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  • Série

    Comédia de vampiros do diretor de Thor: Ragnarok vai virar série

    6 de maio de 2018 /

    O canal pago FX aprovou a produção da série baseada na premiada comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, em 2019. Ele e Clement também desenvolveram um série centrada em dois personagens coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Esta série vai se chamar “Wellington Paranormal”, terá formato de reality show fake e irá ao ar ainda neste ano no canal neozelandês TVNZ 2.

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  • Série

    Castle Rock: Série de Stephen King com atores de Carrie e It: A Coisa ganha novo trailer

    5 de maio de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia é narrada por Terry O’Quinn (série “Lost”), que começa sua descrição com a frase “Eu temo por este lugar” e passeia por acontecimentos e personagens, sem dar muitas pistas sobre a história. O que se sabe é que a trama vai acompanhar a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção, onde vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.

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  • Filme,  Série

    Pantera Negra e Stranger Things dominam indicações ao prêmio de cinema e TV da MTV

    3 de maio de 2018 /

    A premiação de cinema e TV da MTV chega a sua segunda edição em 2018, após vários anos dedicada apenas aos filmes. E o resultado dessa nova era é que uma série quase domina a lista de indicados, divulgados nesta quinta (3/5). “Stranger Things” recebeu seis indicações, uma a menos que o filme “Pantera Negra”, mas mais que todos os demais lançamentos do ano. Curiosamente, os dois títulos vão se enfrentar em uma categoria, como Melhor Time – na verdade, um confronto de elencos. Esta briga de elencos inclui outra curiosidade, ainda maior: Finn Wolfhard é listado por dois times diferentes, como o Mike de “Stranger Things” e o Richie de “It: A Coisa”. Ironicamente, o menino também disputa o prêmio de melhor beijo, compartilhado com Millie Bobby Brown, um tocar de lábios bem inocente comparado à volúpia de candidatos do passado. Com quatro indicações, “It: A Coisa” foi o terceiro título mais citado, seguido pela série “Riverdale” e os filmes “Mulher-Maravilha”, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Viagem das Garotas”, com três indicações cada. Rebatizada de MTV Movie & TV Awards, a premiação vai ao ar no dia 18 de junho, com apresentação de Tiffany Haddish, comediante ainda pouco vista no Brasil, apesar de “Viagem das Garotas” ter sido a comédia mais popular do ano passado. Este filme foi um fenômeno nos Estados Unidos, mas acabou esnobado pelo circuito cinematográfico brasileiro, saindo aqui direto em streaming. Será que tem a ver com o fato de seu elenco ser negro? Confira abaixo a lista completa de indicações. Indicados ao MTV Movie & TV Award 2018 MELHOR FILME “Vingadores: Guerra Infinita” “Pantera Negra” “Viagem das Garotas” “It: A Coisa” “Mulher-Maravilha” MELHOR SÉRIE “13 Reasons Why” “Game of Thrones” “Grown-ish” “Riverdale” “Stranger Things” MELHOR PERFORMANCE EM FILME Chadwick Boseman, “Pantera Negra” Timothée Chalamet, “Me Chame pelo Seu Nome” Ansel Elgort, “Em Ritmo de Fuga” Daisy Ridley, “Star Wars: Os Últimos Jedi” Saoirse Ronan, “Lady Bird: A Hora de