PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Trailer da 2ª temporada confirma que American Gods ainda está sendo produzida

    6 de outubro de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “American Gods”. A prévia mostra como o protagonista Shadow Moon passa a aceitar a existência dos deuses antigos, enquanto se aproxima do confronto com os deuses modernos. A divulgação interrompe um hiato de 15 meses desde o final da 1ª temporada para demonstrar que a série ainda existe, apesar de seus problemas de bastidores, que mais recentemente culminaram no afastamento do showrunner Jesse Alexander (“Agent X”), substituto dos criadores da série Michael Green e Bryan Fuller, por sua vez demitidos ao final da 1ª temporada. A produtora Fremantle prefere evitar chamar o afastamento de Alexander de demissão, para não piorar a impressão gerada pela forma como está conduzindo a série, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi proibido de aparecer no set, acompanhar a edição dos episódios ou participar de qualquer forma da produção. A crise teria sido gerada pela rejeição do roteiro do episódio final da temporada. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a produtora trabalha na sétima versão da história, sem conseguir fechar a temporada e paralisando a produção. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Mas alguns atores preferiram deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade aos produtores originais, demitidos após conflito criativo e financeiro com a Fremantle. Diante de tantos problemas, a 2ª temporada de “American Gods” só deve ser disponibilizada no segundo semestre de 2019, dois anos depois do primeiro ano. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

    Leia mais
  • Série

    Siren: Trailer da 2ª temporada revela mais sereias assassinas e data de estreia dos novos episódios

    6 de outubro de 2018 /

    O canal pago Freeform divulgou o trailer, a primeira foto (veja abaixo) e a data de estreia da 2ª temporada de “Siren”. A prévia foi feita especialmente para a New York Comic Con e revela a chegada de novas sereias à cidadezinha de Bristol Cove. E, como aconteceu no final da 1ª temporada, Ryn fica novamente do lado dos humanos. Resta saber se conseguirá impedir, mais uma vez, um banho de sangue. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, que voltam a ser trazidos à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como a sereia principal. E, como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019. “Siren” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

    Leia mais
  • Série

    Lodge 49 é renovada para a 2ª temporada

    6 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano AMC anunciou a renovação de “Lodge 49” para sua 2ª temporada. A série de comédia dramática, sobre um ex-surfista que passa a morar em uma comunidade de Long Beach após a morte de seu pai e o colapso do negócio da família, recebeu muitos elogios pela crítica, ainda que não conseguido transformar isso em audiência. Foram 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 350 mil telespectadores na média do primeiro ano de exibição. Criada pelo estreante Jim Gavin, a série é estrelada por Wyatt Russell (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”) e inclui no elenco Sonya Cassidy (“Humans”) e Brent Jennings (“O Homem que Mudou o Jogo”). “Lodge 49” retornará em 2019 com dez novos episódios.

    Leia mais
  • Série

    Origin: Trailer da série espacial do diretor de Resident Evil revela projeto mais caro e ambicioso do YouTube

    6 de outubro de 2018 /

    O YouTube Premium divulgou o segundo trailer de “Origin”, nova série sci-fi espacial, que tem direção do cineasta Paul W.S. Anderson (da franquia “Resident Evil”). Ele assina os dois primeiros episódios – de um total de dez. E a prévia demonstra a aspiração cinematográfica da produção, repleta de efeitos visuais, que recriam cidades futuristas e espaçonaves, além de demonstrar o clima tenso da trama e revelar a data de estreia. Sem dúvida, trata-se da série mais ambiciosa e cara do YouTube até agora. A trama giram em torno de passageiros que embarcam numa viagem de hibernação rumo a um planeta distante. Origin é o nome da nave, onde despertam muito antes da hora e descobrem que foram abandonados à bordo pela tripulação, precisando trabalhar juntos para sobreviver, enquanto alguém ou algo começa a caçá-los no espaço. A história de terror espacial remete a elementos conhecidos de filmes sci-fi, de “Alien” (1978) e “Pandorum” (2009). O próprio Anderson já se aventurou em produção similar, em “O Enigma do Horizonte” (1997). A série foi criada por Mika Watkins (roteirista de “Troy: Fall of a City”) e o elenco destaca Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter” – ele viveu o bruxinho Draco e ela a ninfadora Tonks – , além de Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”), Fraser James (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”), Philipp Christopher (“Laços de Sangue”), Madalyn Horcher (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “Game of Thrones”) e Siobhán Cullen (“Jimi: Tudo a Meu Favor”). Todos os episódios serão disponibilizados em 14 de novembro.

    Leia mais
  • Série

    Manifest quebra recordes com audiência acumulada e vira maior estreia do século na rede NBC

    6 de outubro de 2018 /

    A série “Manifest” é o principal sucesso deste começo de temporada de outono (fall season) na TV americana, deflagrado oficialmente em 24 de setembro nos Estados Unidos. A cada medição, o episódio de estreia da atração cresce de forma impressionante, quebrando recordes históricos. Surpreendendo a própria rede NBC, o primeiro capítulo foi assistido por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo no primeiro dia da fall season, e marcou 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Um desempenho melhor que o carro-chefe da emissora, exibido antes de seu horário, “The Voice”. A série foi vista por quase um 1 milhão de pessoas a mais que o reality de competição musical e se consagrou como a maior estreia ao vivo da NBC em três anos. Os números da audiência posterior, medidos pela empresa Nielsen, reforçaram o fenômeno. Nos primeiros três dias de exibição, as gravações digitais da série elevaram a audiência para 3,6 pontos, o maior crescimento entre todos os programas da primeira semana da temporada. Em termos de telespectadores, isto representou aumento de 5,7 milhões, ampliando o público total para 16 milhões de pessoas. O volume representa o terceiro maior crescimento de público já visto para uma série de estreia desde a invenção dos gravações digitais. Só perde para as premières de “Roseanne” e “How to Get Away with Murder”. Por fim, outro relatório complementar de audiência, com os resultados da primeira semana completa de gravações digitais, mostrou que o público continuou vendo a atração. Depois de sete dias de playback, “Manifest” atingiu um total de 18,4 milhões de telespectadores e 4,2 pontos na demo. Isto representa o segundo maior aumento de audiência com gravações digitais de todos os tempos, atrás só de “Roseanne”, na temporada passada. Os números semanais também fazem do episódio inicial de “Manifest” a estreia de série dramática mais vista entre os lançamentos de drama da emissora desde “Third Watch”, no século passado – 20,6 milhões de telespectadores em 1999, comemorados antes do boom da internet, quando havia mais público vendo televisão. O segundo episódio também teve bom desempenho, com 8,5 milhões em tempo real e 1,8 pontos na demo, perdendo apenas 18% do público de sua estreia ao vivo. A audiência completar ainda não foi informada, mas deve seguir o mesmo padrão. A TV americana não via um sucesso de sci-fi deste porte desde “Lost”, produção com a qual “Manifest” tem sido comparada, já que também trata de passageiros de um avião desaparecido. A diferença é que, em vez de chegarem numa ilha misteriosa, os protagonistas da nova série pousam em seu destino original… muitos anos depois. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles. A trama reflete como isso afeta suas famílias, conforme eles tentam retomar suas rotinas pessoais, além de investigar o que motivou o desaparecimento e se isso serve a algum propósito obscuro. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). E a produção é do grande cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”, “Forest Gump”). Ele também está por trás de “Project Blue Book”, uma nova versão de “Projeto U.F.O.”, sobre as investigações do governo americano a respeito da existência de Discos Voadores, que estreia em janeiro no History Channel americano.

    Leia mais
  • Série

    Série live action da saga Star Wars ganha primeira foto e confirma Taika Waititi como diretor

    5 de outubro de 2018 /

    A Lucasfilm divulgou a primeira foto de “The Mandalorian”, primeira série live action (com atores) de “Star Wars”. A imagem (acima) destaca o mandaloriano do título, com um visual que lembra Boba Fett. Desenvolvida pelo cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”) a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Junto com a imagem oficial, o estúdio anunciou que Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) será um dos diretores do projeto. Além dele, Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), Dave Filoni (criador de “Star Wars Rebels”) e a atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vão comandar episódios. E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Favreau revelou a premissa da série num post publicado no Instagram na quarta (3/10). “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de um novo clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019.

    Leia mais
  • Série

    Nova série do criador de La Casa de Papel ganha primeiro trailer e imagens

    4 de outubro de 2018 /

    A Beta Film divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “El Embarcadero”, nova série de Alex Pina, o criador do fenômeno internacional “La Casa de Papel”. A prévia dramática da nova produção espanhola é bem diferente da tensão do thriller criminal, mas tem atrativos para os fãs de “La Casa de Papel”, a começar pela participação de Álvaro Morte, intérprete do Professor na série distribuída pela Netflix. Na nova trama, ele é o centro de um mistério. Com oito episódios, a série acompanha o impacto do inesperado suicídio de seu personagem na vida de sua mulher, uma arquiteta chamada Alejandra (Verónica Sánchez). Sem aceitar que ele tenha se matado, ela passa a investigar pistas sobre o que teria acontecido na noite fatídica em que virou viúva. E descobre que não conhecia realmente o marido, que tinha uma vida dupla com outra mulher, Veronica (Irene Arcos). Há cenas quentes de flashback envolvendo Morte e Arcos, mas também uma atmosfera de suspense na área rural em que as vidas das duas mulheres se encontram. Tanto que a produção é descrita como um suspense romântico. “El Embarcadero”, que vai se chamar “The Pier” para exportação internacional, foi criada em parceria entre Pina e Esther Matínez Lobato, que escreveu diversos episódios de “La Casa de Papel”. A produção será exibida em 2019 pelo canal pago espanhol Movistar+ e apresentada em 16 de outubro no evento Mipcom, em Cannes, para compradores do mercado internacional.

    Leia mais
  • Série

    Rei do Crime se vinga do Demolidor no trailer legendado da 3ª temporada

    4 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou 14 novas fotos e o trailer completo legendado da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destaca a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime, em sua vingança contra o herói que o prendeu. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a temporada, que adapta de forma bem livre a história de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de Miller. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. A prévia aponta que as partes mais polêmicas da trama dos quadrinhos – que tem a ver com Karen Page (Deborah Ann Woll) – ficaram de fora da adaptação. Mas a presença de um falso Demolidor, concebido por Fisk para arruinar a reputação do herói, sai diretamente das páginas desenhadas por Mazzucchelli. Os 13 episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 19 de outubro em streaming.

    Leia mais
  • Série

    Primeira série live action do universo Star Wars ganha título e ligação com personagem conhecido

    4 de outubro de 2018 /

    A primeira série “live action” (com atores reais) de “Star Wars” ganhou título e contexto. O diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), responsável pela produção, revelou as primeiras informações importantes sobre o projeto em seu Instagram. Com o nome oficial de “The Mandalorian”, a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Favreau já tinha comentado anteriormente que a produção ia se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Naquela galáxia distante, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de outro clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #starwars #TheMandalorian Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 3 de Out, 2018 às 4:17 PDT

    Leia mais
  • Série

    Matt Bomer será o Homem-Negativo na série da Patrulha do Destino

    4 de outubro de 2018 /

    A série da Patrulha do Destino completou seu super-elenco com o anúncio de que Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) viverá o herói Homem-Negativo. A escalação foi compartilhada durante painel da plataforma DC Universe na New York Comic Con. A grande ironia da contratação é que o ator, conhecido pela boa aparência, vai interpretar um personagem que nos quadrinhos se esconde o tempo inteiro atrás de bandagens – como o Homem Invisível clássico. Larry Trainor era um piloto de testes da Força Aérea que entrou em contato com uma estranha energia radioativa durante um acidente de avião. Como resultado, ganhou a capacidade de projetar-se fora de seu corpo, voar e muito mais, mas precisa se manter coberto por bandagens para evitar a propagação de sua radioatividade. Por conta disso, Bomer fará basicamente trabalho de dublagem e aparecerá em flashbacks, enquanto um dublê (Matthew Zuk) aparecerá sob as bandagens. A maioria dos personagens da série, por sinal, tem alguma deformação ou “defeito”, porque adquiriram poderes graças a tragédias, sofrendo mutilações ou desequilíbrio mental no processo. A Patrulha do Destino foi concebida desta forma pelos autores dos quadrinhos, Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, que queriam personagens capazes de causar mais medo e repulsa que as reações positivas associadas aos super-heróis. Nisto são parecidos com os X-Men, com quem costumam ser comparados. Com o detalhe de que os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. O anúncio de Matt Bomer também confirma que “Doom Patrol” (o título original) terá elenco diferente daquele que será introduzido na série dos “Titãs”. Originalmente apresentada como um spin-off, a produção só manterá uma intérprete inalterada entre a aparição nos Titãs e a estreia da série própria. Curiosamente, é uma das poucas personagens que não se disfarça, a Mulher-Elástica. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a heroína tanto em “Titã” quando na série da Patrulha. Os demais intérpretes são Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) como o Homem-Robô, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue e Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como o Dr. Niles Caulder, mais conhecido como O Chefe. Eles enfrentarão Alan Tudyk (da série “Powerless”), que viverá o vilão Sr. Ninguém. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado pelo produtor Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de oito adaptações de quadrinhos da DC Comics, nove se “Batwoman” for confirmada, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e aumentará seu recorde histórico para 16 séries em produção simultânea. Ainda sem previsão de estreia, “Doom Patrol” fará parte da programação exclusiva da plataforma de streaming DC Universe, lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Série de super-heróis Titãs é renovada para a 2ª temporada antes da estreia

    4 de outubro de 2018 /

    A plataforma DC Universe anunciou a renovação de “Titãs” (Titans), sua primeira série original, para a 2ª temporada. O anúncio foi feito na New York Comic Con na noite de quarta (4/10), uma semana antes da estreia prevista da atração nos Estados Unidos, demonstrando grande confiança no material. E também vem logo após a Warner negociar a distribuição internacional da série com a Netflix. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, outros heróis dos quadrinhos também vão aparecer na série, como a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Jason Todd, que é o segundo Robin (vivido por Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), Donna Troy, a Moça-Maravilha/Troia (Conor Leslie, da minissérie “Shots Fired”) e o grupo Patrulho do Destino, que ganhará um spin-off após a estreia em “Titãs”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, mas ainda não há previsão para sua estreia na Netflix. É possível que a Warner só libere os episódios após o último capítulo ir ao ar nos Estados Unidos. Como são 13 episódios semanais, isso deixaria o lançamento nacional para janeiro de 2019.

    Leia mais
  • Filme

    Animação da Arlequina ganha primeiro teaser com dublagem de Kaley Cuoco

    4 de outubro de 2018 /

    O DC Universe divulgou o primeiro teaser da série animada da Arlequina, desenvolvido especialmente para a New York Comic Con. O vídeo foi acompanhado pelo anúncio de que Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) será a responsável por dublar a protagonista na atração. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco faz um ótimo trabalho na prévia, em que a vilã demonstra timing cômico. No teaser, Arlequina aparece bastante animada, em franco contraste com sua colega deprimida de cela no Asilo Arkham, Hera Venenosa, para anunciar o que se pode esperar de sua animação: “Comédia, ação, violência e, diferente do desenho do Deadpool, realmente vai ser lançada”. A cutucada na Marvel se deve ao fato da série animada do Deadpool ter sido anunciada, mas não vai sair do papel. Saiba mais aqui. Hera retruca: “Eu pensei que fosse para a gente fazer uma show sombrio, sangrento e depressivo. Uma coisa tipo como a DC sempre faz”. O que é outra crítica, embutida em piada. No fim, tem até uma participação especial de Batman, que aparece para garantir que não há diversão no Asilo Arkham. Outra novidade revelada pelo teaser diz respeito à aparência da Arlequina. Na primeira arte liberada, a personagem aparecia com um visual muito diferente, mais próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida”, mas a prévia mostra outro caminho, mantendo o estilo adotado nas produções de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. Mesmo assim, a série não é uma produção do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a igualmente excelente voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Powerless”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Mas ainda não há previsão de estreia. A expectativa é que a Warner mantenha o modelo de negócios de “Titãs” (Titans), outra série do DC Universe, e negocie a distribuição internacional da Arlequina com a Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Atriz anuncia saída da série Brooklyn Nine-Nine

    3 de outubro de 2018 /

    O salvamento de “Brooklyn Nine-Nine” não impediu que um integrante do elenco se perdesse pelo caminho. A série, que foi cancelada pela Fox no fim da temporada passada, mas regatada pela NBC para exibir sua 6ª temporada, voltará com a despedida de Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti. A própria atriz anunciou sua saída da série no Twitter. “Fãs de ‘Brooklyn Nine-Nine’, olá! Eu não vou participar da 6ª temporada completa da série”, escreveu. “Isso não significa que eu nunca mais vou voltar. Eu quero agradecer a todos vocês pelas horas que passaram assistindo a Gina ser Gina: Confiante, idiota-mas-esperta, enérgica, cheia de ritmo e de radiação de celular.” Ela ainda citou Emmy Rossum, republicando o textão da atriz quando ela anunciou sua respectiva saída de “Shameless”, como forma de resumir o que sentia diante da decisão. E o criador da série, Dan Goor, respondeu com a sua própria declaração, dizendo que ele e o parceiro Mike Schur tentaram “com todas as nossas forças criar uma história final para Gina que fizesse justiça à personagem”. “É triste ver um membro da família ir embora, mas estamos orgulhosos de Chelsea e animados para ver o que ela fará a seguir. Além disso, posso dizer que não será sua última aparição da série. Quer dizer, ela foi atropelada por um ônibus e só faltou a uma semana de gravação!” Peretti faz parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios da série até hoje. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ainda não tem data de estreia definida. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago TBS e pela Netflix. B99 fans. Hiiiiiiiiiiii. Chelsea Peretti, here. I won't be doing a full season of Brooklyn Nine Nine in Season 6. But that doesn’t mean I won’t ever be back, winky face emoji, heart emoji. I want to thank you for the hours you spent watching Gina be Gina: — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 pic.twitter.com/yGQ2opK3IH — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 Here's my statement about the incredibly amazing @chelseaperetti. pic.twitter.com/OZAuEU7DSc — Dan Goor (@djgoor) 3 de outubro de 2018

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie