Jogos Sagrados: Trailer legendado repleto de ação apresenta primeira série indiana da Netflix
A Netflix divulgou um novo pôster, 11 fotos e o trailer completo legendado de “Jogos Sagrados” (Sacred Games), sua primeira série indiana. Repleta de ação e tiroteios, a prévia revela que se trata de uma trama policial, onde um “tira” honesto precisa enfrentar sozinho a corrupção e o crime. Baseada no best-seller homônimo de Vikram Chandra, a trama parte de um suicídio para mergulhar numa intrincada rede de crime organizado, corrupção, política e espionagem que movimentam os bastidores da economia indiana. Ambientada em Mumbai, entrelaça diferentes mundos, de Bollywood às favelas, que se embaralham ao longo de uma investigação policial. A ação acompanha Sartaj Singh (Saif Ali Khan, de “Detonando na Índia”), um experiente e cínico policial de Bombaim, que recebe uma dica anônima, que lhe promete a oportunidade de capturar o poderoso Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui, de “Lion”), chefão da G-Company, a máfia indiana. Mas conforme Sartaj cerca sua presa, fica claro que os dois estão envolvidos num cenário muito maior, que se expande para além de sua cidade. Falada em hindi e inglês, a série foi produzida em parceria com a Phantom Films, uma das mais importantes produtoras indianas, e desenvolvida por seus fundadores, os cineastas Anurag Kashyap (“Gangues de Wasseypur”) e Vikramaditya Motwane (“Udaan”). “Jogos Sagrados” será disponibilizada para os assinantes Netflix do mundo todo em 6 de julho de 2018.
Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha novo trailer tenso
A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. O elenco inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Chris Messina (“The Mindy Project”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”, foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A estreia está marcada para 8 de julho.
Netflix renova 13 Reasons Why para sua 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “13 Reasons Why” para sua 3ª temporada, prevista para 2019. O anúncio foi feito com a divulgação de um vídeo, que pode ser visto abaixo. A renovação vem três semanas após a estreia da 2ª temporada, entrada nas consequências do suicídio da estudante Hannah Baker (Katherine Langford) e no julgamento da escola Liberty High, acusada de negligência pelos pais da garota. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), “13 Reasons Why” foi originalmente concebida como uma série limitada pelo roteirista Brian Yorkey, que adaptou o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher. Mas fez tanto sucesso que inspirou o próprio escritor incentivou os produtores a continuarem a história, após o livro ser inteiramente resumido na temporada inaugural. A série rapidamente se tornou uma das mais populares e controvertidas atrações do serviço de streaming, mas, por outro lado, jamais seria exibida na TV americana. Como parâmetro, basta ver o destino de “Heathers”, uma sátira de humor negro que lida com assassinatos de bullys do colegial, que foi descartada após ter toda sua temporada inaugural produzida. Depois de mostrar suicídio e agressão sexual na 1ª temporada, a série foi além nos episódios mais recentes, ao mostrar um estupro violento e chegar à beira de um massacre na fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. Isto levou uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, a engajar-se numa campanha para tirar “13 Reasons Why” do ar. Apesar das cenas fortes, os espectadores seguiram assistindo à série. De acordo com dados da Nielsen, o episódio de estreia da 2ª temporada foi visto por 6 milhões de espectadores americanos nos primeiros três dias de seu lançamento. Nesse mesmo período, os 13 episódios da nova temporada foram vistos, em média, por 2,6 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O detalhe é que a Nielsen só mede audiência de quem assiste a Netflix pela TV, deixando de fora o consumo das séries por computador e aparelhos móveis. A decisão da Netflix de renovar “13 Reasons Why” reforça a linha de ação da Netflix, que mais uma vez demonstra preferir atender ao público que a grupos de pressão, como já tinha feito anteriormente com a renovação da série brasileira “O Mecanismo”.
