Trailer do próximo episódio de American Horror Story resgata as bruxas de Coven
O canal pago FX divulgou o trailer do segundo episódio da 8ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou o subtítulo de “Apocalypse”. E a prévia introduz o retorno das bruxas de “Coven”. Agora é esperar para ver como elas se encaixam na história, que começou com o fim do mundo e assumiu um tom mais debochado que os arcos anteriores. As principais bruxas da 3ª temporada vão voltar, encarnadas por suas intérpretes originais, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até cantora Stevie Nicks. A principal ausência é de Jessica Lange, que mesmo assim participará da trama, mas como sua personagem da 1ª temporada. “Apocalypse” vai marcar o encontro das bruxas de “Coven” com o anticristo que nasceu no final da 1ª temporada, “Murder House”. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) vive a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que cresceu para se tornar o anticristo. A próximo episódio, intitulado “The Morning After”, vai ao ar em 19 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, também é exibida no Brasil pelo canal pago FX.
American Horror Story registra sua pior audiência de estreia com 8ª temporada
A estreia da 8ª temporada de “American Horror Story”, denominada ‘Apocalypse’, aconteceu na última quarta-feira (12/9) nos Estados Unidos, sem mobilizar o público esperado. Mesmo com a expectativa despertada entre fãs da produção pelo crossover anunciado entre as tramas de “Murder House” (1ª temporada) e “Coven” (3ª), o episódio registou a pior audiência de início de temporada de toda a série. De acordo com os números de apuração divulgados pela consultoria Nielsen, o episódio inaugural foi visto por 3,08 milhões de pessoas ao vivo e registrou 1,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos. A temporada anterior, intitulada “Cult”, teve público de 3,93 milhões em sua estreia no ano passado. A série é exibida com um dia de diferença no Brasil, nas noites de quinta, pelo canal pago FX.
Cheio de clichês, A Freira é um terror que não assusta
O terror “A Freira” é o mais recente derivado da franquia “Invocação do Mal” (os outros são os filmes da “Annabelle”), mas o idealizador da franquia, James Wan, aparece aqui apenas como produtor, sem exercer muita influência na realização do longa. Wan tem um talento ímpar para o terror, investindo muito mais na tensão do que no susto (embora este sempre surja como uma forma alívio para a tensão). Mas mais do que isso, o diretor trabalha com protagonistas tridimensionais, estabelecendo uma ligação entre eles e o espectador (algo essencial para o gênero). Infelizmente, essas são qualidades que nenhum destes derivados conseguiu atingir. E “A Freira” não é diferente. Escrito por Gary Dauberman (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), o roteiro busca explorar a origem da figura demoníaca vista pela primeira vez em Invocação do Mal 2 – há, inclusive, algumas menções a Ed e Lorraine Warren. A trama se passa em 1952 e acompanha Burke (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”), um padre que trabalha investigando casos sobrenaturais à mando do Vaticano, e Irene (Taissa Farmiga, de “American Horror Story”), uma jovem noviça que costuma ter visões sobrenaturais. Os dois são enviados para uma abadia localizada numa região remota da Romênia para investigar o suicídio de uma freira. Chegando lá, eles contam com a ajuda de um guia, Frenchie (Jonas Bloquet, de “Elle”), que lhes fala sobre o medo dos moradores em relação àquele lugar e sobre como parece que a abadia serve para aprisionar algum tipo de mal em seu interior. Dauberman é um roteirista bastante limitado. Quando trabalha com outras pessoas é capaz de criar personagens tridimensionais e metáforas eficientes (como aconteceu em “It: A Coisa”). Mas quando escreve sozinho apela para situações inverossímeis e escolhas duvidosas. Isso fica claro quando descobrimos que a trama aqui envolve um portal para o inferno e o sangue de Cristo (literalmente). O roteirista também sacrifica a estrutura do texto em busca de entendimento rápido e raso: é o que acontece, por exemplo, quando vemos o flashback de um exorcismo realizado pelo padre, que culminou na morte de um garoto, somente para que este mesmo garoto apareça assombrando-o na cena seguinte. Já o fato de Irene ter visões sobrenaturais pouco importa para a história, a não ser quando tais visões servem para esmiuçar alguma informação importante – numa decisão narrativa um tanto preguiçosa. Aliás, Irene é a única personagem a ganhar algum tipo de desenvolvimento. Enquanto o padre Burke é mostrado como uma espécie de Indiana Jones a serviço da igreja, e Frenchie tenta a todo custo ser um alívio cômico, a jovem noviça ao menos esboça um conflito interior a respeito da obediência cega aos dogmas da Igreja. Não que isso seja bem explorado pelo filme, mas ao menos possibilita que se crie algumas tomadas visualmente interessantes: em determinado momento, vemos um círculo de freiras rezando, todas vestidas de preto, e a noviça está localizada no centro, com suas vestes brancas simbolizando, entre outras coisas, as visões distintas daquelas mulheres em relação à fé. Porém, a inexpressividade de Taissa Farmiga a impede de expressar todos os conflitos da sua personagem, cabendo ao roteiro explicitá-los por meio de diálogos expositivos. Baseando-se em um texto tão limitado, o diretor Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) faz o possível para dar ao seu filme uma identidade própria. A ambientação de época é um ponto que funciona a seu favor, com a arquitetura gótica do cenário remetendo às produções do estúdio Hammer, uma grande influência. Hardy também acerta ao tornar a Freira uma presença que habita a escuridão daquele lugar; ela é mais sentida do que vista. O problema é que ele não sabe trabalhar os protagonistas, que são separados em cômodos diferentes sem qualquer motivo aparente e passam a maior parte do tempo andando em círculos, procurando por assombrações em cantos escuros apenas para descobrirem que estas não estão mais lá. A repetição das mesmas estratégias para gerar tensão acaba gerando o efeito contrário. A ideia de mostrar a ameaça se aproximando das costas do personagem sem que este a perceba é repetida à exaustão, até o ponto em que o público consiga antecipá-las. Falta a Corin Hardy a originalidade para conceber situações inovadoras ou a criatividade para manipular os clichês a seu favor. Estas são algumas das qualidades que fazem os trabalhos de James Wan se descarem dentro do gênero. A ausência destes atributos iguala “A Freira” aos demais spin-offs deste universo. Ou seja, é um terror mediano, que se encontra a anos-luz do material que o originou.
Negan continua ameaçador em novo trailer de The Walking Dead
O canal pago AMC divulgou um novo trailer da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia em 7 de outubro. A prévia mostra a pacificação dos conflitos entre as comunidades sob o comando de Rick, mas enquanto as imagens mostram cenas harmoniosas, a narração feita por Negan (Jeffrey Dean Morgan) distorce os fatos. Para ele, os esforços de Rick “não são o futuro, mas um monumento para os mortos” e apenas preparam o mundo para a volta dele. “Você não está salvando o mundo, apenas o deixando pronto pra mim”, diz o vilão, que continua ameaçador, mesmo atrás das grades. A sinopse oficial explica o que vai acontecer no começo dos próximos capítulos: “Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, ele confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo. Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios. Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, caminhantes inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”.
The Wind: Terror passado no Velho Oeste ganha primeiro trailer
A Soapbox Films divulgou o pôster e o trailer de “The Wind”, terror passado numa fazenda do Velho Oeste. A prévia mostra como o isolamento e o vento constante parece enlouquecer uma mulher do local, e quando vizinhos se estabelecem na região, duvidam quando ela afirma que algo terrível espreita na escuridão. O filme marca a estreia na direção de Emma Tammi e é estrelado por Caitlin Gerard (“Sobrenatural: A Última Chave”) e Julia Goldani Telles, filha de mãe brasileira, nascida e criada em Los Angeles, que está atualmente em cartaz em outro terror, “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”. O elenco também inclui Ashley Zukerman (“Succession”), Dylan McTee (“Sweet/Vicious”) e Miles Anderson (“Doctors”). A première mundial aconteceu na segunda (10/9) na seção Midnight Madness do Festival de Toronto 2018 e ainda não há previsão de lançamento comercial.
A Freira faz mais de R$ 25 milhões e vira maior estreia de terror nos cinemas brasileiros
“A Freira” assustou o mercado ao levar 1,5 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros em seu fim de semana de estreia. Entre quinta-feira e domingo, a produção da Warner arrecadou R$ 25,6 milhões, de acordo com dados da consultoria comScore. Trata-se da maior bilheteria de estreia de um filme de terror no Brasil. “Annabelle”, por exemplo, faturou R$ 7,1 milhões na estreia em 2014, “Invocação do Mal 2” chegou a 14,7 milhões em 2016 e “It: A Coisa” rendeu R$ 17 milhões em seu lançamento no ano passado. “A Freira” foi um sucesso mundial, faturando US$ 131 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição — quase seis vezes o valor de seu orçamento, de US$ 22 milhões. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia nos Estados Unidos resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. De todo modo, o segundo filme mais assistido no Brasil foi outra produção da Warner: a animação “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, com 261 mil espectadores e renda de R$ 3,9 milhões em sua segunda semana em cartaz. Para completar o ranking, em seguida vieram mais duas estreias: a aventura “Alfa” e a comédia nacional “Crô em Família”, com públicos de 186 mil e 143 mil pessoas, respectivamente.
Zumbis de Z Nation aprendem a falar no teaser da 5ª temporada
O canal pago SyFy divulgou o teaser da 5ª temporada de “Z Nation”, que mostra uma nova evolução dos zumbis: eles agora falam. A prévia também revela a primeira participação da atriz Katy O’Brian, que figurou como um dos Salvadores prisioneiros em Hilltop na recente 8ª temporada de “The Walking Dead”. O’Brian vai interpretar Georgia (também conhecido como George) St. Clair, uma jovem heroína que não passava de uma caloura da faculdade há oito anos, durante o começo do surto zumbi. Desde então, ajudou a conduzir um grupo de colegas e professores para a Newmerica, onde se tornou uma líder política, tentando formar um novo país para sobreviver ao apocalipse. Bem diferente de “The Walking Dead”, “Z Nation” gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada há duas temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios era apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. A 5ª temporada estréia em 5 de outubro nos Estados Unidos.
Teaser revela data de estreia da 3ª temporada de Van Helsing
O canal pago SyFy divulgou um teaser da 3ª temporada da série apocalíptica de vampiros “Van Helsing”, para divulgar a data de estreia dos novos episódios. A prévia sanguinária tem ritmo de chacina e visual de clipe de heavy metal, mostrando Vanessa van Helsing (Kelly Overton, da série “True Blood”), sua irmã Scarlett Harker (Missy Peregrym, da série “Rookie Blue”) e aliados que costumavam ser vampiros lutando para escapar do extermínio. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Trezzo Mahoro (série “The Magicians”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Aleks Paunovic (série “iZombie”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”) e Jennifer Cheon (série “The Drive”). A série foi criada pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que retorna ao terror após ter cometido “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973). Com 13 episódios, a nova temporada chegará ao SyFy em 5 de outubro.
Trailer legendado de American Horror Story apresenta o caos e o apocalipse da nova temporada
O canal pago FX divulgou o trailer de “American Horror Story: Apocalypse”, a 8ª temporada da série de antologia de terror, que o fã-clube brasileiro legendou. A prévia justifica o título do novo arco dramático, mostrando caos nas ruas e um clima apocalíptico. Apesar de centrar-se em novos personagens, o vídeo também retoma velhos conhecidos da 1ª e 3ª temporadas, no primeiro crossover completo das tramas da produção. Para quem não lembra, “Murder House”, a história da 1ª temporada, terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que aparece de cabelos longos como o anticristo na nova história. Também são esperadas as voltas das bruxas de “Coven”, interpretadas por Sarah Paulson, Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks, além de Dylan McDermott da 1ª temporada e atores de outros arcos, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, sem esquecer a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série. “American Horror Story: Apocalypse” começa a ser exibida na quarta-feira (12/9) nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, onde também será transmitida pelo canal pago FX.
Personagens de The Walking Dead são retratados em 17 imagens individuais
O canal pago AMC divulgou 17 retratos dos personagens da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia em 7 de outubro. As imagens mostram apenas personagens já conhecidos. Além do núcleo central representado por Rick (Andrew Lincoln), Carol (Melissa McBride), Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Maggie (Lauren Cohan), há até novatos como Siddiq (Avi Nash), Alden (Callan McAuliffe) e Jadis (Pollyanna McIntosh). Curiosamente, Negan (Jeffrey Dean Morgan), Dwight (Austin Amelio) e Gregory (Xander Berkeley) foram esquecidos. Além destes, a série vai ganhar muitos personagens novos. Para começar, surgirão os Sussurradores, vilões que ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Por outro lado, Alexandria receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A sinopse oficial explica o que vai acontecer no começo dos próximos capítulos: “Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, ele confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo. Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios. Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, caminhantes inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”.
Com A Freira em destaque, programação de cinema está um horror nesta semana
A programação de cinema desta semana está um terror. Literalmente, no caso de “A Freira”, novo spin-off da franquia “Invocação do Mal”, que já vendeu 12 milhões de ingressos no Brasil. Maior lançamento desta quinta (6/9), o filme sobre a freira maligna de “Invocação do Mal 2” leva a 600 cinemas o mais fraco de todos os derivados do universo de terror do diretor James Wan, que assina a história com o roteirista dos filmes de “Annabelle”, Gary Dauberman. Nenhum deles está atrás das câmeras. A tarefa ficou para o diretor do insípito “A Maldição da Floresta”, Corin Hardy, cuja aposta na atmosfera gótica só reforça que a Freira é um monstrinho de “trem fantasma”, que salta das sombras para dar um susto e logo some sem importar nada, porque outros (filmes) virão em seguida. Tem 45% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Crô em Família” é outro horror. Equivocada do começo ao fim, a produção enche a comédia de convidados famosos para dar uma aparência LGBTQIA+ a algo que é totalmente incorreto nos dias de hoje: um ator heterossexual interpretando um gay caricato. E esta semana ainda serve a antítese de “Crô” no circuito limitado, “Marvin”. O filme francês de Anne Fontaine, com participação da grande Isabelle Huppert interpretando a si mesma, é repleto de boas intenções e chegou a receber o Leão Queer no Festival de Veneza do ano passado. Mas é basicamente um “Billy Elliot” (2000) fora do armário. O que se pode recomendar sem medo é um filme para crianças, “Alfa”, que conta, em tom de fábula e aventura, como um adolescente se torna responsável pela domesticação de um lobo na pré-história, dando origem ao que a evolução das espécies tratou de transformar no melhor amigo do homem. Bem feitinho, parece um filme da Disney, mas é uma produção da Sony com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por sinal, o outro filme da semana que parece ser da Disney, a animação “Wheely – Velozes e Divertidos”, não passa de uma imitação asiática da franquia “Carros”, com todos os problemas que decorrem de produtos falsos. De resto, vale comentar a sci-fi juvenil “Kin” por buscar se diferenciar pela ambientação e protagonistas negros, ainda que pareça vir do catálogo da Netflix. Este mesmo foco na periferia aparece no drama nacional “Vende-se esta Moto”, outra estreia bem-intencionada, que infelizmente é sabotada pela própria realização amadora. Faltou algo? Não, não vale a pena comentar a comédia italiana… Mas se tiver curiosidade, as sinopses e trailers de todos os lançamentos da semana nos cinemas podem ser conferidos abaixo. A Freira | EUA | Terror Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento num campo de batalha. Alfa | EUA | Aventura Após cair de um penhasco e se perder do seu grupo, o jovem Keda (Kodi Smit-McPhee) precisa sobreviver em meio a paisagens selvagens e encontrar o caminho de casa. Atacado por uma matilha, ele consegue ferir um dos lobos, mas decide não matar o animal. O jovem cuida dele e os dois começam uma relação de amizade. Kin | EUA | Aventura Um ex-condenado e seu irmão mais novo são forçados a fugir de um vingativo criminoso, agentes federais e uma série de soldados de outro mundo. A única proteção que eles possuem é uma arma de procedência misteriosa. Crô em Família | Brasil | Comédia Crodoalvo Valério, ou simplesmente Crô (Marcelo Serrado), é agora dono de uma badalada escola de etiqueta e finesse. Entretanto, apesar de toda a fama, ele se sente bastante carente e vulnerável por não ter amigos nem uma nova musa a quem dedicar a vida. É quando sua vida cruza com as de Orlando (Tonico Pereira) e Marinalva (Arlete Salles), que dizem ser seus pais, mas cujas intenções não parecem ser das melhores. Ele embarcará numa aventura para descobrir a sua verdadeira família. Wheely – Velozes e Divertidos | Malásia | Animação Wheely é um pequeno táxi que sonha em se tornar o rei da estrada. Para isso, ele precisará provar que é um verdadeiro herói enfrentando os carros de elite e o terrível caminhão de 18 rodas, que comanda o sindicato de carros de luxo da cidade. A Vida em Família | Itália | Comédia Na aldeia esquecida por Deus de Desperata, no sul da Itália, o prefeito Filippo Pisanelli tem certeza de que está na profissão errada. Para aliviar sua depressão, usa seu amor pela poesia para dar aulas a presos. Porém, um encontro dele e de outros companheiros com a arte mudará suas vidas completamente. Marvin | França | Drama Marvin está em fuga: primeiro de seu vilarejo, depois da família e, por último, da intolerância e rejeição as quais era exposto por tudo que faziam dele um rapaz ”diferente”. Ele descobre o teatro e aliados que vão permitir que sua história seja contada por ele mesmo. Vende-se esta Moto | Brasil | Drama Xéu e Lidiane terão um filho e para montar o enxoval ela exige que ele, que está desempregado, venda sua moto. O primo Cadu o ajuda a buscar um comprador, mas ainda nutre sentimentos profundos por Lidiane, sua ex-namorada.
Terror austríaco Boa Noite, Mamãe vai ganhar remake americano
Um dos terrores europeus mais premiados dos últimos anos, o austríaco “Boa Noite, Mamãe”, vai ganhar remake americano. O filme da dupla Severin Fiala e Veronika Franz foi uma das sensações do festival de cinema fantástico de Sitges em 2014, onde venceu o Grande Prêmio do Cinema Europeu. Seu reconhecimento, porém, foi além das fronteiras do gênero, rendendo o troféu da Academia de Cinema Europeu ao diretor de fotografia Martin Gschlacht. “Boa Noite, Mamãe!” também foi exibido no Festival de Veneza e emplacou na lista do National Board of Review como um dos cinco melhores filmes estrangeiros exibidos nos EUA em 2016, ano em que também foi escolhido pela Áustria como representante do país na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A trama registra a reação de estranhamento de dois irmãos gêmeos em uma casa nova e diante de uma mãe que não conseguem identificar, após ela passar por uma cirurgia plástica. A mulher mantém curativos sobre o rosto e se porta de modo estranho, ampliando o clima sinistro. A refilmagem estará a cargo do diretor Matt Sobel, que só tem um longa no currículo, o drama indie “Take Me to the River” (2015), inédito no Brasil. Ele também vai escrever o roteiro da adaptação em parceria com Kyle Warren, roteirista da série “Máquina Mortífera”. “Nosso objetivo será criar um pesadelo imersivo, com as sensações viscerais da história no centro do palco”, disse Sobel em comunicado. Ainda não há previsão para a estreia.
The Walking Dead ganha novo pôster e sinopse oficial da 9ª temporada
O canal pago AMC e a Fox divulgaram um novo pôster, em versão para os Estados Unidos e o Brasil, e a sinopse oficial da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia em 7 de outubro. A imagem do cartaz destaca Rick Grimes (Andrew Lincoln) em seu visual clássico, com o chapéu de xerife que Carl (Chandler Riggs) vinha usando, enquanto ao fundo seus fieis companheiros Carol (Melissa McBride), Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Maggie (Lauren Cohan) são cercados por um exército de zumbis. O destaque para o personagem também reforça que a temporada marcará sua despedida da série. Lincoln e a atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie, vão sair da atração nos próximos episódios. Em compensação, a série vai ganhar muitos personagens novos, na forma de um grupo de vilões terríveis, conhecidos como os Sussurradores, e de recém-chegados à Alexandria. Leia a íntegra da sinopse oficial: “Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo. Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios. Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, caminhantes inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”.










