The Walking Dead: Trailer do último episódio do ano confirma morte de personagem importante
A produtora Skybound divulgou o trailer do próximo episódio de “The Walking Dead”, que confirma a morte de um personagem importante da série. Se não assistiu ao capítulo “Open Your Eyes”, exibido no domingo (17/11), a informação a seguir é spoiler. A prévia de “The World Before” mostra o enterro de Siddiq (Avi Nash), o médico por quem Carl (Chandler Riggs) se sacrificou há duas temporadas, além da prisão de seu assassino (Juan Javier Cardenas). Nos quadrinhos em que a série se baseia, Siddiq teve uma trajetória completamente diferente e menos importante. O vídeo também volta a trazer Michonne (Danai Gurira), que aparece cercada por sussurradores em sua viagem à comunidade de Oceanside. A personagem é outra com os dias contados na série, já que sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Rosa Salazar vai estrelar série de terror da Netflix
A Netflix anunciou o elenco estrelado de “Brand New Cherry Flavor”, uma série de terror de oito episódios com tema de vingança e que vinha sendo escalada silenciosamente nos últimos meses. A atriz Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”) vai estrelar a produção como Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas de Beverly Hills à floresta tropical da Amazônia brasileira. O elenco também contará com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. Veja a capa abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a série.
Filme Marcação Cerrada vai virar série da plataforma Quibi
O drama esportivo “Marcação Cerrada” (Varsity Blues, 1999) vai seguir os passos de “Tudo Pela Vitória” (Friday Night Lights, 2004) e virar série. A plataforma Quibi encomendou uma adaptação do longa, que foi precursor da tendência de juntar drama teen e futebol americano. O filme foi estrelado por James Van Der Beek (durante sua fase mais popular na série “Dawson’s Creek”), no papel de um quaterback reserva de um time colegial do Texas, que sai do banco após o titular se machucar com a obrigação de levar a equipe à vitória. A premissa foi posteriormente evocada pelo próprio “Tudo Pela Vitória” (2004) e reapresentada na TV na excepcional série que adaptou aquele longa, “Friday Night Lights”. Além de Van Der Beek, o elenco de “Marcação Cerrada” incluía os jovens Paul Walker e Ron Lester, precocemente falecidos. A adaptação, que manterá o título “Varsity Blues”, será feita pelo roteirista Tripper Clancy (“Stuber”) e dirigida por Anne Fletcher (“A Proposta”) para a plataforma criada por Jeffrey Katzenberg (fundador da DreamWorks Animation). Projetada para ser diferente das demais plataformas, a Quibi pretende produzir apenas conteúdos de curta duração. No caso de séries, produções com episódios de até 10 minutos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público e em filas de espera. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas a Quibi deverá ser lançada em abril de 2020.
O Vizinho: Série de super-herói do diretor de Colossal ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado de “O Vizinho” (El Vecino), série espanhola de super-herói, que traz o humor diferenciado de Nacho Vigalondo, diretor dos cultuados “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e do recente “Colossal” (2016). A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Santiago García e Pepo Pérez e gira em torno de Javier (Quim Gutiérrez, de “Os Últimos Dias”), um homem de 30 e poucos anos que ainda não sabe lidar com a vida adulta e com a namorada (Clara Lago, de “O Passageiro”). De repente, ele ganha superpoderes de um alienígena e passa a se disfarçar de super-herói para agir de forma inepta contra o crime. A 1ª temporada, com produção e direção de Vigalongo, será lançada em streaming no dia 31 de dezembro.
Reprisal: Nova série estrelada por Rodrigo Santoro ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer da série “Reprisal”, que traz a atriz Abigail Spencer (de “Timeless”) e o brasileiro Rodrigo Santoro (“Westworld”) como antagonistas. Descrita como uma “história de vingança hiper-cinética”, “Reprisal” é centrada no personagem de Spencer, uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Mas sobrevive e busca vingança contra a gangue responsável pela violência. Santoro interpreta Joel Kelly, um membro antigo da gangue The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde ele vive o pistoleiro Hector Escaton. O personagem (alerta de spoiler) foi morto em uma batalha no final da 2ª temporada do programa da HBO, mas pode ser visto no trailer dos próximos episódios. Além da dupla principal, o elenco também inclui Mena Massoud (o Aladdin da nova versão live-action), Madison Davenport (“Objetos Cortantes”), Rhys Wakefield (“Uma Noite de Crime”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), W. Earl Brown (“Deadwood”) e Ron Pearlman (“Sons of Anarchy”). A série foi criada por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle) e tem produção do A+E Studios e da Littlefield Company. Todos os episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 6 de dezembro nos Estados Unidos.
Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos
Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.
The Boys: 2ª temporada revela cena perturbadora da infância do herói Homelander
O produtor-roteirista Eric Kripke divulgou no Twitter a primeira cena da 2ª temporada de “The Boys”, que encerrou suas gravações na semana passada. A prévia mostra a versão infantil do “herói” Homelander, revelando o quanto o futuro líder dos Sete é perturbado. “O que pode ser mais aterrador que o pequeno Homelander?”, pergunta o texto. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. Para completar, na série os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco é encabeçado por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Nathan Mitchell (“iZombie”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (“Jessica Jones”) vive a única heroína ingênua e decente do grupo, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) incorpora o pai do personagem de Jack Quaid, e Elisabeth Shue (“Despedida em Las Vegas”) é a líder do conglomerado que explora comercialmente o sucesso dos super-heróis conhecidos como os Sete. Com 8 episódios e capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), a 1ª temporada estreou em 27 de julho, virando rapidamente uma das séries mais vistas da plataforma Amazon Prime Vídeo. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. #Season2 of #TheBoysTV has wrapped. While you wait, here's an ORIGINAL @TheBoysTV SHORT FILM!! Little Homelander wishes you a #HappyThanksgiving.@PrimeVideo #TheBoys #SPNFamily @antonystarr @KarlUrban @JackQuaid92 @Sethrogen @ErinMoriarty_ @KarenFukuhara https://t.co/qKbwbZNiRo — Eric Kripke (@therealKripke) November 15, 2019
Frank Miller fecha contrato para transformar Sin City em série
O autor de quadrinhos Frank Miller fechou contrato com o estúdio Legendary para transformar “Sin City” numa série. Os quadrinhos de Miller já foram adaptados em dois filmes de 2005 e 2014, e agora ganharão uma série live-action, além de uma animação que servirá como prelúdio à obra. A Legendary também está negociando com o cineasta Robert Rodriguez, que dirigiu as duas adaptações cinematográficas ao lado de Miller, para participar do projeto. Os dois atuariam como produtores-executivos da série live-action. O acordo prevê a produção de uma 1ª temporada, mas depende de contrato com um canal ou plataforma de streaming para viabilizar o negócio. Este será o próximo passo da Legendary, após assegurar a participação das partes criativas da série. A história original de “Sin City” foi publicada de forma serializada ao longo de 13 edições, entre 1991 e 1992, mas outras minisséries no mesmo universo foram posteriormente acrescentadas, sem ordem cronológica, até o ano 2000 por Miller. O material rendeu ao todo sete volumes encadernados de graphic novels, que lidam com diferentes personagens de um submundo corrupto e ultraviolento, inspirado pelos filmes e romances noir dos anos 1940, com um visual estilizado que transporta a ação para cenários contemporâneos. Vale lembrar que “Sin City” quase virou série na época do lançamento do segundo filme. O hoje execrado produtor Harvey Weinstein, que produziu as adaptações cinematográficas, pretendia desenvolver uma série após a estreia de “Sin City: A Dama Fatal”, mas a sequência não repetiu o sucesso do primeiro longa nas bilheterias e o projeto acabou arquivado.
Crise nas Infinitas Terras: Novos teasers revelam destruição do mundo do herói Raio Negro
A rede The CW divulgou cinco novos teasers de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso. As prévias foram reunidas num único vídeo, que pode ser visto abaixo, destacando a convocação dos vários heróis das séries da DC Comics para se juntarem numa tentativa de impedir o fim do multiverso. Os teasers mantém a narrativa dos quadrinhos clássicos de 1985, ao trazer Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson) como Precursora, cumprindo a missão dada pelo Monitor (LaMonica Garrett) de juntar os heróis de diferentes universos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, a participação de Raio Negro (Black Lightning) pode ter repercussão na trama de sua própria produção. Uma das prévias mostra o herói interpretado por Cress Williams reagindo à informação de que seu mundo já foi destruído. O personagem nunca tinha participado de um crossover o Arrowverso antes. Os episódios serão acompanhados pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”).
Atriz de The Originals vai viver Sue Dearborn em The Flash
A série “The Flash” escalou outra personagem icônica da DC Comics. A atriz Natalie Dreyfuss (Cassie/Esther Mikaelson em “The Originals”) vai viver Sue Dearborn. A personagem tem sido mencionada em quase todos os episódios da atual temporada, tornando-se uma obsessão de Ralph Dibny (Hartley Sawyer), o Homem-Elástico, que investiga seu paradeiro, num caso de desaparecimento misterioso. Na trama da série, ela é filha de uma das famílias mais ricas da Cidade Central. “Mas há muito mais em Sue do que a reputação de socialite que sempre a precede, como o detetive Ralph descobrirá quando eles finalmente se encontrarem durante a 6ª temporada”, revela a sinopse. Nos quadrinhos, Ralf e Sue Dibny formaram um dos casais mais adoráveis e divertidos da DC Comics. Ela foi introduzida em 1961 e pouco depois os dois já estavam casados, num romance-relâmpago, que transformou o Homem-Elástico no primeiro super-herói casado dos quadrinhos – antes de sua cópia, o Homem-Elástico da Marvel. Depois disso, eles numa mais se separaram, mesmo quando Ralph entrou na Liga da Justiça. Uma das características de suas histórias individuais era que o casal investigava pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Infelizmente, esse romance não teve final feliz nos quadrinhos. Tudo ruiu na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la no além, após sua própria morte no crossover “52”.
