Bispo pede boicote à Netflix contra Especial de Natal do Porta dos Fundos
O bispo Dom Henrique Soares da Costa, da Diocese de Palmares (PE), conclamou a fiéis que cancelem a assinatura da Netflix, em post publicado em seu perfil no Facebook. O motivo: por “desrespeito a Jesus Cristo”. O bispo reclama que a plataforma de streaming deu um “bofetão no rosto de todos os cristãos” depois de exibir em seu catálogo um especial de Natal “vulgar e desrespeitoso para com o nosso Deus”. Embora não cite nomes, o bispo se refere ao especial “A Primeira Tentação de Cristo”, em que Jesus (Gregório Duvivier) está prestes a completar 30 anos, e é surpreendido com uma festa de aniversário quando voltava do deserto acompanhado do namorado, Orlando (Fábio Porchat). (Assista ao vídeo acima) “Em pleno tempo de preparação para o Natal do Senhor, a Netflix deu um bofetão no rosto de todos os cristãos, cuspiu na nossa cara, zombando da nossa fé. Imaginem um filme debochado e desrespeitoso ao extremo com alguém a quem você ama. Como reagir? O ideal seria uma ação judicial. Mas, com a desculpa de liberdade de expressão, todo lixo é permitido, todo sarcasmo para com a fé alheia é louvado, tudo quanto trinca e corrói os alicerces da nossa cultura e da nossa sociedade é reputado como avanço e progresso…”, escreveu. “Então, como Bispo da Igreja, eu exorto vivamente aos cristãos: neste Natal, proclame seu amor, sua fé, seu respeito em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo; mostre que seu amor por Ele é real e ativo: cancele a assinatura da Netflix e lá, no menu apropriado, explique o motivo: “desrespeito por Jesus Cristo”, completou. O “Especial de Natal Porta dos Fundos 2019: A Primeira Tentação de Cristo” foi disponibilizado em 3 de dezembro na Netflix, e é a segunda produção do gênero. A trupe de humorista também fez um especial de Natal satirizando Jesus Cristo no ano passado, que acabou vencendo o prêmio Emmy Internacional como Melhor Comédia do mundo (sem considerar os EUA).
Spinning Out: Trailer legendado traz atriz de Maze Runner como patinadora de gelo
A Netflix divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Spinning Out”, nova série dramática com tema esportivo. A produção traz a atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, como uma atleta no competitivo mundo da patinação no gelo. A personagem de Scodelario se chama Kat Baker, uma patinadora profissional prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda que fez com que ela perdesse uma competição importante. Sob pressão de sua mãe, ela decide continuar a carreira, só que na categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. A nova parceria, entretanto, “ameaça revelar um segredo que Kat guardou por toda a vida”. Juntos, os dois terão que passar por provações emocionais e físicas que os conduzirão até a realização do sonho olímpico. O elenco destaca January Jones (“Mad Men”) como a mãe da protagonista, uma ex-patinadora que criou sozinha Kat e sua irmã mais nova (Willow Shields, de “Jogos Vorazes”), além de Evan Roderick (“Arrow”) como o “bad boy” da patinação. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, e dividirá a produção com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). Vale destacar, ainda, que a série ganhou uma das “traduções” mais bizarras da lista de bizarrices da Netflix Brasil. “Spinning Out” está sendo divulgada no Brasil com o título “nacional” de “Spin Out”! É sério. A 1ª temporada terá 10 episódios, que estreiam em 1 de janeiro.
