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    Chris Rock fará primeiro programa ao vivo da Netflix

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix anunciou nesta quinta-feira (10/11) que Chris Rock será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. Ele fará um especial de stand-up que será transmitido pelo serviço no começo de 2023. “Chris Rock é uma das vozes cômicas mais icônicas e importantes de nossa geração”, disse Robbie Praw, vice-presidente de formatos de comédia e stand-up da Netflix, em um comunicado. “Estamos entusiasmados por o mundo inteiro poder assistir a um evento de comédia ao vivo de Chris Rock e isso fazer parte da história da Netflix. Este será um momento inesquecível e estamos muito honrados por Chris estar carregando essa tocha”. O projeto será o segundo especial de stand-up de Rock na Netflix. Seu primeiro, “Chris Rock: Tamborine”, estreou em fevereiro de 2018. A transmissão ao vivo será realizada após a Netflix experimentar a produção de um festival de humor, “Netflix is ​​a Joke: The Festival”, que aconteceu no terceiro trimestre do ano e contou com mais de 330 comediantes em 295 shows em Los Angeles, incluindo o primeiro evento de stand-up no Dodger Stadium. O evento vendeu mais de 260 mil ingressos. O serviço de streaming também anunciou que planeja realizar outras transmissão ao vivo em breve. Comediante veterano que já teve uma série baseada em sua vida (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Rock dominou as manchetes do humor norte-americano deste ano após contar uma piada sobre a careca da atriz Jada Pinket Smith no Oscar passado e ver o marido dela, Will Smith, subir no palco para lhe dar um tapa na cara durante a transmissão ao vivo.

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  • Série

    Teaser de “The Witcher: A Origem” destaca lutas violentas

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), que destaca a atriz Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e muitas cenas de lutas e violência. A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e inclui supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. Além de Michelle Yeoh como uma líder guerreira dos elfos, o elenco inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). A estreia vai acontecer em pleno Natal, dia 25 de dezembro, em streaming.

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  • Série

    Sensacionalista? 5ª temporada de “The Crown” é o oposto: complacente com família real

