Problemas na HBO Max teriam impactado derivados de “Game of Thrones”
O escritor George R.R. Martin, autor dos livros que deram origem às séries “Game of Thrones” e “A Casa do Dragão”, afirmou que os recentes problemas envolvendo a plataforma de streaming HBO Max afetaram, de alguma maneira, o futuro das séries baseadas nos seus livros. Em uma postagem no seu blog pessoal, intitulado “Not A Blog”, o autor falou sobre o desenvolvimento de novas atrações derivadas desse universo. Segundo ele, “alguns [spin-offs] estão se movendo mais rápido que outros, como sempre acontece com o desenvolvimento. Nenhum recebeu sinal verde ainda, embora esperemos … talvez em breve.” Ao explicar que alguns projetos derivados “foram colocados na prateleira”, ele afirmou que “todas as mudanças na HBO Max nos impactaram, certamente.” As mudanças a que Martin se refere são o cancelamento e/ou remoção de vários filmes e séries da plataforma, somados à incerteza econômica após a criação da Warner Bros. Discovery – com a fusão da WarnerMedia e a Discovery. Recentemente foi anunciado que séries como “Westworld” e “Raised by Wolves” sairiam do catálogo da HBO Max e seriam vendidas para streamings gratuitos. Apesar de todos problemas, Martin procurou tranquilizar os fãs de “A Casa do Dragão”, dizendo que já está trabalhando na 2ª temporada da série. Além disso, ele está desenvolvendo uma série baseada na franquia de livros “Wild Cards” para a plataforma Peacock. Esses projetos estão garantidos. Os outros, incluindo a continuação de “Game of Thrones” centrada em Jon Snow, nem tanto.
Lily Collins compartilha vídeo do corte da franja de “Emily em Paris”
A atriz Lily Collins compartilhou no seu Instagram um vídeo da criação da franja vista na 3ª temporada da série “Emily em Paris”. Ao contrário da sua personagem, que corta o próprio cabelo, o verdadeiro corte foi feito por um cabeleireiro profissional. No vídeo, a atriz é vista sentada na cadeira do cabeleireiro Gregory Russell enquanto ele corta o seu cabelo. “A primeira franja do bebê”, diz ela no início. O vídeo termina com uma foto de Collins sorrindo com sua franja pela metade jogada para o lado. “Não é exatamente uma franja traumática … ao contrário de Emily, eu não cortei isso sozinha! Muito obrigado ao mestre Gregory Russell por me apresentar à minha era de franja e iniciar a nova jornada capilar de Emily”, escreveu Collins na legenda do post. “Emily em Paris” traz a filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Na 3ª temporada, ela tem uma decisão crucial a tomar: sobre ficar com Alfie (Lucien Laviscount), um banqueiro que surgiu na 2ª temporada e a tirou do chão, ou Gabriel (Lucas Bravo), o “vizinho gato” que desperta seu interesse desde o começo da série. Ou mesmo uma questão relativa ao emprego. Mas o que ela faz primeiro, claro, é seu novo corte de cabelo. Os novos episódios estrearam em 21 de dezembro e renderam 117 milhões de horas assistidas em sua primeira semana na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)
Netflix divulga listas de filmes e séries mais vistos de 2022
