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  • Série

    Stephen King elogia série A Maldição da Residência Hill no Twitter: “Quase um trabalho de gênio”

    21 de outubro de 2018 /

    Já viu “A Maldição da Residência Hill” na Netflix? O escritor Stephen King (“It: A Coisa”) encerrou recentemente a maratona da série e rasgou elogios no Twitter. “‘Haunting of Hill House’, revisado e remodelado por Mike Flanagan. Eu normalmente não me importo com esse tipo de revisionismo, mas isso é ótimo. Quase um trabalho de gênio, realmente. Eu acho que Shirley Jackson aprovaria, mas quem saberia com certeza?”, escreveu o mestre da literatura de terror. O elogio deve ter agradado Flanagan, que já adaptou uma obra de Stephen King anteriormente: “Jogo Perigoso” (2017), também disponibilizado pela Netflix. Por sinal, seu próximo trabalho é outra adaptação de King: “Doutor Sono”, a continuação do clássico “O Iluminado” (1980). Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming, embora haja farto material disponível sem legendas na Netflix americana. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão do cineasta Mike Flanagan, que também dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016), muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. O elenco inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Com 10 episódios, a série foi disponibilizada em 12 de outubro. THE HAUNTING OF HILL HOUSE, revised and remodeled by Mike Flanagan. I don't usually care for this kind of revisionism, but this is great. Close to a work of genius, really. I think Shirley Jackson would approve, but who knows for sure. — Stephen King (@StephenKing) October 17, 2018

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke divulga nova música arrepiante da trilha de Suspiria

    19 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, vocalista do Radiohead, compartilhou uma nova composição feita para a trilha sonora de “Suspiria”. Intitulada “Open Again”, a música volta a trazer os vocais do cantor, num clima psicodélico e arrepiante. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras três músicas anteriormente divulgadas.

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  • Filme

    A Maldição da Chorona: Novo terror produzido por James Wan ganha trailer legendado

    19 de outubro de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Chorona”, novo terror produzido por James Wan (diretor de “Invocação do Mal”). A trama é inspirada em uma popular figura fantasmagórica mexicana, conhecida como La Llorona. Reza a lenda que, quando em vida, a aparição afogou os próprios filhos e se matou logo depois. No filme, passado em Los Angeles durante os anos 1970, La Llorona passa a assombrar uma assistente social e seus filhos. Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”) protagoniza o filme, que tem direção do estreante Michael Chaves, nome em que James Wan apostou para dirigir “Invocação do Mal 3”. A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Escape Room: Trailer legendado de terror transforma mania de jogos de fuga em armadilhas de Jogos Mortais

    19 de outubro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster, sete fotos e o trailer legendado de “Escape Room”, que explora a mania de experiências imersivas de fuga, como o Escape Hotel em São Paulo. Na trama, um grupo de crianças recebe o bilhete dourado… não, outro filme. Um grupo de adultos recebe um convite para participar do jogo Escape Room e ser o primeiro a escapar, com direito a ganhar o prêmio de US$ 1 milhão. Ao chegarem lá, os desconhecidos descobrem que a brincadeira é séria, com ameaças reais e armadilhas mortais, e que o convite não foi parar em suas mãos de forma aleatória. A trama atualiza uma premissa clássica de Agatha Christie – “E Não Sobrou Nenhum”, também conhecida como “O Caso dos Dez Negrinhos” – , em que pessoas que não se conhecem vão para uma ilha para a leitura de um testamento milionário, ficam presas no local e começam a morrer até sobrar apenas uma. Mas em vez da ilha, o ambiente está mais para “O Cubo” e as mortes acontecem em armadilhas que evocam a agenda sádica de “Jogos Mortais”. O elenco destaca Deborah Ann Woll (a Karen Page de “Demolidor”), Logan Miller (“Com Amor, Simon”), Taylor Russell (a Judy da nova série “Perdidos no Espaço”), Nik Dodani (“Atypical”), Jay Ellis (“Insecure”) e Tyler Labine (“New Amsterdam”). Com direção de Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”) e roteiro de Bragi F. Schut (“Caça às Bruxas”) e Maria Melnik (série “American Gods”), o filme estreia em 7 de fevereiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atriz de Pretty Little Liars enfrenta cadáver possuído em trailer legendado de terror

    19 de outubro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Cadáver” (título original: The Possession of Hannah Grace), terror estrelado por Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Lies”). Optando por contar quase todo o filme, a prévia entrega vários sustos para resumir a história. Veja abaixo em versões legendada e dublada. A personagem de Mitchell, recém-saída da reabilitação, começa a trabalhar no turno da noite do necrotério de um hospital. E logo de cara fica sozinha com o cadáver contorcido de uma mulher que morreu durante uma tentativa de exorcismo. Ignorando o que aconteceu durante o ritual, ela passa a ser perseguida pela entidade que ainda possui aquele corpo. A premissa lembra o recente “A Autópsia” (2016), e por coincidência ambos os filmes têm diretores europeus fazendo suas estreias em inglês. No caso de “Cadáver”, o holandês Diederik Van Rooijen (do bom suspense “Daglicht”). O cadáver do título é vivido pela novata Kirby Johnson, mas o elenco de coadjuvantes traz alguns rostos conhecidos de séries, como Stana Katic (de “Castle”), Grey Damon (“Station 19”) e Louis Herthum (“Westworld”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    John Krasinski confirma que está escrevendo a continuação de Um Lugar Silencioso

    18 de outubro de 2018 /

    O ator, diretor e roteirista John Krasinski confirmou que está desenvolvendo a história da continuação de “Um Lugar Silencioso”, um dos melhores filmes de terror do ano, após relutar em reviver a experiência daquele filme. A continuação foi confirmada em abril pelo presidente da Paramount Pictures, Jim Gianopoulos, mas Krasinski afirma ter pedido para que o estúdio buscasse outras pessoas para a produção. Ele contou, durante uma palestra na noite de quarta (17/10), no Silver Screen Theatre em Los Angeles, que pretendia se afastar, porque via “Um Lugar Silencioso” como algo único: o único trabalho que ele compartilhou com a esposa, a atriz Emily Blunt. Mas os US$ 334 milhões arrecadados pelo longa fizeram com que a Paramount insistisse. “Então eu tive essa pequena ideia para a continuação e comentei com o produtor Andrew Form”, disse Krasinski. “E ele me disse para pensar sobre isso um pouco mais. E então eu pensei: ‘Isso pode realmente funcionar’. Foi assim que acabei me envolvendo de novo e estou escrevendo a sequência”. Ainda não há previsão de estreia para a continuação. Krasinski também está desenvolvendo uma ficção científica intitulada “Life on Mars” – como a famosa música de David Bowie – , que ele pretende dirigir.

