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    Rod Perry (1941 – 2020)

    11 de janeiro de 2021 /

    O ator Rod Perry, que estrelou a série “SWAT” nos anos 1970, morreu em 17 de dezembro aos 86 anos, anunciou sua família nesta segunda (11/1). Ele se destacou como atleta – estabeleceu o recorde mundial nos 200 metros com barreiras em 1957 – antes de se tornar modelo para a agência Ford e estrear na Broadway como ator em 1968. Um de seus primeiros papéis na tela foi no telefilme “The Autobiography of Miss Jane Pittman” (1974), em que retratou Joe Pittman, um cowboy que tem um casamento breve, mas feliz, com a mulher do título (Cicely Tyson). A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, durante o ciclo da blaxploitation, vivendo o “poderoso chefão” de “A Fúria do Poderoso Chefão” (1974). Ele ainda participou de outro lançamento do gênero, “The Black Gestapo” (1975), antes de ingressar na “SWAT”. Rod Perry interpretou o sargento David “Deacon” Kay ao lado de Steve Forrest e Robert Urich na série policial, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Apesar de ter durado só 37 episódios entre 1975 e 1976, as reprises transformaram a atração num grande sucesso, que, mais recentemente, inspirou um filme e um revival televisivo. O longa “SWAT” de 2003 também contou com participação de Perry como o pai de seu personagem original, vivido no cinema por LL Cool J (Jay Harrington interpreta o mesmo personagem na versão atual da série). Outros de seus trabalhos televisivos incluem aparições em episódios das séries “Barney Miller”, “Good Times”, “Projeto U.F.O.” e “Babylon 5”.

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    Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série na Netflix

    11 de janeiro de 2021 /

    A Netflix encomendou uma série baseada no livro “The Lincoln Lawyer”, de Michael Connelly (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. O projeto da série circulava no mercado desde junho de 2019, quando estava sendo considerado pela rede CBS. Trata-se de uma nova produção de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). A trama deve acompanhar outros casos defendidos pelo advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Não vai faltar material para adaptação. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O papel principal já está definido com Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) como Mickey Haller, “Estou muito feliz em chamar a Netflix de nossa casa”, disse Connelly, que também vai produzir a adaptação, em um comunicado. “E estou animado para trazer essa história rica e multifacetada, cheia de personagens e mistérios intrigantes, para milhões de telespectadores – fãs novos e antigos – em todo o mundo.”

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    Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes ganha trailer completo

    11 de janeiro de 2021 /

    A rede CBS divulgou o primeiro trailer completo de “Clarice”, baseada na personagem Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”. A prévia mostra que a protagonista ainda tem pesadelos com o poço de Buffalo Bill, o serial killer que ela prendeu no filme, mas apesar disso irá atrás de novos psicopatas e enfrentará o machismo dos anos 1990, que dificulta seu trabalho de investigação. A personagem-título é vivida pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não poderá citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. Segundo informações da revista Entertainment Weekly, os direitos dos personagens criados pelo escritor Thomas Harris estão divididos entre a MGM e a Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar os personagens que apareceram em “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, seu colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para 11 de fevereiro nos Estados Unidos.

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    Nova série com versão mirim de Bob Esponja ganha primeira prévia

    11 de janeiro de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o primeiro vídeo da nova série derivada de Bob Esponja, que mostra os personagens do desenho longevo da Nickelodeon em suas versões infantis, num acampamento de férias. Intitulado em inglês “Kamp Koral: SpongeBob’s Under Years”, o novo desenho mostra como era a vida de Bob Esponja, Patrick, Sandy e companhia aos 10 anos de idade. A prévia revela quase um episódio completo. Na trama, o jovem Bob Esponja e seus amigos podem ser vistos participando das atividades do acampamento de verão mais popular da Fenda do Biquíni, o Kamp Koral, que tem como instrutores os adolescentes sr. Siriguejo e Lula Molusco. Todos os personagens foram criados por Stephen Hillenburg, que morreu em novembro de 2018 aos 57 anos de idade. Ele sofria de ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva e irreversível. Apesar da morte de seu criador, a Nickelodeon garantiu que a série original, que já tem duas décadas, não deixará de ser produzida. Ao contrário. O anúncio do spin-off acompanha os planos do canal pago para expandir a franquia. “Estamos animados com ‘Kamp Koral’, que vai provar o quanto esses personagens são amados ao redor do mundo”, disse Ramsey Naito, chefe de animação da Nickelodeon. Dois produtores da série original, Marc Ceccarelli e Vincent Waller, comandarão o spin-off, que também se diferencia do original por utilizar animação computadorizada. O vídeo ainda marca a primeira publicidade oficial da Paramount+, novo nome da plataforma CBS All Access, que entrará em vigor já no início de 2021.