A Netflix divulgou a sua lista de filmes e séries mais populares de 2022. A lista é composta por dez títulos, separados em quatro categorias: Melhor Filmes Falado em Inglês, Melhor Filme Falado em Outra Língua, Melhor Série Falada em Inglês e Melhor Série Falada em Outra Língua. Entre os filmes, o destaque ficou com “Agente Oculto”, que completou 265 milhões de horas asssitidas entre 17 de julho e 4 de setembro. A ficção científica “O Projeto Adam” ficou em 2º lugar, com 260 milhões de horas entre 6 de março e 1º de maio, seguida pelo romance “Continência ao Amor”, com 240 milhões horas entre 24 de julho e 4 de setembro. Já entre as séries, não foi nenhuma surpresa que a atração mais assistida tenha sido a 4ª temporada de “Stranger Things”, que totalizou 1,87 bilhão de horas assistidas no período entre 22 de maio e 9 de outubro. “Wandinha” veio logo em seguida, com 1,31 bilhão de horas contabilizadas entre 20 de novembro e 25 de dezembro. E “Dahmer: Um Canibal Americano” fecha o Top 3 com 962 milhões de horas vistas entre 18 de setembro e 6 de novembro. Nas categorias internacionais, o Top 3 de filmes foi composto por produções europeias: o norueguês “O Troll da Montanha”, o alemão “Nada de Novo no Front” e o sueco “Caranguejo Negro”. Já a lista de séries internacionais foi encabeçada pelas atrações sul-coreanas “All of Us Are Dead” e “Uma Advogada Extraordinária”, e a espanhola “Coração Marcado”. A contabilização da Netflix é um tanto confusa, levando em consideração não apenas a quantidade de horas assistidas em um determinado período de tempo, mas também quantas semanas o filme ou série ficou no Top 10 Semanal do serviço e qual foi a audiência dos primeiros 28 dias de exibição. De todo modo, as listas podem ser vistas abaixo. Filmes Mais Populares Falados em Inglês 1. “Agente Oculto” 2. “O Projeto Adam” 3. “Continência ao Amor” 4. “Arremessando Alto” 5. “O Golpista do Tinder” 6. “A Fera do Mar” 7. “Enola Holmes 2” 8. “De Volta ao Baile” 9. “O Homem de Toronto” 10. “Dupla Jornada” Séries Mais Populares Faladas em Inglês 1. “Stranger Things 4” 2. “Wandinha” 3. “Dahmer: Um Canibal Americano” 4. “Bridgerton 2” 5. “Inventando Anna” 6. “Ozark 4” 7. “Bem-Vindos à Vizinhança” 8. “Sandman” 9. “The Umbrella Academy” 10. “Virgin River” Filmes Mais Populares Falados em Outra Língua 1. “O Troll da Montanha” 2. “Nada de Novo no Front” 3. “Caranguejo Negro” 4. “Através da Minha Janela” 5. “Os Opostos Sempre se Atraem” 6. “Um Marido Fiel” 7. “Carter” 8. “Meu Nome É Vingança” 9. “Um Dia Difícil” 10. “Furioza” Séries Mais Populares Faladas em Outra Língua 1. “All of Us Are Dead” 2. “Uma Advogada Extraordinária” 3. “Coração Marcado” 4. “Até que o Dinheiro nos Separe” 5. “Elite 5” 6. “Fogo Ardente” 7. “A Imperatriz” 8. “Pretendente Surpresa” 9. “Entrevias” 10. “Bem-vindos ao Éden”
Stan Lee vai ganhar documentário na Disney+
A Marvel Studios divulgou o primeiro teaser de “Stan Lee”, documentário produzido para a Disney+ que vai narrar a vida e a obra de um dos maiores quadrinistas da História. A prévia destaca as participações de Lee nos filmes da Marvel, mas o documentário deve ir além disso, abrangendo grande parte da carreira do artista. Stan Lee foi um lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-as como blockbusters de Hollywood. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV, ganhando assim um status de celebridade. A produção da Disney não será o primeiro documentário sobre a vida de Stan Lee. Em 2010, foi lançado “With Great Power: The Stan Lee Story”, que também narrava a trajetória do escritor. O título do documentário faz referência a uma famosa frase que o Tio Ben diz a Peter Parker nos filmes do “Homem-Aranha”. O teaser do novo documentário foi divulgado nesta quarta (28/12) por um motivo especial. Nesta data, Stan Lee comemoraria 100 anos – ele morreu em 12 de novembro de 2018. O filme vai estrear em 2023 na Disney+.
Diretor admite semelhanças entre Elon Musk e papel de Edward Norton em “Glass Onion”
Desde que “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” estreou, surgiram muitas comparações entre o personagem Miles Bron (interpretado por Edward Norton, de “O Incrível Hulk”), um bilionário excêntrico do ramo de tecnologia, e Elon Musk, verdadeiro bilionário excêntrico do ramo de tecnologia. O próprio diretor Rian Johnson achou a comparação divertida e até apropriada. Quando questionado em uma conversa recente com Angela Watercutter, da revista Wired, se ele faria um mistério no estilo “Knives Out” sobre a queda do Twitter, ele respondeu com uma risada: “Não acabei de fazer isso?” Entretanto, Johnson garantiu que, embora parecidos, essa similaridade não foi proposital. “Há muitas coisas gerais sobre esse tipo de bilionário da tecnologia que foram diretamente para o personagem”, disse Johnson à revista Wired. “Mas obviamente, tem uma relevância quase estranha exatamente no momento atual. Um amigo meu disse: ‘Cara, parece que foi escrito esta tarde’. E isso foi um acidente horrível, horrível, sabe?” Apesar de não ter planejado satirizar Musk com o personagem, o diretor não descartou totalmente a comparação. Ele ainda brincou: “Espero que não haja algum departamento de marketing secreto da Netflix que esteja financiando essa aquisição [de Musk] do Twitter”. Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de amigos – e uma antiga inimiga – do tal bilionário é reunido na ilha particular dele para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que ainda conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 94% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. O filme também se tornou a 6ª maior estreia de todos os tempos de filme da plataforma, acumulando incríveis 82 milhões de horas assistidas durante seus três primeiros dias de exibição. Assista abaixo ao trailer de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”.
“Top Gun: Maverick” quebra recordes de audiência na Paramount+
O filme “Top Gun: Maverick” estreou na última quinta-feira (22/12) na Paramount+ e já se tornou a maior estreia na curta história da plataforma de streaming nos EUA. Embora a empresa não divulgue seus números, informou que “Top Gun: Maverick” teve uma audiência de estreia 60% maior do que o recordista anterior, “Sonic: O Filme” (2020). Aproveitando a estreia do filme, a Paramount+ também adicionou o longa original, “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), no seu catálogo, gerando um aumento de audiência de cerca de 400%. Não só isso, mas a franquia “Missão: Impossível”, igualmente estrelada por Tom Cruise, também teve um aumento de 140% na audiência durante o período do fim do ano. “O grande sucesso deste filme no cinema, no lançamento digital e agora em streaming é uma prova inegável que demonstra o poder da estratégia de lançamento multiplataforma da Paramount”, disse Brian Robbins, CEO da Paramount, em comunicado. “Em todos os nossos títulos de 2022, e agora com ‘Top Gun: Maverick’, nosso estúdio liberou o valor da janela variável que o streaming oferece para aumentar o sucesso geral de um filme.” “Estamos entusiasmados em ver uma continuidade do enorme sucesso do filme, tornando-se a estreia de filme mais assistida na Paramount+”, acrescentou Tanya Giles, diretora de programação da Paramount+. “Continuamos a nos beneficiar dos sucessos no cinema altamente aguardados da Paramount Pictures que chegam ao serviço, oferecendo aos fãs uma nova maneira de continuar assistindo e revendo seus filmes favoritos.” Nos cinemas, “Top Gun: Maverick” ultrapassou a marca de US$ 1,4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a maior bilheteria do ano até o momento. Assista abaixo ao trailer do filme.
“Glass Onion” registra 6ª maior estreia de filme na Netflix
O filme “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), estreou em 1º lugar na Netflix, acumulando incríveis 82 milhões de horas assistidas. Segundo estimativas da Netflix, o filme foi visto por 35 milhões de perfis de assinantes. Como a Netflix contabiliza sua audiência semanalmente, a última contagem levou em consideração o intervalo de tempo entre os dias 19 e 25 de dezembro. Porém, “Glass Onion” estreou no dia 23, o que significa que teve apenas três dias para atingir sua marca. A audiência representa a 6ª maior estreia de todos os tempos para um filme da Netflix. O lançamento ficou atrás de “Imperdoável” (que estreou com 85,8 milhões de horas assistidas), “Agente Oculto” (88,5 milhões de horas), “O Projeto Adam” (92,4 milhões), “Não Olhe Para Cima” (111 milhões) e “Alerta Vermelho” (148,7 milhões). Ao contrário desses outros títulos, porém, “Glass Onion” foi a primeira produção da Netflix a ter uma grande distribuição nas principais redes de cinemas dos EUA antes da sua estreia no streaming. A Netflix não divulga os ganhos de bilheteria, mas o Hollywood Reporter apurou que o filme deve ter rendido cerca de US$ 13 milhões no único fim de semana em que ficou nos cinemas. É possível que a audiência do cinema tenha impedido “Glass Onion” de se posicionar melhor dentro da Netflix, já que as pessoas que tiveram a experiência na tela grande podem não querer rever o filme em casa. Por isso, o CEO da Netflix, Ted Sarandos, é contra grandes lançamentos da plataforma no circuito cinematográfico. “Existem todos os tipos de debates o tempo todo, indo e vindo. Mas não há dúvida internamente de que fazemos nossos filmes para nossos membros e realmente queremos que eles os assistam na Netflix ”, disse Sarandos durante uma teleconferência em outubro. “A maioria das pessoas assiste a filmes em casa”. Entretanto, o diretor Rian Johnson insistiu para que o filme fosse distribuído no cinema. “Qualquer cinema em que possamos colocá-lo, a qualquer momento, estou pressionando para colocá-lo”, disse ele no início de dezembro. “Quero que mais pessoas tenham a oportunidade de assistir”. Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 93% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
“Wandinha” supera audiência de “Stranger Things”, mas Netflix não reconhece
A série “Wandinha” chegou a sua quinta semana em 1º lugar no ranking da Netflix, somando mais 118,5 milhões de horas assistidas. Na semana passada, ela estava apenas a 115 milhões de horas de superar o recorde da 4ª temporada de “Stranger Things” e, com 118 milhões a mais, virou na prática a série em inglês mais vista em todos os tempos na plataforma de streaming. Entretanto, como a Netflix supostamente só contabiliza os primeiros 28 dias de cada conteúdo para seu ranking das maiores audiências de todos os tempos, a empresa encerrou a soma dos números de “Wandinha” antes que a ultrapassagem acontecesse. Com isso, “Wandinha” teria chegado a “apenas” 1,237 bilhão de horas, mantendo a diferença da semana passada, de 115 milhões de horas, em favor de “Stranger Things 4”. O detalhe é que “Wandinha” teve muito mais audiência de “Stranger Things 4” pelos critérios da própria Netflix. É que a produção dos irmãos Duffer contou com uma vantagem atípica para chegar a seus números, graças a uma exceção nas regras que permitiu somar a contabilidade de temporadas divididas em duas partes. Ao somar as partes 1 (lançada em 27 de maio) e 2 (de 1 de julho), o ranking considerou na prática 56 horas de consumo de “Stranger Things 4”, o dobro do tempo de “Wandinha”. Vale observar que no Top 10 oficial da Netflix, a plataforma não divide os números de “Stranger Things 4” como sendo Parte 1 e Parte 2, apresentando-os apenas como uma totalização consolidada. A soma das duas partes da 4ª temporada de “Stranger Things” renderam, ao longo de 56 dias de contabilização, 1,352 bilhão de horas assistidas. Mas a produção teve “somente” 930,8 milhões de horas assistidas em seus primeiros 28 dias, como a Netflix revelou em junho passado. Proporcionalmente, portanto, “Wandinha” teve mais de 300 mil horas assistidas que os primeiros 28 dias de “Stranger Things 4”. Não só isso. “Wandinha” liderou o ranking por cinco semanas consecutivas. Já a Parte 1 de “Stranger Things 4” foi superada por “The Umbrella Academy” em sua quinta semana no catálogo da plataforma. Outro detalhe a que poucos se atentam é que “Wandinha” é, na verdade, uma série da