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    Contato Visceral: Terror com Armie Hammer e Dakota Johnson ganha primeiro trailer

    1 de outubro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Contato Visceral” (Wounds), novo terror do diretor Babak Anvari, vencedor do BAFTA (o Oscar britânico) de Melhor Estreia por “Sob a Sombra” (2016). A produção estrelada por Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”) parte da premissa de que mexer em celulares alheios nunca é uma boa ideia. Como a prévia mostra, pode conduzir a um mundo de horrores inimagináveis. Na trama, Hammer vive o dono de um bar de Nova Orleans acostumado a apartar inúmeras brigas que acontecem no seu estabelecimento. Uma noite, após uma confusão particularmente violenta envolvendo um grupo de adolescentes, ele encontra um celular esquecido por um deles. Ao tentar descobrir a identidade de seu dono, ele se depara com vários vídeos perturbadores e, a partir daí, sua vida muda drasticamente, com a contaminação de sua namorada (Johnson) por algo terrível. Depois de ser exibido nos festivais de Sundance e Cannes, o filme será lançado pela Hulu em 18 de outubro. Embora não tenha sido muito divulgado, ele chega na mesma data no Brasil pela Netflix, que já tinha distribuído “Sob a Sombra” no mercado internacional. Veja também abaixo oito fotos e dois posteres (da Hulu e da Netflix) do filme.

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    Light as a Feather: Trailer da volta da série revela que maldição não foi quebrada

    30 de setembro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da segunda parte da 2ª temporada da série de terror adolescente “Light as a Feather”. Criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”), a atração é baseada no best-seller homônimo de Zoe Aarsen e gira em torno de um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”. Cinco adolescentes que resolvem fazer a brincadeira sobrenatural se veem amaldiçoadas e começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. Os novos episódios retomam a história seguindo quem sobrou, para mostrar que a maldição não foi quebrada. Os sobreviventes que continuam na 2ª temporada são Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Brianne Tju (“Scream”), Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”) e Jordan Rodrigues (“The Fosters”). E o elenco ainda ganha os reforços de Katelyn Nacon (a Enid de “The Walking Dead”), Adriyan Rae (“Superfly”), Kira Kosarin (“Os Thundermans”), Froy Gutierrez (também de “Teen Wolf”), Alisa Allapach (“Kingdom”) e o youtuber Brent Rivera (“MrBrent98”). A estreia está marcada para sexta-feira (4/10) em streaming.

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  • Série

    The Walking Dead: Personagens ilustram 12 pôsteres e artes da 10ª temporada

    29 de setembro de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou 12 novos pôsteres e artes da 10ª temporada de “The Walking Dead”, que destacam alguns dos personagens principais da trama: Michonne (Danai Gurira), Carol (Melissa McBride), Daryl (Norman Reedus), Negan (Jeffrey Dean Morgan), Judith (Cailey Fleming), Alpha (Samantha Morton) e Beta (Ryan Hurst). Segundo a showrruner Angela Kang, a nova temporada vai adaptar de uma maneira “remixada” o icônico arco dos quadrinhos “A Guerra dos Sussurradores” (The Whisperer War). A 10ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear no próximo domingo (6/10), tanto nos EUA quanto no Brasil. A exibição nacional é feita pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2.

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    Midsommar subverte o gênero com terror florido e ensolarado

