PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    The Midnight Gospel: Animação psicodélica do criador de Hora da Aventura estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix disponibilizou nesta segunda (20/4) a 1ª temporada de “The Midnight Gospel”, a nova animação de Pendleton Ward, criador da série “Hora de Aventura”, grande sucesso do Cartoon Network. Os oito episódios de aproximadamente 20 minutos já podem ser conferidos na plataforma. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, outra série animada da Netflix. A nova atração acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. A produção é inspirada no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com entrevistas com Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Como o trailer abaixo atesta, o resultado é altamente psicodélico. Confira.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Tom Lester (1938 – 2020)

    20 de abril de 2020 /

    O ator Tom Lester, que ficou conhecido pela série da década de 1960 “O Fazendeiro do Asfalto” (Green Acres), morreu nesta segunda (20/4) aos 81 anos. Ele estava na casa de sua noiva e cuidadora em Nashville quando passou mal. O ator sofria há anos do Mal de Parkinson. Lester nasceu no Mississípi, onde foi criado em uma fazenda. Cursou Química e Biologia e, ao se formar, virou professor. Mas apesar de todo o estudo, acabou ficando famoso como um caipira iletrado na TV. A lenda diz que ele enfrentou a competição de mais de 400 atores para o papel que o consagrou, e só venceu por ser o único entre eles que sabia ordenhar uma vaca. Mas não foi exatamente assim. Depois de ir a Los Angeles e conhecer a professora de teatro Lurene Tuttle, Lester atuou em peças teatrais ao lado de Linda Kaye, filha de Paul Henning, o produtor que havia criado duas comédias rurais de grande audiência na rede CBS, “A Família Buscapé” e “Petticoat Junction”, e que estava planejando lançar um spin-off. “Naquela época, Henning era o produtor de comédia mais poderoso do mundo”, disse Lester, em uma entrevista antiga. “Então ele veio ver a peça de Linda… e acabou gostando de mim, conheceu minhas pequenas idiossincrasias e tudo mais, porque nós passamos a ter pequenas festas na casa dele, bebíamos Coca-Cola, comíamos cachorros-quentes e passávamos um tempo juntos”. Henning acabou escalando Lester num pequeno papel, que deveria durar só alguns episódios, já que a trama de “O Fazendeiro do Asfalto” era centrada em outros personagens, o casal formado por Oliver Arnold (Eddie Albert) e Lisa (Eva Gabor), um advogado bem-sucedido de Manhattan e sua elegante noiva que deixaram a cidade grande para viver numa fazenda falida perto de Hooterville. O personagem de Lester, Eb Dawson, morava na fazenda, era amigo de um porco chamado Arnold e chamava Lisa e Oliver de pais. Mais importante que isso: ele era muito engraçado. Tanto que acabou fazendo mais sucesso que os protagonistas, levando os produtores a fixar o ator no elenco central. O público gostou tanto do caipira vivido por Lester que seu personagem fez crossovers, aparecendo nas outras duas produções de Henning – em seis capítulos de “Petticoat Junction”, estrelada por sua amiga Linda Kaye, e em três de “A Família Buscapé”. “O Fazendeiro do Asfalto” durou seis temporadas, de 1965 até 1971, mas ainda se manteve no ar por muitos e muitos anos em reprises. Depois do cancelamento, o ator apareceu em outras séries, como “O Jogo Perigoso do Amor”, “Marcus Welby”, “Os Pioneiros” e “A Supermáquina”, mas nunca mais teve um papel fixo. Também não conseguiu emplacar carreira no cinema, apesar do sucesso de seu primeiro longa, “Benji, o Filme” (1974), que lançou o famoso astro canino do título. Seu segundo filme só estreou 15 anos depois e foi um terror B, “Violência e Terror” (1989). E ele ainda apareceu em “Gordy: O Porquinho Herói” (1994), um ano antes de “Babe, o Porquinho Atrapalhado” (1995) virar blockbuster nos cinemas. Mas a doença o atingiu cedo e os trabalhos se tornaram cada vez mais raros. Ele abandonou a produção artística para se recolher em sua vida pessoal, embora tenha ressurgido recentemente para um último papel de caipira, na comédia “Campin’ Buddies”, de 2014.

    Leia mais
  • Série

    4ª temporada de Sob Pressão vai abordar pandemia do novo coronavírus

    19 de abril de 2020 /

    A série médica da rede Globo “Sob Pressão” vai incluir o coronavírus na trama de sua 4ª temporada. A informação de que a pandemia seria tema da atração estrelada por Júlio Andrade e Marjorie Estiano foi ventilada há alguns dias por Fernando Oliveira, colunista de televisão do portal UOL, e confirmada neste domingo (19/4) numa reportagem de O Globo, sobre o impacto da quarentena nas produções de TV do Brasil. O jornal não deu outros detalhes sobre como se dará a incorporação da crise sanitária na série, que é inspirada pela precariedade do sistema público de saúde do Brasil. O roteiro da nova leva de episódios estaria sendo refeito para abordar a pandemia. Todas as produções dramáticas da TV brasileira estão com gravações suspensas por tempo indeterminado, mas os autores seguem escrevendo capítulos em suas casas, aguardando a volta de atores e equipes aos estúdios. Apesar da iniciativa, esta deve ser a única abordagem da pandemia na programação de ficção da Globo. Na mesma reportagem, Manuela Dias, autora da novela “Amor de Mãe”, disse que tocaria no tema apenas de passagem, por meio de um comentário de Davi, o ambientalista vivido por Vladimir Brichta, que falará sobre uma “possibilidade de pandemia”. Ela mencionou que a inclusão da quarentena no folhetim acabaria com a narrativa dramática. “Pensei muito sobre se deixaria a covid-19 entrar na novela. Por um lado, existe uma curiosidade de como os personagens se virariam na quarentena, mas acho que o vírus iria sequestrar a novela. Em vez de procurar Domênico, Lurdes estaria trancada tentando não pegar o coronavírus”, observou a teledramaturga.

    Leia mais
  • Série

    LeVar Burton confirma participação na 2ª temporada de Star Trek: Picard

    18 de abril de 2020 /

    O ator LeVar Burton confirmou que vai voltar a viver Geordi La Forge, seu personagem na série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, em uma participação na 2ª temporada de “Star Trek: Picard”, que continua a história do capitão Jean-Luc Picard (interpretado por Patrick Stewart). A revelação foi feita durante entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. Além dele, o ator disse que outros veteranos da série dos anos 1980 também deverão aparecer nos próximos episódios. “Como eu digo isso sem me meter em problemas… acho que é razoável assumir que essas pessoas ainda são parte da vida de Picard e, claro, sim, com certeza, você vai ver todos nós, provavelmente não todos ao mesmo tempo, mas, sabe como é, nunca diga nunca”. LeVar Burton, que ficou famoso ao interpretar Kunta Kinte na minissérie histórica “Raízes”, em 1977, foi ao espaço na estreia de “Star Trek: A Nova Geração”, em 1987. Cego de nascimento, o personagem usava um visor especial para enxergar e chefiava a engenharia da USS Enterprise-D, comandada pelo capitão Jean-Luc Picard. A 1ª temporada de “Picard” já tinha reunido Patrick Stewart com três de seus antigos colegas de “A Nova Geração”, como Jonathan Frakes (intérprete de Will Ryker), Martina Sertis (Deanna Troi), Data (Brent Spinner) e Jonathan Del Arco (Hugh), além de Jeri Ryan (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A 2ª temporada foi confirmada mesmo antes do lançamento da série e terá 10 episódios. Entretanto, no momento não há cronograma para esta ou qualquer outra produção, devido a paralisação da indústria audiovisual como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Desenvolvida para a plataforma americana CBS All Access, “Star Trek: Picard” é disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video. Veja abaixo a entrevista de LeVar Burton.

    Leia mais
  • Série

    Tom Ellis teria recusado oferta para voltar a gravar Lúcifer

    18 de abril de 2020 /

    Tudo já está quase certo para a produção da 6ª temporada de “Lucifer”. Só falta um detalhe. O principal. O ator Tom Ellis teria recusado a proposta financeira da Warner para retomar o papel principal. Segundo apurou o site TVLine, o intérprete de Lucifer não aceitou os valores apresentados pelo estúdio e as negociações chegaram num impasse. Como Ellis assinou acordo para produção da 6ª temporada, deixando o acerto financeiro para depois, a WBTV (Warner Bros Television) decidiu cessar as ofertas de aumento. Caso ele se recuse a gravar, poderia ser processado por quebra de contrato. Mas o estúdio prefere realizar a série a processar o ator. Por conta disso, já tinha oferecido um aumento de remuneração, que foi considerado baixo por Ellis e seus representantes. Resolver esse impasse é só o que falta para a Netflix anunciar a 6ª temporada. O problema, porém, foi criado pela própria Netflix, que decidiu cancelar a série na 5ª temporada, desmobilizando o elenco. O cancelamento foi anunciado com muita antecedência, em junho do ano passado, e o equívoco dessa antecipação tornou-se evidente diante do aumento do interesse na atração gerado pela aparição especial de Lúcifer (Tom Ellis) no crossover “Crise nas Infinitas Terras” na TV aberta americana. A 5ª temporada deveria encerrar a série e foi planejada como temporada final. Originalmente concebida com 10 episódios, acabou recebendo autorização para produzir

    Leia mais
  • Série

    Party of Five: Remake latino de O Quinteto é cancelado após 1ª temporada

    17 de abril de 2020 /

    O canal pago americano Freeform optou por não renovar “Party of Five” para uma segunda temporada. A decisão foi anunciada pouco mais de um mês após o encerramento da temporada inaugural da série. “Party of Five” era um “remake latino” da série homônima, exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto” nos anos 1990. A atração original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A trama girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000, e ainda rendeu um spin-off. Já a nova versão mudou detalhes cruciais dessa premissa e acabou não sendo bem-sucedida. Mais engajado, o remake transformou os irmãos em jovens latinos, que precisam se virar sozinhos após seus pais serem deportados pela nova política migratória do governo de Donald Trump. Desenvolvida para ser um dos destaques do Freeform, o remake teve um fraco desempenho de audiência, com média de 252 mil espectadores ao vivo, começando com 442 mil na estreia, em janeiro passado, até sair do ar com apenas 143 mil interessados em seu final. O último capítulo foi um episódio especial de 90 minutos, exibido em 4 de março nos EUA. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, também eram responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. E o elenco contava com Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão era um bebê. Para quem não lembra, os irmãos Sallinger originais foram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além do quinteto do título, a atração dos anos 1990 também catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que ganhou sua própria série, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, protagonizou as séries “Ghost Whisperer” e “The Client List” e atualmente está em “9-1-1”.

    Leia mais
  • Série

    Perry Mason: Matthew Rhys vira o advogado mais famoso da TV no primeiro trailer do revival

    16 de abril de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia estabelece o tom da nova versão, reimaginada como uma série de época, com forte clima noir e visual cinematográfico. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Além de Matthew Rhys no papel-título, o elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. A estreia está marcada para 21 de junho.

    Leia mais
  • Filme

    Stellan Skarsgard negocia estrelar nova série live-action de Star Wars

    16 de abril de 2020 /

    A nova série live-action de “Star Wars”, derivada do filme “Rogue One”, começou a definir seu elenco. De acordo com a revista Variety, os atores Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”) e Kyle Soller (da série “Poldark”) negociam para se juntar a Diego Luna, que encabeçará a atração, revivendo Cassian Andor, seu personagem do filme de 2016. Ainda sem título definido, a série será um prólogo de “Rogue One” e, além de Luna, também deverá trazer de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. Os papéis remanescentes são desconhecidos. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir a série, e trabalhará ao lado do showrunner Stephen Schiff (“The Americans”). A trama mostrará a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados no filme recente. Em termos de cronologia, a história também vai se passar antes do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma, diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.

    Leia mais
  • Série

    HBO Max vai lançar séries baseadas nos quadrinhos de Liga Justiça Sombria e no terror O Iluminado

    16 de abril de 2020 /

    A plataforma HBO Max, que estreia em maio nos EUA, anunciou suas primeiras séries exclusivas feitas pela Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams (de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). São três produções, que incluem “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), grupo de heróis sobrenaturais dos quadrinhos da DC Comics, uma produção derivada do filme “O Iluminado” (1980), intitulada “Overlook”, e um drama de época, “Duster”, sobre o motorista de um grupo criminoso dos anos 1970. As atrações são os primeiros projetos da Bad Robot após Abrams assinar um contrato de exclusividade para novos projetos com a Warner, em setembro de 2019. “Que começo surpreendente para a nossa associação com a equipe imaginativa de Bad Robot, comandada por JJ e Katie [McGrath]”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max, em comunicado. Não há detalhes sobre a adaptação de “Liga da Justiça Sombria”, incluindo quais personagens da DC Comics integrarão o grupo – nos quadrinhos, isso inclui o Monstro do Pântano e John Constantine, vistos em outras séries da Warner. O título já rendeu dois longas animados – o segundo, “Justice League Dark: Apokolips War”, chega em 5 de maio para locação digital – e quase virou filme há alguns anos, quando Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) assinaria a adaptação. Já a série inspirada em “O Iluminado” irá explorar histórias não contadas do assombrado Hotel Overlook, que também foi palco do recente terror “Doutor Sono”, lançado no ano passado.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Brian Dennehy (1938 – 2020)

    16 de abril de 2020 /

    O ator Brian Dennehy, que estrelou sucessos marcantes do cinema dos anos 1980, morreu na quarta-feira (15/4) em sua casa em New Haven, nos EUA, de causas naturais. A filha do ator, Elizabeth, postou comunicado no Twitter, frisando que a morte do pai não foi relacionada ao novo coronavírus: “Maior que a vida, generoso até o fim, um orgulhoso e devotado pai e avô, ele deixará saudades para sua mulher, Jennifer, sua família e muitos amigos”. Dennehy tinha 81 anos e foi fuzileiro naval e corretor da bolsa de valores antes de virar ator tardiamente, quase aos 40. De grande estatura, físico imponente e rosto duro, acabou se tornando um dos coadjuvantes mais reconhecíveis do cinema após chamar atenção como o vilão de “Rambo: Programado Para Matar” (1982). A carreira nas telas começou em 1977, em séries policiais como “Kojak”, “Serpico” e “Police Woman”. E embora tenha figurado no drama “À Procura de Mr. Goodbar” (1977) e em uma sucessão de comédias – “A Disputa dos Sexos” (1977), “Golpe Sujo” (1978), “Mulher Nota 10” (1979), etc. – só foi se destacar em 1981, como o promotor durão que condenou Blake Carrington à prisão em “Dinastia”, num arco de cinco episódios. Tudo mudou a partir de “Rambo”. O papel do Xerife Will Teasle, que perseguia implacavelmente o personagem vivido por Sylvester Stallone, abriu-lhe as portas para maior protagonismo em Hollywood. Nesta quinta, Stallone celebrou seu antagonista no Twitter, dizendo que ele não só foi “um grande ator”, mas “um veterano da guerra do Vietnã, que me ajudou a construir o personagem de Rambo”. Apesar da preferência por durões, geralmente homens da lei, ter gerado interpretações famosas do ator em “Mistério no Parque Gorky” (1983), seu grande sucesso “F/X: Assassinato sem Morte” (1986), “Perigosamente Juntos” (1986), “A Marca da Corrupção” (1987), “Vingança Infernal” (1990) e “Acima de Qualquer Suspeita” (1990), ele também teve papéis simpáticos na aventura “Os Lobos Nunca Choram” (1983), na sci-fi “Cocoon” (1985) e no cult experimental “A Barriga do Arquiteto” (1987), que marcaram época. Mas a fase de alta demanda não se manteve por muito tempo. Nos anos 1990, Dennehy teve maior projeção numa série de telefilmes, iniciada por “Nas Teias da Corrupção” (1992), como o detetive Jack Reed, personagem real da polícia de Chicago. Neste período, as aparições esporádicas no cinema concentraram-se em pequenos papéis na comédia “Mong e Lóide” (1995) e no “Romeu + Julieta” (1996) estrelado por Leonardo DiCaprio e Claire Danes. Enquanto isso, ele se dedicou ao teatro e chegou a venceu o Tony com a peça “A Morte do Caixeiro Viajante” em 1999. Um ano depois, faturou o Globo de Ouro pelo mesmo papel, numa adaptação televisiva de 2000. E voltou a conquistar o principal troféu dos palcos americano em 2003, por “Uma Longa Jornada Noite Adentro”. A volta ao arquétipo do policial durão só se deu em 2005, no remake de “Assalto à 13ª Delegacia”, ao lado de Ethan Hawke, Laurence Fishburne e Gabriel Byrne, e ainda rendeu “As Duas Faces da Lei” (2008), com Al Pacino e Robert De Niro. Apesar de sua filmografia seguir com o thriller “72 Horas” (2010), com Russell Crowe, a parte final da carreira foi bem mais calma. Entre os destaques, estão a dublagem na animação “Ratatouille” (2007), da Disney/Pixar, o drama existencial “Cavaleiro de Copas” (2015), de Terrence Mallick, a adaptação de “A Gaivota” (2018), com Annette Bening e Saoirse Ronan, e vários filmes religiosos. Em compensação, Dennehy também estrelou o pesado teledrama “Por Trás da Fé” (2005), que lhe rendeu indicação ao Emmy por viver o padre Dominic Spagnolia, envolvido no escândalo de pedofilia em Boston. Sua despedida das telas aconteceu na série “The Blacklist” (Lista Negra), em que viveu o avô da protagonista Elizabeth Keen (Megan Boone) entre 2016 e 2019.

    Leia mais
  • Série

    Stargirl: Série ganha novo trailer repleto de super-heróis da DC Comics

    16 de abril de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia é a mais abrangente já revelada, mostrando a origem da personagem-título, sua conexão com a Sociedade da Justiça da América, os vilões da Sociedade da Injustiça e o novo grupo de jovens heróis que ela forma para enfrentar os supercriminosos. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão da série. Já nos quadrinhos, a história é bem mais complicada. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.

    Leia mais
  • Série

    Unbreakable Kimmy Schmidt: Especial interativo ganha teaser e data de estreia

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser e a data de estreia do episódio interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que servirá como epílogo da série, encerrada na 4ª temporada em janeiro. Em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial permitirá que os espectadores façam escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. A prévia destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final entre Kimmy (Ellie Kemper) e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanhava Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada, ela não lamenta a prisão. Em vez disso, fica feliz da vida em saber que o mundo não acabou. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos positivos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial. Descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”, o capítulo incluirá explosões, um hambúrguer dançarino, um casamento e batalhas de robôs, segundo a sinopse. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Intitulado “Kimmy vs The Reverend”, o especial tem estreia marcada para 12 de maio em streaming. Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend — an all-new interactive special premieres May 12 Ellie Kemper, Tituss Burgess, Jane Krakow­ski, Carol Kane, and Jon Hamm return — plus Daniel Radcliffe joins in on the fun as you get to decide how the story ends! pic.twitter.com/HU2tjF8xY2 — See What's Next (@seewhatsnext) April 15, 2020

    Leia mais
  • Série

    Eu Nunca: Série sobre a juventude de Mindy Kaling ganha trailer legendado

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural, destacando a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), desesperada para se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade. O elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie