Stephen Amell vira Flash e Grant Gustin é o Arqueiro Verde no pôster do crossover Elseworlds
A rede The CW divulgou o pôster do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. E a imagem dá sentido ao título da história, “Elseworlds”. Ela mostra uma troca de identidades, com o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vestido como Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, no traje do Arqueiro Verde. O título Elseworlds é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já está adaptando uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, especialmente Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o novo crossover vai seguir essa deixa para eliminar os universos alternativos ou aumentá-los ainda mais, já que também vai introduzir Batwoman, que deverá ganhar uma série própria após sua aparição. Sem esquecer que Superman estará com seu uniforme preto na produção, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Foto revela Superman com uniforme preto no crossover de Arrow, Flash e Supergirl
O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, postou em seu Twitter um novo spoiler do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Após ter divulgado imagens e curiosidades menos reveladoras da produção, ele divulgou uma foto do ator Tyler Hoechlin com o uniforme de Superman, acompanhado pelo próprio Amell e Grant Gustin, intérprete do Flash. O detalhe é a cor do uniforme do herói: preta. O traje preto foi introduzido na famosa história da volta de Superman após sua “morte” nas mãos de Apocalypse, nos anos 1990. O herói deveria usar esse uniforme no filme “Liga da Justiça”, após sua suposta morte nas mãos do mesmo vilão (que ocorreu no cinema em “Batman vs. Superman”). Mas os planos foram descartados com o afastamento do diretor Zack Snyder. Agora, o uniforme finalmente aparece numa produção com atores, nas séries do canal americano CW. Para deixar os fãs ainda mais desnorteados, o crossover ganhou o título de “Elseworlds”, o mesmo de um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. Ou seja, o Superman de uniforme preto pode não fazer parte do mesmo universo de Supergirl, onde o ator Tyler Hoechlin já apareceu usando seu traje clássico. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o uniforme preto de Superman alude à mortes na produção do crossover, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Ator de Lost viverá psiquiatra do Asilo Arkham no crossover de Arrow, The Flash e Supergirl
O crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” vai levar os super-heróis da rede CW para Gotham City. É o que revela a descrição de um novo personagem. O ator Jeremy Davies (de “Lost”, “Justified” e “Sleepy Hollow”) se juntou ao elenco no papel de John Deegan, um psiquiatra no Asilo Asylum, onde os criminosos insanos de Gotham são trancafiados – e supostamente tratados. Por curiosidade, o nome do personagem já apareceu numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas a descrição oficial da DC parece transformá-lo no equivalente ao Dr. Hugo Strange de “Gotham”. “Ele é um médico do Asilo Arkham para os Criminosos Insanos de Gotham City, mas pode ser mais louco do que os presos que ele trata. Suas maquinações vão atrair Arqueiro Verde, Flash e Supergirl para Gotham City”, diz a sinopse. Davies não é novato nas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Ele interpretou Ritchie Simpson na série “Constantine” e reprisou o papel como dublador na animação “Liga da Justiça Sombria”, lançada no ano passado. Anteriormente, havia sido revelado que a história também introduziria a heroína Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”). O novo detalhe confirma que o encontro de Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) como a nova aliada vai acontecer na cidade dela, Gotham City. Também foram confirmadas as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço, que ele já desempenhou em “Supergirl”, e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. E Cassandra Jean Amell (“Hart of Dixie”), que é esposa do intérprete do Arqueiro Verde na vida real, vai viver Nora Fries, mulher do Sr. Frio, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Mulher de Stephen Amell vai viver a esposa do Sr. Frio no crossover de séries da DC Comics
O próximo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, planejado para dezembro, deve mesmo levar os heróis a Gotham City. Além de introduzir a Batwoman (Ruby Rose, de “Megatubarão”), a produção do evento confirmou a aparição de Nora Fries, que é a esposa do Sr. Frio, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. A personagem será interpretada por Cassandra Jean Amell, que é esposa de um herói na vida real. Como o sobrenome sugere, ela é casada com Stephen Amell, o intérprete do Arqueiro Verde em “Arrow”. A atriz tem em seu currículo participações em séries como “One Tree Hill”, “Hart of Dixie” e “Mad Men”. Isto significa que o Sr. Frio também vai aparecer? O site TVLine fez esta pergunta à rede CW e um porta-voz do canal afirmou que não. O personagem faz parte atualmente da galeria de vilões de “Gotham”, interpretado por Nathan Darrow. Também foram confirmadas as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço, que ele já desempenhou em “Supergirl”, e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Mais novidades devem surgir em breve, já que as gravações do crossover estão prestes a começar. A primeira parte será exibida nos Estados Unidos em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. As três séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Atriz de Grimm será a nova Lois Lane da televisão
A atriz Elizabeth Tulloch, que viveu Juliette e Eve em “Grimm”, será a nova intérprete de Lois Lane no universo televisivo da DC Comics. Ela foi escalada para dar vida à repórter intrépida do Planeta Diário no próximo crossover das séries de super-heróis da rede CW. Tulloch vai se juntar a Tyler Hoechlin, que irá reprisar seu papel como Superman, nos três episódios de encontro das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” planejado para dezembro. “Não poderíamos estar mais empolgados em apresentar Lois Lane ao Arrowverso. Essa repórter decidida e corajosa será uma parceira forte para o Superman e uma adição incrível ao nosso universo de personagens DC”, afirmam os produtores executivos de “Supergirl”, Jessica Queller e Robert Rovner, no comunicado em que revelaram sua busca pela intérprete de Lois Lane no mês passado. Por coincidência, duas ex-intérpretes de Lois Lane já aparecem em “Supergirl”. Teri Hatcher (de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”) viveu Rhea, mãe de Mon-El (Chris Wood), na 2ª temporada, e Erica Durance (de “Smallville”) interpretou Alura Zor-El, mãe de Supergirl (Melissa Benoist), na 3ª temporada. Embora só venha a aparecer fisicamente agora, a presença de Lois é referenciada desde a estreia da atração. Vale lembrar que a irmã de Lois, Lucy Lane, foi uma personagem fixa da 1ª temporada de “Supergirl”, vivida por Jenna Dewan (“Witches of East End”), enquanto o pai das duas, o General Sam Lane, teve participação recorrente, interpretado por Glenn Morshower (série “24 Horas”). O crossover deste ano também vai introduzir outra personagem feminina importante da DC Comics, Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”) e ainda ganhará uma série própria em 2019.
Henry Cavill debocha das notícias sobre seu futuro como Superman
O ator Henry Cavill postou um vídeo bizarro em seu Instagram, em que aparece com o semblante sério, segurando um boneco de Superman ao som da valsa “Danúbio Azul”, numa gravação marcada por latidos de cachorros. “Dia interessante”, ele descreveu, na legenda. O vídeo faz referência às notícias de que ele não será mais Superman nos filmes da Warner, após abandonar negociações para fazer uma participação em “Shazam!”, uma das próximas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Apesar de nenhuma das partes confirmar oficialmente, o site The Hollywood Reporter afirmou na quarta-feira (12/9) ter ouvido de fontes do estúdio que a carreira de Cavill como o Superman acabou após três filmes em que ele interpretou o super-herói. O ator vestiu a capa nas telas em “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). Pouco depois da informação do site, a agente de Cavill, Dany Garcia, desmentiu a notícia. “Fiquem tranquilos, a capa ainda está no armário. A Warner foi e continua sendo uma parceira no desenvolvimento do universo DC. Aguardem por um comunicado mais tarde”. A Warner soltou seu comunicado, que não teve o mesmo tom otimista. “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado”, diz o texto oficial do estúdio sobre a polêmica. A manifestação enigmática de Cavill tenta ser engraçada, mas não desmente a notícia. Visualizar esta foto no Instagram. Today was exciting #Superman Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 12 de Set, 2018 às 4:23 PDT
Henry Cavill pode ter encerrado sua carreira como Superman
O Superman deve mudar de intérprete no cinema. Pelo menos é o que afirma a revista The Hollywood Reporter num artigo publicado nesta quarta-feira (12/9). De acordo com a apuração da publicação, Henry Cavill estaria rompido com a Warner Bros., o que significa que o ator não voltará mais a vestir sua capa vermelha. Apesar de nenhuma das partes confirmar oficialmente, o THR afirma ter ouvido de fontes do estúdio que a carreira de Cavill como o Superman acabou após três filmes em que ele interpretou o super-herói. O ator vestiu a capa nas telas em “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). O que teria motivado o rompimento foi uma negociação frustrada da Warner para uma aparição de Cavill como Superman em “Shazam!”, que estreia em abril. As conversas acabaram mal e o desentendimento teria sido tão grave que as portas para que ele voltasse a viver Superman novamente teriam sido fechadas. Pouco depois da informação do site, a agente de Cavill, Dany Garcia, desmentiu a notícia. “Fiquem tranquilos, a capa ainda está no armário. A Warner foi e continua sendo uma parceira no desenvolvimento do universo DC. Aguardem por um comunicado mais tarde”. A Warner soltou seu comunicado, que não teve o mesmo tom otimista. “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado”, diz o texto oficial do estúdio sobre a polêmica. De todo modo, o THR cometeu um erro crasso ao tentar dar contexto para a mudança, afirmando que o rompimento também passaria pelo filme da Supergirl, atualmente em desenvolvimento. A reportagem afirma que Superman teria que ser uma criança neste filme, o que não faz o menor sentido. Provavelmente quem escreveu o artigo nem sequer vê a série “Supergirl”. Com esse tipo de argumentos, fica difícil dar muita credibilidade à apuração. Mesmo assim, é fato que a DC não tem planos para voltar a Superman, como diz o próprio comunicado da Warner. Não há previsão de lançamento de um novo filme solo do herói, nem mesmo um reencontro da Liga da Justiça. Entretanto, havia, sim, planos para um encontro entre Superman e Adão Negro, que será vivido por Dwayne “The Rock” Johnson, no filme solo do vilão do universo de Shazam!. Cavill e Johnson estavam entusiasmados por isso, especialmente por terem a mesma agente – Johnson é ex-marido de Garcia e sócio dela em sua empresa de produção. Enfim, as fontes que não conhecem Supergirl também garantem que há na Warner uma vontade de sacudir o universo DC para que ele atinja seu potencial, como a Marvel. Isso supostamente passaria por uma troca de atores, como Cavill e Ben Affleck, que viveu o Batman, além, claro, de realizadores.
Trailer das séries da DC traz Flash de uniforme novo, Oliver preso e Supergirl no fundo do mar
A rede CW divulgou o pôster do crossover e um trailer coletivo de suas séries de super-heróis. O vídeo reúne trechos de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e “Black Lightning” para anunciar o início da nova supertemporada em outubro. A prévia permite vislumbrar o novo uniforme do Flash, Oliver Queen preso, Ava Sharpe se enturmando com os Legendários e Supergirl no fundo do mar – além de proferir frases de auto-ajuda, possivelmente como efeito colateral da kryptonita negra. A 5ª temporada de “The Flash” e a 2ª de “Black Lightning” estreiam em 9 de outubro, “Supergirl” começa sua 4ª temporada em 14 de outubro, “Arrow” chega à 7ª temporada em 15 de outubro e “Legends of Tomorrow” lança sua 4ª temporada em 22 de outubro. Três dessas séries participarão do crossover deste ano, que começa em 9 de dezembro em “The Flash”, segue em “Arrow” no dia seguinte e se encerra no dia 11 de dezembro em “Supergirl”. Além dos personagens dessas séries, a trama ganhará reforço de Superman (Tyler Hoechlin, já visto em “Supergirl”) e marcará a estreia de Batwoman (Ruby Rose, de “Megatubarão”) e também de Lois Lane (ainda não escalada). Depois disso, o número de produções de super-heróis da CW deve aumentar para seis, com o provável lançamento da série “Batwoman” em 2019.
Séries de super-heróis da DC Comics ganham vídeo de “treinamento” para novas temporadas
A rede The CW divulgou um vídeo promocional que reúne os personagens de suas cinco séries de super-heróis, “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Supergirl” e “Black Lightning”. A premissa é um treinamento coletivo dos heróis numa velha estação abandonada de metrô, preparando-se para suas próximas aventuras. O vídeo destaca que todos estarão de volta com novas temporadas em outubro. Além disso, a maioria desses personagens ainda vai se encontrar num crossover previsto para dezembro, que se passará ao longo de episódios de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”, e ainda contará com participação de Superman e introduzirá duas novas personagens no Arrowverse: Lois Lane e a heroína Batwoman – que será vivida pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”).
Superman e Lois Lane participarão do crossover de The Flash, Arrow e Supergirl
O crossover deste ano de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” será um evento com super-heróis de peso. Além de introduzir a nova heroína Batwoman, que será interpretada por Ruby Rose (“Megatubarão”) numa série própria posterior, a trama terá participação de mais dois personagens célebres dos quadrinhos da DC Comics: Superman e Lois Lane. Superman será novamente interpretado por Tyler Hoechlin (da série “Teen Wolf”), que já apareceu como o herói e seu alter-ego Clark Kent durante alguns episódios de “Supergirl”. Já Lois Lane fará sua estreia no Arrowverse – como as séries interligadas a “Arrow” (a primeira) são chamadas. Por coincidência, duas ex-intérpretes de Lois Lane já aparecem em “Supergirl”. Teri Hatcher (de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”) viveu Rhea, mãe de Mon-El (Chris Wood), na 2ª temporada, e Erica Durance (de “Smallville”) interpretou Alura Zor-El, mãe de Supergirl (Melissa Benoist), na 3ª temporada. Mas a presença de Lois é referenciada desde a estreia da atração. Vale lembrar que a irmã de Lois, Lucy Lane, foi uma personagem fixa da 1ª temporada de “Supergirl”, vivida por Jenna Dewan (“Witches of East End”), enquanto o pai das duas, o General Sam Lane, teve participação recorrente, interpretado por Glenn Morshower (série “24 Horas”). A Berlanti Productions, produtora de Greg Berlanti, ainda não escalou uma atriz para interpretar Lois. “Não poderíamos estar mais animados em introduzir Lois no nosso universo. Essa repórter corajosa e determinada fará um par formidável com o nosso Superman, e uma adição maravilhosa ao nosso grupo de personagens”, comentaram os produtores Jessica Queller e Robert Rovner, de “Supergirl”, em comunicado oficial. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose
A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.
Tom Welling vem a São Paulo participar da Comic Con Experience
O ator Tom Welling, que ficou conhecido ao estrelar a série “Smallville” entre 2001 e 2011, virá a São Paulo participar da Comic Con Experience. Ele vai participar das comemorações dos 80 anos do Superman, que contará com atividades da DC Comics no evento. Welling voltou recentemente a atuar numa atração derivada dos quadrinhos da editora, ao participar da 3ª temporada de “Lucifer” – já encerrada nos Estados Unidos, mas ainda exibida na TV paga brasileira. Ele não participará do resgate da série na Netflix, já que a história de seu personagem foi finalizada. A Comic Con Experience vai acontecer este ano nos dias 7, 8 e 9 de dezembro.
Vídeo da 4ª temporada de Supergirl mostra nova versão da heroína
A rede CW divulgou um vídeo da 4ª temporada de “Supergirl” produzido para a Comic-Con. A prévia recicla cenas da 3ª temporada, que são acompanhadas por uma narração xenofóbica, que prega o ódio contra alienígenas, e ao final apresenta uma espécie de nova Supergirl, com a identidade escondida sob uma armadura. A cena pode ter relação com o mistério do último episódio, que deixou muitos telespectadores intrigados ao introduzir, nos segundos finais, uma nova versão da heroína interpretada por Melissa Benoist, que chega sem roupas à Sibéria, na Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da nova temporada, que será a própria Supergirl. Eis o que aconteceu. Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara voltou no tempo para impedir a morte de seus amigos e utilizar a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. Segundo os produtores, essa aparição é inspirada na minissérie “Red Son” da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman, escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”. A publicação de três edições contava o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. A história de “Red Son” deve ser adaptada para a realidade de Supergirl, que até nos quadrinhos foi separada em duas pessoas diferentes, uma delas maligna, ao entrar em contato com Kryptonita Negra. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.












