Quentin Tarantino teria chorado ao assistir o remake de Suspiria
O diretor italiano Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”) revelou ter mostrado uma cópia do remake de “Suspiria”, que ele dirigiu, para Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). E o resultado emocionou o colega ilustre. Em entrevista ao jornal La Repubblica, Guadagnino contou: “Nós somos amigos desde quando fomos jurados no Festival de Filmes de Veneza. Eu estava nervoso, mas ansioso para ouvir seus conselhos. Nós vimos em sua casa e a reação dele me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Isso porque é um terror, mas um drama também. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens. A Amazon ficou muito feliz”. Segundo Guadagnino, seu “Suspiria” não é exatamente um remake, por não ser fiel ao clássico de Dario Argento, mas uma evocação do que sentiu quando assistiu ao terror de 1977 pela primeira vez. Em entrevista anterior ao site IndieWire, o cineasta revelou que se trata de uma homenagem a um dos filmes que mais o impactou na adolescência. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007). O elenco do remake inclui Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”), Mia Goth (“Ninfomaníaca”) e a própria Jessica Harper. A sinopse oficial diz: “Quando uma escuridão cresce no centro de uma renomada companhia de dança, sua diretora artística (Swinton), uma jovem americana recém-chegada (Johnson) e um psicoterapeuta enlutado envolvem-se num pesadelo sangrento e suspirante”. O roteiro é de David Kajganich, criador da série “The Terror”, que trabalhou com Guadagnino em “Um Mergulho no Passado” (2015). E a trilha foi composta pelo vocalista do Radiohead, Thom Yorke, que também pretende homenagear o trabalho original, criado pela banda de rock progressivo Goblin. A estreia está marcada para 2 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Homem-Formiga e a Vespa é a maior estreia em semana de bons filmes nos cinemas
A nova produção de super-heróis da Marvel, “Homem-Formiga e a Vespa”, é a maior estreia desta quinta (5/7), em que poucos filmes chegam aos cinemas – mas, diferente de semanas passadas, desta vez todos têm qualidades. Melhor que o primeiro “Homem-Formiga” estrelado por Paul Rudd, graças à inclusão da Vespa (Evangeline Lilly), uma heroína “badass”, como sua parceira, a continuação é bastante leve e ligeira. Um passatempo para rir, que oferece um refresco para os fãs de quadrinhos após o trágico “Vingadores: Guerra Infinita”. Aliás, quem viu aquele filme terá bastante o que pensar após a cena pós-créditos da nova produção, que também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O segundo maior lançamento da semana é outra adaptação divertida de quadrinhos. A comédia nacional “Mulheres Alteradas” leva às telas as tiras homônimas da cartunista argentina Maitena Burundarena, que retrata questões femininas com humor ácido. E foi escrita por outra fera das tiras de quadrinhos, o brasileiro Caco Galhardo (autor de “Os Pescoçudos”), em sua estreia como roteirista de longa-metragens. O filme também marca a estreia no cinema do diretor Luis Pinheiro, que dirigiu, entre outras, a série “Lili, a Ex”, inspirada em tiras de Galhardo. Ou seja, gente que conhece o gênero. O longa conta as lutas de quatro mulheres adultas no mundo moderno, às voltas com angústias de relacionamento, casamento, filhos, trabalho, idade e vida social. Enfim, crises existenciais reais. E com um elenco realmente ótimo, liderado pelo quarteto fantástico Deborah Secco (“Bruna Surfistinha”), Alessandra Negrini (“O Gorila”), Monica Iozzi (“A Comédia Divina”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”). Um dia, as amigas em crise com seus cotidianos resolvem trocar de papel e o resultado faz rir sem perder de vista o realismo – ao contrário das fábulas moralistas de trocas sobrenaturais de corpos, que volta e meia aparecem nas comédias brasileiras. O circuito alternativo traz ainda três filmes franceses e um chileno. Na lista francesa, chama atenção a inclusão de um terror, “A Noite Devorou o Mundo”, filme de apocalipse de zumbis que se distingue no gênero pela abordagem intimista – é praticamente todo passado num pequeno prédio. Comparado a “Eu Sou a Lenda”, tem 67% de aprovação no RT. Filme mais inventivo e artístico da programação, “Nos Vemos no Paraíso” combina surrealismo e aventura trágica à la Victor Hugo numa história passada em meio à 1ª Guerra Mundial. Adaptada do livro de Pierre Lemaitre, dirigida e estrelada por Albert Dupontel (“Uma Juíza Sem Juízo”), surpreende o tempo inteiro pela imaginação com que conta a história de dois homens sem nada em comum, que se conhecem nas trincheiras e se veem ligados após um salvar o outro, embora o que sobreviveu preferisse a morte, após perder parte do rosto numa explosão. Para lidar com o horror de ver a si mesmo, ele cria máscaras, enquanto