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    Fotos e trailer legendado confirmam que El Camino começa um minuto após final de Breaking Bad

    24 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e o trailer do filme derivado de “Breaking Bad”, uma das melhores séries de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. A prévia mostra Pinkman logo após a situação em que foi visto pela última vez na série original, fugindo num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O vídeo confirma que o filme começa a partir deste desfecho, além de revelar o reencontro do protagonista com os parceiros de sua gangue, Badger e Skinny Pete, e sua busca por dinheiro em antigos esconderijos, enquanto a polícia realiza uma busca intensiva por seu paradeiro. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Jesse Pinkman, retorna ao papel, assim como Matt Jones e Charles Baker como seus capangas, na nova produção que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.

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    El Camino: Jesse Pinkman retorna em novo teaser do filme derivado de Breaking Bad

    23 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou novos pôster e teaser do filme derivado da série “Breaking Bad”, uma das melhores de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. Assim, a nova prévia mostra Pinkman em seu carro de fuga, ouvindo no rádio o que a polícia encontrou nos instantes finais da série original. Ao final da série, Pinkman partiu em disparada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), após ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O filme deve começar logo depois deste desfecho. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Jesse Pinkman, está confirmado como protagonista da produção, que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.

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  • Filme

    Apesar da vitória histórica no Emmy, Fleabag não deve ter nova temporada

    23 de setembro de 2019 /

    Apesar das quatro vitórias no Emmy 2019, a série “Fleabag” não deve ganhar uma nova temporada. Sua criadora, roteirista e protagonista Phoebe Waller-Bridge já tinha decidido que a 2ª temporada seria o final da série, antes de ser surpreendida com os prêmios da Academia da Televisão dos Estados Unidos na noite de domingo passado (22/9). Nos bastidores da premiação, ela afirmou que não mudou de ideia. “Para ser completamente honesta, me parece o jeito mais bonito de me despedir dela”, explicou. “A história parece estar completa. É muito bom ouvir que tantas pessoas a amaram, é quase como se ela não devesse ter dado tchau ao final… mas parece o jeito certo de encerrá-la, no ponto alto”. Só que a pressão deve aumentar sobre Waller-Bridge. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, já tinha dito em julho que “nada nos faria mais feliz do que tê-la fazendo outra temporada desse programa ou o que quer que ela queira fazer”. Adaptação de uma peça criada pela própria Waller-Bridge, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem tentando lidar com uma tragédia recente em Londres, na Inglaterra. Na 2ª temporada, a protagonista encontra um padre que a incentiva a ver o mundo de outra forma. Parece muito triste, mas é uma comédia de humor depreciativo. O elenco da série inclui ainda Olivia Coleman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”. A produção foi vencedora do Emmy nas categorias de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia. Dos quatro troféus, três foram para Waller-Bridge. As duas temporadas da série estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime Video.

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    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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    Supergirl: Trailer completo da 5ª temporada apresenta nova vilã e novo uniforme

    22 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o trailer completo do episódio de estreia da 5ª temporada de “Supergirl”. O vídeo destaca a chegada da nova vilã Meia-Noite (Jennifer Cheon Garcia), a raiva de Lena Luthor (Katie McGrath), uma aparição do Monitor (LaMonica Garrett) e a mudança do uniforme da heroína, que se torna mais conservador e menos colorido, com a troca da icônica saia vermelha por uma calça comprida azul. Além de trajar uniforme diferente, a atriz Melissa Benoist também aparece com franjas. A 5ª temporada de “Supergirl” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Emmy 2019: Conheça os indicados e todos os detalhes da cerimônia de premiação deste domingo

    22 de setembro de 2019 /

    A 71ª edição do Emmy Awards, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, conclui-se neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. Considerado o “Oscar da TV”, o evento é dividido em três noites e já entregou os chamados “prêmios criativos” (basicamente técnicos) no fim de semana passado. Por isso, o líder em indicações, “Game of Thrones”, já levou 10 das 32 estatuetas a que concorre neste ano. Além de “Game of Thrones”, que se despede como série mais premiada da história do Emmy, a cerimônia também pode fazer a atriz Julia Louis-Dreyfus atingir o recorde de sete troféus pelo mesmo papel, na série “Veep”, e igualar o recorde de Cloris Leachman como atriz de TV mais premiada de todos os tempos, com nove vitórias na carreira. O que torna sua disputa com Rachel Brosnahan, a “Maravilhosa Mrs. Meisel”, uma das mais esperadas da noite. Outro confronto que gera expectativas vai se dar entre as minisséries aclamadas “Chernobyl” e “Olhos que Condenam”. Assim como aconteceu o Oscar 2019, a entrega de prêmios da Academia da Televisão deste ano não terá apresentador. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação será realizada dessa forma. A última vez foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, a cerimônia foi mais rápida, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Don Mischer, responsável pelo evento, disse que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”. Algumas “surpresas”, porém, já vazaram. Se não vai haver apresentador, o Emmy terá, em compensação, um narrador oficial. O comediante Thomas Lennon (“Santa Clarita Diet”) vai fazer algumas intervenções de áudio entre os anúncios e os discursos dos vencedores – os famosos “comentários” com factoides sobre os premiados. A cerimônia também romperá com a tradição de ter acompanhamento orquestral ao vivo. Em vez disso, o evento será embalado por hits que tenham relação com séries, personagens ou astros premiados. Algumas participações especiais já estão confirmadas. A sessão “In Memoriam”, que homenageia artistas falecidos no último ano, será acompanhada por uma performance ao vivo da cantora Halsey. E o comediante Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) comandará um número musical na introdução das categorias de variedade. O Emmy 2019 será exibido na íntegra a partir das 20h, desde seu tapete vermelho, no canal pago TNT. Mas também poderá ser acompanhado em outras plataformas. Veja aqui todas as alternativas. Aproveite para lembrar abaixo os indicados que competem pelos troféus mais cobiçados do evento. Além destes, já foram anunciados os vencedores das categorias de documentário e reality show, os premiados em animação e os principais prêmios técnicos do Emmy 2019. Clique nos links para saber mais. Indicados ao Emmy 2019 Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? Melhor Programa de Variedade Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live! Last Week Tonight The Daily Show with Trevor Noah The Late Late Show with James Corden The Late Show with Stephen Colbert Melhor Programa de Competição RuPaul’s Drag Race American Ninja Warrior Mandou Bem! (Nailed It) Top Chef The Voice The Amazing Race

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    Criadora e atriz de The L Word desenvolvem série LGBTQIA+ para canal adolescente da Disney

    22 de setembro de 2019 /

    Ilene Chaiken e Jennifer Beals, respectivamente criadora e estrela da série “The L Word”, juntaram-se num novo projeto LGBTQIA+. Desta vez, para adolescentes. As duas vão produzir o piloto de uma adaptação do aclamado romance “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid, para o canal pago da Disney voltado à adolescentes, o Freeform. A produção dramática é o primeiro projeto do estúdio Fox 21, agora propriedade da Disney, a ganhar encomenda do Freeform. A história de “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo” gira em torno de Monique, uma jornalista de 20 e poucos anos que é escolhida a dedo por Evelyn Hugo, uma estrela icônica da Era de Ouro de Hollywood, para escrever sua biografia. A trama acontece em tempos paralelos, acompanhando as memórias de juventude de Evelyn, em seus desafios de carreira, busca de afirmação racial e sexualidade, e o impacto dessas revelações na vida de Monique, que passa a assumir riscos para descobrir sua verdadeira identidade – que pode ter a ver com a própria estrela de cinema. O projeto é o segundo romance de Reid atualmente em fase de adaptação para o formato de série. O outro é “Daisy Jones & The Six”, em desenvolvimento para a Amazon com produção da também atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Para o Freeform, “The Seven Husbands of Evelyn Hugo” (título original) reflete sua nova meta de virar o canal dos “becomers” – telespectadores em vias de se definir em relação ao amor, aos estudos e à profissão. Caso o piloto seja aprovado, a série vai se juntar a “Grown-ish” e “The Bold Type”, que exemplificam o tipo de produção almejada. As produtoras Ilene Chaiken e Jennifer Beals também estão envolvidas na nova série derivada de “The L Word”, chamada de “The L Word: Generation Q”, em que Beals vai reprisar o papel de Bette Porter, que viveu na série original. Esta série estreia em 8 de dezembro no canal pago americano Showtime.

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  • Série

    Billie Lourd vai homenagear a avó Debbie Reynolds com participação especial em Will & Grace

    21 de setembro de 2019 /

    A atriz Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) fará participação especial na última temporada de “Will & Grace” num papel em homenagem à sua avó, a célebre atriz Debbie Reynolds (“Dançando na Chuva”). Ela vai aparecer na série como Fiona, sobrinha de Grace (Debra Messing) e neta de Bobbi Adler, personagem interpretada por sua avó nas primeiras temporadas da série. Reynolds viveu Bobbi Adler em 12 episódios ao longo das oito temporadas originais de “Will & Grace”. A atriz faleceu em 28 de dezembro de 2016, um dia depois de sua filha, Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia de “Star Wars”). O episódio com a participação de Lourd será gravado na próxima quarta (25/9) e mostrará Fiona tentando se reconectar com a tia Grace. A despedida da série terá 18 episódios, mas ainda não teve data de estreia divulgada pela rede NBC. No Brasil, a nova fase da série de comédia, que foi revivida em 2017, é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Série

    The Sinner: Teaser da 3ª temporada destaca participação de Matt Bomer

    21 de setembro de 2019 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Sinner”, que destaca a participação do ator Matt Bomer como principal suspeito do próximo caso misterioso do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). Bomer vai viver Jamie, que espera o seu primeiro filho com a mulher quando um acidente muito suspeito abala sua jovem família. O papel marca a volta do ator para o canal que, entre 2009 e 2014, exibiu “White Collar”, a série que o projetou. Mais recentemente, ele apareceu em produções como “American Horror Story” e “The Last Tycoon”, e atualmente estrela “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), renovada para sua 2ª temporada. O criador de “The Sinner”, Derek Simonds, permanece como showrunner no terceiro ano, que só vai estrear em 2020, em data ainda não revelada. A série é disponibilizado no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Anne with an E: 3ª temporada ganha trailer, vídeo de bastidores e data de estreia em streaming

    21 de setembro de 2019 /

    A rede canadense CBC entrou na reta final de divulgação da 3ª temporada de “Anne with an E”. E isso fez a Netflix correr para divulgar quando os novos episódios estreiam em streaming. Num vídeo postado nas redes sociais, Amybeth McNulty, intérprete da personagem-título, aparece ao lado de Lucas Jade Zumann, que vive Gilbert Blythe, para anunciar a data de 3 de janeiro. No vídeo, eles ainda dizem que estão ocupados gravando a nova temporada. Mas o detalhe é que os episódios estreiam já neste domingo (22/9) em seu canal original. Isto porque a série é uma produção original da CBC, que a Netflix exibe apenas após a exibição no país de origem. E a CBC já divulgou o trailer e até um vídeo de bastidores. Veja abaixo. “Anne with an E” é inspirada num dos maiores clássicos da literatura infantil canadense, “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais premiada da obra, tendo vencido o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente trabalhando na versão live action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. Segundo Moira Walley-Beckett, o crescimento da intérprete de Anne, que completou 16 anos, será levado em conta nas novas tramas. E o trailer confirma que Anne também terá 16 anos na série. A produtora também adiantou que a 3ª temporada apresentará personagens e histórias que abordarão questões como identidade, feminismo, bullying e igualdade de gênero. Nesse vídeo tem:– a famosa data ?– Amybeth e Lucas sendo 2 fofos ?– elenco lindo mandando um oi ?– um sorvete arco-íris ?#AnneWithanE estreia em 3 de janeiro! pic.twitter.com/ORP4zeCMDK — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) September 19, 2019

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  • Série

    Baby: 2ª temporada da série polêmica ganha trailer legendado

    21 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada da série italiana “Baby”. A prévia mostra a situação das duas protagonistas se complicar, após seu esquema financeiro (prostituição) começar a interferir em suas vidas pessoais. A produção rende muita polêmica na Itália por retratar sexo de menores, mas Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”) e Alice Pagani (“Entre Tempos”), as intérpretes das adolescentes principais, têm, na verdade, 21 anos de idade. Apesar de escandalosa, a trama é supostamente “baseada em uma história real”, que ocupou muitas páginas da imprensa do país e ficou conhecida como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), os 6 novos episódios da 2ª temporada chegam ao streaming em 18 de outubro.

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    As Five: Conheça a premissa da série derivada de Malhação: Viva a Diferença

    20 de setembro de 2019 /

    Surgiram os primeiros detalhes de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original – no final da novelinha, cada uma seguiu um rumo diferente. A trama vai se passar uma década depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença” (que foi ao ar no ano passado!), acompanhando o reencontro das cinco amigas. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e tem até quem virou mãe, mas elas não se veem há muitos anos. Infelizmente, o motivo do reencontro será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. A primeira a aparecer é Keyla (Gabriela Medvedovski), que também ficou em São Paulo. Por conta da criação do filho, agora na fase de pré-adolescência, a jovem teve de abandonar os estudos e apenas trabalha para criar o filho. Não está claro como a série irá tratar a separação de Keyla com Tato (Matheus Abreu), já que o ator não estará na série. Benê (Daphne Bozaski), por sua vez, vem do Rio de Janeiro, onde também trabalha com música ao lado do marido. Ela se casou com Guto (Bruno Gadiol) e vem superando a cada dia suas crises de Asperger. A amiga Lica (Manoela Aliperti) continua envolvida com Samantha (Giovanna Grigio) e ambas viraram importantes influenciadoras digitais do Brasil. Elas são muito amigas de MB (Vinícius Wester), que virou dono de um restaurante. A última a se reenturmar é Ellen (Heslaine Vieira), que se mudou do Brasil logo que terminou os estudos e está há 10 anos nos EUA. A jovem chega para o enterro e leva a tiracolo o novo namorado, surpreendendo as amigas. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai ajudar a outra a superar a atual crise que cada uma atravessa. Em ritmo intenso de gravação, “As Five” tem previsão de estreia para o começo de 2020 no Globoplay.

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    Oito anos após Smallville, Erica Durance voltará a viver Lois Lane no Arrowverso

    20 de setembro de 2019 /

    Mais um membro de “Smallville” vai retomar o seu papel no próximo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”. Erica Durance foi confirmada como Lois Lane no evento, juntando-se a Tom Welling, intérprete de Clark Kent, oito anos após o final da série clássica. Curiosamente, a atriz já fazia parte do Arrowverso, aparecendo no papel recorrente de Alura Zor-El, a mãe de Supergirl. Além dela, a atriz Elizabeth Tulloch (“Grimm”) também deve viver a Lois Lane oficial do Arrowverso no crossover. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que vai reunir inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.

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