Netflix revela que 26 milhões de assinantes já viram O Irlandês
A Netflix anunciou nesta terça-feira (10/12) que “O Irlandês”, longa de Martin Scorsese produzido pela plataforma, foi visto por 26 milhões de assinantes em todo o mundo, durante sua primeira semana em streaming. O resultado foi celebrado como sucesso nas redes sociais, como se pode ver pelo tuíte abaixo. A audiência foi anunciada pelo chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, em uma conferência para investidores. Sarandos ainda disse que espera que o número chegue a 40 milhões em 28 dias. A empresa não costuma divulgar muitos dados e, quando decide revelar números, eles são sempre positivos. Mas já é possível comparar desempenhos entre os resultados alardeados. Por exemplo, anteriormente a plataforma afirmou que “Bird Box” teve recorde de exibições semanais, visto por 45 milhões de assinantes em sete dias. Os números de “O Irlandês” equivalem a 16% de todos os assinantes mundiais do serviço. E respaldam um levantamento independente da empresa Nielsen, que calculou em 17 milhões o número de assinantes americanos que assistiram a “O Irlandês” em sua primeira semana. Considerando esse número factual, 9 milhões de espectadores assistiram ao filme no mercado internacional. Orçado em cerca de US$ 160 milhões, de acordo com apurações da imprensa americana, o filme de 3h30 foi muito mais um investimento em prestígio do que num produto que atraísse muito público para a Netflix. Mas prestígio gera curiosidade, que vira audiência. “O Irlandês” tem se destacado como Melhor Filme do ano em várias listas estaduais da crítica americana e foi indicado a cinco categorias no Globo de Ouro 2020, incluindo a principal. O longa de Martin Scorsese também deve aparecer como um dos indicados ao Oscar 2020. *pours glass of wine* *dips bread* My friends, I’ve got some news from the big guy at the top: THE IRISHMAN was watched by 26,404,081 accounts globally — within its first 7 days on Netflix. pic.twitter.com/abVV993CWS — Netflix Film (@NetflixFilm) December 10, 2019
Bruno Gagliasso vai estrelar duas produções da Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar que o ator Bruno Gagliasso vai trabalhar em novos projetos para a plataforma de streaming. O vídeo é uma brincadeira, um falso teste com o ator espanhol Pedro Alonso para entrar em “La Casa de Papel”, e termina com o brasileiro convidado a ir a Madri participar de uma nova produção. Em sua primeira produção para a Netflix, Bruno será o protagonista de uma trama internacional, daí a relação com Madri. Depois, em seu segundo projeto, ele também vai poder expandir sua criatividade para além das câmeras atuando como produtor executivo e como astro principal de uma história desenvolvida por ele para a Netflix. “Estou entusiasmado com o próximo capítulo da minha carreira: uma etapa em que poderei desenvolver ainda mais projetos autorais e que me dá a possibilidade de expandir minha criatividade como ator e produtor, algo cada vez mais vital em minhas escolhas artísticas”, celebrou Bruno, em comunicado. Bruno Gagliasso começou a carreira profissional aos 17 anos passando pela Rede Telefé – retransmitida no Brasil pelo SBT – e pela Rede Globo, emissora em que amadureceu como artista em 18 anos de serviços prestados à dramaturgia. Atuou em 15 novelas, 4 peças e 4 filmes. Destaque para o esquizofrênico Tarso Cadore em “Caminho das Índias” (Globo, 2009), o assassino em série Eduardo Borges da minissérie “Dupla Identidade” (Globo, 2014) e o vilão Timóteo Cabral de “Cordel Encantado” (Globo, 2011). Sua premiada carreira – são mais de 20 nomeações – incluem duas estatuetas do Emmy por “Caminho das Índias” e “Joia Rara”. Além dos projetos da Netflix, ele ainda está no elenco de dois longas previstos para 2020, a ficção científica “Loop”, dirigido por Bruno Bini, e o polêmico “Marighella”, de Wagner Moura, já exibido em vários festivais internacionais.
Netflix vai produzir animação baseada em livro de Paul McCartney
Paul McCartney prepara um projeto em parceria com a Netflix. A plataforma de streaming vai produzir a adaptação de livro infantil do cantor, “Lá no Alto das Nuvens” (High in the Clouds), como um filme de animação, que contará com canções inéditas compostas pelo próprio McCartney. “Lá no Alto das Nuvens” é protagonizado por um esquilo chamado Wirral, que se envolve com um grupo de rebeldes após contrariar a terrível coruja Gretsch, uma cantora que inferniza a vida de qualquer um que demonstrar talento maior do que o dela. O livro foi lançado pelo ex-Beatle em 2005, em parceria com os escritores Geoff Dunbar e Philip Ardagh, e a ideia de transformá-lo numa animação vem circulando em Hollywood desde então. A produtora francesa Gaumont fechou parceria com a Netflix para finalmente tirar o projeto do papel. A adaptação será escrita por Jon Crocker, roteirista da franquia “Paddington”, e a direção está a cargo de Timothy Reckart, que foi indicado ao Oscar pelo curta animado “Head Over Heels” (2012). “Estamos animados com essa parceria com a Netflix”, comentou McCartney, em comunicado. “Eles complementam o que já é um time incrível de pessoas envolvidas neste filme, e nos dão a oportunidade de levar essa história para um público global”. Ainda não há previsão para a estreia.
Crossover de Fugitivos com Manto e Adaga ganha primeiras fotos
A plataforma de streaming Hulu divulgou pôsteres individuais dos personagens de “Fugitivos” (Runaways), e duas fotos do crossover da série com “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). As duas produções foram recentemente canceladas, mas “Fugitivos” ainda tem 10 episódios inéditos de sua 3ª temporada. Além dos heróis, os pôsteres destacam uma nova vilã, Morgana le Fay, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”). Criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, Morgana entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem homônima da lenda do Rei Arthur, ela é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage – para quem não lembra, a parceria foi inaugurada em “Gossip Girl”. O cancelamento de “Fugitivos” encerra a atual fase de produção de séries “live-action” da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que sua estrutura foi absorvida pela Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters cinematográficos. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada em outubro. Por conta disso, Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, deve sair da empresa. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, além do fim de “Manto e Adaga” e as temporadas finais de “Agents of SHIELD” e “Fugitivos”, a única série live-action da produtora atualmente em desenvolvimento é o projeto de “Helstrom”, sobre o “Filho de Satã”. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel, que começarão seu trabalho sem nenhuma herança de Loeb. A última temporada de “Fugitivos” estreia na sexta (13/12) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
The Mandalorian: Verdadeiro intérprete do personagem é neto de John Wayne
O ator chileno Pedro Pascal (“Narcos”) é creditado como o personagem-título de “The Mandalorian”, primeira série “live-action” do universo de “Star Wars”. Mas embora sua voz seja ouvida nos episódios, não é ele quem interpreta o protagonista, pelo menos na maioria das cenas gravadas para a atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). A atriz Bryce Dallas Howard, que dirigiu um episódio da série, revelou que nunca encontrou Pascal no set durante as gravações. “Ele estava em ensaios para o ‘Rei Lear’ na Broadway”, disse Howard ao site Vulture. “Por isso, quando estávamos fazendo o meu episódio, eu não trabalhei com Pedro.” Como o Mandaloriano não tira nunca seu elmo, dois dublês se revezam no papel, Brendan Wayne e Lateef Crowder. Howard revelou que trabalhou principalmente com Wayne, que, por incrível que pareça, é neto do lendário ator John Wayne. “[Wayne] absolutamente trouxe tudo para esse personagem, e fomos capazes de encontrar os momentos e resolvê-los juntos”, disse Howard. Wayne trabalhou em todos os episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian” e já foi contratado para trabalhar na 2ª temporada. Não é a primeira vez que “Star Wars” emprega atores diferentes para dar vida a um personagem mascarado. James Earl Jones é reconhecido como a voz de Darth Vader, mas os movimentos do personagem foram feitos por um ator menos referenciado, chamado David Prowse. Considerando que “The Mandolorian” tem forte influência dos velhos faroestes – o episódio dirigido por Howard aludia tanto a “Os 7 Samurais” quanto a seu remake western, “Sete Homens e um Destino” – , é até adequado que o caçador de recompensas intergaláctico ganhe vida por meio do herdeiro de John Wayne.
The Witcher: Protagonistas da série ganham vídeos legendados sobre suas jornadas
A Netflix divulgou três vídeos de “The Witcher”, que destacam individualmente as jornadas do trio central de personagens: Geralt de Rivia, Yennefer e Ciri (que, curiosamente, é apresentada com seu nome completo e menos popular, Cirilla). Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Esquadrão 6: Novo trailer legendado apresenta os “heróis secretos” recrutados por Ryan Reynolds
A Netflix divulgou o terceiro trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground). Este é menos “Velozes e Furiosos”, concentrando-se mais nos personagens, que são apresentados individualmente com suas respectivas habilidades. Curiosamente, o vídeo também destaca um vício da produção. A seleção de imagens tem mais closes que as novelas da Globo. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. Dirigido por Michael Bay, o filme também tem, contratualmente, muitas explosões. Não por acaso, seu orçamento é de US$ 125 milhões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming já na sexta-feira (13/12).
Globo de Ouro: Netflix domina a lista de indicados ao prêmio de 2020
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou na manhã desta segunda-feira (9/12), em Los Angeles, os indicados ao Globo de Ouro 2020. E com tem chamado atenção nas premiações da temporada, a lista é dominada por produções da Netflix. Se no ano passado a plataforma tinha em “Roma” sua principal aposta, neste ano ela tem vários favoritos a prêmios. Dos dez filmes que receberam alguma indicação, quatro são da Netflix. Mais impressionante que isso, dos cinco indicados a Melhor Filme de Drama, três são produções da gigante do streaming: “Dois Papas”, do brasileiro Fernando Meirelles, “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “O Irlandês”, de Martin Scorsese. O quarto filme da empresa é “Meu Nome É Dolemite”, que disputa na categoria de Comédia ou Musical, O longa com maior número de indicações foi “História de um Casamento”, com seis. Metade delas devem-se ao elenco, liderado por Scarlett Johannson e Adam Driver, além de Laura Dern, como Melhor Atriz Coadjuvante. Empatados em 2º lugar, com cinco indicações cada, aparecem “O Irlandês” e o novo longa de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood”. Vencedor do Festival de Veneza, “Coringa” conquistou quatro indicações, assim como o “Dois Papas”. Já o vencedor do Festival de Cannes, o sul-coreano “Parasita”, do Bong Joon-ho, recebeu três indicações, e vai disputar a categoria de Melhor Filme Estrangeiro com “Dor e Glória”, do espanhol Pedro Almodóvar”, dois filmes franceses (“Retrato de uma Jovem em Chamas” e “Os Miseráveis”) e um longa americano. Isto mesmo, “The Farewell” apareceu na categoria de filmes estrangeiros porque o Globo de Ouro… é o Globo de Ouro. Estrelado por Awkwafina, que vem vencendo vários prêmios da crítica, a comédia da diretora americana Lulu Wang tem elenco asiático como “Podres de Ricos”, acompanha uma família chinesa e tem diálogos em mandarim e japonês, o que talvez explique a confusão. Nas categorias televisivas, o Globo de Ouro decidiu esnobar “Game of Thrones” — a temporada final da série da HBO teve apenas uma indicação, de Melhor Ator para Kit Harrington – , o que aumentou ainda mais a distância da Netflix para os rivais. Liderada pelo elenco renovado da 3ª temporada de “The Crown” e o lançamento de “Inacreditável” (Unbelievable), as atrações “televisivas” da plataforma somaram 17 indicações – duas a mais que a HBO e o mesmo número atingido por suas produções “cinematográficas”, levando o total da Netflix a impressionantes 34 nomeações. Fora da Netflix, “Chernobyl”, da HBO, foi a produção mais reverenciada, com 4 citações – empatada com “The Crown” e “Inacreditável”. O reconhecimento a “The Crown” e “Chernobyl” ainda marcou uma invasão britânica, com 15 indicações no total para programas e estrelas do Reino Unido. Outro dado interessante foi que Hulu, Amazon e até a recém-lançada Apple TV+ também se destacaram, levando as plataformas de streaming a superar a TV convencional, com 30 indicações ao todo. Atrações da TV paga conquistaram 22 nomeações. E sabe quantas séries da TV aberta foram lembradas? Nenhuma. Entre feitos individuais, a atriz Meryl Street aumentou ainda mais seu recorde como estrela mais indicada ao Globo de Ouro em todos os tempos. Seu papel de coadjuvante em “Big Little Lies” lhe valeu sua 34ª indicação ao prêmio. Como o Globo de Ouro é concedido pela imprensa, e não por membros da indústria cinematográfica, não serve, como alguns dizem, de “termômetro” para o Oscar. Ainda assim, o evento ajuda a chamar atenção para determinados filmes – e comportamentos, como aconteceu no ano passado com James Franco, cuja vitória por “Artista do Desastre” originou uma campanha ao estilo #MeToo nas redes sociais que o tirou do Oscar. A cerimônia de premiação está marcada para o dia 5 de janeiro, com apresentação do comediante britânico Ricky Gervais, e será transmitida no Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo todos os indicados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” “O Irlandês” “Coringa” “Dois Papas” “História de um Casamento” Melhor Ator de Drama Christian Bale, por “Ford vs. Ferrari” Antonio Banderas, por “Dor e Glória” Adam Driver, “História de um Casamento”Joaquin Phoenix, “Coringa” Jonathan Pryce, “Dois Papas” Melhor Atriz de Drama Cynthia Erivo, “Harriet” Scarlett Johansson, “História de um Casamento” Saoirse Romana, “Little Women” Charlize Theron, “Bombshell” Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Meu Nome É Dolemite” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” “Era Uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhor Ator de Comédia ou Musical Daniel Craig, por “Entre Facas e Segredos” Roman Griffin Davis, por “Jojo Rabbit” Leonardo DiCaprio, por “Era Uma Vez em Hollywood”) Taron Egerton, por “Rocketman” Eddie Murphy “Meu Nome É Dolemite” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, por“The Farewell” Ana de Armas, por “Entre Facas e Segredos” Beanie Feldstein, por “Fora de Série” Emma Thompson, por “Late Night” Cate Blanchett, “Cadê você, Bernadette?” Melhor Diretor Bong Joon-ho, por “Parasita” Sam Mendes, por “1917” Todd Phillips, por “Coringa” Martin Scorsese, por “O Irlandês” Quentin Tarantino, por “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator Coadjuvante Tom Hanks, por “Um Lindo Dia na Vizinhança” Al Pacino, por “O Irlandês” Joe Pesci, por “O Irlandês” Brad Pitt, por “Era Uma Vez em Hollywood” Anthony Hopkins, por “Dois Papas” Melhor Atriz Coadjuvante Annette Bening, por “O Relatório” Margot Robbie, por “O Escândalo” Jennifer Lopez, por “As Golpistas” Kathy Bates, por “Richard Jewell” Laura Dern, por “História de um Casamento” Melhor Animação “Frozen 2” “O Rei Leão” “Toy Story 4” “Como Treinar seu Dragão 3” “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” “Dor e Glória” “The Farewell” “Os Miseráveis” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Roteiro “Parasita” “Dois Papas” “O Irlandês” “Era Uma Vez em Hollywood” “História de um Casamento” Melhor Trilha Sonora “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe” “Adoráveis Mulheres” “Coringa” “1917” “História de um Casamento” Melhor Canção “Beautiful Ghosts”, de “Cats” “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” “Into the Unknown”, de “Frozen 2” “Spirit”, de “O Rei Leão” “Stand Up”, de “Harriet” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Big Little Lies” (HBO) “The Crown” (Netflix) “Killing Eve” (BBC America) “The Morning Show” (Apple TV+) “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Barry” (HBO) “Fleabag” (Amazon Prime Video) “O Método Kominsky” (Netflix) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “The Politician” (Netflix) Minissérie ou Telefilme “Catch-22” (Hulu) “Chernobyl” (HBO) “Fosse/Verdon” (FX) “The Loudest Voice” (Showtime) “Inacreditável” (Netflix) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” Kit Harington, “Game of Thrones” Rami Malek, “Mr. Robot” Tobias Menzies, “The Crown” Billy Porter, “Pose” Melhor Atriz de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Jodi Comer, “Killing Eve” Nicole Kidman, “Big Little Lies” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Melhor Ator de Comédia Ben Platt, “The Politician” Paul Rudd, “Cara x Cara” (Living with Yourself) Ramy Yousef, “Ramy” Bill Hader, “Barry” Michael Douglas, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Melhor Atriz de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me) Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” Natasha Lyonne, “Boneca Russa” (Russian Doll) Kirsten Dunst, “On Becoming a God in Central Florida” Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel) Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Chris Abbott, “Catch-22” Sacha Baron Cohen, “O Espião” (The Spy) Russell Crowe, “The Loudest Voice” Jared Harris, “Chernobyl” Sam Rockwell, “Fosse/Verdon” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” Helen Mirren, “Catherine the Great” Merritt Wever, “Inacreditável” (Unbelievable) Kaitlyn Dever, “Inacreditável” (Unbelievable) Joey King, “The Act” Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Alan Arkin, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Kieran Culkin, “Succession” Andrew Scott, “Fleabag” Stellan Skarsgård, “Chernobyl” Henry Winkler, “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Meryl Streep, “Big Little Lies” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emily Watson, “Chernobyl” Patricia Arquette, “The Act” Toni Collette, “Inacreditável” (Unbelievable)
Parasita é eleito Melhor Filme de 2019 pela crítica de Los Angeles
