Spin-off de The Middle pode ocupar lugar de Roseanne na TV americana
Com o cancelamento inesperado e súbito de “Roseanne”, a rede ABC ficou com um buraco em sua programação de outono (que começa em setembro nos Estados Unidos). Várias alternativas tem sido vislumbradas, desde o aproveitamento de algum piloto rejeitado (mas quase aprovado) da temporada atual até o adiantamento de alguma estreia prevista para a midseason. Mas a revista Variety surgiu com uma nova opção nesta quarta (30/5), igualmente inesperada e súbita, que pode se mostrar a melhor solução. A ABC estaria considerando produzir um spin-off de “The Middle”, uma de suas séries de família mais bem-sucedidas, que chegou ao fim na semana passada (em 22/5) após nove temporadas. O projeto teria foco em Sue, a filha atrapalhada do casal Frankie (Patricia Heaton) e Mike Heck (Neil Flynn) no mundo complexo da faculdade. Recentemente, uma série da ABC rendeu spin-off similar. “Black-ish” originou “Grown-ish”, acompanhando a filha do casal da série original na faculdade. Como “Grown-ish” está sendo exibida no canal pago adolescente Freeform, que pertence ao mesmo conglomerado, um novo spin-off não seria considerado uma repetição temática na grade da ABC. Caso o projeto saia do papel, seria estrelado pela atriz Eden Sher, intérprete de Sue Heck em “The Middle”, e deve começar a ser produzido ainda neste ano, o mais rapidamente possível. Desenvolvido pelos criadores de “The Middle”, Eileen Heisler e DeAnn Heline, a trama mostraria como a nerd zoada no colegial faria sua transição para a vida adulta entre as tribos universitárias. Vale lembrar que “The Middle” seguia um casal de classe média que passava por diversos perrengues financeiros para sustentar os três filhos: Brick, Sue e Axl. A trama não era muito diferente de “Roseanne”, sobre um casal da classe baixa dando duro para também sustentar os três filhos.
Donald Trump critica presidente da Disney após cancelamento de Roseanne
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump decidiu se manifestar sobre a polêmica que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, após um tuíte racista da protagonista, criadora e produtora Roseanne Barr contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Barr atacou gratuitamente a assessora Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney, Bob Iger. Pois Trump foi ao Twitter questionar o CEO do grupo Walt Disney. “Bob Iger ligou para Valerie Jarrett para falar que a ‘ABC não iria tolerar comentários feito por Roseanne Barr’. Ele nunca ligou para o presidente Donald J. Trump para se desculpar pelas declarações horríveis feitas sobre mim pela ABC. Ou será que eu perdi a ligação?”, escreveu o presidente dos Estados Unidos. Há algum tempo, Trump já havia elogiado a série por “representar seus apoiadores”. Foi quando a série quebrou recordes de audiência em seu revival no começo do ano. Trump comemorou com Roseanne Barr, que é sua eleitora e defensora apaixonada. O novo comentário, porém, foi ridicularizado no Twitter. Vários usuários lembraram que Trump deve acreditar que o mundo gira ao seu redor, pois seus tuítes costumam reduzir os mais diferentes assuntos dos noticiários à queixas pessoais. Também houve quem considerasse que Trump compartilhava da visão racista de sua eleitora famosa. Veja abaixo o tuíte de Trump e as reações na rede social. Boo Hoo… #tittybaby pic.twitter.com/cPcrJabBup — Nadine0524 (@Nadine05244) May 30, 2018 pic.twitter.com/L906GmwiYX — BeadDreamer (@gldnrul) May 30, 2018 Me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me — la (@yolarae) May 30, 2018 You are just a horrible self centered human being aren’t you?? Everything must always be about you. This tweet here just confirms that you condone Rosanne’s feelings of racism… is it because the feelings are mutual? — J.Scott Maycroft (@maycroft1977) May 30, 2018 You was busy when ABC called pic.twitter.com/Vkg5xyfwSA — twobeersonthedeck (@twobeersonthed1) May 30, 2018 pic.twitter.com/SylKS5DiOC — Jaina Solo (@JainaResists) May 30, 2018
Roseanne Barr reclama dos traidores de sua série, que criticaram seu tuíte racista
Roseanne Barr voltou ao ataque. Após ser criticada por meio mundo, inclusive colegas de elenco, pelo tuíte racista que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, ela resolveu responder aos “traidores”. Vale lembrar que tudo começou na madrugada de terça (29/5), quando Roseanne Barr atacou gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre integrantes da própria série. E agora Roseanne resolveu abordar estes casos. O primeiro alvo foi Michael Fishman, intérprete de D.J. Connor em “Roseanne”, que publicou no Twitter uma mensagem criticando as declarações da colega e afirmando que seu personagem, pai de uma menina negra, representava sua “visão inclusiva”. “Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos”, escreveu Fishman. “Eu criei a plataforma para essa inclusão e você sabe. Eu. E você me joga na fogueira. Legal”, rebateu a comediante. Já Sara Gilbert, que vivia a filha de Roseanne na série, recebeu uma resposta mais contida: “Uau. Inacreditável”. Em seu tuíte, Gilbert tinha dito que “os comentários recentes de Roseanne” eram “abomináveis” e não refletiam “as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa”. “Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Instigada por um seguidor, Roseanne resolveu dizer que perdoava a atriz. “Eu entendo porque ela disse o que disse. Eu a perdoo. Me chocou um pouco, mas eu realmente estraguei as coisas”. Mas os dois atores citados não foram os únicos integrantes da produção a se manifestar. A produtora Wanda Sykes foi a primeira, ao informar que não trabalharia mais na série após o tuíte racista. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. Outra atriz do elenco, Emma Kinney, anunciou que faria o mesmo em seguida, mas acabou sendo superada pelo cancelamento. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão”, ela escreveu. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. Diante dessa repulsa coletiva, que também incluiu anunciantes, a presidente da rede ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, ela afirmou, em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.
Norman Reedus pode ganhar US$ 20 milhões para continuar em The Walking Dead
O ator Norman Reedus, intérprete de Daryl em “The Walking Dead”, pode ganhar US$ 20 milhões para atuar na 10ª temporada da série. Os valores da negociação envolvendo o ator, os produtores e o canal pago americano AMC foram divulgados pelo site da revista The Hollywood Reporter. Daryl deverá se tornar o personagem principal da série após a saída de Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes, e Lauren Cohan, que interpreta Maggie. Ambos estarão na 9ª temporada, mas reportagens apuraram que eles não deverão continuar na série após este período. Ironicamente, a série vai perder Lauren Cohan porque os produtores se recusaram a lhe dar aumento. Ela queria receber o mesmo que Lincoln e Reedus já recebiam na ocasião. Como não aceitaram sua reivindicação, ela entrou em outra série – “Whiskey Cavalier”. A economia machista se provou cara para a atração. Além da proposta de salário milionário, Norman Reedus pode ter em breve outro motivo para comemorar. Sua mulher, a atriz Diane Kruger estaria esperando seu primeiro bebê, segundo “múltiplas fontes” do site da revista americana Us Weekly. O casal está junto desde 2016. Será o primeiro filho da atriz alemã, mas Reedus já tem outro filho, de 18 anos, com sua ex-mulher Helena Christensen.
Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu
A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.
Fabricante de remédio retruca Roseanne Barr: racismo não é efeito colateral
Após a comediante Roseanne Barr afirmar que o tuíte racista que custou o cancelamento de sua série foi influenciado por Ambien, um remédio para dormir, os fabricantes das pílulas protestaram. A empresa Sanofi, que fabrica o Ambien, tuítou uma resposta na manhã de quarta-feira (30/5). “Embora todos os tratamentos farmacêuticos tenham efeitos colaterais, o racismo não é um efeito colateral conhecido de qualquer medicamento da Sanofi”. Veja abaixo. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, após o cancelamento ela voltou a tuitar e pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. As repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5). People of all races, religions and nationalities work at Sanofi every day to improve the lives of people around the world. While all pharmaceutical treatments have side effects, racism is not a known side effect of any Sanofi medication. — Sanofi US (@SanofiUS) May 30, 2018
Roseanne Barr culpa remédio por tuíte racista e pede para que “não sintam pena” dela
A atriz Roseanne Barr, protagonista, criadora e produtora de “Roseanne”, voltou ao Twitter após publicar o comentário racista que resultou no cancelamento de sua série. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, ele pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela, lamentou a demissão dos liberais que trabalhavam na série e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. Mas logo apagou estes novos tuítes. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao considerar quem nasce no Irã um radical e ao comparar uma mulher negra com um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos contra Roseanne Barr, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre atores e produtores famosos da ABC. Mas agora outro perfil de público surgiu em defesa da atriz, sugerindo boicotes à ABC. Seus seguidores passaram a usar a hashtag “eu apoio Roseanne”. “Gente não comecem a boicotar a ABC. Eu não sou uma censora e eles têm o direito de fazer o que quiserem. Está tudo bem”, disse ela, que completou. “Sem querer dar desculpas para meu tuíte, mas eu já fiz muita coisa estranha enquanto estava sob efeito de Ambien às 2h da manhã.” Em seguida, acrescentou: “Estou cansada de ser atacada e mais vilipendiada que outros comediantes que fizeram pior”. Apesar deste discurso, as repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5).
