Elenco adulto da continuação de It: A Coisa aparece junto em foto pela primeira vez
O Twitter oficial do filme “It: Capítulo Dois” divulgou a primeira foto a reunir todo o elenco adulto da continuação. A imagem foi tirada durante a leitura coletiva do roteiro. O elenco adulto ficou definido da seguinte forma: Jessica Chastain (de “Mama”) como Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Fragmentado”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise A sequência vai mostrar a segunda parte do livro de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir 27 anos após os eventos originais para, já adultos, confrontar mais uma vez o palhaço assassino. O filme começa a ser rodado a partir deste mês em Toronto, no Canadá, novamente dirigido por Andy Muschietti, e tem estreia marcada para setembro de 2019. Back to Derry with these Losers. ?#ITMovie pic.twitter.com/dvg0fEP9Ts — IT Movie? (@ITMovieOfficial) 2 de julho de 2018
Wellington Paranormal: Série derivada da comédia O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer
O canal TVZN 2 divulgou o primeiro trailer de “Wellington Paranormal”, série neozelandesa derivada da comédia premiada “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) – que venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. A prévia revela que a série vai manter a estrutura de falso documentário do filme, tratando os registros sobrenaturais como se fossem fatos corriqueiros. O filme original acompanhava uma equipe de documentaristas com acesso ao exclusivo mundo dos vampiros. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, descobriam vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas – menos lavar as louças, que se acumulam a séculos – e não conseguem entrar em bares sem serem convidados. Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”) e Jermaine Celement (ator da série “Legion”), que criaram, dirigiram e estrelaram juntos o longa-metragem, fazem participações na série como seus personagens, os vampiros Viago e Vladislav, respectivamente. Mas a trama da produção televisiva é centrada em dois coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), inocentes e facilmente manipuláveis, que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem na capital da Nova Zelândia. A série terá seis episódios de 30 minutos em sua 1ª temporada e foi descrita da seguinte forma por Waititi: “Pense em Mulder e Scully, mas num país em que nada acontece”. A estreia acontece em 11 de julho na Nova Zelândia. Vale lembrar que, além dessa série, também está em desenvolvimento uma atração baseada nos vampiros de “O que Fazemos nas Sombras”, que será exibida no canal pago americano FX. “O que Fazemos nas Sombras”
Série baseada na franquia distópica Uma Noite de Crime ganha primeiro trailer
O canal pago USA Network divulgou o primeiro trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia da 1ª temporada com 10 episódios é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situado em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a série vai seguir vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com o passado enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). “The Purge” estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos. Além desta produção, a Blumhouse Television também prepara uma minissérie dramática estrelada por Russell Crowe e sob comando do cineasta Tom McCarthy (“Spotlight”) sobre o escândalo de assédio sexual envolvendo o fundador da Fox News, que será exibida no canal pago Showtime.
James McAvoy compartilha fotos dos bastidores da continuação de It: A Coisa
As filmagens de “It: Capítulo Dois” (ou It: Chapter 2) começaram na semana passada e James McAvoy já postou uma montagem com fotos dos bastidores nas redes sociais. Nas diversas polaroids que compõem a imagem, é possível ver McAvoy com o jovem Jaeden Lieberher. Os dois interpretam o mesmo personagem, Bill, em versões adulta e adolescente. Também é possível ver Bill Hader (o Richie adulto), Jessica Chastain (Beverly) e Isaiah Mustafa (Mike) A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores, mas atores mirins aparecerão em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A estreia está prevista para setembro de 2019. Snapped IT. #itmovie #thedisapearanceofthemoviesweshot #itmovie? Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 28 de Jun, 2018 às 1:36 PDT
Glass: Samuel L. Jackson, Bruce Wills e James McAvoy dividem o primeiro pôster da sequência de Fragmentado
A Universal divulgou o primeiro pôster de “Glass”, sequência/crossover de “Fragmentado” (2017) e “Corpo Fechado” (2000). A imagem reúne os personagens de Samuel L. Jackson e Bruce Willis em “Corpo Fechado” e de James McAvoy em “Fragmentado”. Além deles, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”) também retornam. O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que este filme, lançado em janeiro do ano passado, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo.