Amazon. A produção é do estúdio MGM, que foi comprado pela Amazon. Não seria curioso se a série mais vista da Netflix fosse uma produção da Amazon? Para todos os efeitos, a série mais vista da Netflix em todos os tempos é “Round 6”, com 1,6 bilhão de horas, mas seu desempenho é tabulado num ranking diferente, entre as séries não faladas em inglês. O Top 10 das séries desta semana ainda estacou duas estreias: “Emily em Paris 3” em 2º lugar, com 117 milhões de horas assistidas, seguida por “O Recruta” em 3º, com 95 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 séries mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | WANDINHA | NETFLIX 2 | EMILY IN PARIS 3 | NETFLIX 3 | RECRUTA | NETFLIX 4 | HARRY & MEGAN | NETFLIX 5 | SONIC PRIME | NETFLIX
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Diretor não gostou do título “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”
O cineasta Rian Johnson não aprovou o título do seu novo filme, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (Glass Onion: A Knives Out Mystery), continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), lançado na semana passada na Netflix. Em entrevista à revista The Atlantic, o diretor lamentou que o título fizesse referência ao filme anterior. A ideia de Johnson era separar “Glass Onion” de “Entre Facas e Segredos” (ou “Knives Out”, em inglês). Sua inspiração foram os livros de Agatha Christie, que traziam os mesmos personagens, mas em aventuras separadas, como “Assassinato no Expresso Oriente” e “Morte Sobre o Nilo”, ambos estrelados pelo personagem Hercule Poirot. “Eu tentei muito torná-los [os filmes] autossuficientes. Honestamente, estou chateado por termos ‘A Knives Out Mystery’ no título”, disse Johnson. “Queria que se chamasse apenas ‘Glass Onion’”. O descontentamento de Johnson não leva em consideração a péssima tradução nacional que o filme ganhou. Imagine se soubesse a bagunça que ficou no Brasil, onde o primeiro filme se chamou “Entre Facas e Segredos”, como tradução para “Knives Out”, mas o título nacional da sequência adotou um portinglês safado, “Um Mistério Knives Out”, jurando que fazia sentido. Johnson ainda acrescentou: “Eu entendo e quero que todos que gostaram do primeiro filme saibam que este é o próximo da franquia, mas também, todo o apelo para mim é que seja como um novo romance na prateleira. Só que há uma gravidade de mil sóis em relação à narrativa serializada.” Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 93% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
Stephen Greif, ator de “The Crown”, morre aos 78 anos
O ator britânico Stephen Greif, conhecido por fazer participações em séries como “Blake’s 7” e “The Crown”, morreu aos 78 anos. Sua morte foi anunciada por seus representantes por meio de uma publicação nas redes sociais, mas a causa da morte não foi revelada. Dono de uma carreira longeva que se estendeu por mais de 50 anos, Stephen Greif trabalhou sem parar em filmes, séries e teatro. Ao todo, ele tem mais de 130 créditos como ator. Nascido em 26 de agosto de 1944, em Hertfordshire, na Inglaterra, Greif se formou com honras na Academia Real de Artes Dramáticas. Ele também foi membro da Royal Shakespeare Company e foi indicado ao prêmio Laurence Olivier e London Critics Circle por seu trabalho no National Theatre por muitos anos. Suas primeiras aparições na TV foram justamente em filmagens das peças de teatro que ele estrelava, como “The Tragedy of King Richard II” (1970) e “Edward II” (1970). Logo, porém, ele já conseguiu seu primeiro papel em um filme, “Nicholas e Alexandra” (1971), além de sempre fazer participações em séries de TV. Um dos seus primeiros papéis de destaque na TV foi na série sci-fi “Blake’s 7”, na qual interpretou o vilão comandante Travis. Ele também apareceu em 12 episódios de “Citizen Smith”, além de diversas participações esporádicas em outras séries, como “Casal 20” (em 1983), “Zorro” (1990) e “EastEnders” (1996) Os créditos de Greif também incluem muitas outras séries e, mais recentemente, ele apareceu em “O Alienista”, e na 4ª temporada de “The Crown”, na qual interpretou o presidente do parlamento, Sir Bernard Weatherill. No cinema, seus créditos incluem os filmes “Spartan” (2004), “Casanova” (2005), “A Outra Face da Raiva” (2005), “Trair é uma Arte” (2009) e “A Dama Dourada” (2015). Os últimos trabalhos de Greif como ator foram no filme “D Is for Detroit” (2022) e no game “Total War: Warhammer III” (2022), no qual ele dublou um dos personagens.
Netflix anuncia data de estreia de seu primeiro programa ao vivo
A Netflix divulgou o pôster e o teaser do show de humor de Chris Rock, que será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. O material anuncia que o especial de stand-up, batizado de “Selective Outrage” (ultraje seletivo), será transmitido pelo serviço em 4 de março. “Chris Rock é uma das vozes cômicas mais icônicas e importantes de nossa geração”, disse Robbie Praw, vice-presidente de formatos de comédia e stand-up da Netflix, em um comunicado sobre a atração. “Estamos entusiasmados por o mundo inteiro poder assistir a um evento de comédia ao vivo de Chris Rock e isso fazer parte da história da Netflix. Este será um momento inesquecível e estamos muito honrados por Chris estar carregando essa tocha”. O projeto será o segundo especial de stand-up de Rock na Netflix. Seu primeiro, “Chris Rock: Tamborine”, estreou em fevereiro de 2018. O comediante veterano, que já teve uma série baseada em sua vida (“Todo Mundo Odeia o Chris”), dominou as manchetes do humor norte-americano em 2022 após contar uma piada sobre a careca da atriz Jada Pinket Smith no Oscar passado e ver o marido dela, Will Smith, subir no palco para lhe dar um tapa na cara durante a transmissão ao vivo.
“Avatar 2” lidera bilheterias com quase US$ 900 milhões mundiais
“Avatar: O Caminho da Água” enfrentou a pior tempestade de neve dos últimos anos na América do Norte e venceu. O filme de James Cameron liderou as bilheterias com US$ 56 milhões em sua segunda semana em cartaz. Com isso, chegou a US$ 279,6 no mercado interno. Mas foi no exterior, com clima mais ameno, que o filme estourou de verdade. Foram US$ 168,6 milhões no fim de semana de Natal, para um total global de US$ 601,7 milhões, segundo apuração do Box Office Mojo. Ao todo, a produção da 20th Century/Disney já chegou a US$ 881,3 milhões mundiais. A expectativa é que atinja US$ 900 milhões na segunda (26/12) e US$ 1 bilhão antes de sexta (30/12). Mas mesmo ao atingir a marca bilionária, “Avatar 2” continuará longe de se pagar. Isto porque custou entre US$ 350 milhões e US$ 400 milhões para ser produzido, o que provavelmente é recorde na história de Hollywood. Em entrevistas sobre os custos, o diretor indicou que o filme precisaria arrecadar US$ 2 bilhões para ser considerado um sucesso. O primeiro “Avatar” (2009) faturou US$ 2,9 milhões entre seus vários relançamentos, quantia que é a maior arrecadação de todos os tempos. A principal concorrência do filme nas telas foi a animação “Gato de Botas 2: O Último Pedido”, que estreou na quarta (21/12) nos EUA e Canadá. A produção da DreamWorks Animation/Universal ficou num distante 2º lugar com US$ 11,4 milhões no fim de semana. Contando a abertura desde quarta, o faturamento chega a US$ 24,7 milhões domésticos e US$ 57,1 mundiais. Aprovado pela crítica e o público americanos, com 95% no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore, “Gato de Botas 2” estreia no Brasil em 5 de janeiro. Outras estreias ficaram em 3º e 4º lugares: a cinebiografia de Whitney Houston, “I Wanna Dance With Somebody”, e o épico hollywoodiano “Babilônia”, estrelado por Brad Pitt e Margot Robbie. Os dois lançamentos tiveram um desempenho muito abaixo do esperado. Enquanto a cinebiografia musical fez US$ 5,7 milhões, o drama de época faturou apenas US$ 3,5 milhões. Em comum, também compartilharam críticas negativas. Ambos foram considerados medíocres, com 46% e 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente. “I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston” tem estreia marcada para 12 de janeiro no Brasil, enquanto “Babilônia” chega no dia 19. Completando o Top 5, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” arrecadou mais US$ 3 milhões para a Disney no fim de semana. Ao todo, a superprodução de super-heróis já contabiliza US$ 801 milhões mundiais. Confira abaixo os trailers das maiores bilheterias da semana nos EUA e Canadá. 1 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 2 | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO | 3 | I WANNA DANCE WITH SOMEBODY | 4 | BABILÔNIA | 5 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |











