Interatividade de Black Mirror: Bandersnatch não funciona em diversos dispositivos
O filme interativo da Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch”, foi lançado “de surpresa” na sexta (28/12) e rapidamente despertou a curiosidade dos usuários do serviço de streaming, bem como da imprensa. Tem até quem acha que nem se trata de um filme, mas de um simples videogame, como apurou o site Deadline junto a especialistas. Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme/game não funciona em seus dispositivos. Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não rodam o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Também não dá para assistir a “Bandersnatch” usando o Google Chrome, Apple TV ou Amazon Fire, por motivos técnicos. Os usuários que tentarem acessar o episódio interativo nessas plataformas estão vendo algo muito anti-climático: um pequeno vídeo de personagens de outros episódios pedindo desculpas. A plataforma de streaming não explicou o motivo do filme não “rodar” nesses dispositivos. Em vez disso, divulgaram que “Black Mirror: Bandersnatch” funciona na maioria das Smart TVs, em dispositivos Roku e em consoles de videogame como o PS4 e o Xbox One.
Pinky Malinky: Série animada de salsicha adolescente ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado da série animada “Pinky Malinky”, sua primeira parceria com o canal infantil Nickelodeon. A animação acompanha as aventuras de uma salsicha masculina adolescente, o Pinky Malinky do título, que não só fala como começa a frequentar o colégio local, onde busca se tornar popular. O projeto tem quase uma década. Criado por Chris Garbutt e Rikke Asbjoern, surgiu como um curta do Cartoon Network europeu em 2009 e recebeu encomenda de sua 1ª temporada em 2015 na Nick. O detalhe é que, desde então, enfrentou inúmeros adiamentos de sua estreia, virando vítima de procrastinação deliberada. A prévia revela um conteúdo absolutamente nonsense, que pode ter sido responsável pela desistência da Nick. O fato é que a produção acabou entrando no recente acordo de parceria entre a Paramount e a Netflix, que visa a produção de novos projetos exclusivos para o streaming. Não só isso: a Netflix também teria já encomendado sua 2ª temporada. A 1ª temporada da animação tem 20 episódios e traz Lucas Grabeel (da franquia “High School Musical”) como a voz original (em inglês) do salsicha protagonista. “Pinky Malinky” estreia na Netflix na terça (1/1).
Siren: Novos comerciais destacam a chegada de mais sereias à série
O canal pago Freeform divulgou dois novos comerciais da 2ª temporada de “Siren”. E eles destacam a chegada de novas sereias em busca de refúgio na cidadezinha de Bristol Cove. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando o surgimento de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, trazidos à tona pela pesca sem controle que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como Ryn, a sereia principal. E é curioso que a atriz também tenha vivido uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, antes de ser contratada para a série. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019.
Deborah Ann Woll vai voltar a viver Karen Page em O Justiceiro
O cancelamento da série “Demolidor” não foi a despedida da atriz Deborah Ann Woll do universo das séries da Marvel. Em entrevista para o site Collider, o showrunner Steve Lightfoot revelou que a atriz voltará a viver Karen Page na 2ª temporada de “O Justiceiro”. “O relacionamento dela com Frank Castle vai continuar sendo muito importante”, afirmou o produtor de “O Justiceiro”, que ainda destacou: “Deborah tem um papel enorme nessa temporada”. Mas os fãs não devem se animar muito, porque “O Justiceiro” deve ser cancelado logo após a exibição dos novos episódios, considerando a postura bélica da Netflix em relação às produções da Disney. Pesquisas de duas empresas diferentes apontaram que “Demolidor” era uma das séries de maior audiência da Netflix quando foi cancelada, juntando-se a “Punho de Ferro” e “Luke Cage” na lista de dispensas da plataforma. Um fio de esperança reside no fato de “O Justiceiro” não fazer parte da lista original de séries encomendadas pela Netflix e, por isso, possuir contrato diferenciado. Não está claro se o acordo de sua produção também inclui a cláusula que proíbe a retomada da produção por um período de dois anos após seu cancelamento. Esta cláusula impede a Disney de relançar as três séries já canceladas de forma imediata. Se “O Justiceiro” não tiver essa ressalva, a Netflix pode se ver mais inclinada a renová-la, já que a série poderia ressurgir imediatamente no Hulu, FX, ABC ou (muito dificilmente) no vindouro serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “O Justiceiro” retorna em janeiro na Netflix, em dia ainda não revelado.
Queen Sono: Foto da primeira série africana da Netflix destaca atriz de Quantico
A Netflix divulgou a primeira foto oficial de “Queen Sono”, que também é a primeira série original da plataforma de streaming produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga (“Mais uma Página”), “Queen Sono” é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título e é o destaque da imagem divulgada. A trama traz a atriz como uma espiã altamente treinada de uma agência governamental da África do Sul. Quando assume sua missão mais perigosa, ela também deve enfrentar mudanças de relacionamentos em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado com o diretor e a produtora da série no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), distribuído em 2018 pela Netflix. “Estamos muito satisfeitos em criar esta série original com a Netflix e estamos super animados com sua inegável capacidade de levar essa história sul-africana para uma audiência global. Acreditamos que ‘Queen Sono’ vai abrir a porta para mais histórias incríveis desta parte do mundo”, disse Kagiso Lediga em comunicado. A série ainda não tem previsão de estreia.
