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  • Série

    Altered Carbon: Teaser anuncia data de estreia de 2ª temporada

    22 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Altered Carbon” para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada, que será estrelada por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”), chegará ao serviço de streaming em 27 de fevereiro. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Your re-sleeving is now complete. 2.27.20. #AlteredCarbon pic.twitter.com/h4VtaCp6Wh — Altered Carbon (@AltCarb) January 21, 2020

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  • Etc,  Série

    Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência

    21 de janeiro de 2020 /

    A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.

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  • Etc

    Netflix continua a crescer e chega a 167 milhões de assinantes no mundo

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix teve um desempenho acima das expectativas no último trimestre de 2019. Os dados, divulgados na noite desta terça-feira (21/1) para o mercado, revelam que a empresa teve faturamento de US$ 5,5 bilhões no período entre outubro e dezembro, com alta de 31% em relação ao ano anterior. A empresa também ganhou 8,8 milhões de novos assinantes no trimestre, muito acima da expectativa da própria Netflix, que previa adquirir 7,6 milhões de novos membros. Mas, por outro lado, abaixo da previsão de crescimento para a América do Norte. A plataforma conquistou apenas 420 mil novos assinantes nos EUA, contra uma previsão de 600 mil. Essa diferença já indica a disputa do público com a Disney+ (Disney Plus) nos EUA. O serviço do conglomerado Disney ainda não começou a atuar no exterior, onde a Netflix segue crescendo sem muita concorrência. Mas a situação deve mudar radicalmente em 2020, com a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e o lançamento de novos concorrentes, como HBO Max e Peacock. Por enquanto, a anunciada “guerra dos streamings” ainda não abalou a supremacia da Netflix. No acumulado do ano, a empresa permanece no azul, adicionando 27,8 milhões de clientes – também acima das expectativas de cerca de 26 milhões – , fechando 2019 com 167 milhões de assinantes em todo o mundo. Após a América do Norte, a Europa e a América Latina representam os maiores mercados da plataforma. Em 3º lugar em faturamento, a América Latina responde por 31,4 milhões de assinantes. A Europa tem 51,8 milhões de assinantes e a América do Norte, 67,7 milhões. Em último vem a Ásia, com 16,2 milhões, mas, por ter sido o último mercado desbravado, o continente asiático é o que tem registrado maior aumento proporcional do serviço. O relatório também revelou alguns números relativos às visualizações de conteúdo do serviço e uma mudança de metodologia para apresentar valores de audiência. Graças à nova medição, os resultados surgiram bem inflados, atingindo números nunca antes vistos, casos da série “The Witcher” e do filme “Esquadrão 6”. Saiba mais aqui. A análise é completada por uma projeção para o atual trimestre, que os investidores americanos consideraram pessimista. A Netflix espera ganhar entre janeiro e março 7 milhões de novos usuários. Mas no mesmo trimestre de 2019, aumentou sua clientela em 9,6 milhões de usuários — para contrabalançar a diferença, a empresa sustenta que resultado do primeiro trimestre de 2019 foi um recorde histórico. Há um consenso no mercado a respeito da necessidade da plataforma precisar investir cada vez mais em conteúdo próprio, já que, a partir de 2020, não contará mais com produções das empresas concorrentes, como a Disney e a Time Warner, que retiraram seus filmes e séries de seu catálogo. De acordo com relatório independente, da empresa de pesquisa BMO Capital Markets, a Netflix deverá investir US$ 17,3 bilhões em 2020 em sua própria programação, para fazer frente à perda de conteúdo dos estúdios de Hollywood, num aumento de mais de US$ 2 bilhões em relação ao investimento estimado no ano passado. Como a conta não fecha, isso significa operar no vermelho, correndo riscos se o crescimento estagnar. Por enquanto, os investidores parecem estar confiantes no potencial da Netfilx. Após a divulgação do resultado do trimestre, as ações da empresa exibiram alta de quase 2% em negócios após o fechamento das bolsas em Nova York.

