The Witcher: Fotos revelam a nova armadura de Henry Cavill na 2ª temporada
A Netflix divulgou o novo visual de Henry Cavill na 2ª temporada de “The Witcher”. As fotos revelam que seu personagem, Geralt de Rivia, aparecerá nos próximos episódios com uma nova armadura. “Nova armadura, mesmo bruxo”, escreveu a Netflix no texto que acompanhou as fotos no Twitter. A série está atualmente em produção, retomando os trabalhos no Reino Unido após a paralisação ocasionada pela pandemia de coronavírus em março. A produção do segundo ano também ganhou uma sinopse. Diz o texto: “Convencido de que a vida de Yennefer (Anya Chalotra) foi perdida na Batalha de Sodden, Geralt de Rivia leva a princesa Cirilla (Freya Allan) ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia fora de seus muros, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior.” Os novos episódios só devem ser exibidos após fevereiro de 2021.
Emily em Paris: Série é lamentada pela imprensa francesa por excesso de clichês
A série “Emily em Paris”, lançada no fim de semana pela Netflix, pode agradar fãs de comédias românticas, mas a imprensa francesa definitivamente odiou. Desenvolvida por Darren Star (criador de “Sex and the City”, “Barrados no Baile” e “Younger”), a história acompanha a Emily do título, vivida por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), recém chegada em Paris, descobrindo o cotidiano da capital francesa. Mas o olhar americano teria dado vida a todos os clichês possíveis sobre a cidade. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente, por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”. O texto ainda diz que Paris é retratada na série como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. A rádio RTL, por sua vez, lamenta que a série, em vez de retratar a verdadeira Paris, tenha gravado um compêndio de como Hollywood vê a cidade. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. Como a 1ª temporada de “Emily em Paris” terminada num cliffhanger romântico, o produtor Darren Star tem planos de explorar novos clichês nos próximos capítulos, caso a audiência seja boa o suficiente para a Netflix encomendar o segundo ano da produção. “Ela fará parte do tecido do mundo em que está vivendo. Ela será mais uma residente da cidade”, contou Star à Oprah Magazine.
The Walking Dead: World Beyond estreia com críticas negativas
A crítica reprovou a ampliação do universo de “The Walking Dead”. A nova série passada no apocalipse zumbi, “The Walking Dead: World Beyond”, foi recebida com avaliações negativas pela imprensa americana. A atração, que estreia neste domingo (4/10) nos EUA, ficou com apenas 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A revista Variety publicou a crítica mais favorável, ainda assim destacando que “não é uma série perfeita”. O que agradou a publicação foi a “vontade de reinventar, de examinar genuinamente um recanto desse universo que ainda não foi tocado”, recomendando aos fãs da franquia que “vale a pena experimentar” seus episódios. Já as publicações especializadas TV Guide e TV Line foram menos magnânimas. A primeira afirma que “The Walking Dead: World Beyond” é um spin-off “desnecessário” e que só funciona “às vezes”, enquanto a segunda declara que seus personagens são “estereótipos escritos nos termos mais simples”. Além disso, as reviravoltas não são sutis e não acrescentam nada de novo à saga. “Provavelmente, é perfeito para jovens telespectadores mais interessados em dramas [adolescentes] do que em zumbis”. A CNN reforçou que a série parece teen, refletindo o fato de sua trama seguir quatro adolescentes, “como um versão do Disney Channel de uma série zumbi, mas sem as músicas pegajosas”. E a Entertainment Weekly deu o tiro de misericórdia. “Sério, alguém estava pedindo por isso? Os adolescentes já têm seu próprio programa de zumbis, chamado ‘The Walking Dead'”. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama realmente acompanha um grupo de jovens, que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), o galã LGBTQIA+ Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). A série tem previsão de estreia no Brasil com um dia de atraso, às 22h de segunda-feira (5/10) no canal pago AMC. Veja abaixo um vídeo de apresentação da atração.
Evan Rachel Wood diz que continua em Westworld
Dolores pode ter morrido no final da 3ª temporada de “Westworld”, mas sua intérprete vai continuar na série. Em uma longa entrevista para a revista Variety, a atriz Evan Rachel Wood confirmou que vai gravar a 4ª temporada do programa. Ela só não sabe em qual papel. Muito menos quando. A única coisa que afirma saber com certeza é que está contratada para os próximos episódios. “As pessoas sempre me perguntam, pensando que eu sei o que vai acontecer. Mas eu sei tanto quanto vocês. Eu não tenho ideia de como será a 4ª temporada ainda”, ela disse, confirmando o que foi mostrado no desfecho da temporada passada. “Só sei que Dolores, como a conhecemos, está morta. E isso é verdade. Mas, pelo que também sei, eu não vou embora. Mas não acho que voltarei à mesma encarnação da personagem”. Ela contou que soube que iria morrer no meio da temporada. Na época, o criador da série, Jonathan Nolan, a deixou um pouco aflita por não dizer que ela continuaria na trama. “Mas sei que eles sempre têm algo na manga, então é sempre difícil acreditar que eles estão contando tudo”, comentou, lembrando que Dolores “tecnicamente morreu em todas as temporadas”. “Mas esta foi certamente uma morte verdadeira, com perda completa de suas memórias. Mesmo se ela voltasse, nunca seria a mesma Dolores que conhecíamos”, ponderou. A atriz confessou ter ficado abalada com a morte da personagem. “Tive que passar por um período de luto, porque amo muito essa personagem. Estive nessa jornada com ela. E isso influenciou minha própria vida e me mudou como pessoa. Então, ela sempre terá um espaço bem perto do meu coração. E, de novo, quem sabe o que eles têm na manga, mas será interessante voltar e interpretar mais uma personagem. Se é que é isso que vai acontecer!” Mas não foi só o desfecho de Dolores que impactou Wood no final de temporada. Assistir as cenas finais, em que as pessoas usam máscaras e protestam em revoltas nas ruas, a deixou impressionada pela forma como a ficção adiantou a realidade dos noticiários, tomados pela pandemia e o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). “Ninguém ficou mais arrepiado com isso do que as pessoas que trabalharam em ‘Westworld’! Terminamos a série com um grande tumulto, onde todos estão usando máscaras. E de repente vimos o mundo fazer exatamente isso, quase imediatamente depois de termos gravado. E acho que isso realmente assustou todos nós. Na verdade, enviei uma mensagem de texto para alguns membros do elenco e da equipe técnica, dizendo: ‘Alguém mais acha que antecipamos isso?’. Mas isso fala muito sobre o talento (dos roteiristas) Jonah (Nolan) e Lisa (Joy), e como eles estão em sintonia com a sociedade e a humanidade em geral”. Atualmente sendo escrita pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, a 4ª temporada de “Westworld” não tem previsão de estreia.
Conheça a abertura da série A Maldição da Mansão Bly
A Netflix adiantou nas redes sociais o vídeo da abertura de “A Maldição da Mansão Bly”, série dos mesmos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill”. Veja abaixo. O sucesso da minissérie original do cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) transformou o projeto numa antologia, que a cada temporada irá abordar uma história diferente de fantasmas. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a “Mansão Bly” também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas – a mais recente é deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince – , mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. Os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos grandes pioneiros do gênero, e tudo será alinhado numa mesma narrativa pela Mansão Bly do título, local que abrigará os personagens. M Mike Flanagan continua comandando a produção e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia vai acontecer na próxima sexta (9/10) em streaming. One week to go. Until then, enjoy our perfectly splendid opening titles. pic.twitter.com/2wxdka3ZmU — The Haunting of Bly Manor (@haunting) October 2, 2020
The Crown: Novas fotos da 4ª temporada destacam a princesa Diana
A Netflix divulgou mais 12 fotos da 4ª temporada de “The Crown”, que destacam a chegada de Emma Corrin (“Pennyworth”) ao elenco, no papel da princesa Diana. Ela aparece, inclusive, vestida de noiva. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980, mostrarão o casamento do Príncipe Charles (Josh O’Connor) e Diana, além do governo da primeira-ministra Margaret Thatcher, interpretada na série por Gillian Anderson (“Arquivo X”). A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.
The Snoopy Show: Veja o trailer da nova série animada dos Peanuts
A Apple divulgou o primeiro trailer de “The Snoopy Show”, nova série animada do universo dos “Peanuts”, que reforça a volta ao visual clássico (2D) dos personagens após o recente longa animado por computação gráfica, “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015). A empresa fechou contrato em 2018 para desenvolver novos projetos baseados nas criações do cartunista Charlie Chultz. “The Snoopy Show” é o segundo projeto, após “Snoopy in Space” lançado no ano passado, e seu trailer foi divulgado numa data especial: a criação dos “Peanuts” completou 70 anos na sexta-feira (2/10). O trailer da nova série mostra Charlie Brown tentando ensinar truques de cachorro ao Snoopy, mas sendo sempre surpreendido pelas habilidades extraordinárias de seu mascote. Além da dupla, aparecem no vídeo todas as crianças amigas de Charlie Brown, além do pássaro Woodstock. A estreia de “The Snoopy Show” está marcada para fevereiro de 2021 na plataforma Apple TV+.
Elizabeth Tulloch revela começo das gravações protegidas de Superman & Lois
Atriz Elizabeth Tulloch compartilhou uma foto dos bastidores de “Superman & Lois” para anunciar o começo das gravações da nova série de super-heróis do Arrowverso e revelar que todos estão seguindo orientações de saúde para se preservar diante da pandemia de covid-19. A imagem apresenta a intérprete de Lois junto de seu marido da ficção, Tyler Hoechlin (Clark/Superman), e os filhos crescidos, Jordan Elsass (Jonathan) e Alexander Garfin (Jordan), todos usando máscaras de proteção. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Nesse encontro, também foi revelado que ele teve filhos com Lois (Erica Durance). Ver essa foto no Instagram Reunited with my boys! 😍😍😍 @tylerhoechlin @alexgarfin @jordanelsass @cwsupermanandlois #thekents Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 2 de Out, 2020 às 11:29 PDT
Série de terror dos diretores de Todos os Mortos estreia este mês no Canal Brasil
O Canal Brasil definiu a data de estreia de “Noturnos”, série de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. A atração é inspirada em contos do compositor Vinícius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”, a partir do próximo dia 21 de outubro. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”). A série vai juntar os contos de Vinícius de Moraes num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo acabam virando as tramas dos episódios, encenadas em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso, e até à transexualidade. Cada episódio será contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco trará artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso.
Cobra Kai ganha teaser dos próximos capítulos e garante 4ª temporada
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que, entre cenas bastante dramáticas, também revela sua data de estreia e a renovação da série para seu quarto ano de produção. Segundo a auditoria da empresa Nielsen, a série se tornou o conteúdo mais visto da Netflix desde seu lançamento há um mês. A grande ironia desta constatação é que as duas primeiras temporadas, disponibilizadas em 28 de agosto, não eram inéditas. Elas já tinham sido disponibilizadas no antigo projeto premium do YouTube, que foi cancelado no ano passado. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 3ª temporada, que já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração, ganhou data de estreia em 8 de janeiro.
Estreias online: 10 séries para maratonar no fim de semana
A multiplicação de opções de serviços de streaming, impulsionadas pelo mercado e pela pandemia, aumentaram as ofertas de séries online quase na mesma proporção das estreias de filmes digitais. Além das produções exclusivas da Netflix e seus rivais, os títulos que normalmente iriam para a TV paga agora também estão migrando para as plataformas, transformando as maratonas no “novo normal” das séries. Com o aumento da cobertura semanal de lançamentos, tornou-se necessário introduzir alguns ajustes. Assim como fizemos com a seção de filmes online, a partir desta edição destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com até mais cinco trailers de produções acima da média, de forma a totalizar no máximo 10 dicas semanais. Confira abaixo nosso novo Top 10 com as melhores séries para maratonar neste fim de semana. Bom Dia, Verônica | Brasil | 1ª Temporada A série criminal brasileira acrescenta elementos de abuso doméstico ao conhecido tema da caça ao serial killer. A Verônica do título (Tainá Müller, de “Tropa de Elite”) trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado, na mesma semana em que recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Mas ao se aprofundar nessas investigações, enfrenta um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria vida. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também participam da produção. O próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) criou a adaptação, que conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que os dois autores também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente à espera da reabertura dos cinemas. Disponível na Netflix Filho Pródigo | EUA | 1ª Temporada Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” (título original) é uma espécie de “Hannibal” em versão família. A trama traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen, de “Belas Maldições”) era um psicopata famoso, conhecido como Cirurgião. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). Disponível na Globoplay American Horror Story | EUA | 9 Temporadas A famosa antologia de terror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck chega com todos seus episódios na Globoplay, muitos deles consagrados com prêmios. Além de popularizar o formato das séries de terror que contam histórias diferentes e completas a cada temporada, a atração ainda lançou a carreira de atriz de Lady Gaga, que venceu o Globo de Ouro ao estrelar o quinto ano da produção. Seu elenco de astros também destaca Sarah Paulson, Evan Peters, Denis O’Hare, Kathy Bates, Jessica Lange, Frances Conroy, Lily Rabe, Angela Bassett, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Taissa Farmiga, Billie Lourd e muitos outros, que costumam aparecer em várias temporadas como personagens diferentes – mas às vezes também retomando papéis anteriores, uma vez que a atração acabou demonstrando, nas tramas mais recentes, que todas as suas histórias são conectadas. Disponível na Globoplay Emily em Paris | EUA | 1ª Temporada Estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins, e desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City” (além da mais recente “Younger”), “Emily em Paris” é uma comédia romântica passada num dos cenários mais tradicionais das comédias românticas: Paris. A trama acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Disponível na Netflix How to Get Away with Murder | EUA | 6ª Temporada Os assassinatos, acontecimentos terríveis e reviravoltas da trama estrelada por Viola Davis chegam ao fim com mais mortes e reviravoltas, é claro. Um desfecho repleto de surpresas, com direito ao julgamento de Annalise Keating, a advogada vivida por Davis, que ensinou para seus alunos de Direito como cometer crimes perfeitos e sair impune. A lição final coloca em jogo sua capacidade de ser considerada inocente de tudo. Disponível na Netflix Chicago Med | EUA | 4 Temporadas Disponível na Amazon Riviera | EUA | 1ª Temporada Disponível na Globoplay Impuros | Brasil | 2ª Temporada Disponível na Globoplay Santo Forte | Brasil | 1 Temporada Disponível na Globoplay Carmen Sandiego | EUA | 3ª Temporada Disponível na Netflix
Magnatas do Crime vai virar primeira série de Guy Ritchie
O filme “Magnatas do Crime” (The Gentleman) será transformado numa série pelo cineasta Guy Ritchie, que escreveu e dirigiu o longa original, lançado em janeiro nos EUA. A encomenda da série fecha um círculo para produção, já que “Magnatas do Crime” foi inicialmente concebido como um projeto de TV, antes de ser refeito para o cinema. O projeto será produzido pela Miramax, que sob a nova chefia de Marc Helwig tem priorizado adaptar sua extensa biblioteca de filmes em séries. A produção de “The Gentlemen” (título original) junta-se à recentemente anunciada adaptação de “Mutação” (Mimic, 1997), terror do estúdio que vai virar série produzida e dirigida por Paul WS Anderson (“Resident Evil”). “A Miramax Television está entusiasmada em abrir novos caminhos criativos em nossa parceria com Guy Ritchie com ‘The Gentlemen’”, disse Helwig. “Com um dos cineastas mais distintos e prolíficos da atualidade e alguém cuja criatividade admiro há muitos anos, não poderíamos estar mais animados para trazer a jornada cinematográfica de ‘The Gentlemen’ para o mundo da televisão premium global”. Elogiado pela crítica internacional (73% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Magnatas do Crime” marcou a volta do diretor do blockbuster “Aladdin” (2019) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira. No clima de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), a trama gira em torno da sucessão de um chefão americano do crime, interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco do filme ainda incluiu Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). A produção da Miramax vai virar a primeira série criada por Guy Ritchie, depois da Sony adaptar “Snatch” num seriado de streaming para sua plataforma Crackle. Ritchie não participou dessa produção, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e acabou renovada para um terceiro ano nunca gravado, porque a Sony desistiu da Crackle – tornando-se, dois anos depois, o único grande estúdio de Hollywood sem plataforma própria de streaming. Veja abaixo o trailer legendado de “Magnatas do Crime”.
F Is For Family é renovada para 5ª e última temporada
A Netflix renovou “F Is for Family” para sua 5ª e última temporada. A série animada, que lembra uma mistura de “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”, acompanha a família Murphy, bem mais desbocada que os personagens das animações da Fox. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin, além de incluir participações do comediante Vince Vaughn (“Os Estagiários”), que também é produtor da atração. “Trabalhar neste programa com o grande Bill Burr, Vince Vaughn e nosso incrível elenco, escritores, produtores e equipe foi a maior alegria da minha vida, e estou muito feliz por podermos fazer mais uma temporada com os Murphys, disse o co-criador e produtor executivo Price em comunicado. “Serei eternamente grato a todos na Netflix, Gaumont e Wild West que nos deixaram compartilhar essa família estressada, desbocada e amorosa com o mundo.” A 4ª temporada foi disponibilizada em junho passado e não há previsão para a estreia dos novos/últimos episódios.












