampira com seu “pai”, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) no principal papel adulto da trama. Já a menina será vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”. A escalação com intérpretes latinos é completamente diferente das versões anteriores, inclusive do piloto rejeitado (que traria a atriz e top model nórdica Kristine Froseth no papel principal). As mudanças vão além dos protagonistas latinos. O menininho loiro da adaptação original será interpretado por um ator mirim negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). A série também contará com Anika Noni Rose (“Power”), Grace Gummer (“Mr. Robot”), Kevin Carroll (“The Walking Dead”), Željko Ivanek (“Damages”) e Jacob Buster (“Colony”) no elenco. A direção dos primeiros episódios está a cargo de Seith Mann (“Homeland”) e ainda não há previsão para a estreia. As produções do Showtime estão sendo lançadas no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+.
Novo “Massacre da Serra Elétrica” ganha trailer sangrento
A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface”, novo capítulo da longeva franquia de terror. A prévia mostra o tom sangrento da continuação e revela a premissa, com a chegada de novas vítimas e o retorno da “final girl” do filme original – uma ideia que lembra “Halloween”. O novo “Massacre da Serra Elétrica” é uma continuação direta do longa original de 1974, dirigido por Tobe Hooper. Isto significa que o filme pretende ignorar todas as sequências posteriores – exatamente como a Universal fez com “Halloween”. O problema é que não é a primeira vez que isso acontece com esta franquia. Quem assina roteiro e produção são o cineasta uruguaio Fede Alvarez e seu parceiro Rodo Sayagues, ambos responsáveis por “O Homem nas Trevas” (2021), e o elenco inclui Elsie Fisher (“Oitava Série”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Jacob Latimore (“Maze Runner”), Moe Dunford (“Vikings”), Nell Hudson (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), Alice Krige (“Maria e João: O Conto das Bruxas”) e Marilyn Burns, revivendo o papel de Sally Hardesty, a sobrevivente do filme original. Já o trabalho de direção sofreu uma mudança em meio às filmagens. Insatisfeito com o resultado, o estúdio Legendary demitiu os diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam à frente do filme, devido a “diferenças criativas”. Com a demissão, o diretor de fotografia David Blue Garcia (“Blood Fest”) foi promovido à direção. Garcia já tinha experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. Nono filme da franquia – e o primeiro desde “Leatherface”, de 2017, um prólogo que buscou mostrar a origem do assassino com máscara de pele humana – “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface” tem estreia marcada para 18 de fevereiro.
“Homem-Aranha” segue como filme mais visto nos EUA
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue liderando as bilheterias dos EUA e Canadá após sete fins de semana. O fenômeno arrecadou mais US$ 11 milhões desde sexta-feira. Com isso, chegou neste domingo (30/1) a US$ 735 milhões, a quarta melhor arrecadação doméstica de todos os tempos. Internacionalmente, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão no fim de semana. Trata-se de um feito e tanto, porque foi apenas a décima vez que um título americano alcançou este rendimento com bilheterias do exterior. Com tanto sucesso, o filme do Homem-Aranha atingiu um faturamento mundial de US$ 1,74 bilhão, o sexto maior da História de Hollywood. O resultado também é a maior bilheteria já registrada para um filme “solo” de super-herói, perdendo no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) apenas para os dois longas mais recentes dos Vingadores. Considerando que acima de sua arrecadação há cinco produções da Disney (incluindo a antiga 20th Century Fox) com mais de US$ 2 bilhões, o desempenho do filme não deve ultrapassar esta posição do ranking. De todo modo, é impressionante que “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” tenha chegado tão alto sem uma exibição na China, país com o maior número de cinemas do planeta. Mas também é curioso o papel da pandemia em seu sucesso. O aumento da contaminação de covid-19 fez com que os estúdios adiassem seus lançamentos de cinema, o que deixou “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” sem novos concorrentes neste e outros fins de semana recentes. Sem novas estreias, a lista dos títulos mais vistos nos EUA e Canadá se manteve inalterada em relação à semana passada, com “Pânico” em 2º lugar em seu terceiro fim de semana. O terror da Paramount vendeu US$ 7,3 milhões em ingressos para atingir um total de US$ 62,1 milhões na América do Norte. Com isso, a produção orçada em US$ 24 milhões basicamente se pagou, transformando toda a bilheteria internacional – US$ 44 milhões – em lucro. “Sing 2”, da Universal, completa o pódio em seu sexto fim de semana. Com US$ 4,8 milhões em ingressos vendidos, chegou a uma receita doméstica de US$ 134,5 milhões, tornando-o maior bilheteria norte-americana de uma animação em todo a pandemia – já que a Disney continua enviando seus desenhos inéditos diretamente para a Disney+. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 243 milhões.
