The Witcher ganha “trailer final” legendado
A Netflix divulgou o “trailer final” legendado de “The Witcher”, que apresenta a trama central: a fuga da princesa Ciri (que, curiosamente, é apresentada com seu nome completo e menos popular, Cirilla), após a invasão de seu reino, em busca de proteção com Geralt de Rivia. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos passa de 1 milhão de assinaturas
A petição contra o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, foi turbinada por campanhas de grupos religiosos e conservadores e já reuniu mais de 1 milhão de assinaturas pelo “Impeachment” do filme. O objetivo da manifestação no site Change.org é para que a Netflix retire a produção do seu catálogo. O conteúdo do programa, que satiriza Jesus Cristo no Natal, irritou profundamente uma parcela da população. Além da petição, um bispo de Pernambuco pediu boicote à Netflix e houve até requerimento para que a Câmera de Deputados divulgue nota de repúdio contra a plataforma. No especial, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna para a casa dos pais, após uma viagem de 40 dias no deserto, a tempo de festejar seu aniversário de 30 anos, mas chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Também há várias piada sobre a traição sofrida por José e o interesse carnal de Maria em Deus. Houve até famosos que se manifestaram, como o ator Carlos Vereza, que atacou o grupo de humoristas nas redes sociais: “Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator em um texto publicado no Facebook. Como de praxe, o tema foi bastante explorado por políticos. Além do pedido de requerimento, pedido pela deputada federal Chris Tonietto, seu colega Eli Borges fez um discurso em plenário repudiando a produção que, segundo ele, zomba da fé cristã, e Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para divulgar um cartaz onde afirma que a “Netflix ataca cristãos”. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.
Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos passa de 730 mil assinaturas
Lançado na semana passada pela Netflix, o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, vem despertando a fúria de grupos religiosos. Além de um pedido de boicote à Netflix publicado nas redes sociais por um bispo de Pernambuco, um abaixo-assinado no site Change.org já reuniu mais de 730 mil assinaturas pelo “Impeachment” do filme, para que a plataforma retire a produção do seu catálogo. Na trama, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna à sua casa, após uma viagem de 40 dias no deserto, para a sua festa de aniversário de 30 anos, e chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Houve até famosos que se manifestaram, como o ator Carlos Vereza, que atacou o grupo de humoristas nas redes sociais: “Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator em um texto publicado no Facebook. Como de praxe, o tema também foi explorado por políticos. O deputado federal Eli Borges fez um discurso em plenário repudiando a produção que, segundo ele, zomba da fé cristã, a deputada federal Chris Tonietto apresentou pedido de requerimento para que a Câmara divulgue nota oficial de repúdio contra a Netflix, e Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para divulgar um cartaz onde afirma que a “Netflix ataca cristãos”. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha primeiro trailer
A rede The CW divulgou o primeiro trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia mostra uma versão bastante simplificada da origem da personagem dos quadrinhos. Mas não poderia ser diferente. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir um cetro poderoso, resolve se transformar em super-heroína. Mas este cetro tem uma história muito mais antiga que a existência da Stargirl, relacionada à vários personagens da rica biblioteca de quadrinhos clássicos da DC Comics. A série simplifica essa ligação para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. Curiosamente, as “pequenas” mudanças da série afetam a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Ator mirim de Jojo Rabbit vai estrelar o novo Esqueceram de Mim
O novo “Esqueceram de Mim”, que será produzido para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), definiu o intérprete do novo menino deixado para trás por seus pais. O papel principal será vivido por Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, filme do cineasta Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), que venceu o Festival do Toronto – e estreia no Brasil somente em fevereiro! Será apenas o segundo trabalho do menino, que interpreta o melhor amigo de Jojo na sátira de guerra de Waititi. Ele não será uma nova versão de Kevin, o menino vivido por Macaulay Culkin nos 1990, mas outro garoto que passará por uma situação semelhante, ao ser esquecido pelos próprios pais. Os pais esquecidos também tiveram seus intérpretes confirmados: Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Rob Delaney (“Deadpool 2”). O longa terá direção de Dan Mazer (“Tirando o Atraso”) e roteiro da dupla Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”). A previsão de lançamento é para o final de 2020 no Disney+ (Disney Plus), época em que a plataforma vai estar chegando ao Brasil.
Bispo pede boicote à Netflix contra Especial de Natal do Porta dos Fundos
O bispo Dom Henrique Soares da Costa, da Diocese de Palmares (PE), conclamou a fiéis que cancelem a assinatura da Netflix, em post publicado em seu perfil no Facebook. O motivo: por “desrespeito a Jesus Cristo”. O bispo reclama que a plataforma de streaming deu um “bofetão no rosto de todos os cristãos” depois de exibir em seu catálogo um especial de Natal “vulgar e desrespeitoso para com o nosso Deus”. Embora não cite nomes, o bispo se refere ao especial “A Primeira Tentação de Cristo”, em que Jesus (Gregório Duvivier) está prestes a completar 30 anos, e é surpreendido com uma festa de aniversário quando voltava do deserto acompanhado do namorado, Orlando (Fábio Porchat). (Assista ao vídeo acima) “Em pleno tempo de preparação para o Natal do Senhor, a Netflix deu um bofetão no rosto de todos os cristãos, cuspiu na nossa cara, zombando da nossa fé. Imaginem um filme debochado e desrespeitoso ao extremo com alguém a quem você ama. Como reagir? O ideal seria uma ação judicial. Mas, com a desculpa de liberdade de expressão, todo lixo é permitido, todo sarcasmo para com a fé alheia é louvado, tudo quanto trinca e corrói os alicerces da nossa cultura e da nossa sociedade é reputado como avanço e progresso…”, escreveu. “Então, como Bispo da Igreja, eu exorto vivamente aos cristãos: neste Natal, proclame seu amor, sua fé, seu respeito em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo; mostre que seu amor por Ele é real e ativo: cancele a assinatura da Netflix e lá, no menu apropriado, explique o motivo: “desrespeito por Jesus Cristo”, completou. O “Especial de Natal Porta dos Fundos 2019: A Primeira Tentação de Cristo” foi disponibilizado em 3 de dezembro na Netflix, e é a segunda produção do gênero. A trupe de humorista também fez um especial de Natal satirizando Jesus Cristo no ano passado, que acabou vencendo o prêmio Emmy Internacional como Melhor Comédia do mundo (sem considerar os EUA).
Spinning Out: Trailer legendado traz atriz de Maze Runner como patinadora de gelo
A Netflix divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Spinning Out”, nova série dramática com tema esportivo. A produção traz a atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, como uma atleta no competitivo mundo da patinação no gelo. A personagem de Scodelario se chama Kat Baker, uma patinadora profissional prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda que fez com que ela perdesse uma competição importante. Sob pressão de sua mãe, ela decide continuar a carreira, só que na categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. A nova parceria, entretanto, “ameaça revelar um segredo que Kat guardou por toda a vida”. Juntos, os dois terão que passar por provações emocionais e físicas que os conduzirão até a realização do sonho olímpico. O elenco destaca January Jones (“Mad Men”) como a mãe da protagonista, uma ex-patinadora que criou sozinha Kat e sua irmã mais nova (Willow Shields, de “Jogos Vorazes”), além de Evan Roderick (“Arrow”) como o “bad boy” da patinação. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, e dividirá a produção com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). Vale destacar, ainda, que a série ganhou uma das “traduções” mais bizarras da lista de bizarrices da Netflix Brasil. “Spinning Out” está sendo divulgada no Brasil com o título “nacional” de “Spin Out”! É sério. A 1ª temporada terá 10 episódios, que estreiam em 1 de janeiro.
Netflix revela que 26 milhões de assinantes já viram O Irlandês
A Netflix anunciou nesta terça-feira (10/12) que “O Irlandês”, longa de Martin Scorsese produzido pela plataforma, foi visto por 26 milhões de assinantes em todo o mundo, durante sua primeira semana em streaming. O resultado foi celebrado como sucesso nas redes sociais, como se pode ver pelo tuíte abaixo. A audiência foi anunciada pelo chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, em uma conferência para investidores. Sarandos ainda disse que espera que o número chegue a 40 milhões em 28 dias. A empresa não costuma divulgar muitos dados e, quando decide revelar números, eles são sempre positivos. Mas já é possível comparar desempenhos entre os resultados alardeados. Por exemplo, anteriormente a plataforma afirmou que “Bird Box” teve recorde de exibições semanais, visto por 45 milhões de assinantes em sete dias. Os números de “O Irlandês” equivalem a 16% de todos os assinantes mundiais do serviço. E respaldam um levantamento independente da empresa Nielsen, que calculou em 17 milhões o número de assinantes americanos que assistiram a “O Irlandês” em sua primeira semana. Considerando esse número factual, 9 milhões de espectadores assistiram ao filme no mercado internacional. Orçado em cerca de US$ 160 milhões, de acordo com apurações da imprensa americana, o filme de 3h30 foi muito mais um investimento em prestígio do que num produto que atraísse muito público para a Netflix. Mas prestígio gera curiosidade, que vira audiência. “O Irlandês” tem se destacado como Melhor Filme do ano em várias listas estaduais da crítica americana e foi indicado a cinco categorias no Globo de Ouro 2020, incluindo a principal. O longa de Martin Scorsese também deve aparecer como um dos indicados ao Oscar 2020. *pours glass of wine* *dips bread* My friends, I’ve got some news from the big guy at the top: THE IRISHMAN was watched by 26,404,081 accounts globally — within its first 7 days on Netflix. pic.twitter.com/abVV993CWS — Netflix Film (@NetflixFilm) December 10, 2019
Bruno Gagliasso vai estrelar duas produções da Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar que o ator Bruno Gagliasso vai trabalhar em novos projetos para a plataforma de streaming. O vídeo é uma brincadeira, um falso teste com o ator espanhol Pedro Alonso para entrar em “La Casa de Papel”, e termina com o brasileiro convidado a ir a Madri participar de uma nova produção. Em sua primeira produção para a Netflix, Bruno será o protagonista de uma trama internacional, daí a relação com Madri. Depois, em seu segundo projeto, ele também vai poder expandir sua criatividade para além das câmeras atuando como produtor executivo e como astro principal de uma história desenvolvida por ele para a Netflix. “Estou entusiasmado com o próximo capítulo da minha carreira: uma etapa em que poderei desenvolver ainda mais projetos autorais e que me dá a possibilidade de expandir minha criatividade como ator e produtor, algo cada vez mais vital em minhas escolhas artísticas”, celebrou Bruno, em comunicado. Bruno Gagliasso começou a carreira profissional aos 17 anos passando pela Rede Telefé – retransmitida no Brasil pelo SBT – e pela Rede Globo, emissora em que amadureceu como artista em 18 anos de serviços prestados à dramaturgia. Atuou em 15 novelas, 4 peças e 4 filmes. Destaque para o esquizofrênico Tarso Cadore em “Caminho das Índias” (Globo, 2009), o assassino em série Eduardo Borges da minissérie “Dupla Identidade” (Globo, 2014) e o vilão Timóteo Cabral de “Cordel Encantado” (Globo, 2011). Sua premiada carreira – são mais de 20 nomeações – incluem duas estatuetas do Emmy por “Caminho das Índias” e “Joia Rara”. Além dos projetos da Netflix, ele ainda está no elenco de dois longas previstos para 2020, a ficção científica “Loop”, dirigido por Bruno Bini, e o polêmico “Marighella”, de Wagner Moura, já exibido em vários festivais internacionais.
Netflix vai produzir animação baseada em livro de Paul McCartney
Paul McCartney prepara um projeto em parceria com a Netflix. A plataforma de streaming vai produzir a adaptação de livro infantil do cantor, “Lá no Alto das Nuvens” (High in the Clouds), como um filme de animação, que contará com canções inéditas compostas pelo próprio McCartney. “Lá no Alto das Nuvens” é protagonizado por um esquilo chamado Wirral, que se envolve com um grupo de rebeldes após contrariar a terrível coruja Gretsch, uma cantora que inferniza a vida de qualquer um que demonstrar talento maior do que o dela. O livro foi lançado pelo ex-Beatle em 2005, em parceria com os escritores Geoff Dunbar e Philip Ardagh, e a ideia de transformá-lo numa animação vem circulando em Hollywood desde então. A produtora francesa Gaumont fechou parceria com a Netflix para finalmente tirar o projeto do papel. A adaptação será escrita por Jon Crocker, roteirista da franquia “Paddington”, e a direção está a cargo de Timothy Reckart, que foi indicado ao Oscar pelo curta animado “Head Over Heels” (2012). “Estamos animados com essa parceria com a Netflix”, comentou McCartney, em comunicado. “Eles complementam o que já é um time incrível de pessoas envolvidas neste filme, e nos dão a oportunidade de levar essa história para um público global”. Ainda não há previsão para a estreia.
Crossover de Fugitivos com Manto e Adaga ganha primeiras fotos
A plataforma de streaming Hulu divulgou pôsteres individuais dos personagens de “Fugitivos” (Runaways), e duas fotos do crossover da série com “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). As duas produções foram recentemente canceladas, mas “Fugitivos” ainda tem 10 episódios inéditos de sua 3ª temporada. Além dos heróis, os pôsteres destacam uma nova vilã, Morgana le Fay, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”). Criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, Morgana entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem homônima da lenda do Rei Arthur, ela é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage – para quem não lembra, a parceria foi inaugurada em “Gossip Girl”. O cancelamento de “Fugitivos” encerra a atual fase de produção de séries “live-action” da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que sua estrutura foi absorvida pela Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters cinematográficos. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada em outubro. Por conta disso, Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, deve sair da empresa. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, além do fim de “Manto e Adaga” e as temporadas finais de “Agents of SHIELD” e “Fugitivos”, a única série live-action da produtora atualmente em desenvolvimento é o projeto de “Helstrom”, sobre o “Filho de Satã”. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel, que começarão seu trabalho sem nenhuma herança de Loeb. A última temporada de “Fugitivos” estreia na sexta (13/12) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
The Mandalorian: Verdadeiro intérprete do personagem é neto de John Wayne
O ator chileno Pedro Pascal (“Narcos”) é creditado como o personagem-título de “The Mandalorian”, primeira série “live-action” do universo de “Star Wars”. Mas embora sua voz seja ouvida nos episódios, não é ele quem interpreta o protagonista, pelo menos na maioria das cenas gravadas para a atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). A atriz Bryce Dallas Howard, que dirigiu um episódio da série, revelou que nunca encontrou Pascal no set durante as gravações. “Ele estava em ensaios para o ‘Rei Lear’ na Broadway”, disse Howard ao site Vulture. “Por isso, quando estávamos fazendo o meu episódio, eu não trabalhei com Pedro.” Como o Mandaloriano não tira nunca seu elmo, dois dublês se revezam no papel, Brendan Wayne e Lateef Crowder. Howard revelou que trabalhou principalmente com Wayne, que, por incrível que pareça, é neto do lendário ator John Wayne. “[Wayne] absolutamente trouxe tudo para esse personagem, e fomos capazes de encontrar os momentos e resolvê-los juntos”, disse Howard. Wayne trabalhou em todos os episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian” e já foi contratado para trabalhar na 2ª temporada. Não é a primeira vez que “Star Wars” emprega atores diferentes para dar vida a um personagem mascarado. James Earl Jones é reconhecido como a voz de Darth Vader, mas os movimentos do personagem foram feitos por um ator menos referenciado, chamado David Prowse. Considerando que “The Mandolorian” tem forte influência dos velhos faroestes – o episódio dirigido por Howard aludia tanto a “Os 7 Samurais” quanto a seu remake western, “Sete Homens e um Destino” – , é até adequado que o caçador de recompensas intergaláctico ganhe vida por meio do herdeiro de John Wayne.
The Witcher: Protagonistas da série ganham vídeos legendados sobre suas jornadas
A Netflix divulgou três vídeos de “The Witcher”, que destacam individualmente as jornadas do trio central de personagens: Geralt de Rivia, Yennefer e Ciri (que, curiosamente, é apresentada com seu nome completo e menos popular, Cirilla). Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.











