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  • Filme

    Norman Reedus pode ganhar US$ 20 milhões para continuar em The Walking Dead

    30 de maio de 2018 /

    O ator Norman Reedus, intérprete de Daryl em “The Walking Dead”, pode ganhar US$ 20 milhões para atuar na 10ª temporada da série. Os valores da negociação envolvendo o ator, os produtores e o canal pago americano AMC foram divulgados pelo site da revista The Hollywood Reporter. Daryl deverá se tornar o personagem principal da série após a saída de Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes, e Lauren Cohan, que interpreta Maggie. Ambos estarão na 9ª temporada, mas reportagens apuraram que eles não deverão continuar na série após este período. Ironicamente, a série vai perder Lauren Cohan porque os produtores se recusaram a lhe dar aumento. Ela queria receber o mesmo que Lincoln e Reedus já recebiam na ocasião. Como não aceitaram sua reivindicação, ela entrou em outra série – “Whiskey Cavalier”. A economia machista se provou cara para a atração. Além da proposta de salário milionário, Norman Reedus pode ter em breve outro motivo para comemorar. Sua mulher, a atriz Diane Kruger estaria esperando seu primeiro bebê, segundo “múltiplas fontes” do site da revista americana Us Weekly. O casal está junto desde 2016. Será o primeiro filho da atriz alemã, mas Reedus já tem outro filho, de 18 anos, com sua ex-mulher Helena Christensen.

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  • Série

    Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.

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  • Série

    Andrew Lincoln deve sair de The Walking Dead na próxima temporada

    29 de maio de 2018 /

    O ator Andrew Lincoln deve deixar a série “The Walking Dead” ao final da próxima temporada. De acordo com uma notícia do site Collider, isto já estaria decidido. Seu contrato só valeria até o 9º ano da produção. Tem mais. O buraco é ainda maior que isso. Mesmo sua participação na 9ª temporada seria reduzida. De acordo com o site, o intérprete de Rick Grimes aparecerá em apenas meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos.

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  • Filme

    Down A Dark Hall: Uma Thurman dirige reformatório assombrado em trailer de terror

    28 de maio de 2018 /

    A Lionsgate divulgou o trailer de “Down A Dark Hall”, terror que traz Uma Thurman (“Kill Bill”) como uma diretora severa de reformatório para meninas malvadas. O detalhe é que a escola fica distante de tudo, no meio do campo, e se revela assombrada, com criaturas que caminham por seus corredores durante à noite. Claramente inspirado por “Suspiria”, mas sem realmente inspiração, a prévia é cheia de sustinhos, gritinhos e trilha caricata que pontua todos os momentos de terror. O elenco juvenil inclui AnnaSophia Robb (série “The Carrie Diaries”), Taylor Russell (série “Perdidos no Espaço”), Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”), Rosie Day (série “Outlander”) e Victoria Moroles (série “Teen Wolf”). A direção é do espanhol Rodrigo Cortés, que volta ao cinema seis anos após o fracasso do terror “Poder Paranormal” (2012), estrelado por Robert De Niro. Na nova produção, ele volta a trabalhar com o roteirista Chris Sparling, com quem fez seu filme mais conhecido, “Enterrado Vivo” (2010), estrelado por Ryan Reynolds. A estreia está marcada para 17 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Lauren Cohan aparecerá na maioria dos próximos episódios de The Walking Dead

    28 de maio de 2018 /

    A atriz Lauren Cohan vai continuar a aparecer como Maggie na 9ª temporada de “The Walking Dead”. E sua participação não será tão reduzida quanto se podia imaginar, após ela entrar numa nova série – “Whiskey Cavalier” – em decorrência do impasse da negociação de seu salário. Segundo apurou o site Deadline, a atriz está confirmada em 6 dos 9 episódios que comporão a primeira metade da 9ª temporada. Isto porque a produção já se encontra adiantada e as gravações de “Whiskey Cavalier”, após a aprovação do piloto, ainda não começaram. Os problemas de conflito de agenda só serão sentidos a partir da segunda metade da próxima temporada, que deve ir ao ar em 2019. Até lá, porém, já será possível ter uma posição clara sobre o sucesso ou o fracasso da nova série. Caso “Whiskey Cavalier” tenha um fim precoce, Lauren Cohan estará liberada para retomar seu papel de destaque em “The Walking Dead”. O contrário é que preocupa aos fãs da atração de zumbis. Uma opção dos produtores de “The Walking Dead”, que não está descartada, é abrir mão da atriz, levando Maggie a encontrar uma morte repentina.

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  • Filme

    Cargo troca a tensão dos filmes de zumbis pela emoção

    26 de maio de 2018 /

    Está faltando aquele filme de zumbi para dar uma sacudida nesse estilo tão amado desde que George A. Romero o popularizou com “A Noite dos Mortos-Vivos” há 50 anos atrás. Houve boas tentativas como a comédia britânica “Todo Mundo Quase Morto” (2004), a americana “Zumbilândia” (2009) e até o recente longa sul-coreano “Invasão Zumbi” (2016), mas nenhuma contribuição neste século foi tão relevante para a cultura pop quanto o game “The Last of Us” (2013). A série “The Walking Dead”? Cansou, não? Dirigido por Ben Howling e Yolanda Ramke, com base num curta homônimo da dupla, o longa australiano “Cargo”, disponibilizado por streaming pela Netflix, é um surpresa agradável, mas não é aquele filmaço de zumbis que será lembrado por décadas. Basicamente, gira em torno da situação de um pai desesperado em um cenário insólito. Martin Freeman (“O Hobbit”) interpreta Andy, que perambula pelo outback australiano devastado pelo apocalipse zumbi. Basta você saber que Andy fará de tudo para proteger sua bebê antes que ele mesmo vire mais um morto-vivo. Se eu fosse você não assistiria nem mesmo ao trailer, porque a narrativa é muito bem construída, com a devida paciência, camada por camada, até que o espectador entenda o verdadeiro plot. Por exemplo, eu chamei “Cargo” carinhosamente de “filme de zumbi” e isso já é spoiler, porque Ben Howling e Yolanda Ramke insinuam uma ameaça que jamais dá as caras nos primeiros 20 e poucos minutos. Um desavisado quanto à sinopse pode levar um belo susto (para o bem ou para o mal) quando descobrir no que se meteu ao notar o primeiro zumbi em cena. Claro que a melhor forma de ver um filme é não saber absolutamente nada sobre ele, uma coisa dificílima nos dias de hoje. E “Cargo” é um exemplo perfeito dessa tese. Mesmo assim, não é possível dizer que se trata de um ótimo filme. A sensação de que falta fica ainda mais evidente quando sabemos que a ideia saiu de um curta-metragem de sete minutos. Mas “Cargo” não deixa de ser um exercício interessante de narrativa muito bem-vindo numa era em que o cinema privilegia cada vez mais cortes rápidos e um fiapo de história – fiapo no pior sentido, porque uma trama pode ser simples, mas muito bem contada, como é a de “Cargo”. O problema do longa é outro. É que filme com zumbi precisa ser tenso e esse aqui é provavelmente o mais singelo que você verá na vida. Tente segurar uma lágrima no final se for capaz. Não que “Cargo” busque comoção apelativa. As emoções surgem da capacidade de envolvimento com a situação limite do protagonista e toda a surpreendente questão social desenvolvida com louvor ao longo do filme – méritos dos diretores e do grande Martin Freeman. Há, de fato, méritos na proposta de sair do lugar-comum. E o filme até explora um susto aqui, outro ali, além de um pouco de tensão. Mas falta aquele nervosismo do terror. Isto porque existe uma contradição básica na premissa: fazer filme de zumbis num deserto ensolarado e sem quase carne alguma pelo caminho para as criaturas comerem meio que tira a graça do gênero.

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  • Série

    Siren: Série de sereias assassinas é renovada e ganha data de estreia no Brasil

    21 de maio de 2018 /

    O canal pago Freeform anunciou a renovação de “Siren” para sua 2ª temporada, na véspera do final do primeiro ano da produção. A série de sereias assassinas se provou um dos maiores sucessos no canal, com uma média de 660 mil espectadores ao vivo. Trata-se da maior audiência da programação atual do Freeform, com quase o dobro do público de “Shadowhunters” (398 mil). Não por acaso, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 da atual temporada, que se encerra na próxima quinta (24/5) nos Estados Unidos. A série também ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Sony informou que exibirá a 1ª temporada a partir do dia 12 de junho, às 23 horas. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores trazidas à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além deles, integram a produção Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”).