Carol Speed (1945–2022)
A atriz Carol Speed, que estrelou o cult de blaxploitation “The Mack”, morreu em 14 de janeiro em Muskogee, Oklahoma. Ela tinha 76 anos e sua família anunciou sua morte em um comunicado publicado online sem especificar a causa. Carol Ann Bennett Stewart virou Carol Speed na década de 1970, a partir do filme de presidiárias “The Big Bird Cage” (1972) e do policial “Os Novos Centuriões” (1972) – que chegou a virar série. Mas seu nome só foi tornar realmente conhecido a partir de “The Mack” (1973), ao interpretar a namorada prostituta do personagem-título vivido por Max Julien, que morreu no início deste mês. O culto em torno de “The Mack”, que também destacava em seu elenco o humorista Richard Pryor, transformou Speed em estrela desse tipo de filme. Ela filmou mais cinco produções do gênero até 1979, saindo de cena com “Disco Godfather”. Entre seus filmes de gângsteres negros, Speed ainda protagonizou o terror “Abby” em 1974, interpretando o papel-título, uma mulher possuída pelo antigo demônio nigeriano Exu. “Abby” foi um sucesso de público, mas a produção acabou processada pela Warner Bros. sob a alegação de ser um plágio de “O Exorcista” (1973). O processo fez o longa ser retirado dos cinemas e criou barreiras para sua comercialização, tornando-o quase esquecido. Mas cinéfilos que ouviram falar do filme acabaram resgatando seu status em cineclubes e sessões comemorativas. Mais que cult, “Abby” se tornou lendário. Após se afastar das telas, ela virou escritora. Seu romance semiautobiográfico de 1980, “Inside Black Hollywood”, se provou tão “escandaloso” que virou “o assunto da cidade”, segundo a revista Jet na época. A vida real da atriz também teve sua parcela de drama ao estilo blaxploitation. Enquanto ela estava filmando “The Mack”, seu namorado foi morto a tiros em Berkeley, Califórnia. Naquela época, ela estava lutando para pagar sua casa em Hollywood Hills, tentando sustentar seu filho, Mark Speed, e expulsando outro homem de seu lar. Ele foi embora, mas levou muitos dos pertences dela – até mesmo o colchão da cama em que dormia. Outra história curiosa aconteceu durante as filmagens de “Abby”, quando vários tornados atingiram Louisville, onde o filme estava sendo rodado, e uma mansão onde o elenco havia participado de uma festa luxuosa foi destruída. Então, quando Speed apareceu no set em sua fantasia demoníaca, o gerador começou a funcionar mal e seus colegas ficaram assustados. “A equipe quase começou a acreditar que eu estava possuída pelo poderoso Exu”, ela revelou, em uma entrevista para a Jet.
Criadores de “The Vampire Diaries” voltam a se juntar em nova série de terror
Os criadores de “The Vampire Diaries” Julie Plec e Kevin Williamson vão voltar a trabalhar juntos novamente. A plataforma Peacock anunciou que a dupla vai produzir uma nova série de terror: a adaptação dos quadrinhos “Dead Day”. Criada por Ryan Parrot, a história em quadrinhos lançada em 2010 gira em torno de um feriado macabro, o “Dia da Morte”. Sem confundir com o feriado mexicano do Dia dos Mortos (nosso Dia de Finados), o Dia da Morte é aquela época do ano em que os mortos se levantam do túmulo e vagueiam do entardecer ao amanhecer. Alguns voltam para se reunir com familiares e amigos, outros para um última noite de diversão, mas muitos tem apenas uma coisa em sua mente em decomposição: vingança. Plec e Williamson se conheceram durante a produção do primeiro “Pânico” (1996), que foi escrito por Williamson e marcou o segundo trabalho de Plec em Hollywood, como assistente do diretor Wes Craven. Os dois tiveram ótima sintonia e Williamson acabou convidando Plec a trabalhar na primeira série que ele concebeu, “Dawson’s Creek”. Embora tenham tomado caminhos diferentes após “The Vampire Diaries” – Plec desenvolveu os spin-offs da franquia, enquanto Williamson foi fazer novos projetos – , eles mantiveram contato e buscavam uma produção que pudesse voltar a juntá-los. Isto finalmente aconteceu com “Dead Day”. “Estávamos procurando um projeto para fazermos juntos e ‘Dead Day’ tem todos os ingredientes que amamos como contadores de histórias. Amor, morte, emoções e lágrimas – e sabemos que Susan Rovner e sua equipe na Peacock são a combinação perfeita para este projeto”, disseram os dois em comunicado conjunto sobre a série nesta quinta-feira (27/1). Ainda não há elenco definido nem previsão de estreia.
Jamie Lee Curtis compartilha foto com sobreviventes de “Halloween”
A atriz Jamie Lee Curtis compartilhou um foto com as colegas Kyle Richards e Andi Matichak nos bastidores de “Halloween Ends”, suposto final da franquia de terror. Ela legendou a imagem das sobreviventes com um “Juntas até o fim”. Jamie Lee Curtis e Kyle Richards estão juntas desde o início. As duas atuaram no primeiro “Halloween”, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978. Na trama clássica, Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando sobreviveu ao massacre original cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Kyle Richards era uma delas, Lindsay Wallace, que voltou à franquia no ano passado, no filme “Halloween Kills: O Terror Continua”. Já Andi Matichak vive a neta de Laurie, Allyson, introduzida no primeiro filme da atual trilogia, o “Halloween” de 2018. Novamente dirigido por David Gordon Green, que assina a trilogia completa, o final da franquia tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)
Filme de lobisomem com Boyd Holbrook ganha primeiro trailer
A LD Entertainment divulgou o pôster e o trailer do terror gótico “The Cursed”, estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”) e Kelly Reilly (“Yellowstone”). Escrito e dirigido por Sean Ellis (“Operação Anthropoid”), o filme faz uma releitura da lenda do lobisomem. A trama se passa numa propriedade rural remota do final do século 19, que começa a sofrer ataques sobrenaturais. Após aldeões espalharem rumores sobre uma maldição, o patologista John McBride (Holbrook) é convocado pelos proprietários da mansão local para investigar o perigo, descobrindo algo muito mais profundo e sinistro do que jamais poderia ter imaginado. Exibido nos festivais de Sundance e Sitges do ano passado, o filme atingiu 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes (alta para terror) e será lançado nos cinemas americanos em 18 de fevereiro. Ainda não há previsão para sua estreia no Brasil.
Jamie Lee Curtis revela seu visual para o final da franquia “Halloween”
A atriz Jamie Lee Curtis publicou nas redes sociais uma foto com o novo visual que assumirá em “Halloween Ends”, terceiro – e supostamente último – filme do revival de “Halloween”. “Cachorro velho, truques novos”, ela legendou em tom de brincadeira. “Halloween Ends” vai marcar a despedida da atriz de seu papel de Laurie Strode, que ela interpreta desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). Novamente dirigido por David Gordon Green, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)
Lucy Liu vai estrelar nova adaptação de Stephen King
A atriz Lucy Liu, de “As Panteras” e da série “Elementary”, vai estrelar “Later”, nova minissérie baseada em romance de Stephen King. Publicado em março de 2021, o livro “Later” gira em torno da dona de uma agência literária, que cria o filho sozinha e está à beira da ruína profissional, quando seu cliente principal morre antes de produzir a obra que iria tornar sua agência financeiramente estável. O filho da editora tem a habilidade sobrenatural de falar com os mortos, que sempre lhe dizem a verdade. Assim, ele consegue se comunicar com o autor, passar o conteúdo do livro para sua mãe, que o escreve e publica sob o nome do falecido, com grande sucesso. Mas esse dom pode ser usado para propósitos mais nefastos. E quando a policial que namora a mãe do menino descobre do que ele é capaz, o garoto se perde no mundo sobrenatural. Desenvolvida pela roteirista Raelle Tucker (“True Blood”), a minissérie tem produção da Blumhouse e ainda não tem previsão de estreia.
“Homem-Aranha” vira sexta maior bilheteria de todos os tempos
O fenômeno continua. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” voltou ao 1º lugar da bilheteria dos EUA e Canadá, após ser ultrapassado pela estreia de “Pânico” na semana passada. O filme do super-herói fechou seu sexto fim de semana em cartaz com uma arrecadação de US$ 14,1 milhões, elevando seu total para US$ 721 milhões. Em todo o mundo, o faturamento atingiu US$ 1,69 bilhão, o que supera “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão) e “Jurassic World” (US$ 1,67 bilhão), e transforma a coprodução da Sony e da Disney/Marvel na sexta maior bilheteria mundial de todos os tempos. “Pânico” caiu para o 2º lugar no mercado norte-americano, com US$ 12,4 milhões entre sexta e domingo (23/1), totalizando US$ 51,3 milhões domésticos e US$ 84,9 milhões mundiais após dois fins de semana. Os valores são considerados ótimos para o relançamento de uma franquia de terror após um longo hiato. O pódio da América do Norte se completa com “Sing 2”, que somou US$ 5,7 milhões. Após cinco fins de semana, a animação soma US$ 128,4 milhões no mercado doméstico e US$ 241,1 milhões em todo o mundo.
X: Equipe de pornô luta pela sobrevivência em trailer de terror
A A24 divulgou o pôster e o trailer de “X”, novo terror dirigido por Ti West (“Cabana do Inferno 2”). O título se refere à classificação americana para filmes proibidos para menores. A trama se passa nos anos 1970 e acompanha a equipe de um filme adulto, que aluga uma casa no interior do Texas de um casal aparentemente dócil, para usar como cenário de sua nova produção. Mas logo acaba tendo que lutar pela própria sobrevivência. O elenco inclui Mia Goth (“Ninfomaníaca”), Jenna Ortega (“Pânico”), Martin Henderson (“Virgin River”), Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”), Owen Campbell (“A Mulher Invisível”), Stephen Ure (“Máquinas Mortais”) e Scott Mescudi (mais conhecido como o rapper Kid Cudi, visto em “Não Olhe para Cima”). A estreia está marcada para 18 março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
“Pânico” tira “Homem-Aranha” do topo das bilheterias nos EUA
“Pânico” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte neste fim de semana, tirando “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” do topo com US$ 30,6 milhões de arrecadação. Como se trata de um feriadão nos EUA, a projeção para os quatro dias é de US$ 35 milhões. No exterior, o reboot-continuação arrecadou mais US$ 18 milhões em 50 mercados. O Reino Unido liderou com US$ 3,4 milhões. O filme também contou com críticas positivas, atingindo 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Um feito para uma franquia que tem 25 anos de idade e ainda passou por mudanças em seu comando criativo – foi o primeiro filme não dirigido por Wes Craven, que faleceu em 2015. Depois de liderar as vendas de ingressos por quatro semanas, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” ficou em 2º lugar, com US$ 20,8 milhões. Ao todo, o filme atingiu US$ 703,9 milhões, tornando-se o quarto filme a superar a marca de US$ 700 milhões nas bilheterias domésticas. A coprodução da Sony e Disney/Marvel também ultrapassou os US$ 900 milhões internacionalmente para terminar este domingo (16/1) com uma impressionante arrecadação global de US$ 1,62 bilhão. Filmes da Universal vem a seguir, com a animação “Sing 2” (US$ 8,3 milhões) e o thriller de espionagem feminina “As Agentes 355” (US$ 2,3 milhões). “King’s Man: A Origem” aparece disputando o 4º lugar com “As Agentes 355”, com praticamente a mesma arrecadação. Os dois têm algo mais em comum: são considerados fracassos comerciais.












