Joaquin Phoenix admite vontade de fazer mais filmes como Coringa
O ator Joaquin Phoenix está entusiasmado com a repercussão do filme “Coringa”, que no fim de semana passado se tornou a estreia de maior bilheteria de sua carreira. Em entrevista ao programa do YouTube do crítico de cinema da Rolling Stone, “Popcorn with Peter Travers”, Phoenix disse que chegou a conversar com o diretor sobre o que mais poderia ser feito com o personagem. “Sabe, eu não pensaria em Coringa como o papel dos meus sonhos. Mas agora, honestamente, não consigo parar de pensar nele”, disse. Phoenix admite que tem interesse em repetir o papel, de preferência numa continuação do mesmo diretor, Todd Phillips. “Conversei muito com Todd sobre o que mais poderíamos fazer, em geral, apenas para trabalharmos juntos, mas também, especificamente, se há algo mais que possamos fazer com o Coringa que possa ser interessante. Então, acabou sendo um papel de sonho”. Mas apesar desse interesse, o ator destacou que não sabe se há planos para uma continuação. “Não sei se há [mais o que fazer]”, disse Phoenix. Mas acrescentou: “Eu e Todd ainda estaríamos filmando agora se pudéssemos, certo? Porque parecia interminável, as possibilidades de onde podemos ir com o personagem”. No mês passado, Todd Philips descartou planos para comandar uma sequência. “A ideia continua a ser: ‘Eu farei qualquer coisa que o Joaquin (Phoenix) quiser’. E eu farei. Mas o filme não foi montado para ter uma sequência”. O sucesso do filme, que se provou um fenômeno comercial, aliado à credibilidade entre a crítica, com uma vitória no Festival de Veneza e grande favoritismo a prêmios no Oscar 2020, podem fazer a Warner considerar uma nova produção. Ou, ao menos, incorporar o Coringa de Phoenix nos próximos filmes de Batman. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Phoenix a Peter Travers, que tem 25 minutos de duração – e mostra que o ator é um piadista, quem diria. A parte sobre a possibilidade de continuação está no fim da conversa.
Robert Downey Jr. revela não querer indicação ao Oscar por Vingadores: Ultimato
Robert Downey Jr. não quis ser incluído na lista de pré-selecionados da Disney para disputar indicações da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Em entrevista ao radialista Howard Stern, ele revelou que a ausência de seu nome na relação de “oscarizáveis” da “Vingadores: Ultimato” aconteceu por sua própria iniciativa. “Eu estou feliz por você ter mencionado isso, porque houve conversa sobre uma campanha para o Oscar e eu disse: ‘Não vamos fazer isso'”, contou o ator. Assim como grande parte do público, Stern acreditava que a ausência de Downey tinha sido um menosprezo ao trabalho dele no longa dos Vingadores. “Por ser um filme de super-herói, eles torcem o nariz. A performance foi excelente. O [Homem de Ferro] é um personagem totalmente crível”, disse Howard Stern. A Marvel pleiteia 12 indicações ao Oscar 2020 por “Vingadores: Ultimato”, nas categorias de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem, Edição de Som, Efeitos Visuais e Trilha Sonora.
Helstrom: Marvel define protagonistas da série baseada no Filho de Satã
A Marvel anunciou o elenco principal de “Helstrom”, série baseada nos quadrinhos homônimos, que foram lançados no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Desenvolvida para o serviço de streaming Hulu, com previsão de estreia para 2020, a produção será protagonizada por Elizabeth Marvel (presidencial nas séries “House of Cards” e “Homeland”), Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista na última temporada como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”). Elizabeth Marvel vai viver Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Austen e Lemmon serão seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade. A descrição difere radicalmente da trama original. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos tem um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O desenvolvimento está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”. O elenco ainda vai incluir Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“True Detective”). Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. A produção está a cargo da Marvel Television, que tem enfrentado críticas internas da Disney por sua opção pelo barateamento de custos em detrimento da qualidade dos produtos – veja-se “Inumanos”. Para complicar, o Hulu também chegou a encomendar uma série do Motoqueiro Fantasma, que foi cancelada após conflitos com os produtores da Marvel Television. O motivo não ficou claro até o momento. Atualmente, a Marvel Television produz apenas três séries live-action, “Runaways” (Fugitivos), “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada. Existem rumores de que os planos do CEO da Disney, Bob Iger, incluem restringir as produções da Marvel Television às séries animadas, na medida em que a Marvel Studios, que produz os filmes derivados dos quadrinhos da editora, começa a também desenvolver séries para o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Trata-se de uma disputa interna, já que a Marvel Studios pertence ao organograma da Walt Disney Studios, enquanto a Marvel Television responde à Marvel Entertainment, comandada pelo ultraconservador Isaac “Ike” Perlmutter, que tentou vetar os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”.
Não se sai de Coringa sem sentir o peso de suas questões
Coringa, como é do conhecimento geral, é o poderoso e misterioso vilão das histórias do Batman. É um desses vilões que fazem sucesso junto ao público. Por isso, explorar as suas origens pode ser uma tarefa atraente. O filme de Todd Phillips, que leva o nome do personagem, vai nessa linha. “O difícil de ser um doente mental é que todo mundo espera que você aja como se não fosse”, frase dita pelo personagem no filme, pode ser o começo de tudo para entender o Coringa, ou melhor, esta mais recente versão cinematográfica dele. Acometido por uma risada assustadora, o filme nos informa que o riso incontrolável do personagem é uma doença que está em desacordo com os sentimentos ou a situação vivida por ele. As feições embranquecidas ou com máscara remetem à figura do palhaço, sua ocupação inicial. E é na condição de palhaço que ele mata e capitaneia ações violentas e destrutivas, que alcançam toda a Gotham City. É, digamos, a vingança pela rejeição e maus tratos sofridos por toda a vida e sempre reiterados pela sociedade. A revolução dos palhaços, porém, tem outras dimensões. A cidade vive abandonada, cercada de lixo por todos os lados, fruto de uma greve nunca resolvida, e espalhando super-ratos por todos os lugares. Ou seja, trata-se de uma Gotham City maltratada pelos políticos e ainda sem sombra de um Batman para salvá-la. História em quadrinhos à parte, “Coringa” reflete o mal estar do nosso mundo, em que a violência é onipresente e, em alguns casos, pode aparecer como solução para alguma coisa. Tudo pode começar com um doente mental ressentido, a quem alguém entrega uma arma, com a pretensão de ajudá-lo a se defender das pessoas que o atacam. Soa familiar? Claro e, também, assustador. O lançamento do filme nos Estados Unidos chegou cercado por cuidados, na suposição de que sua violência pudesse estimular atiradores, como já há às pencas no país. Já tem armas, precisam ainda do estímulo do cinema? Duvidoso. Desde “Pequenos Assassinatos”, filme de Alan Arkin de 1971, está posta a prática do assassinato em massa, sem motivo palpável, como uma chaga contemporânea ao lado do terrorismo – este com motivações políticas, econômicas, culturais e religiosas detectáveis. Lobos solitários, excluídos e que se excluem, vivem aparecendo, fato revelador da solidão e da exclusão sociais. Se esses lobos forem capazes de inflamar multidões, estaria posto o clima do caos. E é o caso da história de “Coringa”. O filme de Todd Philips é surpreendentemente forte e impactante. Não se sai do cinema sem sentir o peso da questão. O espectador sai mexido, quer queira, quer não. Quem for assistir só pensando em super-heróis e batalhas com os vilões de costume vai se decepcionar. “Coringa” tem muito mais força e reflexão do que isso. Não por acaso, venceu o Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019. Entre os méritos do filme é preciso destacar, de modo evidente e reluzente, o desempenho de Joaquin Phoenix. Ele é perfeito para o papel de Arthur Fleck, o Coringa. Ou ele se faz perfeito para todos os papéis: é um grande ator. Até Robert De Niro desaparece no filme, diante da atuação de Joaquin Phoenix. Só pelas gargalhadas deslocadas da ação já se pode ver a capacidade de comunicação que ele tem. Sem ele, o filme talvez fosse pouca coisa, com ele, ganha importância. Mas todo o elenco também dá bem conta do recado, levando a ação de um filme polêmico, palpitante para o público. iframe width=”650″ height=”365″ src=”https://www.youtube.com/watch?v=jfVTJm9NilA” frameborder=”0″ allowfullscreen>
Coringa quebra recordes de bilheteria no Brasil
A estreia de “Coringa” dominou as bilheterias brasileiras, levando mais de 1,6 milhão de espectadores aos cinemas, com faturamento de R$ 29,5 milhões entre quinta e domingo (6/10), de acordo com dados da consultoria Comscore. A Warner complementou os dados, liberando os números inflados pelas sessões de pré-estreia. Segundo o estúdio, 1,8 milhões de pessoas foram conferir “Coringa” desde as sessões antecipadas, realizadas na noite da última quarta-feira (2), que renderam cerca de R$ 2,1 milhões a mais para o filme. Assim, o longa ultrapassou os R$ 31,6 milhões de arrecadação nas bilheterias do Brasil e, assim como aconteceu nos Estados Unidos, tornou-se o maior lançamento já registrado num mês de outubro no país em todos os tempos. A estreia foi também a maior arrecadação de abertura da Warner Bros. Pictures no Brasil em 2019, informação que já circulava no fim de semana no levantamento do faturamento mundial do filme. Os números impressionantes da produção ao redor do mundo incluem ainda um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos, e a segunda maior arrecadação do estúdio no México, onde perde apenas para “Batman vs. Superman”. Nos Estados Unidos e Canadá, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics bateu o recorde de maior bilheteria do mês de outubro, com US$ 93,5 milhões entre sexta-feira e domingo. Mundialmente, a bilheteria do filme já soma US$ 245,7 milhões. Em 2ª lugar no ranking nacional, a animação “Angry Birds 2 – O Filme” teve desempenho muito inferior, somando R$ 3,2 milhões – menos de 11% do faturamento de “Coringa”. Outra animação, “Abominável”, aparece em 3º lugar com R$ 2 milhões, seguida pela sci-fi “Ad Astra” (R$ 1,2 milhão) e a comédia brasileira “Ela Disse, Ele Disse” (R$ 1,1 milhão). Confira abaixo o Top 10 nacional, segundo a verificação da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 3 a 6/10:1. Coringa 2. Angry Birds 2 – O filme3. Abominável4. Ad Astra Rumo às Estrelas5. Ela disse, Ele disse6. Rambo : Até o Fim7. It Capitulo Dois8. Predadores Assassinos9. Vai Que Cola 2 – O começo10. Bacurau — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 7, 2019
Clark Kent é o editor-chefe do Planeta Diário em Crise nas Infinitas Terras
O ator Brandon Routh voltou a divulgar em seu Instagram uma nova foto dos bastidores de sua volta ao papel de Superman, 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), que vai acontecer no crossover do Arrowverso “Crise das Infinitas Terras”. A imagem (acima) faz uma revelação curiosa, ao trazer o ator caracterizado como Clark Kent diante de sua sala de escritório. Na porta, é possível ver o atual cargo do antigo repórter dos quadrinhos: editor-chefe do jornal Planeta Diário. O ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”, que ele acumulará com sua volta ao papel do Homem de Aço. Além disso, vai contracenar com mais dois atores interpretando Superman no crossover – Tyler Hoechlin (da série “Supergirl”) e Tom Welling (de “Smallville”). A explicação é que cada Superman vem de uma Terra diferente e paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que Ray Palmer será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso.
Novo pôster de Aves de Rapina homenageia a série Friends
A Warner divulgou mais um de pôster de “Aves de Rapina”, desta vez em homenagem à série “Friends”. A imagem traz as personagens do filme em volta de um sofá e sob um logotipo que remete à tipologia da série clássica. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Para completar, a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista apenas para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Arrow: Arsenal é confirmado na temporada final da série
O ator Colton Haynes, intérprete do herói Arsenal, foi confirmado no elenco da temporada final de “Arrow”. Ele fechou um novo contrato para participar da 8ª temporada da série. A notícia chega dois meses depois de o ator perder seu status de integrante fixo do elenco, o que deixou alguns fãs apreensivos sobre sua ausência na despedida da série que lançou o Arrowverso na rede americana The CW. “Não poderíamos ter terminado o programa sem tê-lo de volta”, disse a showrunner Beth Schwartz. Roy Harper, o personagem de Haynes, foi introduzido na 1ª temporada de “Arrow” como par romântico de Thea Queen, vivida por Willa Holland, e acabou promovido ao elenco principal na temporada seguinte, assumindo a identidade do herói Arsenal. Ele acabou deixando a série ao final da 3ª temporada, mas retornou no ano seguinte para um pequeno arco e novamente em 2018, quando integrou a história de despedida de Holland da série, finalmente retornando como integrante fixo na 7ª temporada. Os episódios finais de “Arrow” também terão o retorno de Willa Holland e de vários integrantes das temporadas anteriores, inclusive de intérpretes de personagens falecidos, como Colin Donnell (que viveu Tommy Merlyn) e Josh Segarra (o vilão Adrian Chase). A 8ª e última temporada de “Arrow” vai estrear em 15 de outubro nos Estados Unidos. A série é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, que ainda não anunciou quando exibirá os novos capítulos.
