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  • Série

    Bella Heathcote entra na série ocultista do roteirista de Cisne Negro

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Jack Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Heathcote vai interpretar a esposa brilhante e devotada de Pendle, que o apoia em seus empreitadas, mas também o confronta em relação à estranha religião de Crowley. O elenco também conta com Rupert Friend (série “Homeland), Melanie Rains (série “Game Shakers”) e Michael Gaston (série “The Leftovers”). “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Judy Greer será mulher de Jim Carrey em nova série de comédia

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Judy Greer (“Homem-Formiga”) entrou no elenco da série de comédia “Kidding”, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Greer vai interpretar a mulher do protagonista, que está separada e vive uma fase de rebeldia. Além dos dois, o elenco também inclui Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como produtor do programa infantil de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. A estreia vai acontecer no canal pago Showtime, mas ainda não há data definida.

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  • Série

    Ator de The Walking Dead será pai conservador em piloto de série de comédia

    13 de fevereiro de 2018 /

    O ator Michael Cudlitz, primeira vítima de Negan na série “The Walking Dead”, vai tentar estrelar uma nova série. Ele será o protagonista do piloto de uma comédia desenvolvida por Tim Doyle, roteirista veterano de “Família Dinossauros”, “The Big Bang Theory” e “The Last Man Standing”, para a rede ABC. Ainda sem título, a sitcom se passa na década de 1970 e acompanha uma família irlandesa católica, que tem um pai da classe trabalhadora, uma mãe tradicional e oito filhos barulhentos, que navegam as grandes mudanças de uma das décadas mais turbulentas da América. Cudlitz assumirá o papel de patriarca da família, Mike Doyle. O personagem é descrito como um homem da classe trabalhadora com valores conservadores dos anos 1950, totalmente fora de contato com a realidade do início da década de 1970. O pai de oito filhos confia em sua igreja e no governo para lidar com os protestos e o descontentamentos dos estudantes contra a Guerra do Vietnã. O papel marca uma ruptura para Cudlitz, mais acostumado a estrelar produções dramáticas, como a já citada “The Walking Dead”, além do drama policial “Southland”. Mas para o projeto virar a série, o piloto precisará ser aprovado pela ABC. No ano passado, Cudlitz estrelou o piloto de “The Trustee”, que foi reprovado pelo mesmo canal.

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  • Série

    Bosch ganha trailer da 4ª temporada e é renovada para o quinto ano

    13 de fevereiro de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer da 4ª temporada de “Bosch” e anunciou que a série estrelada por Titus Welliver (de “Lost”) foi renovada para seu quinto ano de produção – dois meses antes da estreia de seu próximo arco. Focada no policial que lhe dá título e inspirado em clássicos do cinema noir, a série já mostrou o protagonista investigando o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguindo um serial killer e como o principal suspeito de um crime. Agora, ele é encarregado de investigar o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial. Embora não divulgue dados, como o Netflix, a Amazon afirma que “Bosch” representa uma de suas maiores audiências, ocupando o 2º lugar entre as séries mais vistas de sua plataforma digital, atrás apenas de “The Man in the High Castle”. “Como a série mais longeva da Amazon Prime Video, ‘Bosch’ é o marco da nossa programação de ficção, e os assinantes Prime constantemente clamam por mais”, disse Sharon Tal Yguado, chefe de Series do Amazon Studios. “Estamos ansiosos para dar-lhes outra temporada com Harry Bosch”. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”) e é baseada nos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”) e Amy Aquino (série “Being Human”). A 4ª temporada de Bosch será disponibilizada no dia 13 de abril na plataforma de streaming. A 5ª deve chegar na mesma época em 2019.

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  • Série

    Trailer promete uma 2ª temporada pior para os órfãos de Desventuras em Série

    13 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), com apresentação de ninguém menos que o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que pode ser o último da trama. O ator Neil Patrick Harris, que além de estrelar também produz “Desventuras em Série”, revelou que a série da terá apenas três temporadas.