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  • Filme

    Estreias: Filmes da conquista da Lua e do Planet Hemp são destaques da semana

    18 de outubro de 2018 /

    As principais estreias da semana são dois dramas que contam histórias reais, “O Primeiro Homem” e “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”. O drama americano volta a reunir o ator e o diretor de “La La Land” (2016). Ryan Gosling vive o personagem do título, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, numa reconstituição minuciosa da missão mais importante da NASA pelas mãos do cineasta Damien Chazelle. Recebido com fortes aplausos durante sua première mundial no Festival de Veneza 2018, “O Primeiro Homem” tem 88% de aprovação da crítica na média do site Rotten Tomatoes. O drama brasileiro, por sua vez, tem título composto com hífen, cinco palavras e nenhuma delas refere-se ao fato de que a trama conta a origem da banda Planet Hemp. A titulagem é um problema crônico no mercado cinematográfico nacional. Outro, mais grave, é a distribuição. Este longa, por exemplo, foi premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro há um ano, e só agora chega ao circuito comercial. Imaginem se seu tema não fosse popular. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé (que fizeram “Chocante”). E o resultado supera expectativas ao se concentrar na amizade entre o jovem Marcelo (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva), antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990. É uma história de sucesso, mas sem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Os demais lançamentos não tem a mesma qualidade, sendo versões genéricas de histórias manjadas. Dois são dirigidos por franceses e falados em inglês. Com título ainda mais longo que o da estreia nacional, “A Casa do Medo – Incidente em Ghostland” é um terror de casa mal-assombrada que decepciona quem conhece o diretor Pascal Laugier pelo brutal “Mártires” (2008). Já a “versão feminina” de “Desejo de Matar” (1974), “A Justiceira”, tem direção de Pierre Morel, do primeiro “Busca Implacável” (2008), e levou a atriz Jennifer Garner a decidir voltar para a televisão. O circuito limitado ainda inclui duas comédias igualmente já vistas. “Estás Me Matando Susana” é mais uma história de choque cultural de mexicano nos Estados Unidos, desta vez com Gael García Bernal (“Deserto”) em vez de Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), enquanto “O Poder de Diane” é a versão cinematográfica francesa da série “The New Normal” (2012–2013) com uma “Juno” (2007) adulta. E ainda há o documentário brasileiro semanal de tese acadêmica, sempre feito à base de depoimentos, como numa produção de TV Educativa. Confira abaixo todas as sinopses e veja os trailers das estreias da semana. O Primeiro Homem | EUA | Drama A vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong (Ryan Gosling) e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua. Os sacrifícios e custos de Neil e toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais. Legalize Já – Amizade Nunca Morre | Brasil | Drama Skunk (Ícaro Silva) é um jovemrevoltado com a opressão e o preconceito diário sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele literalmente esbarra em Marcelo (Renato Góes), um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp. A Casa do Medo – Incidente em Ghostland | França, Canadá | Terror Pauline acaba de herdar uma casa de sua tia e decide morar lá com suas duas filhas. Mas, logo na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com coisas estranhas. A Justiceira | Estados Unidos | Thriller Quando o marido e a filha são mortos a tiros diante de um parque de diversões, Riley (Jennifer Garner) acorda de um coma e passa os anos seguintes aprendendo a se tornar uma máquina de matar. No quinto aniversário da morte de sua família, ela tem como alvo todos os responsáveis: a gangue que cometeu o crime, os advogados que os libertaram e os policiais corruptos que permitiram que tudo acontecesse. Estás Me Matando Susana | México, Canadá | Comédia Eligio (Gael García Bernal) acorda em uma manhã e descobre que sua esposa Susana (Verónica Echegui) o deixou sem dizer uma palavra sobre seus motivos ou paradeiro. Ele decide embarcar em uma viagem da Cidade do México até uma universidade de Iowa, nos Estados Unidos, para lutar pela mulher que ama. Ao chegar, ela parece ter seguido em frente com sua vida, mas Eligio resolve usar seu charme para conquistá-la enquanto enfrenta as dificuldades de um lugar estrangeiro. O Poder de Diane | França | Comédia Diane (Clotilde Hesme) é uma jovem mulher perdida na vida. Entre uma festa e outra, ela decide servir como a barriga de aluguel para Thomas (Thomas Suire) e Jacques (Gregory Montel), um casal de amigos muito próximos. Durante a gestação, ela se muda para a casa dos avós no campo e conhece Fabrice (Fabrizio Rongione), um eletricista local. Enquanto ela se prepara para dar a luz, os dois iniciam um romance improvável. A Última Abolição | Brasil | Documentário Uma retrospetiva detalhada de um momento emblemático da história do Brasil, a abolição da escravidão, apresentado de uma outra perspectiva. Ao contrário do que foi pregado por livros didáticos e outras vertentes da história oficial por muito tempo, não foi meramente a assinatura da Princesa Isabel na Lei Áurea em 13 de maio de 1888 que libertou os escravos, e tampouco tal liberdade foi um presente ou um passo na direção da mitológica democracia racial.

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  • Filme

    Annabelle 3 será estrelado pelos protagonistas de Invocação do Mal

    16 de outubro de 2018 /

    Quatro meses depois de a Warner anunciar a história de “Annabelle 3”, a imprensa finalmente obteve a confirmação da participação do elenco da franquia “Invocação do Mal” na nova produção. Como foi revelado em julho, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme deve contar como a boneca foi parar com os Warren, retomando a trama do “Invocação do Mal” original de 2013. A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para interpretar a versão mais nova de Judy Warren. “Annabelle 3” vai mostrar a infância de Judy, quando ela e suas babás adolescentes são aterrorizadas pelo boneca diabólica. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova. Ou seja, é mais velha que Jerins quando ela estreou na franquia, em 2013. Precoce, McKenna Grace já tem 47 aparições em filmes e séries, aos 12 anos de idade. Este total inclui 14 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista. Ela continua na série, que foi resgatada pela Netflix, também está no elenco de “The Haunting of Hill House”, série de terror da Netflix, apareceu ainda em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, a criança Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya” e será vista como a jovem Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”. Durante a San Diego Comic-Con 2018, o produtor da franquia, James Wan, descreveu o terceiro filme da boneca como “‘Uma Noite no Museu’, mas aterrorizante”, já que Annabelle terá o poder de fazer com que outros objetos ganhem vida. Imagina-se que os objetos incluam os artefatos místicos guardados na “sala de troféus” de casos sobrenaturais dos Warren. O terceiro “Annabelle” marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores, além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A data prevista para a estreia é 3 de julho de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Audiência de The Walking Dead despenca para níveis da 1ª temporada

    16 de outubro de 2018 /

    A audiência de “The Walking Dead” não para de cair. Depois da estreia da 9ª temporada registrar perda de quase metade do público da temporada anterior, o segundo capítulo viu aumentar a debandada, visto por 4,9 milhões de pessoas ao vivo. A sintonia abaixo dos 5 milhões só tinha sido registrada duas vezes antes na trajetória da série, ambas na 1ª temporada. Para completar a má notícia, o público qualificado ficou pela primeira vez abaixo dos 2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), registrando 1,9 ponto. Os dois episódios com 4,7 milhões de telespectadores da 1ª temporada registraram 2,4 pontos. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A expectativa agora é ver se essa tendência se reverte ou acentua. Há fatos incontornáveis que vão determinar o aumento do interesse ou o desinteresse completo em relação ao desenvolvimento da série. Isto porque a produção vai perder dois protagonistas no arco atual. Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.

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  • Série

    BBC oficializa produção da série Drácula, desenvolvida pelos criadores de Sherlock

    16 de outubro de 2018 /

    A rede BBC e a Netflix se associaram para coproduzir uma série baseada em “Drácula”, desenvolvida pela dupla responsável por “Sherlock”, a aclamada atração que atualizou as histórias de Sherlock Holmes. Os roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat vão escrever todos os episódios e adotarão o mesmo formato de “Sherlock”. Ou seja, será uma temporada curta com episódios de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. “Sempre existiram histórias sobre o mal. O que é especial em Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói”, dissem Gatiss e Moffat no comunicado que oficializou a produção. A série mais recente de Drácula foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da dupla desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma adaptação da sci-fi “The Time Traveler’s Wife” como série para a HBO.

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  • Série

    A Maldição da Residência Hill: Veja vídeos da nova série de terror que a Netflix esqueceu de divulgar no Brasil

    14 de outubro de 2018 /

    Com excesso de oferta, a Netflix já enfrenta problemas para tornar seus produtos conhecidos. E isto tem gerado decisões precipitadas, como o cancelamento da série “Punho de Ferro”, mal divulgada em sua 2ª temporada. Lançada na sexta-feira (12/10), a série de terror “A Maldição da Residência Hill” é outro pouco caso. Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming. Mas o material original americano inclui também dois vídeos de bastidores, que podem ser assistidos abaixo sem legendas. Ignorados pela Netflix Brasil, os vídeos destacam o trabalho de direção e o elenco, que, assim como em “It: Capítulo Dois”, é representado por crianças e adultos em fases diferentes da história. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão da Netflix muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”).

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  • Filme

    Terror brasileiro Motorrad vai ganhar remake australiano

    12 de outubro de 2018 /

    O terror brasileiro “Motorrad” teve seus direitos adquiridos pelos produtores Scott Cornfield, Leanne Tonkes e Harriet Spalding, que planejam realizar um remake, passado na Austrália, com filmagens estimadas para 2020. O filme original tem direção de Vicente Amorim (“Corações Sujos”) e adapta uma história de Danilo Beyruth, colaborador da editora americana de quadrinhos Marvel. A trama acompanha um grupo de jovens que faz motocross numa trilha remota e desconhecida, e acaba entrando em território proibido, passando a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos. O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. A ironia do acordo é que “Motorrad” foi obviamente influenciado por, entre outros, “Mad Max”, um clássico australiano.

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke divulga nova música fantasmagórica da trilha de Suspiria

    12 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou a terceira faixa da trilha de “Suspiria”, sua estreia como compositor de cinema. Intitulada “Volk”, é a primeira das faixas completamente instrumental. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras duas músicas anteriormente divulgadas.

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