O Círculo de Críticos de Los Angeles divulgou sua lista de melhores de 2019, que diferiu da lista da associação de Nova York ao eleger o suspense sul-coreano “Parasita” como Melhor Filme do ano. Não só isso. Bong Joon Ho também foi considerado o Melhor Diretor, batendo Martin Scorsese. “Uma História de Casamento”, de Noah Baumbach, venceu como Melhor Roteiro e Antonio Banderas confirmou seu favoritismo como Melhor Ator por “Dor e Glória”. A surpresa ficou por conta da escolha da veterana Mary Kay Place como Melhor Atriz, já que seu desempenho vinha sendo menosprezado, assim como o filme que lhe rendeu o prêmio, “A Vida de Diane”, que passou batido em seu lançamento no Brasil, em maio passado. Confira abaixo a lista completa dos premiados, que inclui mais prêmios para “Parasita” e “Dor e Glória”. Melhor Filme “Parasita” (2º lugar: “O Irlandês”) Melhor Direção Bong Joon Ho, “Parasita” (2º lugar: Martin Scorsese, “O Irlandês”) Melhor Ator Antonio Banderas, “Dor e Glória” (2º lugar: Adam Driver, “História de um Casamento”) Melhor Atriz Mary Kay Place, “Diane” (2º lugar: Lupita Nyong’o, “Nós”) Melhor Ator Coadjuvante Song Kang Ho, “Parasitas” (2º lugar: Joe Pesci, “O Irlandês”) Melhor Atriz Coadjuvante Jennifer Lopez, “As Golpistas” (2º lugar: Zhao Shuzhen, “The Farewell”) Melhor Roteiro Noah Baumbach, “História de um Casamento” (2º lugar: Bong Joon Ho e Han Jin Won, “Parasita”) Melhor Filme de Animação “Perdi Meu Corpo” (2º lugar: “Toy Story 4”) Melhor Documentário “Indústria Americana” (2º lugar: “Apollo 11”) Melhor Fotografia Claire Mathon, “Retrato de uma Jovem em Fogo” e “Atlantics” (2º lugar: Roger Deakins, “1917”) Melhor Edição Todd Douglas Miller, “Apollo 11” (2º lugar: Ronald Bronstein & Benny Safdie, “Uncut Gems”) Melhor Trilha Sonora Dan Levy, “Perdi Meu Corpo” (2º lugar: Thomas Newman, “1917”) Melhor Direção Artística Barbara Ling, “Era uma Vez…em Hollywood” (2º lugar: Ha Jun Lee, “Parasita”) Prêmio de Cinema Experimental Douglas Edwards “The Giverny Document”, Ja’Tovia Gary Melhor Filme em Língua Estrangeira “Dor e Glória” (2º lugar: “Retrato de uma Jovem em Chamas”) Prémio Novas Gerações Joe Talbot, Jimmie Fails e Jonathan Majors, “The Last Black Man in San Francisco”
Critics’ Choice Awards: O Irlandês lidera indicações ao prêmio da crítica americana
A Associação de críticos americanos responsável pelo Critics’ Choice Awards divulgou no domingo (8/12) os nomes dos filmes, séries e artistas indicados à sua 25ª edição, com grande destaque para “O Irlandês”. O longa mafioso de Martin Scorsese recebeu 14 indicações, liderando a lista de prêmios da crítica. Além de disputar a categoria de Melhor Filme de ano, “O Irlandês” rendeu indicações para Scorsese como Melhor Direção e para a tríade de astros veteranos de seu elenco, composta por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci – o primeiro como Melhor Ator e os demais como Coadjuvantes. O segundo filme com mais indicações é “Era Uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, que disputa 12 prêmios, seguido por “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig, com 9. Outros destaques são “1917”, “História de um Casamento” (empatados com 8 indicações), “Coringa”, “Jojo Rabbit” e o sul-coreano “Parasita” (que receberam 7, cada). Assim como o Globo de Ouro, o Critics’ Choice também premia os melhores da televisão. E, entre as atrações televisivas, os títulos mais prestigiados foram a minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), com 6 indicações, o drama “This Is Us” e a comédia “Schitt’s Creek”, ambos com 5. Ao todo, a Netflix recebeu 61 indicações, graças à combinação de categorias de cinema e TV (por sinal, com o filme e a série mais nomeados), quase o dobro da HBO, que ficou em 2º lugar, com 33 citações entre os lançamentos para a televisão. A cerimônia de premiação do Critics Choice Award vai acontecer em 12 de janeiro nos Estados Unidos. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Cinema Melhor Filme “1917” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Coringa” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” “Uncut Gems” Melhor Ator Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Robert De Niro (“O Irlandês”) Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Eddie Murphy (“Meu Nome É Dolemite”) Joaquin Phoenix (“Coringa”) Adam Sandler (“Uncut Gems”) Melhor Atriz Awkwafina (“The Farewell”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Willem Dafoe (“O Farol”) Tom Hanks (“”Um Lindo Dia na Vizinhança””) Anthony Hopkins (“Dois Papas”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Brad Pitt (“Era uma vez em Hollywod”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Zhao Shuzhen (“The Farewell”) Atriz Revelação Julia Butters (“Era uma Vez em Hollywood”) Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) Noah Jupe (“Honey Boy”) Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”) Shahadi Wright Joseph (“Nós”) Archie Yates (“Jojo Rabbit”) Melhor Elenco “O Escândalo” “O Irlandês” “”Entre Facas e Segredos”” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” Melhor Direção Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Bong Joon Ho (“Parasita”) Sam Mendes (“1917”) Josh Safdie and Benny Safdie (“Uncut Gems”) Martin Scorsese (“O Irlandês”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Roteiro Original Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Rian Johnson (“Entre Facas e Segredos” Bong Joon Ho and Han Jin Won (“Parasita”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Lulu Wang (“The Farewell”) Melhor Roteiro Adaptado Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Noah Harpster and Micah Fitzerman-Blue (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Anthony McCarten (“Dois Papas”) Todd Phillips & Scott Silver (“Coringa”) Taika Waititi (“Jojo Rabbit”) Steven Zaillian (“O Irlandês”) Melhor Fotografia Jarin Blaschke (“O Farol”) Roger Deakins (“1917”) Phedon Papamichael (“Ford v Ferrari”) Rodrigo Prieto (“O Irlandês”) Robert Richardson (“Era uma Vez em Hollywood”) Lawrence Sher (“Coringa”) Melhor Direção de Arte Mark Friedberg, Kris Moran (“Coringa”) Dennis Gassner, Lee Sandales (“1917”) Jess Gonchor, Claire Kaufman (“Adoráveis Mulheres”) Lee Ha Jun (“Parasita”) Barbara Ling, Nancy Haigh (“Era uma Vez em Hollywood”) Bob Shaw, Regina Graves (“O Irlandês”) Donal Woods, Gina Cromwell (“Downton Abbey”) Melhor Edição Ronald Bronstein, Benny Safdie (“Uncut Gems”) Andrew Buckland, Michael McCusker (“Ford v Ferrari”) Yang Jinmo (“Parasita”) Fred Raskin (“Era uma Vez em Hollywood”) Thelma Schoonmaker (“O Irlandês”) Lee Smith (“1917”) Melhor Figurino Ruth E. Carter (“Meu Nome É Dolemite”) Julian Day (“Rocketman”) Jacqueline Durran (“Adoráveis Mulheres”) Arianne Phillips (“Era uma Vez em Hollywood”) Sandy Powell, Christopher Peterson (“O Irlandês”) Anna Robbins (“Downton Abbey”) Melhor Cabelo e Maquiagem “O Escândalo” “Meu Nome É Dolemite” “O Irlandês” “Coringa” “Judy” “Era uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhores Efeitos Visuais “1917” “Ad Astra” “Os Aeronautas” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “O Rei Leão” Melhor Animação “Abominável” “Frozen 2” “Como Treinar o seu Dragão 3” “Perdi Meu Corpo” “Link Perdido” “Toy Story 4” Melhor Filme de Ação “1917” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “John Wick – Parabellum” “Homem-Aranha: Longe de Casa” Melhor Comédia “Fora de Série” “Meu Nome É Dolemite” “The Farewell” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” Melhor Filme Sci-fi ou Terror “Ad Astra” “Vingadores: Ultimato” “Midsommar” “Nós” Melhor Filme Estrangeiro “Atlantics” “Les Misérables” “Dor e Glória” “Parasita” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Música “Glasgow (No Place Like Home)” (“As Loucuras de Rose”) “(I’m Gonna) Love Me Again” (“Rocketman”) “I’m Standing With You” (“Superação: O Milagre da Fé”) “Into the Unknown” (“Frozen 2”) “Speechless” (“Aladdin”) “Spirit” (“O Rei Leão”) “Stand Up” (“Harriet”) Melhor Trilha Sonora Michael Abels (“Nós”) Alexandre Desplat (“Adoráveis Mulheres”) Hildur Guðnadóttir (“Coringa”) Randy Newman (“História de um Casamento”) Thomas Newman (“1917”) Robbie Robertson (“O Irlandês”) Séries Melhor Série de Drama “The Crown” “David Makes Man” “Game of Thrones” “The Good Fight” “Pose” “Succession” “This Is Us” “Watchmen” Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Br (“This Is Us”) Mike Colter (“Evil”) Paul Giamatti (“Billions”) Kit Harington (“Game of Thrones”) Freddie Highmore (“The Good Doctor”) Tobias Menzies (“The Crown”) Billy Porter (“Pose”) Jeremy Strong (“Succession”) Melhor Atriz em Série de Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crow”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Regina King (“Watchmen”) Mj Rodriguez (“Pose”) Sarah Snook (“Succession”) Zendaya (“Euphoria”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Asante Blackk (“This Is Us”) Billy Crudup (The Morning Show) Asia Kate Dillon (“Billions”) Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Justin Hartley (“This Is Us”) Delroy Lindo (“The Good Fight”) Tim Blake Nelson (“Watchmen”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter (“The Crown”) Gwendoline Christie (“Game of Thrones”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Audra McDonald (“The Good Fight”) Jean Smart (“Watchmen”) Meryl Streep (“Big Little Lies”) Susan Kelechi Watson (“This Is Us”) Melhor Série de Comédia “Barry” “Fleabag” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Mom” “One Day at a Time” “PEN15” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Ted Danson (“The Good Place”) Walton Goggins (“The Unicorn”) Bill Hader (“Barry”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Paul Rudd (“Living with Yourself”) Bashir