Warrior: Série baseada em manuscritos de Bruce Lee ganha primeiro trailer
O canal pago americano Cinemax divulgou o primeiro trailer de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). A prévia, claro, é cheia de ação e artes marciais. A produção chegou a ser esboçada por Lee antes dele morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama foram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A trama é descrita como visceral, sobre um lutador talentoso, mas moralmente corrupto, na Chinatown de San Francisco durante a segunda metade do século 19. O protagonista é Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”), um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assina o piloto da atração, e da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. “Warrior” vai estrear neste ano, mas ainda não teve sua data de lançamento divulgada.
Bastidores de Black Mirror: Bandersnatch mostram desafios da produção sem revelar segredos
A Netflix finalmente divulgou um vídeo de bastidores sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, filme interativo que estreou há uma semana (28/12). A prévia dá caras, bocas e sons às diversas frases já registradas sobre a produção da obra, numa espécie de resumo dos desafios enfrentados. Não há nenhuma novidade que não tenha sido coberta pelas reportagens sobre a produção. Há até a recusa inicial de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, ao ser abordado para materializar o projeto do primeiro filme adulto interativo da plataforma. “Primeiro pensei: ‘não, não quero fazer isso’. Depois, de forma irritante, tive uma ideia que cairia bem”, conta ele, que acabou feliz com o resultado: “É muito, muito ‘Black Mirror’. Tem vários elementos diferentes de ‘Black Mirror’, todos ao mesmo tempo, e acho que funciona”. O vídeo também lembra que a Netflix começou a introduzir elementos interativos em séries infantis, como “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais – mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato: “Mosaic”, lançada em janeiro do ano passado na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Mas o vídeo de bastidores tem pouquíssimo a falar sobre isso, provavelmente para não revelar os segredos comerciais do negócio. Há planos para lançar outros projetos a partir da tecnologia desenvolvida para “Bandersnatch”. Veja o que a Netflix preferiu contar no vídeo abaixo, que não poupa o espectador de enorme louvação sobre a própria Netflix.
Novo teaser de O Justiceiro confirma data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e um novo teaser da 2ª temporada de “O Justiceiro”, que confirma a data de estreias da atração. O vídeo também junta o personagem-título, vivido por Jon Bernthal, e seu antagonista Billy Russo, papel de Ben Barnes, que voltarão a se enfrentar nos próximos capítulos. Apesar de Russo aparecer com uma máscara, ele não vai assumir a alcunha de Retalho, como é conhecido nos quadrinhos. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em data ainda não revelada. Os novos episódios do Justiceiro chegam em 18 de janeiro em streaming.
Retrospectiva: As 50 melhores séries de 2018
A lista das melhores séries de 2018 é dominada por produções de streaming, principalmente da Netflix. E não é surpresa. Trata-se da plataforma que mais produz séries no mundo. Tamanha quantidade tem levado, inclusive, a cancelamentos precoces. Não por acaso, até séries que tiveram suas produções interrompidas pela gigante do streaming acabaram entrando na seleção abaixo. Mas não é só quantidade. Outro fator que valoriza as atrações da Netflix, Amazon Prime Video, Crackle, YouTube Premium e Facebook Watch é seu alcance internacional. As séries desses serviços chegam no mundo inteiro de forma simultânea. Este é um dos desafios que ainda enfrentam Hulu e CBS All Access, por exemplo. Por conta da falta de distribuição, a incensada “The Handmaid’s Tale” só chegou por aqui após quase um ano de atraso numa negociação com um canal pago. Não bastasse a acessibilidade, Netflix e Amazon também desbravam fronteiras para garimpar programas do mercado internacional. Séries de impacto local, como “La Casa de Papel”, acabam se tornando fenômenos mundiais ao chegar ao streaming. E a ambição desses serviços ainda gera investimento em novas produções exclusivas globais. Sinal do quanto essa tendência ficou forte é que até a Globo entrou no streaming, dando maior atenção ao Globoplay, tanto no fomento de conteúdo exclusivo quanto na distribuição de séries estrangeiras. Essa mudança de paradigma fez com que, pela primeira vez, a maioria das séries que se destacaram nos Estados Unidos em 2018 puderam ser acompanhadas sem muito atraso no Brasil. O resultado reflete-se na lista das 50 melhores séries e minisséries do ano. Organizada em ordem alfabética e levando em conta apenas programas