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    Escritor de Maze Runner é dispensado por agente literário após denúncias de assédio sexual

    15 de fevereiro de 2018 /

    Depois da acusação de assédio contra Jay Asher, escritor de “Os 13 Porquês”, outro autor de best-seller juvenil enfrenta denúncias similares. James Dashner, autor da franquia literária “Maze Runner”, que se transformou uma trilogia cinematográfica, foi dispensado por seu agente após acusações de má conduta sexual. O agente literário Michael W. Bourret disse, em declaração à Associated Press na quarta-feira (14/2), que “diante das circunstâncias”, ele não poderia mais representar Dashner. “Eu não poderia, em boa consciência, continuar trabalhando com James, e o dispensei ontem”, disse Bourret. As alegações contra Dashner, Jay Asher e outros escritores populares da literatura juvenil foram postadas num tópico de comentários no site do School Library Journal. As denúncias são todas anônimas e não dão maiores detalhes. No início desta semana, a diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças disse à AP que Asher tinha sido expulso da associação. Uma porta-voz de Asher respondeu que não houve assédio, apenas múltiplas relações consensuais. Mas Asher também perdeu seu agente literário.

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  • Etc

    Autor de Os 13 Porquês se apresenta como mulherengo ao exigir retratação de acusação de assédio

    15 de fevereiro de 2018 /

    O escritor Jay Asher, autor do best-seller “Os 13 Porquês”, que inspirou a série “13 Reasons Why” na Netflix, manifestou-se, por meio de sua porta-voz Tamara Taylor, contra as alegações feitas pela diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças (SCBWI, na sigla em inglês). Em entrevista para a Associated Press na segunda-feira (12/2), Lin Oliver afirmou que Asher violou o código de conduta da associação. Ele teria sido expulso da organização no ano passado, após acusações de assédio, mas a notícia só veio à tona com a ascensão do movimento #MeToo. Em comunicado, a porta-voz de Asher afirmou que não existe “nenhuma alegação, investigação ou descoberta de assédio sexual”, como afirmou Lin Oliver, diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças. Ela ainda ressalta que Asher não foi expulso da entidade e que a falsa declaração causou danos à sua “subsistência”. Após ser dispensado por seu agente literário, ele exige uma retratação, sugerindo que pode processar a entidade. Uma curiosidade do comunicado é que, para evitar que Asher seja visto como assediador, o texto retrata o escritor como um grande e irresistível mulherengo, um homem envolvido em múltiplas relações consensuais com outras escritoras, enquanto estava casado. Leia a declaração completa abaixo: “A declaração recente da SCBWI sobre o autor Jay Asher é completamente falsa. Não houve alegação, investigação ou descoberta de assédio sexual. Em abril de 2017, o Sr. Asher concordou voluntariamente em não participar mais das conferências SCBWI. Isso foi uma resposta aos sentimentos feridos de um grupo de autoras com quem ele teve relações consensuais que acabaram mal. O Sr. Asher não foi banido pela SCBWI. De fato, quando ele deixou sua filiação caducar no verão passado, Lin Oliver, diretora executiva do grupo, sugeriu que ele continuasse com sua participação. Ele fez como solicitado, e a participação do Sr. Asher está ativa ainda hoje. Essas mulheres não eram subordinadas do Sr. Asher, eram seus pares e cada uma delas entrou em relacionamentos românticos com ele voluntariamente, com algumas inicialmente perseguindo-o. O Sr. Asher estava casado no momento desses relacionamentos, assim como muitas das mulheres. Ele lamenta profundamente a dor que essas decisões consensuais causaram a sua família e outros. As declarações falsas para os meios de comunicação resultaram em uma cobertura de notícias imprecisa e prejudicial, o que ameaça o sustento do Sr. Asher. O Sr. Asher buscou acompanhamento legal e está exigindo que a SCBWI e Lin Oliver retratem prontamente as declarações falsas e difamatórias que fizeram”.