    10 de novembro de 2022 /

    A 5ª temporada de “The Crown” gerou muitas polêmicas antes da sua estreia na Netflix, que aconteceu na quarta-feira (9/11). Porém, uma vez disponibilizada no serviço de streaming, ficou comprovado que tudo não passou de muito barulho por nada. As acusações foram alimentadas, basicamente, por especulações sem fundamento. No lugar do “sensacionalismo bruto”, conforme a denúncia da atriz Judi Dench, o que o público de fato encontrou foi uma temporada que trata a família real com admiração e respeito. Logo na primeira aparição da Rainha Elizabeth II (com Imelda Staunton no papel, que já pertenceu a Olivia Colman e Claire Foy), é possível notar o tom respeitoso adotado pela atração. A rainha é vista numa consulta com um médico, que a aconselha a não trabalhar tanto. “Correndo o risco de soar como um disco quebrado, quanto menos tempo você passar de pé, melhor”, diz ele. E a Rainha apenas responde: “Risco ocupacional, receio”. Ou seja, a série faz questão de mostrar a Rainha Elizabeth II como alguém que continuava viajando de um extremo ao outro do país para participar de eventos sociais, fazer discursos, apertar as mãos e conversar com as pessoas, sempre sem reclamar de nada, embora ela já tivesse passado da idade de se aposentar. Mais do que isso, o criador da série Peter Morgan faz questão de humanizar a sua personagem, mostrando um lado da sua história que é pouco conhecido do público. É possível notar, por exemplo, a decepção dela com os relacionamentos fracassados dos seus filhos, a tensão com sua mãe nonagenária e a contradição entre ser uma rainha, uma irmã, uma mãe e uma esposa, tudo ao mesmo tempo. Os diálogos também reforçam essa representação heroica dela. Em certo momento, a princesa Margaret, interpretada por Lesley Manville, pergunta a ela: “Quantas vezes Philip fez alguma coisa? Interveio quando você não pôde? Foi forte quando você não pôde ser? Ficou bravo quando você não pôde ficar?”. Ao mesmo tempo, ela lê notícias de jornal que a chamam de “irrelevante” e “velha”. O 4ª episódio da temporada, intitulado “Annus Horribilis”, apresenta uma dramatização de um discurso real que a rainha deu em 1992. Nesse discurso, ela refletiu publicamente sobre o período em que os casamentos dos seus filhos desmoronaram e sobre o incêndio no Castelo de Windsor que causou danos catastróficos. E se isso não fosse suficiente, ela fez o discurso enquanto estava com um resfriado tão forte que quase a deixou sem voz. As críticas anteriores a “The Crown” foram influenciadas pela morte recente da Rainha Elizabeth II e pelo medo em relação à maneira como ela poderia ter sido retratada na série. Parte desse receio foi alimentado pelo fato de que a trama dessa temporada seria centrada num período polêmico da vida da família real, a década de 1990, quando a popularidade do agora Rei Charles (interpretado por Dominic West) estava em baixa depois que seu caso com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams) vir à tona, enquanto ainda era casado com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki). Porém, até ao abordar esses temas, a série foi respeitosa. Um dos momentos mais constrangedores para Charles envolve as gravações de telefonemas entre ele e Camilla, quando ele diz que queria reencarnar como um absorvente interno para poder viver dentro dela. Nesse caso, a série foca na maneira como as reputações das pessoas envolvidas foram destruídas porque a mídia publicou transcrições desses telefonemas. Não só isso, mas na época o público podia ligar para um determinado número de telefone e escutar as gravações feitas de maneira ilícita. Ou seja, a abordagem feita por “The Crown” é a de que Charles e Camilla eram um casal apaixonado que na época não pôde ficar junto por ter sofrido uma enorme invasão de privacidade. Outro momento da série que foi alvo de críticas foi uma encenação do momento em que Charles tenta persuadir o primeiro ministro John Major (Jonny Lee Miller) de que ele deveria apoiar a abdicação da rainha em favor de sua ascensão imediata ao trono. Nesse caso, o verdadeiro Major descreveu a cena como “um barril de bobagens maliciosas”. Entretanto, a cena serve mais para mostrar o personagem de Charles como um sujeito progressista, que se irrita com as maneiras antiquadas da sua família. Ao longo de toda a temporada, Charles é retratado sob uma luz positiva, como o membro mais realista de toda a realeza. Ele é visto apoiando a decisão do governo de desativar o iate real em vez de gastar o dinheiro dos contribuintes para reformá-lo e também demonstra uma clara paixão pelo meio ambiente e pela medicina alternativa. Em certo momento, o príncipe aparece fazendo um discurso apaixonado para um grupo de jovens antes de se divertir na pista de dança com alguns dançarinos de break. E se isso não fosse suficiente para vender uma imagem positiva do agora Rei, a cena ainda é intercalada com os dizeres: “O príncipe Charles fundou o The Prince’s Trust em 1975 para melhorar a vida de jovens desfavorecidos. Desde então, o Prince’s Trust ajudou um milhão de jovens a atingirem o seu potencial”. Por sinal, o ator Dominic West já trabalhou com o verdadeiro Charles em eventos da instituição de caridade e é um entusiasta desta iniciativa. Igualmente criticada de forma prematura foi a maneira como a série iria representar a figura da Princesa Diana e sua relação com Charles. Mas a série os retrata como duas pessoas muito diferentes que enfrentaram uma pressão global para que seu casamento fosse bem-sucedido. Quando saem de férias com a família, Diana quer fazer compras e ir para a praia, mas Charles está mais interessado em museus e escavações arqueológicas. “Não é extraordinário como a compreensão de duas pessoas sobre diversão pode ser tão completamente diferente?”, Charles pergunta a um amigo, desanimado. Nesse caso, quem sai perdendo é Diana, que acaba sendo vista como desprendida, imprudente e até egoísta. Ela é mostrada como alguém que está afastada do irmão e tem uma relação de dependência com seus filhos pequenos. Ela também é vista como uma pessoa determinada a derrubar a monarquia, embora a Rainha sempre a trate com bondade. “Você é esposa do meu filho mais velho, mãe dos meus netos e um valioso membro sênior desta família”, a rainha diz para ela em certo momento. Assim, de acordo com a série, foi a determinação de Diana em ser uma forasteira dentro da família real – e não a intenção da família real de torná-la uma – que colocou a princesa no caminho trágico que eventualmente levou à sua morte (fato que só vai ser mostrado na 6ª temporada). A série também não mostra nenhuma cena de sexo e não aborda temas mais polêmicos, como a amizade do príncipe Andrew com o pedófilo condenado Jeffrey Epstein e a traficante sexual Ghislaine Maxwell (amizade esta que aconteceu justamente na época em que a 5ª temporada se passa). Neste sentido, a série prova-se o oposto do que vinha sendo acusada: complacente com a família real, suavizando todas as polêmicas que pudessem comprometer a monarquia. Todos os episódios da 5ª temporada de “The Crown” já estão disponíveis na Netflix. Assista ao trailer abaixo.

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  • Série

    Lily Collins vai estrelar série da Amazon

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) vai produzir e estrelar a série “The Accomplice”, adaptação do livro de Lisa Lutz desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. A série vai acompanhar Luna Gray e Owen Mann, dois melhores amigos de faculdade, unidos para sempre por uma morte inexplicável dentro do seu círculo social, cujas vidas são novamente abaladas anos depois, quando a esposa de Owen é brutalmente assassinada. A adaptação está a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”), que também vai produzir a atração ao lado de Collins. “The Accomplice” ainda não tem previsão de estreia. Lily Collins será vista a seguir na 3ª temporada de “Emily em Paris”, que deve estrear em breve na Netflix. Ela também está envolvida no drama “Halo of Stars” e no suspense “Titan”, ambos sem previsão de estreia.

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  • Filme

    Anne Hathaway e Salma Hayek vão estrelar comédia de ação do autor de “Trem-Bala”

    10 de novembro de 2022 /

    As atrizes Anne Hathaway (“WeCrashed”) e Salma Hayek (“Os Eternos”) vão estrelar a comédia de ação “Seesaw Monster”, baseada no livro de mesmo nome de Kotaro Isaka (o autor de “Trem-Bala”). “Seesaw Monster” batiza uma coleção de contos de Isaka, então há muitas maneiras pelas quais o livro pode ser adaptado. Mas uma história chama atenção por ser focada em duas mulheres com a idade das atrizes. Na trama, uma mulher questiona o passado misterioso de sua sogra e descobre segredos que colocam em risco sua família. As duas não se dão bem, mas acabam forçadas a trabalhar juntas após o passado da sogra se tornar uma ameaça. A Netflix, que está desenvolvendo o filme, descreve a obra como uma comédia de ação focada na parceria entre as personagens de Hathaway e Hayek. Além de estrelarem, as duas estrelas também vão produzir a obra. A adaptação ficou a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”) mas, até o momento, nenhum diretor foi contratado para comandar o filme, que ainda não tem previsão de estreia. Além de ter escrito o livro “Maria Beetle”, que deu origem ao filme “Trem-Bala” (2022), Kotaro Isaka também é autor do livro “Three Assassins”, que também já foi adaptado para o cinema, no filme “Grasshopper” (2015). Anne Hathaway tem diversos projetos pela frente, entre eles a comédia dramática “She Came to Me”, co-estrelada por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), sem previsão de estreia. E Salma Hayek será vista a seguir no filme “Magic Mike’s Last Dance”, terceiro filme da franquia “Magic Mike”, que é esperado em 2023 na HBO Max.

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  • Série

    Olhar Indiscreto: Teaser quente apresenta nova série brasileira

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser quente de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira de suspense, protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a prévia com cenas tensas – e de outro tipo de tensão – sugere mais Brian De Palma (“Dublê de Corpo”) que Hitchcock. Seguindo a linha de suspense sensual, a produção traz Débora Nascimento como Miranda, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora do prédio em frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O elenco também destaca Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). Escrita por Marcela Citterio (“Heidi, Bem-Vinda à Casa”) e com direção de Fabrizia Pinto (“Menino Maluquinho 2: A Aventura”) e Letícia Veiga (“Bem Me Quer”), “Olhar Indiscreto” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Reality,  TV

    Record encurta “A Fazenda”. Fracasso da edição?