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal: Fotos flagram Agente Americano com o escudo do Capitão América

    21 de janeiro de 2020 /

    Novas fotos de bastidores da série “Falcão e o Soldado Invernal” flagraram um importante desenvolvimento da produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Paparazzi do site Page Six, versão online da coluna de fofocas do New York Post, flagraram a primeira aparição de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) no set. Em cinco das seis fotos, que podem ser vistas abaixo, ele aparece com o uniforme do personagem de quadrinhos Agente Americano (U.S. Agent), segurando o escudo do Capitão América. Também há um registro que o mostra sem máscara, em trajes militares e com o braço que segurava o escudo numa tipoia. A aparição do escudo em suas mãos parece indicar como o a série vai continuar a história de “Vingadores: Ultimato”. Ao anunciar sua aposentadoria, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). As fotos indicam que sua vontade não foi respeitada. A presença do Agente Americano deve envolver ainda uma disputa pelo título de novo Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, o personagem, cuja identidade secreta é John Walker, foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, ele adotou o nome de Agente Americano, ganhando novo status após Rogers recuperar seu escudo e uniforme, e chegou até a integrar os Vingadores nas publicações da Marvel. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.

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  • Filme

    Entre Realidades: Alison Brie acredita ser assediada por alienígenas em trailer legendado

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Entre Realidades”, outro filme cujo título nacional não tem nada a ver com o original. Batizado originalmente de “Horse Girl” (menina cavalo), o filme é escrito e estrelado pela atriz Alison Brie (de “GLOW”), que na trama vive uma jovem antissocial interessada apenas por séries sobrenaturais e cavalos – daí, o título. Quando finalmente encontra um parceiro romântico, sua vida toma um rumo inesperado e ela passa a acreditar ser vítima constante de abduções alienígenas. Jeff Baena assina a direção e compartilha a autoria do roteiro. Ele é conhecido pelas comédias indies “Vida Após Beth” (2014), “Joshy” (2016) e “A Comédia dos Pecados” (2017), todas lançadas no Festival de Sundance. O novo filme, porém, tem tom dramático. “Entre Realidades” (Horse Girl) também vai ter première mundial no Festival de Sundance, na próxima segunda (27/1), e seu lançamento em streaming está marcado para a semana seguinte, em 7 de fevereiro.

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  • Filme

    David Lynch comemora 74 anos com curta inédito na Netflix

    21 de janeiro de 2020 /

    David Lynch comemorou seu aniversário de 74 anos, completados na segunda-feira (20/1), com o lançamento de um curta inédito na Netflix. Com 17 minutos de duração e filmado em preto e branco, “What Did Jack Do?” traz o diretor de “Veludo Azul” (1986), “Cidade dos Sonhos” (2001) e da série “Twin Peaks” entrevistando um macaco suspeito de cometer um assassinato. A Netflix não divulgou trailer, mas postou as fotos do elenco nas redes sociais, que podem ser vistas abaixo. Um macaco suspeito de um assassinato sendo interrogado por um detetive em uma estação de trem. Claramente um filme dirigido pelo David Lynch. O aniversário é dele, mas quem ganha presente é você. pic.twitter.com/yBgW3iGMPI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020

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  • Filme

    The Crown: Helena Bonham Carter revela que 4ª temporada vai se passar em 1985

    21 de janeiro de 2020 /

    A atriz Helena Bonham Carter revelou o ano em que a 4ª temporada de “The Crown” vai se passar. Cada temporada se passa numa década diferente, mas o período exato só costuma ser revelado próximo da estreia dos novos episódios. Ao falar com a imprensa durante o SAG Awards, que aconteceu na noite de domingo (19/1), a intérprete da Princesa Margaret acabou estragando a “surpresa” dos produtores, ao contar que tinha recentemente gravado cenas em que Margaret está no hospital, após “uma grande operação”. “Ela fez uma cirurgia complicada em 1985”, explicitou. Margaret realmente realizou uma operação para retirar parte do próprio pulmão em 1985. A irmã da rainha Elizabeth 2ª, que começou a fumar antes dos 15 anos de idade, teve seu sistema respiratório comprometido. Mas ela sobreviveu até os 71 anos, morrendo em 2002 de ataque cardíaco. Ainda não tem previsão de estreia, a 4ª temporada também vai acompanhar o casamento do Príncipe Charles com a Princesa Diana, que aconteceu em 1981, e o governo da primeira-ministra Margaret Tatcher, que entre 1984 e 1985 enfrentou uma greve de mineiros, que foi o maior confronto entre os sindicatos e o estado britânico. Diana será interpretada por Emma Corrin (“Pennyworth”) e Thatcher por Gillian Anderson (“Arquivo X”). Bonham Carter também acrescentou que aprova o recente anúncio do príncipe Harry e de Meghan Markle de se afastar de suas funções na família real. Ela disse que o casal tomou “a melhor decisão possível”.

