Teaser apresenta nova série derivada de “Como Treinar o Seu Dragão”
A DreamWorks Animation divulgou o primeiro teaser de uma nova série animada derivada de “Como Treinar o Seu Dragão”. Intitulada “Dragons: The Nine Realms”, a trama se diferencia por deixar para trás o cenário medieval e ser ambientada nos dias atuais, 1,3 mil anos após os eventos dos filmes originais. Na trama, os dragões sumiram e viraram lendas no mundo moderno, até que uma anomalia geológica abre uma imensa fissura com quilômetros de profundidade na superfície da Terra e um grupo de crianças desajustadas descobre a verdade sobre os dragões e onde eles estavam se escondendo – um segredo que devem manter para si mesmos para proteger o que descobriram. Embora as séries anteriores, com os personagens dos filmes, tenham sido disponibilizadas pela Netflix, a nova produção será lançada nas plataformas americanas Hulu e Peacock no dia 23 de dezembro.
Teaser do final de “La Casa de Papel” mostra quem restou do bando
A Netflix divulgou um teaser inédito da parte final de “La Casa de Papel”. Em tom tenso e triste, a prévia mostra quem restou do bando dentro do Banco da Espanha, enquanto o Professor (Alvaro Morte) promete não deixar ninguém mais morrer. No começo de setembro, o criador da série, Álex Pina, revelou que reescreveu o encerramento da série nada menos que 33 vezes, buscando a conclusão perfeita. Dividida em dois “volumes”, a Parte 5 terá seus cinco episódios finais disponibilizados no dia 3 de dezembro.
Lázaro Ramos dirige primeiro filme brasileiro da Amazon
O primeiro projeto de Lázaro Ramos para a Amazon Prime Video será a direção de um filme. Trata-se de “Um Ano Inesquecível – Outono”, desenvolvido pela produtora Panorâmica, que adapta uma antologia de contos com o mesmo nome, escritos por Thalita Rebouças, Paula Pimenta, Bruna Vieira e Babi Dewet. A Amazon revelou a novidade nesta quarta (13/10) junto com a primeira foto dos trabalhos, que mostra Lázaro segurando a claquete no set ao lado da jovem atriz Gabz (“Tudo por um Pop Star”). “Um Ano Inesquecível – Outono” será o primeiro longa-metragem brasileiro produzido especificamente para o streaming da Amazon e o segundo longa-metragem dirigido pelo ator, que estreou na função com “Medida Provisória”, ainda inédito nos cinemas brasileiros, mas já premiado em festivais internacionais e com 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No livro original, os quatro escritores contaram histórias distintas passadas numa estação do ano. O projeto da Amazon é transformar cada uma delas num filme diferente. A trama original de “Outono” foi escrita por Babi Dewet e gira em torno de Anna Júlia e João Paulo, um típico casal improvável. Ela odeia música e tudo que mais quer é um estágio e estabilidade para ajudar o pai em casa. Ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. A movimentada capital é o cenário da desafiadora jornada que ambos enfrentam para ficar juntos. A adaptação conta com roteiro de Keka Reis (“BugiGangue no Espaço”) em colaboração de Thamyra Thâmara e com a consultoria de Marcelo Saback (“Divã”) e Vince Marcello (autor e diretor da franquia “Barraca do Beijo”). Os protagonistas são Gabz e Lucas Leto (“Bom Sucesso”), e o elenco ainda inclui Larissa Luz, Pedro Blanc, Raphael Ghanem, Vittor Fernando e Enrico Cardoso, entre outros. Lázaro Ramos não renovou seu contrato com a Globo no mês passado e fechou com a Amazon por prazo longo para desenvolver diversos projetos, mas deixou trabalhos inéditos como ator na Globo – na atual temporada de “Sob Pressão” e na próxima de “Aruanas”.