os dois resolvem tirar proveito da desgraça, com um golpe para enriquecer com os cadáveres da guerra. O humor é negríssimo e a encenação evoca as melhores obras de Jean-Pierre Jeunet (especialmente “Eterno Amor”). Venceu cinco Césars (o Oscar francês), inclusive Direção e Roteiro, e tem 89% de críticas positivas no RT. “Custódia” também traz cenas de impacto, ao lidar com a separação de um casal que luta pelo direito de ficar com os filhos. O homem é demonizado e os filhos acreditam. Mas o longa tenta demonstrar todos os lados da questão, que é das mais complexas do cotidiano humano. A contundência da realização rendeu ao ator Xavier Legrand, em sua estreia atrás das câmeras, o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza do ano passado, além de elogios rasgados da crítica. 94% no RT – a maior nota da semana. O chileno “Cachorros” completa a lista de ficções flertando com o romance e o drama político. A trama acompanha uma mulher (Antonia Zegers) que se vê atraída por seu professor equitação. Mas o ex-militar tem passado sombrio. Quando recebe advertências para se afastar, ela descobre que sua própria família esteve envolvida com os desaparecimentos de militantes de esquerda durante a ditadura de Pinochet. Premiado no circuito dos festivais – San Sebastian, Munique, Cairo, etc – , o trabalho da diretora Marcela Said tem 67% no RT. Dois documentários nacionais, de estilo TVE, preenchem as salas que faltaram. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses oficiais e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas. Homem-Formiga e a Vespa | EUA | Super-Heróis Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. Mulheres Alteradas | Brasil | Comédia O cotidiano de quatro mulheres, cada uma enfrentando problemas bem particulares: Keka (Deborah Secco) enfrenta uma crise no casamento com Dudu (Sérgio Guizé), Marinati (Alessandra Negrini) é uma workaholic que repentinamente se apaixona por Christian (Daniel Boaventura), Leandra (Maria Casadevall) sente-se bastante insegura pelo fato de ainda não ter constituído família e Sônia (Monica Iozzi) está cansada da rotina doméstica e sonha com a época em que era solteira. A Noite Devorou o Mundo | França | Terror Após um noite de festa com muita bebida, Sam (Anders Danielsen Lie) acorda completamente sozinho em seu apartamento. Ainda confuso ele descobre um terrível acontecimento: a cidade de Paris está tomada por zumbis famintos. Rapidamente ele começa a proteger o prédio em que vive e elabora estratégias para conseguir manter-se vivo em meio a catástrofe. No entanto, ele ainda não tem certeza se é o único sobrevivente neste cenário hostil. Nos Vemos no Paraíso | França | Drama Em novembro de 1918, alguns dias antes do Armistício de Compiègne, Édouard Péricourt (Nahuel Pérez Biscayart) salva a vida de Albert Maillard (Albert Dupontel). Os soldados franceses não têm nada em comum, a não ser a guerra e o ódio pelo vil Tenente Preadelle (Laurent Lafitte), e são obrigados a se unir para sobreviver – uma firme parceria marcada por farsas e lealdade. Custódia | França | Drama O casal Miriam (Léa Drucker) e Antoine Besson (Denis Ménochet) acaba de se divorciar. E para garantir a proteção de seu filho do pai, que ela acusa de ser violento, Miriam pede a custódia exclusiva. O juiz, no entanto, acaba concedendo custódia compartilhada aos dois. Tomado quase como um refém entre seus pais, Julien (Thomas Gioria) fará tudo para evitar o pior. Cachorros | Chile | Drama Mariana (Antonia Zegers) faz parte de uma importante família chilena, mas, apesar dos privilégios, encontra-se inteiramente infeliz em sua própria casa. Sentindo-se desprezada pelo pai e pelo marido, ela encontra refúgio nos braços do seu professor de equitação Juan (Alfredo Castro), acusado de diversos crimes durante a ditadura. A partir deste caso amoroso, Mariana contempla o passado de sua família vir à tona. O Desmonte do Monte | Brasil | Documentário A Colina Sagrada, que depois recebeu o nome de Morro do Castelo, foi o local escolhido pelos portugueses para a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Sua estrutura representa uma importante referência histórica e arquitetônica do passado da cidade carioca e, segundo uma lenda urbana, as entranhas do morro guardam um tesouro nunca encontrado. Apesar de toda relevância, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas que visavam promover uma especulação imobiliária na região, acabando com um dos maiores pilares da história guanabara. Estrada de Sonhos | Brasil | Documentário O documentário traz à tona a história ferroviária do Brasil. Pensando além dos trilhos e das locomotivas, discorre sobre momentos, lembranças e registros de pessoas que vivenciaram e ainda vivem esse símbolo da modernidade e progresso no passado, revisitando não apenas a primeira ferrovia do Brasil, a Barão de Mauá, como outras abandonadas.
Clássico do terror Brinquedo Assassino vai ganhar remake
A MGM encomendou um remake do clássico de terror “Brinquedo Assassino” (1988). Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto tem prioridade e já será filmado em setembro em Vancouver, no Canadá. Roteiro e direção ficaram a cargo de dois profissionais que ainda não tiveram nenhum longa-metragem lançado nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve video games, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A produção será tocada por David Katzenberg e Seth Grahame-Smith, que produziram “It: A Coisa”. Dirigido pelo mestre do terror Tom Holland, “Brinquedo Assassino” conta a história de um boneco chamado Chucky que é possuído e passa a aterrorizar uma mãe e seu filho pequeno. O filme virou um clássico dos anos 1980 e deu origem a continuações intermináveis, que deram até mulher e filho ao psicopata de plástico. O remake ainda tem data para estrear nos cinemas, mas paralelamente o estúdio também desenvolve uma série com o roteirista Don Mancini (de “Brinquedo Assassino” e todos os filmes seguintes), que seria continuação da franquia original.
Elenco adulto da continuação de It: A Coisa aparece junto em foto pela primeira vez
O Twitter oficial do filme “It: Capítulo Dois” divulgou a primeira foto a reunir todo o elenco adulto da continuação. A imagem foi tirada durante a leitura coletiva do roteiro. O elenco adulto ficou definido da seguinte forma: Jessica Chastain (de “Mama”) como Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Fragmentado”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise A sequência vai mostrar a segunda parte do livro de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir 27 anos após os eventos originais para, já adultos, confrontar mais uma vez o palhaço assassino. O filme começa a ser rodado a partir deste mês em Toronto, no Canadá, novamente dirigido por Andy Muschietti, e tem estreia marcada para setembro de 2019. Back to Derry with these Losers. ?#ITMovie pic.twitter.com/dvg0fEP9Ts — IT Movie? (@ITMovieOfficial) 2 de julho de 2018
Wellington Paranormal: Série derivada da comédia O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer
O canal TVZN 2 divulgou o primeiro trailer de “Wellington Paranormal”, série neozelandesa derivada da comédia premiada “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) – que venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. A prévia revela que a série vai manter a estrutura de falso documentário do filme, tratando os registros sobrenaturais como se fossem fatos corriqueiros. O filme original acompanhava uma equipe de documentaristas com acesso ao exclusivo mundo dos vampiros. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, descobriam vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas – menos lavar as louças, que se acumulam a séculos – e não conseguem entrar em bares sem serem convidados. Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”) e Jermaine Celement (ator da série “Legion”), que criaram, dirigiram e estrelaram juntos o longa-metragem, fazem participações na série como seus personagens, os vampiros Viago e Vladislav, respectivamente. Mas a trama da produção televisiva é centrada em dois coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), inocentes e facilmente manipuláveis, que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem na capital da Nova Zelândia. A série terá seis episódios de 30 minutos em sua 1ª temporada e foi descrita da seguinte forma por Waititi: “Pense em Mulder e Scully, mas num país em que nada acontece”. A estreia acontece em 11 de julho na Nova Zelândia. Vale lembrar que, além dessa série, também está em desenvolvimento uma atração baseada nos vampiros de “O que Fazemos nas Sombras”, que será exibida no canal pago americano FX. “O que Fazemos nas Sombras”
Série baseada na franquia distópica Uma Noite de Crime ganha primeiro trailer
O canal pago USA Network divulgou o primeiro trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia da 1ª temporada com 10 episódios é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situado em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a série vai seguir vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com o passado enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). “The Purge” estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos. Além desta produção, a Blumhouse Television também prepara uma minissérie dramática estrelada por Russell Crowe e sob comando do cineasta Tom McCarthy (“Spotlight”) sobre o escândalo de assédio sexual envolvendo o fundador da Fox News, que será exibida no canal pago Showtime.
James McAvoy compartilha fotos dos bastidores da continuação de It: A Coisa
As filmagens de “It: Capítulo Dois” (ou It: Chapter 2) começaram na semana passada e James McAvoy já postou uma montagem com fotos dos bastidores nas redes sociais. Nas diversas polaroids que compõem a imagem, é possível ver McAvoy com o jovem Jaeden Lieberher. Os dois interpretam o mesmo personagem, Bill, em versões adulta e adolescente. Também é possível ver Bill Hader (o Richie adulto), Jessica Chastain (Beverly) e Isaiah Mustafa (Mike) A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores, mas atores mirins aparecerão em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A estreia está prevista para setembro de 2019. Snapped IT. #itmovie #thedisapearanceofthemoviesweshot #itmovie? Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 28 de Jun, 2018 às 1:36 PDT
Glass: Samuel L. Jackson, Bruce Wills e James McAvoy dividem o primeiro pôster da sequência de Fragmentado
A Universal divulgou o primeiro pôster de “Glass”, sequência/crossover de “Fragmentado” (2017) e “Corpo Fechado” (2000). A imagem reúne os personagens de Samuel L. Jackson e Bruce Willis em “Corpo Fechado” e de James McAvoy em “Fragmentado”. Além deles, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”) também retornam. O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que este filme, lançado em janeiro do ano passado, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo.
Restaurante vira palco de terror nacional no trailer de O Animal Cordial
A RT Features divulgou fotos, o pôster e o trailer de “O Animal Cordial”, novo terror brasileiro, que rendeu o prêmio de Melhor Ator para Murilo Benício (“O Homem do Ano”) no Festival do Rio. O vídeo não apresenta os elementos sobrenaturais da trama, limitando-se a olhares e interjeições de espanto, quando um assalto num restaurante toma rumo inesperado. A história se passa em uma única noite em um restaurante de classe média alta em São Paulo que é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos e precisam lidar com a situação. O local torna-se palco dos mais diferentes embates: empregados x patrão; ricos x pobres; homens x mulheres; brancos x negros. Civilização e barbárie: os dois conceitos se alternam na claustrofobia de um espaço, que vai sendo desconstruído à medida que soluções “cordiais” se tornam impossíveis. Benício vive o dono do estabelecimento, que enfrenta uma discussão com o cozinheiro vivido por Irandhir Santos (“Redemoinho”), por manter os funcionários trabalhando até o último cliente, quando os dois ladrões armados invadem o local e um tiro é disparado. O que acontece a seguir não está na sinopse nem na prévia, mas a produção é apresentada como o primeiro slasher movie (subgênero do terror, caracterizado pelo uso de violência extrema) dirigido por uma mulher no Brasil. A direção é de Gabriela Amaral Almeida (da série “Me Chama de Bruna”), que estreia em longas e foi premiada no FantasPoa, festival de cinema fantástico de Porto Alegre, assim como a atriz Luciana Paes (“Divórcio”). O elenco também inclui Camila Morgado (“Até que a Sorte nos Separe 2”), Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”) e Humberto Carrão (“Aquarius”), entre outros. A estreia está marcada para 9 de agosto.