Freeform surpreende e anuncia cancelamento de Shadowhunters com especial para encerrar a série
O canal americano Freeform anunciou o fim da série “Shadowhunters”, que será encerrada com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para encerrar a trama. A decisão foi tomada após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada na metade de maio. Assim, ainda restam 10 episódios inéditos na agora última temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro da franquia “Os Instrumentos Mortais” de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar numa transposição completa das obras da escritora. “Estamos muito orgulhosos de ‘Shadowhunters’, uma série que abriu novos caminhos nas produções fantásticas e se tornou favorita dos fãs”, disse o canal em um comunicado. “No entanto, junto com nossos parceiros do estúdio Constantin, chegamos à difícil decisão de não renovar o show para uma 4ª temporada. Mas como grandes apoiadores e fãs, a Freeform insistiu e defendeu a filmagem de um final especial de duas partes, que dará aos fãs devotos um final adequado. Os 12 episódios vão ao ar na primavera de 2019. Queremos agradecer aos nossos talentosos criadores, produtores, elenco e equipe junto com nossos colegas da Constantin por seu trabalho duro e dedicação e a Cassie Clare por sua incrível série de livros. Estamos ansiosos para o capítulo final deste drama inovador”, concluiu o texto. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Os números, porém, ainda eram maiores que os de “The Bold Type” e “Famous in Love”, renovadas para novas temporadas. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters Os próprios atores da série manifestaram surpresa com a decisão. “Acabamos de descobrir também – e. acredite em mim, estamos tão chocados quanto vocês”, escreveu protagonista Katherine McNamara, intérprete de Clary Fairchild, no Twitter. Apesar disso, ela garantiu que os anjos, como chama os fãs, receberão um final digno para a série que tanto amam. “O amor que esse fandom tem pelo material de origem, a série, os artistas e um pelo outro é uma força a ser considerada como nada que eu tenha visto antes. Não importa o que aconteça daqui, eu lhes prometo isso. Pelo anjo, vamos fazer para vocês o final mais sólido, incrível e mágico que vocês podem imaginar”. Já Dominic Sheerwood, o Jace, preferiu repetir uma frase tão antiga que tem mais de 730 anos. “Todas as coisas boas chegam ao fim”, como escreveu Geoffrey Chaucer nos anos de 1380, sobre o final do romance trágico de Troilus e Cressida. Mas talvez ele acredite estar apenas repetindo o que todo o integrante de série cancelada costuma dizer em sua despedida. De resto, o ator elogiou os fãs. “Foi meu privilégio fazer parte deste mundo. A equipe de ‘Shadowhunters’ tem estado próxima do meu coração há 3 anos. Vocês. Os fãs. Nos fazem felizes, fortes e orgulhosos. Obrigado. Por tudo. Nós dizemos adeus com um coração pesado, mas com nossas cabeças erguidas. Amamos vocês. Para todo o sempre.” Veja as mensagens originais abaixo. Hail and farewell, Angels… ? #Shadowhuntersthefinalhunt @shadowhunterstv pic.twitter.com/ak8XLUxju4 — Katherine McNamara (@Kat_McNamara) June 5, 2018 All good things come to an end. It has been my privelidge to be a part of this world. @ShadowhuntersTV team have been so close to my heart for 3 years. You. The fans. Make us happy and strong and proud. Thank you. For everything. We say goodbye with a heavy heart but our heads… — Dominic Sherwood (@DomSherwood1) June 5, 2018
Netflix vai lançar série baseada nos hits da cantora Dolly Parton
A Netflix vai lançar uma série baseada nas canções da veterana estrela da música country Dolly Parton. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora. Ainda não tem título, a série terá produção da Warner Bros e da Dixie Pixie Productions, empresa de Dolly Parton. “Sempre contei histórias através da música”, disse Parton em comunicado. “Estou muito feliz por trazer à vida algumas das minhas músicas favoritas na Netflix. Esperamos que o nosso programa inspire e entretenha famílias e pessoas de todas as gerações, e quero agradecer aos bons amigos da Netflix e da Warner Bros. TV pelo incrível apoio.” Este não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Além de servir de inspiração para os roteiristas, a cantora também aparecerá em alguns episódios da série da Netflix, mas não foi detalhado, até o momento, qual será seu papel diante das câmeras. Além da bem-sucedida no mercado musical, Dolly Parton também investiu na carreira de atriz, e teve bastante sucesso em “Como Eliminar Seu Chefe” (1980) ao lado de duas estrelas atuais da Netflix, Jane Fonda e Lily Tomlin, protagonistas da série de comédia “Grace and Frankie”.
Chaves sofre censura ao ser exibido no Multishow
A ida de “Chaves” ao Multishow acabou sendo traumática, considerando-se que qualquer censura é sempre traumática. O canal pago tomou a iniciativa de eliminar um detalhe “inconveniente” de um velho episódio da série mexicana, que teve uma fala redublada para evitar uma piada supostamente homofóbica. No episódio em questão, Chapolin é desprezado por uma personagem, que diz que teria sido melhor “chamar o Batman” do que ele. No SBT, o desbocado Chapolin disparava: “Em primeiro lugar, o Batman não está, porque está em lua de mel com o Robin”. No Multishow, a frase considerada homofóbica foi substituída por: “Em primeiro lugar, o Batman não pôde vir porque furou o pneu do batmóvel.” A troca de uma piada – boba, por sinal – esbarra no conceito do anacronismo. Tenta-se fazer com que um personagem dos anos 1970 tenha a consciência politicamente correta dos dias de hoje. Por conta dessa mentalidade orwelliana – em “1984”, um dos trabalhos da burocracia era reescrever o passado diariamente – , muitos livros de Monteiro Lobato também foram reescritos, com a supressão de termos racistas. Para o Multishow, não se trata de censura, mas de “entender” os limites do humor. Na prática, porém, parece haver confusão entre defender um humor mais ético nos dias de hoje e maquiar produtos históricos para adequá-los às conveniências das narrativas atuais. Um exemplo equivalente, para dar uma dimensão cultural mais ampla da polêmica, seria omitir a designação popular do Largo do Pelourinho, em Salvador, porque o nome remete à escravidão. Apagar registros históricos também pode estimular a ilusão de que os fatos censurados jamais ocorreram. Há uma vasta literatura de extrema direita que tenta provar que o Holocausto nunca existiu, e bem intencionados de esquerda – os politicamente corretos – podem alimentar uma linha de pensamento similar com revisões retroativas de menções preconceituosas. Com base em episódios “retificados”, seria possível acreditar no futuro que “Chaves” nunca produziu nenhuma piada preconceituosa. A posição do canal foi defendida em comunicado assinado pela diretora de programação e conteúdo artístico, Tatiana Costa, que se diz aberta aberta à discussão, ao mesmo tempo em que promete fidelidade ao material original. O discurso não reflete a prática já efetivada de censura. Confira a íntegra do posicionamento da emissora abaixo: “Estamos cientes das críticas e ainda vamos acertar e errar, mas sempre na tentativa de fazer o melhor. É vivo, uma troca, não é uma decisão única. Estamos aqui para discutir juntos, ajustar também com os fãs. Em algumas piadas, realmente existe um cunho homofóbico, mais machista. Nos anos 1970, isso era mais comum, mas hoje, felizmente, estamos em outro momento. Vamos entendendo o limite dentro do humor. A linha é muito tênue e, por isso, uma decisão sempre difícil. Somos uma marca democrática, com a responsabilidade de debater todas essas questões. Temos um poder social muito grande nas mãos. Vamos, sim, ficar de olho nisso, mas entendemos a liberdade artística e o contexto da época do produto e, por isso, vamos buscar ser fiéis à obra idealizada pelo Bolaños.”
Orange Is the New Black: Vídeo revela destino das personagens e data da 6ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais anunciando a 6ª temporada de “Orange is the New Black”. A curta prévia mostra bombas de fumaça no restaurante do presídio de Litchfield, enquanto ônibus se afastam pela janela, transportando as detentas. Um aviso sobre o destino das personagens encerra o vídeo: “Segurança Máxima”. A próxima temporada vai lidar com as consequências da rebelião em Litchfield e a transferência das presidiárias para um nova prisão de segurança máxima. “É um mundo completamente novo”, diz a voz de Piper (Taylor Schilling) na prévia. O vídeo também informa que os novos episódios serão disponibilizados no dia 27 de julho na plataforma de streaming. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. pic.twitter.com/mlZ7IkEvNH — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 5, 2018
Gillian Anderson será terapeuta sexual e mãe de Asa Butterfield em nova série da Netflix
A Netflix anunciou que Gillian Anderson (série “Arquivo X”) e Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”) vão protagonizar uma nova série de comédia, intitulada “Sex Education”. A trama da atração gira em torno de Otis Thompson (Butterfield), um adolescente virgem e com dificuldades sociais, que ironicamente é filho de uma terapeuta sexual (Anderson). Cercado por vídeos e conversas abertas e entediantes sobre sexo, Otis acaba se tornando um especialista relutante no assunto e resolve abrir uma clínica de terapia sexual clandestina na sua escola. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia é prevista para 2019 na plataforma de streaming, com todos os episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”).
Spin-off de Pretty Little Liars vai explicar como ficou o relacionamento de Alison e Emily
A estreia de “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, spin-off de “Pretty Little Liars”, ameaça desfazer o final feliz da série original, graças à participação da personagem Alison (vivida por Sasha Pieterse) na nova atração. Como o primeiro trailer divulgado indicou, Alison chegará na cidade de Beacon Highs para dar aulas na universidade local, onde também reencontrará sua velha “aminimiga” Mona (papel de Janel Parrish). Mas isto parece significar que Alison deixou para trás seu relacionamento com Emily (Shay Mitchell), além de suas bebês gêmeas. A criadora da série I. Marlene King garante que a situação será tratada logo no começo da trama. “Descobriremos já no piloto por que Alison está lá [em Beacon Heighs] e o que está acontecendo com ela e Emily”, ela contou ao site TVLine, acrescentando que também saberemos “por que Mona deixou sua loja de bonecas na França”. Em entrevista anterior, Sasha Pieterse chegou a afirmar que, apesar do novo desenvolvimento, Alison e Emily continuariam juntas, ainda que à distância. O projeto tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que foi adaptada na série original. Trata-se de “As Perfeccionistas”, que ganhará mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens de “Pretty Little Liars”. A história se passa em outra cidadezinha fictícia, Beacon Heights, em Washington, onde cinco amigas frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, elas descobrem que não precisam ser boas para serem perfeitas, além de perceber que odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. Mas quando Nolan aparece morto, exatamente do jeito que brincaram que aconteceria, elas precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. Maior sucesso do antigo canal ABC Family, que virou o Freeform em 2016, “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017, após sete temporadas. Já o spin-off só vai estrear daqui a um ano, em maio de 2019.
3ª temporada de Insecure ganha teaser da HBO
A HBO divulgou um teaser da 3ª temporada da série “Insecure”, que traz a atriz e criadora da série, Issa Rae, improvisando um rap no espelho. “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae e traz a atriz como uma jovem que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. Os novos episódios de “Insecure” estreiam no dia 12 de agosto.
Trailer revela nova temporada de The Ranch sem Danny Masterson
A Netflix divulgou o trailer da “Parte 5” da série de comédia “The Ranch”. A numeração é confusa porque, na verdade, trata-se da 3ª temporada. Mas como todas as temporadas foram dividas em duas partes, os novos episódios apresentarão o quinto arco de histórias. A prévia destaca um grande incêndio na região em que a trama se passa, e ele não poupará o cenário da série. As dificuldades para reerguer o rancho deverá ser um dos temas principais dos novos episódios. Entretanto, o que chama mais atenção é o que o vídeo não mostra. O personagem do ator Danny Masterson, irmão de Ashton Kutcher na trama, simplesmente sumiu. Ele foi demitido durante a gravação desta temporada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000). O ator Dax Shepard (“CHiPs”) entrou no seu lugar, mas só deve aparecer na segunda metade da temporada. Isto é, na “Parte 6”. A série retorna com novos episódios no próximo dia 15 de junho.
Série brasileira 3% é renovada para a 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de sua primeira série brasileira. “3%” ganhará sua 3ª temporada, que será disponibilizada em 2019. A novidade foi comunicada por meio de um vídeo disponibilizado no canal do YouTube da plataforma de streaming, que pode ser visto abaixo. Mas há mais detalhes. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os episódios mais recentes mostraram que um novo Processo se aproxima, acompanhando ao mesmo tempo as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Na 3ª temporada, o Maralto enfrentará uma grave crise, com o Processo prestes a entrar em colapso, e a Causa buscará vingança. “3%” estreou em 2016 e dividiu as opiniões da crítica brasileira. Entretanto, foi elogiada pela imprensa internacional e fez sucesso entre os assinantes estrangeiros da Netflix. A 2ª temporada, liberada no final de abril, apresentou uma visível melhora técnica, graças à mudança de política da plataforma, que após a estreia da série decidiu valorizar e investir em produções desenvolvidas fora da América do Norte. Criada por Pedro Aguilera, a série ainda traz João Miguel, Zezé Mota e Celso Frateschi no elenco.
Heathers: Tema polêmico faz série baseada na comédia cult Atração Mortal ser descartada
O canal pago americano Paramount desistiu de estrear “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). O cancelamento do projeto veio depois de um longo adiamento e reflete o clima atual dos Estados Unidos. Originalmente prevista para estrear em março, “Heathers” foi adiada devido ao tiroteio letal numa escola em Parkland, Flórida, que deixou 17 estudantes mortos. Uma nova data de estréia nunca foi definida, mas havia expectativa de um lançamento durante o verão norte-americano. Entretanto, estes planos foram descartados após um novo tiroteio, desta vez em Santa Fé. A emissora passou a considerar a série muito polêmica, já que trata de assassinatos de estudantes numa trama de vingança contra adolescentes praticantes de bullying. “Este é uma série passada no ensino médio, em que explodem a escola, há armas na escola e há momentos de professores com armas. Ela toca em muitos tópicos quentes. Esta empresa não pode passar mensagens conflitantes, ao dizer que o movimento da juventude é importante para nós e, ao mesmo tempo, colocar no ar uma série com a qual não estamos confortáveis”, disse Keith Cox, presidente de desenvolvimento e produção da Paramount Network. “A combinação de uma série do ensino médio com esses momentos muito sombrios deixou de parecer algo correto”, completou. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que, antes da polêmica, a série era muito bem considerada pela Paramount Network, que quase a renovou para a 2ª temporada antes da estreia. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram produzidos e agora serão oferecidos para outros canais e plataformas de streaming. “Heathers” era uma atualização da comédia original dos anos 1980, mas contaria uma história diferente por temporada, em formato de antologia. A 1ª temporada seria a mais parecida com o filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. A produção incluiu até Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, uma das maldosas originais, que voltaria numa participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012).












