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  • Série

    Netflix prepara nova série animada de Godzilla

    7 de outubro de 2020 /

    Godzilla vai ganhar uma nova série animada. A atração foi encomendada pela Netflix e vai se chamar “Godzilla: Singular Point”. Realizada em estilo de anime, a série contará com design de personagens de Kazue Kato (“Blue Exorcist”) e um novo Godzilla desenhado pelo lendário animador do estúdio Ghibli Eiji Yamamori (“Princesa Mononoke”, “A Viagem de Chihiro”, etc). O anúncio foi, inclusive, acompanhado pelas primeiras imagens do projeto. Veja abaixo. A série apresentará uma história original e não terá relação com os três longas animados do personagem, que foram lançados pela Netflix entre 2017 e 2018. Assim como todos conteúdos envolvendo Godzilla, a produção executiva está a cargo da Toho Company, que detém os direitos do monstro. A expectativa de estreia é para 2021. Next year, the king returns. Godzilla: Singular Point is an original anime series featuring character designs by Blue Exorcist’s Kazue Kato and a new Godzilla design from legendary Ghibli animator Eiji Yamamori. pic.twitter.com/7LLJVN2W8m — ⚰️😈 The NXorcist 👻🔪 (@NXOnNetflix) October 6, 2020

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  • Série

    Orlando Bloom desenvolve série sci-fi com roteirista de The OA

    6 de outubro de 2020 /

    O ator Orlando Bloom vai produzir uma série sci-fi para a Amazon. Chamada de “The Cleaners”, a atração está sendo escrita pelo roteirista Domic Orlando, que trabalhou na cultuada sci-fi “The OA” na Netflix. “The Cleaners” se passa num futuro próximo, em que objetos inanimados carregam as memórias das experiências das pessoas e um certo número da população tem a capacidade de reviver essas memórias pelo toque. Os limpadores são especialistas contratados para higienizar os objetos e aliviar a carga emocional que essas memórias podem conter. No centro desta história está um jovem que herda o negócio de limpeza de sua família e assume uma nova encomenda misteriosa. A trama é baseada num conto do premiado escritor Ken Liu, por sua vez vagamente inspirado na famosa fábula “A Princesa e a Ervilha”, de Hans Christian Andersen. Ainda inédito, o conto será lançado em dezembro dentro da antologia “Faraway”, uma coleção de contos de fadas recontados por autores contemporâneos. A produção é resultado de um contrato firmado por Orlando Bloom para desenvolver projetos para a Amazon, que ele assinou ao renovar sua participação como ator na série “Carnaval Row”. A série de fantasia foi seu primeiro trabalho na plataforma e já encerrou a gravação de sua 2ª temporada. Além de “The Cleaners”, Bloom vai produzir um thriller chamado “The Extractor”, baseada no trabalho de Jared Genser, o advogado de direitos humanos conhecido por ajudar a libertar presos políticos em zonas perigosas ao redor do mundo.

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  • Série

    Globo estreia especial de Sob Pressão que aborda a pandemia

    6 de outubro de 2020 /

    A série “Sob Pressão” retorna nesta terça (6/10), às 22h30, na Globo, com um episódio especial, que trará a primeira abordagem da pandemia de coronavírus num drama médico da televisão – bem antes, inclusive, das produções americanas. Intitulado “Sob Pressão: Plantão Covid”, o especial será apresentado em duas partes e tem a mensagem de que “por trás das máscaras [médicas] existe alguém que se arrisca para salvar quem você ama”. O elenco volta não apenas de máscara, mas com protetor facial, luvas e roupa adequadas para enfrentar uma pandemia, com o objetivo de retratar o impacto do coronavírus no sistema público de saúde do Brasil. Escrita por Lucas Paraizo (“Gabriel e a Montanha”), com consultoria do médico Marcio Maranhão, “Sob Pressão: Plantão Covid” vai retratar o auge da crise do coronavírus e mostrará a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Vale lembrar que os dois protagonistas terminaram a 3ª temporada se mudando para o interior do Brasil. Na época, a Globo considerava encerrar a série e o final servia de conclusão para a jornada dos personagens. Mas, desde então, a série foi renovada e o planeta foi atingido pela pandemia. Refletindo a situação mundial, os personagens voltarão ao Rio para atender um apelo de Décio (Bruno Garcia), que está comandando um hospital de campanha, lotado de pacientes com covid-19. Outros dois atores se juntaram ao elenco central: David Júnior fará o doutor Mauro e Roberta Rodrigues aparece como a enfermeira Marisa. Além disso, o especial vai contar um pouco sobre o passado do doutor Evandro, que nunca foi explicado nas outras temporadas. Será um grande flashback centrado na mãe do médico, Penha (Fabiula Nascimento), em que o personagem de Julio Andrade será interpretado por seu irmão mais novo, Ravel Andrade. A ideia é mostrar porque Evandro decidiu virar médico. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente e o elenco passou pelas gravações sem nenhuma contaminação. Foram 21 dias intensos de filmagem, com testes de covid semanais e, segundo os atores, grande desgaste físico e emocional. Júlio Andrade descreveu “a sensação” do trabalho como se fosse o esforço de “uma temporada inteira” e não apenas dois episódios. “A gente saiu mais cansado”, contou à imprensa durante a divulgação do trabalho. “Foi a experiência mais difícil que eu vivi no ‘Sob Pressão’ até hoje”, ecoou Marjorie Estiano. O especial tem direção do cineasta Andrucha Waddington, que fez o filme de 2016 que se desdobrou na série, e vai ao ar depois da reprise de “A Força do Querer”. O segundo capítulo está programado para a terça que vem (13/10). Veja o trailer abaixo.

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  • Música,  Série

    Atriz de The Walking Dead vira a cantora Selena em teaser de nova série

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Selena: The Series”, que destaca a atriz Christian Serratos, intérprete de Rosita em “The Walking Dead”. Ela aparece sobre um palco, no escuro e fotografada em preto e branco, mas já é possível ver sua transformação em Selena Quintanilla, lendária estrela da música Tejana. A atração tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Este desfecho foi tão inesperado e violento que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta de Selene já inspirou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada há dois anos. A nova atração de streaming também inclui em seu elenco Ricardo Chavira (“Desperate Housewives”), Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Noemi Gonzalez (“East Los High”) e Carlos Alfredo Jr. (“Mutt and Chopps”). E ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Elenco de GLOW reage com tristeza ao cancelamento da série

    6 de outubro de 2020 /

    O elenco de “GLOW” lamentou nas redes sociais a forma como aconteceu o cancelamento inesperado da série, anunciado pela Netflix na segunda-feira (5/10). A plataforma considerou que a produção tinha ficado inviabilizada, após seguidos adiamentos de gravações da 4ª temporada, devido à pandemia de coronavírus, e deixou a trama sem o final prometido. Alison Brie, Marc Maron e outras estrelas declararam-se tristes e desapontados com a decisão. “Vou sentir falta disso… Mas serei sempre grata à minha família ‘GLOW’ por mudar minha vida para sempre”, escreveu Brie no Instagram, compartilhando uma foto com suas colegas de elenco no set da produção, fazendo caretas estúpidas em seus trajes de luta. Rebekka Johnson, por sua vez, reagiu à notícia pedindo aos seguidores do Twitter que usassem suas máscaras, já que a covid-19 continua impedindo gravações de diversos outros títulos. Veja as reações das estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em 5 de Out, 2020 às 4:32 PDT WEAR A MASK! 😭😭😭😭 https://t.co/nqTE7Rcirz — rebekka johnson (@HelloRebekka) October 5, 2020 devastated. #saveglow https://t.co/4eOhFlmTrG — Kimmy Gatewood (@kimmygatewood) October 6, 2020 No more GLOW. Sorry. Stinks. — marc maron (@marcmaron) October 5, 2020 My heart. pic.twitter.com/JCaQwTpfC3 — Britt Baron (@brittbaron) October 5, 2020 So glad to have been a tiny part of this show. I will play Betty Gilpin’s husband or ex-husband or mail carrier or anything, anytime anyone ever asks me to. She’s one of my favorite scene partners of all time, and I was beyond lucky to get to stand toe-to-toe with her. https://t.co/RgoPjZRJU0 — Rich Sommer (@richsommer) October 5, 2020 Thank you for changing my life Liz. https://t.co/ochd0m7LSw — Shakira Barrera (@Shakirax3) October 5, 2020

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  • Etc,  Série

    Clark Middleton (1957 – 2020)

    5 de outubro de 2020 /

    O ator Clark Middleton, que estrelou as séries “Twin Peaks” e “The Blacklist”, morreu no domingo (4/5) por infecção do vírus do Nilo Ocidental, aos 63 anos. “Com o coração pesado, anunciamos a passagem de uma vida eminentemente digna de comemoração: Clark Tinsley Middleton, 63 – amado ator, escritor, diretor, professor, herói, marido, farol, amigo”, escreveu sua esposa Elissa nas redes sociais. “Clark fez a transição em 4 de outubro como resultado do vírus do Nilo Ocidental, para o qual não há cura conhecida. Clark era uma bela alma que passou a vida desafiando limites e defendendo as pessoas com deficiência”. Middleton começou a trabalhar como ator em Nova York em 1983, fazendo sua estreia teatral ao lado da estrela da Broadway Geraldine Page. Nos últimos 30 anos, sua extensa experiência no palco o levou por todo o país, onde se apresentou nos principais teatros das cidades de Nova York e Los Angeles, incluindo a montagem de sua peça individual aclamada pela crítica “Miracle Mile”. Na televisão, Middleton se destacou em papéis recorrentes em “Law & Order”, “Fringe”, no revival de “Twin Peaks” (como o marido de Aubrey/Sherilyn Fenn) e, mais recentemente, em “The Blacklist”, onde interpretou um parceiro profundamente irritante de Raymond “Red” Reddington (James Spader). Sua última participação na série foi exibida em abril passado. Ao longo de sua carreira, Middleton trabalhou com vários diretores proeminentes, como Quentin Tarantino em “Kill Bill Vol. 2” (2004), Robert Rodriguez em “Sin City” (2005), Ang Lee em “Aconteceu em Woodstock” (2009), Bong Joon Ho em “Expresso do Amanhã” (2009) e Alejandro G. Iñárritu em “Birdman” (2014). Membro vitalício do Actors Studio, ele também ensinou atuação por mais de 20 anos na cidade de Nova York. Paralelamente ao trabalho artístico, ainda foi um porta-voz da Fundação de Artrite, após conviver com a artrite reumatóide juvenil por mais de 50 anos. Em comunicado, o criador de “The Blacklist”, Jon Bokenkamp, lamentou a morte do ator. “Estou com o coração partido. Além de ser um ator verdadeiramente único e talentoso, Clark era simplesmente um cara incrível em todos os sentidos. Ele era um louco por filmes. Ele amava seu trabalho com paixão. E ele era incrivelmente generoso de espírito… Eu sei que sua família inteira em ‘The Blacklist’ está arrasada com essa notícia. Clark era um dos bons, e nós o perdemos cedo demais.”

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  • Série

    Chloë Moretz vai estrelar nova série sci-fi dos criadores de Westworld

    5 de outubro de 2020 /

    A atriz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) vai estrelar “The Peripheral”, nova série sci-fi desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy, os criadores de “Westworld”. A produção da Warner Bros. Television está sendo desenvolvida para a plataforma Amazon Prime Video e se baseia no best-seller homônimo do escritor William Gibson, um dos pais do subgênero cyberpunk. A série gira em torno de Flynne Fisher (Moretz), uma mulher que tenta unir os pedaços de sua família desfeita em um canto esquecido da América rural. Flynne é inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega chamando por ela. A trama vai lidar com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação está a cargo de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Nolan e Joy atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A encomenda da produção é o primeiro resultado do contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. O primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”). Vale lembrar ainda que Moretz não integra um elenco de série live-action desde que recorreu em sete episódios de “Dirty Sexy Money” em 2007 e 2008, no começo de sua carreira. Depois disso, ela só apareceu em três episódios de “30 Rock”, em anos distintos.

