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  • Série

    Sherilyn Fenn está na série dos Novos Titãs

    27 de dezembro de 2017 /

    Sherilyn Fenn, a eterna Audrey Horne de “Twin Peaks”, está no elenco da nova série da DC Comics “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Apesar da Warner não ter anunciado oficialmente sua participação, a atriz deu várias pistas de seu envolvimento. Ela já compartilhou imagens da produção e postou uma foto ao lado de Teagan Croft em suas redes sociais (veja abaixo). Além disso, foi vista em Toronto, onde a série começou a ser gravada. Graças à foto meiga com a atriz da novela australiana “Home and Away”, intérprete de Ravena na série, fãs dos quadrinhos especulam que ela vai interpretar justamente Arella, a mãe de Ravena. A sinopse oficial da produção não revela qual é a história da série, mas faz sentido que ela gire em torno da origem de Ravena, já que foi uma das primeiras aventuras dos Novos Titãs nos quadrinhos dos anos 1980. Além de Teagan Croft como Ravena, a série terá Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Robin, Anna Diop (série “24: Legacy”) como Estelar, Ryan Potter (série “Supah Ninjas”) como Mutano, Alan Ritchson (série “Blood Drive”) como Rapina e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) como Columba, além de Lindsey Gort (intérprete da jovem Samantha Jones em “The Carrie Diaries”) no papel da detetive de polícia Amy Rohrbach. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming. Love is baby girl??? Uma publicação compartilhada por sherilynfenn (@sherriisme) em 6 de Dez, 2017 às 6:49 PST

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  • Série

    The Looming Tower: Fotos e vídeo da série sobre ataque às Torres Gêmeas revelam próximo hit do Hulu

    20 de dezembro de 2017 /

    A plataforma Hulu divulgou 16 fotos e o primeiro vídeo de “The Looming Tower”, sua próxima série obrigatória. A prévia é instigante e chama atenção pelo tema e elenco estelar. Com depoimentos dos atores e do produtor, o vídeo apresenta cenas de tensão, ação e intriga, envolvendo as agências federais americanas responsáveis por investigar suspeitas de terrorismo, relatando como o ciúmes entre oficiais superiores evitou o compartilhamento de informações cruciais em 2001, que poderiam ter evitado os ataques do dia 11 de setembro em Nova York. Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”), Alec Baldwin (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”). A série adapta o livro homônimo de não ficção de Lawrence Wright, que venceu o prêmio Pulitzer e foi lançado no Brasil como “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9”. A adaptação foi feita por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”), e este assegura que tentou ser o mais fiel possível aos fatos, ao tratar da rivalidade entre a CIA e o FBI, que possibilitou o ataque mais impressionante sofrido pelos Estados Unidos. A estreia está marcada para 28 de fevereiro.

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  • Série

    Anime B: The Beginning ganha primeiro teaser legendado

    20 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado de sua nova série anime “B: The Beginning”. A animação japonesa tem uma trama de suspense e traz como protagonistas um lendário investigador que resolve crimes cometidos por serial killers. O título é uma referência ao nome do vilão, denominado de Killer B. “B: The Beginning” é uma criação de Kazuto Nakazawa, diretor do trecho animado de “Kill Bill” (2003) e da série “Samurai Shamploo”, e produzida pelo estúdio Production I.G, responsável por “Ghost in the Shell”. Com 12 episódios, a série tem estreia mundial marcada para 2 março de 2018.

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  • Série

    Atriz de Jessica Jones será super-heroína na nova série The Boys

    20 de dezembro de 2017 /

    A atriz Erin Moriarty, que foi coadjuvante na 1ª temporada de “Jessica Jones”, vai ganhar seus próprios superpoderes. Ela é o primeiro nome confirmado em “The Boys”, nova série baseada em quadrinhos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a produção na Amazon. O projeto chegou a ter piloto encomendado, mas após mudanças profundas no Amazon Studios, com o afastamento de executivos por suspeita de assédio e uma nova chefia com instrução para o desenvolvimento de mais séries de gênero fantástico, “The Boys” virou prioridade e dispensou o piloto, sendo aprovada a partir da qualidade do roteiro escrito por Kripke. A atração ganhou encomenda de oito episódios para a temporada inaugural e os primeiros episódios serão dirigidos por Rogen e Goldberg. A trama dos quadrinhos é uma sátira de humor negro ao universo dos super-heróis, protagonizada por um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia a atividade dos super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada (Hughie Mijão, Leite Materno, O Francês e A Fêmea) e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. Moriaty interpretará Starlight, também conhecida como Annie January, uma jovem crente e certinha do interior, capaz de soltar raios pelos olhos. Seu sonho é se tornar uma super-heroína real como os famosos Sete (seven), a versão de Ennis da Liga da Justiça. Mas, quando é convidada a fazer um teste para entrar no grupo, a trama dá uma guinada para o mundo de Harvey Weinstein. Bastante polêmica, a revista durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem transformar os quadrinhos em série. A 1ª temporada de “The Boys” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Altered Carbon: Vídeo legendado traz entrevistas e explica premissa da nova série sci-fi

    19 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Altered Carbon”, que traz entrevistas do elenco e da criadora da série. A prévia explica a premissa de ficção científica e introduz os personagens centrais, além de reforçar o visual cinematográfico da produção. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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  • Série

    Ian McKellen quer voltar a viver Gandalf na série da Amazon sobre o Senhor dos Anéis

    18 de dezembro de 2017 /

    O ator Ian McKellen quer voltar a viver o mago Gandalf na série baseada em “O Senhor dos Anéis”, anunciada pela Amazon. O ator de 78 anos viveu o personagem literário de J.R.R. Tolkien em seis filmes, nas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. Em entrevista à rádio BBC, McKellen se manifestou com surpresa ao ser questionado sobre a possibilidade de um novo ator ficar com seu famoso papel. “O que você quer dizer com outro Gandalf?”, questionou, indignado. “Só não disse ‘sim’ porque eles ainda não me perguntaram. Mas você está sugerindo que outra pessoa ficará com o papel? Porque Gandalf tem 7 mil anos, e eu não sou tão velho quanto ele”, brincou o ator. Anunciado no início de novembro, o projeto da Amazon é considerado tão ambicioso quanto “Game of Thrones”, e será produzido pela Amazon Studios em parceria com a empresa dos herdeiros do escritor, Tolkien Estate and Trust, a editora HarperCollins e a produtora New Line Cinema, uma divisão da Warner Bros, responsável pelas duas trilogias cinematográficas. Com uma história ambientada na Terra Média, a produção do serviço de streaming explorará histórias inéditas anteriores aos eventos de “O Senhor dos Anéis”. Ainda não há elenco definido, nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Hera Venenosa encontra Jack, o Estripador em cena de Batman: Gotham by Gaslight

    17 de dezembro de 2017 /

    A DC Entertainment divulgou uma cena da animação “Batman: Gotham by Gaslight”, nova adaptação de quadrinhos clássicos da DC Comics. A prévia mostra Pamela Isley (identidade da Hera Venenosa) como uma prostituta do século 19, tendo um encontro macabro com um serial killer: ninguém menos que Jack, o Estripador. A animação adapta os quadrinhos homônimos de 1989, concebidos por Brian Augustyn e Mike Mignola (o criador de “Hellboy”), que foram lançados no Brasil com o título “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”. A história se passa no século 19 e reimagina Batman como um herói dos penny dreadfuls vitorianos. “Batman: Gotham by Gaslight” também insere elementos da continuação, “Batman: Mestre do Futuro”, publicada dois anos depois com roteiro do mesmo Augustyn e desenhos do já falecido artista uruguaio Eduardo Barreto. A adaptação de quadrinhos clássicos, especialmente da década de 1980, já é uma tradição das animações da Warner/DC, como visto em “Batman: Ano Um” (2011), “Batman: A Piada Mortal” (2016) e “Jovens Titans: O Contrato de Judas” (2017), entre outras. A direção é de Sam Liu (o mesmo diretor de “Ano Um” e “A Piada Mortal”) e o elenco de vozes destaca Bruce Greenwood (“Star Trek”), retomando o papel de Batman/Bruce Wayne que desempenha na série “Young Justice” (Justiça Jovem), Jennifer Carpenter (séries “Dexter” e “Limitless”) como Selina Kyle/Mulher-Gato e Anthony Head (séries “Buffy” e “Merlin”) como Alfred. O lançamento é previsto para 23 de janeiro em streaming e 6 de fevereiro em Blu-ray.

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  • Série

    Black Lightning: Nova série da DC Comics vai chegar ao Brasil pela Netflix

    17 de dezembro de 2017 /

    A nova série de super-heróis da DC Comics, “Black Lightning”, sobre o herói Raio Negro e suas filhas superpoderosas, teve sua exibição definida no Brasil. E, ao contrário das demais atrações da rede americana CW, ela não vai entrar na programação do canal pago Warner. A série vai chegar ao país pela Netflix, a partir do dia 23 de janeiro – uma semana após a estreia nos Estados Unidos. Isto pode prejudicar planos de crossover que possam incluir Raio Negro nas tramas de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. Todas as cinco séries tem o mesmo produtor, Greg Berlanti. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e deverá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce e o rapper Krondon como o vilão Tobias Whale. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce mais de uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, quando as filhas teimam em buscar justiça e ficam em perigo, ele será levado de volta à vida de vigilante mascarado.

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  • Série

    Alan Ritchson e Minka Kelly são Rapina e Columba em foto da série dos Novos Titãs

    15 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Depois de mostrar o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, é a vez de Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) aparecerem como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. À exceção de Ravena, os produtores escalaram intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Segundo o a sinopse oficial, a produção vai girar em torno de Dick Grayson (Thwaites), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman.

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    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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  • Etc

    Netflix ridiculariza hábitos de assinantes e assusta o mundo

    13 de dezembro de 2017 /

    A Netflix decidiu ridicularizar os hábitos de seus assinantes no Twitter. A exemplo do que fez em outros países, inclusive no Brasil, ironizou usuários exagerados dos Estados Unidos com humor depreciativo. “Às 53 pessoas que assistiram ‘O Príncipe do Natal’ todo dia nos últimos 18 dias: Quem machucou vocês?”, escreveu o serviço. Em pouco tempo, o comentário viralizou negativamente. Seguiu-se uma revolta contra a mensagem “assustadora” do “Big Brother”, numa referência à criação orwelliana, que sabia tudo e controlava a vida de todos na sci-fi distópica “1984”. Os protestos tomaram conta da rede social, mas também renderam comentários de colunistas dos jornais The New York Times e The Guardian. Para estes, houve invasão de privacidade e pouco caso com a divulgação de informações pessoais. “O tuíte oficial demonstra que a empresa usará dados para ridicularizar usuários; a Netflix não respeita sua base de consumidores e suas preocupações em torno do uso equivocado de dados pessoais”, apontou um usuário. “Por que expor as pessoas assim, individualmente, Netflix?”, quis saber uma usuária estarrecida. “Só queria saber se vocês estão bem”, retrucou o serviço, aumentando a polêmica. Detalhe: o filme “água com açúcar” é uma produção da própria Netflix.

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  • Filme

    Will Smith não gosta de fadinhas no novo trailer e fotos de Bright

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou 22 novas fotos e mais um trailer de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. Ainda sem legendas, a prévia repete a premissa anteriormente apresentada, mas inclui uma cena inédita ao final, em que Will Smith diz uma variação racista do slogan da campanha contra assassinatos de negros pela polícia americana: “Vidas de fadas não importam”. O filme acompanha a parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. Durante uma patrulha noturna, eles entram em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo, e se vêem cercados de inimigos. Assim, devem esquecer suas diferenças para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que nas mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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