The Walking Dead: Produção grava 11 mortes diferentes para manter suspense da 7ª temporada
Os produtores de “The Walking Dead” optaram por seguir a tática dos finais das novelas da Globo. A atração gravou várias mortes diferentes, com 11 personagens, para despistar os fãs e a imprensa sobre quem recebeu uma tacada mortal de Lucille (um bastão de beisebol com arame farpado), desferida pelo vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan) no final da 6ª temporada. O objetivo é confundir e manter o segredo sobre quem é vítima, cuja morte foi mostrada sem revelar sua identidade, até a estreia da 7ª temporada em outubro. De acordo com informações da revista The Hollywood Reporter, Carl (Chandler Riggs), Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira), Eugene (Josh McDermitt), Maggie (Lauren Cohan), Sasha (Sonequa Martin-Green), Daryl (Norman Reedus), Aaron (Ross Marquand), Rosita (Christian Serratos), Abraham (Michael Cudlitz) e Glenn (Steven Yeun) tiveram suas mortes gravadas pela produção. Na história em quadrinhos em que a série é baseada, a vítima é Glenn. A gravação das 11 mortes não foi a única ação para manter o sigilo. O canal pago AMC ameaçou um grupo de fãs, do fórum The Spoiling Dead Fans, de processo caso algum spoiler sobre a próxima temporada fosse revelado. Além disso, aumentou a vigilância nas gravações para evitar a espionagem por drones. Isto mesmo. O produtor-executivo Scott Gimple disse que fãs tem usado drones para sobrevoar as filmagens e flagrar alguma cena reveladora. “Com o advento dos drones, a coisa virou um jogo de gato e rato”, contou Gimple para a Hollywood Reporter. “Tentam pegar até uma simples caminhada dos atores no set”. Para completar, o produtor e diretor Greg Nicotero indicou que a temporada não está “necessariamente” sendo filmada na ordem dos episódios que serão exibidos, também visando confundir os bisbilhoteiros. Ou seja, fotos do elenco no set deixariam, assim, de ser um indicativo direto de vida ou morte dos personagens. As filmagens da 7ª temporada estão em andamento nos arredores de Atlanta, na Geórgia, onde a série inteira é gravada.
Scream Queens: John Stamos vai estrelar a 2ª temporada
O ator John Stamos (série “Três É Demais”) vai reforçar o elenco da 2ª temporada de “Scream Queens”. Ele entrou na atração da rede Fox após sua série de comédia “Grandfathered” ser cancelada no mesmo canal. Stamos viverá o Dr. Brock Holt, cirurgião-chefe de um hospital, que acompanha casos médicos fascinantes e bizarros. Originalmente concebida como uma série ao estilo das antologias de temporada fechada, que a cada ano contam uma história diferente – como “American Horror Story” e “American Crime Story”, dos mesmos produtores – , “Scream Queens” vai continuar a trama de seus episódios iniciais, mostrando as personagens originais após alguns anos. O salto temporal vai mostrar que a personagem Zayday Williams (Keke Palmer) se formou em Medicina e trabalha com sua antiga reitora, a Sra. Munsch (Jamie Lee Curtis), que comprou um hospital. Também voltarão as personagens interpretadas por Emma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Glen Powell e Niecy Nash, que sobreviveram aos serial killers da 1ª temporada. Os novos episódios estreiam em setembro nos EUA.
Freira demoníaca de Invocação do Mal 2 vai ganhar filme próprio
O sucesso de “Invocação do Mal 2” deve original um novo spin-off da franquia. Após o primeiro filme, lançado em 2013, render o derivado “Annabelle” (2014), a continuação vai originar um novo terror centrado em outro personagem sobrenatural. O estúdio New Line confirmou que já está desenvolvendo “The Nun”, sobre o espírito da freira que assombra Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) no filme que estreou no fim de semana passado. O roteirista David Leslie Johnson, que escreveu “Invocação do Mal 2”, foi incumbido de desenvolver a história do derivado, que será produzido pelo cineasta James Wan, diretor da franquia. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a freira demoníaca foi inserida na trama poucos meses antes do lançamento. O primeiro corte de Wan tinha como antagonista uma figura com chifres. Insatisfeito, o diretor “teve um momento de iluminação” e decidiu mudar o conceito para uma freira, o que foi prontamente aceito pelo estúdio, mas isso acarretou em filmagens adicionais – realizadas em março, três meses antes da estreia. Além de “The Nun”, o spin-off da boneca Annabelle também renderá mais um filme, previsto para maio de 2017 sob o comando de David F. Sandberg (“Quando as Luzes se Apagam”). Com o sucesso de bilheteria, o próprio “Invocação do Mal” terá uma continuação em breve. Segundo James Wan, a próxima história se passará nos anos 1980.