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  • Série

    Paddy Considine será o Rei de Westeros no prólogo de Game of Thrones

    5 de outubro de 2020 /

    O ator – e roqueiro! – Paddy Considine (“Peaky Blinders”) tornou-se o primeiro nome anunciado no elenco da nova série passada no universo de “Game of Thrones”. Prólogo do fenômeno da HBO, a atração vai se passar três séculos antes do nascimento de Daenerys, mas destacará sua família, os nobres da Casa do Dragão. Considine viverá o Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente como sucessor do Velho Rei, Jaehaerys Targaryen. Um homem caloroso, gentil e decente, Viserys deseja apenas levar adiante o legado de seu avô. Mas os homens bons não viram necessariamente grandes reis. Intitulada “House of the Dragon” (Casa do Dragão), a série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, criador da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. Martin, Condal e Sapochnik são os produtores executivos da atração, que deve começar a anunciar agora seus demais integrantes de elenco. Por coincidência, Cosidine está atualmente no ar na HBO. Ele faz parte da minissérie de terror “The Third Day”, que atingiu no domingo (4/10) a metade dos episódios previstos para sua exibição.

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  • Filme

    Estreia de Duna é adiada para daqui a um ano

    5 de outubro de 2020 /

    A estreia do remake de “Duna” foi adiada para outubro de 2021. A Warner ainda não divulgou um comunicado oficial, mas as quatro principais publicações que cobrem a indústria cinematográfica americana são unânimes em afirmar que a mudança já está decidida. Os sites da Variety, The Hollywood Reporter, Deadline e The Wrap afirmam que a nova data escolhida é 1 de outubro. O detalhe é que ela já estava reservada para a estreia de “Batman”. Isto provavelmente significa que o lançamento do filme do super-herói da DC Comics também sofrerá mudanças. Apesar da pandemia, a Warner não tinha alterado a previsão de estreia de “Duna”, que até então sempre esteve prevista para dezembro de 2020. A alteração pode ser resultado de – e ampliar – um efeito dominó. Com o anúncio do fechamento da 2ª maior rede de cinemas dos EUA, a Regal, e das salas de sua matriz britânica, a Cineworld, por período indeterminado, a perspectiva de uma volta a normalidade das bilheteria tomou um rumo sombrio para os estúdios. O desempenho de “Tenet”, filme que desbravou os cinemas durante a pandemia, também tem sido desanimador. Até o fim de semana, o longa (da própria Warner) tinha feito apenas US$ 45,1 milhões no mercado norte-americano, valor considerado muito baixo para uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões. Apesar do filme ter desempenho melhor no exterior, as percentagens das bilheterias internacionais não costumam compensar desastres no mercado doméstico, devido às peculiaridades de cada país. A China, por exemplo, que praticamente já voltou à normalidade, devolve apenas 25% do total arrecadado para Hollywood. A saída de “Duna” do calendário de dezembro também liga um novo alarme entre os exibidores. Se até então a expectativa era manter as salas abertas na esperança de uma normalização de lançamentos a partir do Natal, começam a surgir receios de novos adiamentos em massa, que possam zerar o calendário de dezembro como já aconteceu com os meses anteriores. Por enquanto, os filmes que permanecem previstos para dezembro são “Free Guy” e “Morte no Nilo”, ambos da 20th Century Studios/Disney, “Um Príncipe em Nova York 2”, da Paramount, “Mulher-Maravilha 1984”, da Warner, “News of the World”, da Universal, “Escape Room 2”, da Screen Gems/Sony e “Monster Hunter”, da Constantin/Sony – mas já há boatos de que este último também vai mudar de data. Com direção de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e um grande elenco encabeçado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), “Duna” ganhou seu primeiro trailer há pouco menos de um mês. Confira abaixo. O filme também já tem uma continuação confirmada, que sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Além disso, Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max.

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  • Série

    GLOW: Pandemia impede 4ª temporada e série é cancelada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar a série “GLOW” após vários adiamentos do começo das gravações de sua 4ª temporada. As restrições impostas pelos protocolos de higiene e segurança para a retomada dos trabalhos durante a pandemia tornaram muito difícil a continuidade da produção, graças ao contato físico constante exigido pelas cenas que retratam lutas livres femininas. “Tomamos a difícil decisão de não fazer uma 4ª temporada de ‘GLOW’ devido ao coronavírus, que tornou a gravação desta série fisicamente íntima com seu grande elenco especialmente desafiadora”, disse a Netflix em um comunicado. “Somos muito gratos aos criadores Liz Flahive e Carly Mensch, Jenji Kohan e todos os escritores, elenco e equipe por compartilhar esta história sobre as mulheres incríveis de ‘GLOW’ conosco e com o mundo.” A série tinha sido renovada no ano passado e a produção chegou a começar os trabalhos da 4ª temporada nos primeiros meses do ano, mas foi interrompida em seu início devido à pandemia. Segundo apurou a revista Variety, os atores foram pagos integralmente pela 4ª temporada. “O coronavírus matou seres humanos reais. É uma tragédia nacional e deve ser nosso foco. O coronavírus também aparentemente tirou nosso programa do ar”, disseram os criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, em um comunicado. “A Netflix decidiu não terminar as gravações da última temporada de ‘GLOW’. Recebemos liberdade criativa para fazer uma comédia complicada sobre mulheres e contar suas histórias. E lutas. E agora isso se foi. Há um monte de coisas ruins acontecendo no mundo que são muito maiores do que isso agora. Mas ainda é uma pena que não possamos ver essas 15 mulheres juntas novamente. Sentiremos falta de nosso elenco de palhaços estranhos e de nossa equipe heroica. Foi o melhor trabalho”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão. A notícia é especialmente ruim para a produtora Jenji Kohan, que, além de “GLOW”, ainda perdeu sua nova série, “Caçadora de Recompensas”, também cancelada pela Netflix nesta segunda (5/10).

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  • Série

    Sangue de Zeus: Trailer de anime mostra ataque dos Titãs na Grécia antiga

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Sangue de Zeus” (Blood of Zeus), série que transforma a mitologia grega em trama de anime. A história é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. A estreia está marcada para 27 de outubro.

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    The Witcher: Fotos revelam a nova armadura de Henry Cavill na 2ª temporada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o novo visual de Henry Cavill na 2ª temporada de “The Witcher”. As fotos revelam que seu personagem, Geralt de Rivia, aparecerá nos próximos episódios com uma nova armadura. “Nova armadura, mesmo bruxo”, escreveu a Netflix no texto que acompanhou as fotos no Twitter. A série está atualmente em produção, retomando os trabalhos no Reino Unido após a paralisação ocasionada pela pandemia de coronavírus em março. A produção do segundo ano também ganhou uma sinopse. Diz o texto: “Convencido de que a vida de Yennefer (Anya Chalotra) foi perdida na Batalha de Sodden, Geralt de Rivia leva a princesa Cirilla (Freya Allan) ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia fora de seus muros, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior.” Os novos episódios só devem ser exibidos após fevereiro de 2021.

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    Emily em Paris: Série é lamentada pela imprensa francesa por excesso de clichês

    5 de outubro de 2020 /

    A série “Emily em Paris”, lançada no fim de semana pela Netflix, pode agradar fãs de comédias românticas, mas a imprensa francesa definitivamente odiou. Desenvolvida por Darren Star (criador de “Sex and the City”, “Barrados no Baile” e “Younger”), a história acompanha a Emily do título, vivida por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), recém chegada em Paris, descobrindo o cotidiano da capital francesa. Mas o olhar americano teria dado vida a todos os clichês possíveis sobre a cidade. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente, por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”. O texto ainda diz que Paris é retratada na série como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. A rádio RTL, por sua vez, lamenta que a série, em vez de retratar a verdadeira Paris, tenha gravado um compêndio de como Hollywood vê a cidade. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. Como a 1ª temporada de “Emily em Paris” terminada num cliffhanger romântico, o produtor Darren Star tem planos de explorar novos clichês nos próximos capítulos, caso a audiência seja boa o suficiente para a Netflix encomendar o segundo ano da produção. “Ela fará parte do tecido do mundo em que está vivendo. Ela será mais uma residente da cidade”, contou Star à Oprah Magazine.

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