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    Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max

    11 de janeiro de 2021 /

    “Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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    Série de Queen Latifah baseada em O Protetor ganha primeiro teaser

    10 de janeiro de 2021 /

    A rede CBS divulgou nas redes sociais o primeiro teaser do reboot de “The Equalizer”. Na primeira versão da série, exibida nos anos 1980, o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. O personagem virou o negro Denzel Washington em sua recente transição para o cinema em dois filmes de “O Protetor”. E na nova versão a mudança inclui o sexo. McCall agora é uma mulher negra, vida por ninguém menos que Queen Latifah (“Star”). Com praticamente a mesma premissa, Latifah estrela a série como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também está buscando sua própria redenção. O teaser apresenta a protagonista e sua filha, Delilah, interpretada por Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”), além de Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA. Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. A produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”). E o elenco também inclui Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). A estreia marcada vai acontecer em 7 de fevereiro nos EUA, após o Super Bowl (final do campeonato de futebol americano, que tradicionalmente rende a maior audiência da TV no país). She’s the one you call when you can’t call 911. #TheEqualizer premieres February 7 after the Super Bowl on @CBS and @CBSAllAccess. pic.twitter.com/Hsu3Ubs41a — The Equalizer (@TheEqualizerCBS) January 9, 2021

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    Novo Clube do Terror retorna com trailer assustador

    9 de janeiro de 2021 /

    O Nickelodeon divulgou o trailer da 2ª temporada do revival de “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?). A prévia introduz os personagens e apresenta a nova assombração, além de deixar claro que a nova versão da série tem clima bem mais assustador que o da atração original, exibida na década de 1990 pelo canal pago infantil. Criado por D.J. MacHale e Ned Kandel, “Clube do Terror” acompanhava um grupo de adolescentes, autodenominado de Sociedade da Meia-Noite (Midnight Society), que se reunia de noite, em volta de uma fogueira, para contar histórias assombrosas. O revival troca os diferentes sustos semanais dos anos 1990 por uma história completa anual, numa proposta de antologia nos moldes de “American Horror Story”. A história da 2ª temporada é intitulada em inglês “Curse of the Shadows” (maldição das sombras) e segue um grupo diferente de crianças da Sociedade da Meia-Noite, que aprendem sobre a terrível maldição lançada sobre sua pequena cidade à beira-mar e são assombrados por uma criatura misteriosa conhecida como Shadowman (Homem-Sombra). Os protagonistas são Bryce Gheisar (“The Astronauts”), Beatrice Kitsos (“iZombie”), Malia Baker (“O Clube das Babás”), Dominic Mariche (“See”), Parker Queenan (“Andi Mack”) e o estreante Arjun Athalye. Os seis episódios de “Are You Afraid of the Dark? Curse of the Shadows” contam com direção e produção do cineasta Jeff Wadlow (“A Ilha da Fantasia” e “Verdade ou Desafio”) e têm estreia marcada para 12 de fevereiro nos EUA.

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    Big Sky foi maior estreia de sucesso multiplataforma da TV americana em 2020

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Big Sky” se consolidou como o maior sucesso da temporada pandêmica de 2020 da TV americana com a soma de suas visualizações multiplataformas após um mês de exibição de seu primeiro episódio. Com mais de 35 dias de disponibilização em plataformas lineares e digitais, o episódio inaugural atingiu 14,7 milhões de espectadores totais, tornando-se a estreia mais assistida da rede ABC desde “The Good Doctor” em setembro de 2017. “Big Sky” também se destacou no alvo demográfico favorito dos anunciantes (adultos de 18 a 49 anos), subindo para uma classificação de 3,97 pontos, na escala da consultoria Nielsen – o que representa quase seis vezes a classificação inicial do dia de estreia na TV aberta (0,68). Além disso, o drama da ABC conquistou 10,5 milhões de espectadores adicionais em relação à média inicial de sua exibição ao vivo (4,2 milhões), graças à exibição em streaming e gravações digitais. O sucesso também foi acompanhado por polêmica. Com uma trama centrada no rapto de mulheres brancas, a produção foi criticada pelas comunidades indígenas por ignorar que na região em que a história se passa existe uma tendência endêmica de raptos de mulheres nativas, nem sequer mencionada pelos roteiristas. Os produtores prometeram abordar a questão nos próximos episódios. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). Vale destacar ainda que o primeiro episódio teve direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). Veja abaixo o trailer da série, que deve chegar no Brasil pela plataforma Star Plus (Star+), a “Hulu brasileira” da Disney.

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    Losing Alice: Série de suspense com atriz de Demolidor ganha trailer da Apple

    9 de janeiro de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Losing Alice”, série israelense estrelada por Ayelet Zurer (a mãe biológica de Superman no filme “Homem de Aço” e a Vanessa da série “Demolidor”). Criação de Sigal Avin (“Michaela”), a série de oito episódios é um thriller sexual sobre Alice (Zurer), uma cineasta de cerca de 50 anos que entrou em decadência depois de resolver constituir família. Mas um encontro casual num trem muda tudo. Ela conhece e se envolve inesperadamente com Sophie (Lihi Kornowski, de “The Burglar”), uma bela e jovem roteirista, autora de uma história que pode recuperar sua carreira. O envolvimento também acontece de forma sexual e vira obsessão, ao mesmo tempo em que Alice começa a descobrir segredos sinistros da garota – como o fato de seu roteiro sombrio ser mais relato de fatos que ficção. Logo ela se pega ultrapassando limites e questionando até que ponto vale a pena chegar para reconquistar o sucesso de outrora. A versão impactante de “Hounds of Love”, sucesso de Kate Bush, utilizada na prévia foi gravada em 2010 pela cantora feroesa Eivør. A série de suspense tem estreia marcada para 22 de janeiro.

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    Diretores do terror cult Primavera entram na série do Cavaleiro da Lua

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Moon Knight” da Marvel Studios, baseada nos quadrinhos do herói Cavaleiro da Lua, acrescentou diretores adicionais. A dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017), estão se juntando a Mohamed Diab, o cineasta egípcio que comandará o episódio piloto da atração, estrelada por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Diab é considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, recebendo vários prêmios por seus primeiros longas “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Já Benson e Moorhead, além de dirigir também são roteiristas, produtores e editores de filmes. Eles filmam juntos desde 2013, quando lançaram o terror “Resolution” (2012), premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça. Desde então, suas obras são celebrados em festivais de cinema fantástico e arrancam elogios da crítica. “Primavera”, que causou sensação da Mostra Midnight Madness do Festival de Toronto, transformou Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) em fã da dupla, enquanto “O Culto”, exibido no Festival de Tribeca, arrancou críticas elogiosíssimas da crítica – 92% no Rotten Tomatoes. Seu filme mais recente foi o thriller sci-fi “Synchronic” (2019), estrelado por Anthony Mackie e Jamie Dornan. Além deles, a equipe conta com o roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. “Moon Knight” fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel.

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    Deezer D (1965 – 2021)

    9 de janeiro de 2021 /

    O ator e rapper Deezer D, que marcou a série “Plantão Médico” (ER) como o bem-humorado enfermeiro Malik McGrath, morreu na quinta-feira (7/1) de suspeita de ataque cardíaco em sua casa em Los Angeles, aos 55 anos. Deezer D era o nome artístico que Dearon Thompson assumiu ao estrear no cinema em 1991, no longa “Na Onda do Rap”, estrelado por Vanilla Ice (ele também apareceu no clipe “Cool as Ice” do cantor). Como ator, ainda se destacou na comédia musical “CB4 – Uma História Sem Rap End” (1993), ao lado do comediante Chris Rock, antes de entrar em “Plantão Médico”. Ele foi um dos poucos atores que participou de todas as 15 temporadas da série médica. “Que espírito especial todos nós perdemos!”, escreveu o colega de “Plantão Médico”, Mekhi Phifer, no Instagram . “Desde o primeiro dia em que o conheci no set, ele absolutamente me fez sentir em casa e muito bem-vindo. Meu irmão fará falta para sempre! Muitas condolências aos amigos, fãs e familiares”, completou. Outra antiga colega, Parminder Nagra, acrescentou: “Isso é tão incrivelmente triste”. E o produtor da série, Neal Baer, lembrou-se do ator como um “homem muito doce, gentil e maravilhoso de se trabalhar junto”. Seu crédito de atuação mais recente foi a comédia de 2017 de Kristy Swanson, “Crowning Jules”, e sua última gravação de rap, “History Can’t Be Stopped”, foi lançada postumamente na quinta-feira (8/1). O ator-rapper, que se submeteu a várias cirurgias cardíacas na última década, tinha anunciado a música no Instagram há apenas quatro dias. Veja abaixo, com um trecho de clipe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Deezer d. (@deezerd10)

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    Atriz de Xena enfrenta Hércules em briga política no Twitter

    9 de janeiro de 2021 /

    Fãs das antigas séries “Xena: A Princesa Guerreira” e “Hércules: A Lendária Jornada” viram um crossover inesperado nas redes sociais nesta semana, quando Lucy Lawless, a eterna Xena, e Kevin Sorbo, o Hércules, brigaram no Twitter por suas posições políticas opostas. Até então, os dois só tinham se enfrentado na ficção – Xena foi introduzida como antagonista de Hércules, antes de ganhar sua própria série em 1995. A discussão aconteceu após o episódio mais lamentável da história da democracia dos EUA, quando apoiadores extremistas de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso em Washington, e protagonizaram cenas de vandalismo para tentar impedir que Joe Biden fosse considerado vencedor da eleição à presidência dos EUA. Três pessoas foram mortas. Lucy Lawless foi uma das muitas pessoas que repudiou o ocorrido. Ela voltou a seus dias de Princesa Guerreira ao se deparar com as mensagens do ex-colega de elenco. “Os ANTIFA [grupos de oposição ao fascismo e a extrema-direita] lideraram o ataque ao edifício do Capitólio, vestidos como apoiadores de Trump”, escreveu Sorbo, defendendo os “patriotas” que apoiam Trump. Ele compartilhou uma publicação que traz uma imagem dos invasores, junto do seguinte questionamento: “Eles se parecem com apoiadores de Trump? Ou agitadores de esquerda disfarçados de apoiadores de Trump…”. “Eles não parecem patriotas para mim…”, apontou o ator sobre os integrantes da QAnon, na tentativa de passar o pano para Trump, que discursou para inflamar os ânimos da massa antes da invasão do Capitólio. Os posts conspiratórios foram confrontados por Lawless. “Não, querido. Eles não são patriotas. São macacos voadores, terroristas caseiros, atores da QAnon”, começou. “São idiotas que saem por aí seguindo as ordens de pessoas como você, que gostam de fomentá-los como brinquedos para que façam seu pior”, completou Lucy. Ela ainda incluiu duas hashtags ao final do comentário: “#KeepingYourFilthyHandsClean” (“Limpando as suas mãos sujas”, em tradução livre) e “#Enabler” (“facilitador”). Kevin não respondeu à crítica da amiga e seguiu compartilhando teorias de conspiração, associando a invasão a “agentes da esquerda”. Para quem não sabe, o QAnon mencionado é um grupo que acredita numa teoria ampla, difundida pelas redes sociais, que diz que Donald Trump trava uma guerra secreta contra pedófilos “adoradores de Satanás” do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa. Os extremistas também acreditam que há esforços do “estado profundo” para eliminar o atual presidente, que o coronavírus faz parte da conspiração pedófila-satânica-comunista, que a mídia oficial só divulga fake news e que a verdade é apenas o que eles afirmam nas redes sociais. A descrição lembra algum brasileiro?

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    Série da filha do Arqueiro Verde é descartada

    9 de janeiro de 2021 /

    A rede The CW decidiu não realizar a série “Green Arrow and The Canaries”, produção derivada de “Arrow” (2012-2020), que acompanharia a filha do Arqueiro Verde e duas intérpretes de Canário Negro. A série seria a primeira do canal protagonizada por um grupo de mulheres – Mia Smoak Queen (Katherine McNamara), Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy). A decisão tornou-se conhecida praticamente um ano após a exibição do penúltimo episódio de “Arrow”, que serviu de piloto para a série não aprovada. Detalhe: foi o capítulo de maior audiência de toda a temporada, à exceção do episódio do crossover de “Crise nas Infinitas Terras”. As personagens, entretanto, ainda devem aparecer no Arrowverso – nome que se torna cada vez mais dissociado do universo de séries da DC Comics exibidas na rede The CW. O produtor Marc Guggenheim chegou a afirmar que havia um plano B para concluir a história inacabada do piloto em “Legends of Tomorrow”. Ironicamente, a rede ainda não descartou o outro derivado que estava avaliando, da série sci-fi “The 100”. O que deixa claro que o parâmetro para a rejeição não foi a audiência do piloto. O capítulo que introduziu o spin-off teve uma das piores audiências da temporada final de “The 100”.

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