Insecure vai acabar na 5ª temporada
A série “Insecure” vai acabar em sua vindoura 5ª temporada na HBO. A comédia aclamada pela crítica foi renovada para o quinto ano em maio passado, quando a 4ª temporada estava apenas começando. Mas as gravações ainda não começaram, devido ao coronavírus. A série está programada para entrar em produção no final deste mês para tentar uma estreia no final deste ano. “Issa transformou a insegurança em uma forma icônica de comédia”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva da HBO Programming, no comunicado do final da série. “O show é tão incisivo quanto sincero e tem ressoado fortemente com seu público por causa do trabalho profundamente pessoal que Issa, Prentice, Melina, o elenco e os escritores colocaram nele. Esta equipe talentosa concebeu uma temporada final brilhante para ‘Insecure’ e esperamos ter muito mais histórias para contar com este grupo singular de colaboradores”, completou, aludindo a novos projetos. A co-criadora da série, Issa Rae, lidera o elenco, que também inclui Yvonne Orji, Jay Ellis, Natasha Rothwell, Amanda Seales e Alexander Hodge. Criada e estrelada por Issa Rae, a série acompanha como ela enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. A produção adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) anterior da atriz. “Insecure” recebeu ampla aclamação da crítica ao longo de suas quatro temporadas, que lhe rendeu uma média de 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além de “Insecure”, Issa Rae também produz o humorístico “A Black Lady Sketch Show”, que foi renovado para a 2ª temporada, e está desenvolvendo duas novas séries: “Tre Cnt”, sobre luta livre profissional, em parceria com Dwayne Johnson, e “The Dolls”, sobre bonecas dos anos 1980, com Laura Dern.
The Office foi a série mais vista em streaming em 2020
O serviço de audiência de streaming da Nielsen divulgou a lista dos títulos mais assistidos em 2020 nos EUA nas plataformas digitais. E o líder do ranking não foi nenhuma das produções mais faladas nas redes sociais e amplamente divulgadas pelos gigantes do streaming, mas um programa da TV aberta que acabou em 2013. A comédia “The Office” foi a favorita dos assinantes de serviços online (no caso, da Netflix) no ano passado. Não por acaso, a nova plataforma americana Peacock, da NBCUniversal, está dando grande atenção ao programa, que deixou a Netflix e passa a ser sua propriedade exclusiva a partir de 2021. O ranking se baseia na quantidade de minutos totais gastos pelos telespectadores para ver cada título. “The Office” lidera a lista por contabilizar 57,13 bilhões de minutos de exibição online. O número é 45% maior do que o programa que ficou em 2ª lugar – outra série da TV aberta, “Grey’s Anatomy”, que atingiu a marca de 39,41 bilhões de minutos. Esta conta é completamente diferente dos números mágicos da Netflix, que considera necessários apenas dois minutos de exibição para tratar uma série como inteiramente vista. Por isso, os programas mais vistos, de acordo com a Nielsen, são diferentes daqueles que a Netflix diz que são seus produtos mais populares. Mas a análise da Nielsen também é incompleta, pois só avalia a audiência de streaming vista em aparelhos de TV. De todo o modo, o ranking atesta que o conteúdo mais popular ainda está sendo criado para a TV – e, curiosamente, disponibilizado em streaming pela Netflix. A lista inclui séries como “NCIS”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, e as comédias de TV paga “Schitt’s Creek” e “Shameless”. Os 10 programas mais vistos foram responsáveis por cerca de 265,5 bilhões de minutos de exibição em 2020. Já a relação de produções originais de streaming solidifica a liderança da Netflix no segmento. A plataforma emplacou 9 títulos no Top 10 das séries digitais/originais mais assistidas na América do Norte. Curiosamente, a série original mais assistida, de acordo com o Nielsen, é “Ozark”, que lidera o ranking com 30,46 bilhões de minutos de visualização. A 3ª temporada da série criminal estrelada por Jason Bateman estreou no final de março de 2020 e recebeu um aumento considerável de audiência em relação aos episódios anteriores. Apesar disso, a plataforma vai encerrar a produção em sua vindoura 4ª temporada. Apesar do predomínio da Netflix, a Disney+ (Disney Plus) conseguiu incluir “The Mandalorian” no Top 10, com 4,52 bilhões de minutos de exibição. A 2ª temporada da série apareceu na classificação semanal da Nielsen por sete semanas consecutivas em 2020. A Disney Plus, por sinal, inverte o domínio da Netflix entre os títulos de longa-metragem, com 7 filmes no Top 10 digital de 2020. “Frozen II” liderou a lista, com 14,92 bilhões de minutos. Já a produção original mais vista em longa-metragem foi “Hamilton”, musical disponibilizado com exclusividade na plataforma da Disney.
Amazon renova El Cid para 2ª temporada
A Amazon Prime Video anunciou a renovação de “El Cid” para sua 2ª temporada, que será lançada ainda em 2021, segundo o comunicado oficial. Estrelada por Jaime Lorente (o Denver de “La Casa de Papel”), a 1ª temporada da produção espanhola estreou exclusivamente no Prime Video em dezembro de 2020 em mais de 200 países e territórios. Superprodução com batalhas épicas, dignas de “Game of Thrones”, a série conta a jornada do personagem-título, um guerreiro que apesar de lendário realmente existiu no século 9. A trama também explora as diversas comunidades religiosas que coexistiram na Espanha medieval, incluindo cristãos, árabes e judeus, além de mostrar como El Cid foi capaz de ganhar a admiração de todos eles e, eventualmente, conquistar e reinar em Valência. O elenco também destaca José Luis García Pérez (“Ibiza: Tudo pelo DJ”) como o Rei Fernando I “O Grande”, Elia Galera (“El Principe”) como a Rainha Sancha “A Bela”, Alicia Sanz (“O Clube dos Meninos Bilionários”) como a princesa Infanta Urraca, além de Carlos Bardem (“Assassin’s Creed”), Lucía Guerrero (“Dinheiro em Jogo”) e Juan Echanove (“Desaparecidos”), entre outros. Com produção da Zebra Producciones, a série foi criada por José Velasco (“Centro Médico”) e Luis Arranz (“Zona Hostil”), tem direção de Adolfo Martínez Pérez (também de “Zona Hostil”) e Marco A. Castillo (“Águia Vermelha”), e trilha sonora original composta por Gustavo Santaolalla, vencedor do Oscar por “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005) e “Babel” (2006).
Amazon adquire nova série de mistério produzida por Jessica Biel
A Amazon adquiriu os direitos internacionais da série “Cruel Summer”, que será exibida no canal pago Freeform, da Disney, na América do Norte. A atração, que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos, vai se passar durante três verões diferentes – de 1993, 1994 e 1995 – em uma pequena cidade do Texas, e refletir o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular. Ao mesmo tempo, a garota estranha do colégio se torna a mais popular. Mas isso só dura dois verões. Em 1995, ela será a pessoa mais odiada de todo o país. Cada episódio será contado a partir do ponto de vista de uma das duas garotas, e vai se valer da mudança de perspectivas para testar a formação de opinião dos espectadores, conforme mais informações são reveladas. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”) e com produção do estúdio canadense eOne (Entertainment One), a série será estrelada por Olivia Holt (A Adaga de “Manto e Adaga”) como a garota popular e Chiara Aurelia (“Tell Me Your Secrets”) como a estranha. “Com ‘Cruel Summer’, Jessica Biel, Michelle Purple, Bert V. Royal e Tia Napolitano criaram um drama único que fará com que os membros Prime em todo o mundo roam as unhas enquanto essa história misteriosa se desenrola”, disse Brad Beale, vice-presidente de Aquisição de Conteúdo Mundial da Amazon Prime Video.
Netflix estima que 3ª temporada de Cobra Kai será vista por 40 milhões
A Netflix revelou que a 3ª temporada de “Cobra Kai”, o spin-off de “Karatê Kid” que a plataforma adquiriu do YouTube, deve encerrar seu primeiro mês de exibição vista por mais de 40 milhões de assinantes. Os números, claro, são tão impressionantes quanto questionáveis. Lançada em 1 de janeiro, a série ainda não completou duas semanas de disponibilidade, mas a empresa já alardeia sua audiência de quatro semanas. Não bastasse o método distorcido que utiliza para medir audiências – a Netflix considera uma temporada totalmente vista quando um assinante dá play por dois minutos num episódio qualquer – , a plataforma agora “adivinha” quantas pessoas vão ver seus produtos e divulga como se fossem dados factuais. Como os dados não são auditados, quaisquer números inflados que a empresa divulga viram parâmetro para ao menos medir o sucesso ou fracasso de suas produções, mas sempre dentro de um contexto específico, restrito apenas à sua bolha de conteúdo. Em outras palavras: os números citados pela Netflix só servem como parâmetro para outros números revelados pela plataforma. Um exemplo desse exercício é que, poucos dias após lançar “Bridgerton”, a companhia de streaming anunciou que a atração seria visualizada por 63 milhões de famílias em 28 dias. Em seu futurismo especulativo, a 1ª temporada de “Bridgerton” foi um sucesso maior que a 3ª de “Cobra Kai”. Mas nenhuma das duas séries completou o prazo citado nas audiências inventadas pela plataforma. Os números mágicos também somaram as três temporadas de “Cobra Kai”, para afirmar que pelo menos 73 milhões de contas da Netflix assistiram a um episódio da série. Além disso, a 3ª temporada liderou a audiência do serviço em 28 países, incluindo EUA, Reino Unido e Argentina. Mesmo com visualizações inventadas, não é surpresa que “Cobra Kai” tenha um bom desempenho, pois a série, que volta a juntar os rivais de “Karatê Kid”, Ralph Macchio como Daniel LaRusso e William Zabka como Johnny Lawrence, quebrou recordes de visualização quando estreou no YouTube, incluindo 55 milhões de visualizações de seu episódio de abertura. Esses números são factíveis. A série já foi renovada para uma 4ª temporada.
Amizade Dolorida: Trailer da 2ª temporada explora fetiches
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Amizade Dolorida” (Bonding), série de comédia passada no mundo do sexo BDSM, o que inclui práticas consensuais envolvendo bondage e disciplina, dominação e submissão (sadomasoquismo, fetiches e etc). A trama gira em torno de dois amigos, Tiff (Zoe Levin, de “O Verão da Minha Vida”) e Pete (Brendan Scannell, de “Heathers”), que vivem em Nova York. Tiff é uma estudante universitária durante o dia e dominatrix à noite, enquanto Pete está falido e sofre com medo de subir ao palco para se tornar comediante. Tiff decide que precisa de ajuda no seu trabalho noturno e percebe que o seu melhor amigo gay poderá ser o seu assistente. Os dois decidem trabalhar em conjunto, gerando uma série de confusões. Vagamente baseado nas experiências da vida real do escritor, diretor e showrunner Rightor Doyle, “Amizade Colorida” ganhou o prémio da Melhor Série no Outfest, festival de cinema LGBT de Los Angeles. Os novos episódios (que são muito curtos) estreiam em 27 de janeiro.
Expresso do Amanhã: Trailers revelam confronto da 2ª temporada
A Netflix e o canal pago TNT divulgaram os primeiros trailers da 2ª temporada da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Apesar de diferentes, ambos exploram o clima de confronto criado com a chegada do inventor do trem pós-apocalíptico, o Sr. Wilford (interpretado por Sean Bean, de “Game of Thrones”). A versão legendada da Netflix ainda adianta a descoberta de que o planeta voltou a aquecer, o que estimula planos importantes para o futuro da humanidade – e contrastam com a visão de Wilford, de que “o apocalipse não é tão ruim”. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros do Expresso do título. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A produção da 2ª temporada já estava em andamento antes da pandemia de coronavírus e, graças a isso, os próximos episódios não sofreram atrasos de gravações. A estreia está marcada para 26 de janeiro na Netflix, um dia depois da exibição na TNT nos EUA. Veja abaixo os trailers diferentes e também o pôster oficial da TNT.
Shippados: Última série de Fernanda Young estreia na TV aberta
A rede Globo estreia na noite desta terça (12/1) na TV aberta a comédia “Shippados”, última série criada pela escritora Fernanda Young (com Alexandre Machado), que morreu em agosto de 2019, aos 49 anos. Originalmente exibida em 2019 na Globoplay, a obra dos autores de “Os Normais” aborda relacionamentos em tempos digitais e é estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”). Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de namoro. A série ainda destaca outro casal, que chama atenção pelo nudismo. Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) aparecem nos episódios sempre pelados. Além deles, Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”) também estão no elenco. Confira o trailer da atração abaixo.
Lupin se torna primeira série francesa a entrar no Top 10 da Netflix nos EUA
A nova série “Lupin”, estrelada por Omar Sy (“Intocáveis”), tornou-se a primeira atração francesa a entrar no Top 10 da Netflix nos EUA. Lançada na sexta-feira (8/1), a série também figurou no Top 10 de vários outros países, inclusive no Brasil, além de liderar em popularidade na França durante seu primeiro fim de semana. A produção tem apenas oito resenhas em inglês, compiladas pelo site Rotten Tomatoes, mas todas elas são positivas, o que lhe garante provisórios 100% de aprovação. A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem de Omar Sy (que não se chama Lupin) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série.
Ministério da Justiça muda classificação de As Five após cenas quentes
O Ministério da Justiça mudar a classificação indicativa da série “As Five”, da plataforma Globoplay, após várias cenas quentes darem o que falar nas redes sociais. Antes inadequada para menores de 14 anos, agora a série é imprópria para menores de 16. A alegação para a mudança foi “a presença de drogas, violência e conteúdo sexual”. Concebida pelo cineasta Cao Hambúrguer, a trama reflete a fase adulta das protagonistas adolescentes de “Malhação – Viva A Diferença”. Num dos episódios que mais movimentaram a web, Dira Paes contracenou cenas quentes com Manoela Aliperti. A exibição levou o nome da atriz veterana aos TrendingTopics do Twitter. Mais recentemente, também repercutiu um beijo triplo entre Rafael Vitti, Sophia Abrahão e Ana Hikari. As cenas costuma render elogios à produção e até declarações apaixonadas para as atrizes. Cao Hamburger já terminou de escrever os roteiros da 2ª temporada, que agora estão sendo submetidos à avaliação dos executivos da Globoplay. Com o fim da 1ª temporada nos próximos dias, eles vão avaliar o que funcionou e o que não foi tão bem para, então, fazer algum ajuste.
Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série
As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.
Willow: Série baseada em filme de 1988 perde o diretor de Podres de Ricos
O cineasta Jon M. Chu (“Podres de Ricos”) precisou desistir de dirigir o piloto da série “Willow”. Chu, que também seria produtor executivo da série Disney+ (Disney Plus), anunciou que está deixando o projeto devido a conflitos de agenda e a chegada de um novo bebê. “Estou com o coração partido em informar a todos que, infelizmente, tenho que deixar de dirigir Willow”, escreveu Chu em um comunicado. “Com o cronograma de produção mudando, devido aos lockdowns contínuos no Reino Unido, e com um novo bebê chegando neste verão (surpresa!), o cronograma não vai mais funcionar para mim e minha família.” Chu acrescentou que a obra original era um de seus “filmes favoritos desde que eu era criança”. E que, por isso, ficou “arrasado por não ser capaz de trabalhar com alguns dos meus heróis antigos e novos como Kathy, Ron, Jon, Wendy, Michelle e o incrível elenco e equipe que eles formaram”. “Como uma criança vendo ‘Willow’ pela primeira vez nos anos 1980, vou ficar ansioso para ver este novo mundo mágico se desdobrar como um fã muito entusiasmado”, completou. Para quem não lembra, o filme original de 1988 era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série será uma continuação dessa história e Warwick Davis voltará ao papel principal. Ele tinha 18 anos na época de “Willow” e agora está com 50. A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e contará com Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner. Os responsáveis pelo filme original, Ron Howard e o roteirista Bob Dolman, também estão envolvidos como produtores e consultores da série, que será realizada pela Lucasfilm para a Disney Plus. Howard já tinha adiantado boa parte dos planos da produção há vários meses, durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, quando revelou que pretendia trazer de volta Warwick Davis como um Willow maduro. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, na ocasião. Ainda não existe uma previsão de estreia para a série.
Criador de House of Cards desenvolve série baseada no jogo de tabuleiro Risk
O roteirista Beau Willimon, criador de “House of Cards”, da Netflix, vai transformar o jogo de tabuleiro “Risk”, da Hasbro, numa série. O projeto é o primeiro resultado da assinatura de um contrato de Willimon com o estúdio eOne, de propriedade da Hasbro, para desenvolver novas atrações. Willimon, que também criou o drama espacial “The First”, da Hulu, escreverá e supervisionará a adaptação do jogo de estratégia, que foi criado pelo cineasta Albert Lamorisse (“A Viagem de Balão”) em 1957 e se tornou um dos jogos de tabuleiro mais populares da história. No Brasil, o equivalente mais parecido se chama “War”. “Risk” se junta a outros projetos da eOne focados no catálogo de propriedades da empresa gigante de brinquedos. Comprado pela Hasbro em 2019 por cerca de US$ 4 bilhões, o estúdio também está trabalhando em adaptações para TV e cinema de “Power Rangers”, “Dungeons and Dragons”, “Monopoly”, “Action Man”, “GI Joe” e “Clue” (jogo conhecido no Brasil como “Detetive”).