Netflix fecha contrato de exclusividade com astro de “Lupin”
A Netflix fechou um contrato com o astro francês Omar Sy, estrela da série “Lupin”, para desenvolver novos projetos com exclusividade para a plataforma de streaming. O acordo prevê que a empresa de produção de Sy, sediada em Paris, crie novos filmes originais para a Netflix, que também deverão ser estrelados pelo ator. Antes de fazer sucesso na série “Lupin”, ele já tinha estrelado um fenômeno mundial, o filme “Intocáveis”, de 2011, que ganhou remake em vários países. O negócio é mais uma iniciativa da Netflix para se consolidar como uma plataforma mundial, com produções de conteúdo original e exclusivo de vários países. Só em 2021, os lançamentos franceses do streamer incluíram o thriller “Oxigênio”, de Alexandre Aja, a comédia de ação “O Último Mercenário”, com Jean-Claude Van Damme, a comédia romântica “O Melhor Amigo” e o drama de época “Os Segredos de Madame Claude”. Sy já tem um novo projeto da Netflix no horizonte, retomando a parceria com o diretor de “Lupin”, Louis Leterrier, numa comédia de ação chamada “Tour de Force”, que tem lançamento previsto na plataforma para 2022. “Estou muito feliz por ter a oportunidade de estender o relacionamento com a Netflix e espero ansiosamente por esta próxima etapa de nossa jornada juntos”, disse o ator num comunicado.
Erro revela número de assinantes da Netflix no Brasil
Um erro cometido pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), entidade federal responsável por fiscalizar abusos do poder econômico, revelou o número de assinantes da Netflix no Brasil. Tratado como confidencial pela plataforma de streaming, o dado vazou com a divulgação de um documento que deveria ser privado, mas acabou liberado ao público em um processo judicial. A informação revela que o serviço tinha uma base de 19 milhões de clientes no país em janeiro deste ano. O número integra um processo movido pela Neo TV, associação que representa pequenas operadoras de TV paga do Brasil – detentoras de 2,5% do mercado – contra a fusão entre WarnerMedia e Discovery, prevista para ser concluída até o começo de 2022. “É verdade que as plataformas de streaming conquistaram muitos clientes nos últimos anos, mas também é nítido que parcela relevante dos consumidores considera os serviços OTT (Over-the-top, como a Netflix) como complementares à TV por assinatura – a Netflix, por exemplo, já foi capaz de conquistar 19 milhões de assinantes no Brasil sozinha”, informava o documento. Para chegar nesse número, a NeoTV remeteu a um documento sigiloso, compartilhado pela Netflix em outro processo do CADE, que investigava o pagamento de bônus de volume para o mercado publicitário feito pela Globo. Estes dados não deveriam se tornar públicos. De todo modo, já que ficaram conhecidos, demonstram que a Netflix tem cerca de 20 mil assinantes no Brasil, considerando um aumento extremamente modesto de assinaturas desde janeiro passado. Na verdade, o mais provável é que já tenha chegado a 25 mil. A projeção se deve ao fato de a empresa ter dobrado seu número de assinantes em dois anos, já que em 2019 admitiu, em comunicado, ter ultrapassado a marca de 10 milhões de contratos firmados no país.
“Round 6” bate recorde e vira série mais vista da Netflix
É oficial. A Netflix confirmou nas redes sociais que “Round 6” bateu recorde de audiência e se tornou a série mais assistida da plataforma. Primeira produção vista por mais de 100 milhões de perfis de assinantes do serviço, a série foi sintonizada, ao todo, por 111 milhões de lares. Os números foram revelados nesta terça (12/10), 25 dias após a estreia da atração. A audiência massiva superou com larga vantagem o sucesso de “Bridgerton”, até então a série mais assistida da Netflix, com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de quase 20 milhões em três semanas. O impacto, claro, também virou pressão para que a história continue. Embora este não fosse o plano original do criador, o cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”) já começou a comentar seus planos para retomar a série. Já a Netflix decidiu aproveitar a popularidade da atração para promover outras séries sul-coreanas de seu catálogo. São muitas, mas para cada “Kingdom” há uma dúzia de doramas românticos que não compartilham o menor denominador comum com o apelo dos jogos vorazes e violentos de “Round 6”. A propósito, a atração mais próxima de “Round 6” na Netflix é uma série japonesa, “Alice in Borderland”, lançada em dezembro passado e renovada para a 2ª temporada. Fica a dica. Não vou dizer quem ganhou o jogo, mas posso dizer oficialmente que a Coreia ganhou a Netflix. Assistida por 111 milhões de lares, Round 6 é a minha maior série de todos os tempos. pic.twitter.com/7dDUzESEKt — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 12, 2021
Diretor de “Halloween” fará filme sobre criação da Disneylândia
O cineasta David Gordon Green, que assina os novos filmes da franquia de terror “Halloween”, vai dirigir a seguir um longa sobre a criação da “Disneylândia”, o primeiro parque de diversões temático desenvolvido por Walt Disney. O projeto será produzido para a plataforma Disney+ com roteiro de Evan Spiliotopoulos, que assinou o live-action de “A Bela e a Fera” (2017), mas também uma coleção de fracassos que enterraram franquias, como “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016), “As Panteras” (2019) e “G.I. Origens: Snake Eyes” (2021). A história acompanhará os planos de Walt Disney para criar a primeira atração turística de sua empresa, após comprar o terreno em Anaheim, na Califórnia, em 1953. Desenvolvida em velocidade acelerada, a Disneylândia foi inaugurada dois anos depois, em 17 de julho de 1955. Ainda sem título oficial, o filme só começará a ser produzido após David Gordon Green encerrar a trilogia “Halloween”, retomada em “Halloween Kills: O Terror Continua” nesta quinta (15/10) e se encerra com “Halloween Ends”, atualmente em pós-produção para lançamento em outubro de 2022.