Voar” MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Darren Criss, “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” Katherine Langford, “13 Reasons Why” Issa Rae, “Insecure” Maisie Williams, “Game of Thrones” MELHOR HERÓI Chadwick Boseman (Pantera Negra em “Pantera Negra”) Emilia Clarke (Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”) Gal Gadot (Diana Prince em “Mulher-Maravilha”) Grant Gustin (Flash em “The Flash”) Daisy Ridley (Rey em “Star Wars: Os Últimos Jedi”) MELHOR VILÃO Josh Brolin (Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”) Adam Driver (Kylo Ren em “Star Wars: Os Últimos Jedi”) Michael B. Jordan (N’Jadaka em “Pantera Negra”) Aubrey Plaza (Lenny Busker em “Legion”) Bill Skarsgard (Pennywise em “It: A Coisa”) MELHOR BEIJO “Jane the Virgin”- Gina Rodriguez (Jane) e Justin Baldoni (Rafael) “Com Amor, Simon” – Nick Robinson (Simon) e Keiynan Lonsdale (Bram) “Jogador N° 1” – Olivia Cooke (Sam) e Tye Sheridan (Wade) “Riverdale” – KJ Apa (Archie) e Camila Mendes (Veronica) “Stranger Things” – Finn Wolfhard (Mike) e Millie Bobby Brown (Eleven) PERFORMANCE MAIS ASSUSTADA Talitha Bateman (Janice em “Annabelle 2: A Criação do Mal”) Emily Blunt (Evelyn Abbott em “Um Lugar Silencioso”) Sophia Lillis (Beverly Marsh em “It: A Coisa”) Cristin Milioti (Nanette Cole em “Black Mirror”) Noah Schnapp (Will Byers em “Stranger Things”) MELHOR TIME “Pantera Negra”: Chadwick Boseman (T’Challa/Pantera Negra), Lupita Nyong’o (Nakia), Danai Gurira (Okoye), Letícia Wright (Shuri) “It: A Coisa”: Finn Wolfhard (Richie), Sophia Lillis (Beverly), Jaeden Lieberher (Bill), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Jeremy Ray Taylor (Ben), Chosen Jacobs (Mike) “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”: Dwayne Johnson (Smolder), Kevin Hart (Rato), Jack Black (Shelly), Karen Gillan (Rubi), Nick Jonas (Seaplane) “Jogador N° 1”: Tye Sheridan (Wade), Olivia Cooke (Samantha), Philip Zhao (Sho), Vitória Morisaki (Daito), Lena Waithe (Aech) “Stranger Things”: Gaten Matarazzo (Dustin), Finn Wolfhard (Mike), Caleb McLaughlin (Lucas), Noah Schnapp (Will), Sadie Sink (Max) MELHOR PERFORMANCE DE COMÉDIA Jack Black em “Jumanji: Bem-vindo à Selva” Tiffany Haddish em “Viagem das Garotas” Dan Levy em “Schitt’s Creek” Kate McKinnon em “SNL” Amy Schumer em “Sexy por Acidente” ROUBA CENA Tiffany Haddish (Dina em “Viagem das Garotas”) Dacre Montgomery (Billy Hargrove em “Strange Things”) Madelaine Petsch (Cheryl Blossom em “Riverdale”) Taika Waititi (Korg em “Thor: Ragnarok”) Letitia Wright (Shuri em “Pantera Negra”) MELHOR LUTA “Atômica”: Charlize Theron vs. Daniel Hargrave e Greg Rementer “Vingadores: Guerra Infinta”: Scarlett Johansson, Danai Gurira, Elizabeth Olsen vs. Carrie Coon “Pantera Negra”: Chadwick Boseman vs. Winston Duke “Thor: Ragnarok”: Mark Ruffalo vs. Chris Hemsworth “Mulher-Maravilha”: Gal Gadot vs. soldados alemães MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL “Can’t Stop, Won’t Stop: A Bad Boy Story” “Demi Lovato: Simply Complicated” “Gaga: Five Foot Two” “Jay-Z’s Footnotes for 4:44” “The Defiant Ones” MELHOR REALITY SHOW “Keeping Up with the Kardashians” “Love & Hip Hop” “Real Housewives” “RuPaul’s Drag Race” “Vanderpump Rules”

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  • Filme

    Filme religioso e terror adolescente marcam semana sem grandes estreias de cinema