Série The Arrangement é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano E! anunciou o cancelamento “The Arrangement” após duas temporadas. O último episódio foi exibido em 13 de maio. A atração era a segunda série de ficção do E!, encomendada após o sucesso inicial de “The Royals”. “The Arrangement” foi criada por Jonathan Abrahams (roteirista-produtor de “Murder in the First”) e girava em torno de uma jovem atriz, que aceitava viver um casamento de aparências com um grande astro de Hollywood. Durante a produção, o canal precisou negar que a história teria sido inspirada na relação entre Tom Cruise e sua ex-esposa Katie Holmes. Os papéis principais eram vividos por Christine Evangelista (série “Chicago Fire”) e Josh Henderson (série “Dallas”). Mas o elenco também destacava Michael Vartan (séries “Alias” e “Bates Motel”) como o líder de uma organização de auto-ajuda que controla a vida do astro. Não, tampouco isso foi inspirado na relação entre Tom Cruise e a Cientologia, garantiram os produtores. “Após duas temporadas, a série ‘The Arrangement’ levou os espectadores ao mundo de uma estrela de cinema de primeira linha repleta de segredos, escândalos e romances”, disse a E!, em comunicado. “Embora tenhamos decidido não avançar com a série, somos incrivelmente gratos ao elenco e aos nossos parceiros de produção”. Com o cancelamento, o canal praticamente desiste de produzir séries de ficção, já que “The Royals” encerrou recentemente sua 4ª temporada e, após a demissão de seu showrunner em meio a denúncias de assédio sexual, não recebeu encomenda de novos episódios.
Uma Thurman vai estrelar nova série dramática da Netflix
A atriz Uma Thurman vai estrelar uma nova série da Netflix. Intitulada “Chambers”, a atração gira em torno de uma jovem que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a pessoa que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a adquirir as características do doador. Thurman será Nancy, mãe do doador, que cria um relacionamento hesitante com o jovem transplantado. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A Netflix encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios, ainda sem previsão de estreia.
Imagens de bastidores revelam início das filmagens de Sai de Baixo – O Filme
Começaram nesta terça-feira as filmagens de “Sai de Baixo – O Filme”, longa baseado na série da Globo, que foi sucesso nos anos 1990. Os atores Miguel Falabella, que interpreta o personagem Caco Antibes, e Marisa Orth, a Magda, compartilharam fotos dos bastidores em seus perfis no Instagram. “Começamos hoje as filmagens de Sai de Baixo. Uma alegria reencontrar essas personagens”, escreveu Falabella. “Primeiro dia com Caco! Saudades! Prestes a embarcar numa excursão da Vavatur. Vem aí, O FILME!”, disse Marisa. Em outra imagem, eles aparecem diante de um ônibus, descrito como sendo da Vavatur, ao lado de outros integrantes do elenco, como Rafael Canedo (Caquinho), Tom Cavalcante (Ribamar) e Katiuscia Canoro (Sunday). Pelo visto, os produtores decidiram não esperar o ator Luiz Gustavo, que vivia o Vavá. Ele foi diagnosticado com diverticulite e recebeu recomendação de repouso. Só participaria se as filmagens acontecessem no final do ano. Um detalhe: Luiz Gustavo foi um dos criadores da série original. Além dele, também não vai participar Claudia Jimenez, que interpretou a empregada Edileuza nas primeiras temporadas. O que circula é que ela não quis se envolver após ler o roteiro. Em seu lugar, foi escalada a comediante Cacau Protásio (“Os Farofeiros”). Em compensação, Tom Cavalcanti, que interpretava o porteiro Ribamar e saiu da série durante sua 3ª temporada, em 1998, já aparece numa das fotos do filme, que foi escrito e será dirigido por Miguel Falabella. Primeiro dia com Caco! Saudades! Prestes a embarcar numa excursão da Vavatur. Vem aí, O FILME! Uma publicação compartilhada por Marisa Orth (@marisaorth) em 29 de Mai, 2018 às 7:49 PDT Começamos hoje as filmagens de Sai de Baixo. Uma alegria reencontrar essas personagens. Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) em 29 de Mai, 2018 às 5:06 PDT Na frente do ônibus da Vavátur, Rafael Canedo (Caquinho) , Tom Cavalcanti, Marisa Orth e Katiuscia Canoro (Sunday). Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) em 29 de Mai, 2018 às 6:20 PDT
Cancelamento de Roseanne é comemorado por atores e produtores da rede ABC
O cancelamento da série “Roseanne” foi aplaudido por produtores e atores da ABC, que elogiaram a decisão da presidente da rede, Channing Dungey, ao anunciar a decisão de tirar do ar sua série de maior audiência para enviar uma mensagem clara contra a proliferação do racismo. A série foi cancelada nesta terça (29/5), horas depois de sua protagonista, produtora e criadora Roseanne Barr publicar um tuíte racista, atacando gratuitamente uma ex-funcionária de Barack Obama com alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, que é eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. A esta altura, porém, uma campanha espontânea para o cancelamento de sua série já tinha tomado conta da rede social. Uma das produtoras da série, a comediante Wanda Sykes, adiantou-se e disse que não voltaria a trabalhar na atração. Os próprios integrantes do elenco e o showrunner usaram o Twitter para lamentar e repudiar o comentário, que comparava Jarrett a um macaco. Diante do quadro, Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, em declaração oficial. Imediatamente começaram a pipocar as mensagens de apoio à decisão, inclusive com algumas comemorações de colegas de trabalho de Roseanne Barr. Atores e produtores da própria ABC figuraram entre os mais enfáticos, entre eles até integrantes do elenco de “Roseanne”. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão” – Emma Kenney, atriz de “Roseanne”. As I called my manager to quit working on Roseanne, I was told it was cancelled. I feel so empowered by @iamwandasykes , Channing Dungey and anyone at ABC standing up for morals and abuse of power. Bullies will NEVER win. — Emma Kenney (@EmmaRoseKenney) May 29, 2018 “Eu me sinto arrasado, não pelo fim de ‘Roseanne’, mas por todos aqueles que colocaram seus corações e almas em nossos trabalhos, e o público que nos acolheu em suas casas… As palavras de uma pessoa não representam todos os envolvidos. Eu condeno veementemente aquelas declarações. Elas são repreensíveis e intoleráveis, contradizendo minhas crenças e perspectivas sobre a vida e a sociedade. Eu sempre vivi e ensinei meus filhos a serem inclusivos. Acredito que nosso programa se esforçou para abraçar diferentes origens e opiniões, através de um diálogo aberto. Embora eu vá sentir falta da minha família na ABC, acredito que ficar de fundo, em silêncio, é endossar e permitir declarações que eu acho verdadeiramente ofensivas. Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos” – Michael Fishman, ator de “Roseanne”. pic.twitter.com/rLKGEHvl4f — Michael Fishman (@ReelMFishman) May 29, 2018 “A parte mais terrível disto tudo é que as pessoas talentosas e inocentes que trabalhavam naquela série agora vão sofrer por causa disso. Mas, honestamente, ela teve o que merecia. Como eu conto a minha criança de 4 anos, você faz uma escolha com suas ações. Roseanne fez uma escolha. Uma escolha racista. A ABC fez uma escolha. Uma escolha humana” – Shonda Rhimes, criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. The terrible part is all of the talented innocent people who worked on that show now suffer because of this. #notjustice — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 But honestly she got what she deserved. As I tell my 4 year old, one makes a choice with one’s actions. Roseanne made a choice. A racist one. ABC made a choice. A human one. — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 “Obrigada, Channing Dungey!” – Viola Davis, estrela de “How to Get Away with Murder”. Thank you Channing Dungey!https://t.co/VIlKTF9y7Z — Viola Davis (@violadavis) May 29, 2018 “Obrigada, Channing. Obrigada, rede ABC” – Bellamy Young, atriz de “Scandal”. Thank you, Channing. Thank you @ABCNetwork. ❤️❤️❤️ https://t.co/jvA7l71HJS — Bellamy Young (@BellamyYoung) May 29, 2018 “Nunca tive tanto orgulho de trabalhar para a rede ABC. Obrigada, Channing Dungey por seu meu pequeno pedaço de esperança para nosso país hoje” – Krista Vernoff, showrunner de “Grey’s Anatomy”. I have never been more proud to work for @ABCNetwork THANK YOU Channing Dungey for being my one little slice of hope for our country today. — Krista Vernoff (@KristaVernoff) May 29, 2018 “Roseanne, você partiu meu coração. Você é uma desculpa esfarrapada de ser humano. Como é estranho que você, como comediante, possa se esquecer o significado de uma “piada” e de um comentário pessoal. Sua maldade é estarrecedora e irá lhe render um ingresso para uma vida triste, solitária e infeliz” – Rita Moreno, da série “One Day at a Time”. @therealroseanne, you break my heart — You are a sorry excuse for a human being. How odd that you, as a comedienne, have forgotten then meaning of a "joke" and a personal comment. Your meanness is staggering and will earn you a ticket to a sad, lonely and sorry life. — Rita Moreno (@TheRitaMoreno) May 29, 2018 “Tchau-tchau” – Kenya Barris, criador de “Black-ish”.
Andrew Lincoln deve sair de The Walking Dead na próxima temporada
O ator Andrew Lincoln deve deixar a série “The Walking Dead” ao final da próxima temporada. De acordo com uma notícia do site Collider, isto já estaria decidido. Seu contrato só valeria até o 9º ano da produção. Tem mais. O buraco é ainda maior que isso. Mesmo sua participação na 9ª temporada seria reduzida. De acordo com o site, o intérprete de Rick Grimes aparecerá em apenas meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos.
Série Roseanne é cancelada após tuíte racista da protagonista
A rede americana ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, a série de maior audiência dos Estados Unidos em 2018. Revival da atração homônima dos anos 1990, “Roseanne” já havia sido renovada para uma nova temporada, mas a ABC decidiu retirar a encomenda de episódios após a protagonista, produtora e criadora da atração Roseanne Barr publicar um tuíte racista sobre Valerie Jarrett, mulher que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, Channing Dungney, em declaração oficial. O cancelamento da série se deu da forma mais fortuita possível, porque Roseanne Barr, eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, resolveu atacar gratuitamente nesta terça-feira (29/5) a ex-funcionária de Obama, em um tuíte (posteriormente excluído) que faz alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. “Peço desculpas a Valerie Jarrett e a todos os americanos. Sinto muito por fazer uma piada de mau gosto sobre sua política e sua aparência. Eu deveria saber melhor. Perdoe-me. Minha piada foi de mau gosto”, escreveu. Recusando-se a aceitar o pedido de desculpas, várias celebridades e políticos criticaram Barr pelo comentário e exigiram ações da rede ABC. Em meio à repercussão, a comediante Wanda Sykes, que é produtora do revival de “Roseanne”, disse que não voltaria a trabalhar com Barr na 2ª temporada do revival. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. E até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. Seu episódio de estreia foi visto por nada menos que 18,44 milhões de espectadores ao vivo e cada episódio chegava a juntar 21,6 milhões em todas as plataformas por semana (mais do que “The Big Bang Theory”, o vice-líder de audiência). O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. Vale lembrar que a ABC tem uma programação de comédias focada em famílias modernas, que enfrentam preconceitos e transmitem mensagens de superação. A família de “Roseanne” era a única da rede a representar valores conservadores. A mesma ABC já tinha cancelado, no ano passado, “Last Man Standing”, outra sitcom de grande audiência e trama conservadora, por destoar do restante de sua programação – a premissa da série era uma defesa do machismo. O fim de “Roseanne” deixa a ABC com um buraco em sua programação, que precisará ser coberto após o anúncio das atrações de sua próxima temporada para o mercado. O cancelamento da série, porém, não foi o único revés sofrido pela atriz. Ela ainda foi dispensada por sua agência, a ICM Partners.












