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  • Filme

    Diretor de Sem Escalas fará filme do vilão Adão Negro com Dwayne Johnson

    7 de junho de 2019 /

    A WarnerMedia definiu o diretor de “Adão Negro” (Black Adam), filme do supervilão dos quadrinhos da DC Comics, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Segundo a revista Variety, Jaume Collet-Serra (“O Passageiro” e “Sem Escalas”) está em negociações finais para comandar o projeto. Com a assinatura do contrato, o filme marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro de ação, que recém-finalizaram as filmagens de “Jungle Cruise” para a Disney. De acordo com a Variety, Johnson ficou impressionado com a capacidade do cineasta de mudar de temas leves para mais sombrios durante a produção de “Jungle Cruise”, e isto o tornou favorito para assumir o filme de Adão Negro. O longa será produzido pelo estúdio New Line, especialista em filmes de terror, que faz parte do conglomerado da Warner. Nos quadrinhos, Adão Negro é o principal inimigo de Shazam. Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou corromper pelo poder e foi exilado, retornando como vilão na era contemporânea (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam. Johnson topou o projeto ao ficar fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006). Na trama, Adão Negro aparecia como o governante de uma nação africana em conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto era manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, foi uma das melhores sagas recentes dos quadrinhos. Mas… desde então o personagem passou por novo reboot, na minissérie “Novos 52” (2016), e seu (re)encontro com Shazam acabou resumido na história do recente filme da Warner. Isto é, o confronto com o Dr. Silvana na cinema foi, na verdade, com Adão Negro nos quadrinhos. Apesar disso, o personagem foi visto por alguns segundos no longa do herói da DC, que estreou em abril, já sugerindo sua integração ao universo de “Shazam!”.

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  • Série

    Série do Monstro do Pântano é cancelada após exibição do primeiro episódio

    6 de junho de 2019 /

    A plataforma de streaming DC Universe cancelou “Swamp Thing”, série inspirada nos quadrinhos do personagem Monstro do Pântano, após a exibição do primeiro episódio. A notícia era esperada e não tem nada a ver com a qualidade ou a audiência da série. Ela é consequência de uma reavaliação, por parte dos novos donos da Warner, do investimento na DC Universe. A WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – e este deve ser o destino da pioneira DC Universe. O objetivo da WarnerMedia é acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão foi tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. Alguns posts nas redes sociais indicaram que a decisão foi repentina e pegou desprevenida centenas de integrantes da produção, que de uma hora para outra ficaram desempregados. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma proibiu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrar a plataforma. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) e tinha produção de James Wan (o diretor de “Aquaman”), além de incluir entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco incluía Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Com a interrupção da produção, seguida por cancelamento precoce, dificilmente a série terá conclusão. O corte antecipado queima a possibilidade do programa conquistar público e é uma queima arriscada de investimento por parte da WarnerMedia, que chamusca sua relação com o produtor bem-sucedido James Wan, responsável pelo universo de “Invocação do Mal” para a divisão cinematográfica da empresa. Por outro lado, não deixa de ser uma forma de evitar a reação de fãs que acompanhariam a série até os últimos episódios, e que poderiam fazer campanha contra seu cancelamento.

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  • Série

    Trailer legendado de Jessica Jones apresenta novo vilão e nova heroína

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, que traz a protagonista acusada de ser uma farsa por um novo vilão e apresenta a versão mascarada de sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. A prévia mostra Trish Walker (Rachael Taylor) com uma roupa preta que chega a lembrar o Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. Já o novo inimigo de Jessica Jones é o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que os novos episódios vão marcar a estreia de Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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  • Filme