    29 de setembro de 2019 /

    Existem signos clássicos do cinema que são sinônimos de medo ou tensão: a lua cheia, a névoa, os gatos perdidos, as sombras difusas. Esqueça esses signos, pois o novo filme de Ari Aster, “Midsommar – O Mal Não Espera a Noite”, escolhe outros caminhos para uma viagem perturbadora, que leva o espectador a uma Suécia ensolarada e cheia de flores. O jovem cineasta americano ganhou renome com o excelente “Hereditário” (2018), que chafurdava no drama de uma família após uma grande tragédia. Esse mesmo clima de terror causado por uma tragédia sem medidas é o mote do prelúdio de seu novo filme, quando a história da protagonista Dani (Florence Pugh) arremessa o espectador em 10 minutos iniciais que poderiam ser por si só um filme de terror. Passada essa introdução, vemos Dani aceitando a proposta de viajar ao lado do namorado e de seus amigos rumo à Suécia, para a festa de solstício de uma comunidade mezzo hippie mezzo esquisitona. Jack Reynor (de “Sing Street”) dá vida ao namorado Christian, um estudante de antropologia, assim como seus amigos, interpretados por William Jackson Harper (da série “The Good Place”) e Will Poulter (de “Black Mirror: Bandersnatch”). Todos são levados a tal região através de Pelle (Vilhelm Blomgren), o colega sueco deles, que é um dos membros da comunidade local. Dani, nesse cenário, é uma espécie de intrusa na viagem, perdida em seus dramas pessoais e em suas lutas mentais. Já em solo sueco, o grupo passa por experimentações de bebidas, chás de cogumelos e outros psicotrópicos não-identificados, que de alguma forma mudam determinadas percepções deles. Esse é um dos pontos estranhos em meio a uma profusão de acontecimentos cada vez mais esquisitos e assustadores que irão acontecer, colocando os personagens em uma espiral surreal. Paramos por aqui, para que nenhum spoiler seja dado e você possa vivenciar essas surpresas. “Midsommar” é, essencialmente, um filme de terror, pelo simples fato de que é aterrorizante: nos deixa sem ar, nervosos, querendo entrar na tela e fazer algo. Por outro lado, ele não tem nada do que os teóricos postulariam como um filme de terror: não há sustos, não há monstros, não há sombras. Temos flores, campos abertos e um sol que nunca se põe. Temos pessoas sorridentes em túnicas brancas, vacas a pastar bucolicamente e casinhas de madeira ao melhor estilo sueco. O que Ari Aster faz é desconstruir o que temos pré-concebido como horror, como assustador; mais que isso, ele nos coloca em um universo onde qualquer coisa pode ser assustadora. O diretor modifica as perspectivas e apresenta um cenário em que o sol constante, os campos floridos e o bucolismo se tornam um temor por si só. Podem não haver sustos, mas também praticamente não há respiros no filme. Há cenas esparsas em que pessoas riem na sala de cinema, mesmo assim, a sensação natural durante todo o filme é de completo aprisionamento, de tensão irrestrita, de atenção constante, de quem teme o desconhecido. Todo esse clima do filme tem muito a ver com seu ritmo lento e compassado, bem como com a qualidade da trilha sonora. Se em “Hereditário” Aster contava com o genial Colin Stetson, aqui ele trabalha com The Haxan Cloak (que assina como Bobby Krlic) na criação de uma ambiência que é aterrorizante. Há peças musicais que vão desde o erudito até a música ambiente, passando também por ritmos típicos da Suécia. Há em “Midsommar” alguns signos e determinadas escolhas que começam a delinear uma estética especifica do diretor: cenas de violência extremamente gráficas em momentos muito pontuais do filme, o fogo, os rituais pagões, a experiência de situações traumáticas, a tragédia como propulsor da loucura – todos temas que também já haviam sido suscitados em “Hereditário”. Há um universo de exploração do diretor, que usa o terror e o medo como uma forma de observar as nossas reações perante o mundo. Dani, a protagonista, precisa enfrentar o vida em sociedade após uma experiência traumática e precisa lidar com tudo isso engendrada em um relacionamento amoroso completamente fracassado. Ari Aster cria assim um filme de expurgo, isto é, de auto-descoberta dos nossos medos, das nossas tensões, dos nossos monstros internos, tudo isso praticamente em “praça pública”, à luz do sol. A grande jornada de Dani foi inspirada em experiências reais do diretor, inclusive pelo término de um de seus namoros. A realidade é reinterpretada de forma quase surrealista por Aster, em um filme que constrói cenas perturbadoras e marcantes, ao lado de outras que podem ser considerados alguns dos takes mais lindos do ano – a cena de Dani vestida de flores a chorar em meio a um cenário caótico é incrivelmente genial! “Midsommar”, no final das contas, é um filme de gênero que implode o próprio gênero e busca novas lógicas, novas construções e, por isso mesmo, soa estranho, diferente, mas não menos assustador. É daquele tipo de filme que funciona como uma experiência na sala de cinema: é desconfortável, incômodo, mas instigante. Ari Aster cria um grande filme sobre as tensões que permeiam o universo da individualidade versus o coletivo, bem como as tensões causadas por esse embate. “Midsommar” é como um tour de force pela mente humana, que nos causa medo pelo fato de que o terror está muito mais em nós do que em qualquer outro subterfúgio. É filmaço dos bons, mesmo assim fica o aviso: veja por sua conta em risco!

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    Capítulo Dois de It não repete os acertos do primeiro filme

    29 de setembro de 2019 /

    “It: Capítulo Dois” não se desconecta do original. Neste sentido, é meio como “De Volta para o Futuro II”. A diferença é que Robert Zemeckis e Steven Spielberg se deram bem graças à liberdade proporcionada por um roteiro original, enquanto Andy Muschietti se deu mal por respeitar o livro de Stephen King. E olha que “It: Capítulo Dois” repete várias vezes a dica: “o final é ruim!” A fala está realmente no filme. Um dos personagens do filme anterior se torna escritor na vida adulta, como Stephen King. Em sua primeira cena, ele está nas filmagens da adaptação de uma de suas obras e descobre que o final será mudado para a versão de cinema. Ele fica irritado com a decisão do diretor, interpretado pelo lendário cineasta Peter Bogdanovich, de “A Última Sessão de Cinema”. Mas o comandante do filme peita o autor e diz em sua cara que o final original é ruim e ele precisa ser alterado para o filme. Bom, conhecendo a conclusão e a metade final (mais fraca) de “It”, o livro, acreditei nesta cena que a fala de Bogdanovich era a voz do diretor verdadeiro do longa, Andy Muschietti, avisando aos fãs mais radicais que viria mudança por aí para o bem de seu próprio filme. Ledo engano! Ficou somente como uma piada interna em relação ao que se costuma dizer sobre os finais de Stephen King, que cria ótimas histórias de terror, mas geralmente não sabe muito bem como terminá-las. Mas, no fundo, não é uma piada. É fato. King pode espernear sobre a versão de Stanley Kubrick para “O Iluminado”, mas ainda bem que o cineasta ignorou seus chiliques e entregou um clássico do cinema com sua cara. Então, por mais que Muschietti mude uma coisa ou outra, o destino está lá. E, gente, depois de um primeiro filme delicioso, em que Pennywise, o palhaço dançarino, virou um Freddy Krueger dessa nova geração, somos apresentados no “Capítulo Dois” a rituais indígenas, seres cósmicos e uma aranha gigante. Ainda bem que Muschietti deixou de fora a tal tartaruga que enfrenta o palhaço no livro. Pelo menos, se o primeiro “It” introduzisse algumas dessas ideias, o choque não teria sido tão brusco. Outro mistério é como “It: Capítulo Dois” tem muito menos para contar sobre o mistério, em relação ao primeiro, mas ainda assim consegue ser meia hora mais longo que o original. Pior: passa a sensação de ter cerca de uma hora a mais de tão arrastado e modorrento. E se Bill Skarsgard recebeu merecidos elogios pela sua caracterização de Pennywise no longa anterior, dispensando comparações com o palhaço icônico de Tim Curry na minissérie dos anos 1980, em “Capítulo Dois” ele quase some. Isso porque Pennywise está preocupado em devorar criancinhas e, como sabemos, o Clube dos Otários cresceu. A trama agora acontece 27 anos depois. O que resta? Adultos reunidos tentando relembrar a infância e seus pesadelos antes do confronto final com Pennywise. E é isso que leva um bom tempo. Andy Muschietti poderia ter polido mais o roteiro de Gary Dauberman, que se atém demais ao livro original. Fica clara a falta que fazem Cary Joji Fukunaga e Chase Palmer, que assinaram o roteiro do “Capítulo Um”, finalizado por Dauberman, e limaram do filme anterior aquela sensação prolixa de adaptações de obras famosas que não podem mudar muito para desagradar o autor e os fãs. Além disso, há um problema de desenvolvimento de personagens que precisava ser alterado, pois não faz mais sentido nos dias atuais. Todos os garotos cresceram ricos, exceto o único negro da história. Lamentável. De terror, também quase não há nada. O primeiro “It” é um filme do gênero para crianças. Uma das principais críticas ao longa de 2017 é que ele não assusta muito. Ainda assim, deixa crianças impressionadas com Pennywise. Já “It: Capítulo Dois”, com os personagens crescidos, tinha a obrigação de explorar o medo de adultos – como perda ou morte. Mas esses medos “invisíveis” mal são tocados, porque o mais importante da trama parece ser relembrar o “Capítulo Um” à exaustão. Nem é preciso rever o anterior para embarcar no “Dois”, porque a história faz questão de repassar tudinho. Até a trama terminar a la “O Hobbit” para jogar qualquer intenção de horror na lata do lixo. De qualquer forma, a produção acerta na escolha do elenco adulto, o que livra o filme de ser considerado medíocre. Consagrados como Jessica Chastain e James McAvoy deixaram vaidades de lado para viverem a continuação como se fosse o filme de suas vidas, mas quem se destaca mesmo são Bill Hader como Richie e Jason Ransone como Eddie. Fantásticos! Também é um acerto a opção pela nostalgia, da sensação de lembrar boas e más experiências da infância, como as merdas feitas pelos pais, que deixaram sequelas, amizades que nunca mais vimos ou amores que ficaram no passado. No entanto, não funcionou a opção de ilustrar algumas memórias da infância com participação do elenco infantil do primeiro longa, afinal os garotos estão dois anos mais velhos e a maquiagem digital para deixá-los com carinha de 2017 não deu tão certo. Como a Marvel entregou melhor esse trabalho digital de rejuvenescer atores, parece que esse processo foi feito às pressas (ou com menor orçamento) em “It: Capítulo Dois”. Será que não poderiam simplesmente mostrar os meninos dois anos mais velhos?