Marília Pêra será tema de minissérie da Globoplay
A atriz Marília Pêra (1943-2015), que marcou época no cinema e na TV em obras como “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1980) e “O Primo Basílio” (1988), será tema de uma minissérie documental na Globoplay. A produção terá quatro episódios escritos por Nelson Motta, que foi casado com a atriz. Os dois tiveram duas filhas. “É uma mistura de documentário e entretenimento com grandes cenas completas de Marília no cinema, no teatro e na televisão”, explicou Motta ao jornal O Globo. A direção está a cargo do veterano cineasta Zelito Vianna (“Morte e Vida Severina”) e ainda não há previsão de estreia.
Disney+ apresenta reboot de “Esqueceram de Mim”
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer de “Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar” (Home Sweet Home Alone), um reboot da franquia “Esqueceram de Mim” com novos personagens, concebido para o streaming. A história é exatamente a mesma: um garoto esquecido pela família durante as férias de Natal precisa defender seu lar de ladrões. Mas há pequenas mudanças, como o fato de os ladrões agora serem um casal. E uma cena rápida ainda revela um policial chamado McCallister, como em Kevin McCallister, o personagem do “Esqueceram de Mim” original. A nova versão destaca Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, no papel principal. É apenas o segundo trabalho do menino, que interpretou o melhor amigo de Jojo na sátira de guerra. Ele vai enfrentar a dupla formada por Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Rob Delaney (“Deadpool 2”). O resto do elenco destaca Timothy Simons (“Veep”), Ally Maki (“Manto e Adaga”), Devin Ratray (“The Tick”), Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”), Aisling Bea (“Living with Myself”), Kenan Thompson (“Kenan”) e Pete Holmes (“Crashing”). Com roteiro da dupla Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) e direção de Dan Mazer (“Tirando o Atraso”), o filme tem estreia marcada para 12 de novembro. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português.
Netflix fica mal com comunidade LGBTQIAP+ por especial de humor
A Netflix se envolveu numa grande polêmica com a comunidade LGBTQIAP+ por conta de um especial de humor. Sem saber como reagir às críticas, seus executivos disseram frases e tomaram decisões que pioraram muito a situação, transformando algo que poderia ser solucionado com um simples pedido de desculpas num pesadelo de relações públicas. O problema começou com o lançamento de um novo especial de comédia de Dave Chappelle na semana passada. O humorista já havia criado mal-estar quando uma mulher transexual citada em seu especial anterior, “Stick and Stones” (2019), suicidou-se dois meses após a disponibilização do programa em streaming. Mesmo com esse antecedente, seu novo especial, “Encerramento” (The Closer), voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Agora, agrediu a comunidade trans para defender J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e também transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e fazer outras declarações problemáticas. Imediatamente após o especial chegar no catálogo da Netflix, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” de Dave Chappelle em seu especial. Além dela, outros funcionários da Netflix e organizações de direitos LGBTQIAP+ e da comunidade negra protestaram nas redes sociais. A organização não governamental GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) foi taxativa, afirmando que “a marca de Dave Chappelle se tornou sinônimo de ridicularizar pessoas trans e outras comunidades marginalizadas”. “As várias críticas negativas e a condenação ruidosa de seu último especial é uma mensagem para a indústria de como o público não apoia mais injúrias anti-LGBTQIA+.” David Johns, diretor executivo da National Black Justice Coalition (NBJC), também criticou Chappelle e pediu para a Netflix remover o especial de seu catálogo. “É profundamente decepcionante como a Netflix permite que a transfobia e homofobia preguiçosa e hostil de Dave Chappelle vá ao ar”, declarou em comunicado. “Com 2021 a caminho de ser o ano mais mortal para pessoas trans nos EUA – cuja maioria é formada por transgêneros negros – a plataforma deveria saber melhor. Perpetuar transfobia perpetua violência.” Encurralada por várias críticas, a Netflix começou a reagir nesta segunda (11/10). E foi a pior reação possível. A empresa afastou uma funcionária transexual e mais dois que protestaram contra os comentários transfóbicos de Chappelle. A engenheira Tara Fied criou uma thread no Twitter que se tornou viral, sobre a forma como o comediante ataca pessoas trans e o próprio significado do que é ser transexual. No especial, Chappelle também diz que a comunidade LGBTQIAP+ se tornou “sensível demais”. Ao viralizar, a thread provocou um debate sobre os limites da liberdade de expressão e a cultura do cancelamento. Fied quis levar a discussão para a empresa e acabou suspensa, após tentar comparecer a uma reunião para a qual não tinha sido convidada com mais dois funcionários. Diante disso, outro funcionário trans teria se demitido em solidariedade. A situação começou a sair de controle, levando a empresa a se manifestar. Um comunicado explicou que a suspensão não foi por causa dos tuítes, mas pela tentativa de invasão da reunião agendada entre os principais executivos da plataforma. “Nossos empregados são encorajados a manifestarem abertamente qualquer contrariedade, e nós apoiamos o seu direito de fazê-lo”, garantiu o texto. O detalhe é que a decisão de Fied foi reação a um memorando assinado pelo chefão da empresa, Ted Sarandos, obtido pelo site The Hollywood Reporter, que alertou a equipe sênior de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. O memorando também defendeu o comediante. “Chappelle é um dos comediantes de stand-up mais populares da atualidade e temos um contrato de longa data com ele… Assim como acontece com nossos outros talentos, trabalhamos muito para apoiar sua liberdade criativa – mesmo que isso signifique que sempre haverá conteúdo na Netflix que algumas pessoas acreditam ser prejudicial, como ‘Mignonnes’, ‘365 Dias’, ’13 Reasons Why’ ou ‘Nada Ortodoxa”, escreveu Sarandos. O texto segue, ainda mais polêmico. “Vários de vocês também perguntaram onde traçamos o limite do ódio. Não permitimos títulos na Netflix destinados a incitar o ódio ou a violência e não acreditamos que ‘Encerramento’ ultrapasse essa linha. Reconheço, no entanto, que distinguir entre comentário e dano é difícil, especialmente com a comédia stand-up, que existe para ultrapassar os limites. Algumas pessoas acham que a arte do stand-up é mesquinha, mas nossos membros gostam dela, e é uma parte importante de nossa oferta de conteúdo. ” Sarandos continua, falando que o compromisso da Netflix com a inclusão pode ser aferido por algumas das séries disponíveis em seu catálogo, como a popular “Sex Education”, e o documentário “Disclosure”, que retrata o impacto da indústria do entretenimento na imagem das pessoas trans. Só que, ao ver sua obra citada no contexto do especial, o diretor de “Disclosure” deixou claro que a Netflix nunca investiu para produzir seu documentário como fez com Chapelle e ainda pagou barato para exibi-lo. A GLAAD também voltou a se manifestar após a suspensão de funcionários e do memorando controverso. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso. Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.” Os especiais de comédia de Dave Chappelle continuam disponíveis no catálogo da Netflix.