    X-Men: Fênix Negra é a maior estreia de cinema da semana

    6 de junho de 2019 /

    Os cinemas recebem três estreias amplas nesta quinta (5/6) e “X-Men: Fênix Negra” é a maior delas. A distribuição reflete a procura do público por obras de super-heróis e aproveita pontos em comum com o blockbuster “Vingadores: Ultimato”. Ambos são finais de uma saga. Mas as comparações cessam aí. Encerramento da franquia iniciada em 2000 pelo primeiro “X-Men”, “Fênix Negra” é uma espécie de remake da história mais fraca desses heróis, “X-Men: O Confronto Final” (2006). Foi escrito pelo mesmo roteirista, Simon Kinberg, que ainda faz sua estreia como diretor. Entretanto, a crítica norte-americana considerou o resultado inferior ao fiasco original. Com apenas 22% de aprovação no site Rotten Tomatoes, consagrou-se como “o pior de todos os filmes dos X-Men” (saiba mais sobre estas aspas aqui). Os outros dois filmes com distribuição nos shopping centers são “Juntos para Sempre”, que continua a jornada espiritual e metafísica do cãozinho de “Quatro Vidas de um Cachorro” (2017), e “Patrulha Canina: Super Filhotes”, um derivado da série animada infantil “Patrulha Canina” – que estreia no Brasil sem ter previsão de lançamento em outros países. No circuito limitado, o destaque é o documentário “Amazônia Groove”, de fotografia belíssima e fôlego ambicioso, sobre as músicas feita às margens do rio Amazonas, que embalam das festas tradicionais do boi bumbá ao bailes de tecnobrega. Dirigido por Bruno Murtinho, foi premiado no festival americano SXSW. Entre as demais opções, merece atenção o lançamento de “O Homem que Matou Dom Quixote”, cuja história de bastidores é muito mais atribulada que qualquer cena de ficção. O diretor Terry Gilliam levou 20 anos para concluir a obra, enfrentando enchentes, perda de financiamentos, doenças e até mortes no elenco, para finalmente… perder os direitos do filme num processo movido por um dos produtores. O final quixotesco ainda teve um anticlímax, quando a première cercada de expectativas no Festival de Cannes do ano passado frustrou quem esperava ver uma obra-prima. Mesmo assim, é melhor que qualquer das opções amplas da semana. “Memórias da Dor” representa mais uma alternativa. Embora não justifique sua seleção como representante francês ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, contempla uma história interessante sobre um período da vida da escritora Marguerite Duras. Baseando-se no livro de memórias de autora, “A Dor”, lembra sua luta para libertar o marido preso por integrar a Resistência, durante a ocupação alemã da França, e o que ela precisou fazer para evitar a morte dele, nas mãos de um simpatizante nazista que era seu fã. Confira abaixo todos as estreias (são nove), com suas respectivas sinopses e trailers. X-Men: Fênix Negra | EUA | Super-Heróis 1992. Os X-Men são considerados heróis nacionais e o professor Charles Xavier (James McAvoy) agora dispõe de contato direto com o presidente dos Estados Unidos. Quando uma missão espacial enfrenta problemas, o governo convoca a equipe mutante para ajudá-lo. Liderado por Mística (Jennifer Lawrence), os X-Men partem rumo ao espaço em uma equipe composta por Fera (Nicholas Hoult), Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp), Mercúrio (Evan Peters) e Noturno (Kodi Smit-McPhee). Ao tentar resgatar o comandante da missão, Jean Grey fica presa no ônibus espacial e é atingida por uma poderosa força cósmica, que acaba absorvida em seu corpo. Após ser resgatada e retornar à Terra, aos poucos ela percebe que há algo bem estranho dentro de si, o que desperta lembranças de um passado sombrio e, também, o interesse de seres extra-terrestres. Juntos para Sempre | EUA | Drama Depois de muitas vidas e aprendizados, Bailey vive tranquilamente