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    John Krasinski anuncia final das filmagens de Um Lugar Silencioso 2 e data de estreia

    25 de setembro de 2019 /

    O diretor John Krasinski anunciou nas redes sociais o final das filmagens da continuação de “Um Lugar Silencioso”. A notícia foi compartilhada com uma foto do set, em que ele aparece andando numa ponte de mãos dadas com a atriz Emily Blunt, que estrela o filme e sua vida – os dois são casados. Além de avisar que as gravações acabaram, Krasinski informou que o longa estreia nos cinemas no dia 20 de março. A notícia repercutiu imediatamente no Twitter, onde Chris Evans (o Capitão América) se mostrou ansioso para ver o longo. “Mal posso esperar”, disse o ator. As filmagens de “Um Lugar Silencioso – Parte II” começaram em julho e duraram um pouco mais de dois meses. Ainda não há detalhes sobre a história da sequência, que trará Krasinski de volta como diretor e roteirista, mas não como ator porque… spoiler, seu personagem morreu na trama. Em compensação, sua esposa Emily Blunt e os atores mirins Noah Jupe e Millicent Simmonds retornam ao elenco, que terá também participações de Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos num mundo pós-apocalíptico, criado pelo ataque em massa de monstros desconhecidos, que reagem ao menor barulho. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. Ver essa foto no Instagram Well… that’s a wrap on #PartII See you on March 20th! Uma publicação compartilhada por John Krasinski (@johnkrasinski) em 25 de Set, 2019 às 9:19 PDT Can’t wait!! https://t.co/lIGpjpwb7K — Chris Evans (@ChrisEvans) September 25, 2019

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    O Juízo: Terror que junta a família de Fernanda Montenegro ganha primeiro trailer

