Netflix renova Bom Dia, Verônica para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Bom Dia, Verônica” para a 2ª temporada, com direito a um teaser divulgado nas redes sociais. No post, a Verônica do título, interpretada por Tainá Müller, vira Verô e Janete. No texto que acompanha o vídeo, a plataforma de streaming pergunta “E agora, Janete?” e afirma que é hora de “contar cada segundo para assistir a Verô destruindo essa máfia, do jeito dela”. Já nas imagens, ela aparece loira e assumindo a identidade de Janete. São as cenas do final da temporada inaugural. Janete, na 1ª temporada, era vivida por Camila Morgado e era a mulher do serial killer Brandão, interpretado por Eduardo Moscovis. Já Verônica era uma escrivã em uma delegacia, que viu sua vida mudar ao investigar este caso e, ao descobrir a corrupção do departamento policial, forjou a própria morte e ressurgiu, na sequência final, loira e poderosa, disposta a fazer justiça com as próprias mãos. “Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica”, afirmou Tainá Müller, em comunicado. Já o criador da série, Raphael Montes, adiantou que “na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. "E agora, Janete?". Agora? Vamos contar cada segundo pra assistir a Verô destruindo essa máfia, do jeito dela. Confirmada a segunda temporada de Bom Dia, Verônica. pic.twitter.com/NsBF2Z91za — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 10, 2020
The Crown vai mostrar cenas incômodas da bulimia da princesa Diana
Na semana passada, a Netflix revelou que a 4ª temporada de “The Crown” trará avisos de alerta nas aberturas de alguns episódios por abordar a bulimia sofrida pela princesa Diana. Quão fortes serão as cenas para merecer este tipo de atenção? Emma Corrin (“Pennysworth”), que interpreta Diana na série, disse que há vômitos de embrulhar o estômago. Em entrevista ao site Radio Times, dias antes da estreia dos episódios, a atriz de 24 anos contou que foi ela quem pediu para incluir as cenas mais incômodas, de Diana vomitando, para retratar o transtorno alimentar de uma “maneira honesta”. Ela disse que desenvolveu as cenas enquanto fazia ensaios para o papel. “Estávamos trabalhando em sua linguagem corporal e montamos um documento que enviamos para a equipe de roteiristas, pedindo: ‘Vocês podem incluir um pouco disso no roteiro, porque adoraríamos realmente dar corpo a essas cenas?’. “Achei que, se estivéssemos tentando retratar a bulimia de uma forma honesta, teríamos que realmente mostrá-la – caso contrário, seria um desserviço para quem já passou por isso. E não acho que deveríamos fugir dessas controvérsia. Diana foi muito franca sobre sua experiência com bulimia e eu admiro muito isso”, a atriz completou. De fato, a própria Diana revelou sua batalha contra a bulimia durante uma entrevista bombástica com Martin Bashir em 1995. A bulimia é um transtorno alimentar que se manifesta por meio da compulsão de comer e uma purgação, ou seja, um desejo de tirar do organismo todo alimento que foi consumido. No caso da falecida princesa Diana, sabe-se que ela enfrentava angústias no ambiente familiar e problemas no casamento que podem ter contribuído para agravar o quadro. Para tratar a doença de forma acurada, mas também responsável, os produtores de “The Crown” decidiram trabalhar em colaboração com uma ONG britânica, a Beat (Associação Britânica para Distúrbios Alimentares), dedicada ao problema. A ideia de incluir avisos visa permitir aos espectadores se preparar e também buscar informações sobre como procurar ajuda, caso necessário. As primeiras críticas dos novos episódios já começaram a ser publicadas e garantem que se trata da melhor temporada de toda a série. Considerando o retrato de Diana, em seu casamento com o príncipe Charles (Josh O’Connor, de “Emma.”), como ponto alto da história, a imprensa dos EUA, Canadá e Reino Unido também ressaltou o desempenho de Emma Corrin, estrela mais jovem e menos rodada do elenco, que dá um show na produção. Os dez novos episódios da série chegam no domingo (15/11) à Netflix.
Dash & Lily: Veja o show dos Jonas Brothers na nova série da Netflix
A Netflix divulgou uma cena musical de sua nova série teen “Dash & Lily”, que destaca cenas de um show dos Jonas Brothers. A veterana “boy” band aparece no episódio final da atração, durante um show na véspera de Ano Novo em Nova York, para cantar uma canção de Natal. A cena também confirma “Dash & Lily” como mais um lançamento natalino da plataforma de streaming, que iniciou sua programação de Natal em pleno Halloween. Vale observar que a participação dos irmãos Jonas na série não se resume apenas ao show. Nick Jonas é co-produtor do projeto, via sua empresa Image 32, em parceria com Shawn Levy (produtor de “Stranger Things”) e sua 21 Laps Entertainment. Desde o início, Nick Jonas esperava encontrar uma maneira de fazer uma breve aparição na série, para marcar sua estreia como produtor. Quando Levy o visitou nos bastidores de um show dos Jonas Brothers, falaram sobre o single de Natal da banda, “Like It’s Christmas”, e a participação se materializou. “Dash & Lily” acabou reunindo um trilha sonora temática de Natal, que inclui desde Nat King Cole até Kelly Clarkson, e o principal motivo disto foi os Jonas Brothers terem gravado sua participação antes do início da pós-produção, fazendo com que seu single influenciasse a seleção sonora da série. Vale observar que ninguém aparece usando máscaras de proteção durante a grande aglomeração festiva do show dos irmãos Jonas, mas isto tem uma explicação simples: a série foi inteiramente gravada no ano passado, antes da pandemia de coronavírus. Para não ficar só na divulgação da música do Natal passado, os Jonas Brothers também lançaram recentemente um novo single natalino, “I Need You Christmas”, já disponível nos serviços musicais de streaming. “Dash & Lily” também já pode ser visto em streaming. A série estreou na Netflix nesta terça (10/11). Protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”), a atração é baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou a boa comédia romântica juvenil “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca, onde propõem desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”) e tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries).
Wentworth Miller diz que não volta mais a Prison Break: “chega de heteros”
O ator Wentworth Miller, conhecido pelo papel de Michael Scofield em “Prison Break”, anunciou nesta segunda (9/11) que não tem interesse em voltar ao personagem em novos projetos relacionados à série. Em uma publicação nas redes sociais, o ator afirmou que não quer mais interpretar personagens heterossexuais. “Estou fora. De PB [‘Prision Break’]. Oficialmente. Não por causa de ofensas nas redes sociais (embora isso tenha ajudado a questão). Eu só não quero interpretar mais personagens heterossexuais. As histórias deles foram contadas (e recontadas). Então. Não há mais Michael. Se você era fã da série esperando por temporadas adicionais… Eu entendo que isso é decepcionante. Eu sinto muito. Se você está incomodado porque se apaixonou por um homem hetero fictício interpretado por um gay na vida real… Isso é trabalho” escreveu em texto, após um desabafo sobre sua relação com as redes sociais. Miller esteve presente em todas as cinco temporadas da série como Michael Scofield, um engenheiro que vai para a prisão por vontade própria com um plano para fugir com o irmão mais velho, Lincoln Burrows, incriminado por um crime que não cometeu. Criada por Paul Scheuring em 2005, a produção da 20th Century Fox Television empolgou o público americano com suas várias reviravoltas, fugas arrojadas, perseguições implacáveis e a revelação de uma conspiração por trás de todos os eventos, mas foi cancelada na 4ª temporada com a morte de Scofield. Só que esse fim trágico não durou muito. A trama ganhou nova vida ao entrar na Netflix, tornando-se uma das mais maratonas da plataforma e inspirando a rede Fox a ressuscitar o protagonista e produzir uma 5ª temporada em 2017. Mesmo com uma história fraca, a produção manteve uma boa audiência e o canal passou a discutir uma 6ª temporada, que só não se materializou porque as conversas foram interrompidas pela venda do estúdio Fox para a Disney. Ao ver o post de Miller nas redes sociais, seu parceiro na série, Dominic Purcell, intérprete de Lincoln, comentou a decisão do colega num