Invocação do Mal 2 confirma talento de James Wan para assustar o público
Não foi com “Jogos Mortais” (2004) e “Sobrenatural” (2010) que James Wan mostrou que deveria ser levado a sério como um dos cineastas mais promissores deste século. Foi com o primeiro “Invocação do Mal” (2013), relembrando como se faz um belo filme de terror, ao valorizar sugestões em cada canto de uma boa e velha casa mal-assombrada e recuperar a sensação de medo do desconhecido. Não precisava de uma continuação, mas, como era inevitável, nada melhor que contar novamente com Wan na direção. Mais uma vez buscando inspiração nos arquivos dos demonologistas Lorraine (a sempre ótima Vera Farmiga) e Ed Warren (o sempre fraco Patrick Wilson), o diretor conduz o espectador à Londres dos anos 1970 para revelar os bastidores do famoso caso conhecido como “Poltergeist de Enfield”. Quem assistir a um documentário da BBC realizado na época, notará o quanto a produção fez um trabalho incrível para reconstruir cenários, figurinos e personagens reais. Destaque para a fotografia de Don Burgess, que além de alçar “voos” pelos cômodos da casa, brinca de forma eficiente com as cores e atua a favor do ilusionismo como poucos filmes do gênero conseguiram. Um exemplo: marcada pelos espíritos de porco de “Invocação do Mal 2”, a menina Peggy (a fantástica Madison Wolfe) só usa vermelho e, assim, se destaca das penumbras ora cinzentas, ora completamente dominadas pela escuridão da casa amaldiçoada da vez. “Invocação do Mal 2”, porém, não supera o original. Nem mesmo se iguala. Ainda assim, mostra como pode ser prazeroso ver o resgate dos ensinamentos dos melhores exemplares do terror hollywoodiano dos anos 1970, aliados a truques modernos, que Wan tira da câmera para manipular as emoções e prender a atenção da plateia. É um mágico no controle absoluto de seus lenços, pombos e cartolas. O show permanece elegante, imersivo e impressionante – muitos se pegarão agarrados à cadeira do cinema em alguns momentos –, mas, diferente do primeiro, Wan mostra e explica mais que sugere. Ao contrário do “Invocação do Mal” original, que segura a onda até os minutos finais, quando o implícito dá lugar ao explícito, o segundo filme privilegia os sustos à incômoda e quase que ininterrupta sensação de calafrio, embora Wan ainda brilhe nesse quesito. Duas cenas de “Invocação do Mal 2” ilustram essa diferença. Há um espírito maligno conhecido como “Homem Torto”, que, já em sua primeira aparição, aparece em toda a sua glória (e não é CGI e sim o incrível trabalho corporal do ator magrelo Javier Botet). Mas é em sua segunda cena, quando mal aparece, que ele tem maior impacto, resultado mais de sugestão que revelação. Mas o filme não é só uma sucessão de sustos. Há um bom desenvolvimento dramático, que aproxima o espectador dos protagonistas e da família que eles tentam salvar. Somos convidados a entrar e a habitar a casa mal-assombrada. É o que basta para embarcar na proposta. James Wan, tanto aqui quanto no primeiro, valoriza as relações humanas e os dramas familiares, uma estratégia que costuma levar aos melhores filmes do gênero. Wan é mestre nesse tipo de filme, mas já começa a se repetir, juntando elementos que deram certo em “Invocação do Mal” e “Sobrenatural” – um velho, um demônio, a caminhada solitária pelo lado espiritual, a “nova Annabelle” (representada pelo “Homem Torto”), entre outros. O que ele faz de melhor é desenvolver bem os personagens, mostrando como os Warren se fortalecem indo até o inferno e retornando como um casal mais apaixonado que nunca. Você pode pular da cadeira na “cena do quadro”, mas é a identificação instantânea com essas pessoas que ficará em sua mente.
Invocação do Mal 2 estreia com maior bilheteria de terror da história no Brasil
Mais de 1 milhão de pessoas foram aos cinemas brasileiros assistir “Invocação do Mal 2”, em seu final de semana de estreia. O número é histórico. A sequência do sucesso de 2013 teve a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos no Brasil, superando “Annabelle” (2014), filme derivado da mesma franquia, que possuía o recorde. No primeiro final de semana em cartaz, o longa dirigido por James Wan arrecadou mais de R$ 14.9 milhões, segundo comunicado do estúdio Warner Bros. Vale observar que, além de “Annabelle”, produzido por Wan, o filme original, “Invocação do Mal”, do mesmo diretor, completa o Top 3 das maiores bilheterias de terror da história no Brasil. O cineasta também é considerado pela crítica um dos maiores mestres do gênero na atualidade. O filme também estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA no fim de semana, atingindo a maior arrecadação de estreia de uma produção de terror desde o primeiro “Invocação do Mal” há três anos. Com tanto sucesso, a franquia deve ganhar nova continuação, mas dificilmente Wan retornará para dirigi-la, já que se tornou um dos diretores mais assediados de Hollywood desde que comandou o blockbuster “Velozes & Furiosos 7” no ano passado. Seu próximo projeto será uma produção de super-heróis, o filme solo de Aquaman para a Warner Bros., mesmo estúdio de “Invocação do Mal”.
Invocação do Mal 2: Documentário raro revela a história real que inspirou o filme
Quem duvida que a história do terror “Invocação do Mal 2” seja baseada em fatos reais pode se surpreender ao assistir um documentário raro da BBC, gravado nos anos 1970 e disponível no YouTube, que mostra a casa de Enfield, a família e os fatos que assombraram o lugar. O vídeo também serve para demonstrar a fidelidade da recriação do local e dos eventos fantasmagóricos no filme. Ao final, fica a certeza de que se trata de um terror bastante realista. O que o torna ainda mais assustador. Como no primeiro longa, a trama de “Invocação do Mal 2” é baseada numa história extraída dos arquivos de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos por Vera e Patrick, que desta vez investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha Janet (Madison Wolfe, de “O Herdeiro do Diabo”), aterrorizada por um poltergeist. Novamente escrito pelos irmãos Chad e Corey Hayes, “Invocação do Mal 2” marca a volta do diretor James Wan ao terror, após bater recordes de bilheteria com seu primeiro filme de ação, “Velozes & Furiosos 7”. O filme está nos cinemas desde quinta (9/6) no Brasil. Já o documentário pode ser assistido abaixo na íntegra, sem legendas.
Estreia de Invocação do Mal 2 é um dos maiores lançamentos de terror no país
“Invocação do Mal 2” é o principal lançamento desta quinta (9/5), chegando aos cinemas com divulgação e distribuição poucas vezes vistas para um filme de terror no país, em 782 salas. O primeiro filme foi um mais bem-sucedidos do gênero, tendo rendido até um spin-off, “Annabelle” – e “Annabelle 2” também está em desenvolvimento. Como no primeiro longa, a trama é baseada numa história real, extraída dos arquivos de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Desta vez, eles investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha aterrorizada por um poltergeist. Mas o principal destaque da produção está nos bastidores: o diretor James Wan, que se tornou um mestre moderno do terror ao lançar três franquias bem-sucedidas – as outras são “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” – , antes de mostrar ainda mais potencial no cinema de ação, comandando o blockbuster “Velozes e Furiosos 7”. O resultado é um dos filmes mais assustadores dos últimos anos, com diabólicos 66% de aprovação da crítica americana, segundo o site Rotten Tomatoes. “Truque de Mestre: O Segundo Ato” é outra continuação com lançamento amplo, em 653 salas. A trama se passa um ano após o quarteto original de mágicos enganar o FBI e ganhar adulação do público, mas em seu retorno os protagonistas são forçados a realizar um assalto ainda mais audacioso. A gangue de mágicos volta a incluir Jesse Eisenberg, Woody Harrelson e Dave Franco, mas houve uma troca no elenco, com Lizzy Caplan (“A Entrevista”) assumindo a vaga de Isla Fisher, que estava grávida durante a produção. Além dos citados, o longa também traz de volta Mark Ruffalo, Morgan Freeman e Michael Caine, e a estreia