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  • Série

    Diretor confirma saída de Andrew Lincoln de The Walking Dead

    2 de junho de 2018 /

    O spoiler é irremediável. Andrew Lincoln, o ator que interpreta Rick Grimes, o protagonista de “The Walking Dead”, vai mesmo deixar a série na vindoura 9ª temporada. Apesar do canal pago AMC ter se recusado a comentar a notícia, que foi confirmada por diversas publicações de credibilidade, como as revistas Entertainment Weekly e The Hollywood Reporter, a repercussão da história, incluindo a negociação de salário de Norman Reedus para se tornar o novo protagonista, já indicavam que a decisão era irreversível. O próprio Reedus postou uma imagem enigmática de um abraço em Lincoln no Instagram, que muitos entenderam como um gesto simbólico de despedida. Agora, um dos diretores da série de zumbis acabou com as últimas esperanças de quem esperava que o fim de Rick fosse apenas um simples boato. Michael Satrazemis disse com todas as letras que Lincoln estava saindo da série, ao usar Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. “Muitos de nós passamos os últimos oito anos de nossas vidas trabalhando, criando, dando tudo de si, abraçando e as vezes até mesmo sangrando de verdade, com o Andy [Lincoln]. Tudo isso para fazer algo especial. Ele é um dos maiores homens que eu já conheci. E um amigo. A série sentirá a falta dele tanto quanto vocês. Ela será diferente, mas ainda será ótima. Todos nós que amamos fazer ‘The Walking Dead’ continuaremos dando o nosso melhor para a criação e as vezes até sangraremos por vocês”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que abraça Lincoln, coberto de sangue cenográfico. O diretor deve ter recebido um pito enorme dos produtores e do canal, já que o post ficou pouco tempo no ar. Mas ele pode ser confirmado abaixo, numa cópia feita antes de ser apagado. Numa entrevista recente para o site ComicBook, Lincoln já tinha dado pistas de que pretendia largar a série, devido a desdobramentos recentes da produção, em particular o impacto que foi para ele a saída de Chandler Riggs, o jovem que interpretava seu filho Carl na série. “Eu penso que quando nós recebemos a notícia que o Carl estaria morrendo na série, certamente foi para mim como o final de uma grande jornada, iniciada no hospital lá em 2010. A busca por sua esposa e seu filho era o que mantinha esse homem vivo desde o começo da série. Depois desses oito anos, perder o segundo motor de sua vida, pareceu para mim pessoalmente não o final de um capítulo, mas de um livro, realmente”, disse Lincoln sobre a jornada de Rick, seu personagem. A declaração aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores da série assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. E tudo indica que ela também sairá da série na 9ª temporada. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. Restou, portanto, Daryl, personagem de Norman Reedus, que nunca existiu nos quadrinhos originais em que a série se baseia. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. E as notícias sobre a saída de Rick tem gerado comoção e declarações de fãs a respeito de abandonar a série de vez. Responsável por popularizar o AMC, “The Walking Dead” foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o canal, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos. A 9ª temporada de The Walking Dead tem previsão de estreia para outubro.

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  • Série

    Após cancelamento, Roseanne pode ganhar spin-off centrado na filha da protagonista