    24 de setembro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou três fotos oficiais, o pôster e o trailer do filme “O Juízo”, terror escrito por Fernanda Torres (“Os Normais”) e estrelado por sua mãe, Fernanda Montenegro (“A Vida Invisível”). A direção também é por conta da família, assinada por Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), marido e genro das Fernandas. Para completar, o elenco inclui Joaquim Torres Waddington, filho do casal responsável pela produção e neto de Montenegro, que estreia como ator aos 16 anos. O longa narra a história de um acerto de contas que leva 200 anos para se concretizar. Um conflito sobrenatural que remonta ao tempo da escravidão. O elenco também inclui Felipe Camargo (“Ponte Aérea”), Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), Carol Castro (“Um Suburbano Sortudo”), Fernando Eiras (“Nise: O Coração da Loucura”), Kênia Bárbara (“3%”) e o rapper Criolo (“Jonas”). “O Juízo” conta a história de Augusto Menezes (Felipe Camargo) que está em crise no casamento com Tereza (Carol Castro). Na esperança de colocar sua vida nos eixos, depois de perder o emprego na cidade e sofrer com o alcoolismo, decide mudar-se com a mulher e o filho Marinho (Joaquim Torres Waddington) para uma fazenda herdada do avô. Mas a propriedade carrega uma história de traição e vingança que pode custar mais caro a Augusto e sua família do que ele imaginava. No longa, Criolo e Kênia Bárbara vivem Couraça e Ana, escravos determinados a se vingar dos antepassados de Augusto, que os traíram no passado. Fernanda Montenegro interpreta a espírita Marta Amarantes e Fernando Eiras, o psiquiatra Doutor Lauro, enquanto Lima Duarte vive um joalheiro chamado Costa Breves. Rodado numa fazenda na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais, o filme tem estreia marcada para o dia 12 de dezembro.

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    Sid Haig (1939 – 2019)