de Daniel Radcliffe (“Harry Potter”) como vilão. É um ótimo elenco, desperdiçado num filme inferior ao original, que já não era unanimidade para começar. Conquistou apenas 33% de críticas favoráveis, na apuração do Rotten Tomatoes. “Casamento de Verdade” é o maior dos pequenos, chegando em 23 salas. Mas apenas um detalhe o distingue de uma típica dramédia americana de casamento: o fato de serem duas noivas. O resto, como a família conservadora, a mensagem sobre tolerância e o final feliz estão todos em seus lugares convencionais, inclusive a atriz principal, a outrora promissora Katherine Heigl, que passou os últimos anos tentando se casar – de “Vestida Para Casar” (2008) a “O Casamento do Ano” (2013). Fracasso de bilheteria e crítica nos EUA (14% no Rotten Tomatoes), chega em 23 salas. Produzido em 2010, o drama brasileiro “Os Sonhos de um Sonhador: A História de Frank Aguiar”, estreia do diretor Caco Milano, levou seis anos para ganhar distribuição. Para se ter ideia, Chico Anysio, falecido em 2012, faz parte de seu elenco. Feito sob o impacto do sucesso de cinebiografias de cantores populares, chega aos cinemas em outra fase, durante o sufoco criativo do besteirol televisivo, e ainda é prejudicado por um título longo, que sugere se tratar de um documentário. Mas fora Chico, que rouba todas as cenas, e uma fotografia de postal do Piauí, não chega nem perto de despertar a empatia de “2 Filhos de Francisco” (2005). De forma significativa, um dos artistas de forró mais populares do país tem seu filme lançado em apenas oito salas. Outro drama nacional, “A Despedida” não teve seu circuito divulgado, mas está em cartaz nos cinemas de arte mais conhecidos, como Reserva Cultural, em São Paulo, e Grupo Estação, no Rio. Vencedor do Festin, de Lisboa, e bastante premiado em Gramado, o novo filme de Marcelo Galvão (“Colegas”) traça um retrato sensível sobre a decadência física da velhice e a inevitabilidade da morte com uma interpretação primorosa de Nelson Xavier (que, por coincidência, pode ser visto também na cinebiografia de Frank Aguiar). Ele vive um almirante aposentado que, ao sentir a proximidade do fim, resolve colocar suas contas em dia, seja a dívida do bar, seja um reencontro com uma amante muito mais jovem (Juliana Paes, a nova “Gabriela”). Um dos melhores lançamentos brasileiros do ano. Há ainda um terceiro filme nacional, “Vampiro 40°”, derivado da série “Vampiro Carioca”, do Canal Brasil. Com vampiros traficantes, “mafiosa” japonesa e muitas vamps, além do cantor Fausto Fawcett, o filme de Marcelo Santiago (“Lula, o Filho do Brasil”) é trash no último. Sem circuito divulgado. Por fim, o francês “A Odisseia de Alice” oferece uma fascinante história de amor pós-feminista, centrada na única marinheira de um navio de carga, que deixa seu noivo no porto sem saber que seu novo capitão é um ex-namorado. Sensual e cerebral, o drama destaca a interpretação da grega Lucie Borleteau (que estreou em Hollywood com “Antes da Meia-Noite”), cuja personagem habita o universo do trabalho masculino sem perder sua feminilidade. A atriz venceu diversos prêmios pelo papel, inclusive no Festival de Locarno. Com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, a estreia na direção de Lucie Borleteau (roteirista de “Minha Terra, África”) é também o melhor lançamento da semana. Logicamente, ganha a recompensa da pior distribuição, disponível em apenas uma sala em São Paulo.
Dead of Summer: Veja cinco comerciais da nova série de terror
O canal pago americano Freeform (ex-ABC Family) divulgou um novo trailer e cinco teasers curtos de “Dead of Summer”, série de terror dos criadores de “Once Upon a Time”. O trailer é basicamente igual ao anterior, apenas com uma trilha diferente. Bem apropriada, a música que acompanha as cenas é “Cruel Summer”, hit do Bananarama, que reforça a época em que a história acontece. Um dos teasers também traz outro clássico dos anos 1980, “Pictures of You”, da banda The Cure. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, a dupla de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg, (também trabalhou da série das fábulas), a atração evoca o clima da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A história acontece em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco inclui Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”). A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. A estreia está marcada para 28 de junho nos EUA.
Yoga Hosers: Terror estrelado pela filha de Johnny Depp ganha novo trailer e pôster
A Starstream Media divulgou o trailer do terror indie “Yoga Hoser”, estrelado pelas filhas do ator Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”) e do diretor Kevin Smith (“O Balconista”), com participação de Johnny Depp e direção de Kevin Smith. A brincadeira em família também tem direito à aparição da ex-mulher de Depp, a atriz Vanessa Paradis (“Amante a Domicílio”), no papel de professora da classe da própria filha. “Yoga Hosers” é sequência de “Tusk” (2014), que já incluía Depp e direção de Smith, além de figuração das duas herdeiras adolescentes. A culpa é da amizade entre as meninas, Lily-Rose Melody Depp e Harley Quinn Smith. Isto aproximou um dos atores mais caros de Hollywood de um dos diretores mais baratos. Conversa vai, conversa vem, Depp topou aparecer sob muita maquiagem em “Tusk”, que teve uma pequena cena de Lily-Rose e Harly Quinn como balconistas. Como “Tusk” não fez sucesso algum, Smith decidiu que merecia uma sequência, desta vez centrada nas figurantes da família. E Depp foi convencido a ampliar sua presença sob o disfarce, o sotaque e a interpretação histriônica conferida a seu personagem, o caçador canadense de casos sobrenaturais Guy Lapointe. Na trama, as filhas balconistas de Depp e Smith, ambas chamadas Colleen na trama, flertam com jovens clientes e enfrentam salsichas nazistas em sua loja de conveniências. O elenco de coadjuvantes é praticamente uma reprise completa de “Tusk”, incluindo Justin Long (“Amor à Distância”), Haley Joel Osment (série “Alpha House”), Michael Parks (“Seita Mortal”) e Genesis Rodriguez (“Noite Sem Fim”). Também participam da brincadeira Austin Butler (série “The Shannara Chronicles”), Tyler Posey (série “Teen Wolf”), Adam Brody (“Descobrindo o Amor”), Jason Mewes (“O Balconista”) e o autor de quadrinhos Stan Lee (“Barrados no Shopping”). “Yoga Hosers” teve sua première no Festival de Sundance 2016, onde foi triturado pela crítica. O melhor elogio foi “ruim”, mas houve uma preocupação de caprichar nos adjetivos, partindo de “inepto” para chegar em “abuso infantil” (crítica da Variety). A estreia está marcada para 29 de julho nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Invocação do Mal 2: Veja um vídeo dos bastidores e quatro comerciais legendados
A Warner Bros divulgou um vídeo de bastidores e quatro comerciais legendados de “Invocação do Mal 2”, continuação do terror de 2013. Os comerciais repetem o mesmo grupo de cenas e mesmo assim se mostram assustadores. Já o vídeo traz o diretor James Wan, produtores e os protagonistas Vera Farmiga e Patrick Wilson discutindo o que torna a sequência ainda mais aterradora que o filme original. Como no primeiro longa, a trama é baseada numa história real, extraída dos arquivos de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos por Vera e Patrick. Desta vez, eles investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha Janet (Madison Wolfe, de “O Herdeiro do Diabo”), aterrorizada por um poltergeist. Novamente escrito pelos irmãos Chad e Corey Hayes, “Invocação do Mal 2” marca a volta do diretor James Wan ao terror, após bater recordes de bilheteria com seu primeiro filme de ação, “Velozes & Furiosos 7”. A estreia está marcada para quinta (9/6) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor de Invocação do Mal apresenta nova pegadinha de terror de Sílvio Santos
As pegadinhas do programa de Silvio Santos têm se sofisticado e se transformado numa ferramenta de marketing cada vez mais usada para divulgar filmes de terror. A mais recente, exibida no domingo (5/6), contou até com participação especial de Hollywood. O prestigiado cineasta James Wan (“Velozes e Furiosos 7”), considerado um dos mestres do terror atual, gravou um vídeo para introduzir a brincadeira, inspirada em seu novo filme, “Invocação do Mal 2”. No vídeo, ele até arrisca algumas palavras em português. “Olá a todos assistindo ao ‘Programa Silvio Santos’! Sou James Wan, diretor de ‘Invocação do mal 2’. Eu sei o quanto vocês amam pegadinhas! Então, vejam esta inspirada pelo meu novo filme”, ele disse, destacando ainda o lançamento do longa no Brasil, que acontece na quinta (9/5). Na brincadeira, uma atriz interpreta uma mãe em busca de uma babá para sua filha, possuída por entidades satãnicas. As candidatas ao cargo têm que enfrentar a possessão da menina e até a boneca Annabelle, introduzida no primeiro “Invocação do Mal”, melhor filme de terror de 2013. A continuação traz novo caso, supostamente real, de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos no cinema por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Desta vez, eles investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha Janet (Madison Wolfe, de “O Herdeiro do Diabo”), aterrorizada por um poltergeist. Novamente escrito pelos irmãos Chad e Corey Hayes, “Invocação do Mal 2” marca a volta do diretor James Wan ao terror, após bater recordes de bilheteria com seu primeiro filme de ação, “Velozes & Furiosos 7”. O próximo filme do cineasta será uma produção de super-heróis, “Aquaman”, da Warner.
Bill Skarsgård vai viver o palhaço assassino da nova adaptação de It, de Stephen King
O ator Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) vai estrelar a versão de cinema de “It”, adaptação do clássico do terror de Stephen King. O irmão mais novo de Alexander Skarsgård (série “True Blood”) vai interpretar a criatura que assume a forma do palhaço Pennywise para atacar suas vítimas preferidas: as crianças! O livro já foi transformado em uma minissérie de duas partes em 1990, com o subtítulo nacional de “Uma Obra-Prima do Medo”. A trama gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também em suas vidas adultas. A adaptação de cinema já chegou a ter o ator Will Poulter (“Família do Bagulho”) cotado para viver o palhaço assassino. Mas essa versão foi engavetada após uma briga entre o estúdio New Line o diretor e roteirista Cary Fukunaga (“Beasts of No Nation”), que queria dividir a longa em dois filmes distintos. Com a saída de Fukunaga, quem assumiu a adaptação foi o argentino Andrés Muschietti (“Mama”), que vai trabalhar com um novo roteiro, escrito por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”). A estreia está marcada para 7 de setembro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Demon é possuído pelo humor negro
O fato de o cineasta Marcin Wrona ter cometido suicídio na véspera da estreia de “Demon”, desperta uma curiosidade mórbida. A carreira do polonês poderia ter sido gloriosa, se ele não tivesse ido tão jovem, aos 42 anos, e com potencial para grandes filmes, como demonstra esta obra sobre uma festa estranha com gente esquisita. O desaparecimento de Wrona, aliás, acaba encontrando paralelo com o destino do protagonista no terceiro ato do filme, que é o que mais deixa o espectador sem chão. Até lá, principalmente durante toda a sequência da festa de casamento, que representa mais da metade da duração do filme, haja loucura. “Demon”, inclusive, pode ser visto como um dos mais divertidos filmes de casamento já feitos. Com o diferencial do uso de elementos do cinema de horror, numa chave de humor negro. Na trama, Piotr (Itay Tiran, de “Lebanon”) deixa a Inglaterra para se casar com a bela polonesa Zaneta (Agnieszka Zulewska, de “Chemia”). Ele parece ser um rapaz bastante simpático e interessado em abraçar aquela nova cultura, a cultura judaica de sua noiva. Ao chegar ao local, ele descobre uma ossada de restos humanos, o que o deixa bastante intrigado. Principalmente porque esta ossada desaparece quando ele tenta mostrá-la para outras pessoas. Piotr também é assombrado pelo fantasma de uma mulher que aparece no casamento, somente para seus olhos. Não demora para que ele passe da inquietude para a possessão, quando seu corpo se debate pelo salão da festa. O pai da noiva, a essa altura, já quer cancelar o casamento, pois um noivo epilético (primeira impressão do problema) não seria nada bom para sua filha. Um dos pontos positivos de “Demon” é justamente fugir às estruturas convencionais do gênero horror, ainda que não negue ao espectador alguns elementos familiares e até alívios cômicos bem-vindos. Mas até isso contribui para sua estranheza. Em vários momentos, em especial no final, a trama parece um tanto confusa, mas vale a pena se deixar levar pelo andamento louco que Wrona deseja conduzir, passando a impressão de que o filme quer perder-se e fazer com que o espectador o acompanhe. Quem está acostumado com o cinema de horror europeu, que tem menor preocupação com enredo, pode aceitar o jogo imposto pelo diretor numa boa. Já quem espera um filme de sustos, pode se decepcionar um pouco. Mas o fato de o filme ter um senso de humor próprio acaba fazendo com que o que seria ridículo torne-se bem-vindo, interessante, divertido, intrigante. Faz muito bem para o circuito receber obras tão singulares como esta de vez em quando.











