Better Call Saul vai acabar na 6ª temporada
A série “Better Call Saul”, spin-off da premiadíssima “Breaking Bad”, vai acabar em sua 6ª temporada, que será exibida em 2021. “Desde o início, quando começamos isso, nossas esperanças e sonhos eram sermos capazes de contar toda a história … e torná-la uma história completa do começo ao fim”, disse o showrunner Peter Gould nesta quinta-feira (16/1), durante sua participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Vamos tentar fazer de tudo para encerrar perfeitamente esses 63 episódios”, completou. “Aprovar um prólogo para uma das séries mais icônicas da história da televisão foi uma das decisões mais ousadas que a AMC já fez. Mas, graças ao gênio criativo dos [co-criadores] Vince Gilligan e Peter Gould, também foi uma das mais gratificantes”, acrescentou Sarah Barnett, presidente do AMC Networks Entertainment Group e da AMC Studios. “Foi uma alegria absoluta colaborar com a equipe extraordinariamente talentosa do ‘Better Call Saul’, que continua a entregar algumas das melhores narrativas e performances mais belas da televisão. Parabenizamos Vince, Peter, nossos produtores, escritores e elenco por uma saga notável e mal podemos esperar para compartilhar o capítulo final com os fãs.” “Better Call Saul” atravessa atualmente um dos seus maiores hiatos de produção. Seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos e a estreia da 5ª temporada está marcada para 23 de fevereiro. A série conta a história do protagonista, vivido por Bob Odenkirk, que perdeu carreira e fortuna ao final de “Breaking Bad”. Após o piloto mostrar seu destino, a trama assume a forma de um interminável flashback, em que ele reflete sua vida antes de cruzar o caminho de Walter White. Passadas cinco temporadas, a fase derradeira vai finalmente mostrar sua transformação no personagem de “Breaking Bad”, deixando de ser o advogado idealista Jimmy McGill para assumir a identidade do vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. “Better Call Saul” foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Fear the Walking Dead: Dwight encontra Sherry na primeira imagem da 6ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou a primeira imagem da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead” nas redes sociais, em que Dwight, o personagem interpretado por Austin Amelio, aparece de mãos dadas com sua esposa Sherry. A atriz Christine Evangelista, que viveu Sherry em “The Walking Dead”, foi confirmada no elenco dos próximos episódios, oficializando o reencontro do casal, separado desde que ela fugiu de Negan em 2016. Dwight passou todos os episódios da sua transição para “Fear the Walking Dead” buscando pistas do paradeiro da esposa. O reencontro deve acontecer nos primeiros capítulos do sexto ano, que mostrará o destino dos protagonistas após serem capturados e separados por Virginia, a vilã interpretada por Colby Minifie. O AMC Brasil reproduziu a imagem, acrescentando que “reforços são sempre bem-vindos”. Veja abaixo. Mas vale considerar que a volta de Sherry pode não representar o final feliz que Dwight imagina. Apresentada como vítima de Negan em “The Walking Dead”, ela não era tão exatamente submissa nos quadrinhos de Robert Kirkman, tornando-se uma das principais inimigas de Rick, ao tentar tomar Alexandria durante a Guerra dos Sussurradores. Por sinal, na foto de seu retorno, Christine Evangelista aparece com visual ainda mais parecido com o da personagem dos quadrinhos. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos episódios. Ver essa foto no Instagram Reforços são sempre bem-vindos neste rolê. #FTWD volta em 2020 Uma publicação compartilhada por AMC Brasil (@amctvbrasil) em 14 de Jan, 2020 às 5:47 PST
Diretor de Aquaman vai produzir série animada do herói para a HBO Max
O cineasta James Wan, que dirigiu “Aquaman”, vai produzir uma nova série animada do personagem para a vindoura plataforma de streaming HBO Max. A animação será uma minissérie de três episódios, chamada “Aquaman: King of Atlantis”, que continuará a trama do filme. Segundo a sinopse revelada durante o painel da HBO Max no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), a série vai começar mostrando “Arthur em seu primeiro dia de trabalho como Rei de Atlantis e ele precisará se atualizar MUITO”. Para isso, o herói terá ajuda de Mera e Vulko, além de enfrentar novas tentativas de golpe de seu irmão, o Mestre do Oceano. Os roteiristas-animadores Victor Courtright (“Picles e Amendoim”) e Marly Halpern-Graser (“Jovens Titãs em Ação! vs. Jovens Titãs”) serão os showrunners. “Aquaman: King of Atlantis” ainda não tem previsão de estreia.
Britannia é renovada para a 3ª temporada
O canal pago britânico Sky Atlantic anunciou a renovação de “Britannia” para sua 3ª temporada, sem participação da Amazon, que ajudou a lançar a série de fantasia em 2017. A plataforma de streaming da Amazon não disponibilizou até hoje a 2ª temporada, que foi ao ar em novembro no Reino Unido. A Amazon Prime Video também não lançou a série no Brasil, onde ela é exibida pela Fox Premium – a 2ª temporada foi ao ar em dezembro passado. Passada cerca de 40 anos depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderados por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos roteiristas Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a produção destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”), Annabel Scholey (“Medici”) e o dinamarquês Nikolaj Lie Kaas (“Crimes Ocultos”). A 1ª temporada tem 72% de aprovação e a 2ª atingiu 100% no site Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão de estreia para os próximos episódios.
BoJack Horseman: Temporada final ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendada da 6ª e última temporada de “BoJack Horseman”. A prévia mostra o protagonista refletindo sobre seu passado fútil para analisar o que o fez mudar de comportamento, após passar um tempo numa clínica de reabilitação. “Bojack Horseman” estreou em 2014 trazendo as desventuras do personagem título, um cavalo falante dublado por Will Arnett (“Arrested Development”). Na trama, Bojack é o ex-astro de uma amada sitcom norte-americana, que não se habituou à vida fora da TV e tenta reencontrar o sucesso, enquanto lida com os problemas de sua vida pessoal desregrada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. Os últimos episódios da série estreiam em 31 de janeiro.
Sex Education: 2ª temporada ganha 30 fotos e trailer legendado na véspera da estreia
A Netflix divulgou 30 novas fotos e o segundo trailer legendado de “Sex Education”, focando os dilemas romântico-sexuais de seu jovem protagonista, na véspera da estreia da 2ª temporada. A série de comédia britânica é estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”) como um adolescente que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. Graças a seu sucesso, “Sex Education” se tornou uma das raras séries da Netflix a ter sua audiência revelada. Logo após seu lançamento em janeiro, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. Os novos episódios chegam à plataforma de streaming nesta sexta (17/1).
Série Monstro do Pântano estreia no Brasil pela HBO
A HBO vai começar a exibir a série “Monstro do Pântano” (Swamp Thing), produção da plataforma DC Universe, a partir desta sexta (17/1), às 22h. A série foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan (“Invocação do Mal”) e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). E mesmo com todo esse talento criativo, teve sua produção interrompida ao final do 10º de 13 episódios encomendados e acabou oficialmente https://pipocamoderna.com.br/2019/06/serie-do-monstro-do-pantano-e-cancelada-apos-exibicao-do-primeiro-episodio/cancelada logo após a exibição do primeiro capítulo. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que o cancelamento não recebeu explicação oficial e o assunto é proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da WarnerMedia impediu que ele respondesse. Este mistério apenas alimenta boatos, entre eles a reprovação do conteúdo por executivos da WarnerMedia, empresa formada após a compra da Warner pela AT&T. A série foi encomendada antes da formalização do negócio. Para aumentar a decepção com seu cancelamento inexplicável, “Monstro do Pântano” é uma série com grande qualidade técnica, bons roteiros e cenas de terror intenso. Apesar da interrupção, a trama principal é concluída nos episódios produzidos, o que serve de consolo e ajuda a justificar sua exibição em outros países, apesar de algumas pontas soltas. Há uma cena pós-créditos, no último capítulo, que aponta para onde a história iria – diretamente no território dos quadrinhos clássicos de Alan Moore. A trama acompanha Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna à cidade em que nasceu, Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Durante sua pesquisa, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), que ao chegar perto da fonte da poluição ambiental sofre uma emboscada e acaba sofrendo uma mutação ao cair nos pântanos contaminados. Enquanto Holland é considerado desaparecido, a cidade é tomada por forças poderosas com o objetivo de explorar as peculiaridades do pântano, o que faz Abby perceber que talvez seu colega e interesse romântico não tenha desaparecido – e sim se tornado um protetor monstruoso. O ótimo elenco também inclui Jennifer Beals (“The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), no papel do monstro. Veja o trailer da série abaixo.
Série derivada de Game of Thrones só vai estrear em 2022
A série “House of the Dragon”, derivada de “Game of Thrones”, só deve estrear em 2022, informou o chefe de programação da HBO, Casey Bloys, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Sem dar muitos detalhes de quando começará a pré-produção, Bloys ainda explicou porque o outro spin-off da saga, que seria estrelado por Naomi Watts, não recebeu a aprovação do canal. Para ele, o piloto escrito por Jane Goldman tinha menos relação com a série original, já que se passava 8 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. “Foi um grande desafio inventar todo um mundo”, considerou Blois. “Mas ‘House of the Dragon’ teve uma grande vantagem, que era se basear num texto de George R.R. Martin e seguir a história dos Targaryen. Havia mais conexão. Foi mais fácil de dizer: ‘Ok, vamos fazer essa série'”. Ele completou: “Às vezes essas coisas clicam e outras vezes não.” “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e se baseia no livro “Fogo & Sangue”, de George R.R. Martin, criador da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama se passa cerca de 300 anos antes dos eventos da série. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série.