    10 de novembro de 2022 /

    A Record TV surpreendeu peões e público na noite de quarta (9/11) ao informar que a próxima eliminação de “A Fazenda 14” será dupla. Todos esperavam uma roça falsa para compensar o fato de que o programa está com dois integrantes a menos, devido às expulsões de Tiago Ramos e Shayan Haghbin numa briga. Entretanto, ao anunciar uma eliminação dupla, a produção foi no caminho oposto, encurtando o programa. Seguindo o cronograma, caso não haja maiores surpresas, o reality vai acabar três semanas antes do prazo original. A decisão foi anunciada dias após correrem boatos de que “A Fazenda” estaria perdendo patrocinadores em meio ao clima tóxico da edição. Originalmente apresentada com pompa como patrocinadora da competição, a Netflix não está mais junto do programa e até os peões notaram, em conversa transmitida pelo Play Plus. Na terça (8/11), Ruivinha de Marte disse que o reality perdeu o patrocínio “daquele app de filme que não pode mais falar o nome, o que começa com ‘N'”, durante uma conversa com Bárbara Borges. Na época do anúncio da parceria com a Record, correu a informação de que a Netflix faria três ações de conteúdo em “A Fazenda” para divulgar produções nacionais. No prática, porém, foi só uma, sobre a série “Só Se For por Amor”, protagonizada por Lucy Alves, atualmente no ar na novela “Travessia”. Isso ocorreu logo no início do reality, antes do nível desandar. Como golpe de misericórdia, a vilã do programa, Deolane Bezerra, recusou-se a participar de uma ação patrocinada da edição nessa semana, dizendo que a Record teria que pagar mais pra ela se sujeitar a esse tipo de merchan. A advogada acabou obrigada a participar da dinâmica por questões contratuais, mas a má vontade com o patrocinador foi registrada. O público, por sinal, não entende a proteção exercida pela produção em relação a Deolane e seu grupo. Responsáveis por sabotar a edição com violência, ameaças e baixo nível, têm sido protegidos em várias ocasiões. O próprio Tiago Ramos, antes de ir pra cima de Shayan, fez tudo o que daria desclassificação, pedindo para sair e até abandonando o cenário do programa. Mesmo assim, recebeu aval para voltar e prejudicar a edição. Deolane, por exemplo, parece autorizada a dizer que vai “amassar” ou “pegar” os rivais fora do programa porque Adriane Galisteu não lhe chama – nem jamais chamou – atenção contra suas ameaças físicas, normalizando a agressividade da “Doutora”. O aviso da eliminação dupla também causou surpresa por não ter sido antecipado ao público, numa ação de falta de transparência, que tem rendido muitas críticas pelo timing, que caiu sob medida para prejudicar o grupo B, rival de Deolane. A comparação com o “BBB” tem sido cruel para a equipe de Rodrigo Carelli, uma vez que todas as regras de paredão do reality da Globo são antecipadas ao público, num regime de total transparência, que não permite casuísmos e a manipulação que o público de “A Fazenda” tem acusado os produtores de fazer nesta edição. O pior é que teria sido tão simples fazer uma boa edição. Bastaria eliminar Tiago no começo do programa, seguindo as próprias regras, e alertar Deolane de que baixarias não podem ser toleradas na televisão. Do jeito que está, parece que Deolane é a chefe de Carelli. Ela até espalhou que era dona de uma marca patrocinadora do programa – e não foi contestada por Galisteu – , como se isso fosse normal.

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  • Série

    Vídeo apresenta escola sobrenatural da série “Wandinha”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores da série “Wandinha” (Wednesday), que destaca a escola Nevermore, um internato exclusivo para adolescentes sobrenaturais. Junto de depoimentos do elenco e equipe, a prévia revela a arquitetura e as tribos do local, divididas entre vampiros, lobisomens e até sereias, todos com seus uniformes listrados tradicionais. A série vai retratar a filha caçula da Família Addams pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a tal Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Filme

    Netflix revela novo trailer do “Pinóquio” de Guillermo del Toro

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da animação “Pinóquio” produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Há mais de uma década em desenvolvimento – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , a animação em stop-motion conta uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai Gepeto. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda tem fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). A versão dublada em idioma inglês conta com o estreante Gregory Mann como a voz de Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepeto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). O filme terá lançamento limitado nos cinemas em novembro, antes de chegar ao streaming em 9 de dezembro.