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  • Etc

    Escritor de Os 13 Porquês é expulso de associação literária por assédio sexual

    13 de fevereiro de 2018 /

    Jay Asher, autor do best-seller “Os 13 Porquês”, foi expulso de uma organização proeminente de escritores após sofrer acusações de assédio sexual. Lin Oliver, diretora executiva da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças, disse à Associated Press na segunda-feira (12/2) que Asher violou o código de conduta da associação. Ele foi banido no ano passado, mas a notícia só veio à tona com a ascensão do movimento #MeToo. Asher e o premiado ilustrador David Diaz, que também foi expulso da organização, foram mencionados com freqüência em um recente tópico de comentários no School Library Journal sobre assédio no universo da literatura infantil. “Tanto Jay Asher quanto David Diaz foram enquadrados por terem violado o código de conduta da Sociedade em relação ao assédio”, escreveu Oliver num email enviado ao site The Hollywood Reporter. “As denúncias contra eles foram investigadas e, como resultado, eles não são mais membros e nem aparecerão em eventos da Sociedade no futuro”. As editoras de Asher e Diaz não tiveram nenhum comentário, nem os casos que causaram as expulsões foram publicamente detalhados. Asher disse à BuzzFeed News na segunda-feira que ele saiu voluntariamente da associação e se sentia como se tivesse sido “jogado sob um ônibus”. “É muito assustador, quando você sabe que as pessoas não vão acreditar em você”, disse ele. “Eu me sinto muito em conflito sobre isso, por causa do que está acontecendo na cultura, a respeito de quem se acredita e quem não se acredita”. Além da expulsão da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças, Asher também teve a participação numa conferência da Federação de Escritores de Oklahoma cancelada. “O Sr. Asher negou as acusações, mas, no final, entendeu nossa decisão de seguir uma direção diferente”, disse a diretora de relações públicas da federação, Jennifer McMurrain. “Os 13 Porquês”, primeiro livro de Asher, foi adaptado numa série bem-sucedida da Netflix, produzida pela cantora Selena Gomez. Com o título original de “13 Reasons Why”, a produção fez tanto sucesso que ganhou encomenda de uma 2ª temporada, embora toda a história do livro já tenha sido contada. Além do tema central de suicídio adolescente, a série também inclui passagens de agressão e assédio. A Netflix não respondeu aos contatos do THR sobre se as alegações contra o escritor afetariam o status da série.

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  • Série

    Atriz de New Girl vai estrelar o piloto do remake de Super-Herói Americano

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Hannah Simone já definiu seu próximo projeto após o fim da série “New Girl”. Ela foi contratada para estrelar o piloto de “The Greatest American Hero”, remake da série clássica “Super-Herói Americano”. Sucesso dos anos 1980, a comédia de super-herói vai tentar retornar do arquivo morto com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar seus poderes para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Simone foi uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos em desenvolvimento nesta temporada. Ela recebeu múltiplas ofertas antes de escolher “The Greatest American Hero”. O projeto mantém a atriz, cujo pai é indiano, na produtora Fox, responsável por “New Girl” e que vai produzir a nova série, caso a rede ABC aprove o piloto. Ela será vista pela última vez no papel Cece, a melhor amiga de Jess (Zooey Deschanel), nos oito episódios finais de “New Girl”, que começam a ser exibidos em 10 de abril nos EUA.

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  • Série

    John Krasinski diz que adoraria participar do revival da série The Office

    12 de fevereiro de 2018 /

    O ator John Krasinski deu uma divertida entrevista para o programa de Ellen DeGeneres, em que falou das filhas, da barba, seu medo de filmes de terror, seu recente trabalho como diretor num filme de terror (“Um Lugar Silêncio”) e, por último, a volta da série “The Office”, que ele estrelou por nove temporadas. Veja abaixo. Depois de indicar que soube do projeto de revival “na Internet”, Krasinski se mostrou chateado por não ter sido contatado e imaginou que talvez a presença de seu personagem, Jim Halpert, não fosse desejada na continuação da série. Perguntado se aceitaria voltar ao papel, se convidado, ele foi totalmente positivo. “Oh, meu deus, você está brincando?”, disse. “Eu adoraria juntar de novo aquela gangue”. Krasinski interpretou o vendedor de papel Jim Halpert na série da rede NBC – por sua vez baseada numa sitcom britânica. O romance do personagem com a recepcionista Pam Beesly (interpretada por Jenna Fischer) foi a trama mais marcante durante a evolução do programa.

