Trailer apresenta série de ação do diretor de “Shang-Chi” com Ansel Elgort
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer de “Tokyo Vice”, minissérie de ação sobre o submundo da Yakuza, que é dirigida por uma dupla de feras: Destin Daniel Cretton (“Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e o veterano Michael Mann (“Inimigos Públicos”). Estrelada por Ansel Elgort (“Amor, Sublime Amor”), a atração é baseada no livro-reportagem de Jake Adelstein, em que ele relata sua experiência junto dos dois lados da Lei, descrevendo o estilo de vida violento da máfia japonesa e a corrupção no departamento de polícia de Tóquio. Elgort interpreta Adelstein na atração, que também destaca em seu elenco Ken Watanabe (“Godzilla 2”), Hideaki Ito (“Memórias de um Assassino”), Shô Kasamatsu (“O Diretor Nu”), Tomohisa Yamashita (“The Head: Mistério na Antártida”), Rachel Keller (“Legion”), Ella Rumpf (“Raw”) e Rinko Kikuchi (“Círculo de Fogo”). O roteiro da adaptação está a cargo do dramaturgo JT Rogers, que venceu o Tony por “Olso” e também divide a produção com Cretton e Mann. A estreia está marcada para 7 de abril.
2ª temporada de “What If…?” estreia ainda neste ano
Vencedora do Critics Choice Award 2022 de Melhor Série Animada, “What If…?” vai ganhar episódios inéditos ainda neste ano. A novidade foi compartilhada pelos showrunner da atração, o roteirista A.C. Bradley no Twitter. “Nos vemos mais tarde este ano, crianças!”, ele escreveu ao retuitar um post sobre a série. O Marvel Studios oficializou a 2ª temporada de “What If…?” em novembro passado e o presidente do estúdio, Kevin Feige, ainda adiantou que a nova leva de episódios contaria com os personagens da Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Além da produção da 2ª temporada, “What If…?” também dará origem a uma atração derivada, inspirada pelo episódio em que os Vingadores viram zumbis. A trama que junta super-heróis e apocalipse zumbi vai chegar “em breve” com o nome de “Marvel Zombies”.
Teaser anuncia data da 5ª temporada de “Elite”
A Netflix divulgou um teaser da 5ª temporada de “Elite” para anunciar a data de estreia dos novos episódios. O quinto ano vai trazer novidades, como o brasileiro André Lamoglia (“Juacas”) e a argentina Valentina Zenere (“Sou Luna”), visando explorar a popularidade da série na América do Sul. Em compensação, vários atores se despediram da produção, como Miguel Bernardeau (Gusmán), Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério), Álvaro Rico (Polo), Itzán Escamilla (Samuel), Omar Ayuso (Omar) e Andrès Velencoso (Armando). A trama da 5ª temporada deve repercutir os eventos da season finale passada, quando Ari (personagem de Carla Díaz) foi parar no hospital após quase morrer afogada no píer e Armando foi assassinado por Guzmán por abusar de Mencía (Martina Cariddi) e agredir Ari. A estreia dos novos capítulos foi marcada para 8 de abril.
Golpista de “Inventando Anna” elogia interpretação de Julia Garner
A golpista Anna Sorokin, ou Anna Delvey, que inspirou a minissérie “Inventando Anna” da Netflix, elogiou o trabalho realizado pela atriz Julia Garner ao interpretá-la na trama. Em entrevista ao podcast “Forbidden Fruit”, ela contou que Garner foi visitá-la pessoalmente na cadeia e classificou a atriz como uma pessoa “muito doce”, além de elogiar o seu sotaque. “Ela foi muito legal. Ela veio me visitar e foi uma garota muito doce”, contou, ressaltando que Julia a retratou no período que compreende os anos de 2015, 2016 e 2017, por esse motivo o sotaque da atriz na série, considerado exagerado por alguns, era mesmo como ela falava. “Agora estou há mais de quatro anos nos Estados Unidos, porém, naquela época eu estava falando francês, alemão e inglês diariamente”, ressaltou. Sorokin nasceu em Domodedovo, na Rússia. Seu pai era um caminhoneiro e sua mãe dona de uma loja de conveniência. Eles se mudaram para a Alemanha em 2007, quando ela tinha 16 anos. Em 2014, ela se mudou para os Estados Unidos e passou a aplicar golpes em hotéis de luxo com a identidade falsa de Anna Delvey, que usava para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. A farsa durou até 2017, quando não conseguiu pagar um almoço de US$ 200 e precisou se explicar com a polícia. A golpista foi presa em 2017 e julgada em 2019, sendo considerada culpada de oito acusações e condenada a 12 anos de prisão. Entretanto, sua sentença foi encurtada por bom comportamento e, em fevereiro do ano passado, depois de passar quase quatro anos presa, ela foi colocada em liberdade condicional. A liberdade, porém, foi curta. Um mês depois foi detida novamente pela imigração, por estar com visto vencido. A Netflix pagou US$ 320 mil para a criminosa real pelos direitos de sua história. Mas ela não pôde usufruir de todo o dinheiro, devido a uma lei de Nova York que impede que criminosos lucrem com seus crimes. Desta forma, o pagamento foi usado para ressarcir prejuízos causados por seus atos. Foram US$ 199 mil de restituição às instituições financeiras lesadas e US$ 24 mil para liquidar multas, além de US$ 75 mil para quitar honorários advocatícios, entre outras despesas. Mesmo assim, ela tem feito postagens no Instagram com seu nome fictício, Anna Delvey, e vem explorando a popularidade da série para arrecadar mais seguidores. No mês passado, a Netflix revelou que “Inventando Anna” quebrou seu recorde de audiência de estreia. A minissérie criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) sobre a vigarista Anna Delvey teve a maior abertura de uma série em inglês desde que a plataforma mudou a maneira de apresentar seus dados, baseando-se em horas de consumo. A atração estrelada por Julia Garner foi assistida durante 196 milhões de horas entre 14 e 20 de fevereiro. Com isso, superou a estreia das temporadas mais recentes de “Você” (vista durante 179 milhões de horas), “The Witcher” (168 milhões), “Sex Education” (160 milhões) e “Cobra Kai” (120 milhões).
HBO Max e Discovery+ vão virar um único streaming
Uma das decisões mais aguardadas da fusão entre a WarnerMedia e a Discovery, finalizada na sexta-feira passada (11/3), já teria sido tomada. As plataformas de streaming da nova empresa, batizada de Warner Bros. Discovery, vão se juntar num único serviço que combinará ambos acervos. O diretor financeiro da Discovery, Gunnar Wiedenfels, falou sobre o plano de fundir HBO Max e Discovery+ nesta segunda (14/3), durante seu discurso na 30ª Conferência Anual de Mídia do Deutsche Bank. “Um dos itens mais importantes aqui é que acreditamos em um produto combinado em vez de um pacote”, disse o CFO no evento. “Acreditamos que a amplitude e a profundidade do conteúdo oferecido será uma proposta valiosa e fenomenal para o consumidor”. “Não tenho dúvida de que criaremos um dos produtos mais completos para atingir os quatro quadrantes, velhos, jovens, masculino e feminino, por aí. Mal posso esperar para ver as primeiras métricas combinadas diretas ao consumidor porque, em teoria, o poder de aquisição do HBO Max combinado com o poder de retenção do conteúdo do Discovery certamente devem impulsionar um crescimento de receita muito saudável nos próximos anos”, acrescentou. O executivo ponderou que ainda há estudos para a empresa definir como proceder e a questão não será resolvida em semanas, mas sim em meses. “Mas o principal objetivo será harmonizar a plataforma tecnológica. Construir uma plataforma e um produto muito forte e combinado diretamente para o consumidor, e isso vai demorar um pouco”, acrescentou, lembrando que cerca de 100 milhões de assinantes serão afetados pela mudança. No Brasil, ambas as plataformas estão disponíveis de forma individual desde 2021. Enquanto a HBO Max aposta em conteúdo de filmes e séries de ficção, a Discovery+ é especializada em documentários e reality shows.