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  • Série

    Ray Fisher entra na 3ª temporada de True Detective

    14 de fevereiro de 2018 /

    O ator Ray Fisher, que viveu o super-herói Ciborgue em “Liga da Justiça”, entrou no elenco da 3ª temporada de “True Detective”. Ele vai viver o filho do protagonista, vivido por Mahershala Ali (vencedor do Oscar 2017 por “Moonlight”). A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, e um mistério que se aprofunda por décadas e se desenrola em três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali e Fisher, o elenco central também destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) e Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Série

    Pior série da Netflix, Disjointed é cancelada na 1ª temporada

    14 de fevereiro de 2018 /

    Série pior avaliada da Netflix, “Disjointed” foi oficialmente cancelada. Com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração era considerada de baixa qualidade e um desperdício de talento. A forma como foi produzida reflete o estilo de negociação do serviço de streaming. Ela foi encomendada sem passar por avaliação de piloto, baseado apenas na reputação de seu produtor, o rei dos sitcoms Chuck Lorre (responsável pelos sucessos de “Dharma & Greg”, “Two and a Half Men”, “The Big Band Theory”, “Mike & Molly” e “Mom”). E o negócio foi fechado com a previsão de 20 episódios em sua 1ª temporada – basicamente, o dobro de uma série comum na plataforma. Estrelada por Kathy Bates (série “American Horror Story”), a série girava em torno de uma ex-advogada que sempre lutou pela liberação do consumo de maconha e finalmente abre uma loja de produtos feitos de cannabis quando a legislação lhe permite. Os 10 primeiros episódios foram disponibilizados em agosto do ano passado e afundaram com 13% de aprovação, o que originou sua fama de pior série de 2017. A segunda leva chegou à Netflix em janeiro e melhorou um pouco a situação, elevando a avaliação em 10%, mas não o suficiente para superar a igualmente péssima “Friends from College” (24%), permanecendo em último lugar no ranking do Rotten Tomatoes. Detalhe: a segunda série pior avaliada do ano passado foi renovada pela Netflix. Curiosamente, “Disjointed” é identificada com um título traduzido, “Desenrolados”, em diversos sites. Mas o material oficial da Netflix não faz esta tradução. Confira em https://www.netflix.com/br/title/80117694.

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  • Série

    Michelle Rodriguez será arma de destruição em massa em série de realidade virtual

    14 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Michelle Rodriguez (da franquia “Velozes & Furiosos”) vai estrelar uma série de realidade virtual escrita e dirigida por Robert Rodriguez (“Sin City”). Os dois não são parentes, mas já trabalharam juntos na franquia “Machete”. Intitulada “The Limit”, a série de episódios curtos terá ponto de vista de primeira pessoa, imagens em 360º e Michelle como uma arma de destruição em massa, criada numa experiência genética, que resolve atacar a agência secreta que a criou. A série é uma produção da divisão VR da STX Entertainment, STXsurreal, e será lançada através do aplicativo VR da empresa, Surreal, previsto para meados de 2018. Além disso, os Rodriguez também poderão ser vistos este ano trabalhando juntos no cinema, na sci-fi “Alita: Anjo de Combate”, dirigida por Robert e com Michelle em papel de coadjuvante.

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  • Série

    Grace and Frankie é renovada e confirma RuPaul na 5ª temporada

    14 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Grace and Frankie” para sua 5ª temporada. A decisão foi conhecida menos de um mês depois da estreia da 4ª temporada, mas na verdade já tinha sido tomado com bastante antecedência. Segundo o site Deadline, a luz verde acendeu uma semana após o início da gravação da mais recente leva de episódios produzidos por Marta Kauffman, co-criadora de “Friends”. Além do retorno do elenco fixo, o serviço de streaming confirmou a inclusão de um novo personagem nos próximos capítulos, que será vivido por RuPaul. Ele dará vida a Benjamin Le Day, um novo adversário formidável para Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin). Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, que trabalharam juntas na comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”).

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  • Série

    Rede CW anuncia que produzirá mais séries por ano

    14 de fevereiro de 2018 /

    A rede CW anunciou que passará a exibir séries também aos domingos nos Estados Unidos. Isto significa quatro séries a mais por ano – duas na temporada de outono e duas durante o verão. A decisão foi comunicada nesta quarta (14/2) pelo presidente da rede, Mark Pedowitz, após a CW encomendar nove pilotos para a próxima temporada, um número recorde. No ano passado, o canal produziu apenas cinco pilotos. “Ao expandir sua programação para seis noites, a CW agora poderá dar a nossos fãs ainda mais séries, algo que eles são tão apaixonados. A transmissão televisiva continua sendo a base da nossa abordagem multi-plataforma para levar nossa programação aos espectadores”, disse Pedowitz, no comunicado. “Ao longo dos últimos sete anos, a CW adicionou mais de 80 horas de programação original para sua programação. Agora esse número vai subir ainda mais, à medida que crescemos nossa programação de transmissão e continuamos a adicionar conteúdo em todas as plataformas”. O canal nunca teve tradição dominical. Lançado em 2007, com a fusão das redes UPN (canal da Paramount) e WB (Warner), a CW exibiu naquele ano o final da série “Sétimo Céu” nos domingos, logo seguida por “Life Is Wild”, que foi cancelada na 1ª temporada, em fevereiro de 2008. Desde então, a rede fez algumas experiências sem sucesso com sua programação dominical, até deixar que as emissoras afiliadas preenchessem o horário com noticiários, infomerciais ou com o que considerassem melhor. Pedwoitz chamou a expansão de “uma vitória” para as afiliadas, que receberão outra noite de programação forte, e para os proprietários da CW, a CBS e a Warner, cujos estúdios produzem todas as séries do canal e, assim, obterão oportunidades de receitas adicionais, ao ter mais séries para vender no mercado internacional e para as plataformas digitais. A mudança acontece após a CW perder o spin-off de “Riverdale” centrado na bruxinha Sabrina para a Netflix e fortifica a rede após a venda dos estúdios Fox para a Disney, que, entre os cenários possíveis, pode fazer com a que o canal remanescente de Rupert Murdoch adote uma programação de variedades, com menos séries, a partir de 2019. Pedowitz, que assumiu a presidência da CW em 2011, disse que ainda é cedo para dizer quais séries vão ocupar o horário de domingo no próximo outono americano, mas devem ser franquias estabelecidas. Vale lembrar que um dos pilotos encomendados pela CW é um remake da série “Charmed”, que durante os anos 1990 ocupava as noites de domingo do antigo canal WB.

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  • Série

    Produzida por Will Ferrell, série No Activity é renovada para a 2ª temporada

    14 de fevereiro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access renovou “No Activity”, série de comédia produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. Remake da produção homônima australiana de 2015, a série acompanha dois policiais numa tocaia em que nada parece acontecer, enquanto tentam emboscar um cartel de drogas. Ao mesmo tempo, a trama foca dois criminosos que preparam uma operação sem saber todos os detalhes, um dupla de atendentes da polícia, outros policiais de outra operação e dois escavadores mexicanos no mesmo local, e toda essa atividade vai resultado num grande problema. Com oito episódios exibidos entre novembro e dezembro nos Estados Unidos, a 1ª temporada foi estrelada por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original em 2015) nos papéis centrais, e trouxe uma grande lista de atores convidados, incluindo o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). Curiosamente, a série australiana original também teve duas temporadas.