    3 de maio de 2018 /

    O impacto de “Vingadores: Guerra Infinita” encolheu o circuito, que não tem nenhum grande lançamento, em mais de um sentido, nesta quinta (3/5). As maiores estreias são filmes que fracassaram nos Estados Unidos. Mas há opções europeias razoáveis em lançamento limitado para cinéfilos dos grandes centros urbanos. Ao todo, são apenas sete estreias e, pela primeira vez no ano, nenhuma delas é documentário. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada obra. “Paulo – Apóstolo de Cristo” segue “Ben-Hur”, “Ressurreição”, “Maria Madalena” e “Últimos Dias no Deserto” na ressurreição dos filmes sobre as origens do cristianismo. Mas esta súbita proficuidade não encontrou respaldo do público, já que todos deram prejuízo nas bilheterias. O que chega agora no Brasil é o mais barato da tendência, que busca recriar o período do império romano com apenas US$ 5 milhões de orçamento – contra os US$ 100 milhões de “Ben-Hur” – e foi considerado medíocre pela crítica americana – 41% no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno do santo que batiza São Paulo, que foi o maior algoz dos cristãos antes de passar pela mais espetacular conversão de relações públicas de todos os tempos, virando o principal representante do cristianismo, por meio de seus próprios relatos. O filme não se detém sobre esta reflexão cínica, preferindo aderir à história oficial, a religiosa, que o próprio Paulo escreveu. Assim, ele já surge em cena cativo em Roma, prisioneiro de Nero e sofrendo punições dignas de Cristo, ao mesmo tempo em que lamenta seu passado e conspira com Lucas para escrever e contrabandear as bases do Novo Testamento. O intérprete de Paulo, James Faulkner, já foi um Papa corrupto na série “Da Vinci’s Demons”, e a interpretação de Lucas traz de volta Jim Caviezel a esse período histórico, após sofrer como o personagem-título de “A Paixão de Cristo” (2004). O terror “Verdade ou Desafio” reúne dois astros de séries adolescentes, Lucy Hale (de “Pretty Little Liars”) e Tyler Posey (“Teen Wolf”), numa história batida de terror, em que um grupo de jovens é assombrado por uma ameaça sobrenatural, determinada a matar um por um. Os clichês lembram de “Premonição” (2000) ao terror da semana passada, qualquer que tenha sido, de tão convencional que é a história. Numa época de renascimento do gênero, o longa de Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) representa um grande retrocesso e foi recebido com tomates podres nos Estados Unidos – meros 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Gringo – Vivo ou Morto” é uma comédia de ação com elenco famoso, violência e humor negro. O gringo do título é um funcionário azarado de uma empresa farmacêutica. Endividado, mal-amado e infeliz, é encarregado de entregar uma fórmula de pílula de cannabis para um laboratório no México e aproveita a viagem para cair na farra, quando acaba raptado por narcotraficantes. David Oyelowo (“Selma”) interpreta o protagonista, Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Joel Edgerton (“Ao Cair da Noite”) são seus patrões gananciosos, e a história ainda tem uma turista americana vivida por Amanda Seyfried (“Ted 2”) e um mercenário humanitário incorporado por Sharlto Copley (“Elysium”), sem esquecer Thandie Newton (série “Westworld”) no papel de mulher de Oyelowo e coadjuvantes como Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e… Paris Jackson (a filha de Michael). Esse elenco diversificado é dirigido por Nash Edgerton (“O Quadrado”), irmão mais velho do ator Joel Edgerton, que se esforça muito para passar por um Quentin Tarantino australiano. Deveria se esforçar mais para ser original, já que a obra obteve 41% de aprovação no Rotten Tomatoes. Único lançamento nacional da semana, o drama “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos” traz Edson Celulari como um cego de nascença, que vive feliz com a mulher e a filha, até que tem a chance de voltar a ver com uma cirurgia. O ator não filmava desde “Diário de um Novo Mundo” (2005) do mesmo diretor, Paulo Nascimento, e é a única motivação para se desperdiçar a visão com este melodrama moralista que prega o contentamento e outras banalidades. Circuito europeu Representante italiano a uma vaga no Oscar 2018, “Ciganos da Ciambra” é uma coprodução brasileira. Em seu time de produtores, figura o brasileiro Rodrigo Teixeira, além do americano Martin Scorsese. Escrito e dirigido por John Carpignano (“Mediterranea”), o longa é expansão de um curta homônimo, premiado no Festival de Cannes em 2014. A trama se passa em uma comunidade cigana na região da Calábria, sul da Itália, e acompanha o rito de passagem de um jovem cigano de 14 anos. O personagem é interpretado pelo ator Pio Amato (também de “Mediterranea”) com um naturalismo impressionante. Fuma, bebe e é o homem da casa, após o pai e o irmão serem presos, e não conhece outro modo de sustentar os parentes que não seja praticar roubos. A filmagem em tom documental é aflitiva, num resgate do neorrealismo italiano, reforçado pela escolha do elenco amador. É possível achar que esse filme já foi visto há 50 anos. Mas também é possível lamentar que, em meio século, o mundo tenha permanecido tão igual em sua desigualdade. Carpignano venceu o David di Donatello 2018 (o Oscar italiano) de Melhor Direção. O destaque de “Os Fantasmas de Ismael” é o elenco, que reúne Marion Cotillard (“Assassin’s Creed”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) como rivais pelo amor de Mathieu Amalric (“O Grande Hotel Budapeste”). A trama gira em torno do Ismael do título (Amalric), cuja mulher (Cotillard) lhe abandonou há 20 anos e é dada como morta. Ao se apaixonar e iniciar uma nova relação (com Gainsbourg), ele é surpreendido pela volta de ex, supostamente do além – na verdade, da Índia. O filme francês tem roteiro e direção de Arnaud Desplechin (“Três Lembranças da Minha Juventude”), que desperdiça uma premissa misteriosa com subtramas desnecessárias, para justificar a presença do igualmente excelente elenco coadjuvante: Alba Rohrwacher (“As Maravilhas”), Hippolyte Girardot (“Amar, Beber e Cantar”) e Louis Garrel (“Saint Laurent”). Mas, em seu terço final, reduz tudo ao egocentrismo do personagem de Amalric, um diretor de cinema em crise que não consegue terminar seu filme, exatamente como parece ser aqui o caso de Desplechin. Por fim, o menos badalado e melhor dos europeus. “O Parque” já tem dois anos, lançado no Festival de Cannes 2016, e seu diretor, o francês Damien Manivel (“O Jovem Poeta”), até fez mais um longa desde então. A obra gera perplexidade por ser muito simples e, ao mesmo tempo, complexa. Sem movimentos de câmera ou trilha sonora, com atores estreantes, que batizam os personagens, e passado inteiramente no parque do título, o filme acompanha dois adolescentes em seu primeiro encontro romântico, durante uma tarde de verão. Entre conversas típicas da situação e a separação do casal ao anoitecer, acontece outro encontro, mais inusitado, entre a nouvelle vague romântica e o cinema fantástico do tailandês Apichatpong Weerasethakul. Impressionante.

