Constantine vai ganhar nova série na HBO Max
Uma nova série centrada em John Constantine, personagem dos quadrinhos da DC Comics, está em desenvolvimento na HBO Max. A informação foi confirmada pela revista Variety após surgir em blogs geeks. De acordo com as fontes da publicação, o programa se relacionaria com a série “Justice League Dark”, sobre a Liga da Justiça Sombria, que está atualmente em andamento para a plataforma com a produção da Bad Robot, de JJ Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Ainda não anunciado oficialmente, o projeto está sendo escrito pelo estreante Guy Bolton (autor do best-seller “The Pictures”), conforme revelou seu agente num perfil da web, e estaria em busca de um ator para interpretar Constantine – que será mais jovem que a versão vivida por Matt Ryan na série de 2014 e continuada em “Legends of Tomorrow”. Além da versão de Ryan, o personagem também foi vivido por Keanu Reeves no filme “Constantine” (2005), que se tornou cultuado, apesar dos protestos originais dos fãs contra as mudanças promovidas pela produção. A HBO Max não quis comentar a notícia da Variety. A plataforma também não adiantou que personagens vão aparecer na série da “Liga da Justiça Sombria”. Nos quadrinhos, isso inclui Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Desafiador (Deadman), Zatanna e outros integrantes do universo de magia e terror da editora DC.
Comédias Bob Hearts Abishola e The Neighbourhood são renovadas
A rede americana CBS renovou duas séries de comédia que fazem parte de sua programação das noites de segunda-feira. “Bob Hearts Abishola” vai para sua 3ª temporada e “The Neighbourhood” garantiu seu 4º ano de produção. “Estamos extremamente orgulhosos dessas duas comédias e muito felizes em trazê-las de volta na próxima temporada”, disse Thom Sherman, vice-presidente executivo sênior de programação da CBS, em comunicado. “’The Neighbourhood’ e ‘Bob Hearts Abishola’ magistralmente misturam humor com histórias de fácil identificação e culturalmente relevantes, e são âncoras tremendas e bem-sucedidas nas nossas noites de segunda-feira.” As duas sitcoms de estúdio – que estão sendo gravadas durante a pandemia sem suas tradicionais audiências ao vivo – ajudaram a CBS a se destacar nas noites de segunda-feira. “The Neighbourhood”, criada por Jim Reynolds (roteirista de “The Big Bang Theory”) e estrelada e produzida por Cedric the Entertainer (“Uma Turma do Barulho”), é a segunda comédia mais assistida da TV, com um alcance de mais de 7 milhões de telespectadores ao vivo. E “Bob Hearts Abishola”, que marca um reencontro do produtor Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”) com o ator Billy Gardell, após trabalharem juntos na comédia “Mike & Molly”, atinge 6,7 milhões de telespectadores. Curiosamente, as duas atrações tratam de relações interraciais. “The Neighbourhood” acompanha a convivência da família encabeçada por Cedric the Entertainer com seus primeiros vizinhos brancos (entre eles, Max Greenfield, de “New Girl”). E “Bob Hearts Abishola” gira em torno do romance de “um cara americano” (leia-se homem branco) por uma enfermeira nigeriana (leia-se mulher negra), vividos respectivamente por Billy Gardell e Folake Olowofoyeku (“Transparent”). O anúncio também marca as primeiras renovações da CBS nesta temporada.
Dwayne Johnson diz que pode concorrer à presidência dos EUA “se o povo quiser”
O astro de filmes de ação Dwayne Johnson pode concorrer à presidência dos EUA. Em entrevista ao jornal USA Today, ator das franquias “Velozes e Furiosos” e “Jumanji” afirmou que consideraria entrar numa campanha para disputar o cargo. “Se o povo quiser, eu vou pensar seriamente nisso. Estou sendo sincero, e não quero soar convencido. Tudo depende do povo… Eu vou esperar e ouvir o que o povo tem a dizer”, ele afirmou. Também conhecido como The Rock, apelido de seus tempos da luta livre profissional, Johnson já tinha falado antes que poderia entrar na política para disputar a presidência. Em uma série de entrevistas em 2016 e 2017, ele disse que estava considerando a possibilidade. Além disso, pela primeira vez nas eleições presidenciais de 2020, ele fez posts políticos e pediu votos para Joe Biden e Kamala Harris. Na ocasião, Johnson se definiu como um independente (nome dado a políticos nos EUA que não são nem democratas, nem republicanos) e centrista. Lançada na noite de terça (16/2), a série de comédia “Young Rock”, que aborda a infância e adolescência do astro, até usa a possível campanha à presidência como fonte de piadas. Em algumas cenas, Johnson aparece em 2032 como candidato ao cargo.
Young Rock: Dwayne Johnson comenta trailer da série sobre sua juventude
A rede NBC divulgou um trailer comentado de “Young Rock”, série sobre a juventude de Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que estreia nesta terça (16/2) na TV americana. O próprio The Rock apresenta a prévia, sugerindo que todos os fatos da série aconteceram de verdade, embora se materializem como piadas de uma sitcom. A comédia autobiográfica enfoca três fases da vida de Dwayne Johnson, décadas antes de virar um astro de Hollywood. A série vai acompanhar simultaneamente sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami. Por conta disso, a atração terá três atores diferentes no papel do Jovem Rock: Adrian Groulx (The Rock aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017). Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). E Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série também tem produção e participação especial de Johnson. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Gina Carano era reincidente e descobriu sua demissão pelas redes sociais
A atriz e ex-lutadora de MMA Gina Carano revelou que descobriu sua demissão de “The Mandalorian” (The Mandalorian) pelas redes sociais. Entretanto, seu desligamento da série aconteceu após receber uma advertência anterior da Lucasfilm. O motivo foi o mesmo que levou ao fim de sua participação na série: posts ofensivos no Twitter. Em entrevista ao site de Bari Weiss (ex-redatora do New York Times), ela revelou que não recebeu nenhum aviso de sua demissão e que só soube que não voltaria na 3ª temporada da série pela repercussão da nota da Lucasfilm sobre seu afastamento, após o movimento #FireGinaCarano se tornar viral. Mas ela admitiu que era reincidente. Já tinha sido procurada anteriormente pelo estúdio devido à postagens infelizes e não levou a sério. O contato anterior foi por conta de uma mudança em seu perfil nas redes sociais que zombava de pronomes transgêneros. Carano disse que a Lucasfilm a pressionou a divulgar um pedido de desculpas escrito pela empresa sobre o assunto, mas ela se recusou. “No início do ano passado, antes do lançamento [da 2º temporada] de ‘O Mandaloriano’, eles queriam que eu usasse suas palavras exatas para um pedido de desculpas sobre o uso de pronomes”, disse Carano. “Recusei e fiz uma declaração com as minhas próprias palavras. Eu deixei claro que não queria zombar da comunidade transgênero e estava apenas chamando a atenção para a multidão abusiva que forçava as pessoas a colocarem pronomes em suas biografias”. De acordo com Carano, a reação da Lucasfilm por ela não ter usado seu pedido de desculpas foi exclui-la de toda a divulgação e promoção da 2ª temporada da série. “Foi de partir o coração, mas não quis tirar o trabalho árduo de todos que trabalharam no projeto, então aceitei”, acrescentou Carano. “Essa foi a última vez que fui contatada sobre qualquer tipo de declaração pública ou pedido de desculpas da Lucasfilm. Depois descobri nas redes sociais, como todo mundo, que fui demitida”. Lucasfilm anunciou a demissão de Carano chamando suas postagens nas redes sociais de “repugnantes e inaceitáveis”. “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis”, disse o texto oficial do estúdio. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça, de forma irônica. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Após sua demissão, o site The Hollywood Reporter noticiou que a Lucasfilm havia cancelado planos de anunciar Carano como a estrela de uma série derivada de “O Mandaloriano” (provavelmente “Rangers of the New Republic”). Com a galáxia de “Star Wars” ficou definitivamente distante para ela, Carano agora vai estrelar e produzir um filme para o site de extrema direita The Daily Wire. Em declaração inicial sobre o projeto, ela disse: “Estou enviando uma mensagem direta de esperança a todos que vivem com medo do cancelamento pela multidão totalitária. Estou apenas começando a usar minha voz, que agora está mais livre do que nunca, e espero que inspire outros a fazer o mesmo. Eles não podem nos cancelar se não permitirmos.”
Disney anuncia suas primeiras séries europeias de streaming
A Disney anunciou nesta segunda (16/2) a produção dos primeiros conteúdos originais europeus para suas plataformas de streaming. Serão 10 programas desenvolvidos na França, Itália, Alemanha e Holanda, incluindo os primeiros projetos para a vindoura Star+ (Star Plus), versão internacional da Hulu, que respondem por oito títulos do total. A lista europeia inclui uma mistura de dramas, fantasias, comédias e documentários, que destaca as séries “The Good Mothers”, sobre mulheres mafiosas, produzida pela empresa italiana Wildside (“We Are Who We Are” da HBO), a fantasia “Parallels”, criada por Quoc Dang Tran (o escritor por trás da série de terror francesa “Marianne” da Netflix), e “Sam – A Saxon”, história do primeiro policial negro da Alemanha Oriental, escrita por Jörg Winger (criador da premiada “Deutschland 83”). Entre as comédia, a Disney+ (Disney Plus) vai retomar a série italiana “Boris” (foto acima), originalmente da Fox, após três temporadas anteriores e um longa-metragem. Liderada por Diego Londono (ex-Fox), vice-presidente executivo de redes de mídia e conteúdo da Disney na EMEA (Europa, Oriente Médio e África), e Liam Keelan (ex-BBC), vice-presidente de conteúdo original na região, a iniciativa europeia da Disney buscou atrair produtores de peso e espera lançar seus primeiros programas ainda em 2021. Em comunicado, Londono disse que a Europa é uma “potência criativa” e os projetos locais ajudarão a Disney+ a se tornar um “destino certo” para o público. Keelan acrescentou: “Nossa oferta europeia inicial ressalta o compromisso regional da Disney com talentos diferenciados e excepcionais, refletindo nosso desejo de trabalhar com os melhores contadores de histórias da indústria”. O lançamento da Star+ deu à dupla mais flexibilidade em termos dos tipos de programas que podem encomendar, embora o mercado adulto seja muito mais competitivo, com Netflix, Amazon e Apple brigando por séries internacionais de alto nível. Além dos programas anunciados, a Disney sinalizou intenção de lançar originais da Espanha e Reino Unido, além de investir mais em produções da Alemanha. O plano é, em última instância, ultrapassar a meta de produção de 50 séries internacionais originais até 2024, anunciada durante o Dia do Investidor no ano passado. Este montante, porém, não é exclusivo da Europa e também conta com produções de outros mercados, como a América Latina.
Atriz de Sex Education será protagonista da 2ª temporada de Bridgerton
A produção de “Bridgerton” encontrou a atriz principal da sua 2ª temporada. A série da Netflix escalou Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.
The Flash: Trailer da 7ª temporada retoma história interrompida pela covid-19
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 7ª temporada de “The Flash”. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. “The Flash” saiu do ar em maio passado antes de exibir todos os capítulos previstos para a temporada. Com isso, os primeiros episódios de 2021 concluirão a trama aberta, centrada no conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), no fim da Força da Velocidade, com a consequência perda de poderes do Flash (Grant Gustin), e o desaparecimento da esposa do herói, Iris (Candice Patton), presa numa dimensão de espelhos. Além dessas situações não solucionadas, a série também terá que lidar com o destino do Homem-Elástico. O personagem não deve voltar a aparecer após a demissão de seu intérprete, Hartley Sawyer, em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Ele já foi eliminado da equipe no pôster oficial e não aparece em nenhum trecho do trailer. A situação deve ser abordada no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
Diretor da série de Tekashi 6ix9ine diz que o rapper é um “ser humano horrível”
O polêmico Tekashi 6ix9ine é personagem de uma série biográfica, intitulada “Supervillain: The Making of Tekashi 6ix9ine”, que estreia em 21 de fevereiro nos EUA (no canal pago Showtime). E o diretor da obra aproveitou a divulgação do lançamento para ressaltar que, apesar de ganhar sua própria série, o rapper é um “ser humano horrível”. “O público e a mídia o odeiam porque ele é realmente um ser humano horrível que fez coisas terríveis”, disse Karam Gill (“G-Funk”) ao site Page Six. Tekashi foi condenado vários vezes, por tráfico de heroína, por gravar sexo com uma menor (supostamente de 13 anos) e incluir cenas em seus vídeos, por extorsão, tentativa de assassinato, ameaças com armas de fogo, etc. O rapper, que assumiu a culpa pelos atos de violência, dedurou parceiros num acordo para cumprir 24 meses de prisão. Após ser libertado, seu primeiro lançamento musical, intitulado “GOOBA”, quebrou o recorde do YouTube como o vídeo de rap mais assistido em 24 horas. Ele também teria forjado um sequestro de si mesmo e deixou “uma cidade inteira querendo matá-lo”, como diz o trailer da série. Diante desse perfil, Gill disse que chegou a hesitar em entrar no projeto e precisou fazer uma longa reflexão para mudar de perspectiva. “Percebi que é uma história extremamente importante que ilumina onde estamos como cultura”, ele ponderou. “Estamos vivendo na era das celebridades manufaturadas, onde as pessoas podem criar personas online inautênticas e chegar à fama sem nenhum talento ou moral. A história de Tekashi é exatamente isso, ele é alguém que percebeu o poder de ter sua própria plataforma.” De acordo com o diretor, cada publicação do rapper é calculada para gerar repercussão na mídia. “Tekashi era alguém que nunca fazia nada online por acidente. Cada clique, palavra e ação online foram concebidos com cuidado para provocar uma reação.” “De uma perspectiva geral, ele adora instigar e agravar, o que é algo que provoca uma reação natural” e gera engajamento, comentários, público. Por esta ótica, mesmo os que o odeiam ajudam a torná-lo popular. A série de três capítulos, que se baseia num artigo da revista Rolling Stone sobre como aconteceu a ascensão e a queda do rapper, também ajuda Tekashi 6ix9ine em seu objetivo de causar e virar a causa de outras pessoas. Veja o trailer abaixo.
Hasbro cancela boneco de Cara Dune após demissão de Gina Carano
A Luscasfilm não foi a única empresa que decidiu romper com a atriz Gina Carano. Após ela ser dispensada da série “The Mandalorian”, a Hasbro cancelou o lançamento de uma “action figure” de sua personagem Cara Dune. A informação foi revelada por um cliente da loja Big Bad Toy Store, que publicou uma captura de tela com a explicação sobre o fim da pré-venda do boneco colecionável. “Fomos informados pela Hasbro que eles cancelaram a produção [da action figure] de Cara Dune (‘O Mandaloriano’), [da coleção] ‘Star Wars: The Black Series 6’, e não irão atender nosso pedido. Infelizmente, isso significa que devemos cancelar nossas pré-vendas deste item. Pedimos desculpas pelo transtorno e agradecemos muito a sua compreensão. ” Uma pesquisa nas lojas da Hasbro revelam que o estoque atual de bonecos de Cara Dune está vazio. Não é possível comprar sua action figura em nenhum lugar. A ex-lutadora de MMA interpretou Cara Dune nas duas primeiras temporadas de “The Mandalorian” na Disney+ (Disney Plus), mas não participará mais dos próximos episódios ou de qualquer outro projeto ligado ao universo de “Star Wars”. Um comunicado avisou simplesmente que a atriz “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. Carano foi demitida de “The Mandalorian” por minimizar o Holocausto, desdenhar do uso de máscaras contra covid-19 e outros posts polêmicos nas redes sociais. A gota d’água foi um post em que ela comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. As redes sociais reagiram, fazendo com que a hashtag #FireGinaCarano (demita Gina Carano) virasse tendência. Após a demissão, ela também perdeu o empresário, dispensada por sua agência de talentos, a UTA. Hasbro says bye bye Carano pic.twitter.com/gCpg05zoJt — KC Walsh – BLM (@TheComixKid) February 12, 2021
WandaVision pode ter virado a série mais vista do mundo
“WandaVision” teria se tornado a série mais vista do mundo na semana passada. A conclusão é de uma pesquisa da empresa Parrot Analytics e foi divulgada com alarde pela revista Forbes. Para chegar a seu resultado, a Parrot Analytics disse ter usado dados de pesquisa dos internautas, streaming, redes sociais e downloads, incluindo pirataria. Segundo a análise da empresa de consultoria de dados, “WandaVision” começou a virar uma das séries mais vistas por ocasião de seu terceiro episódio e assumiu o topo após seu quinto capítulo, em 5 de fevereiro – o episódio que introduziu Pietro, vivido por Evan Peters. O analista de insights da Parrot Analytics, Wade Payson-Denney, diz que o bom desempenho se deve à estratégia de lançar os episódios semanalmente, em contraste com o costume da Netflix de liberar toda a temporada de uma vez. O mesmo recurso teria ajudado “O Mandaloriano” (The Mandalorian) a se tornou mais popular à medida que seus episódios foram liberados. “Quando vemos uma sequência de lançamentos excessivos como na Netflix, vemos a demanda disparar no início por cerca de uma semana”, explicou o executivo, citado pela Forbes. “Eles realmente aparecem bem no início, mas rapidamente desaparecem. É um sucesso rápido para esses programas. Enquanto que com o lançamento semanal vemos a popularidade aumentar gradualmente com o tempo, especialmente para programas como ‘O Mandaloriano’ e ‘WandaVision’. Isso realmente mantém essas séries no conversa por mais tempo”. Mas o anúncio da liderança da série da Disney+ (Disney Plus) tem um detalhe incômodo para quem buscar mais detalhes: a liderança não é respaldada por números. A Parrot Analytic não informa – ou não sabe – quantas pessoas viram a suposta série mais vista do mundo. Esta falta de dados jamais seria aceita em qualquer pesquisa científica, mas o universo do streaming tem criado uma realidade paralela em que empresas divulgam dados sem comprovação nenhuma e comemoram seus feitos imaginários. Desta forma, a liderança mundial de “WandaVision” é tão realista quanto os recordes da Netflix, que festejam audiências de 28 dias de séries lançadas há 5 dias. Primeira série da Marvel Studios criada exclusivamente para a plataforma Disney+, “WandaVision” traz Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis principais, respectivamente como Wanda, a Feiticeira Escarlate, e Visão, seus personagens nos filmes dos Vingadores. A atração tem só mais três semanas de exibição, encerrando-se no dia 5 de março.
Atores de Buffy se manifestam em apoio às denúncias das atrizes da série
Os atores masculinos da série “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel” resolveram se manifestar após as denúncias das integrantes femininas das séries contra o criador das duas atrações, Joss Whedon. As denúncias começaram na quarta-feira passada (10/2), após Charisma Carpenter, a intérprete de Cordélia, revelar abusos e assédio moral cometidos pelo produtor nos bastidores. E, assim como no movimento original do #MeToo, o post acabou gerando um efeito cascata. O desabafo da atriz foi ecoado pela intérprete da própria Buffy, Sarah Michelle Gellar, que disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, manifestando apoio às vítimas de abusos. E provocou calafrios, quando Michelle Trachtenberg comentou logo em seguida que o comportamento de Whedon foi impróprio “enquanto eu era uma adolescente” e que “Havia uma regra dizendo que [Whedon] não poderia ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. David Boreanaz, intérprete de Angel, que trabalhou com Carpenter em “Buffy” e “Angel”, tuitou uma mensagem de apoio à atriz, sem mencionar Whedon. “Estou aqui para ouvi-la e apoiá-la”, ele escreveu no domingo (14/2). “Orgulho da sua força.” Ele apagou em seguida, mas não antes que Carpenter respondesse: “Eu sei que você está aqui para mim, David. Agradeço tudo o que você fez para demonstrar esse apoio também em particular. Especialmente desde quarta-feira… muito obrigada.” Em sua postagem na semana passada, Carpenter disse que a Whedon a chamava de gorda quando estava grávida e perguntou se ela planejava manter seu filho durante uma reunião privada. Como ela queria ser mãe, Whedon “passou a atacar minha personagem, zombar de minhas crenças religiosas, acusar-me de sabotar o programa e, em seguida, despedir-me sem cerimônia na temporada seguinte, assim que dei à luz”. Também expressando seu apoio às atrizes que falaram abertamente, James Marsters, intérprete de Spike nas duas séries, também escreveu no Twitter que “o set de ‘Buffy’ teve desafios”. “Embora eu sempre considere uma honra ter interpretado o personagem de Spike, o set de ‘Buffy’ teve desafios. Não apoio abusos de qualquer tipo e fico com o coração partido ao saber das experiências de alguns integrantes do elenco. Envio meu amor e apoio a todos os envolvidos”, ele escreveu. Já Anthony Head, que viveu Giles, o antigo mentor de Buffy, revelou ter sido surpreendido pelas notícias durante uma participação no programa britânico “This Morning”, do canal ITV. O ator de 66 anos se disse “destruído” pelas alegações das atrizes de que Whedon teria criado um ambiente de trabalho “hostil e tóxico”. “Passei a maior parte da noite acordado apenas repassando minhas memórias, pensando, ‘O que eu não vi?'”, disse Head durante sua entrevista. “Não sou um homem dizendo ‘Eu não vi, então não aconteceu'”, ele continuou. “Estou arrasado. Estou seriamente arrasado porque uma das minhas lembranças – minha lembrança mais querida – foi o fato de que ‘Buffy’ era tão empoderadora. Não apenas pelas palavras no roteiro, mas pela sensação de que havia um sentimento de família por trás da série.” Ele também lamentou que os membros do elenco, que eram em sua maioria mais jovens do que ele, não tenham procurado sua ajuda durante seus momentos mais difíceis. “Eu era uma espécie de figura paterna… Esperava que alguém viesse até mim e dissesse: ‘Estou mal, acabei de ter uma conversa horrível'” “Reconheço que a primeira postagem de Charisma [Carpenter] foi sobre quando ela estava trabalhando em ‘Angel’ e eu estava longe”, observou ele, já que nunca apareceu na série derivada. “Mas há outros posts subsequentes de outras atrizes que me fizeram pensar: ‘Como diabos eu não sabia que isso estava acontecendo?'” Por enquanto, os desabafos estão sendo feitos no universo televisivo do produtor. Mas a própria Carpenter disse que foi inspirada a se posicionar após uma denúncia anterior, de Ray Fisher, o Ciborgue de “Liga da Justiça”, que teve coragem de chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de 2017 de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela justificou, ao contar o que sofreu. Os integrantes dos dois filmes dos Vingadores, da Marvel, que Whedon escreveu e dirigiu, ainda não se manifestaram sobre o tema. While I will always be honored to have played the character of Spike, the Buffy set was not without challenges. I do not support abuse of any kind, and am heartbroken to learn of the experiences of some of the cast. I send my love and support to all involved. — James Marsters (@JamesMarstersOf) February 12, 2021
Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série
O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.