    23 de setembro de 2019 /

    O ator Sid Haig, lenda do cinema B americano, morreu no sábado (21/9), aos 80 anos. A morte foi anunciada por sua esposa, Susan L. Oberg, no Instagram: “Isto veio como um choque para todos nós. Como família, nós pedimos privacidade e tempo para que nosso luto seja respeitado”. Segundo a Variety, Haig faleceu de uma infecção pulmonar, após complicações respiratórias causadas por uma queda, sofrida semanas atrás. A vasta filmografia do ator tem quase 150 títulos, a maioria de temática violenta. Mas antes de encarar as telas, ele tentou a música. Na adolescência, foi baterista da banda T-Birds e chegou a gravar um hit, “Full House”, que atingiu o 4º lugar na parada de sucessos em 1958. Graças a essa experiência, conseguiu um de seus primeiros papéis no cinema, aparecendo como baterista dos Righteous Brothers no filme “Farra Musical” (1965). A tendência de viver monstros, psicopatas, assassinos e degenerados teve início no mesmo ano num episódio da sitcom “The Lucy Show”, de Lucille Ball, em que encarnou uma múmia. Mas foi por diversão, assim como sua passagem pelos quadrinhos, como capanga do Rei Tut (Victor Buono) na série clássica “Batman” (em 1966), e pela sci-fi, como alienígena na 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” (em 1967). Os primeiros papéis aproveitavam-se de seu visual exótico. Descendente de armênios, ele tinha um ar de estrangeiro perigoso. Ao decidir raspar a cabeça, também adquiriu uma aparência demente. Mas sua transformação definitiva em astro de filmes sanguinários se deu pelas mãos do cineasta Jack Hill. O primeiríssimo trabalho de Haig como ator foi num curta universitário de Hill, feito em 1960 como parte do currículo da UCLA. Assim, quando conseguiu financiamento do rei dos filmes B, Roger Corman, o diretor o convocou para participar de seu primeiro longa oficial, “O Rastro do Vampiro” (1966), cujo título original era mais explícito em relação ao tom da produção – “Blood Bath”, literalmente “banho de sangue”. De todo modo, foi o filme seguinte de Hill, “Spider Baby” (1967), que transformou ambos, diretor e ator, em ícones do cinema B americano. Lançado sem fanfarra, “Spider Baby” saiu da obscuridade para se tornar um dos filmes mais cultuados dos anos 1960, ao ser redescoberto pelas novas gerações. A história girava em torno do personagem vivido pelo veterano astro de terror Lon Chaney (“O Lobisomem”), um cuidador de três irmãos mentalmente perturbados, que tenta proteger os jovens de primos gananciosos. De olho na velha mansão da família em que eles vivem, os parentes resolvem trazer advogados para despejá-los da propriedade. Mas a situação sai do controle, com violência generalizada, culminando na explosão da residência por parte do cuidador, numa mistura de ato de desespero, misericórdia e suicídio. Haig viveu o único irmão homem, incapaz de falar, mas capaz de atos terríveis, como o estupro de sua prima. Ator e diretor continuaram a pareceria em outros gêneros de filmes B, como o cultuado filme de prisão feminina “As Condenadas da Prisão do Inferno” (1971) e dois dos maiores clássicos da era blaxploitation “Coffy: Em Busca da Vingança” (1973) e “Foxy Brown” (1974), todos estrelados por Pam Grier. Essa conexão, por sinal, fez com que Haig fosse lembrado por Quentin Tarantino em sua homenagem ao gênero, “Jackie Brown” (1997), protagonizado pela mesma atriz. Sem abandonar violência, Haig também apareceu em clássicos do cinemão classe A, como “À Queima-Roupa” (1967), de John Boorman, “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), de Guy Hamilton, “O Imperador do Norte” (1973), de Robert Aldritch, e até “THX 1138” (1971), primeira sci-fi de um jovem visionário chamado George Lucas (sim, o criador de “Star Wars”). Mas as produções que costumavam escalá-lo com frequência eram mesmo de baixo orçamento, e elas entraram em crise com o fim das sessões duplas noturnas e dos drive-ins na metade final dos anos 1970. Por conta disso, o ator passou boa parte desse período fazendo séries. Chegou a viver nove vilões diferentes em “Missão Impossível”, quatro em “Duro na Queda”, três em “A Ilha da Fantasia”, dois em “MacGyver”, além de enfrentar “As Panteras”, “Police Woman”, “Buck Rogers”, “Os Gatões”, “Esquadrão Classe A”, “O Casal 20″m etc. Ele anunciou oficialmente sua aposentadoria em 1992, dizendo-se cansado de viver sempre o vilão que morria no episódio da semana. Assim, quando Tarantino o procurou para viver Marcellus Wallace em “Pulp Fiction” (1994), ele se recusou. O papel acabou consagrando Ving Rhames. Mas Tarantino não desistiu de tirar Haig da aposentadoria. Ele escreveu o personagem do juiz de “Jackie Brown” pensando especificamente no ator. E ao insistir foi bem-sucedido em convencê-lo a atuar novamente. Após aparecer em “Jackie Brown”, Haig foi convidado a participar de um clipe do roqueiro Rob Zombie, “Feel So Numb” (2001). E a colaboração deu início a uma nova fase na carreira de ambos. Zombie resolveu virar diretor de cinema e escalou Haig em seu papel mais lembrado, como o Capitão Spaulding, guia turístico de “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), filme francamente inspirado em “Spider Baby”, entre outras referências de terror ultraviolento. O nome Capitão Spaulding também era citação a outro personagem famoso, o grande contador de “lorotas” vivido por Groucho Marx na célebre comédia “Os Galhofeiros” (1930). Spaulding voltou a matar, acompanhado por seus parentes dementes, na continuação “Rejeitados pelo Diabo” (2005), melhor filme da carreira de Rob Zombie. E Haig seguiu participando dos filmes do roqueiro cineasta, como “Halloween: O Início” (2007), “The Haunted World of El Superbeasto” (2009) e “As Senhoras de Salem” (2012). Ele ainda trabalhou em “Kill Bill: Volume 2” (2004), de Tarantino, no cultuado western de terror “Rastro de Maldade” (2015), de S. Craig Zahler, e em dezenas de títulos de horror lançados diretamente em vídeo na fase final de sua carreira. Para completar sua prodigiosa filmografia, vai se despedir das telas com o personagem que mais viveu, retomando o Capitão Spaulding em “Os 3 Infernais”, final da trilogia de Rob Zombie, que tem estreia prevista para outubro.