    2 de junho de 2018 /

    A série americana “Roseanne”, que foi cancelada após comentários racistas da protagonista e criadora Roseanne Barr no Twitter, pode ganhar um spin-off sem a comediante. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter afirmam que a rede ABC, que exibia a atração, estaria planejando um novo programa centrado em Darlene, filha de Roseanne na série. A intérprete da personagem, Sara Gilbert, já teria, inclusive, sondado os colegas do elenco para ver se gostariam de participar do projeto. O THR ouviu que John Goodman, intérprete do pai de Darlene e marido de Roseanne, estaria “muito interessado”. O spin-off teria o mesmo produtor, Tom Werner, e obviamente outro nome. O problema é que “Roseanne” é baseada numa personagem criada por Roseanne Barr, o que pode fazer com que a produção do spin-off enfrente problemas com a atriz, já que a ABC não aceita que ela se beneficie financeiramente do projeto. Vale observar que ela sumiu do Twitter, após condenar integrantes do elenco da série que a criticaram. A preocupação da ABC em reviver a série se deve, em parte, ao destino da equipe. Mais de 200 funcionários perderam seus empregos com o cancelamento súbito da comédia. Mas também há um fator comercial inegável, já que o revival da atração, criada em 1988, tinha surpreendido as expectativas ao se tornar a série mais vista de 2018 em seu retorno à TV, 21 anos após a exibição de seu último episódio original – em 1997. A expectativa é que o programa deveria gerar pelo menos US$ 60 milhões em receita publicitária em sua 11ª temporada, segundo a Kantar Media. Por isso, fontes do THR afirmam que a ABC terá prejuízo de “dezenas de milhões de dólares” por decidir cortar a série. Ao mesmo tempo, a rede emitiu um comunicado interno em que se desculpou com a equipe de “Roseanne” e expressou o desejo de encontrar uma maneira de continuar a trabalhar juntos com os agora desempregados. A presidente da ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, após a protagonista atacar gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Dungey, que é a única mulher negra a comandar uma rede de TV nos Estados Unidos, considerou a publicação de Roseanne no Twitter “detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores”, ao justificar o cancelamento da série em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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  • Série

    Veja a estreia da primeira série animada de Miguel Falabella

    2 de junho de 2018 /

    O ator, diretor e roteirista Miguel Falabella (“Sai de Baixo”) se juntou à escritora e ilustradora Vivian Suppa para lançar sua primeira animação. Trata-se da série animada de Charlotte Lunete, uma menina comum, que um dia ganha de presente óculos mágicos que lhe permitem ver o mundo de forma diferente: como ele deveria ser. A personagem foi criada por Suppa inspirada em sua filha, que se chama Charlotte. Indignada com situações de preconceito que presenciava no dia-a-dia, a garota questionava a mãe sobre a atitude das pessoas e se perguntava sobre como poderia agir para mudar a realidade. Primeiro, esse questionamento virou livro “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, publicado em 2016 e, agora, ganha movimento e vida animada. Voltados para o público infantil, os desenhos da menina são uma lição de otimismo, engajamento e imaginação, e o primeiro vídeo já foi disponibilizado no “Canal da Charlotte” no YouTube, com direção de Filipe Fratino. Os episódios foram roteirizados por Falabella, que também dubla o cachorrinho Pelusso, inspirado em seu cachorro Bruno, um Cavalier King Charles Spaniel, que morreu no ano passado. Pelusso é um cão filósofo que ajuda a Charlotte a entender melhor o mundo. Juntos, lidarão com temas bastante adultos, mas que infelizmente fazem parte do universo infantil, como bullying, preconceito e ameaça ao meio ambiente. A série animada terá ao todo 13 episódios, que serão disponibilizados aos poucos na plataforma. O orçamento foi integrado com ajuda de patrocínio, como se pode ver abaixo na abertura do simpático primeiro vídeo.

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  • Série

    Revista revela bastidores e gravações polêmicas da demissão do ator de Máquina Mortífera

    2 de junho de 2018 /

    A revista Variety publicou uma reportagem sobre os bastidores conturbados da série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, que culminou da demissão do ator Clayne Crawford. Acompanhando o artigo, também foi postado um vídeo em seu site que flagra o mau comportamento do ator. Em áudio, é possível ouvi-lo xingando de forma abusiva o coprotagonista Damon Wayans e tendo um piti durante a gravação de uma cena, diante de um ator convidado. Veja abaixo. A publicação ouviu 31 pessoas envolvidas na série, que atestaram que o comportamento de Crawford dividiu a equipe e ajudou a criar um ambiente tóxico ao longo da 2ª temporada. As discussões eram tão frequentes que seguranças precisaram ser contratados para que temporada pudesse ser finalizada sem que as brigas descambassem para violência física. Crawford foi demitido após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” dentro do set de gravações. Um dos casos citados aconteceu no último mês de outubro, durante a gravação de uma cena em uma piscina pública de Los Angeles, em que Crawford tinha de ameaçar um homem com uma arma. A gravação, que se estendeu por horas, foi interrompida várias vezes por causa de ruídos externos, o que provocou a ira do ator. Ele teve um ataque de estrelismo e fez um escândalo proferindo inúmeros palavrões. Segundo fontes ouvidas pela revista, o barulho vinha de crianças de 10 e 11 anos que estavam no local. Abismado, um assistente de direção abandonou o set após o incidente e denunciou Crawford, que virou persona non grata entre a equipe da série. Mas a gota d’água aconteceu em março, quando Crawford assumiu a direção de um episódio. Durante a filmagem de uma cena que envolvia uma explosão com efeitos especiais, Wayans foi atingido na parte de trás da cabeça por um estilhaço, sofrendo um corte. Após a demissão de Crawford, ele revelou fotos e detalhes do incidente nas redes sociais. No dia seguinte, ele retornou ao set e começou a discutir de forma ríspida com Crawford. Eles se preparavam para rodar uma cena em que investigariam um escritório vazio. Após filmar a primeira parte, Wayans então teria se aproximado de um dos produtores e afirmado que não filmaria a segunda, que envolvia um tiroteio, por não se sentir seguro com a situação. Um dublê contratado teve de rodar a cena, e Damon Wayans deixou o set e se dirigiu a seu trailer. Crawford foi tirar satisfação e, no meio do caminho, encontrou o assistente de Wayans, e os dois trocaram palavrões. Enquanto um membro da equipe tentava separar os dois, Wayans saiu do trailer e entrou na discussão, assim como Matthew Miller, produtor-executivo da série. A segurança do estúdio foi acionada e apartou a confusão, mas todas as gravações precisaram ser interrompidas, o que gerou um impasse. O episódio fez Warner Bros contratar seguranças particulares, que começaram a trabalhar em dois turnos no set para garantir que o episódio final da 2ª temporada pudesse ser rodado. Revoltado com o colega, Damon Wayans o criticou duramente redes sociais, acusando-o de “terrorista emocional”. A situação teria chegado ao ponto do “ou eu ou ele”, criando um clima insustentável, ao mesmo tempo em que alimentava o receio de que a perda de um dos dois protagonistas pudesse levar ao cancelamento da série. Entretanto, também havia queixas em relação ao comportamento de Wayans, que ajudou a acirrar o ambiente com suas exigências. Para participar da série, ele exigiu ter refeições a cada 2,5 horas, mesmo que tivesse que interromper uma gravação importante. Também exigiu horário de cochilo após a refeição principal. Ele ainda não participa das leituras coletivas de cada episódio, chegando sem preparação para as gravações. E, segundo testemunhas, dizia torcer pelo cancelamento da série, por odiar o trabalho. Ao final, a Warner, produtora da atração, optou por demitir Crawford, devido à irresponsabilidade profissional e comportamentos abusivos. Os produtores encontraram um substituto em tempo recorde, fechando com o ator Seann William Scott (da franquia “American Pie”). Graças a isso, conseguiram assegurar a renovação da série junto à Fox. A 3ª temporada deve estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    The Walking Dead: Norman Reedus posta “abraço de despedida” em Andrew Lincoln

    1 de junho de 2018 /

    O ator Norman Reedus compartilhou uma foto em seu Instagram, em que aparece em um comovente abraço com Andrew Lincoln. A imagem tem coo legenda apenas um coraçãozinho, mas seu simbolismo está sendo interpretado por grande parte dos seguidores do ator como uma espécie de abraço de despedida no colega de série. Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimes, deve sair da atração ao final da próxima temporada. Sua participação na 9ª temporada seria, inclusive, reduzida. De acordo com a imprensa americana, Rick aparecerá em apenas mais meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Rumores apontam que os valores negociados giram em torno de US$ 20 milhões por temporada. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline, The Hollywood Reporter e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do ex-showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama. Ela queria apenas receber o mesmo salário que os atores masculinos do programa. Sem ser atendida, não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente por mais alguns episódios. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. Mas também estaria saindo da série. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos. ❤️ Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 31 de Mai, 2018 às 7:11 PDT

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  • Série

    Série Imposters é cancelada no final da 2ª temporada

    1 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Bravo cancelou a série “Imposters” ao final da 2ª temporada. A atração tinha surpreendido por conseguir aumentar sua audiência a cada episódio da 1ª temporada, até atingir uma média de 1,4 milhão de telespectadores. Entretanto, este público sumiu na 2ª temporada, vista por 400 mil. Primeira série criada pelo ator Paul Adelstein (da série “Prison Break”) e o roteirista de cinema Adam Brooks (“Bridget Jones: No Limite da Razão”), “Imposters” era uma comédia sombria sobre uma golpista que vive mudando de personalidade. A trama girava em torno de Maddie (a israelense Inbar Lavi, da série “The Last Ship”), especialista em roubar os corações e os pertences de suas vítimas. Sua carreira de golpista bem-sucedida, porém, encontra um inconveniente, quanto três de seus últimos alvos decidem se unir e caçá-la – dois homens, vividos por Rob Heaps (série inglesa “Home Fires”) e Parker Young (série “Arrow”), e uma mulher, Marianne Rendón (“Gemini”). Em busca de Maddie, eles viram o jogo, transformando a golpista num alvo, mas as muitas reviravoltas acabam revelando seu chefe misterioso, seu capanga psicótico e até o envolvimento do FBI. O último episódio vai ao ar na próxima quinta, dia 7 de junho, nos Estados Unidos. Mas, segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Universal, que produz a atração, acredita que encontará um novo parceiro para continuar a história. A Netflix, que distribui “Imposters” no mercado internacional, inclusive no Brasil, será a primeira escala destas negociações, já que a série se saiu melhor em streaming que na TV.

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  • Etc,  Série

    Atores de Sense8 antecipam festa da Parada de Orgulho LGBT em São Paulo

    1 de junho de 2018 /

    A Netflix organizou um evento ao ar livre com o elenco de “Sense8”, na tarde desta sexta (1/6) em São Paulo, que rendeu muitas fotos, vídeos e começão dos fãs. Veja as imagens abaixo. Cinco integrantes da série, Miguel Angel Silvestre, Toby Onwumere, Brian J. Smith, Tina Desai e Jamie Clayton, encontraram-se com os fãs em frente ao Memorial da América Latina, e anteciparam o clima da Parada do Orgulho LGBT+, que acontece no domingo na capital paulista. Eles subiram em um palanque-trio elétrico, decorado com balões e pôsteres do arco-íris, para divulgar o especial que encerra a trama da produção, interagindo com uma grande quantidade de pessoas reunidas desde o início da tarde. Cantaram, pularam, responderam perguntas e ao final desceram para tirar selfies e dançar em meio à multidão. Os atores exaltaram os fãs brasileiros, que, segundo disse Tina Desai, a Kala, correspondem a 70% da audiência mundial da série criada pelas irmãs Wachowski. Como a Netflix não divulga dados de audiência, a informação foi uma grande novidade e explica porque a plataforma realizou o evento no Brasil. O sucesso nacional também pode ter relação com o fato de a série ter gravado uma cena importante de sua 2ª temporada em São Paulo, justamente durante a Parada de Orgulho LGBT+ de 2016. “Poder filmar a Parada aqui foi incrível, e poder compartilhar esse último episódio com vocês é perfeito”, disse Jamie Clayton, a Nomi. “Estou começando a reconhecer vocês [das redes sociais]. Foi muito emocionante gravar o final e agora estamos de novo no Brasil para dizer ‘obrigada’”, continuou Desai. Miguel Ángel, o Lito, também agradeceu a mobilização dos fãs, que foi importante para garantir o encerramento da série. Afinal, “Sense8” tinha sido cancelada após sua 2ª temporada e só conquistou direito a um final após a comoção dos fãs, que pressionaram com campanhas criativas por pelo menos um especial para encerrar a trama. E, aparentemente, os fãs brasileiros foram os que mais pressionaram, pelo que se deduz de sua declaração. “Faz muito sentido estarmos aqui hoje”, disse o ator espanhol. “Estamos aqui por causa de vocês. Sabemos como foi importante a perseverança de vocês. Vocês pediram para a gente voltar, e a gente conseguiu encerrar a história. Foi incrível. Nos sentimos muito gratos por isso”. Animados, os atores cantaram duas vezes com os fãs a música “What’s Up”, do 4 Non Blondes, que se tornou uma espécie de hino da produção, antes de descerem, posaram para fotos e se despedirem. Mas eles ainda continuarão em São Paulo durante o fim de semana, pois têm participação confirmada na Parada LGBT. O último episódio de “Sense8” será disponibilizado mundialmente pela Netflix na próxima sexta, dia 8 de junho. Veja abaixo algumas fotos e vídeos do encontro com os fãs. Name a better anthem pic.twitter.com/ck405EgWWS — sense8 dailys (@sense8dailys) June 1, 2018 What's up in São Paulo! #Sense8Finale pic.twitter.com/pXDFFTNU5S — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 Q & A WITH THE CAST! #Sense8Finale https://t.co/pmPf9TExTm — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018 #Sense8Finale #Sense8InBrazil #Sense8PremiereBrazil #sense8 @sense8 ❤❤❤❤❤ @BrianJacobSmith pic.twitter.com/NIEwbDvRBY — Brian J. Smith Brasil (@BrianJSBrasil) June 1, 2018 #Sense8Finale pic.twitter.com/KBPN1htCoi — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 #Sense8Finale #Sense8InBrazil #Sense8PremiereBrazil pic.twitter.com/c75opJwien — Brian J. Smith Brasil (@BrianJSBrasil) June 1, 2018 uns dançarinos desses #Sense8Finale pic.twitter.com/y2S11B40ur — duda (@puredanneel) June 1, 2018 COMO NÃO AMAR ESSE CARA?!?!! O MELHOR! #Sense8Finale pic.twitter.com/GKy9vrJhav — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018 Toby and Tina are the best!!!! ????? #Sense8Finale pic.twitter.com/9mDzzeG18s — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 #Sense8Finale pic.twitter.com/qTl3zZzjHd — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018

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  • Série

    LA’s Finest: Spin-off de Bad Boys com Gabrielle Union e Jessica Alba vai virar série

    1 de junho de 2018 /

    “LA’s Finest”, o projeto do spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, ressurgiu das cinzas e vai virar série. Após o piloto ser rejeitado pela rede americana NBC, a Sony fechou acordo para exibir a atração no Canadá com a Bell Media, dona da rede canadense CTV. E negocia com a Charter Communications para a produção se tornar sua primeira série, numa diversificação de atividades da terceira maior provedora de acesso a canais pagos e banda larga dos Estados Unidos – e que desde 2016 tem a Warner como principal sócia. A série pretende continuar o universo de “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos. A trama é centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme será interpretada pela atriz Gabrielle Union. Mas ela não é a única estrela da produção. Também replicando a dinâmica do cinema, a série terá duas protagonistas. E o papel de parceira de Syd representa o retorno de Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) para a TV, 16 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). “LA’s Finest” foi desenvolvida pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e sua produção está a cargo de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a NBC desistiu do projeto devido a impasses na negociação com Sony TV, que pediu muito caro pela produção. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony decidiu levar o projeto para outros interessados. O acordo fechado com uma rede canadense pode, inclusive, apontar outro modo de desenvolver atrações e vender projetos diretamente para o mercado internacional, uma experiência que pode revolucionar a produção televisiva dos Estados Unidos.

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  • Série

    Robin Wright anuncia o final das gravações de House of Cards

    1 de junho de 2018 /

    “House of Cards” finalizou as gravações de sua 6ª e última temporada, revelou a atriz Robin Wright no Instagram nesta sexta (1/6). A atriz postou uma foto antiga da produção, em que aparece caracterizada como Claire Underwood com sangue nas mãos, para agradecer e se despedir dos envolvidos na produção. “Na sexta passada, terminamos as filmagens da última temporada de ‘House of Cards’. Trabalhar com esse elenco e essa equipe tem sido uma incrível alegria. Nos tornamos família e eu sentirei falta de cada um de vocês, além das nossas risadas! Obrigada à Netflix e a MRC por seu apoio com o passar dos anos!”, escreveu Wright na legenda da foto. A última temporada não trará Kevin Spacey, intérprete do presidente Francis Underwood, após o ator se envolver num escândalo sexual e ser denunciado por assédio até pelos membros da equipe de produção. Entre os reforços no elenco para finalizar a trama, destacam-se Greg Kinnear (série “The Kennedys”) e Diane Lane (“Batman Vs. Superman”), como irmãos que se aproximarão de Claire, a nova presidente, com interesses escusos. Os episódios finais de “House of Cards” ainda não têm previsão de lançamento, mas devem chegar à Netflix ainda neste ano. As of last Friday, we finished filming the final season of @houseofcards. Working with our cast and crew has been an absolute joy. We became a family and I will miss you all and the nonstop laughs! Thank you @netflix & MRC for all of your support through the years!! Uma publicação compartilhada por Robin Wright (@robingwright) em 31 de Mai, 2018 às 2:05 PDT

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  • Série

    Justiceiro enfrenta Retalho em fotos e vídeos das gravações da 2ª temporada

    31 de maio de 2018 /

    Fotos e vídeos da gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” (The Punisher) revelaram um detalhe importante da trama, que ainda não foi oficialmente divulgada. Os bastidores flagrados por paparazzi revelam uma luta armada entre o herói vivido pelo ator Jon Bernthal e o vilão Billy Russo, interpretado por Ben Barnes, agora completamente transformado, com a cicatriz proeminente que batiza o personagem nos quadrinhos de Retalho. Além dos dois também são esperados os retornos de Amber Rose Revah como a agente Dinah Madani e Ebon Moss-Bachrach como Micro, que se juntarão a três novos intérpretes confirmados na produção: Floriana Lima (série “Supergirl”), Josh Stewart (série “Shooter”) e Giorgia Whigham (série “Chance”). Dos três, apenas a personagem de Whigham, a golpista Amy Bendix, já foi vista nos quadrinhos da Marvel e ainda assim brevemente – por sinal nas páginas do Justiceiro. A personagem de Floriana Lima se chama Krista Dumont e é uma psicoterapeuta de militares veteranos, enquanto Josh Stewart interpreta John Pilgrim, um homem misterioso que “deixou para trás uma vida de violência”. Ainda não ha previsão para a estreia dos novos episódios na Netflix.

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    Super Drags: Primeira série animada brasileira da Netflix revela super-heróis LGBT em teaser

    31 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Super Drags” sua primeira série animada brasileira. A série vai acompanhar três funcionários de uma loja de departamentos que à noite se tornam os super-heróis drag queens Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, que têm a missão de reunir a comunidade LGBT e espalhar purpurina pelo mundo. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a nova série terá cinco episódios com estreia prevista para o segundo semestre de 2018. “Estamos entusiasmados que a nossa primeira animação brasileira vai apresentar aos nossos espectadores o mundo ousado, escandaloso e fabuloso de ‘Super Drags’! A Netflix tem a sorte de investir em grandes talentos de animação do Brasil, trazendo a traço vibrante da Combo e o humor ácido de nossos produtores para as belas e as telas de todos os cantos” destacou Chris Sanagustin, diretora de Conteúdo Original Internacional da Netflix, em comunicado.

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    Netflix renova série apocalíptica The Rain para a 2ª temporada

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix renovou “The Rain”, sua primeira série dinamarquesa, garantindo uma 2ª temporada para a atração. “O fato de a 1ª temporada ter alcançado audiências em todo o mundo prova mais uma vez que histórias fortes podem transcender fronteiras”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de produções originais internacionais da Netflix, no comunicado que anunciou a renovação. O anúncio foi acompanhado por um post no Twitter, que afirma que “ninguém sobrevive sozinho”, numa referência à trama. Veja abaixo a versão brasileira. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. Lançada no começo de maio, “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. Na chuva, é melhor estar acompanhado. The Rain está renovada para a temporada 2! pic.twitter.com/EkWMETJIcL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) May 30, 2018

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    Hailee Steinfeld viverá a poeta Emily Dickinson em série de comédia da Apple

    30 de maio de 2018 /

    A Apple encomendou uma série de comédia sobre a aclamada poeta do século 19 Emily Dickinson. Intitulada “Dickinson”, a atração será estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série é descrita como um olhar cômico no mundo de Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. A atriz entrou em cena em 2010 com apenas 14 anos de idade e com um desempenho indicado ao Oscar, estrelando o remake de “Bravura Indômita” dos irmãos Coen. Ela também integra a franquia de filmes “A Escolha Perfeita” e muitos consideram injusto ela não ter sido indicada ao Oscar pela segunda vez por seu papel em “Quase 18″, a comédia indie adolescente perfeita que coloca “Ladybird” no chinelo. Recentemente, o filme dramático “Além das Palavras” mostrou as dificuldades da vida de Emily Dickinson, que viveu reprimida pela família e teve seu talento literário reconhecido apenas após a morte. Leia a crítica.

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