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  • Série

    Locke & Key: Vídeo legendado destaca quadrinhos que inspiram a nova série da Netflix

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “Locke & Key”, que aborda a origem da história nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. O vídeo mostra artes e depoimentos dos autores dos quadrinhos e dos produtores da atração, explicando o processo de adaptação. Mas cita apenas rapidamente que “‘Locke & Key’ teve um longo caminho até chegar às telas”. Na verdade, a estreia sobreviveu a praticamente uma maldição, que por anos a impediu de ser aprovada. A atual versão é a terceira configuração da produção, que, antes de ganhar sinal verde da Netflix, teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. A estreia, em fevereiro, vai marcar o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. A 1ª temporada tem 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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  • Filme

    Troco em Dobro: Quinta parceria entre Mark Wahberg e o diretor Peter Berg ganha trailer legendado

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Troco em Dobro”, título genérico nacional para a quinta parceria entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg – a anterior foi “22 Milhas”. Como já é praxe nos filmes da dupla, trata-se de uma história em que Wahlberg vive um herói – ele chega a ser chamado de Batman na prévia. A novidade fica por conta de uma abordagem de comédia e um tom mais caricatural que o costume nas cenas de violência – as porradas quebram paredes! No longa, Wahlberg interpreta Spenser, um ex-policial que foi preso ao tentar denunciar um esquema de corrupção. Ao sair da prisão, ele vai morar com seu ex-treinador de boxe e mentor, e passa a dividir seu quarto com Hawk, um lutador de MMA forte e comprometido. Sem desistir de enfrentar os corruptos, ele acaba alistando Hawk e sua ex-namorada desbocada Cissy para ajudá-lo a expor os motivos por trás de sua prisão injusta. A trama é adaptação do livro “Wonderland”, que integra a coleção literária do detetive conhecido apenas como Spenser. O personagem tem três dúzias de aventuras escritas por Robert B. Parker, mas “Wonderland” foi escrito por Ace Atkins, que assumiu a franquia após a morte do criador de Spenser em 2010. O elenco destaca Winston Duke (“Pantera Negra”) como Hawk, Alan Arkin (“O Método Kominsky”) como seu mentor e Iliza Shlesinger (“De Repente uma Família”) como a ex-namorada, além de Colleen Camp (“O Mistério do Relógio na Parede”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Michael Gaston (“Treadstone”), Marc Maron (“GLOW”) e o rapper Post Malone, como um presidiário em sua estreia como ator. “Troco em Dobro”, que tem título bem diferente (“Spenser Confidential”) em inglês, estreia em 6 de março na Netflix.

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  • Série

    Star Trek: Picard ganha pôsteres de personagens e novo trailer com cenas inéditas

    20 de janeiro de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e o novo trailer de “Star Trek: Picard”. As cenas inéditas mostram personagens conhecidos dos fãs do universo “Star Trek” – como Data e Sete de Nove – e o desejo do protagonista, interpretado por Patrick Stewart, de retornar à ativa para mais uma missão. A série, que foi renovada antes da estreia, vai reencontrar o ex-capitão da Enterprise Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) após quase duas décadas – sua última aparição foi no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também vai permitir aos fãs descobrirem o destino dos demais personagens da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, será formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. “Star Trek: Picard” é uma produção original da CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos.