Restaurante vira palco de terror nacional no trailer de O Animal Cordial
A RT Features divulgou fotos, o pôster e o trailer de “O Animal Cordial”, novo terror brasileiro, que rendeu o prêmio de Melhor Ator para Murilo Benício (“O Homem do Ano”) no Festival do Rio. O vídeo não apresenta os elementos sobrenaturais da trama, limitando-se a olhares e interjeições de espanto, quando um assalto num restaurante toma rumo inesperado. A história se passa em uma única noite em um restaurante de classe média alta em São Paulo que é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos e precisam lidar com a situação. O local torna-se palco dos mais diferentes embates: empregados x patrão; ricos x pobres; homens x mulheres; brancos x negros. Civilização e barbárie: os dois conceitos se alternam na claustrofobia de um espaço, que vai sendo desconstruído à medida que soluções “cordiais” se tornam impossíveis. Benício vive o dono do estabelecimento, que enfrenta uma discussão com o cozinheiro vivido por Irandhir Santos (“Redemoinho”), por manter os funcionários trabalhando até o último cliente, quando os dois ladrões armados invadem o local e um tiro é disparado. O que acontece a seguir não está na sinopse nem na prévia, mas a produção é apresentada como o primeiro slasher movie (subgênero do terror, caracterizado pelo uso de violência extrema) dirigido por uma mulher no Brasil. A direção é de Gabriela Amaral Almeida (da série “Me Chama de Bruna”), que estreia em longas e foi premiada no FantasPoa, festival de cinema fantástico de Porto Alegre, assim como a atriz Luciana Paes (“Divórcio”). O elenco também inclui Camila Morgado (“Até que a Sorte nos Separe 2”), Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”) e Humberto Carrão (“Aquarius”), entre outros. A estreia está marcada para 9 de agosto.
Hereditário é um dos grandes filmes de terror deste século
O cineasta estreante Ari Aster inicia “Hereditário” como um filme sobre luto, sobre como qualquer família jamais será a mesma após a morte de um ente querido. Com esse clima de dor no ar, ele adiciona mais um tema na trama: como herdamos os demônios de nossos pais e não conseguimos fugir disso. Mas o que parece um drama, aos poucos revela suas entranhas de filme de terror. Toda a primeira metade de “Hereditário” trata esse horror de forma metafórica, abordando cada ponto que despedaça uma família após o falecimento de sua matriarca (fato explicado no primeiro frame na forma de obituário), incluindo uma tragédia, que é a melhor cena do filme, e que você jamais esquecerá. A linha tênue entre os gêneros faz com que ambos se complementem e é muito bem conduzida pelo jovem diretor, de apenas 31 anos. Ele aposta 100% no talento de Toni Collette como Annie, que entrega provavelmente sua melhor performance desde “O Sexto Sentido”. Aliás, pode-se até fazer um paralelo entre os dois filmes, imaginando Collette como a mesma mãe quase duas décadas após o longa que tirou da obscuridade o cineasta M. Night Shyamalan. Há uma cena especialmente dramática durante um jantar, em que a protagonista desabafa contra o filho adolescente, Peter (Alex Wolff), que é mais assustadora que qualquer cena de horror do filme e serve muito bem para ilustrar qualquer indicação de Collette a prêmios de Melhor Atriz. Ela só é menos assustadora que a cena trágica já mencionada, mas a atriz se converte num terror em forma de mulher nesse momento. Vale esmiuçar a tal cena trágica, ainda que sem revelar muito, para destacar sua construção. Há uma morte inesperada. Ari Aster corta o violento fragmento de segundo e foca imediatamente no rosto de Alex Wolff, que reage com espanto ao mesmo tempo em que a ficha insiste em não cair. A câmera não sai de seu rosto nem mesmo quando a personagem vivida por Collette encontra o corpo e grita com todo o horror do mundo nas costas. Tudo isso ocorre num ambiente escuro e, de repente, Aster corta sem dó para a luz do dia com a câmera grudada numa parte do corpo que jamais imaginamos que seria mostrada. É horrível (no bom sentido) e um exemplo perfeito de como o explícito pode tomar conta do filme após uma antecipação muito bem construída pelo implícito. Sinal de surgimento de um novo grande diretor. Aster ainda reafirma que veio para ficar com outras transições impecáveis. Há uma cena elegante em que o rosto da filha mais nova, Charlie (a incrível Milly Shapiro, com seu tique clássico desde já), é substituído pela face da mãe quando uma luz estoura na tela. Também há outra parte em que Peter está sentado na cama e, num piscar de olhos, Aster corta a situação para o rapaz sentado na cadeira da sala de aula. Perspectiva é mais uma parte do show. Por exemplo, o detalhe da maquete da casa onde se passa 90% do filme, que faz alusão a uma força externa que manipula quem está lá dentro. Enquadramentos geniais também, como a cena em que Peter acorda no meio da madrugada e fica sentado em sua cama. Do lado de cá da tela, nossos olhos se esforçam para identificar um vulto ao fundo e, quando confirmamos que realmente algo está ali, a reação é de gelar a alma. Não se pode esquecer que nada disso seria ressaltado se Aster não dominasse a habilidade de contar bem uma história. Sucesso que passa pelo espectador disposto a embarcar numa viagem sem volta rumo ao inferno, pois uma vez que o diretor admite o sobrenatural na trama, ele pede para que a lógica seja desligada na hora em que tentamos ligar os pontos da trama. Claro que podemos entender o sobrenatural como o clímax sem esperança para a inevitável desestruturação de uma família traumatizada. Mas não ignore o que seus olhos finalmente estão vendo: as pistas estão todas em seus devidos lugares e ajuda muito fazer uma segunda sessão de “Hereditário”, um terror que se inspira mais no medo do desconhecido do que nos sustos fáceis. Por isso mesmo, jamais será um filme popular, mas tem tudo para figurar entre os grandes do gênero neste século, como um sucessor direto de clássicos como “O Bebê de Rosemary”, “O Exorcista”, “A Profecia” e “O Iluminado”.
Rebecca Ferguson negocia estrelar a continuação de O Iluminado
A atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) negocia se juntar ao escocês Ewan McGregor (“Trainspotting”) na adaptação de “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), que continua a trama do clássico “O Iluminado” no cinema. O papel de Ferguson não foi revelado, mas muito provavelmente se trata da vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de uma seita psíquica chamada Verdadeiro Nó (True Knot), que enfrenta na trama o personagem de McGregor. Ele interpreta a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. Stephen King escreveu “Doutor Sono” como sequência oficial do livro original e a obra venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., estúdio que levou às telas a mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos bonzinhos no segundo trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a maior curiosidade deste história de terror para menores é quem dá os sustos nas crianças: um time especializado em horrores sangrentos. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg – que fez “ET”, mas também “Poltergeist”. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio, que é feiticeiro. Antiga moradia de um bruxo maligno, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar quem que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 20 de setembro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Jessica Chastain se “transforma” para o começo das filmagens de It: Capítulo Dois
Jessica Chastain anunciou o início das filmagens da sequência de “It: A Coisa” com uma foto em seu Instagram (acima). A imagem que marca o primeiro dia no set “mixa” o rosto da atriz com o de Sophia Lilis, que interpretou Beverly Marsh no primeiro filme. Jessica vai viver a mesma personagem no segundo filme, passado 27 anos após os eventos iniciais. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. Intitulado “It: Capítulo Dois”, o novo filme tem estreia prevista para setembro de 2019.
Nicolas Cage busca vingança no trailer de Mandy
A RLJE Films divulgou o pôster e o trailer brutal de “Mandy”, um trash extremamente estilizado em que Nicolas Cage busca vingança. Mistura de “Mad Max” e “Massacre da Serra Elétrica”, a prévia traz Cage de machado e serra elétrica em punho para acertar as contas com uma gangue comandada por Linus Roache (série “Vikings”), responsável pelo rapto da personagem-título, vivida por Andrea Riseborough (“Oblivion”). O filme tem roteiro e direção de Panos Cosmatos (“Além do Arco-Iris Negro”), filho do célebre diretor de filmes de ação dos anos 1980 George P. Cosmatos (“Rambo II – A Missão”). Exibido no Festival de Sundance, encantou a crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para setembro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Jared Leto vai viver Morbius, vampiro dos quadrinhos do Homem-Aranha
O ator Jared Leto, que interpretou o Coringa em “Esquadrão Suicida”, vai viver outro vilão dos quadrinhos. E desta vez é da Marvel. Ele dará vida a Morbius, o vampiro vivo, no filme solo do personagem que integrará o universo cinematográfico do Homem-Aranha. Ele assinou com a Sony para estrelar a produção, que tem roteiro de Burk Sharpless e Matt Sazama (dupla do infame “Os Deuses do Egito”) e será dirigida pelo sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhará filme solo já em outubro O filme da Sony não é a primeira tentativa de transformar Morbius em filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos. Felizmente, a negociação não foi concluída. Na Sony, “Morbius” se juntará a “Venom” e a “Silver & Black”, que teve sua produção adiada, numa espécie de franquia secundária do Homem-Aranha.
Série de terror do diretor de Corra! define elenco com Elizabeth Debicki e Courtney B. Vance
A nova série de terror da HBO “Lovecraft Country”, com produção de Jordan Peele (diretor de “Corra!”), completou seu elenco. Os nomes são Jonathan Majors (“Hostis”), Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”), Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português), a trama se passa nos anos 1950 e gira em torno de Atticus Black (Majors), um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia (Smollett-Bell) e seu tio George (Vance) para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Peele é o principal responsável pelo projeto. Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação, buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green, criador da série “Underground”, a escrever os roteiros. Ainda não há previsão para a estreia.