Hereditário é um dos grandes filmes de terror deste século
O cineasta estreante Ari Aster inicia “Hereditário” como um filme sobre luto, sobre como qualquer família jamais será a mesma após a morte de um ente querido. Com esse clima de dor no ar, ele adiciona mais um tema na trama: como herdamos os demônios de nossos pais e não conseguimos fugir disso. Mas o que parece um drama, aos poucos revela suas entranhas de filme de terror. Toda a primeira metade de “Hereditário” trata esse horror de forma metafórica, abordando cada ponto que despedaça uma família após o falecimento de sua matriarca (fato explicado no primeiro frame na forma de obituário), incluindo uma tragédia, que é a melhor cena do filme, e que você jamais esquecerá. A linha tênue entre os gêneros faz com que ambos se complementem e é muito bem conduzida pelo jovem diretor, de apenas 31 anos. Ele aposta 100% no talento de Toni Collette como Annie, que entrega provavelmente sua melhor performance desde “O Sexto Sentido”. Aliás, pode-se até fazer um paralelo entre os dois filmes, imaginando Collette como a mesma mãe quase duas décadas após o longa que tirou da obscuridade o cineasta M. Night Shyamalan. Há uma cena especialmente dramática durante um jantar, em que a protagonista desabafa contra o filho adolescente, Peter (Alex Wolff), que é mais assustadora que qualquer cena de horror do filme e serve muito bem para ilustrar qualquer indicação de Collette a prêmios de Melhor Atriz. Ela só é menos assustadora que a cena trágica já mencionada, mas a atriz se converte num terror em forma de mulher nesse momento. Vale esmiuçar a tal cena trágica, ainda que sem revelar muito, para destacar sua construção. Há uma morte inesperada. Ari Aster corta o violento fragmento de segundo e foca imediatamente no rosto de Alex Wolff, que reage com espanto ao mesmo tempo em que a ficha insiste em não cair. A câmera não sai de seu rosto nem mesmo quando a personagem vivida por Collette encontra o corpo e grita com todo o horror do mundo nas costas. Tudo isso ocorre num ambiente escuro e, de repente, Aster corta sem dó para a luz do dia com a câmera grudada numa parte do corpo que jamais imaginamos que seria mostrada. É horrível (no bom sentido) e um exemplo perfeito de como o explícito pode tomar conta do filme após uma antecipação muito bem construída pelo implícito. Sinal de surgimento de um novo grande diretor. Aster ainda reafirma que veio para ficar com outras transições impecáveis. Há uma cena elegante em que o rosto da filha mais nova, Charlie (a incrível Milly Shapiro, com seu tique clássico desde já), é substituído pela face da mãe quando uma luz estoura na tela. Também há outra parte em que Peter está sentado na cama e, num piscar de olhos, Aster corta a situação para o rapaz sentado na cadeira da sala de aula. Perspectiva é mais uma parte do show. Por exemplo, o detalhe da maquete da casa onde se passa 90% do filme, que faz alusão a uma força externa que manipula quem está lá dentro. Enquadramentos geniais também, como a cena em que Peter acorda no meio da madrugada e fica sentado em sua cama. Do lado de cá da tela, nossos olhos se esforçam para identificar um vulto ao fundo e, quando confirmamos que realmente algo está ali, a reação é de gelar a alma. Não se pode esquecer que nada disso seria ressaltado se Aster não dominasse a habilidade de contar bem uma história. Sucesso que passa pelo espectador disposto a embarcar numa viagem sem volta rumo ao inferno, pois uma vez que o diretor admite o sobrenatural na trama, ele pede para que a lógica seja desligada na hora em que tentamos ligar os pontos da trama. Claro que podemos entender o sobrenatural como o clímax sem esperança para a inevitável desestruturação de uma família traumatizada. Mas não ignore o que seus olhos finalmente estão vendo: as pistas estão todas em seus devidos lugares e ajuda muito fazer uma segunda sessão de “Hereditário”, um terror que se inspira mais no medo do desconhecido do que nos sustos fáceis. Por isso mesmo, jamais será um filme popular, mas tem tudo para figurar entre os grandes do gênero neste século, como um sucessor direto de clássicos como “O Bebê de Rosemary”, “O Exorcista”, “A Profecia” e “O Iluminado”.
Rebecca Ferguson negocia estrelar a continuação de O Iluminado
A atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) negocia se juntar ao escocês Ewan McGregor (“Trainspotting”) na adaptação de “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), que continua a trama do clássico “O Iluminado” no cinema. O papel de Ferguson não foi revelado, mas muito provavelmente se trata da vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de uma seita psíquica chamada Verdadeiro Nó (True Knot), que enfrenta na trama o personagem de McGregor. Ele interpreta a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. Stephen King escreveu “Doutor Sono” como sequência oficial do livro original e a obra venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., estúdio que levou às telas a mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos bonzinhos no segundo trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a maior curiosidade deste história de terror para menores é quem dá os sustos nas crianças: um time especializado em horrores sangrentos. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg – que fez “ET”, mas também “Poltergeist”. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio, que é feiticeiro. Antiga moradia de um bruxo maligno, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar quem que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 20 de setembro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Jessica Chastain se “transforma” para o começo das filmagens de It: Capítulo Dois
Jessica Chastain anunciou o início das filmagens da sequência de “It: A Coisa” com uma foto em seu Instagram (acima). A imagem que marca o primeiro dia no set “mixa” o rosto da atriz com o de Sophia Lilis, que interpretou Beverly Marsh no primeiro filme. Jessica vai viver a mesma personagem no segundo filme, passado 27 anos após os eventos iniciais. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. Intitulado “It: Capítulo Dois”, o novo filme tem estreia prevista para setembro de 2019.












