Série derivada de Rogue One terá diretor premiado de Black Mirror
O diretor britânico Toby Haynes, que assinou o episódio de “Black Mirror” vencedor do Emmy, “USS Callister”, foi contratado para comandar a nova série do universo “Star Wars” derivada do filme “Rogue One” (2016). Haynes também foi premiado por dirigir episódios de “Sherlock” e “Doctor Who”, e ainda está à frente da vindoura série da Amazon “Utopia”. Ainda sem título oficial, a série será centrada no personagem Cassian Andor, vivido por Diego Luna, e seu elenco inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e mais dois integrantes de “Rogue One”, Genevive O’Reilly como Mon Mothma e Alan Tudyk como a voz do robô K-2SO. Em desenvolvimento desde 2018, a série é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda atração do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A série mostrará a formação da Aliança Rebelde antes dos eventos apresentados em “Rogue One”, localizando sua trama depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus. As gravações devem começar nas próximas semanas no Reino Unido.
Musical de David Byrne dirigido por Spike Lee ganha trailer repleto de elogios
A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer da versão filmada do aclamado musical da Broadway “David Byrne’s American Utopia”, que o cineasta Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) registrou durante exibição no Hudson Theatre. O espetáculo apresenta o ex-líder dos Talking Heads, David Byrne, interpretando músicas do álbum de 2018 de mesmo título, além de clássicos do Talking Heads e de seu catálogo solo. O show foi apresentado na Broadway de outubro de 2019 a fevereiro de 2020, recebendo ótimas críticas, e a versão filmada segue a mesma toada, com aclamação generalizada. Exibida no Festival de Toronto, a produção atingiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Alguns dos elogios acabaram entrando no trailer e no pôster – coisas como “obra-prima” (Rolling Stone) e “simplesmente espetacular” (The Hollywood Reporter). É a primeira vez que Spike Lee e David Byrne, dois gigantes da cultura pop nova-iorquina, colaboram num mesmo projeto. Mas vale lembrar que Byrne já realizou na juventude, junto dos Talking Heads, um dos documentários musicais mais famosos de todos os tempos, “Stop Making Sense” (1984), dirigido por outro cineasta importante, o já falecido Jonathan Demme (1944–2017), vencedor do Oscar de Melhor Direção por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). “David Byrne’s American Utopia” ainda será exibido nos festivais de Nova York e Londres, antes de chegar à plataforma de streaming em 17 de outubro.
Ben Stiller e Patricia Arquette vão repetir parceria em mais duas séries
Ben Stiller e Patricia Arquette vão manter a parceria em mais duas séries. Após o sucesso de “Escape at Dannemora”, no canal pago Showtime, em que ambos foram indicados ao Emmy, eles continuarão juntos no suspense “Severance” e na comédia “High Desert”, ambos para a plataforma Apple TV+. Arquette vai estrelar, enquanto Stiller assinará a direção das duas séries. Ambos também dividirão os cargos de produtores das atrações. Os dois astros são amigos desde que viveram um casal na comédia “Procurando Encrenca” (1996), mas Stiller praticamente abandonou a atuação nos últimos anos, concentrando-se em trabalhos atrás das câmeras – ele estreou como diretor ainda nos anos 1990. Criada pelo estreante Dan Erickson, “Severance” se passa na Lumen Industries, uma empresa que busca levar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a um novo nível. Arquette será a chefe da empresa, que contará entre seus funcionários com Adam Scott (“Parks and Recreation”). “High Desert”, por sua vez, foi criada por Katie Ford (“Miss Simpatia”), Nancy Fichman e Jennifer Hoppe (ambas de “Grace & Frankie”), e gira em torno da personagem de Arquette, chamada Peggy, uma ex-viciada que decide recomeçar sua vida após a morte de sua mãe, com quem morava na cidade de Yucca Valley, na Califórnia (EUA), virando uma detetive particular. Não há previsão para nenhuma das duas estreias, mas “Severance” está em fase mais avançada de produção.
Enola Holmes: Vídeo de bastidores mostra cenas do set e depoimentos legendados
A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Enola Holmes”, que, na véspera da estreia, mostra cenas das filmagens e depoimentos do elenco e equipe. O tom é de “moral da história”, aludindo como a personagem-título representa o empoderamento feminino. Espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, “Enola Holmes” traz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) como a irmã adolescente do famoso detetive. O elenco também destaca Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock, Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. A produção marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o lançamento acontece nesta quarta (23/9) em streaming.