com Hanna (Marg Helgenberger). Um dia, Gloria (Betty Gilpin), uma aspirante a cantora, aparece sem avisar na vida dos dois com uma notícia surpreendente: Hanna tem uma neta, chamada Clarity. Com o tempo, o cãozinho percebe como a menina é negligenciada pela mãe e decide que seu objetivo nesta vida é cuidar dela e protegê-la, incondicionalmente. Patrulha Canina: Super Filhotes | EUA | Animação Depois que um misterioso meteoro cai na Baía da Aventura, Chase, Marshall, Skye, Ryder e Rubble correm para tentar preservar o local, mas acabam passando por uma experiência muito mais louca. Ao presenciarem uma estranha energia verde emanando da cratera, eles ganham poderes. O Homem que Matou Dom Quixote | Espanha, Portugal, Reino Unido | Aventura Quando faz seu filme de conclusão de estudos, o jovem cineasta Toby (Adam Driver) viaja à Espanha para filmar uma versão independente de Dom Quixote. Para o ator principal, escala um sapateiro da região (Jonathan Pryce), que nunca trabalhou no cinema antes. Doze anos se passam e Toby, agora um renomado diretor de comerciais de televisão, tem a oportunidade de fazer uma superprodução também baseada no livro de Cervantes. Ele retorna à Espanha, começa as gravações, mas logo enfrenta uma crise criativa. Buscando inspiração, tenta reencontrar os atores do projeto anterior. Toby descobre que o sapateiro enlouqueceu e realmente acredita ser Dom Quixote. Pior ainda, o cavaleiro maluco confunde Toby com seu fiel escudeiro, Sancho Pança. Memórias da Dor | França | Drama Na França ocupada por nazistas, a escritora Marguerite Duras (Melanie Thierry) busca por pistas do paradeiro do marido preso por ações na resistência, se aproximando de um inimigo que é também fã. Reprovada por seus amigos, a decisão é a porta de entrada pra uma espiral de desespero que se estende por vários meses. Beatriz | Brasil, Portugal | Drama Marcelo (Sérgio Guizé), um escritor, e Beatriz (Marjorie Estiano), uma advogada, se mudam para Lisboa. A moça logo encontra um emprego em uma empresa portuguesa, mas seu marido não tem tanta sorte em começar a escrever o seu novo romance. Quando finalmente decide como tema da história o ciúme, tem como inspiração sua própria esposa. Para que o livro seja uma trama de sucesso, Beatriz resolve ajudá-lo: seu objetivo é construir uma personagem feminina que alimente a criatividade do escritor, só que ela vai longe demais, vivendo situações intensas e comprometedoras em uma vida dupla sem controle. Eu Acredito | EUA | Religião Brian (Rowan Smyth) é um menino de 9 anos de idade que tem um encontro sobrenatural com o poder de Deus. Porém seu pai, um apresentador de televisão ateu, não fica nem um pouco feliz com essa sua nova aventura. Tudo só fica mais complicado quando, com a ajuda de um pastor da igreja local e um veterano machucado, os milagres produzidos pela fé de Brian se transformam em notícia na cidade. Amazônia Groove | Brasil | Documentário Um retrato aprofundado, um mergulho apaixonado na música regional da Amazônia, especialmente a música característica do Pará, estruturado através da alternação entre as histórias dos músicos tradicionais da região – responsáveis pelo Boi Bumbá e por ritmos tradicionais das localidades, por exemplo – e a invasão da tecnologia que, recentemente, possibilitou o desenvolvimento de gêneros musicais como o tecnobrega. A História de um Sonho – Todas as Casas do Timão | Brasil | Documentário Fundado por um grupo de operários no bairro de Bom Retiro, o Sport Club Corinthians Paulista hoje é considerado um dos times mais importantes da história do futebol brasileiro: mas nem sempre foi assim. Visto com repúdio, devido a seu sucesso entre classes menos favorecidas, foi necessário muita luta para que o clube chegasse ao patamar que possui hoje.