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  • Série

    Começa a produção da 9ª temporada de The Walking Dead

    1 de maio de 2018 /

    O canal pago AMC anunciou no Twitter o início das gravações da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que acontecem no interior da Geórgia, nos Estados Unidos. Ainda sem título revelado, o episódio de estreia do novo ano será dirigido pelo produtor executivo Greg Nicotero, também responsável pela maquiagem dos zumbis. A série vai retomar sua trama após a conclusão da guerra contra os Salvadores e com uma nova showrunner, Angela Kang, que escreve para a atração desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela terá a missão de introduzir a ameaça dos Sussurradores e evitar que a audiência caia ainda mais. Legado do ex-showrunner Scott M. Gimple, “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada em baixa. Visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, o desfecho da “guerra total” contra Negan teve o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010. A data de estreia da 9ª temporada ainda não foi anunciada. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Season 9, Day 1. #TWD #TWDFamily pic.twitter.com/c42lyqjrPv — The Walking Dead AMC (@WalkingDead_AMC) April 30, 2018

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  • Filme

    Premiadíssimo terror brasileiro As Boas Maneiras ganha trailer e cartaz

    30 de abril de 2018 /

    A Imovision divulgou o pôster e o trailer do terror “As Boas Maneiras”, um dos filmes brasileiros mais premiados dos últimos meses. A prévia revela uma gravidez monstruosa, acompanhada por elogios da crítica internacional. Na trama, uma enfermeira da periferia de São Paulo (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é contratada por uma mulher rica, grávida e misteriosa (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”), para ajudar na casa e, após o nascimento, ser babá de seu filho. As duas desenvolvem uma forte relação de amizade, mas a gravidez se revela um horror, especialmente nas noites de lua cheia, a ponto de transformar a mulher conforme chega a hora do parto. O segundo longa realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017, onde arrematou os troféus de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (o português Rui Poças, de “Uma Mulher Fantástica”). Além disso, também venceu o Festival do Uruguai, o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, na França, e o Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha, entre muitas outras consagrações internacionais. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 7 de junho.

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Morte inesperada de protagonista foi pedido de intérprete

    30 de abril de 2018 /

    Um dos personagens principais de “Fear the Walking Dead”, presente desde o começo da série, despediu-se da produção no episódio exibido no domingo (29/4), numa cena de morte trágica. Para quem não viu “Good Out Here”, o terceiro capítulo da 4ª temporada, a revelação a seguir é spoiler. Nick, interpretado por Frank Dillane, teve a conclusão mais triste da série, já que sua morte não foi causada por zumbis, mas por alguém supostamente “inocente”, num arco que sugeria uma trajetória de redenção do personagem – um junkie que, durante boa parte da série, pensava primeiro em si mesmo. De acordo com Andrew Chambliss, um dos novos showrunners da série (ao lado de Ian Goldberg), a morte de Nick foi um pedido do ator, feito ainda na temporada anterior. “Na verdade, isso vem desde a 3ª temporada, antes de Ian e eu assumirmos. Frank Dillane perguntou aos produtores e à AMC se ele poderia sair da série, pois queria ir atrás de outras oportunidades”, contou o produtor ao site TVLine. “Uma das nossas primeiras tarefas para a 4ª temporada foi encontrar uma trama que oferecesse à Nick uma despedida apropriada. Ele estava na série desde o primeiro episódio, então era muito importante para nós e para Frank encontrar uma morte que fosse emotiva e que impactasse o restante da história a ser contada”, completou. Ian Goldberg, o outro showrunner, elogiou o trabalho de Dillane, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Devemos dizer que trabalhar com Frank foi incrível. Somos grandes fãs do trabalho dele com o desenvolvimento de Nick nas temporadas anteriores. Ele foi muito receptivo quando apresentamos a ideia para a morte de Nick. Achamos que ele interpretou a cena lindamente e compreendeu as ramificações emocionais”. O próprio ator pediu para contar ao resto do elenco sobre sua morte, o que, segundo testemunho dos produtores, abateu os demais intérpretes, que tiveram dificuldades em aceitar a situação. A tristeza foi transmitida na cena da morte, já que naquele instante eles estavam perdendo um colega querido na produção. A morte do personagem terá grande impacto nos rumos da produção. Mas apesar da cena brutal, Nick ainda vai continuar aparecendo em flashbacks durante a atual temporada, já que os episódios deste ano estão sendo estruturados em duas linhas de tempo distintas. Não é a primeira vez que um ator principal de “Fear the Walking Dead” pede para sair da série. Travis, personagem de Cliff Curtis, foi morto na 3ª temporada a para que o ator pudesse se dedicar às sequências de “Avatar”. Frank Dillane, porém, não tem nenhum projeto grandioso em vista – que se saiba. Ele será visto a seguir em dois filmes de diretores estreantes, o terror britânico “Astral” e o drama australiano “Maestro”. Spin-off de “The Walking Dead”, “Fear the Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.

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  • Filme

    Estúdio de It: A Coisa vai aptar A Longa Marcha de Stephen King

    29 de abril de 2018 /

    Depois do sucesso de “It: A Coisa”, Hollywood entrou em ritmo frenético de adaptações de livros de Stephen King. O estúdio New Line, que produziu “It”, anunciou que adaptará a seguir “A Longa Marcha” (The Long Walk, no original em inglês), um romance escrito ainda nos anos 1970. King publicou “A Longa Marcha” sob o pseudônimo Richard Bachman em 1979, porque não era uma obra de terror como seu público estava acostumado, mas uma sci-fi distópica adolescente, precursora das disputas até a morte de “Battle Royale” e “Jogos Vorazes”. O livro é ambientado no futuro e acompanha um grupo de 100 adolescentes que se inscrevem num concurso anual arriscado. O vencedor ganha o que quiser pelo resto de sua vida, enquanto todos os perdedores são condenados à morte. Para vencer, é preciso seguir duas regras: não parar e andar mais rápido do que quatro milhas por hora (aproximadamente, 6,4 km/h). James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) trabalha no roteiro e ainda não há diretor definido. O projeto se junta a vários outros em desenvolvimento, como a adaptação de “Os Estranhos – Tommyknockers”, a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal”), o remake de “Cemitério Maldito” e até uma série, “Castlerock”, produzida por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”).

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  • Série

    Syfy desiste de produzir série baseada em O Ataque dos Vermes Malditos

    28 de abril de 2018 /

    O canal pago americano SyFy desistiu de transformar o filme “O Ataque dos Vermes Malditos” (Tremors, 1990) numa série. A atração seria uma continuação da história original, estrelada por Kevin Bacon, e contaria com o próprio ator como protagonista. Mas o piloto não foi aprovado. Kevin Bacon compartilhou a má notícia nas redes sociais. “Estou triste de relatar que meu sonho de revisitar o mundo da Perfection não se tornará uma realidade. Embora tenhamos feito um piloto fantástico (IMHO), a rede decidiu não aprovar. Agradeço ao nosso elenco matador e todos nos bastidores que trabalharam tão duro. E sempre fique de olho nos GRABOIDS!”, ele escreveu em seu Instagram. Interessante observar que a ilustração do texto contém uma caixa de bonecos do ator, com a inscrição, em inglês, “Faça uma oferta”, o que pode indicar que a produção será oferecida para outros interessados. Confira abaixo. O longa de 1990, produzido pela Universal Pictures, arrecadou apenas US$ 16 milhões nas bilheterias, mas se tornou cult ao sair em vídeo, a ponto de ganhar cinco sequências. O Syfy chegou a desenvolver uma série com as mesmas criaturas em 2003. Mas, sem Kevin Bacon ou ligação com o filme, “Tremors: The Series” foi cancelada após uma temporada de 13 episódios. “Este é o único personagem que já pensei em reviver”, disse Bacon, quando lançou o projeto. “Eu já cheguei a pensar: onde esse cara acabaria depois de 25 anos? Andrew Miller tem uma visão fantástica e esperamos criar uma série que seja divertida e assustadora para os fãs do filme e pessoas que ainda não o descobriram.” A equipe era ótima. Desenvolvida por Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”), a adaptação incluía, além de Bacon, os atores Hunter Parrish (série “Weeds”), Shiloh Fernandez (série “Gypsy”), Emily Tremaine (série “Vinyl”) e Megan Ketch (série “Jane the Virgin”). E o piloto tinha direção de Vincenzo Natali, responsável pelos filmes de terror “Cubo” (1997), “Splice” (2009) e “Assombrada Pelo Passado” (2013). A trama deveria se passar 25 anos após os eventos do filme, quando Valentine McKee (Bacon) volta a encontrar os vermes gigantes subterrâneos que se alimentam de carne humana. Além de estrelar, Bacon também era coprodutor do projeto, junto da produtora Blumhouse Television. #Tremors Sad to report that my dream of revisiting the world of Perfection will not become a reality. Although we made a fantastic pilot (IMHO) the network has decided not to move forward. Thanks to our killer cast and everyone behind the scenes who worked so hard. And always keep one eye out for GRABOIDS! Uma publicação compartilhada por Kevin Bacon (@kevinbacon) em 27 de Abr, 2018 às 2:50 PDT

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  • Filme

    Boneca Annabelle vai ganhar terceiro filme

    27 de abril de 2018 /

    A boneca Annabelle vai voltar a assombrar o cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, o roteirista Gary Dauberman, que escreveu os dois filmes anteriores, está desenvolvendo a história de um terceiro filme da franquia, que faz parte do universo cinematográfico de “Invocação do Mal”. A terceira aparição “solo” de Annabelle, que surgiu pela primeira vez em “Invocação do Mal” (2013), antes de estrelar seu spin-off, será novamente produzida por James Wan, diretor de “Invocação do Mal”. Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas a história se concentrará mais uma vez na boneca de porcelana que é possuída por uma força demoníaca. O primeiro “Annabelle” (2014) foi orçado em apenas US$ 6,5 milhões e rendeu US$ 257 milhões. Já “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) teve um orçamento de US$ 15 milhões e rendeu US$ 306,5 milhões. Ainda não há diretor definido para a continuação, mas a estreia foi marcada para 3 de julho de 2019. O próximo filme desse universo compartilhado será “A Freira”, derivado de “Invocação do Mal 2”, que também foi escrito por Dauberman. Com direção de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), estreia em 6 de setembro no Brasil.

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  • Filme

    Um Lugar Silencioso vai ganhar continuação

    25 de abril de 2018 /

    O terror “Um Lugar Silencioso”, fenômeno de bilheteria escrito, dirigido e estrelado pelo ator John Krasinski, vai ganhar uma continuação. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25/4) pelo presidente da Paramount Pictures, Jim Gianopoulos, na CinemaCon, convenção americana de exibidores, realizada anualmente em Las Vegas. “Estamos felizes em dizer que já estamos trabalhando na sequencia de ‘Um Lugar Silencioso'”, disse Gianopoulos aos exibidores. O executivo, no entanto, não deu mais detalhes sobre a produção, nem se Krasinski voltaria à cadeira de diretor. O filme, que custou apenas US$ 17 milhões para ser produzido, arrecadou até agora US$ 134 milhões nos Estados Unidos e US$ 213 milhões no mundo inteiro. A produção também conquistou a crítica, com média de 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Lauren Cohan confirma que continuará em The Walking Dead

    25 de abril de 2018 /

    Acabou a novela. A atriz Lauren Cohan confirmou que estará na 9ª temporada de “The Walking Dead”. A intérprete de Maggie estava evolvida numa longa renegociação de salário com a produção e sua presença ainda não havia sido garantida. Tanto que chegou a gravar o piloto de uma nova série. “Vou voltar, ainda tem muitas histórias da Maggie para contar e, vocês sabem, não posso contar nada. Mas será bom!”, disse ela, durante um painel da CinemaCon, em Las Vegas, na terça-feira (24/4), enquanto divulgava longa “Mile 22”. Não se sabe, porém, se ela estará no elenco fixo da atração ou se aparecerá apenas em alguns episódios, justamente devido ao seu compromisso com outra atração. A atriz foi escalada como a protagonista feminina do piloto de “Whiskey Cavalier”, série de ação da ABC. O piloto ainda não foi avaliado para o canal definir se o transformará em série. Mesmo assim, segundo o site The Hollywood Reporter, seu contrato no novo programa lhe permitiria continuar a fazer “The walking dead”, mas de uma forma mais limitada. Neste caso, contribui o fato de a série de terror do canal pago AMC normalmente começar a produção de suas temporadas na primavera americana, quando a maioria dos programas de TV dos Estados Unidos já terminou de ser gravada.

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  • Série

    Série de terror Ghost Wars é cancelada e não terá 2ª temporada

    23 de abril de 2018 /

    O canal pago Syfy cancelou a série novata “Ghost Wars”, que não terá 2ª temporada. A atração tinha baixa audiência, vista por uma média de 376 mil telespectadores ao vivo, e exibiu seu último episódio em janeiro. Ao menos, concluiu sua história, sem terminar num cliffhanger. As pontas soltas, que não foram poucas, devem-se exclusivamente aos roteiros, repletos de situações sem explicação e contraditórias. “Ghost Wars” era uma produção canadense do roteirista-produtor Simon Berry, conhecido por criar a sci-fi “Continuum”, e tinha um climão de terror bastante acentuado. Graças ao prestígio atingido pelo trabalho anterior de Berry, a série contava com um bom elenco, encabeçado por Avan Jogia (série “Twisted”), Vincent D’Onofrio (“Jurassic World” e série “Demolidor”), Kim Coates (série “Sons of Anarchy”), Kandyse McClure (série “Battlestar Galactica”), Kristin Lehman (série “The Killing”), Zak Santiago (série “Shut Eye”), Luvia Petersen (série “Continuum”), Carmel Amit (série “Mistress”) e o roqueiro Meat Loaf (“A Sombra de um Homem”). A trama se passava em Port Moore, uma cidade remota do Alasca, que subitamente via-se invadida por forças sobrenaturais sanguinárias, após uma experiência secreta num grande laboratório particular da região. Cabe a um jovem médium local (Jogia) superar os preconceitos da cidade e seus próprios demônios para assumir seus poderes paranormais reprimidos e salvar a todos da infestação do além que ameaça destruir tudo. A série tinha produção da Nomadic Pictures, que também realiza “Van Helsing” no SyFy, e era disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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