Diretor compartilha vários vídeos e fotos dos bastidores da série do Monstro Pântano
O diretor Len Weiseman (“Anjos da Noite”) compartilhou em seu Instagram vários vídeos e fotos dos bastidores das filmagens da série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano. Ele chegou a postar até a explosão que origina a criatura do título. Vídeos e imagens destacam também a participação da atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham” e ficou com o papel principal na nova série da DC Comics. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo e aparece numa das fotos e num vídeo abaixo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, onde é retratada como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte de Holland, sem saber que os dois são a mesma pessoa. Nos quadrinhos, ele ainda acaba se envolvendo e casando com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble surgirá como filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e como ex-namorado de Abby na adolescência. Já a xerife Cable, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada, num mix da origem do personagem e do começo do arco de Moore na publicação. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal” e “Aquaman”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma de streaming DC Universe em maio nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. @pedroluque always adding a spot of romance to the occasion Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 9:35 PST Visualizar esta foto no Instagram. Actors Are Traveling @crystalmreed @andybeanofficial #SwampThing #ShootDay??? Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 11:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. Saw this on local news – had no idea they were hiding in the bushes – could have used the fifth camera #Overboard #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 8:08 PST Visualizar esta foto no Instagram. Anatomy Class with @andybeanofficial and @crystalmreed Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 11:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. Swamp Photo Booth Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 15 de Dez, 2018 às 11:44 PST
Shadowhunters: Primeiro comercial do final da série explora morte da protagonista
O canal americano Freeform divulgou o primeiro comercial da metade final da 3ª temporada de “Shadowhunters”. A prévia dramática reforça o sentimento de culpa de Jace (Dominic Sherwood) pela morte de Clary (Katherine McNamara). Claro que os fãs não precisam se preocupar, pois até Jace já “morreu” na série. Foi no final da temporada anterior, quando os papéis estavam invertidos e quem chorava era Clary. Mas ele melhorou de saúde logo em seguida. Com essa criatividade toda, a série acabou cancelada. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os 10 episódios originalmente produzidos para a midseason e mais dois capítulos “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes sejam apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptam o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare. O final de “Shadowhunters” começa a ser exibido em 25 de fevereiro nos Estados Unidos.
Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial
A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.
The Walking Dead foi a série mais pirateada por torrent em 2018
O site Torrent Freak publicou seu ranking anual das séries mais pirateadas via torrent. E como em 2018 não teve “Game of Thrones” o campeão foi “The Walking Dead”, quebrando uma sequência de seis anos seguidos da série da HBO. Não chega a ser surpresa, já que “The Walking Dead” foi a segunda série mais baixada durante o reinado de “Game of Thrones”. Curiosamente, logo depois da produção do canal pago AMC aparecem duas séries da TV aberta americana, “The Flash” e “The Big Bang Theory”, em 2º e 3º lugares. As séries de super-heróis da DC, por sinal, dominam o ranking, com a inclusão ainda de “Titãs” (Titans), “Arrow” e “Legends of Tomorrow” no Top 10. Outro detalhe que chama atenção é a ausência de produções originais da Netflix. O ranking se refere apenas à séries pirateadas via torrent. Vale lembrar que, atualmente, piratas oferecem até streaming. Confira o Top 10 abaixo. 1. “The Walking Dead” 2. “The Flash” 3. “The Big Bang Theory” 4. “Vikings” 5. “Titans” 6. “Arrow” 7. “Supernatural” 8. “Westworld” 9. “Legends of Tomorrow” 10. “Suits”
Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix
A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.
PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha primeiro teaser bizarro
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que as duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras, já que elas contracenam com crianças de 13 anos de verdade. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.
Miracle Workers: Série de anjos estrelada por Daniel Radcliffe ganha primeiro trailer
O canal pago TBS divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Miracle Workers”, série passada no Céu, que traz Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como um anjo idealista determinado a salvar o mundo, a partir do negligenciado departamento das Preces Atendidas. O problema é que só um milagre pode salvar o mundo. Mas o patrão de Daniel, também chamado de Deus, está mais inclinado a abrir um novo restaurante. Ou acabar com a vida na Terra. Não necessariamente nesta ordem. Sem saber o que fazer, caberá ao anjo lutar pela humanidade. O elenco destaca Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”) como Deus, além de Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”), Jon Bass (“A Grande Jogada”), além de participações de Angela Kinsey (“The Office”), Tituss Burgess (“The Unbreakable Kimmy Schmidt”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”). A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a série de comédia romântica “Man Seeking Woman”. A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos.
Valley of the Boom: Série sobre a internet nos anos 1990 ganha novo trailer
O canal pago National Geographic divulgou o pôster, novas fotos e o segundo trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet, que só agora ganhou data de estreia. A nova produção foca sua trama na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização com depoimentos de técnicos de informática, especialistas variados e testemunhas dos eventos, em intervenções típicas de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Não é exatamente excitante ter uma cena interrompida para que um técnico explique o que está acontecendo. O detalhe é que quando deixa de ser séria, a série é uma comédia, com diálogos que pendem para o humor negro, aumentando ainda mais o ruído estrutural. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. A estreia está prevista para 13 de janeiro nos Estados Unidos.