A Caminho da Lua: Animação da Netflix ganha trailer dublado com muita música
A Netflix divulgou novos pôster e trailer dublado de “A Caminho da Lua” (Over the Moon). A prévia é muito bonita, com o visual de CGI mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming. Por outro lado, também revela que o filme é uma produção à moda antiga, evocando a época pré-Pixar em que todo desenho era um musical repleto de canções. A animação acompanha a história de Fei Fei, uma garota que cresceu com histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. O visual influenciado por animes – ou a versão Disney de animes, como “Operação Big Hero” – é completado por dublagens originais de estrelas asiáticas dos EUA, como Sandra Oh (“Killing Eve”), John Cho (“Star Trek”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”) e Phillipa Soo (“The Code”), além de Cathy Ang (vista na série “Ramy”), que dubla a protagonista. A ideia do filme surgiu com as produtoras Peilin Chou e Gennie Rim, que trabalharam, respectivamente, em “Os Incríveis” na Pixar e “Kung Fu Panda” na Dreamworks Animation. E foi transformada em roteiro por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. “Só fomos descobrir depois de um ano trabalhando com ela, quando ela contou que estava doente e não tinha muito tempo”, contou Chou, em uma conversa com a imprensa. “Ela queria realmente deixar esse filme para falar sobre o que acontece quando as pessoas se vão, esse amor que dura para sempre. Era muito importante para ela que essa mensagem pudesse ficar com seu marido e sua filha para sempre”. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação vai estrear em 23 de outubro. Veja abaixo o trailer, nas versões dubladas em português e com as vozes originais.
Tom Felton aparece irreconhecível em fotos de seu novo filme
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Manual de Caça a Monstros” (A Babysitter’s Guide to Monster Hunting), que traz Tom Felton, conhecido por ter interpretado Draco Malfoy nos oito filmes de “Harry Potter”, no papel de um monstro. Com cabelos compridos e escuros, barba rala, cicatrizes e unhas pintadas, ele aparece irreconhecível como o monstro Grand Guignol. E deve ter gostado da experiência, porque também postou um retrato caracterizado em seu Instagram. Veja abaixo. A comédia de terror conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros, entre eles o personagem de Tom Felton, durante o Halloween. Produção original da Netflix escrita por Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”) e dirigida por Rachel Talalay (“Tank Girl”), “Manual de Caça a Monstros” também traz em seu elenco Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). A estreia está marcada para 15 de outubro em streaming. Ver essa foto no Instagram Sweet Dreams kids. October 14th x @netflix Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton) em 10 de Set, 2020 às 7:52 PDT
Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim
A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).
Emmy 2020: Conheça os vencedores e recordes batidos por Schitt’s Creek e Zendaya
O Emmy 2020 consagrou “Schitt’s Creek”, “Watchmen”, “Succession” e Zendaya. Mas os aplausos vão primeiro para seus organizadores, que conseguiram contornar as limitações do distanciamento social para entregar um programa em que tudo podia dar errado, mas que transcorreu sem falhas e se mostrou capaz de entreter e inspirar com discursos edificantes, como o de Tyler Perry, homenageado pela Academia da Televisão por suas realizações. A premiação remota, com apresentação de Jimmy Kimmel, programou textos de humor em participações especiais, mas a graça veio mesmo das comemorações divertidas dos vencedores em suas casas, como o grito de “Mãe” de Uzo Aduba após sua vitória por “Mrs. America”, a festa de Zendaya com familiares e elenco de “Euphoria”, e também o beijo de Jeremy Strong em quem lhe entregou o Emmy de Melhor Ator em Drama, por “Succession”. Divida em blocos, a premiação teve uma primeira parte completamente dominada por “Schitt’s Creek”, que venceu todos os sete troféus que disputou nas categorias de Série de Comédia. Com elenco e equipe reunido num grande salão no Canadá, a consagração da série pareceu uma festa particular, que também serviu para marcar a despedida da atração. Encerrada em abril na rede canadense CBC e no pouco visto canal pago americano Pop – atualmente em processo de implosão planejada – , “Schitt’s Creek” finalizou sua trajetória no auge. A atração, que no Brasil é transmitida pelo Comedy Central, apresenta um mundo em que não existe homofobia e sua visão otimista foi festejada com vários recordes na premiação. Para começar, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a vencer todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. E, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se a Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Depois de “Schitt’s Creek”, as produções mais premiadas foram “Watchmen” e “Succession”, com quatro troféus cada nos segmentos de Minissérie e Drama. As duas séries da HBO ajudaram o canal a, mais uma vez, consagrar-se como o mais premiado do Emmy – 11 vitórias. Entre os demais vencedores, Zendaya também registrou um recorde, tornando-se, aos 24 anos, a mais jovem premiada com o Emmy de Melhor Atriz de Drama – por “Euphoria”. Para atingir essa marca, ela superou a vencedora do Emmy passado, Jodie Comer, de “Killing Eve”, que tinha conquistado seu troféu aos 26. “Sei que nosso programa de TV nem sempre parece um grande exemplo disso, mas há esperança nos jovens”, disse a estrela de “Euphoria” em seu agradecimento. Já a vitória de Billy Crudup como Melhor Ator Coadjuvante em Drama, por “The Morning Show”, representou o primeiro Emmy de uma produção da plataforma Apple TV+. Confira abaixo todos os vencedores da premiação principal do Emmy 2020 (lembrando que a lista completa inclui ainda as categorias técnicas, reconhecidas no chamado Creative Arts Emmy). Melhor Série de Drama “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner, “Ozark” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Billy Crudup, “The Morning Show” Melhor Direção em Série de Drama Andrij Parekh, “Succession” Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong, “Succession” Melhor Série de Comédia “Schitt’s Creek” Melhor Atriz em Série de Comédia Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Direção em Série de Comédia Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Roteiro em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Minissérie “Watchmen” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Regina King, “Watchmen” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Damon Lindelof e Cord Jefferson, “Watchmen” Melhor Talk Show de Variedades “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”
WandaVision: Série da Marvel ganha primeiro trailer legendado
A Marvel divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “WandaVision” na noite de domingo (20/9), durante a exibição do Emmy 2020 na TV americana. Na prévia, é possível ver a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda e Visão aparecem, finalmente, com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, será a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, “WandaVision” será uma produção importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda.
Lista de indicados ao Emmy 2020 é marcada por renovação
A edição 2020 do Emmy, que acontece neste domingo (20/9) a partir das 21h, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT, será diferente em muitos sentidos. E não apenas por combinar uma apresentação ao vivo com comemoração remota dos artistas vencedores, devido à pandemia de coronavírus. A lista de indicados ao maior prêmio da televisão americana marca uma grande renovação em relação às edições passadas. Há vários programas novos na disputa, graças à ausência de séries tradicionais na premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”, que deixaram de ser produzidas no ano passado. Além disso, a pandemia também refletiu num maior reconhecimento de atrações de streaming que nas edições anteriores, incluindo nomeações para séries da Disney+ (Disney Plus), Apple TV+ e até da Quibi, ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A renovação significa ainda que há vários artistas estreantes na disputa, como Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Outras estrelas já consagradas no cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”) também receberam suas primeiras indicações ao troféu da televisão. Entre os homens, os “novatos” incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). Outro detalhe que chama atenção na relação de indicados foi a lembrança da cineasta Lynn Shelton, que faleceu recentemente, na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”
Enola Holmes: Personagens ganham coleção com oito pôsteres
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres de personagens do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, que traz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) como a irmã adolescente do famoso detetive. Além de Millie como Enola, a coleção de oito pôsteres inclui os irmãos mais conhecidos da personagem: Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock e Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes. As artes ainda destacam Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola, Adeel Akhtar (“Utopia”) como o Inspetor Lestrade, Louis Partridge (“Medici: Mestres de Florença”) como o Visconde Tewksbury, Fiona Shaw (“Killing Eve”) como a tutora Miss Harrison e Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) como Edith Grayston. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem – , a adaptação marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o lançamento acontece na quarta-feira (23/9) em streaming.
Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil
O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.
Estrela mirim de Annabelle 3 entra em The Handmaid’s Tale em papel polêmico
A atriz McKenna Grace, estrela de “Annabelle 3 – De Volta Para Casa” e que tem apenas 14 anos, entrou no elenco da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” num papel polêmico. Ela interpretará a Sra. Keyes, a esposa adolescente de um Comandante muito mais velho e poderoso na sociedade patriarcal de Gilead. Segundo a descrição da personagem, a Sra. Keyes é inteligente, confiante e rebelde. Embora pareça calma, a garota conviverá com intensos conflitos internos. Apesar de muito jovem, o currículo de McKenna Grace já soma mais de 50 créditos. Há dois anos, ela virou a produtora mais jovem de Hollywood, ao fechar contrato para estrelar e produzir “Rabbit Cake”, adaptação do aclamado romance homônimo de Annie Hartnett, para a Amazon Studios. Ela já estrelou as séries “Designed Survivor”, como filha do protagonista, “The Haunting of Hill House”, fez sete aparições em “Fuller House” e três em “Young Sheldon”, além de já ter sido a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries” e de Sabrina em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas é no cinema que a lista de participações realmente impressiona. Grace participou de “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão infantil de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya”, a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”, virou protagonista de “Annabelle 3: De Volta para Casa” como a filha do casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), dublou o longa animado de “Scooby-Doo” e ainda estrelará o próximo “Caça-Fantasmas”, que teve a estreia adiada pela pandemia. Após a paralisação causada pelo coronavírus, o quarto ano de “The Handmaid’s Tale” teve suas gravações retomadas há duas semanas em Toronto, no Canadá. As três temporadas de “The Handmaid’s Tale” estão disponíveis no Brasil em duas plataformas de streaming, Globoplay e Paramount+.