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  • Série

    Amazing Stories: Remake da série clássica de Steven Spielberg ganha primeira foto e data de estreia

    19 de janeiro de 2020 /

    O aguardado remake de “Amazing Stories”, série clássica de Stephen Spielberg, ganhou sua primeira foto, que pode ser vista acima, e sua data de estreia. A atração vai estrear com nada menos que cinco episódios em 6 de março no serviço de streaming Apple TV+. O anúncio foi feito no domingo (19/1) durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Descrita como uma “reimaginação” da série de antologia original, que foi exibida na rede NBC por duas temporadas em meados da década de 1980, a nova versão está sendo desenvolvida pela dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz (criadores de “Once Upon a Time”), mas Spielberg continua creditado como produtor executivo. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Irlandês”), Clint Eastwood (“O Caso Richard Jewell”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. A foto adiantada da nova versão é de um episódio dirigido por Mark Mylod (de “Game of Thrones”), intitulado “The Rift”, que será estrelado por Kerry Bishe (“Halt & Catch Fire”), Edward Burns (“A Sombra do Inimigo”), Juliana Canfield (“Succession”), Austin Stowell (“Catch 22”) e o menino Duncan Joiner (“Camping”). Outros episódios contarão com Dylan O’Brien (“Maze Runner”), Victoria Pedretti (“The Haunting of Hill House”), Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”), Josh Holloway (“Colony”) e o falecido Robert Forster (“El Camino – A Breaking Bad Movie”) em seu último papel.

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  • Série

    Little Fires Everywhere: Minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington ganha trailer

    19 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Little Fires Everywhere”, minissérie estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). A prévia ressalta o clima dramático de tensão entre as duas personagens, e parece contar o que levou a personagem de Witherspoon a ser vítima de um incêndio criminoso. Adaptação do livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, a história acompanha duas famílias distintas que se aproximam devido aos filhos, numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”), e a descrição da produção é um pouco mais elaborada: “A série segue os destinos entrelaçados da perfeita família Richardson” – liderada por Witherspoon e Joshua Jackson (de “The Affair”) – “e uma enigmática mãe e filha” – interpretadas por Washington e Lexi Underwood (de “Reunião de Família”) – “que viram suas vidas do avesso. A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. “Little Fires Everywhere” é mais uma produção da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. O elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). A estreia vai acontecer em 18 de março nos EUA.

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    Stargirl: Filme da Disney+ ganha trailer com vencedora do America’s Got Talent

    19 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou dois pôsteres e o trailer de “Stargirl”. O título é o mesmo da série de super-heróis que vai estrear na rede CW, mas esta “Stargirl” não tem outro poder além de ser encantadora. Além disso, a produção não é uma série, mas um filme feito para streaming, baseada no romance infanto-juvenil homônimo de Jerry Spinelli. No Brasil, o livro foi publicado como “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, em 2014. A história de Stargirl virou best-seller e conquistou muitos fãs por apresentar personagens sensíveis, misteriosos e que falam sobre o primeiro amor de uma maneira mágica, como imaginam os adolescentes. O trailer da Disney+ (Disney Plus) tem o mérito de evocar essa sensação, graças ao carisma de Grace VanderWaal, cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual na tela. O filme marca a estreia da adolescente de 16 anos como atriz, após vencer o concurso de calouros “America’s Got Talent”, como cantora e instrumentista em 2016. Não é por acaso que ela aparece cantando com seu inseparável ukelele no papel de Stargirl. A trama, porém, acompanha o ponto de vista do jovem que se apaixona por ela, vivido por Graham Verchere (“Supergirl”), que já tem 18 anos na vida real. Seu personagem, Leo Borlock, esforçava-se para passar despercebido na escola, como arma secreta contra o bullying, até decidir ser percebido pela Stargirl. O elenco ainda inclui Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), Darby Stanchfield (“Scandal”), Maximiliano Hernández (“The Last Ship”), Shelby Simmons e Karan Brar (ambos de “Acampados”). A direção é de Julia Hart, responsável pelo elogiado filme de super-herói “Fast Color” (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia está marcada para o dia 13 de março em streaming.

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