Crise nas Infinitas Terras: Super-heróis se juntam em 18 fotos da primeira parte do crossover
A rede The CW divulgou 18 fotos da primeira parte de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso. As imagens reúnem diversos super-heróis de diferentes séries, além de mostrar pela primeira vez o bebê de Superman e Lois Lane. A foto que reúne a maior quantidade de heróis (acima) traz Melissa Benoist como Kara/Supergirl, Brandon Routh como Ray Palmer/Atom/Elektron, Stephen Amell como Oliver Queen/Arqueiro Verde, Ruby Rose como Kate Kane/Batwoman, Chyler Leigh como Alex Danvers, Grant Gustin como Barry Allen/Flash, David Harewood como Hank Henshaw/J’onn J’onzz/Caçador de Marte, Jesse Rath como Brainiac-5, Audrey Marie Anderson como Lyla Michaels/Harbinger/Precursora, Katherine McNamara como Mia Smoak-Queen/Blackstar, Caity Lotz como Sara Lance/Canário Branco, Tyler Hoechlin como Clark Kent/Superman e Elizabeth Tulloch como Lois Lane. A maioria dos personagens faz parte do elenco fixo de “Supergirl”, em que a trama do crossover vai começar no dia 8 de dezembro, nos Estados Unidos, mas há três de “Arrow”, dois de “Legends of Tomorrow”, um de “The Flash” e outro de “Batwoman”. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Sem esquecer personagens de séries e filmes da DC Comics, como “Smallville”, “Batman” (de 1966), “Batman do Futuro”, “Superman – O Retorno”, “Birds of Prey” e outras produções. Os episódios serão acompanhados pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”).
Presidente da Disney diz que a série The Mandalorian pode virar filme
O presidente dos estúdios de cinema da Disney, Alan Horn, ficou muito animado com a boa recepção do público a “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Em um evento promovido pela revista Variety, com outros membros da indústria, ele afirmou que a série pode até virar filme. “‘The Mandalorian’ já está provando ser algo muito grande [entre os fãs de Star Wars]”, ele disse para a editora-chefe da Variety, Claudia Eller. “Então, se essa série se tornar algo envolvente o bastante, podemos transformá-la em algo para o cinema, um filme de duas horas, algo assim”. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série é uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, estrelada por Pedro Pascal (“Narcos”). O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto, evocando a aparência clássica dos Mandalarianos mais conhecidos da saga “Star Wars”, Boba e Jango Fett. Os demais intérpretes do elenco incluem Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ming-Na Wen (a agente May de “Agents of SHIELD”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), além de um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A trama se passa no período entre “O Retorno de Jedi” e “O Despertar da Força”. Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Não há previsão para o lançamento da série no Brasil, já que a plataforma Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível na América Latina.
South Park é acusada de transfobia por mais um episódio politicamente incorreto
A série animada “South Park”, que recentemente foi banida da China por conta de suas piadas controversas, nesta semana voltou a enfrentar críticas negativas do público americano por seu humor politicamente incorreto. Seu episódio mais recente foi considerado transfóbico por muitos espectadores e ativistas. Exibido na quarta-feira (13/11) nos EUA, o episódio da 23ª temporada da série gira em torno de um homem que decide se passar por mulher transgênero para participar de um competição de “força feminina”. O personagem se identifica na competição como Heather Swanson e é desenhado pelos criadores da série como um homem musculoso, de óculos de sol, chapéu de caubói, cabelo longo e barba. Em uma das falas do episódio, Swanson comenta que começou a se identificar como mulher “há duas semanas”. “Eu nem consigo te dizer o quanto eu me sinto livre. Agora que estou competindo como mulher, estou pronta para esmagar as outras garotas”, ele completa. Rachel McKinnon, uma ciclista transgênero e ativista da causa, manifestou-se de forma direta, chamando o episódio de transfóbico e a série de irrelevante. “Sim, é transfóbico. Sim, é preguiçoso. Sim, contribui para machucar mulheres e meninas trans. Mas eles são preguiçosos e cada vez mais irrelevantes”, escreveu no Twitter. Ela ainda lembrou que a série animada “‘Futurama’ contou a mesma história estúpida em um episódio de 2003. Transfóbicos não conseguem achar novas piadas. ‘South Park’ tem sido extremamente transfóbico há muito tempo. Esta não é a primeira vez, nem será a última. [Matt] Stone e [Trey] Parker são transfóbicos. Parem de ligar para eles. Ignorem a série preguiçosa deles”, completou. O comentário reverberou e encontrou eco. “Quando insistimos em afirmar que pessoas trans são nojentas ou estranhas por causa de suas identidades, é simplesmente rude e doloroso, e reforça estigmas negativos”, argumentou outro usuário. “O último episódio de ‘South Park’, sobre atletas trans, é baseado em uma falsidade, algo que não acontece, especialmente em competições de alto nível”, completou outro, ao reforçar a apelação da piada. Veja abaixo a cena integral da piada considerada transfóbica.