Snowpiercer: Série baseada em filme do diretor de Parasita ganha novo trailer e data de estreia
O canal pago americano TNT finalmente divulgou a data de estreia da série sci-fi “Snowpiercer”, baseada no filme lançado no Brasil como “Expresso do Amanhã” (2013). A data foi revelada novos pôster e trailer da produção, que já completa cinco anos de desenvolvimento. A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma do filme do cineasta sul-coreano Bong Joon Ho (“Parasita”), por sua vez baseado nos quadrinhos franceses de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A série foi concebida por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da TNT sobre os rumos da atração e foi substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”). Só que este detalhe atrasou a estreia em dois anos, já que o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) se solidarizou com Friedman e recusou-se a mexer no piloto original. Assim, para acomodar as alterações pedidas pelo canal, o capítulo precisou ser inteiramente refilmado com outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. Os executivos da Turner ainda causaram outro problema com sua indefinição sobre o que fazer com a série. Encomendada pela TNT, ela foi repassada para o TBS, que é especializado em comédias. Mas alguém deve ter percebido o equívoco, pois o lançamento voltou para a TNT, onde finalmente será exibida… em 31 de maio. Apesar das dificuldades de bastidores, “Snowpiercer” já se encontra renovada para sua 2ª temporada.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha segundo trailer
A rede The CW divulgou o segundo trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis, que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta o tom leve, mas repleto de mitologia de quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem. A série resume tudo à descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança do novo padrasto da estudante Courtney Whitmore, que a inspira a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história da heroína remete aos primeiros quadrinhos publicados pela DC Comics. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Arrowverso sofre mudança radical com Crise nas Infinitas Terras. Veja como as séries lidarão com as mudanças
O crossover “Crise nas Infinitas Terras” confirmou as expectativas de reorganizar todas as séries de super-heróis da rede CW num mesmo universo, tornando o termo Arrowverso mais que um apelido extra-oficial. Em entrevistas após o episódio final, exibido na noite de terça (14/1) nos EUA, o produtor Marc Guggenheim explicou que o reboot não foi tão radical quanto nos quadrinhos originais de 1985, que inspiraram a trama do crossover. Apenas as séries do Arrowverso foram reunidas na mesma Terra, enquanto as demais produções – como “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Monstro do Pântano” e “Stargirl”, da plataforma DC Universe – permanecem em universos separados. Ou seja, o multiverso não foi destruído. Apenas parcialmente “rebutado”. Mas isto foi suficiente para mudar tudo no Arrowverso, trazendo “Supergirl” e “Raio Negro” (Black Lightning) para o mesmo universo ficcional de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Com o anúncio da produção de “Superman & Lois”, serão seis séries interligadas com exibição simultânea, algo jamais visto antes na História da Televisão. E o número pode crescer ainda mais, caso o spin-off de “Arrow”, centrado em Mia, a filha do Arqueiro Verde, vire a sétima série. Não foram apenas os universos paralelos que sumiram. Linhas temporais precisaram ser alteradas para acomodar a história dos personagens numa nova continuidade. Apenas um pequeno grupo de heróis guarda memórias do multiverso original, enquanto o resto da humanidade sofre os efeitos do reboot, acreditando que todos sempre existiram juntos. Com isso, surgem problemas narrativos, que Guggenheim prefere deixar para os roteiristas de cada série resolverem. Para começar, Supergirl terá que lidar com a distorção criada em torno de Lex Luthor, que agora é adorado pelo público e não mais temido como um cientista louco. Superman teve filhos gêmeos com Lois, em vez de apenas uma criança. Sara, o bebê de John Diggle que tinha sido apagado da existência por culpa do Flash, voltou a aparecer como uma menina crescida. E ninguém sabe, até o momento, quem realmente é a atual Laurel Lance – seria a vilã que veio da Terra 2 e se redimiu ou a heroína da Terra 1, que originalmente morreu na 4ª temporada de “Arrow”? O fato é que “Crise nas Infinitas Terras” vai continuar reverberando por um bom tempo, como demonstram os trailers dos próximos episódios do Arrowverso, disponibilizados nesta quarta pela rede CW. Confira abaixo como cada atração foi impactada e vai lidar com a continuidade de suas histórias. Vale observar ainda que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente). A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1) na TV brasileira.
Arrow: Piloto de nova série com a filha do Arqueiro Verde ganha trailer e fotos
A rede The CW divulgou o trailer e as fotos do piloto plantado do spin-off de “Arrow”. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto será exibido como um episódio convencional de “Arrow” na próxima terça (21/1). E só vai virar série se agradar ao público e aos executivos do canal. A prévia mostra o encontro entre as personagens Mia Smoak Queen (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como as Canários Negros da Terra 2 (aka Sereia Negra) e Terra 1. Após o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, a linha temporal dessas três personagens foi redefinida, e a confusão resultante deve ser abordada no episódio-piloto. Para começar, há a questão temporal. Na última vez em que foi vista, Mia tinha viajado no tempo para 2019. Mas a sinopse indica que o episódio se passa em 2040, época original da herdeira do Arqueiro Verde. O problema é que, ao aparecer para visitá-la, as duas Canários mostram-se muito bem conservadas para quem está na Terceira Idade. Outra viagem no tempo? Também há a questão de Laurel. Se os habitantes do Arrowverso foram todos incluídos na mesma Terra, o que isso significa para a personagem que veio originalmente da Terra 2? Em outras palavras, qual Laurel continua em “Arrow” – a personagem de Terra 2 ou a Canário Negro original, que morreu na 4ª temporada? Diz a sinopse do episódio: “No ano de 2040, Mia Queen tem tudo o que sempre quis, até que Laurel e Dinah aparecem subitamente e as coisas tem uma guinada chocante. Laurel e Dinah investigam uma vítima de sequestro que se conecta diretamente a Mia”. Além das três atrizes, as fotos ainda apresentam a vítima citada. Ela é identificada como Bianca Bertinelli e vivida por Raigan Harris (da série “The Dead Girls Detective Agency”). O sobrenome Bertinelli sugere que os produtores planejam uma versão televisiva de “Aves de Rapina”, numa referência à identidade secreta da heroína Caçadora, Helena Bertinelli. Helena chegou a aparecer em “Arrow”, interpretada pela atriz Jessica de Gouw em quatro episódios durante a 1ª e a 2ª temporada. Sua última aparição foi num capítulo chamado, justamente, de “Birds of Prey” (Aves de Rapina, em inglês). Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá apenas mais dois episódios para encaminhar esse possível spin-off. A série acaba no dia 28 com o episódio “Fadeout”.
Crise nas Infinitas Terras surpreende ao juntar os universos televisivo e cinematográfico da DC
Alerta de spoiler agudo. O final de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, exibido na noite de terça-feira (14/1) nos EUA, surpreendeu o público com o encontro de dois Flash: o herói da série “The Flash”, vivido por Grant Gustin, e sua versão de cinema, vista no filme “Liga da Justiça” e interpretado por Ezra Miller. Foi a primeira vez que os universos televisivo e cinematográfico da DC Comics se encontraram. A participação surpresa de Ezra Miller foi mantida em segredo pelos produtores e só foi descoberta pelos telespectadores no momento da exibição. Com o público ainda de boca aberta, Grant Gustin compartilhou fotos de bastidores desse encontro histórico em seu Instagram. Em 12 horas, mais de 1,3 milhão de pessoas curtiram as imagens. Veja abaixo. O desfecho de “Crise nas Infinitas Terras” teve várias outras citações às infinitas versões dos super-heróis da DC, além de incluir uma aparição especial de Marv Wolfman, o escritor da “Crise nas Infinitas Terras” nos quadrinhos. Mas o detalhe mais divertido ficou para a cena final. Juntando-se em homenagem a Oliver Queen, os heróis resolvem manter uma sede secreta para se reunir sempre que fosse necessário enfrentar uma nova crise de proporções infinitas. Seria a criação da Liga da Justiça? Não exatamente. Ao mostrar o exterior, o lugar se revela a Sala da Justiça da animação clássica “Superamigos” – com direito à trilha do desenho e referência ao macaco Gleek, dos Super-Gêmeos, para reforçar a conexão. Desta vez com impacto duradouro no Arrowverso, a saga de cinco episódios culminou na morte de Oliver Queen e acomodou as infinitas Terras numa única Terra – ou seja, “Supergirl” e “Raio Negro” agora fazem parte do mesmo universo de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Infelizmente, o crossover será exibido incompleto na TV brasileira pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente), além de eliminar a aparição do Batman do Futuro em outra participação histórica – a primeira vez que o dublador oficial dos desenhos de Batman, Kevin Conroy, viveu o personagem. A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1). Ver essa foto no Instagram How about that? Ezra is one of a kind. So glad we could make this happen and keep it a secret until today. Thank you to @dccomics. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST












