Atores de Buffy se manifestam em apoio às denúncias das atrizes da série
Os atores masculinos da série “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel” resolveram se manifestar após as denúncias das integrantes femininas das séries contra o criador das duas atrações, Joss Whedon. As denúncias começaram na quarta-feira passada (10/2), após Charisma Carpenter, a intérprete de Cordélia, revelar abusos e assédio moral cometidos pelo produtor nos bastidores. E, assim como no movimento original do #MeToo, o post acabou gerando um efeito cascata. O desabafo da atriz foi ecoado pela intérprete da própria Buffy, Sarah Michelle Gellar, que disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, manifestando apoio às vítimas de abusos. E provocou calafrios, quando Michelle Trachtenberg comentou logo em seguida que o comportamento de Whedon foi impróprio “enquanto eu era uma adolescente” e que “Havia uma regra dizendo que [Whedon] não poderia ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. David Boreanaz, intérprete de Angel, que trabalhou com Carpenter em “Buffy” e “Angel”, tuitou uma mensagem de apoio à atriz, sem mencionar Whedon. “Estou aqui para ouvi-la e apoiá-la”, ele escreveu no domingo (14/2). “Orgulho da sua força.” Ele apagou em seguida, mas não antes que Carpenter respondesse: “Eu sei que você está aqui para mim, David. Agradeço tudo o que você fez para demonstrar esse apoio também em particular. Especialmente desde quarta-feira… muito obrigada.” Em sua postagem na semana passada, Carpenter disse que a Whedon a chamava de gorda quando estava grávida e perguntou se ela planejava manter seu filho durante uma reunião privada. Como ela queria ser mãe, Whedon “passou a atacar minha personagem, zombar de minhas crenças religiosas, acusar-me de sabotar o programa e, em seguida, despedir-me sem cerimônia na temporada seguinte, assim que dei à luz”. Também expressando seu apoio às atrizes que falaram abertamente, James Marsters, intérprete de Spike nas duas séries, também escreveu no Twitter que “o set de ‘Buffy’ teve desafios”. “Embora eu sempre considere uma honra ter interpretado o personagem de Spike, o set de ‘Buffy’ teve desafios. Não apoio abusos de qualquer tipo e fico com o coração partido ao saber das experiências de alguns integrantes do elenco. Envio meu amor e apoio a todos os envolvidos”, ele escreveu. Já Anthony Head, que viveu Giles, o antigo mentor de Buffy, revelou ter sido surpreendido pelas notícias durante uma participação no programa britânico “This Morning”, do canal ITV. O ator de 66 anos se disse “destruído” pelas alegações das atrizes de que Whedon teria criado um ambiente de trabalho “hostil e tóxico”. “Passei a maior parte da noite acordado apenas repassando minhas memórias, pensando, ‘O que eu não vi?'”, disse Head durante sua entrevista. “Não sou um homem dizendo ‘Eu não vi, então não aconteceu'”, ele continuou. “Estou arrasado. Estou seriamente arrasado porque uma das minhas lembranças – minha lembrança mais querida – foi o fato de que ‘Buffy’ era tão empoderadora. Não apenas pelas palavras no roteiro, mas pela sensação de que havia um sentimento de família por trás da série.” Ele também lamentou que os membros do elenco, que eram em sua maioria mais jovens do que ele, não tenham procurado sua ajuda durante seus momentos mais difíceis. “Eu era uma espécie de figura paterna… Esperava que alguém viesse até mim e dissesse: ‘Estou mal, acabei de ter uma conversa horrível'” “Reconheço que a primeira postagem de Charisma [Carpenter] foi sobre quando ela estava trabalhando em ‘Angel’ e eu estava longe”, observou ele, já que nunca apareceu na série derivada. “Mas há outros posts subsequentes de outras atrizes que me fizeram pensar: ‘Como diabos eu não sabia que isso estava acontecendo?'” Por enquanto, os desabafos estão sendo feitos no universo televisivo do produtor. Mas a própria Carpenter disse que foi inspirada a se posicionar após uma denúncia anterior, de Ray Fisher, o Ciborgue de “Liga da Justiça”, que teve coragem de chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de 2017 de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela justificou, ao contar o que sofreu. Os integrantes dos dois filmes dos Vingadores, da Marvel, que Whedon escreveu e dirigiu, ainda não se manifestaram sobre o tema. While I will always be honored to have played the character of Spike, the Buffy set was not without challenges. I do not support abuse of any kind, and am heartbroken to learn of the experiences of some of the cast. I send my love and support to all involved. — James Marsters (@JamesMarstersOf) February 12, 2021
Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série
O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.
Globoplay prepra série documental sobre Bussunda
A Globoplay já começou a gravar sua série documental em homenagem aos 15 anos da morte de Bussunda. Intitulada “Meu Amigo Bussunda”, a atração vai contar a vida do humorista até seus últimos trabalhos. As primeiras gravações foram feitas em janeiro, com conversas com Vera Fischer, Zico e Débora Bloch, que na infância frequentou a mesma colônia de férias de Bussunda. O projeto terá imagens inéditas resgatadas dessa época. Os primeiros capítulos vão remontar a trajetória do humorista em ordem cronológica juntando as imagens de arquivo com estas e outras entrevistas com amigos, familiares, colegas de trabalho e, claro, os demais integrantes da equipe do “Casseta & Planeta”. Serão ao todo quatro episódios, os três primeiros dirigidos por Claudio Manoel, integrante da trupe “Casseta & Planeta”, e Micael Langer, diretor do premiado documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009). Já o último tem direção de Manoel e Júlia Besserman, filha do artista, que tinha 12 anos quando o pai morreu. O capítulo que fecha a série pretende apresentar uma reflexão sobre o legado do humorista sob o olhar de Julia, formada em cinema na Califórnia. A série tem previsão de estreia no Globoplay para junho, mês em que Bussunda morreu em 2006, em plena Copa do Mundo da Alemanha.
Beartown: Série sueca da HBO ganha trailer impactante
A HBO divulgou o trailer legendado e impactante da minissérie “Beartown”, uma produção sueca exibida em 2020 em seu país original, que agora chega ao mercado internacional. Adaptação do romance “Björnstad”, do escritor sueco Fredrik Backman (autor também de “Um Homem Chamado Ove”), a atração de cinco episódios se passa numa cidade pequena, cercada por neve, que deposita seus sonhos e esperanças no sucesso da equipe júnior de hóquei no gelo. Quando os meninos, liderados por seu melhor jogador Kevin têm uma grande oportunidade de ascensão, o jovem se envolve num ataque sexual. O fato divide opiniões, levando muitos a questionar a versão da vítima, inclusive o próprio pai da jovem, treinador de Kevin, enquanto ameaça destruir a paz de Beartown. O elenco destaca os estreantes Oliver Dufåker como Kevin e Miriam Ingrid como a vítima, chamada Maya, além de Ulf Stenberg (“Festival”), Aliette Opheim (“Patriota”), Tobias Zilliacus (“O Hipnotista”) e Charlotta Jonsson (“Wallander”). Criada por Anders Weidemann (“Interrogation”), Antonia Pyk (“Beck”) e Linn Gottfridsson (“Arne Dahl”), a série estreia em 22 de fevereiro no Brasil.
Generation: Série teen LGBTQIA+ com Justice Smith ganha primeiro trailer
A HBO Max divulgou o trailer de “Generation”, drama adolescente que tem produção de Lena Dunham, a criadora de “Girls”. Estrelada por Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”), a série foca a descoberta sexual da adolescência nos dias de hoje, com vários personagens LGBTQIA+ e a pressão sofrida por um jovem bissexual para se assumir gay, apesar de jurar amor por uma garota. Essas crianças modernas também tem pais modernos, que igualmente vivem relacionamentos LGBTQIA+. O detalhe principal de “Generation” é que esse ambiente reflete a vida de sua criadora, Zelda Barnz, que tem só 19 anos, pai gay e expressa seu cotidiano por meio dos episódios. “Eu queria ver a mim e as crianças da minha idade representadas na TV de uma maneira que parecesse real, sem julgamento ou nostalgia”, disse Zelda Barnz no comunicado da produção, em que agradece à sua “mentora e alma-gêmea Lena Dunham por todo seu apoio e orientação”, além da HBO Max “por tornar esse sonho louco realidade”. Mas Lena Dunham não foi a única que deu um força para desenvolver os episódios. A jovem também com a ajuda de um veterano da indústria do entretenimento, que é seu próprio pai, o cineasta Daniel Barnz (de “A Fera” e “Cake: Uma Razão para Viver”), responsável por dirigir o piloto e coproduzir a estreia da filha com o marido, o produtor Ben Barnz (que assina as produções de todos os filmes de Daniel). Além de Justice Smith, o elenco da série ainda conta com Nathanya Alexander (“Oito Mulheres e um Segredo”), Chloe East (“Kevin (Probably) Saves the World”), Lukita Maxwell (“Speechless”), Uly Schlesinger (“Sombras do Terror”), Chase Sui Wonders (“On the Rocks”), a estreante Haley Sanchez e os adultos Martha Plimpton (“Raising Hope”), Nathan Stewart-Jarrett (“Misfits”) e Sam Trammell (“True Blood”). A estreia de “Generation” está marcada para 11 de março na HBO Max. Mas os brasileiros terão que aguardar até junho para o lançamento da plataforma no Brasil.
Roteirista diz que criador de Buffy gostava de fazer mulher chorar
As acusações desencadeadas pela atriz Charisma Carpenter contra Joss Whedon, criador de “Buffy: A Caça-Vampiros”, continuam inspirando novas denúncias nas redes sociais. Depois das atrizes de “Buffy”, o tema chegou agora às redações das séries produzidas por Whedon. Jose Molina, roteirista de “The Vampire Diaries” e “Agent Carter”, lembrou o começo de sua carreira em “Firefly”, outra criação de Whedon, para afirmar que o produtor gostava de fazer as mulheres roteiristas chorar. Segundo a denúncia, publicada nas redes sociais, o produtor era “casualmente cruel” e “acreditava que ser ruim era engraçado”. “‘Casualmente cruel’ é uma maneira perfeita de descrever Joss. Ele achava que ser mau era engraçado. Fazer as escritoras chorar durante uma sessão de anotações era especialmente histérico. Na verdade, ele adorava se vangloriar sobre a vez que fez uma roteirista chorar duas vezes na mesma reunião”, afirmou. As denúncias começaram na quarta-feira (10/2), após a intérprete de Cordélia em “Buffy” e seu spin-off “Angel”, revelar abusos e assédio moral cometidos pelo produtor nos bastidores da série cultuada. Assim como no movimento original do #MeToo, o post de Carpenter acabou gerando um efeito cascata. O desabafo da atriz foi ecoado pela intérprete da própria Buffy, Sarah Michelle Gellar, que disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, manifestando apoio às vítimas de abusos. E provocou calafrios, quando Michelle Trachtenberg comentou logo em seguida que o comportamento de Whedon foi impróprio “enquanto eu era uma adolescente” e que “Havia uma regra dizendo que [Whedon] não poderia ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. A atriz tinha apenas 15 anos quando virou a irmã de Buffy na televisão. Outras atrizes da série também se manifestaram em meio à polêmica, como Amber Benson, a Tara, e Clare Kramer, a Glory, oferecendo apoio e confirmação. Por enquanto, os desabafos estão sendo feitos no universo televisivo do produtor. Mas a própria Carpenter disse que foi inspirada a se posicionar após uma denúncia anterior, de Ray Fisher, o Ciborgue de “Liga da Justiça”, que teve coragem de chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de 2017 de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela justificou, ao contar o que sofreu. Os integrantes dos dois filmes dos Vingadores, da Marvel, que Whedon escreveu e dirigiu, ainda não se manifestaram sobre o tema. "Casually cruel" is a perfect way of describing Joss. He thought being mean was funny. Making female writers cry during a notes session was especially hysterical. He actually liked to boast about the time he made one writer cry twice in one meeting. #IStandWithCharismaCarpenter https://t.co/SgPF1rgRby — Jose Molina (@JoseMolinaTV) February 13, 2021
Demitida de O Mandaloriano, Gina Carano fará filme com site de extrema direita
Após ser demitida de “The Mandalorian” (The Mandalorian) por minimizar o Holocausto, desdenhar do uso de máscaras contra covid-19 e outros posts polêmicos nas redes sociais, a atriz Gina Carano disse que está feliz da vida, porque finalmente está “livre” e assim poderá demonstrar o que realmente pensa. A propósito disso, ela anunciou uma parceria com o site de extrema direita americano The Daily Wire, considerado um dos líderes de difusão de fake news nos EUA (segundo o NewsGuard), para realizar um longa-metragem. “O Daily Wire está ajudando a realizar um dos meus sonhos – desenvolver e produzir meu próprio filme”, ela compartilhou em seu Instagram. “Eu rezei e minha prece foi atendida”. Ela explicou que, com o filme, pretende enviar “uma mensagem direta de esperança a todos que vivem com medo do cancelamento pela multidão totalitária. Estou só começando a usar minha voz, que agora está mais livre do que nunca, e espero que inspire outros a fazer o mesmo. Eles não podem nos cancelar se não permitirmos”. O longa será lançado apenas para os assinantes do The Daily Wire, como uma tentativa de alavancar o segmento de entretenimento da empresa. Ainda não há previsão de lançamento ou detalhes da trama. Fundado em 2015, o Daily Wire foi criado pelo comentarista político Ben Shapiro, que defende posições extremamente controvertidas, como considerar homossexualidade doença e pecado, e afirmar que a maioria dos muçulmanos do mundo é terrorista – seus tuítes controvertidos sobre esse assunto teriam radicalizado um terrorista branco e protestante que interagiu 98 vezes com as redes sociais de Shapiro antes de matar seis muçulmanos e ferir outros enquanto rezavam numa mesquita em 2018. Ao celebrar o acordo com Gina Carana, o Daily Wire atacou a Disney e especialmente Pedro Pascal, ex-colega da atriz em “The Mandalorian”, por aparentemente ser um democrata – é também um “imigrante” que tem uma irmã transexual. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano)
Sr. & Sra. Smith vai virar série com estrelas de Fleabag e Atlanta
“Sr. & Sra. Smith”, a comédia de ação romântica que juntou Brad Pitt e Angelina Jolie em 2005, vai virar uma série da Amazon com Phoebe Waller-Bridge e Donald Glover. O anúncio foi feito pelas redes sociais da plataforma Amazon Prime Video, com direito a um vídeo que explora rapidamente as diferenças do casal. Os dois astros e criadores das séries “Fleabag” e “Atlanta” estão trabalhando juntos para desenvolver e estrelar a atração, visando um lançamento em 2022. Eles já tiveram uma parceria anterior, ao participarem do filme “Han Solo: Uma História Star Wars”, quando tiveram a oportunidade de dar muitas entrevistas em dupla, mostrando ótima química. Além deles, a equipe criativa também inclui a roteirista-produtora Francesca Sloane (de “Atlanta”), apresentada como cocriadora do projeto. A produção está a cargo do estúdio New Regency, responsável pelo filme original, e o Amazon Studios. Mais detalhes devem ser revelados quando a série escalar o restante do elenco. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Amazon Prime Video US (@amazonprimevideo)
Amazon cancela Truth Seekers
A Amazon cancelou a série “Truth Seekers”, criada por Nick Frost e Simon Pegg. Quem deu a má notícia foi o próprio Nick Frost, que estrelou a atração como um caçador de fantasmas atrapalhado. “Infelizmente, ‘Truth Seekers’ não retornará para uma 2ª temporada”, ele revelou, num vídeo postado em seu Instagram. “‘Truth Seekers’ não foi renovada, o que é um grande chute no saco para mim. Nós depositamos tudo nisso, nossos corações, almas e nosso sangue em alguns casos. Então não retornar é muito triste para nós, uma pena”, lamentou. Ele ainda agradeceu os fãs e provocou quem não viu. “Se você gostou da série, obrigado, nós apreciamos muito seu apoio e tudo mais. E se você não gostou, bom, está feliz agora?!” Lançada em outubro passado, a atração marcava a volta de Frost e Pegg ao terrir, 16 anos depois do cultuado filme “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Para quem não lembra, a dupla virou celebridades com a repercussão de “Todo Mundo Quase Morto”, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. Os dois parceiros criaram “Truth Seekers”, mas Pegg fez apenas uma pequena participação como ator, como o patrão de Frost numa empresa de serviços de banda larga. A premissa deslancha quando o personagem de Frost e seu novo colega de furgão Samson Kayo (“Dolittle”) encontram fantasmas num serviço de rotina e passam a explorar o desconhecido em uma nova linha de trabalho. “Truth Seekers” ainda trazia em seu elenco Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) e o veterano Malcolm McDowell (“Laranja Mecânica”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nick Frost (@friedgold)
Capitã Marvel 2 escala sua vilã
A Marvel escalou a vilã de “Capitã Marvel 2”. A atriz Zawe Ashton, que estrelou “Toda Arte é Perigosa” (Velvet Buzzsaw) e “Obsessão”, entrou na produção, de acordo com as principais publicações americanas dedicadas a Hollywood. Como não se trata de um anúncio oficial, os detalhes da personagem de Ashton ainda não foram revelados. Ela vai se juntar a Brie Larson, que reprisará o papel da heroína do título, além de Iman Vellani, intérprete de Ms. Marvel, que será introduzida em sua própria série na Disney+, e Teyonah Parris, que estreou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em “WandaVision”, como Monica Rambeau. Vale lembrar que Monica Rambeau foi introduzida ainda criança no primeiro filme da Capitã Marvel, passado nos anos 1990. Para completar, o filme será dirigido por Nia DaCosta (do vindouro “A Lenda de Candyman”) e tem estreia prevista para 11 de novembro de 2022 – até segunda ordem.
Atriz de Buffy revela que Joss Whedon foi proibido de ficar sozinho com ela
A atriz Michelle Trachtenberg, intérprete de Dawn Summers em “Buffy: A Caça-Vampiros”, acrescentou uma informação alarmante em seu post de denúncia do comportamento impróprio de Joss Whedon, criador da série. “O último comentário que farei”, ela escreveu após a postagem original. “Havia uma regra dizendo que [Whedon] não poderia ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. O texto completa a acusação feita na quarta-feira (10/2), após Charisma Carpenter, a Cordélia, revelar abusos e assédio moral cometidos pelo produtor nos bastidores da série cultuada. Assim como no movimento original do #MeToo, o post de Carpenter acabou gerando um efeito cascata. O desabafo da atriz foi ecoado pela intérprete da própria Buffy, Sarah Michelle Gellar, que disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, manifestando apoio às vítimas de abusos. Michelle Trachtenberg comentou logo em seguida, replicando a declaração de Gellar no seu próprio Instagram, ao lado de um comentário sobre o comportamento de Whedon, “enquanto eu era uma adolescente”, que ela definiu como “impróprio”. “Obrigado Sarah Michelle Gellar por dizer isso”, escreveu Trachtenberg, numa frase de pontuação exagerada. “Eu sou corajosa agora como uma mulher de 35 anos… para repassar isso. Porque isso deve se tornar conhecido. Enquanto eu era adolescente. Com seu comportamento impróprio… Muito impróprio. Então agora as pessoas sabem o que Joss fez.” O comentário sobre a proibição de ficar sozinho com ela “novamente” foi acrescentado após essa frase. Nos comentários, Trachtenberg ainda informou: “O que ele fez foi muito ruim. Mas nós vencemos. Sobrevivendo!” O que Trachtenberg sugere parece muito mais sério que o já revoltante comportamento descrito por Carpenter, que mencionou bullying, perseguição e demissão da série por conta de sua gravidez. A atriz tinha apenas 15 anos quando virou a irmã de Buffy na televisão. Outras atrizes da série também se manifestaram em meio à polêmica, como Amber Benson, a Tara, e Clare Kramer, a Glory, oferecendo apoio e confirmação.
Séries online: Destaques da semana são documentários
A realidade rende tramas melhores que a ficção na programação de séries de streaming desta semana. Enquanto a Globoplay conta a história do “poderoso chefão brasileiro”, a HBO Go examina o fiasco da maior “obra faraônica” da ditadura, a Transamazônica, e os fãs de “true crimes” descobrem pela Netflix um hotel de história macabra. Até a Amazon aposta em reality show, deixando os fãs de séries dramáticas com poucas e medianas opções no Top 10. Entre as curiosidades, “Os Segredos de Manscheid” é a primeira atração de Luxemburgo disponibilizada pela Netflix – com uma premissa investigativa que lembra “The Killing” – “Soulmates” busca o amor no futuro – um “Black Mirror” romântico – e “Little Birds”, que estreia domingo (14/2) no Starzplay, explora os fetiches da literatura erótica de Anais Nin – dando saudades de “Henry & June”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Doutor Castor | Brasil | Minissérie (Globoplay) Transamazônia – Uma Estrada para o Passado | Brasil | Minissérie (HBO Go) Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil | EUA | 1ª Temporada/h4> (Netflix) Soltos em Floripa | Brasil | 2ª Temporada (Amazon) O Jogo do Detetive | Coreia do Sul | 3ª Temporada (Netflix) Little Birds | Reino Unido | Minissérie (Starzplay) Soulmates | EUA | 1ª Temporada (Amazon) Os Segredos de Manscheid | Luxemburgo | 1ª Temporada (Netflix) Mãe Só Tem Duas | EUA | 1ª Temporada (Netflix) L.A.’s Finest: Unidas contra o Crime | EUA | 1ª Temporada (Globoplay)
Criadores de Game of Thrones desenvolvem nova série com Hugh Jackman
Os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e DB Weiss, se juntaram ao astro Hugh Jackman (“Logan”) para desenvolver um novo projeto para a Netflix. Os três vão produzir uma adaptação do livro “The Overstory”, de Richard Powers. Vencedora do Prêmio Pulitzer, “The Overstory” é o 12º romance de Powers e conta a história de um mundo ao lado do nosso, que é vasto, interconectado, cheio de recursos, magnificamente inventivo e quase invisível para nós. Um punhado de pessoas díspares aprende como ver esse mundo e é atraído para uma catástrofe que se desenrola nele. A adaptação está a cargo de Richard Robbins (“12 Macacos”), que escreveu o roteiro do piloto. “The Overstory” é o terceiro anúncio da série de Benioff e Weiss desde que assinaram seu contrato com a Netflix em 2019. Eles também são escritores e produtores executivos da adaptação da trilogia de livros de ficção científica “O Problema dos Três Corpos”, de Cixin Liu, e da comédia dramática “The Chair”, estrelada por Sandra Oh (“Killing Eve”) e coproduzida pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”), esposa de Benioff.