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  • Filme

    Verdade ou Desafio persegue a mediocridade de forma frenética

    19 de maio de 2018 /

    Alguns filmes de terror servem apenas para fortalecer estereótipos e temáticas moralistas presentes no gênero desde a sua origem. Já outros, seguem o caminho inverso, negando tais elementos e quebrando essas regras – os recentes “A Bruxa” e “Corra!” são bons exemplos disso. Em sua mediocridade, “Verdade ou Desafio” fica num meio termo entre estes dois polos: tenta subverter as expectativas em alguns momentos, mas as reforça em outros. Inicialmente, a impressão que fica é que o longa vai embarcar no moralismo, mostrando a protagonista Olivia (Lucy Hale, da série “Pretty Little Liars”) como uma jovem virginal que quer passar o spring break construindo casas para desabrigados, em vez de ir para o México com seus amigos. Mas logo percebemos que Olivia nutre uma paixão secreta por Lucas (Tyler Posey, da série “Teen Wolf”), namorado da sua melhor amiga Markie (Violett Beane, da série “The Flash”). Ou seja, um jogo de aparências e de verdades escondidas fica estabelecido desde o início. Na fachada, porém, Olivia mantém o seu véu de santidade. Tanto é, que ela só aceita viajar porque, de alguma maneira, sua amiga a convence de que, se ela não for, estará sendo egoísta. Quando ela e seus amigos são convidados por Carter (Landon Liboiron, da série “Frontier”) para irem até uma antiga igreja brincar de Verdade ou Desafio, a primeira pergunta feita para Olivia tem a ver com sacrifício e sinceridade, uma ideia que se concretizará apenas na última cena do filme. Durante a brincadeira, Carter logo revela a sua maldição. “O jogo é real”, diz ele, avisando que as consequências de mentir ou encarar os desafios são mortais. Uma vez amaldiçoados pelo jogo – passando a ter estranhas visões de pessoas com um sorriso extremamente largo e demoníaco –, os jovens são forçados a expor seus segredos mais íntimos, sob a pena de morte. Então, assim como o mendigo que aparece recebendo dinheiro e retorna para ameaçá-la, as atitudes de Olívia voltam constantemente para atormentá-la, explicitando verdades e comportamentos que ela mantinha em segredo. Apesar de “Verdade ou Desafio” propor uma reviravolta acerca das impressões sobre a protagonista, o mesmo não pode ser dito dos personagens coadjuvantes, reduzidos a versões estereotipadas dos segredos que eles escondem (homossexualidade não assumida, problema com alcoolismo, egocentrismo, infidelidade, etc). Da mesma forma, a relação romântica entre Olivia e Lucas é algo que nunca funciona, em parte por causa da apatia dos seus intérpretes, e em parte porque o diretor pesa a mão no romantismo barato. O estilo do cineasta Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) se caracteriza por não manter a câmera parada por muito tempo. Os constantes movimentos servem muito para criar de tensão em alguns momentos, como quando Penelope (Sophia Ali, da série “Grey’s Anatomy”) é desafiada a caminhar pelo parapeito da casa, mas, em outros, soam um pouco forçados, como quando tentam impor urgência a uma cena na qual as pessoas estão apenas olhando para seus computadores. Mas Wadlow acerta ao incorporar a linguagem das redes sociais no seu filme, utilizando filmagens feitas na vertical para ilustrar a passagem de tempo. A internet, por sinal, é usada frequentemente, não apenas nas pesquisas que os personagens fazem – no Google e no Facebook –, mas também na maneira como se comunicam: quando tenta descrever a tal face demoníaca que ela viu, Olivia diz que parecia um filtro estranho de snapchat – o que é uma forma criativa de explicar um efeito um tanto ridículo. A internet também tem papel essencial na última cena, de longe a mais corajosa e mais interessante. Ao afinal, “Verdade ou Desafio” é frenético em muitos momentos, aproximando-se de um thriller, mas pouco assustador, o que o prejudica a sua apreciação como uma obra de terror. Ou seja, conforme dito antes, fica num meio termo.

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  • Série

    Guillermo Del Toro desenvolve antologia de terror para a Netflix

    15 de maio de 2018 /

    O cineasta mexicano Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar 2018 por “A Forma da Água”, fechou com a Netflix a produção de uma série de terror, no formato de antologia. Intitulada “Cabinet of Curiosities”, mas divulgada com um apêndice em referência ao nome do diretor – “”Guillermo del Toro’s Cabinet of Curiosities”” – , a série é uma coleção de histórias de assombração selecionadas por Del Toro, descritas como sofisticadas e aterrorizantes. Além de ser responsável pela criação da série, Del Toro também vai dirigir alguns episódios e escolher a equipe de roteiristas e diretores que darão vida aos contos assustadores. Ainda não há definição sobre a quantidade de episódios da série ou previsão de estreia. A antologia estende a colaboração entre o cineasta e Netflix, que começou com a animação “Trollhunters”, também criada por Del Toro.