Jane Campion vence o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA
O Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês) consagrou a cineasta Jane Campion com seu prêmio anual, DGA Awards, em cerimônia realizada em Los Angeles na noite de sábado (12/3). Ela superou Steven Spielberg (“Amor, Sublime Amor”), Paul Thomas Anderson (“Licorice Pizza”), Kenneth Branagh (“Belfast”) e Denis Villeneuve (“Duna”) com seu trabalho em “Ataque dos Cães”. Quem entregou o troféu em suas mãos foi Chloé Zhao, que venceu este mesmo prêmio no ano passado por “Nomadland”, antes de faturar o Oscar de Melhor Direção – e de Melhor Filme também . “Estou tão orgulhosa de você”, disse Campion a Zhao, que foi a primeira mulher não branca a ganhar o Oscar da categoria. “Sou muito orgulhosa dessa mulher. Ela fez história e tornou tudo melhor. Eu estava tão orgulhosa dela no ano passado, e aquela vitória está fazendo tanta diferença. É por isso que estou aqui também. Estou aqui porque me importo com as mulheres que têm voz também. Estou muita animado com a próxima geração de cineastas. Maggie Gyllenhaal fez um filme [‘A Filha Perdida’] tão lindo. De ponta, adoro”, continuou em seu discurso. Com sua vitória no DGA, Campion se tornou favorita ao Oscar. Desde 1948, apenas oito vezes o resultado do prêmio do Sindicato foi diferente do nome no envelope da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Além da diretora neozelandesa, o DGA Awards destacou Maggie Gyllenhaal com o troféu de Melhor Filme de Estreia. Ela também trocou elogios com a colega, ao afirmar que “O Piano”, dirigido por Campion em 1993, “mudou minha vida”. Por este filme, Campion se tornou a primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção – ela acabou vencendo a estatueta de Melhor Roteiro Original. Tanto “Ataque dos Cães” quanto “A Filha Perdida” são produções da Netflix. O DGA Awards ainda homenageou Spike Lee com um troféu pela carreira e reconheceu os melhores diretores de séries, premiando o cineasta Barry Jenkins (“The Underground Railroad”), Lucia Aniello (“Hacks”) e Mark Mylod (“Succession”). Confira abaixo os principais vencedores. MELHOR DIREÇÃO DE CINEMA Jane Campion por “Ataque dos Cães” MELHOR ESTREIA NA DIREÇÃO Maggie Gyllenhaal por “A Filha Perdida” MELHOR DIREÇÃO EM DOCUMENTÁRIO Stanley Nelson por “Attica” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMÁTICA Mark Mylod, por “Succession” (episódio “All the Bells Say”) MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE CÔMICA Lucia Aniello, por “Hacks” (episódio “There is no Line”) MELHOR DIREÇÃO EM TELEFILME OU MINISSÉRIE Barry Jenkins, por “The Underground Railroad” MELHOR DIREÇÃO EM PROGRAMA INFANTIL Smriti Mundhra por “Through Our Eyes” (episódio “Shelter”) PRÊMIO PELA CARREIRA Spike Lee
Megafusão da Warner com a Discovery é aprovada
Os acionistas da Discovery aprovaram na sexta-feira (11/3) a megafusão da empresa com a WarnerMedia, que vai criar uma nova companhia de entretenimento global: a Warner Bros. Discovery. O chefão da Discovery, Davis Zaslav, é quem vai comandar o novo conglomerado, que não encontrou objeção jurídica após o departamento antitruste norte-americano perder o prazo de contestação – ao contrário do que aconteceu com os vários entraves levantados pelo governo Trump contra a aquisição da Warner pela AT&T. No Brasil, a megafusão também já foi aprovada pelo Cade sem restrições. A criação da Warner Bros. Discovery passa a originar uma empresa mais valiosa que a Netflix e a NBCUniversal, ficando atrás apenas da Walt Disney Company em termos de grupos de mídia norte-americanos. O valor estimado da nova companhia é de US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais como Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além da plataforma HBO Max, a editora DC Comics e metade da rede The CW. Segundo os termos do acordo, os acionistas da AT&T controlarão 71% da nova empresa, enquanto os acionistas da Discovery deterão 29% e ainda precisarão desembolsar US$ 43 bilhões em compensação financeira. Na prática, porém, a Discovery está pagando para ser a cabeça do negócio, enquanto a AT&T abandona o mercado de entretenimento para se forcar em seu negócio original, tecnologia de comunicação. Por conta disso, Zaslav deve montar uma equipe formada basicamente por executivos da Discovery, mantendo apenas um punhado de profissionais da WarnerMedia em posições de chefia. Uma das decisões mais esperadas da nova companhia é sobre o destino dos streamings HBO Max e Discovery+, que atualmente são plataformas distintas. Ambos podem continuar coexistindo, como aconteceu com a Disney+ e a Hulu (Star+ no Brasil) após a fusão da Disney com a Fox, ou podem ser integrados num único serviço. Segundo apurou o site Deadline, Zaslav não deve se apressar para implementar mudanças, porque há riscos de abalos no mercado de ações. Afinal, a Discovery será a terceira empresa a comandar os destinos corporativos da Warner em menos de quatro anos. Uma nova mexida grande no comando do grupo pode ser percebida como um tiro no próprio pé, diante do sucesso atual da HBO Max e das adaptações dos quadrinhos da DC Comics nos cinemas e em séries.
Trailer de “The Boys” destaca estreia de Jensen Ackles na série
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o aguardado trailer da 3ª temporada de “The Boys”. Entre as cenas de violência excessiva e música da banda Imagine Dragons, destaca-se a estreia de Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) como o herói Soldier Boy (ou Jovem Soldado nos quadrinhos brasileiros), o Capitão América do mundo de “The Boys”. A prévia ainda traz a personagem Condessa Escarlate (vivida por Lauren Holden, de “The Walking Dead”), um número musical e Billy Butcher (Karl Urban), conhecido como Bruto na tradução dos quadrinhos nacionais, adquirindo superpoderes que ele não consegue controlar. Os olhos incandescentes do inimigo dos super-heróis também são destaques no cartaz oficial da temporada. Apesar da divulgação, a estreia ainda vai demorar. Os novos episódios só irão ao ar em 3 de junho. E isto que gravações acabaram em setembro do ano passado. Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, detendo o recorde de público da plataforma de streaming em sua 2ª temporada. Sem revelar números oficiais, a empresa afirmou que a temporada passada teve o lançamento global mais assistido dentre todas as suas séries originais e, em suas primeiras semanas, quase dobrou (+89%) a audiência mundial atingida pelo primeiro ano de produção, atraindo milhões de novos espectadores a cada semana. Não por acaso, a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical”, lançado na semana passada, e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis.
“Magnatas do Crime” vai virar série da Netflix
A Netflix está prestes a fechar acordo para produzir uma série baseada no filme “Magnatas do Crime” (2019), de Guy Ritchie. O projeto começou a ganhar forma há dois anos e tem o próprio Richie à frente das negociações. O cineasta britânico co-escreveu o episódio piloto e planeja dirigir os dois capítulos iniciais, além de servir como produtor ao lado de executivos da Miramax TV e da Moonage Pictures (formada há quatro anos por produtores de “Peaky Blinders”). Com a aprovação do negócio, a adaptação marcará o terceiro filme de Guy Ritchie a virar série. “Lock, Stock…”, inspirada em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998), foi ao ar no ano 2000 no Channel 4 britânico, e “Snatch”, inspirada em “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), durou duas temporadas, de 2017 a 2018, na plataforma de streaming Crackle. A adaptação virou prioridade da Miramax, que sob a nova chefia de Marc Helwig tem buscado capitalizar seu extenso catálogo cinematográfico em licenciamento de séries. Neste sentido, a produção de “The Gentlemen” (título original) vai se juntar à anunciada adaptação de “Mutação” (Mimic, 1997), terror do estúdio que se transformará numa série produzida e dirigida por Paul WS Anderson (“Resident Evil”). Elogiado pela crítica internacional (73% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Magnatas do Crime” marcou a volta do diretor do blockbuster “Aladdin” (2019) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira. A trama gira em torno da sucessão de um chefão americano do crime, interpretado no cinema por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco do filme ainda incluiu Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Veja abaixo o trailer legendado de “Magnatas do Crime”.
Série “O Clube das Babás” é cancelada após duas temporadas
A Netflix cancelou “O Clube das Babás” após duas temporadas. A atração inspirada nos livros de Ann M. Martin era a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades e foi interrompida com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A responsável pela produção, Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”), foi quem revelou o cancelamento num comunicado. “Eu queria fazer parte do mundo que Ann M. Martin criou desde que eu tinha 7 anos, e por duas temporadas incríveis eu realmente consegui. Foi um sonho tornado realidade”, disse Shukert. “Embora eu esteja com o coração partido por não voltar a Stoneybrook por mais 20 temporadas, estou muito orgulhosa da série incrível que nosso incrível elenco e equipe criaram e a maneira como trouxe alegria e conforto para muitos quando eles mais precisavam. Obrigado à Walden Media e à Netflix por nos dar a oportunidade de apresentar Kristy, Claudia, Stacey, Mary Anne, Dawn, Jessi e Mallory para uma nova geração de fãs que eu sei que vão amá-las tanto quanto nós nos próximos anos.” O elenco, muito mais jovem que as adaptações anteriores – incluindo um filme de 1995 – , com atrizes mais próximas da idade das personagens, era formado por Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), Anais Lee (“O Sol Também é uma Estrela”) e a estreante Vivian Watson. Na trama, elas viviam melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que começam a trabalhar como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que a união promove entre todas as envolvidas. A adaptação também destacava os adultos Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) em seu elenco, além da cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios.
Compositor da trilha de “Batman” vai dirigir filme da Marvel
O compositor Michael Giacchino, autor da trilha do filme “Batman” e vencedor do Oscar pelas músicas de “Up – Altas Aventuras” (2009), fará sua estreia como diretor de longa-metragem num filme da Marvel. Ele vai dirigir o filme especial de Halloween da Disney+ sobre o Lobisomem. Mas não será o primeiro trabalho que o coloca atrás das câmeras. O compositor já havia dirigido um curta-metragem (“Monster Challenge” em 2018) e um episódio animado da série “Star Trek: Short Treks” (em 2019). A produção do especial de Halloween está programada para começar ainda este mês, trazendo Gael García Bernal (“Tempo”) no papel principal. Vale apontar que a editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” (lançada com o título resumido de “Lobisomem” no Brasil, pela antiga editora Bloch). O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu há dois anos e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Um detalhe curioso é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton. Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Outro personagem famoso que enfrentou Jack Russell foi o Cavaleiro da Lua, que vai ganhar sua própria série na Disney+ em 2022, estrelada por Oscar Isaac. A primeira aparição deste herói foi numa edição de “Werewolf by Night” em 1975, antes de ganhar sua própria revista. Os detalhes do enredo do especial, que ainda não tem título, estão sendo mantidos em segredo. Não está claro se a Marvel incorporará na história outros personagens de sua linha de terror, introduzida nos anos 1970 pelo editor Roy Thomas. A última produção live-action da Marvel Television, antes de ser fechada e absorvida pelo Marvel Studios, foi “Helstrom”, série baseada nessa linha de publicações. O Motoqueiro Fantasma também deveria ganhar sua própria série, mas o fim da divisão televisiva cancelou o projeto.
Série “Elza e Mané” registra maior audiência do ano na Globoplay
Lançada na semana passada, a série documental “Elza e Mané – Amor em Linhas Tortas” bateu o recorde de audiência de 2022 da Globoplay em seus três primeiros dias de exibição. Revelado pelo jornal O Globo, o recorde teria sido tanto em horas consumidas como em alcance, mas nenhum número foi divulgado para servir de critério de comparação com o mercado. O documentário de quatro episódios é produzido pelo Departamento de Esporte da Globo, equipe que já foi responsável por outro grande sucesso do Globoplay, “Doutor Castor”, em 2021. “Elza e Mané” aborda o casamento tumultuado de Elza Soares e Mané Garrincha em quatro episódios, mas sob a ótica moderna e não como foi tratado pela mídia conservadora do passado. Dirigido e roteirizado por Carolina Zilberman, a atração começa mostrando a origem de cada um e como se conheceram em 1962. O segundo capítulo é focado na decadência do atleta e na perseguição que o casal sofreu da imprensa, da sociedade e da ditadura. A terceira parte acompanha o exílio na Itália, o fim do casamento e a barra pesada de violência doméstica que a cantora viveu. E o capítulo final trata da morte do jogador da seleção brasileira de futebol e a tentativa da cantora de reerguer a carreira, o que resultou em sua ascensão como uma das maiores cantoras do país. Elza veio falecer em 20 de janeiro de 2022, no mesmo dia em que o ex-marido tinha morrido 39 anos antes. A produção conta com três entrevistas inéditas e profundas de Elza, que falou abertamente sobre seu relacionamento com Garrincha, semanas antes de morrer. Ela abordou da paixão arrebatadora, que descreve como “uma coisa assim de louco”, ao alcoolismo do ex-marido, doença que levou à separação do casal. Junto disso, também enquadra o machismo da época, que fez a cantora se tornar a pessoa mais odiada do Brasil, condenada pela opinião pública por “acabar com a carreira” de Garrincha, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, enquanto apanhava em casa.
Mark Ruffalo e Jennifer Garner revivem “De Repente 30” para divulgar “O Projeto Adam”
Mark Ruffalo e Jennifer Garner aproveitaram o fato de voltar a interpretar um casal em “O Projeto Adam” para lembrar de seu primeiro encontro em “De Repente 30”. Os dois gravaram um vídeo de reminiscências em que dividem um pacote de Razzles, bala que seus personagens compartilham na comédia de 2004. A iniciativa faz parte da campanha de lançamento da nova produção da Netflix. Afinal, quem também aparece é o jovem Walker Scobell, intérprete do filho do casal em “O Projeto Adam”, zoando a idade dos atores, já que ele nem tinha nascido quanto “De Repente 30” estreou. Além do vídeo, postado no Instagram dos dois atores, a atriz Jennifer Garner aproveitou para mostrar que o novo filme tem uma cena que faz referência ao antigo sucesso, comparando em seu Instagram os dois momentos do casal num sofá. Veja abaixo. “O Projeto Adam” é uma aventura com DNA dos anos 1980, que traz Ryan Reynolds numa jornada ao passado para impedir seu falecido pai de inventar as viagens no tempo. Mas ao ser perseguido por inimigos do futuro, ele precisa se aliar a sua versão de 13 anos de idade para cumprir sua missão. Ruffalo e Garner são os pais do protagonista, Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) vive sua esposa e o estreante Walker Scobell interpreta sua versão mirim. Com 70% de aprovação, a produção exclusiva da Netflix também volta a juntar Reynolds e o diretor Shawn Levy após o sucesso de “Free Guy: Assumindo o Controle”, que se tornou um dos grandes êxitos da Disney durante a pandemia. O filme está disponível a partir desta sexta (11/3) em streaming. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner)