Criador de “Round 6” adianta detalhes da 2ª temporada
A continuação de “Round 6” já começa a ganhar forma. Embora tenha dito inicialmente que não saberia como continuar a história, indicando que a série não teria sequência, o roteirista, diretor e produtor Hwang Dong-hyuk revelou que novos capítulos se tornaram inevitáveis e de tanto pensar nisso já sabe que rumo tomar. Em entrevistas recentes para diferentes países, após a série se tornar um fenômeno mundial, ele deixou claro que a trama já se formou em sua cabeça. Falando ao canal de notícias CNN na sexta-feira (8/10), ele disse: “Deixei algumas coisas em aberto para aprofundar na 2ª temporada, se ela acontecer”. Em outra conversa com o jornal britânico The Times, Dong-hyuk revelou que, com o esboço de história estabelecido, também sabe exatamente quem trazer de volta, como o Frontman, o supervisor mascarado do jogo. O personagem era irmão do policial que se infiltrou nos bastidores do jogo, mas sua motivação para virar líder dos mascarados não foi explicada na série. O diretor aprofundou essa abordagem falando ao site Indiewire. “Ainda resta explorar a história do Frontman e sua relação com o irmão, o policial. E as pessoas também estão curiosas sobre o rumo de Gi-hun após o final. Acho que tenho a obrigação de contar aos fãs”. Nesta segunda (11/10), em entrevista ao jornal brasileiro O Globo, ele acrescentou outros personagens à relação dos que devem voltar em novos episódios. Um deles é o aliciador dos jogadores, que atrai Gi-hun no metrô, e que ao ser visto novamente no final da série faz o protagonista abandonar um voo para os EUA, assumindo a missão de desvendar a origem dos jogos. Além disso, Dong-hyuk deixou no ar a possibilidade de o policial, baleado na reta final da série, ainda estar vivo. “Se fizer, a 2ª temporada seria em cima da tentativa de Gi-hun (Lee Jung-jae) em achar as pessoas que fazem parte do jogo, como o homem com quem ele jogou no metrô. Acho que ele tentaria encontrá-lo”, disse. “Há também a história do policial, se ele está vivo ou não.” Nas conversas com a imprensa internacional, Dong-hyuk ressaltou que a 2ª temporada ainda não foi confirmada, “mas tantas pessoas estão entusiasmadas que estou realmente pensando em fazer isso.” A Netflix não disfarça o interesse em realizar a produção, que estaria quebrando recordes de audiência da plataforma. Mas segue em compasso de espera pela decisão do diretor. A responsável pelo conteúdo de séries estrangeiras da plataforma, Bela Bajaria, disse ao site Vulture que “ele tem um filme e outras coisas em que está trabalhando”, que planejava iniciar após a estreia de “Round 6”.
Vídeo e pôsteres trazem John Cena como “Pacificador”
A DC Entertainment divulgou dois pôsteres da série “Pacificador” (Peacemaker, em inglês) e um vídeo de bastidores inédito de “O Esquadrão Suicida” focado no personagem vivido por John Cena. Embora não traga cenas inéditas da nova atração, o vídeo contém observações do diretor James Gunn sobre o projeto, além de mostrar o envolvimento de Cena com o papel. A série também vai trazer de volta Jennifer Holland e Steve Agee (ambos de “Brightburn: Filho das Trevas”), agentes da ARGUS (a SHIELD da DC) de “O Esquadrão Suicida”, que precisarão lidar com o vilão dedicado em suas novas missões, em que ele formará parceria com outro anti-herói, o Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”) e Annie Chang (“Shades of Blue”). A estreia vai acontecer em janeiro de 2022.
Trailer do final de “Narcos: México” traz luta violenta pelo controle do tráfico
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Narcos: México”, que encerra a série em 5 de novembro. A prévia mostra a violenta luta entre os cartéis para dominar o narcotráfico mexicano, após a prisão do protagonista das duas primeiras temporadas. Diego Luna, que viveu o traficante Miguel Ángel Félix Gallardo nos dois primeiros anos, aparece rapidamente numa cena, mas não terá destaque na continuação. Não só ele assumiu compromisso com a nova série de “Star Wars” focada em seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor, como os novos episódios vão se passar após a prisão de Gallardo e acompanhar a guerra criada em seu vácuo pelo controle do tráfico, levando à consolidação de um novo chefão: Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda). Apesar da ausência do protagonista mexicano, a série contará com o retorno de outros atores, como Scoot McNairy (Walt Breslin), José María Yazpik (Amado Carrillo Fuentes) e Alfonso Dosal (Benjamín Arellano Félix). A 3ª temporada também incluirá a volta de Wagner Moura. O ator brasileiro, que se tornou conhecido do público internacional ao interpretar Pablo Escobar nas duas primeiras temporadas da “Narcos” original (e que já fez uma aparição em “Narcos: México”), vai voltar a aparecer como Escobar, além de dirigir dois episódios da 3ª temporada. Outra novidade dos capítulos finais é uma mudança de comando, com a saída do showrunner Eric Newman, dando maior espaço para Carlo Bernard, um dos criadores e produtores executivos da franquia “Narcos” desde sua estreia em 2015.