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  • Série

    Vídeos de Legends of Tomorrow mostram os heróis na era das discotecas

    14 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Caity Lotz, intérprete de Sara Lance em “Legends of Tomorrow”, divulgou um divertido vídeo em seu Instagram, que mostra os heróis viajantes do tempo com o visual da era das discotecas. Não só isso. Eles também dançam – e muito bem – uma coreografia da época, ao som do clássico “Staying Alive”, dos Bee-Gees, música-tema do filme “Embalos de Sábado à Noite” (1977). Intitulado “Here I Go Again”, o próximo episódio da série vai mostrar os heróis presos num looping temporal e também ganhou um trailer oficial da rede CW. O próximo episódio de “Legends of Tomorrow” será exibido na segunda (19/2) nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil. When your feeling the disco vibes and decide to shoot a music video on set #Legendsoftomorrow Uma publicação compartilhada por CAITY LOTZ (@caitylotz) em 14 de Fev, 2018 às 7:48 PST

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  • Série

    Siren: Sereia assassina seduz e ataca em novo trailer da série

    14 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago Freeform divulgou um novo trailer de “Siren”, uma série sobre sereias. A prévia aposta no clima de terror, com cenas sangrentas e de sedução, para mostrar as criaturas marinhas da produção de forma muito diferente daquelas vistas em “H2O: Meninas Sereias”, na animação “Pequena Sereia” e em outras histórias românticas. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes. Criação de Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”), “Siren” só vai estrear em 29 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ryan Murphy fecha contrato milionário de exclusividade para criar séries e filmes pra Netflix

    14 de fevereiro de 2018 /

    Outro produtor de TV megafamoso firmou contrato de exclusividade para criar novas séries para a Netflix. Depois de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “How to Get Away from Murder”), o serviço de streaming trouxe à bordo Ryan Murphy, o criador de inúmeros sucessos no estúdio de TV da Fox. O próprio CEO da Disney, Bob Iger, chegou a ligar para Murphy no momento da aquisição da Fox, demonstrando a importância do produtor para os planos da empresa. Mas a Netflix foi mais rápida. Após contratar duas novas produções de Murphy, “Ratched” e “The Politician”, ofereceu um contrato milionário, que o site Deadline calcula em US$ 300 milhões, para ter exclusividade em seus próximos projetos. Apesar desse contrato, as séries atuais de Murphy continuarão a ser produzidas pela Fox TV, como o novo sucesso “9-1-1” na rede Fox, e “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e a vindoura “Pose” no FX. Anteriormente, o produtor também criou “Nip/Tuck” no FX e as séries “Glee”, “The New Normal” e “Scream Queens”, exibidas na Fox, além do telefilme “The Normal Heart” na HBO e seu primeiro projeto, a cultuada série “Popular”, no antigo canal Warner. Sob o acordo de cinco anos, chamado “o negócio da vida de um artista” por fontes da indústria televisiva, Murphy e sua produtora criarão novas séries, filmes e até documentários exclusivamente na Netflix. “As séries de Ryan Murphy influenciaram o estilo de vida cultural global, reinventaram os gêneros e mudaram o curso da história da televisão. Sua dedicação implacável à excelência, a dar voz aos sub-representados, mostrar uma perspectiva única ou simplesmente chocar, impregna seu trabalho que quebra gêneros”, disse Ted Sarandos, Diretor de Conteúdo da Netflix, em comunicado. “De Nip/Tuck – nossa primeira série licenciada – para “American Crime Story: The People v. OJ Simpson” e “American Horror Story”, nós vimos como seu tipo de narrativa cativa consumidores e críticos em todo o mundo. O seu célebre trabalho e suas contribuições para a nossa indústria falam por si próprios, e estamos ansiosos para apoiar Ryan a levar suas histórias amplas e diversas para o mundo inteiro”. “Não perdi de vista a importância desse momento”, disse Murphy, dando perspectiva ao acordo. “Eu sou um garoto gay de Indiana, que se mudou para Hollywood em 1989 com US$ 55 no meu bolso, então, o fato de que meus sonhos se cristalizaram e se tornaram realidade de uma maneira tão grande é algo muito emocional e esmagador pra mim. Estou impressionado pela apreciação genuína de Ted Sarandos, Reed Hastings e Cindy Holland da Netflix por acreditarem em mim e no futuro da minha empresa, que continuará a defender mulheres, minorias e heróis e heroínas LGBTQ, e estou honrado e grato por continuar minha parceria com meus amigos e colegas da Fox em nossos shows existentes”, ele declarou. O acordo entre Murphy e a Netflix encerra – pelo menos por enquanto – uma das colaborações mais bem-sucedidas entre um criador e um executivo na televisão. Mas não houve brigas. “Desejo tudo de melhor a Ryan e sei que todos na nossa empresa sentem o mesmo”, disse a presidente da Fox TV Group Dana Walden, que trabalha em estreita colaboração com Murphy há anos e o conta como um amigo pessoal próximo. “Temos sorte de ter tantos projetos com ele”. Segundo o site Deadline, Walden também teria sido abordada ara se juntar a Murphy na Netflix. Ela chegou a ser cortejada pela Amazon no final do ano passado, e se mantém comprometida com seu trabalho na Fox, onde seu contrato expira no final deste ano, embora seja vista como líder potencial da Disney-Fox. Murphy e Walden chegaram, recentemente, explorado a possibilidade de lançarem uma empresa em conjunto e, dada a longa história da dupla e seu relacionamento muito próximo, é possível que eles voltem a se juntar no futuro. Em janeiro, Murphy explicou que a compra da Fox pela Disney tinha mudado todos os seus planos. “Três meses atrás, pensei que seria enterrado no lote da Fox. Tinha até meu mausoléu escolhido”, disse Murphy. “Mas o material que eu faço não é especificamente para Disney. Eu fiquei preocupado: vou ter que começar a colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story’?” Aparentemente, nem uma ligação do próprio Bob Iger conseguiu acabar com essa preocupação. Assim, a Disney acabou ajudando a Netflix.