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  • Série

    Ator de “Vikings” entra no elenco da série derivada de “Duna”

    9 de novembro de 2022 /

    O ator Travis Fimmel (o Ragnar Lothbrok de “Vikings”) entrou no elenco de “Dune: The Sisterhood”, série derivada do blockbuster “Duna” (2021). Fimmel se junta às atrizes Emily Watson (“The Third Day”) e Shirley Henderson (“T2: Trainspotting”), anteriormente confirmadas na atração. A série vai se passar 10 mil anos antes dos eventos de “Duna” e é baseada no romance “Sisterhood of Dune”, escrito por Brian Herbert (filho de Frank Herbert, autor de “Duna”) e Kevin J. Anderson. A trama vai acompanhar as Irmãs Harkonnen (Watson e Henderson) enquanto elas combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem a lendária seita conhecida como Bene Gesserit. As Bene Gesserit possuem habilidades extraordinárias e total controle de sua mente e corpo. Após uma série de maquinações políticas e objetivos misteriosos, as Bene Gesserit são levadas até o planeta Arrakis, chamado por seus habitantes de Duna. Fimmel vai interpretar o papel de Desmond Hart, descrito como “um soldado carismático com um passado enigmático, que busca ganhar a confiança do Imperador às custas da Irmandade”. O elenco ainda conta com as adições de Indira Varma (“The Capture”), Sarah-Sofie Boussnina (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”), Faoileann Cunningham (“O Homem do Norte”), Aoife Hinds (“Normal People”) e Chloe Lea (“Fundação”). “Dune: The Sisterhood” foi criada por Diane Ademu-John (produtora de “A Maldição da Mansão Bly”), que também vai produzir a atração e dividir a função de showrunner com Alison Schapker (produtora de “Westworld”). O cineasta Denis Villeneuve (diretor de “Duna”) também produz a série, cujo episódio piloto será dirigido por Johan Renck (“Chernobyl”). “Dune: The Sisterhood” está sendo desenvolvida para o serviço de streaming HBO Max e ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará o retorno de Travis Fimmel à HBO Max, depois de ele ter estrelado a série “Raised by Wolves”. Seus projetos futuros incluem a minissérie policial “Black Snow”, que estreia em janeiro de 2023.

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  • Série

    4ª temporada de “Manifest” estreia em 1º lugar na Netflix

    9 de novembro de 2022 /

    A estreia da primeira metade da 4ª temporada da série “Manifest”, que chegou ao catálogo da Netflix na última sexta (4/11), ficou em 1º lugar entre as séries em inglês mais vistas no serviço de streaming. Ao todo, a série acumulou mais de 57 milhões de horas assistidas em apenas três dias de exibição. O sucesso foi tanto que até mesmo a 1ª temporada de “Manifest” retornou ao Top 10 semanal da Netflix, ficando na 10ª posição. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. A atração não era uma produção original da Netflix. Mas a plataforma decidiu salvá-la do cancelamento, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar, uma vez que a série sempre manteve boas audiências em streaming. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Inside Man”, série criada por Steven Moffat (“Sherlock”) e estrelada por David Tennant (“Doctor Who”). A atração acumulou 52,9 milhões de horas asssistidas, seguida de perto pela série “Recomeço”, romance com Zoe Saldana, que acumulou mais de 50 milhões de horas assistidas durante a sua terceira semana de exibição. Fechando o Top 5 estão a 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, que segue um sistema de lançamento diferente (com blocos de episódios estreando semanalmente) e teve 47 milhões de horas assistidas, e “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro”, com 38 milhões de horas assistidas. Os números semanais mostram o enfraquecimento do domínio das séries de Ryan Murphy, que durante semanas lideraram as listas de séries mais assistidas. Embora “Bem-Vindos à Vizinhança” e “Dahmer: Um Canibal Americano” ainda apareçam na lista, em 6º e 8º lugar, com 35 e 28 milhões de horas assistidas, respectivamente, as séries não monopolizam mais os números semanais como costumavam fazer. Em vez das discrepâncias de números apresentadas antes, foi possível notar nessa semana uma divisão muito mais equilibrada entre as atrações. Vale destacar também que entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que também acumulou incríveis 52,2 milhões de horas assistidas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Manifest 5” 2. “Inside Man” 3. “Recomeço” 4. “Casamento às Cegas 3” 5. “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro” 6. “Bem-Vindos à Vizinhança” 7. “O Filho Bastardo do Diabo” 8. “Dahmer: Um Canibal Americano” 9. “Sally: Fisiculturismo e Assassinato” 10. “Manifest 1”