disponibilizados no Brasil, a relação inclui links que trazem mais informações sobre cada produção – basta clicar nos títulos das atrações para saber mais sobre elas. A Very English Scandal – Amazon Prime Video Altered Carbon – Netflix Atlanta – Fox Premium Babylon Berlin – Netflix Barry – HBO Better Call Saul – Netflix Big Mouth – Netflix Billions – Netflix Black Mirror – Netflix Bodyguard (Segurança em Jogo) – Netflix Brooklyn Nine-Nine – TBS Cobra Kai – YouTube Premium Counterpart – TNT Series Daredevil (Demolidor) – Netflix Derry Girls – Netflix Glow – Netflix Homecoming – Amazon Prime Video Ilha de Ferro – Globoplay Jack Ryan – Amazon Prime Video Killing Eve – Globoplay La Casa de Papel – Netflix Legends of Tomorrow – Warner Maniac – Netflix My Brilliant Friend (A Amiga Genial) – HBO Narcos: México – Netflix Ozark – Netflix Pose – Fox Premium Sharp Objects (Objetos Cortantes) – HBO Sally4Ever – HBO Samantha! – Netflix Sorry for Your Loss – Facebook Watch Watch Succession – HBO The Americans – Fox Premium The Assassination of Gianne Versace – FX The Deuce – HBO The End of the F***ing World – Netflix The Good Fight – Amazon Prime Video The Good Place – Netflix The Handmaid’s Tale – Paramount The Haunting Of Hill House (A Maldição da Casa Hill) – Netflix The Last Kingdom – Netflix The Marvelous Mrs. Maisel (A Maravilhosa Sra. Maisel) – Amazon Prime Video The Oath – Crackle The Terror – AMC The 100 – Warner Travelers – Netflix Trust – Fox Premium Westworld – HBO Wynonna Earp – Netflix You (Você) – Netflix
Black Summer: Universo de Z Nation vai ganhar prólogo na Netflix
Uma das piores séries da TV americana, “Z Nation” teve um final à altura no canal pago SyFy na sexta (28/12), para constar em antologias dos piores series finales já feitos. Mas isso ainda não significa misericórdia para esse universo trash de zumbis falantes. Após cinco temporadas irredimíveis, a podridão agora vai se infiltrar na Netflix, com a produção de uma série derivada. A produtora Asylum, responsável por “Z Nation” e os telefilmes de “Sharknado”, está atualmente gravando “Black Summer”, um prólogo centrado no começo do surto zumbi. A nova atração é do mesmo criador de “Z Nation”, Karl Schaefer, em parceria com o produtor daquela série, John Hyams, e será estrelada pela atriz Jaime King (“Hart of Dixie”). Na trama, a atriz interpretará uma mãe, que é separada de sua filha durante o surto zumbi e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela deve desbravar em um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o verão mais mortal do apocalipse zumbi. Durante a última San Diego Comic-Con, Shaefer prometeu que “Black Summer” não seria uma nova série de zumbis palhaços como “Z Nation”. Em vez disso, seria outra “The Walking Dead”. Ou melhor, uma versão não trash e assustadora do surto zumbi. “Black Summer” terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia.
The Orville estreia 2ª temporada com uma das maiores audiências da série
A 2ª temporada de “The Orville” estreou com aumento considerável de audiência nos Estados Unidos. O episódio inaugural da temporada foi assistido por 4,7 milhões de telespectadores ao vivo e 5,6 milhões na soma de outras plataformas no domingo (30/12) na rede Fox, um crescimento de 67% em relação ao season finale (3,5 milhões de telespectadores) e acima da média da 1ª temporada (4,3 milhões). O público foi tão grande que só perde para os dois primeiros episódios da série. O detalhe é que eles têm algo em comum. Tanto o começo da 1ª temporada como o início da atual foram exibidos após um jogo da NFL, a liga de futebol americano. Isto ajudou a inflar a audiência. Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, que homenageia/parodia “Star Trek: A Nova Geração”. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” é exibida no Brasil pelo canal pago FX.
Kingdom: Série sul-coreana de zumbis ganha novo trailer aterrorizante
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. E a nova prévia concentra diversos momentos aterrorizantes da trama, que mistura zumbis e espadachins. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Produção de Bandersnatch atrasa estreia da 5ª temporada de Black Mirror
A 5ª temporada de “Black Mirror” vai chegar bem mais tarde do que o esperado por conta do lançamento do filme interativo “Bandersnatch”. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, os produtores Charlie Brooker e Annabel Jones confirmaram que a nova temporada precisou sofrer adiamento, devido à complexidade da produção do “episódio” interativo. Além disso, “Black Mirror: Bandersnatch” já representa um lançamento da série, possibilitando uma distância maior para a disponibilização dos novos episódios. Os produtores mantém que a temporada deve ser lançada ainda em 2019, embora a Netflix não tenha oficializado a informação.
O Justiceiro queima perdão presidencial em teaser da 2ª temporada
A Marvel divulgou em seu Twitter um teaser da 2ª temporada da série “O Justiceiro”, que mostra o personagem-título, vivido por Jon Bernthal, queimando um perdão presidencial por seus crimes, em preparação para novos atos de vigilantismo. O detalhe é que o post não foi replicado pela Netflix, que ainda não fez divulgação da volta da série, que acontece em poucos dias. Cientes disso, os seguidores da Marvel comentaram que o destino da série já estaria selado: cancelamento uma semana após a estreia dos novos episódios. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª e também provavelmente última temporada em data ainda não revelada. A estreia dos novos episódios do Justiceiro deve acontecer em 18 de janeiro em streaming. Back to work. #ThePunisher pic.twitter.com/VFL98VxqJL — Marvel Entertainment (@Marvel) 1 de janeiro de 2019
Vídeo e pôster de Stranger Things revelam data da 3ª temporada
A Netflix divulgou o primeiro pôster e um vídeo de “Stranger Things”, que revelam a data da 3ª temporada. Ambos parecem similares, mas não são. Enquanto o vídeo comemora a entrada de Ano Novo, numa gravação de 1985, o pôster mostra fogos de artifício em outro contexto. Basta observar que as crianças da série estão com roupas de verão para perceber que a comemoração se passa em outra época. Para reforçar, o texto em português ainda reforça que “tudo pode mudar em um verão”. Os fogos que estouram no cartaz são do feriado de 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos, e revelam que Eleven (Millie Bobby Brown) e Mike (Finn Wolfhard) continuam juntos, além de mostrar Max (Sadie Sink) bastante integrada com os meninos Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Will (Noah Schnapp). Mas não seria “Stranger Things” se a imagem não incluísse detalhes de um novo monstro gosmento entrando em cena. A arte não faz referência à principal novidade da temporada, a inauguração do primeiro shopping center da cidadezinha de Hawkins, onde Steve (Joe Keery) começará a trabalhar como balconista de uma sorveteria, ao lado de uma nova personagem, chamada Robin, que é vivida por Maya Hawk, filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). Ela estreou como atriz na minissérie britânica “Little Women”, no final de 2017, e será a principal novidade da 3ª temporada de “Stranger Things”. Os novos episódios da série estreiam em 4 de julho em streaming.
BBC encomenda nova minissérie baseada em mistério de Agatha Christie
A rede britânica BBC vai continuar investindo em minisséries baseadas nas obras de Agatha Christie. Após a exibição de “Os Crimes ABC” na semana passada, já encomendou outra adaptação, desta vez baseada em “E no Final a Morte” (Death Comes as the End), único livro “de época” da escritora. Vale lembrar que, embora as adaptações de Agatha Christie se passem no começo do século 20, aquele era o período contemporâneo na época em que os livros foram lançados. Já a história de “E no Final a Morte” se passa em Tebas, no Egito, 2 mil anos antes de Cristo. O livro acompanha uma família nobre num mistério envolvendo assassinatos, sucessões e magia. A trama de inicia quando o sacerdote Imohtep apresenta sua nova concubina Nofret para sua família, o que acaba em confusão e morte. A série será escrita por Gwyneth Hughes, que adaptou recentemente o clássico literário “A Feira das Vaidades” (Vanity Fair), de William Makepeace Thackeray, para a BBC, com duração prevista para três episódios. Ainda não há previsão de estreia.
Veja os primeiros minutos da 2ª temporada de American Gods
O canal pago americano Starz divulgou os primeiros minutos da 2ª temporada de “American Gods”. Após passar por vários problemas na produção, a série vai retornar em março, com um hiato de 21 meses desde o final da 1ª temporada. O atraso imenso se deve aos bastidores conturbados da atração, que desde o último episódio exibido perdeu seus showrunners e até o substituto. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Mas alguns atores preferiram deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade aos produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, que foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz a série. Para o lugar deles, a produtora promoveu Jesse Alexander (“Agent X”). Mas ele também caiu durante a gravação dos novos episódios. Segundo o site The Hollywood Reporter, Alexander foi proibido de aparecer no set, acompanhar a edição do material gravado ou participar de qualquer forma da produção. A crise teria sido gerada pela rejeição do roteiro do episódio final da temporada. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a Fremantle chegou a paralisar a produção até encontrar um final satisfatório. Superados os problemas, a 2ª temporada de “American Gods” teve sua estreia marcada para 10 de março. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional. Your worship of #AmericanGods has been rewarded. Check out the first three minutes of Season 2, and don't miss the premiere March 10 on @STARZ. pic.twitter.com/Vnu3x1GI1s — American Gods (@AmericanGodsSTZ) 30 de dezembro de 2018
June Whitfield (1925 – 2018)
A atriz inglesa June Whitfield, que teve longa carreira na TV britânica, morreu em sua casa na noite de sexta-feira (28/12), aos 93 anos. Sua trajetória de mais de cinco décadas de produções televisivas inclui diversos sucessos, entre eles as sitcoms “Happy Ever After” (1974–1979) e “Terry and June” (1979–1987), nas quais viveu as principais personagens femininas. Mas ela é mais lembrada por uma produção recente, “Absolutely Fabulous” (1992–2012), em que interpretou a mãe da protagonista e criadora da atração, Jennifer Saunders. Whitfield também fez incontáveis participações especiais, aparecendo até num episódio duplo de “Doctor Who”, em 2009, num capítulo do popular sitcom americano “Friends”, em 1998, e como Deus em “You, Me and the Apocalypse”, em 2015. Seu último trabalho foi no filme baseado em “Absolutely Fabulous”, lançado nos cinemas em 2016.