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    Trailer e fotos de Atlanta apresentam “temporada dos roubos”

    13 de fevereiro de 2018 /

    A FX divulgou o primeiro trailer 2ª temporada de “Atlanta”, criada e estrelado por Donald Glover (da série “Community”), que segue dois primos trabalhando na cena de música rap de Atlanta. O vídeo tem tom dramático e enfoca a temporada de “robbin'” (roubo), que cai na época que precede o Natal, quando há um fluxo maior de dinheiro até entre os mais pobres e o comércio fatura mais, graças à obsessão por dar presentes – o que deprime e desespera as pessoas que não tem dinheiro, fazendo o crime aumentar. “É a temporada dos roubos, todo mundo tem que comer”, o personagem Darius (Lakeith Stanfield) diz na prévia. O trailer não revela muitos detalhes sobre a nova temporada da série, que rendeu dois Emmys para Glover, como Melhor Ator e Melhor Diretor de Série de Comédia. Mas o produtor Stephen Glover revelou, em entrevista para a revista Variety, que o termo da “temporada dos roubos” está sendo usado em substituição à “2ª temporada” e também servirá como metáfora para os rumos da trama. A “temporada dos roubos” estreia em 1 de março nos Estados Unidos.

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    Nova série da Amazon vai combinar a cena clubber de Berlim com tráfico de órgãos

    13 de fevereiro de 2018 /

    A Amazon anunciou a produção de “Beat”, nova série criminal alemã, que vai se passar na cena clubber de Berlim. “Beat” vai girar em torno de um jovem promoter (Jannis Niewöhner, de “Jonathan”, foto acima), viciado em drogas e sexo, cujas conexões com a noite vibrante da capital da Alemanha despertam o interesse da polícia, durante a investigação de um cartel de traficantes de órgãos humanos. A série foi criada pelo roteirista Norbert Eberlein (“Dorfpunks”) e tem direção do jovem cineasta Marco Kreuzpaintner (“Namorando uma Mulher”, “Tempestade de Verão”). O elenco inclui Karoline Herfurth (“Paixão”), Christian Berkel (“Bastardos Inglórios”), Alexander Fehling (“Labirinto de Mentiras”), Kostja Ullmann (“Namorando uma Mulher”), Svenja Jung (“Fucking Berlin”) e Börje Lundberg (“Um Homem Chamado Ove”). A previsão de estreia é para o final do ano.

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