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  • Etc

    Disney supera Netflix com 235 milhões de assinantes no streaming

    9 de novembro de 2022 /

    A Disney atingiu o número de 235 milhões assinantes nos seus serviços de streaming, que incluem Disney+, Hulu/Star+ e ESPN+. Com isso, o conglomerado abriu distância para a Netflix, que contabilizou 223,1 milhões de assinantes no trimestre passado. O carro-chefe da empresa, a Disney+, superou as expectativas de Wall Street, adicionando 12,1 milhões de assinantes e totalizando 164,2 milhões no último trimestre. Os números do Disney+ são impressionantes quando comparados aos do Hulu (que adicionou apenas 1 milhão de inscritos) e do ESPN+ (com mais 1,5 milhão). Mas a contabilidade não menciona os números da Star+ na América Latina. E vale apontar que na Europa o conteúdo de Hulu/Star+ é oferecido dentro da plataforma Disney+. Apesar do crescente número de assinaturas, as perdas financeiras, ligadas ao custo do streaming, também continuam a crescer, quase dobrando em relação ao ano passado. Nesse momento, a Disney já soma um prejuízo de US$ 1,47 bilhão entre despesas de produção de conteúdo, operação e ampliação de suas plataformas. Em um comunicado sobre a projeção de ganhos para o quarto trimestre fiscal da empresa, o CEO da Disney, Bob Chapek, sugeriu que as perdas no streaming atingiram o seu pico e que a empresa está caminhando em direção à lucratividade já a partir do ano fiscal de 2024. “O rápido crescimento do Disney+ em apenas três anos desde o lançamento é um resultado direto da nossa decisão estratégica de investir fortemente na criação de conteúdo incrível e lançar o serviço internacionalmente, e esperamos que nossas perdas operacionais diminuam no futuro e que a Disney+ ainda possa alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024, supondo que não vejamos uma mudança significativa no clima econômico”, disse Chapek. Caso isso aconteça, a Disney será apenas a segunda empresa a atingir lucro com o streaming. Atualmente, apenas a Netflix contabiliza receitas positivas nesse mercado, após mais de uma década de prejuízo. Durante o seu comunicado com acionistas, Chapek disse que as perdas de streaming entraram num “ponto de virada” e delineou um plano de três frentes para atingir lucratividade: aumento no preço das assinaturas e plano com anúncios, “racionalização significativa” dos gastos com marketing, e conteúdo mais eficiente. Chapek enfatizou o modelo de assinatura com anúncios nessa estratégia. “Ao realinhar nossos custos e perceber os benefícios dos aumentos de preços e nosso plano com anúncios do Disney+ em 8 de dezembro, acreditamos que estamos no caminho para alcançar um negócio de streaming lucrativo que impulsionará o crescimento contínuo e gerará valor para os acionistas no futuro.” Segundo o CEO, a empresa já tem contratos com mais de 100 anunciantes para o seu plano de assinatura com anúncios. Por conta disso e dos relatórios dos rivais, Wall Street já está começando a prever a lucratividade no streaming, apontando que a guerra por assinantes estaria se aproximando do fim. A receita geral da Disney foi de US$ 20,1 bilhões no trimestre, abaixo das expectativas de Wall Street, com lucro operacional de US$ 1,6 bilhão. No segmento de mídia, a receita direta ao consumidor foi de US$ 4,9 bilhões no trimestre, representando um aumento de 8% ano a ano, enquanto a receita de redes lineares (TV aberta e paga) foi de US$ 6,3 bilhões, numa queda de 5% ano a ano. A receita operacional, no entanto, aumentou 6% nas redes lineares, refletindo melhores resultados na TV por assinatura e ganhos “modestos” no segmento de transmissão aberta. A empresa também comunicou que sua divisão de Parques, Experiências e Produtos teve seu melhor ano de todos os tempos, com US$ 7,4 bilhões em receita no trimestre e US$ 28,7 bilhões no ano fiscal de 2022.

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  • Série

    Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.

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