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  • Filme

    O Massacre da Serra Elétrica vai ganhar novo filme do diretor de O Homem das Trevas

    21 de setembro de 2019 /

    “O Massacre da Serra Elétrica” vai ganhar mais uma continuação. Os direitos do filme original de 1974 foram revertidos para o co-roteirista do longa, Kim Henkel, que negociou com a Legendary para dar continuidade à franquia. A sequência será produzida pelo cineasta uruguaio Fede Álvarez, que já dirigiu um reboot/sequência de terror clássico, “A Morte do Demônio”, em 2013, além de “O Homem das Trevas” (2016) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018). O acordo não garante que ele também vai dirigir o longa. Com direção do falecido Tobe Hooper, “O Massacre da Serra Elétrica” original acompanhava um grupo de jovens que, ao viajar ao Texas, acabava na propriedade de parentes canibais, sendo caçados por um maluco que matava com serra elétrica e usava pedaços de suas vítimas como máscara. O próprio Hopper assinou a primeira sequência, simplesmente chamado de “O Massacre da Serra Elétrica 2”, em 1986. E vários outros filmes se seguiram, entre eles um remake, um prólogo e até alguns que se apresentaram como continuações diretas do primeiro longa. Até Henkel dirigiu uma dessas sequências, “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno” (1994), transformando o filme numa continuação oficial – e pior exemplar da franquia. Portanto, não é surpresa que o novo projeto prometa ignorar as outras continuações para retomar a trama a partir da história original. Embora não seja novidade, a ideia tem uma justificativa recente: o sucesso de “Halloween”, que ignorou décadas de continuações para emendar sua trama diretamente no primeiro filme. O novo “Massacre” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Trailer legendado do remake de Noite de Terror estrega reviravoltas e revela quem é o assassino

    20 de setembro de 2019 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado do remake de “Noite de Terror” (Black Christmas). E não é pra ver, porque é spoiler do começo ao fim. O vídeo entrega as principais mortes e reviravoltas da trama, inclusive que é (são) o(s) assassino(s) e provavelmente até o desfecho. Impressionante. Esta já é a terceira filmagem de “Black Christmas”, sinalizando que a fase dos remakes começa a ser substituída por uma nova etapa: os remakes dos remakes. Apesar disso, a história é completamente diferente das versões anteriores. A produção canadense original de 1974, dirigida por Bob Clark (que depois fez “Porky’s”), foi precursora do slasher, subgênero dos psicopatas mascarados que atacam adolescentes, quatro anos antes de “Halloween” (1978) e seis antes de “Sexta-Feira 13” (1980). A trama acompanhava um grupo de amigas de faculdade (entre elas Margot Kidder, a futura Lois Lane de “Superman: O Filme”) que é atacada em sua irmandade por um assassino misterioso. Após vários telefonemas anônimos e o desaparecimento de uma das garotas, elas acionam a polícia, que só começa a se preocupar com o caso quando um cadáver é encontrado perto da casa. Logo, um assassino começa a matar uma por uma. O detalhe é que a identidade do criminoso nunca é revelada e ele escapa impune. Na segunda versão, intitulada “Natal Negro” no Brasil, os assassinos eram dois irmãos dementes, que morrem nas mãos da “final girl”. Com produção da Blumhouse, que também foi responsável pelo terceiro “Halloween”, a nova filmagem parece seguir a premissa da série “Screem Queens”, com vários assassinos e o envolvimento de uma fraternidade de estudantes masculinos. Além disso, há um viés feminista mais evidente de guerra dos sexos. O elenco é liderado pela atriz Imogen Poots (“Sala Verde”) e inclui alguns atores conhecidos de séries, como Aleyse Shannon (“Charmed”), Brittany O’Grady (“Star”), Lily Donoghue (“Jane the Virgin”), Caleb Eberhardt (“The Deuce”), Brittany O’Grady (“Star”), Simon Mead (“Golden Boy”) e Cary Elwes (“Stranger Things”). A direção está cargo de Sophia Takal, premiada por seu terror independente de estreia, “Always Shine” (2016), que tem 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 12 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Campo do Medo: Terror baseado em livro de Stephen King ganha trailer legendado

    17 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Campo do Medo” (In The Tall Grass), filme baseado no livro homônimo escrito por Stephen King e seu filho Joe Hill. A prévia é bastante tensa e explora a premissa da historia. Ela mostra dois irmãos que, surpreendidos por pedidos de socorro de um garotinho, acabam entrando no meio de um matagal para salvá-lo e não conseguem mais sair de lá. Logo, eles descobrem que outras pessoas também estão perdidas naquele lugar. A adaptação tem roteiro e direção de Vincenzo Natali, diretor de clássicos do terror como “O Cubo” (1997) e “Splice – A Nova Espécie” (2009), que ultimamente vinha fazendo apenas séries. O elenco da produção inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Rachel Wilson (“Impulse”), Will Buie Jr. (“Bunk’d”), Laysla de Oliveira (“American Girl: Uma Aventura no Brasil”) e Harrison Gilbertson (“Não Olhe”). A estreia está marcada para o dia 4 de outubro em streaming.

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    Maria e João: O Conto das Bruxas ganha trailer legendado com atriz de It: A Coisa

    17 de setembro de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Maria e João: O Conto das Bruxas” (Gretel & Hansel), versão de terror para o conto de fadas clássico dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 20 de fevereiro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Castle Rock: Trailer da 2ª temporada destaca vilã do terror Louca Obsessão

    15 de setembro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada de “Castle Rock”. A série inspirada no universo de terror do escritor Stephen King tem formato de antologia e contará uma nova história em seu segundo ano. A prévia apresenta uma das tramas centrais, ao destacar a personagem Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990), que ganha vida em interpretação de Lizzy Caplan (“Masters of Sex”). Na série, a enfermeira desequilibrada e obcecada por romances de mistério tem uma filha adolescente, Joy (Elsie Fisher, de “Oitava Série”), que, criada de forma reclusa, começa a questionar a sanidade mental da mãe. O vídeo também enfatiza a participação de Tim Robbins, ator conhecido pelos fãs das adaptações dos livros do escritor pelo papel de Andy Dufresne em “Um Sonho de Liberdade” (1994), uma das obras mais celebradas da filmografia de King. Vale lembrar que a 1ª temporada contou com Sissy Spacek, intérprete original de “Carrie, a Estranha” (1976), e Bill Skarsgård, o palhaço Pennywise de “It: A Coisa” (2017). A presença de Robbins reforça o tom de homenagem da produção. O papel do ator é Reginald “Pop” Merrill, patriarca de uma família criminosa da cidade de Castle Rock, e tio de John “Ace” Merrill, vivido por Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”). E esta é outra referência ao universo de King. “Ace” é um dos personagens de “Conta Comigo”, filme de 1986 (adaptado do conto “O Corpo”, de King). Ele era o delinquente que confrontava as crianças da história – interpretado no longa por Kiefer Sutherland. Com o tio morrendo de câncer, “Ace” está prestes a assumir o império criminoso da família. Seu temperamento explosivo, no entanto, ameaça a frágil paz que os Merrill forjaram com os criminosos da cidade vizinha, Jerusalem’s Lot. A cidade vizinha é, claro, mais uma citação. Jerusalem’s Lot é mais conhecida pelo nome abreviado de Salem’s Lot, título de outro livro de King que também virou filme, traduzido no Brasil como “Os Vampiros de Salem” (1979). O elenco também vai contar com Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) e Matthew Alan (“13 Reasons Why”). Com roteiros de Sam Shaw e Dustin Thomason, criadores da série, a 2ª temporada estreia em 23 de outubro.

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