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  • Etc,  Filme

    Margot Kidder (1948–2018)

    14 de maio de 2018 /

    Morreu a atriz canadense Margot Kidder, que ficou conhecida por interpretar Lois Lane em quatro filmes do “Superman”. Ela faleceu em sua casa no estado americano de Montana, aos 69 anos, de causas não divulgadas. Kidder começou a carreira no final dos anos 1960, fazendo diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. O diretor Richard Donner contou ter percebido que tinha achado sua Lois Lane no momento em que Kidder entrou no teste para o papel. A primeira coisa que ela fez ao chegar foi tropeçar na entrada. “E eu simplesmente me apaixonei. Vi que ela era perfeita, com seu comportamento atrapalhado”, revelou o cineasta, em entrevista à revista The Hollywood Reporter em 2016. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017. Margot Kidder foi casada três vezes, todas com integrantes da indústria cinematográfica – o roteirista Thomas McGuane (“Duelo de Gigantes”), com quem teve uma filha, o diretor Philippe de Broca (de “Cartouche”, falecido em 2004) e o também ator John Heard (de “A Marca da Pantera”, falecido em 2017). A DC Comics, editora dos quadrinhos de Superman, prestou-lhe uma última homenagem nas redes sociais, agradecendo a atriz “por ser a Lois Lane com quem tantos de nós crescemos”. Thank you for being the Lois Lane so many of us grew up with. RIP, Margot Kidder. pic.twitter.com/IhY73TB52P — DC (@DCComics) May 14, 2018

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita lidera bilheterias pela terceira semana na América do Norte

    13 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” manteve a liderança pela terceira semana consecutiva nas bilheterias da América do Norte. O filme de super-heróis da Marvel segue aumentando sua pilha de dinheiro com mais US$ 61,8M (milhões) arrecadados no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Já são US$ 547,8M somados no mercado doméstico, acumulados de forma rápida e relativamente fácil, graças não apenas ao marketing agressivo da produção, mas também a sua localização estratégica no calendário de lançamentos cinematográficos. Durante suas primeiras três semanas em cartaz, não enfrentou praticamente resistência, diante de estreias menores que preencheram poucos cinemas. No mercado internacional, o valor é ainda mais impressionante (veja no próximo post). Nesta semana, foram apenas duas estreias norte-americanas, que renderam muito pouco. “Alma da Festa”, a nova comédia da atriz Melissa McCarthy, abriu em 2º lugar com US$ 18,5M. E este desempenho já sugere que a atriz precisa de um divórcio para salvar sua carreira. Afinal, seu marido insiste em ser roteirista e diretor, tendo como cobaia apenas filmes dela. Este é o terceiro filme dirigido por Ben Falcone. A boa notícia é que a crítica o considerou apenas medíocre (41%), em vez de podre como “Tammy” (24%) e “A Chefa” (22%). A má notícia é que teve a pior abertura dentre os três, mostrando que o público já sabe o que a parceria do casal tem para oferecer. Estreia no Brasil em 30 de agosto, após a janela de vídeo e streaming dos Estados Unidos. A outra estreia, “Breaking In”, abriu em 3º lugar com US$ 16,5M. Suspense genérico que traz Gabrielle Union lutando pela vida numa casa nova, foi recebido com somente 27% de aprovação da crítica e ilustra o que virou a carreira de outro diretor ambicioso: James McTeigue, que abriu sua filmografia com nada menos que “V de Vingança” (2005). A produção é tão ruim que não deve ser exibida nos cinemas brasileiros. Como curiosidade, o Top 10 inclui, pela primeira vez no ano, um documentário. Exibido em apenas 180 salas, “RBG” conseguiu faturar US$ 1,1M e aparecer em 10º lugar. O filme conta a vida, as lutas e as realizações da juíza Ruth Bader Ginsburg, segunda mulher a participar da Suprema Corte dos Estados Unidos – o STF americano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 61,8M Total EUA e Canadá: US$ 547,8M Total Mundo: US$ 1,6B 2. Alma da Festa Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,5M Total Mundo: US$ 21,4M 3. Breaking In Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: 16,5M Total Mundo: 17,5M 4. Overboard Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 29,5M Total Mundo: US$ 29,5M 5. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 169,5M Total Mundo: US$ 269,9M 6. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 43,8M 7. Rampage Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 89,7M Total Mundo: US$ 397,1M 8. Tully Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 7,1M 9. Pantera Negra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 696,1M Total Mundo: US$ 1,3B 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M