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  • Filme

    Fênix Negra recebe as críticas mais negativas de toda a franquia dos X-Men

    5 de junho de 2019 /

    Pior que “X-Men Origens: Wolverine”? “X-Men: Fênix Negra” é muito pior, “o pior de todos os filmes dos X-Men”. As primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos sobre o último lançamento da franquia mutante destruíram completamente qualquer esperança de conclusão digna para a saga iniciada em 2000, que foi responsável pela atual safra de filmes de super-heróis. O título mais fraco até então, o mencionado “X-Men Origens: Wolverine” (2009), tinha 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas “Fênix Negra” conseguiu a façanha de atingir o nível “Transformers”, com 22% na média do site. O consenso é que a estreia desta semana consegue piorar a história já filmada em “X-Men: O Confronto Final” (2006), filme considerado medíocre – 57% de aprovação. Detalhe: ambas foram escritas pela mesma pessoa: Simon Kinberg. Que, após quase destruir a franquia em 2006, teve a chance de repetir o que deu errado e ainda assinar a direção. Além de atacar a história fraca, a média das críticas não poupa munição contra o trabalho do estreante Kinberg na direção. Ele foi chamado de amador, entre outros adjetivos de desqualificação. Muitos não lembram, mas essa não é realmente a estreia de Kinberg na direção. Ele teria feito, sem créditos, o estrago no final de “Quarteto Fantástico”, que transformou aquela produção no pior filme de super-heróis do século. Com “Fênix Negra, ele finalmente recebe os créditos que merece. Veja a seguir alguns comentários da imprensa internacional. “‘Fênix’ é uma adição sem graça à longa franquia de ‘X-Men’ – 12 filmes em 18 anos – e é aquele que deixou a impressão de que a série se estendeu por tempo demais” – Seattle Times. “Não parece de forma alguma um final satisfatório para uma jornada que durou duas décadas e cerca de 30 horas de história” – ComicBook. “O filme é uma adaptação dos quadrinhos originais da Fênix Negra, mas também de um meme de ‘O Âncora’ – ‘Bem, isso escalou rapidamente’. Tudo acontece rápido demais, até que toda a estrutura desaba em chamas” – Screencrush. “Uma recauchutagem sem sentido da ‘Saga da Fênix Negra’, de Chris Claremont e John Byrne, que nós já vimos (e odiamos) antes no desastre de Brett Ratner de 2006, “X-Men: O Confronto Final”. Tem um enredo pálido de invasão alienígena que é mais ‘Arquivo X’ do que ‘X-Men’ e é carregado de diálogos ridículos sobre o destino e “controlar seu poder interior” que poderiam ter sido retirados de um manual de tai chi” – Time Out. “A história se inclina para o drama, mas há escolhas que parecem vir diretamente do desenho animado dos X-Men dos anos 1990. Quando o presidente chama os X-Men para pedir ajuda, ele tem um telefone ‘X’ especial. O novo X-Jet tem um periscópio especial feito especialmente para as explosões ópticas do Cíclope (o Cíclope é vendido separadamente)” – Collider. “Seu diálogo atroz, expositivo, o enredo complicado e as motivações que se alteram de uma hora para outra entre os personagens, somados aos momentos involuntariamente engraçados e muitas vezes piegas, garantem que ‘Fênix Negra’ será lembrado nos anais de filmes medíocres – e por conseguir desperdiçar totalmente Jessica Chastain, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e James McAvoy no mesmo filme” – Playlist. “O que é realmente incrível em ‘Fênix Negra’ é ver seu elenco grandioso, carismático e vencedor de prêmios fingir interesse superficial no que não passa de um cartoon sem sentido e muito mal escrito” – Tribune News Service. “Não se pode dizer que algum ator dê tudo de si – Jennifer Lawrence, cuja Mística desempenha um papel menos proeminente do que o habitual, parece acordar somente uma vez, ao rebater o nome da equipe” – AV Club. “Sophie Turner até demonstra enorme potencial como Fênix, mas o trabalho amador não resulta apenas num filme fraco, mas no pior de todos os filmes dos X-Men” – Rolling Stone. “O que realmente desanima, no entanto, são aqueles momentos fugazes que sugerem um desfecho digno – como os vislumbres do campus de Xavier onde várias classes de estudantes se matriculam e certos mutantes muito icônicos e inesperados fazem aparições surpreendentes. São cenas que parecem ter sido arrancadas de um universo alternativo, diferente deste, onde a Fox descobriu como fazer filmes dos X-Men excelentes e vibrantes” – io9. “X-Men: Fênix Negra” estreia nesta quinta (6/6) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Mulher-Maravilha aparece com uniforme dourado em pôsteres de seu novo filme

    5 de junho de 2019 /

    A Warner divulgou três artes de “Mulher-Maravilha 1984”. Os pôsteres mostram a heroína com um novo uniforme dourado, mais brilhante que o traje da Rainha Hipólita no primeiro filme – e que remete a vestes alternativas dos quadrinhos. Não bastasse o visual ser pouco tradicional, as três variações ainda escondem o título do longa, que aparece apenas numa pequena hashtag, ao lado da data de estreia. Poucos detalhes sobre enredo da sequência foram revelados, fora o fato evidente de que a trama se passa em 1984. A direção é novamente de Patty Jenkins e o elenco volta a reunir Gal Gadot como a heroína e Chris Pine como Steve Trevor, além de incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020.

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    Robert Pattinson teve que se vestir de Batman para ganhar papel no novo filme do super-herói

    4 de junho de 2019 /

    Os bastidores do teste que confirmou Robert Pattinson como o novo Batman foram desvendados numa reportagem da revista The Hollywood Reporter. Segundo a publicação, a audição em que ele venceu a disputa final com Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) aconteceu na sexta (31/5) e os dois atores precisaram se vestir com o traje do herói encapuzado para o diretor Matt Reeves definir qual seria contratado. O uniforme utilizado pertencia a um Batman anterior, mas não está claro se foi o mesmo trajado por Ben Affleck nos lançamentos mais recentes da Warner. O teste à caráter é costume nas adaptações do personagem. Christian Bale, por exemplo, fez seu teste para o papel usando o bat-uniforme de Val Kilmer. Pattison teria ficado melhor com o capuz. Ele tem um queixo quadrado que parece mesmo pertencer a um personagem de quadrinhos. Além disso, outro fator teria pesado a seu favor. Ao contrário de Nicholas Hoult, seu rival na disputa, Pattinson não tem no currículo nenhum filme de super-herói. Já Hoult interpreta o Fera na franquia “X-Men”. Nem os filmes da Marvel nem as produções da DC Comics estabelecem cláusulas contratuais que impeçam atores e atrizes de “pular a cerca” e estrelar lançamentos do universo rival de super-heróis. Por isso, Zachary Levi (“Thor: O Mundo Sombrio” e “Shazam!”) e Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia” e “Shazam!”) aparecerem em produções baseadas nos quadrinhos das duas editoras. Mas, de acordo com o THR, existe uma orientação interna para tentar evitar que isso aconteça, pois há temor de sobrecarregamento, que pode confundir o público. Deste modo, o fato de nunca ter sido super-herói foi considerado um grande diferencial e pesou na escolha de Pattinson. A definição de um ator de 32 anos também aponta que “The Batman” vai focar nos anos de formação do herói da DC Comics. Apesar da confirmação em diversos artigos na imprensa, a Warner ainda não fez nenhum anúncio oficial. Como o contrato prevê múltiplos filmes, ator e estúdio negociam detalhes. A expectativa é que Matt Reeves faça uma nova trilogia de Batman, estrelada por Pattinson. Vale lembrar que, após o fenômeno “Crepúsculo”, o ator se consagrou com grandes interpretações em filmes independentes, como “Bom Comportamento” e “The Lighthouse”, que foi premiado pela crítica no recente Festival de Cannes. Por sinal, seu próximo filme será uma produção do diretor Christopher Nolan, que dirigiu uma trilogia de Batman. Intitulado “Tenet”, este longa estreia em julho de 2020 e também está sendo produzido pela Warner Bros. “The Batman” só começará a ser filmado após Pattinson encerrar seu trabalho no filme de Nolan. A estreia do reboot da franquia de super-herói está marcada para junho de 2021.

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    Homem-Aranha: Longe de Casa ganha 10 fotos oficiais

    4 de junho de 2019 /

    A Sony divulgou 10 fotos oficiais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Algumas já tinham aparecido com logos de revistas, mas boa parte é inédita. As imagens reforçam que Peter Parker (Tom Holland) e M.J. (Zendaya) vão virar um casal na continuação, além de enfatizar as participações do “Sr. Beck” (Jake Gyllenhaal), Nick Fury (Samuel L. Jackson), Maria Hill (Cobie Smulders) e Happy Hogan (Jon Favreau). Vale lembrar, mais uma vez, que o Sr. Beck é na verdade Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vídeo de Jessica Jones destaca estreia de Krysten Ritter como diretora

    4 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, centrada na experiência da atriz Krysten Ritter como diretora. Ela vai estrear na função no comando de um episódio do novo arco da série. Ao comentar que o episódio será centrado na jornada de Trish Walker (Rachael Taylor), Ritter também confirma que os novos capítulos vão explorar os superpoderes desenvolvidos pela melhor amiga de Jessica Jones – que, inclusive, pode ser vista em cenas de ação no vídeo. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (que incluem “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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    Homem-Aranha herda tecnologia de Tony Stark em vídeo de seu novo filme

    4 de junho de 2019 /

    A Sony divulgou novos pôster e teaser de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, o filme que é um “spoiler” assumido de “Vingadores: Ultimato”, ambos disponibilizados para o mercado chinês. O vídeo traz cenas inéditas de Peter Parker (Tom Holland), que aparece herdando a tecnologia de Tony Stark (Robert Downey Jr), o Homem de Ferro, após os eventos do longa anterior. Na prévia, Peter utiliza um dos laboratórios de Stark para criar um novo traje do Homem-Aranha, com a aprovação de Happy Hogan (Jon Favreau), usa os óculos que pertenceram a Stark e interage com FRIDAY (voz de Kerry Condon), a assistente virtual do herói falecido. Considerando que Peter tinha uma relação de pupilo com Stark, o vídeo praticamente consolida o Homem-Aranha como o principal “herdeiro” de Tony entre os Vingadores. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novas fotos de Viúva Negra flagram Scarlett Johansson nas montanhas da Noruega

    2 de junho de 2019 /

    Novas fotos das filmagens de “Viúva Negra” surgiram nas redes sociais, registrando os bastidores de duas cenas da produção da Marvel. Numa delas, Scarlett Johansson aparece no alto de uma montanha, onde se encontra com um helicóptero. Em outra, a personagem da atriz (em momento interpretado pela dublê) atravessa um rio/lago/mar segurando um objeto misterioso. Alguns sites geeks se entusiasmaram com a possibilidade de se tratar de uma Joia do Infinito. As filmagens começaram na semana passada na região de Sæbø, na Noruega. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugeriam que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. Isto faz sentido diante do que acontece em “Vingadores: Ultimato”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!

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    Vingadores: Ultimato atinge US$ 2,7 bilhões e cola em Avatar

    2 de junho de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” continua em busca de seu recorde mais importante. O filme dos super-heróis ultrapassou a marca de US$ 2,7B (bilhões) e agora está apenas US$ 75M (milhões) atrás de “Avatar”, a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. Ao todo, “Vingadores: Ultimato” totalizou US$ 2,713 bilhões arrecadados em todo o mundo. “Avatar”, por sua vez, faturou US$ 2,788 bilhões. A produção da Marvel tem a segunda maior bilheteria do mundo desde o dia 5 de maio, quando superou “Titanic”. O longa já acumula alguns recordes impressionantes: foi o filme mais rápido a chegar a US$ 1B e até a 2B (precisou de apenas 11 dias para passar dos US$ 2B), tem a maior estreia mundial da História, é a maior bilheteria da China e a segunda maior da América do Norte (US$ 110M atrás de “Star Wars: O Despertar da Força”). O filme continua no Top 10 de vários países, inclusive no Brasil e na América do Norte (Estados Unidos e Canadá somam suas bilheterias conjuntamente), e vai continuar diminuindo sua distância para “Avatar”. Mas o lançamento sucessivo de novos blockbusters é um grande obstáculo para que consiga superar a obra de James Cameron, já que isso representa perda de espaço expressivo no circuito de cinema.

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    Godzilla 2 reina nos EUA com metade da bilheteria do primeiro filme

    2 de junho de 2019 /

    Godzilla reinou nas bilheterias em sua estreia nos cinemas norte-americanos. Mas não destruiu a concorrência, já que seu desempenho foi menor que o esperado esperado para um filme de monstro gigante. “Godzilla II: O Rei dos Monstros” abriu com US$ 49M (milhões) e quase foi superado por “Aladdin”, que fez US$ 42,3M em sua segunda semana em cartaz. O valor é o pior do “monsterverse”, o universo de monstros do estúdio Legendary, e representa quase metade do primeiro “Godzilla” (que rendeu US$ 93,1M em seu lançamento) em 2014, além de ser inferior à abertura de “Kong: Ilha da Caveira” (US$ 61M) nos Estados Unidos e Canadá em 2017. O mercado internacional respondeu melhor, com US$ 130 milhões arrecadados, mas a soma total de US$ 179 milhões representa mais uma derrapada que uma arrancada. Considerando que o orçamento da produção é de aproximadamente US$ 170 milhões sem P&A (despesas de cópias e publicidade, na sigla em inglês), a Legendary pode arcar com um prejuízo monstruoso. E vale lembrar que o estúdio já está produzindo a sequência, “Godzilla vs. Kong”, prevista para o ano que vem. “Aladdin” ficou com o 2º lugar, ainda um príncipe encantado, atingindo cerca de US$ 450 milhões em todo o mundo. Com isso, já tomou quase US$ 100M de distância da bilheteria total de “Dumbo”, maior fracasso da Disney em 2019. Mas vale considerar que, em duas semanas, o musical do rapper gênio ainda está longe de cobrir seu orçamento de US$ 185M (sem o valor de P&A). A estreia de “Rocketman” abriu em 3º lugar com US$ 25M domésticos. Também somou valor equivalente no mercado internacional para totalizar US$ 56,2M. Se, por um lado, a cinebiografia de Elton John não é um “Bohemian Rhapsody”, a boa notícia para a Paramount é que seu custo relativamente baixo (US$ 40M) deve ser facilmente superado, fazendo do filme um sucesso, mesmo que não tenha atingido o topo das bilheterias. A terceira estreia da semana, o suspense “Ma”, fez US$ 18,2M em 4ª lugar. E a ironia deste fraco desempenho é que se trata do mais lucrativo do ranking. A produção foi muito barata, orçada em apenas US$ 5M (sem P&A). Portanto, já está rendendo dividendos. “John Wick 3: Parabellum” fecha o Top 5, alcançado US$ 125,7M no mercado doméstico após três fins de semana. É o melhor resultado da franquia, já à frente do total dos dois filmes anteriores, que renderam US$ 92M e US$ 43, em ordem decrescente. Em todo o mundo, o filme está em US$ 221,6M. Já o Top 5 da crítica é bem diferente, com “Rocketman” no topo. O drama musical atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. No outro extremo, “Godzilla II: O Rei dos Monstros” implodiu com 39%. E vale lembrar ainda que “Vingadores: Ultimato” continua em busca de seu recorde definitivo. Os super-heróis da Marvel ultrapassaram a marca de US$ 2,7B (bilhões) e estão agora a apenas US$ 75M de “Avatar”, a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. Todos os títulos citados estão em cartaz no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Godzilla II: O Rei dos Monstros Fim de semana: US$ 49M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 179M 2. Aladdin Fim de semana: US$ 42,3M Total EUA e Canadá: US$ 185M Total Mundo: US$ 445,9M 3. Rocketman Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 56,2M 4. Ma Fim de semana: US$ 18,2M Total EUA e Canadá: US$ 18,2M Total Mundo: US$ 21M 5. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 11,1M Total EUA e Canadá: US$ 125,7M Total Mundo: US$ 221,6M 6. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 815,5M Total Mundo: US$ 2,7B 7. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 130,6M Total Mundo: US$ 392,1M 8. Fora de Série Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 14,3M Total Mundo: US$ 14,3M 9. Brightburn Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 24,7M Total Mundo: US$ 32,6M 10. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA e Canadá: US$ 33,1M Total Mundo: US$ US$ 73,9M

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