Salahuddin (Sherman’s Showcase”) “Ramy” Youssef (“Ramy” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate (“Dead to Me”) Alison Brie (“GLOW”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Kirsten Dunst (“On Becoming a God in Central Florida”) Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”) Anthony Carrigan (“Barry”) William Jackson Harper (“The Good Place”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Nico Santos (“Superstore”) Andrew Scott (“Fleabag”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) D’Arcy Carden (“The Good Place”) Sian Clifford (“Fleabag”) Betty Gilpin (“GLOW”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek” Molly Shannon (“The Other Two”) Melhor Minissérie “Catch-22” “Chernobyl” “Fosse/Verdon” “The Loudest Voice” “Unbelievable” “When They See Us” “Years and Years” Melhor Telefilme “Brexit” “Deadwood: The Movie” “El Camino: A Breaking Bad Movie” “Guava Island” “Native Son” “Patsy & Loretta” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Christopher Abbott (“Catch-22”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Noah Wyle (“The Red Line”) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Kaitlyn Dever (“Unbelievable”) Anne Hathaway (“Modern Love”) Megan Hilty (“Patsy & Loretta”) Joey King (“The Act”) Jessie Mueller (“Patsy & Loretta”) Merritt Wever (“Unbelievable”) Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Asante Blackk (“When They See Us”) George Clooney (“Catch-22”) John Leguizamo (“When They See Us”) Dev Patel (“Modern Love”) Jesse Plemons (“El Camino: A Breaking Bad Movie”) Stellan Skarsgård (“Chernobyl”) Russell Tovey (“Years and Years”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Marsha Stephanie Blake (“When They See Us”) Toni Collette (“Unbelievable”) Niecy Nash (“When They See Us”) Margaret Qualley (“Fosse/Verdon”) Emma Thompson (“Years and Years”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “BoJack Horseman” “The Dark Crystal: Age of Resistance” “She-Ra and the Princesses of Power” “The Simpsons” “Undone” Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Late Show with James Corden” “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Amy Schumer: Growing” “Jenny Slate: Stage Fright” “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons” “Ramy” Youssef: Feelings” “Seth Meyers: Lobby Baby” “Trevor Noah: Son of Patricia” “Wanda Sykes: Not Normal”
Nancy Drew vai chegar ao Brasil em 2020 pela Globoplay
A Globoplay anunciou neste domingo (8/12), durante a CCXP 2019, que a série “Nancy Drew”, baseada na personagem clássica da literatura juvenil, vai chegar a sua plataforma de streaming em 2020. Produção da CBS Television exibida nos Estados Unidos pela rede The CW, a atração é inédita no Brasil. Com tom assumido de terror, numa história repleta de fantasmas e vingança do além-túmulo, a série representa a mais nova encarnação da detetive mirim, que foi criada em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova franquia literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. E é essa fase que a produção atual aborda, com uma Nancy Drew mais velha, após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato. Poderia lembrar “Veronica Mars”, mas o tom está mais para “Riverdale”, por se passar numa cidadezinha interiorana e envolver um clima de suspense aterrador. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em seis filmes (o mais recente é deste ano, com Sophia Lillis no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A nova versão foi desenvolvida por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e produzia por Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla responsável por “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy é interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. O elenco também destaca Scott Wolf (da série clássica dos anos 1990 “O Quinteto/Party of Five”) como seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”), Leah Lewis (“Charmed”), Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Riley Smith (“Frequency”) e Alvina August (“Siren”). O serviço de streaming da rede Globo também anunciou a exibição de “S.W.A.T” e “The Head”, a disponibilização integral das 11 temporadas (e a próxima) do reboot de “Doctor Who” e novos capítulos de outras séries internacionais, como “The Good Doctor”, cujo terceiro ano chega a partir de 6 de janeiro. Durante a CCXP, a Globoplay também revelou novas produções originais brasileiras para 2020, entre elas as séries “Desalma”, “Onde Está Meu Coração” e “As Five”, que foram apresentadas no evento.












