The Tick tenta juntar grupo de super-heróis em trailer da volta da série
A Amazon divulgou novos pôster e trailer do retorno da série “The Tick”, em que o herói azulado tenta reunir um grupo de super-heróis para enfrentar seu maior inimigo. Mas não se trata exatamente da Liga da Justiça. A série acompanha o ponto de vista de Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nenhum tipo de superpoder, que acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”), após descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão (Jackie Earle Haley, de “Watchmen”). Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como uma paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco ainda inclui Valorie Curry (série “The Following”), Brendan Hines (série “Scorpion”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”), Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”) e Whoopi Goldberg (“As Tartarugas Ninja”). A 1ª temporada foi disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegaram no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade estreia em 23 de fevereiro.
Chance: Série estrelada por Hugh Laurie é cancelada após duas temporadas
A plataforma de streaming Hulu anunciou o cancelamento da série “Chance”, estrelada por Hugh Laurie, após duas temporadas. Assim como os demais serviços de streaming, o Hulu não divulga dados de sua audiência, mas a série, que estreou no final de 2016 com boa aceitação da crítica (81% de aprovação), nunca foi muito comentada nas redes sociais ou na imprensa especializada. A 2ª temporada nem sequer tem nota no Rotten Tomatoes, comprovando o desinteresse. A série trouxe Hugh Laurie, o eterno Dr. House, de volta ao papel de um médico após o final de “House”. Como a famosa produção anterior, a atração era batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” seguia a linha do thriller policial, com ênfase no suspense e no clima noir. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada foi disponibilizada em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série teve episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e era exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.
Hulu renova as séries Runaways e Future Man
A série de super-heróis “Runaways” e a comédia sci-fi “Future Man” foram renovadas pela plataforma americana de streaming Hulu. Ambas terão 2ª temporada em 2018. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na história original. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Já “Future Man” é uma série estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigiram o primeiro episódio.
Impeachment de Donald Trump será tema da 2ª temporada de The Good Fight
A série “The Good Fight” vai investigar como fazer o Impeachment de Donald Trump. Os produtores Michelle e Robert King revelaram, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), que este será um dos temas das 2ª temporada do spin-off de “The Good Wife” na plataforma de streaming CBS All Access. Na trama, o comitê do Partido Democrata consulta algumas firmas jurídicas sobre a possibilidade de tirar Trump da Casa Branca. Entretanto, a história não será desenvolvida como ficção especulativa. O tema de um Impeachment hipotético renderá debates e análises de situações reais, mas nenhuma paródia de Trump aparecerá num tribunal, tendo que enfrentar Diane Lockhart (a personagem de Christine Baranski). Ainda assim, os absurdos do presidente americano estarão no centro das conversas. Além disto, “The Good Fight” também abordará os escândalos sexuais de Hollywood. Numa história inspirada pelo esforço de Ronan Farrow para denunciar Harvey Weinstein na rede NBC News, a série mostrará um jornalista tentando expor uma estrela famosa na TV e ser repreendido por seus chefes. Na vida real, Farrow pretendia denunciar Weinstein na época em que trabalhava para a NBC News, mas sua reportagem foi vetada. Ele acabou publicando suas descobertas na revista New Yorker, chocando o mundo. A 2ª temporada de “The Good Fight” ainda não tem previsão de estreia.
Liberty Crossing: Nova série de comédia com atriz de Teen Wolf ganha primeiro trailer
Há mais serviços de streaming que supõe a vã filosofia. Um deles é o go90, lançado em 2015 nos Estados Unidos pelo conglomerado de telecomunicações Verizon e reiniciado no ano passado após a confirmação de que ninguém o assistia – um exagero, já que conta com 2 milhões de assinantes. O reboot do serviço está a cargo de Richard Tom, criador do Hulu (e do Vessel, comprado e fechado pela Verizon), que encomendou novas séries para tentar chamar atenção do público. Uma delas é a comédia “Liberty Crossing”, que ganhou o primeiro trailer. Criada por Daniel Radosh (roteirista do programa de variedades “The Daily Show”) e coproduzida por Mason Novick (produtor de “Juno” e “(500) Dias com Ela”), a série faz comédia com o terrorismo. A trama acompanha analistas de inteligência numa agência de contra-terrorismo, que inventam teorias malucas para superar o tédio da burocracia de escritório. O elenco destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”) como a jovem chefe da agência, além de Pete Ploszek (também de “Teen Wolf”), Calum Worthy (“American Vandal”), Adam Faison (“Here and Now”), Ashley Argota (“The Fosters”) e Chris Mulkey (“Whiplash – Em Busca da Pefeição”). Com oito episódios dirigidos pelo cineasta indie Todd Berger (“It’s a Disaster”), “Liberty Crossing” já estreia na segunda (8/1) nos Estados Unidos.
Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira
A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.
Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas
Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).
Série animada dos Animaniacs vai ganhar duas temporadas inéditas
A plataforma de streaming Hulu anunciou que fará novos episódios de “Animaniacs”, a cultuada série animada dos anos 1990. A série ganhará duas novas temporadas. Só que vai demorar. Os episódios inéditos só começarão a ser exibidos em 2020. Mas com um bônus. Pinky e o Cérebro também voltarão junto dos irmãos Yakko, Wakko e Dot (os Animaniacs do título). Além dos personagens, Steven Spielberg também retorna ao projeto como produtor executivo, retomando a frente da colaboração entre a Warner Animation e a Amblin Television que originou a série. Inspirada nas animações histéricas da Warner, “Animaniacs” girava em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moravam na famosa torre d’água do estúdio Warner Bros. Enquanto os novos episódios não chegam, a Hulu vai disponibilizar todos os episódios da série original, além do spin-off de Pink e o Cérebro e até os Tiny Toons.
2ª temporada do reboot de One Day at a Time ganha trailer e fotos
A Netflix divulgou o trailer e fotos da 2ª temporada de “One Day at a Time”, reboot da série de comédia que marcou a TV americana ao longo de nove temporadas, entre 1975 e 1984. A produção original foi criada por Norman Lear, que continua como produtor no reboot. Um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970, Lear também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. Em 1975, “One Day at a Time” acompanhava a mãe divorciada vivida por Bonnie Franklin, após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizaram a versão original para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (Rita Moreno) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Todos retornam para viver novas desventuras no dia 26 de janeiro no serviço de streaming.
Episódio da 4ª temporada de Black Mirror pode render uma nova série
O episódio mais comentado da 4ª temporada de “Black Mirror”, “USS Callister”, aquele que parodia “Star Trek”, pode virar série. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor responsável pelo capítulo, Toby Haynes (das série “Doctor Who” e “Sherlock”), comentou que há conversas sobre a criação de um spin-off centrado naquela trama. “Eu estava conversando com Louise Sutton, que produziu o episódio, e ela compartilhou a brilhante ideia de fazer um spin-off para uma nova série. Eu adoraria fazer uma série de ‘USS Callister’. [O capítulo de ‘Black Mirror’] é provavelmente um dos melhores pilotos de série espacial da história. E eu que fiz! Então, eu adoraria transformá-lo numa série. Acho que Charlie [Brooker, criador da série] pode querer trazer de volta ao ‘Black Mirror’. Se eu vou comandar novamente, não sei. Sendo um grande fã da série, e tendo trabalhado com a equipe, eu adoraria fazer isso de novo. É um grande presente para um diretor”. Não é a primeira vez que surgem conversas sobre a transformação de um capítulo de “Black Mirror” numa série derivada. Mas até agora nenhum projeto saiu do papel. A 4ª temporada de “Black Mirror” teve seis capítulos, todos disponibilizados na sexta (29/12) na Netflix.
Apple estaria estudando comprar a Netflix
Um artigo do site de economia Business Insider apurou que executivos da Apple estariam considerando comprar a Netflix em breve. O texto chega a estimar que existe uma probabilidade de 40% de que a que a empresa fundada por Steve Jobs compre a plataforma de streaming. Isto se deve ao incentivo fiscal que o presidente Trump tem dado a grandes corporações, diminuindo impostos e eliminando taxas para empresas que trazem dinheiro do exterior para os Estados Unidos. A Apple tem uma verdadeira fortuna internacional para repatriar, cerca de US$ 220 bilhões, que poderia ser usada para uma grande aquisição. A empresa tem lutado há anos para entrar no nicho do conteúdo exclusivo, que já é dominado por Netflix, Amazon e Hulu nos Estados Unidos, e recentemente montou uma divisão para produzir e lançar séries inédita – como um remake de “Amazing Stories”, uma série de comédia com Jennifer Aniston e Reese Whiterspoon e uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”).
Teaser revela data de estreia da 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que revela a data de estreia dos novos episódios, com apresentação de ninguém menos que o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção.
Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).