tom que aponta para o fim do projeto de outra temporada. “Foi divertido, companheiro. Que viagem que foi. Apoio totalmente e entendo seu raciocínio. Que bom que você tomou esta decisão para sua saúde e sua verdade. Continue com as postagens. Te amo, irmão”, escreveu Purcell. Além de “Prison Break”, Miller e Purcell também trabalharam juntos no Arrowverso, interpretando os vilões reformados Capitão Frio e Onda Térmica nas séries “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. As cinco temporadas produzidas de “Prison Break” foram recentemente disponibilizadas na Globoplay. Ver essa foto no Instagram "This is my favorite IG account," someone wrote in response to a recent post. Thank you. I want you to know I saw that. I see the positive comments and DMs (a lot of them anyway). Affectionate. Supportive. Appreciated (by me). Obviously there are comments and DMs I appreciate less. Who are these people? On my page? What backwards-ass, Stone Age values country did they crawl out of? The U.S.? I won't be disappearing (too many cool things to repost). The ability to comment likely will. I'm not concerned for myself. I can't be "bullied" in this space. I have too much power. "Delete. Block. Deactivate." Etc. But I take seriously the possibility of queer kids visiting here, recently out of the closet or exploring the idea… I don't want them exposed to bullshit. On a related note… I'm out. Of PB. Officially. Not bec of static on social media (although that has centered the issue). I just don't want to play straight characters. Their stories have been told (and told). So. No more Michael. If you were a fan of the show, hoping for additional seasons… I understand this is disappointing. I'm sorry. If you're hot and bothered bec you fell in love with a fictional straight man played by a real gay one… That's your work. – W.M. 🏳️🌈 Uma publicação compartilhada por @ wentworthmiller em 8 de Nov, 2020 às 10:05 PST
Única atriz negra de American Housewife sai da série por “ambiente tóxico”
A atriz Carly Hughes, integrante da série “American Housewife”, deixou o elenco da comédia da rede ABC denunciando um “ambiente tóxico” no set de gravações. Integrante fixa das primeiras quatro temporadas do programa, também exibido no Brasil com o título “Bela, Recatada e do Lar”, Hughes apareceu no episódio de estreia da 5ª temporada, exibido em 28 de outubro nos EUA, mas sumiu no segundo capítulo, tendo seu nome retirado até dos créditos da produção. Entre a estreia e o segundo episódio, os bastidores esquentaram. E houve bastante tempo para isso, já que o capítulo inaugural foi gravado antes da pandemia e a produção foi paralisada durante meses até a retomada dos trabalhos. Nesse período, o departamento de recursos humanos da ABC teria apurado denúncias de racismo. “Não pude mais trabalhar no ambiente tóxico que foi criado em ‘American Housewife’. Então, tomei a decisão de sair para me proteger desse tipo de discriminação”, disse Hughes em um comunicado. “Como uma mulher negra na indústria de entretenimento, sinto a responsabilidade de defender o que mereço, o que todos nós merecemos – ser tratada com igualdade. Desejo o melhor ao programa e estou animada para um novo capítulo e para poder prosseguir com as oportunidades à frente.” Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn não está mais ativamente envolvida com as gravações (embora ela tenha sido creditada como produtora executiva e co-roteirista do episódio de 5 de novembro) e o produtor Mark J. Greenberg foi afastado. Além disso, os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. “Carly era um membro valioso do elenco, e esperávamos que ela voltasse ao show nesta temporada”, disse um porta-voz da produção. “As preocupações que ela levantou levaram a mudanças positivas no local de trabalho e melhorias, mas respeitamos a decisão que ela tomou de seguir em frente. Desejamos a ela apenas o melhor.” Hughes era a única integrante negra fixa do elenco de “American Housewife”. Ela interpretava Angela, uma das duas melhores amigas de Katie (Katy Mixon), a personagem do título. Seus créditos também incluem a série “Insaciável” da Netflix e o telefilme natalino da Lifetime, “The Christmas Edition”, que estreia no próximo domingo (15/11) na TV dos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal Sony. Veja abaixo o elenco da atração.
Desalma vai gravar 2ª temporada no começo de 2021
A Globo ainda não oficializou, mas o sucesso em streaming é tanto que “Desalma” já teria garantido 2ª temporada. Mais que isso, o retorno às gravações já estariam com data marcada. De acordo com o colunista Fefito, os produtores pediram ao elenco que deixassem a agenda aberta a partir do fim de janeiro. Para as gravações, todos os atores devem estar disponíveis para viajar novamente para o sul do país, onde ficarão por dois meses. São esperadas as voltas de Claudia Abreu, Ismael Caneppele, Cássia Kis e Camila Botelho, mas a trama deve sofrer algumas baixas por programar um retorno tão rápido aos trabalhos. Alexandra Richter, por exemplo, já estava comprometido com outros trabalhos no período. Ela teve uma rápida participação como uma freira enigmática na primeira leva de episódios, e não está claro se sua personagem será abandonada ou sofrerá troca de intérprete. De todo modo, a data exata da produção só devem ser anunciada após a finalização e aprovação dos roteiros. Ainda segundo Fefito, a autora Ana Paula Maia está bastante avançada na história, que incluirá novos personagens em Brígida, cidade fictícia onde a trama é ambientada. A previsão é que a 2ª temporada de “Desalma” estreia no final de 2021.
Bert Belasco (1982 – 2020)
O ator Bert Belasco, mais conhecido por seus papéis nas séries “Let’s Stay Together” e “Pitch”, foi encontrado morto no domingo (8/11) em um hotel na Virgínia aos 38 anos. Os funcionários do hotel o acharam já falecido com sangue nos lençóis, de acordo com o site TMZ. O ator estava na Virgínia para um filme que iria estrelar. A família aguarda os resultados da autópsia antes de anunciar a causa oficial da morte, mas haveria sinais de que o ator morreu de aneurisma, assim como aconteceu recentemente com Tom Veiga, o intérprete do Louro José. Em “Let’s Stay Together”, Belasco viveu Charles, formando com a atriz Nadine Ellis o casal principal que batizava a atração. A série durou quatro temporadas no canal pago americano BET, entre 2011 e 2014. Ele também participou do elenco de “Pitch” em 2016 e “I’m Dying Up Here” em 2018, além de ter feito diversas aparições em episódios de séries como “The Mick”, “Key and Peele”, “House”, “NCIS: New Orleans”, “Justified”, “Superstore” e muitas mais.
Ken Spears (1938 – 2020)
O veterano roteirista-produtor Ken Spears, co-criador do adorado personagem “Scooby-Doo” com o também recentemente falecido Joe Ruby, morreu na sexta-feira (6/11) aos 82 anos, de complicações relacionadas à demência corporal de Lewy. “Ken será para sempre lembrado por sua inteligência, sua narrativa, sua lealdade à família e sua forte ética de trabalho”, diz seu filho, Kevin Spears. “Ele não deixou só uma impressão duradoura em sua família, mas tocou a vida de muitos como co-criador de ‘Scooby-Doo’. Ken tem sido um modelo para nós ao longo de sua vida e ele continuará a viver em nossos corações”. Nascido Charles Kenneth Spears em 12 de março de 1938, o artista cresceu em Los Angeles, Califórnia, onde se tornou amigo do filho do produtor de animação William Hanna. Spears foi posteriormente contratada na empresa de Hanna, a famosa Hanna-Barbera Productions em 1959 como editor de som. Enquanto trabalhava no departamento de edição, conheceu Joe Ruby, e os dois iniciaram uma parceria frutífera como autores de diversas histórias de desenhos clássicos. Juntos, eles escreveram episódios e criaram personagens para a Hanna-Barbera, Sid e Marty Krofft Television Productions e DePatie-Freleng Enterprises. Spears e Ruby criaram séries clássicas como “Scooby-Doo, Cadê Você!”, “Dinamite, o Bionicão”, “Capitão Caverna e as Panterinhas” e “Tutubarão” para a Hanna-Barbera, além de “Os Caretas”, “Os Cometas” e “Missão Quase Imprevisível” para a DePatie-Freleng. Além disso, Spears também foi consultor da adaptação animada de “Planeta dos Macacos”, que virou um desenho cultuado pelos fãs dos filmes em 1974. Os desenhos da dupla fizeram tanto sucesso que Fred Silverman, presidente de programação infantil da CBS, contratou-os no início dos anos 1970 para supervisionar a programação infantil das manhãs de sábado do canal, e quando Silverman se mudou para a ABC, levou-os juntos. Em 1977, Spears e Ruby criaram seu próprio estúdio, Ruby-Spears Productions, pelo qual produziram várias séries de animação, incluindo “Superman”, “Alvin e os Esquilos”, “Bicudo, o Lobisomem”, “Mister T”, “O Homem Elástico” e “Thundarr, o Bárbaro”, entre outros. Em 1981, a Ruby-Spears Productions foi comprada pela Taft Entertainment, a empresa-mãe da Hanna-Barbera, e dez anos depois o catálogo foi vendido, junto com a Hanna-Barbera, para a Turner Broadcasting, que atualmente integra a WarnerMedia. Spears morreu pouco mais de dois meses após seu grande parceiro Ruby, falecido em 26 de agosto passado.
Gillian Anderson só entrou em The Crown após traçar limites com o namorado – que é criador da série
Em entrevista para a revista Harper’s Bazaar, a atriz Gillian Anderson contou que só aceitou participar da 4ª temporada de “The Crown” após uma conversa séria que estabeleceu limites para a convivência com seu parceiro de vida desde 2016, que por acaso é o criador da série de sucesso, Peter Morgan. “Para nossa própria sanidade e, na verdade, para o benefício do relacionamento, estabelecemos limites muito claros”, disse Anderson à publicação, ponderando porque aceitou viver a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher na produção da Netflix. Ela contou que o casal estabeleceu uma regra muito simples. “Não vou comentar sobre o roteiro, mas você não tem permissão para comentar sobre a atuação!”, explicou Anderson. “Sou muito boa em compartimentar minha vida, ponto final”, ela continuou. “Acho que aprendi isso muito jovem, sendo uma jovem mãe em uma série de TV realmente intensa [‘Arquivo X’], em que eu me alternava entre me dedicar totalmente no set e voltar ao meu trailer, fechar a porta e ser uma mãe. ” Para Anderson, que é mãe de três filhos – Piper, 26, Oscar, 14, e Felix, 12 – essa regra também se aplica à sua interpretação de Thatcher, que foi apelidada de “A Dama de Ferro” por causa de seu governo duro e muitas vezes impopular. Para viver a personagem, Anderson disse que primeiro teve que deixar suas próprias opiniões pessoais sobre Thatcher de lado para encontrar um ponto em comum, exatamente como uma mãe. O resultado, diz Anderson, é que seu retrato reflete “ela como um ser humano” e apresenta suas motivações “como política e como mãe”. Ela diz que, na vida real, é o oposto de Thatcher e se abstém de fazer comentários políticos em seu dia-a-dia, inclusive nas redes sociais, porque não se vê nesse papel. “Sou uma atriz, não sou uma política, não sou uma assistente social.” Além de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher, a 4ª temporada destaca Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel da princesa Diana e reúne pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, antes de uma terceira troca de elenco, prevista para encerrar a série em mais dois anos de produção. A estreia dos novos episódios está marcada para o próximo domingo, dia 15 de novembro.
Trailer das novas temporadas de Chicago Med, Chicago PD e Chicago Fire reflete a pandemia
A rede NBC divulgou os pôsteres e o novo trailer de sua franquia “One Chicago”, exibindo cenas das estreias das próximas temporadas das séries “Chicago Med”, “Chicago PD” e “Chicago Fire”. O vídeo mostra os personagens envolvidos na luta contra a covid-19, repercutindo o slogan: “juntos somos mais fortes”. Quem dá o tom motivacional da prévia é o personagem Wallace Boden (Eamonn Walker), chefe do batalhão de bombeiros, que discursa que “quando esta comunidade se machuca, quando ela estende a mão, nós a colocamos de pé. E respondemos”. O episódio trará um grande incêndio, investigações policiais, racismo, resgates, situações médicas críticas e, para aumentar toda a confusão, tudo isso acontece durante a chegada da pandemia de coronavírus, que aumenta os riscos de todas as ações. As séries serão exibidas em sequência na quarta-feira (11/11) nos EUA, começando com a 6ª temporada de “Chicago Med”, que lidará mais diretamente com a pandemia, seguida pela 9ª temporada de “Chicago Fire” e a 8ª de “Chicago PD”. As três séries produzidas por Dick Wolf são transmitidas no Brasil pelo canal pago Universal.
Filme da Viúva Negra parte de premissa similar à série The Americans
Os trailers de “Viúva Negra” apresentaram os personagens centrais do filme como uma família disfuncional, mas agora o livro oficial da produção (“Black Widow: The Official Movie Special Book”) – que não teve o lançamento adiado como o longa – explicou o que realmente está por trás disso. Em uma declaração publicada no livro, o ator David Harbour (“Stranger Things”), intérprete de Alexei Shostakov/Guardião Vermelho, revelou que eles conviveram como uma família falsa durante os anos 1990, com o objetivo de realizar espionagem nos EUA. A premissa é a mesma da série premiada “The Americans”, sobre um casal de espiões comunistas que se passa por uma típica família americana – no caso da série, nos anos 1980. “[A] conexão entre ele e a Viúva Negra é que eles foram reunidos como uma família de espiões nos EUA nos anos 1990”, conta Harbour. “Então, a personagem de Rachel Weisz, Melina, era meio que a mãe, Alexei era o pai e Natasha e Yelena eram seus filhos pequenos.” Rachel Weisz (“A Favorita”) interpreta Melina Vostokoff/Dama de Ferro e Florence Pugh é Yelena Belova, assassina que passou pelo mesmo treinamento da heroína e que deve continuar o legado da Viúva Negra no MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Nos quadrinhos, as duas e o Guardião Vermelho se alternaram entre aliados e inimigos de Natacha Romanov, a Viúva Negra, vivida por Scarlett Johannson no cinema. Harbour também confirmou que o filme terá uma cena de flashback para estabelecer esse relacionamento. “Vemos isso no início do filme, e eles funcionam como uma família”, disse o ator. “Então eles se conhecem há muito tempo e perderam o contato por quase 20 anos. E quando se reencontram, Alexei tem um conhecimento profundo sobre Natasha, de uma certa forma que ninguém mais tem sobre quando ela era criança. Ele a tirou da Sala Vermelha e também a colocou de volta na Sala Vermelha porque ele acreditava nesta causa.” “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). Originalmente previsto para 30 de abril no Brasil, o filme passou por vários adiamentos devido à pandemia de coronavírus e agora deve estrear, com um ano de atraso, em maio de 2021. Veja abaixo o trailer que ressalta o relacionamento familiar dos personagens.
Luca Guadagnino negocia dirigir minissérie baseada em Retorno a Brideshead
A BBC está negociando com Luca Guadagnino para que o cineasta de “Me Chame por Seu Nome” dirija sua segunda minissérie. A rede pública britânica quer que o italiano, recém-saído dos oitos episódios de “We Are Who We Are” na HBO, assuma a frente de uma nova adaptação do clássico romance “Brideshead Revisited”. Segundo o site Deadline, a negociação já se estende por dois anos, mas finalmente o acordo estaria prestes a ser concluído, devido às incertezas do mercado para projetos de cinema durante a pandemia. A produtora Mammoth está a frente do projeto e contatos com o elenco também estão em andamento. O jornal britânico Daily Mail citou alguns nomes envolvidos. São astros de Hollywood, como Ralph Fiennes, Cate Blanchett, Andrew Garfield, Rooney Mara e Joe Alwyn. A Mammoth também negocia parcerias com canais americanos – a HBO é favorita – para materializar o grande orçamento necessário para juntar estes astros e o cineasta renomado na adaptação da obra de Evelyn Waugh. Apesar de já ter sido transformado em minissérie anteriormente, o romance de 1945 só ganhou adaptação da BBC para o cinema. A versão televisiva foi produzida pela ITV em 1981, com Jeremy Irons num desempenho memorável como o protagonista Charles Ryder. A atração de 11 episódios ganhou exibição no Brasil com o título de “Memórias de Brideshead”. Já a versão em longa-metragem foi produzida pela BBC Films em 2008, com Matthew Goode, Ben Whishaw, Hailey Atwell e Emma Thompson, e com o título nacional de “Brideshead: Desejo e Poder”. Por sinal, é interessante reparar que os dois intérpretes de Ryder, Matthew Goode e Jeremy Irons, também compartilharam outro papel na carreira, como Ozymandias/Adrian Veidt em “Watchmen” – respectivamente, no filme de 2009 e na série de 2019. A nova versão traria Andrew Garfield (o Homem-Aranha de “O Espetacular Homem-Aranha”) no papel. “Brideshead Revisited” narra a história de Ryder e sua amizade com uma família aristocrática, os Flytes, que vivem no campo, no palaciano Castelo de Brideshead. Ryder viaja a Brideshead a convite de Sebastian Flyte, seu melhor amigo na Universidade de Oxford, e logo ao chegar se encanta com a irmã do rapaz, Julia Flyte. A relação se torna um triângulo ao longo de uma trama que explora temas de nostalgia aristocrática, catolicismo e homossexualidade. Veja abaixo os trailers das adaptações anteriores, que, apesar de terem o mesmo nome em inglês, chegaram ao Brasil com títulos diferentes até do lançamento literário, disponível nas livrarias brasileiras como “Retorno a Brideshead”.
O Jovem Wallander é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação do drama europeu “O Jovem Wallander” (Young Wallander) para sua 2ª temporada. O detetive criado por Henning Mankell (1948–2015) numa coleção de romances policiais já tinha ganhado uma série sueca (2005-2013) estrelada por Krister Henriksson (“The Fall”) e uma atração britânica (2008–2016) com Kenneth Branagh (“O Assassinato no Expresso do Oriente”) no papel principal, antes da Netflix produzir sua versão. A adaptação de streaming estreou em setembro como o ator sueco Adam Pålsson (“Avenue 5”) como uma versão bem mais jovem do detetive Kurt Wallander. A série não é um prólogo, mas uma releitura moderna do personagem, com Kurt Wallander navegando no ambiente violento da Suécia atual. Na 1ª temporada, ao não conseguir salvar um adolescente de um ataque horrível, Wallander teve que aprender a lidar com sua culpa para solucionar o crime. A 1ª temporada foi escrita por Ben Harris, que assina a maioria dos episódios da recente “Devils”, dirigida por Ole Endresen (“Bulletproof”) e Jens Jonsson (“A Espiã”), e coproduzida por Berna Levin (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) para a produtora sueca Yellow Bird. Os parceiros de Harris em “Devils”, Chris Lunt e Michael A. Walker, vão ajudar a escrever a 2ª temporada, que deve ir ao ar em 2021. Veja abaixo o trailer original da produção.