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  • Série

    Série baseada no terror O Exorcista é oficialmente cancelada

    11 de maio de 2018 /

    A Fox oficializou o cancelamento da série “The Exorcist”, que era sua série de menor audiência. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” era inspirada no clássico de terror “O Exorcista” (1973) e acompanhava casos de possessão demoníaca enfrentados pelos padres Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels). A atração tinha média de 1,3 milhão de telespectadores e registrava apenas 0,4 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por isso, nem com reza brava havia chances de a série retornar para uma 3ª temporada. Muitos acreditavam que a 2ª temporada já tinha sido um ato de intervenção divina. Mas a verdade é que a série era muito boa, possivelmente a melhor produção com tema de terror da atualidade na TV norte-americana, e ficou ainda mais assustadora em seus episódios finais. Longe de representar perda de tempo para quem vinha acompanhando, as duas temporadas contaram histórias completas e de qualidade superior a muitos filmes de terror disponíveis em streaming. Infelizmente, a palavra da crítica, que deu 100% de aprovação ao segundo ano, não foi acreditada pelo público televisivo.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita já soma US$ 450 milhões na América do Norte

    7 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” foi novamente o filme mais visto do fim de semana na América do Norte. E como foi visto! Com US$ 112,4M (milhões) de arrecadação, atingiu o segundo maior faturamento já registrado por um filme em sua segunda semana em cartaz nos Estados Unidos e Canadá. O recorde é de “Star Wars: O Despertar da Força”, que fez US$ 162,6M em sua segunda semana, em dezembro de 2015. A produção da Marvel já soma mais de US$ 450M em 10 dias de exibição na América do Norte, a 15ª maior arrecadação doméstica da História, e no sábado ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão mundial. Vale ressaltar que o faturamento recorde da produção ainda não contabiliza nenhum centavo da China. O longa só vai estrear no mercado chinês, o segundo maior do mundo, apenas na próxima sexta-feira (11/5). O rolo compressor da Marvel deixou estraçalhadas as estreias da semana. A melhor colocada foi “Overboard”, remake de “Um Salto Para a Felicidade” (1987), uma das comédias mais ultrapassadas do diretor Garry Marshall (“Uma Linda Mulher”), originalmente estrelada pelo casal Goldie Hawn e Kurt Russell. A nova versão conta a mesma história, mas troca o gênero dos personagens para driblar o machismo. Assim, após sofrer amnésia, o rico Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) acredita ser casado com sua ex-faxineira Anna Faris (série “Mom”) e vira trabalhador braçal. Abriu em 2º lugar, mas com meros US$ 14,7M, um começo desanimador. Para completar, agradou apenas 30% da crítica, segundo levantamento do site Rotten Tomatoes. Em menos salas, “Tully” fez somente US$ 3,1M, abrindo em 6º lugar. A comédia que volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos” (2011) – respectivamente Jason Reitman e Diablo Cody – não atraiu o público norte-americano, mas agradou em cheio a crítica, obtendo 88% de aprovação. Único dos lançamentos da semana com estreia prevista para o Brasil, desembarca no país no dia 25. Filme com maior distribuição dentre as três estreias, o suspense “Bad Samaritan” resultou no maior fracasso, ocupando o último lugar do Top 10, com US$ 1,7M. A critica nem achou tão ruim, apenas medíocre, com 57% de aprovação, graças à performance elogiada do ator David Tennant (da série “Jessica Jones”) como um serial killer que se torna a vítima errada de assaltantes. Segundo longa dirigido por Dean Devlin (após o desastre “Tempestade: Planeta em Fúria”), “Bad Samaritan” foi também o segundo grande fracasso do cineasta, que fazia mais sucesso quando apenas escrevia as tramas – como em “Stargate” (1994) e “Independence Day” (1996). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Clique nos títulos dos lançamentos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 112,4M Total EUA e Canadá: US$ 450,8M Total Mundo: US$ 1,1B 2. Overboard Fim de semana: US$ 14,7M Total EUA e Canadá: US$ 14,7M Total Mundo: US$ 14,7M 3. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA e Canadá: 159,8M Total Mundo: 255,2M 4. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 37,7M Total Mundo: US$ 37,7M 5. Rampage Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 84,7M Total Mundo: US$ 377,8M 6. Tully Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,3M 7. Pantera Negra Fim de semana: US$ 693,1M Total EUA e Canadá: US$ 35,3M Total Mundo: US$ 1,3B 8. Verdade ou Desafio Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 38,22M Total Mundo: US$ 58,4M 9. Super Troopers 2 Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 25,4M 10. Bad Samaritan Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M

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