Série animada do vilão Exterminador ganha primeiro vídeo sangrento
A CW Seed, plataforma de streaming da rede americana The CW, divulgou uma cena de sua próxima série animada exclusiva, “Deathstroke: Knights & Dragons”. A prévia violenta tem cabeça decepada, assassinatos, extorsão e muito sangue, com um golpe de estado incluído de bônus. Trata-se da primeira atração estrelada pelo vilão dos quadrinhos da DC, conhecido no Brasil como Exterminador, que vive fase de grande popularidade – após ganhar carne e osso na série “Arrow”, ser vislumbrado em “Liga da Justiça” e retornar em nova encarnação na atual temporada de “Titãs”. Criado em dezembro de 1980 por Marv Wolfman e George Pérez nas páginas dos “Novos Titãs”, o Exterminador rapidamente se tornou o maior adversário de Robin/Asa Noturna e um dos principais vilões da DC Comics. Apesar de “Deathstroke” ser sua primeira série, não é a primeira vez que ele aparece numa animação. O Exterminador enfrentou os Titãs na série do Cartoon Network, apareceu em “Young Justice” (Justiça Jovem), “Beware the Batman” e foi o vilão do longa animado “Os Jovens Titãs em Ação! No Cinema”. Em sua nova versão animada, ele será dublado por Michael Chiklis, que foi o Coisa em dois filmes do “Quarteto Fantástico” e também estrelou a série “Gotham”. Diz a sinospse: “Dez anos atrás, Slade Wilson – também conhecido como Exterminador – cometeu um grande erro, fazendo com que sua esposa e filho pagassem um trágico preço. Agora, a família Wilson é ameaçada novamente por Chacal e os terroristas da C.O.L.M.É.I.A. Será que Exterminador conseguirá enfrentar os pecados do seu passado?” A série vai estrear em 2020, em data ainda não revelada.
Supergirl enfrenta um dinossauro em cena da estreia da 5ª temporada
A rede The CW divulgou uma cena do episódio de estreia da 5ª temporada de “Supergirl”. O vídeo mostra a super-heroína vivida por Melissa Benoist enfrentando um dinossauro! Mas a nova franja parece atrapalhar sua visão, porque o dinossauro, na verdade, é… um disco voador? Péraí… A 5ª temporada de “Supergirl” estreia neste domingo (6/10) nos Estados Unidos. A série é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, que ainda não anunciou quando começa a exibir os novos episódios.
Coringa estreia em 1º lugar com recorde de bilheteria na América do Norte
O público norte-americano não se deixou influenciar pelo clima paranoico que cercou o lançamento do “Coringa”. Apesar do frenesi midiático em torno do tema do filme, que poderia inspirar atentados, os cinemas dos Estados Unidos e Canadá lotaram, e a estreia da produção da Warner bateu recorde com a maior arrecadação de todos os tempos durante o mês de outubro. A abertura de “Coringa” somou US$ 93,5 milhões durante seus primeiros três dias de exibição na América do Norte, superando com folga o antigo recordista, “Venom”, ironicamente outro filme de vilão de quadrinhos. A produção da Sony detinha o antigo recorde com US$ 80,2 milhões arrecadados em outubro do ano passado. Os recordes também se estendem às carreiras da equipe criativa do longa. Os números representam a maior arrecadação do diretor Todd Phillips e de todo o elenco da produção, incluindo os atores River Phoenix e Robert De Niro. Considerando ainda as últimas adaptações de quadrinhos da Warner, “Coringa” teve uma estreia mais bem-sucedida que a do blockbuster “Aquaman”, que abriu com US$ 67,8 milhões, e “Shazam!”, com US$ 53,5 milhões. No mercado internacional, a produção rendeu ainda mais, atingindo um total mundial de US$ 234 milhões. Os números impressionantes incluem um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos. No México, foi a segunda maior, perdendo apenas para “Batman vs. Superman”. Já no Brasil, “Coringa” representou a maior estreia do estúdio em 2019. O resto do ranking ficou muito atrás, em relação ao grande assalto perpetrado pelo vilão da DC Comics nas bilheterias. Em 2º lugar na América do Norte, “Abominável” arrecadou apenas US$ 12 milhões em sua segunda semana em cartaz, uma diferença de mais de US$ 80 milhões. Em dez dias, a animação soma apenas US$ 37,83 milhões no mercado doméstico. “Downton Abbey” ficou em 3º com US$ 8 milhões, atingindo US$ 73,6 milhões na América do Norte após três fins de semana. A estreia no Brasil está prevista para o próximo dia 24 de outubro. Fecham o Top 5 “As Golpistas” e “It: Capítulo Dois”, com US$ 6,3 milhões e US$ 5,35 milhões, respectivamente. O primeiro já rendeu quase US$ 100 milhões e o segundo superou os US$ 200 milhões na América do Norte. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 93,5M Total EUA e Canadá: US$ 93,5M Total Mundo: US$ 234M 2. Abominável Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 37,8M Total Mundo: US$ 76,3M 3. Downton Abbey Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,6M Total Mundo: US$ 135,4M 4. As Golpistas Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 91,3M Total Mundo: US$ 110M 5. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 202,2M Total Mundo: US$ 436,7M 6. Ad Astra Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 43,6M Total Mundo: US$ 111,3M 7. Judy Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 8,9M Total Mundo: US$ 8,9M 8. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 64,3M 9. War Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M 10. Bons Meninos Fim de semana: US$ 0,9M Total EUA e Canadá: US$ 82M Total Mundo: US$ US$ 107,5M
Batwoman: Vilã ganha destaque em novo vídeo da série
A rede The CW divulgou um novo vídeo da série “Batwoman”, que será estrelada pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”). Desta vez, porém, o vídeo destaca a antagonista, Alice, líder da gangue das Maravilhas, vivida por Rachel Skarsten. A prévia traz cenas e depoimentos da atriz sobre a personagem. O papel em “Batwoman” representa a volta de Skarsten ao universo das séries da DC Comics. A atriz já viveu a heroína Canário Negro em “Birds of Prey”, adaptação dos quadrinhos das Aves de Rapina, que foi ao entre 2002 e 2003. Mais recentemente, também estrelou “Reign” na mesma CW, na pele da Rainha Elizabeth. O elenco de “Batwoman” ainda conta com Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como o pai da heroína, Jacob Kane, Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, e Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane. A produção foi desenvolvida por Caroline Dries, que também tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e sua intérprete. Primeira série de super-heróis com uma protagonista LGBTQIA+, “Batwoman” estreia neste domingo (6/10) nos Estados Unidos.
Fugitivos encontram Manto e Adaga no trailer da 3ª temporada
A plataforma de streaming Hulu divulgou o trailer e o pôster da 3ª temporada da série dos heróis adolescentes “Fugitivos” (Runaways). A prévia introduz uma nova vilã, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”), e mostram a participação dos protagonistas de outra série de heróis adolescentes da Marvel, “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). O crossover tinha sido anunciado em agosto passado e, pelo que a prévia demonstra, a participação de Manto (Aubrey Joseph) e Adaga (Olivia Holt) estará relacionada à escuridão que emana dos poderes de Nico (Lyrica Okano). Já a personagem de Liz Hurley é Morgana le Fay, vilã dos quadrinhos criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, e que entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem da lenda do Rei Arthur, Morgana é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Elizabeth Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage. Ela teve uma participação marcante em outra série dos produtores estrelada por adolescentes, “Gossip Girl”. Mesmo com o trailer, não está claro como será seu arco em “Fugitivos”, porque Morgana nunca apareceu nos quadrinhos desses personagens. A série produzida para a plataforma de streaming Hulu gira em torno de seis adolescentes, que descobrem por acaso que seus pais são membros de uma sociedade secreta de supervilões conhecida como Orgulho (Pride). Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco adulto traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e, até a 2ª temporada, Kip Pardue (série “Ray Donovan”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Como as anteriores, a 3ª temporada terá 10 episódios. A estreia está marcada para 13 de dezembro. Tanto “Fugitivos” quanto “Manto e Adaga” são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony.