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  • Série

    Trailer sangrento de The Americans mostra Paige em sua primeira missão secreta

    12 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer da 6ª e última temporada de “The Americans”, que traz cenas de violência e o casal Jennings coberto de sangue, enquanto Elizabeth (Keri Russell) tenta acalmar a filha Paige (Holly Taylor), elogiando a forma como ela manteve o disfarce, em sua primeira missão secreta. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell e Matthew Rhys, que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel da encarregada de transmitir as missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    HBO Europe vai produzir minissérie do diretor bósnio de Terra de Ninguém

    12 de fevereiro de 2018 /

    A HBO Europe deu sinal verde para a produção de “Success”, minissérie criada pelo cineasta bósnio Danis Tanovic, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Terra de Ninguém” (2001), Escrita em parceria com Marjan Alcevski (do documentário “Cash & Marry”), a minissérie de seis episódios vai acompanhar quatro estranhos que se unem por um evento violento em Zagreb. Cada um, à sua maneira, tentará recuperar o controle de suas vidas, mas as conseqüências de suas ações ameaçam alcançá-los. A HBO Europe descreve a série como “uma ode amarga para a cidade de Zagreb”. “Success” será a primeira série de Tanovic, que já trabalhou com narrativas múltiplas em seu último filme, “Death in Sarajevo”, que ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim em 2016. Seu drama de 2013, “Um Episódio na Vida de um Catador de Ferro-Velho”, também levou o Prêmio do Grande Júri de Berlim. “Há tempos venho recebendo ofertas para fazer séries, e eu acho, no momento, que elas são mais interessantes e inventivas do que os filmes, mas nenhum projeto tinha me intrigado até agora”, disse Tanovic, em comunicado. “O roteiro de Marjan Alcevski é incrivelmente bem escrito, e estou muito feliz pela HBO ter reconhecido sua qualidade e me dar a oportunidade de colaborar nesse projeto”. A HBO Europa vem obtendo sucesso de público e crítica por algumas produções não faladas em inglês, como o drama político checo “Burning Bush”, o thriller policial polonês “The Pack” e o drama criminal romeno “Umbre”.

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  • Série

    2ª temporada de Star Trek: Discovery vai incluir o Sr. Spock?

    12 de fevereiro de 2018 /

    O final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery”, exibida no domingo (11/2) nos Estados Unidos e disponibilizada nesta segunda na Netflix, trouxe uma surpresa para os fãs da franquia. Ao atender um pedido de socorro, a tripulação da Discovery acabou encontrando outra nave da Frota Estelar. E o spoiler é grande. Os parágrafos a seguir revelam o cliffhanger do primeiro ano da série. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise na trama foi uma decisão tomada no início da temporada. “Enquanto estávamos traçando esta temporada e o que queríamos fazer na próxima, pensamos: ‘Vamos contar esta história agora'”, eles disseram ao site The Hollywood Reporter. Berg compara o encontro com um “elefante na sala”, já que coloca, de um lado, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain) na Discovery, enquanto o filho de Sarek e irmão adotivo de Burnham pode estar a bordo da Enterprise. Sim, trata-se de Spock. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”, diz ela. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock na Enterprise que encontra a Discovery. Enquanto Spock foi Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, se Spock aparecer, “Discovery” será um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”. O que é certeza é a presença do Capitão Christopher Pike na ponte de comando. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas”, em 1964, mas acabou integrado na cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que reaproveitou as cenas anteriormente gravadas com a tripulação “original” da Enterprise – Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Ainda assim, “Star Trek: Discovery” já provou que é uma série onde tudo pode acontecer – até deixar os fãs frustrados com um desfecho pífio para o conflito entre os klingons e a Federação (deixaram Akiva Goldsman, o homem que enterrou ‘A Torre Negra’, escrever o episódio). Já confirmada, a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.

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  • Série

    Martin Scorsese e criador dos Vikings vão fazer série sobre o império romano

    12 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) se juntou a Michael Hirst (criador e roteirista de “Vikings”), para a produção de uma nova série histórica. A atração vai se chamar “The Caesars”, e como o nome sugere acompanhará “os primeiros comandantes de Roma, começando com a ascensão de Júlio César”. Segundo o jornal The Guardian, o piloto já foi roteirizado e o argumento dos demais episódios da temporada está mapeado, visando ter várias temporadas. Entretanto, as gravações só devem começar em 2019, na Itália. “Scorsese é genuinamente apaixonado pelo período romano e sabe muito a respeito”, disse Hirst ao Guardian. “Ele ligou para Justin Pollard, meu consultor histórico, e eles ficaram horas conversando sobre fontes históricas e poesia romana, boa parte em latim.” Hirst é um especialista em tramas de época. Além de “Vikings”, ele escreveu o roteiro do filme “Elizabeth” (1998), com Cate Blanchett, e foi o criador da série “The Tudors”. O projeto será a terceira série produzida por Scorsese, após o sucesso de “Boardwalk Empire” e o fracasso de “Vinyl”, ambas na HBO. Ainda não há canal definido para “The Caesars”, mas History, HBO e Netflix são algumas das empresas com que Hirst e Scorsese costumam trabalhar. Como as filmagens estão previstas para 2019, a estreia só deve acontecer em 2020. Vale lembrar que a história de Júlio César e seu sucessor, Otávio Augusto, o primeiro imperador de Roma, já foi contada há apenas uma década na série “Roma” (2005–2007). Os produtores, entre eles Bruno Heller (série “Gotham”), pretendiam, justamente, narrar a história completa do Império Romano, mas a HBO decidiu cancelar a história com a ascensão de Augusto e a morte de Cleópatra e Marco Antônio, ao final da 2ª temporada, sem explorar porque o imperador se tornou tão famoso a ponto de nomear o mês de agosto. Além desta série, Michael Seitzman (criador de “Code Black”) está desenvolvendo uma produção sobre o mesmo período centrada em Cleópatra, em parceria com o veterano produtor de cinema Lorenzo di Bonaventura (da franquia “Transformers”).

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  • Filme,  Série

    Série sci-fi clássica V – Visitantes vai virar filme

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Desilu Studios anunciou que está desenvolvendo um filme baseado na clássica série sci-fi “V – Visitantes”. O roteiro da nova versão será escrito pelo criador da série original dos anos 1980, Kenneth Johnson. Chamado de “V – The Movie”, a produção pretende resumir a história da minissérie de duas partes, exibida pela rede NBC em 1983, sobre uma invasão alienígena. Na trama, criaturas de uma raça reptiliana chegavam em discos voadores à Terra, disfarçados de humanos e fingindo ter boas intenções. A minissérie se provou extremamente popular, inspirando uma sequência em 1984, “V – A Batalha Final”, e uma série em 1985, que foi cancelada na 1ª temporada. Seu remake de 2009 foi mais bem-sucedido, com duas temporadas e a brasileira Morena Baccarin no papel de líder da invasão, mas também saiu do ar sem encerrar a trama. Johnson não se envolveu com o remake, por supostas diferenças criativas com a rede NBC. Mas escreveu uma continuação literária, “V: The Second Generation”. Ele também criou as séries “O Incrível Hulk” (1977-1982), “A Mulher Biônica” (1976-1978) e “Alien Nation” (1989-1997), mas estava afastado há duas décadas. Seu último roteiro foi “Steel – O Homem De Aço” (1997), adaptação dos quadrinhos da DC Comics que foi enorme fracasso de público e crítica. “Estamos muito satisfeitos em nos juntar à Desilu para trazer essa história atemporal – e oportuna – de resistência contra a tirania no século 21”, disse Johnson em comunicado. “O filme de ‘V’ será o primeiro de uma trilogia cinematográfica que contará o conto épico completo da maneira que eu sempre imaginei”. Responsável pela produção, a Desilu foi fundada em 1950 pelo casal Desi Arnaz e Lucille Ball e se tornou a maior produtora independente de televisão nos Estados Unidos – lançou, entre outras, a franquia “Star Trek”. Ball comprou a parte do ex-marido Arnaz em 1962 e dirigiu a empresa por vários anos, até vender suas ações para a Gulf + Western. Posteriormente, a empresa tornou-se uma divisão televisiva da Paramount Pictures. Com a compra da Paramount pela Viacom, a biblioteca de séries clássicas da Desilu virou propriedade da CBS, mas a marca Desilu foi comprada pelo empresário Charles B. Hensley, que decidiu relançá-la no ano passado em Hollywood como um novo estúdio. “V – The Movie” é o primeiro projeto anunciado pelo estúdio revivido.

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