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    Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”

    19 de maio de 2021 /

    Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)

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  • Série

    Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”

    19 de maio de 2021 /

    A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)

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  • Série

    Tim Burton escala atriz de “Você” como a nova Wandinha Addams

    19 de maio de 2021 /

    O cineasta Tim Burton definiu quem vai ser a estrela da série que ele está desenvolvendo sobre a filha de Gomez e Mortícia Adams para a Netflix. A atração, que se chamará “Wednesday” (nome em inglês da Wandinha), será estrelada pela atriz Jenna Ortega (a Ellie de “Você” e a jovem Jane de “Jane the Virgin”). A atriz teve uma experiência recente como heroína gótica e mandou bem ao coestrelar “A Babá: Rainha da Morte” no ano passado. Ela comemorou a escalação postando fotos ao lado do roteiro da série em seu Instagram. Veja abaixo. A ideia da produção é transportar os personagens de “A Família Addams” para os dias de hoje e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha. Mas se os fãs esperavam ver uma estrela mirim roubando as cenas, como Christina Ricci nos filmes da Família Addams de 1991 e 1993, a escolha da intérprete demonstra que isso não vai acontecer. A série vai apresentar uma versão mais velha da personagem. Apesar de mais velha, Wandinha ainda manterá os mesmos hábitos e valores da mesma jovem gótica que os fãs conhecem. Na trama, ela será uma estudante na Nevermore Academy, onde tentará dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade local e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Burton vai dirigir os episódios e produzir a atração. Mas os roteiros estão a cargo de Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A data de estreia ainda não foi definida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jenna Ortega (@jennaortega)

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  • Série

    Nova atriz de “iCarly” sofre ataque racista nas redes sociais

    19 de maio de 2021 /

    O revelação do elenco completo e as primeiras imagens do revival de “iCarly” na Paramount+ renderam um efeito inesperado nas redes sociais, com ataques racistas contra a atriz Laci Mosley. Ela interpretará a nova melhor amiga da protagonista, ocupando a vaga da personagem Sam Puckett, vivida por Jennette McCurdy na produção original. Supostos fãs da série xingaram Mosley de um palavrão racista por “roubar” o lugar de McCurdy, que se recusou a voltar, disse que não atua mais e ainda tinha vergonha de “iCarly”. Os produtores e elenco da atração tentaram chamar atenção sobre o que estava acontecendo no Twitter. “Recentemente, vimos relatos de racismo contra membros de nosso elenco e isso não é aceitável. Então, por favor, pense em suas palavras e dedique seu tempo para entender como o que você diz pode impactar outras pessoas”, postou Miranda Cosgrove, a própria iCarly. “Nunca mais quero ouvir a frase ‘os fãs de iCarly são racistas’. Eu preciso que os verdadeiros fãs se manifestem e superem o ódio”, acrescentou Jerry Trainor, o Spencer. “‘iCarly’ é um programa alegre e inclusivo feito para promover a gentileza (e algumas pegadinhas ocasionais). Ideologias de supremacia branca e assédio não têm lugar em nossa série ou nos discursos em torno dela. Se esse for o seu modo de comunicação preferido, sugerimos que você procure outra coisa para ver”, disse, de forma dura, a produtora Ali Schouten. A situação se tornou tão séria que levou à publicação de um post oficial, no perfil de “iCarly”, em defesa da atriz. “Nós apoiamos todo nosso elenco e equipe e nos posicionamos contra todos os ataques de ódio e racismo”, diz o texto no Instagram, também reproduzido pelos integrantes da atração. A própria Mosley se pronunciou em diversos stories em seu perfil, dizendo-se triste pelos ataques. “Adoro ser negra. Eu odeio como os afrodescendentes são tratados neste planeta. Assumi o papel em ‘iCarly’ porque a sala de roteiristas é diversa (Franchesca Ramsey, você é um sonho). Nossa showrunner Ali Schouten é incrivelmente gentil e atenciosa, o elenco é talentoso e eles são algumas das melhores pessoas que eu já conheci. Fiquei surpreso quando a celebração de todo o nosso trabalho árduo foi ofuscada pelo maior racismo que já experimentei num período de 72 horas. Eu me sinto ridícula por estar tão chateada porque estive neste corpinho marrom minha vida inteira e o racismo não é novo, mas ainda dói. Não vou “substituir Sam”. Nunca a conheci, mas sei que ela é extremamente talentosa e espero que ela não aprove esse comportamento. O racismo mata. Não posso implorar que me ame ou a si mesmo o suficiente para ser bom para as pessoas, mas posso bloqueá-lo e proteger minha paz. Agradeço aos meus amigos e familiares que me procuraram para saber como estou. Eu realmente agradeço a todos vocês. O preto é lindo e nenhuma quantidade de calúnias raciais e hostilidade que você joga na internet vai mudar isso”, ela desabafou. Originalmente exibida entre 2007 e 2012, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop, o que a tornou um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” vai mostrar o que aconteceu com o Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”) suprem as ausências de Sam e Gibby (Noah Munck). A primeira será a nova colega de quarto e melhor amiga de Carly, enquanto a segunda vai interpretar a enteada de Freddie, descrita como sarcástica e habilidosa com as redes sociais. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e serão exibidos com exclusividade na plataforma Paramount+ (Paramount Plus) a partir do dia 17 de junho. #iCarly pic.twitter.com/qmUR5nQaFz — Ali Schouten (@SCHOUTOUT) May 17, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carly (@icarly) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)

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    Ragnarok: “Thor da Netflix” retorna em novo trailer

    19 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada da série norueguesa “Ragnarok”. Inspirada na mitologia nórdica, a atração propõe um Thor (ou Magne) diferente da versão da Marvel. Na prévia, ele até atira seu martelo asgardiano. A série se passa em uma pequena e fictícia cidade norueguesa chamada Edda, envenenada pela poluição e abalada pelo derretimento das geleiras. Em meio a esses sinais apocalípticos, os deuses antigos voltam a se manifestar. Na prévia dos próximos episódios, Magne procura aliados para a batalha que está apenas começando. Criação de Adam Price, responsável pelo fenômeno nórdico “Borgen”, a série foi lançada em janeiro do ano passado com apenas seis episódios e um final com gancho para eventos importantes, que devem ser finalmente revelados. A 2ª temporada da atração – que é estrelada por três atores da série “Skam”, David Stakston, Herman Tømmeraas e Theresa Frostad Eggesbø, além de Jonas Strand Gravli (“Wisting”) e Emma Bones (“Heimebane”) – será lançada em 27 de maio.

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    Netflix revela o trailer da série animada de “Resident Evil”

    19 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou três pôsteres e o trailer completo de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada derivada dos videogames da Capcom. A trama destaca os irmãos Leon S. Kennedy e Claire Redfield, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998), que tentam desvendar uma conspiração ligada à epidemia de zumbis. Um detalhe interessante é que suas vozes são dubladas em inglês pelos mesmos atores dos jogos, Nick Apostolides e Stephanie Panisello – que assumiram os papéis no remake de “Resident Evil 2” lançado em 2019. “Resident Evil: No Escuro Absoluto” é uma criação de Hiroyuki Kobayashi, responsável por vários games da franquia – conhecida como “Biohazard” no Japão – , e também conta com produção de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. A estreia vai acontecer em 8 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer, com dublagens em português e inglês.

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    Maggie: Médium vê seu futuro em teaser de nova série de comédia

    18 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC divulgou o teaser de “Maggie”, nova série que estreia no começo de 2022 nos EUA. “Maggie” tem uma premissa curiosa para uma atração que a prévia apresenta, no fundo, como uma comédia romântica. A série acompanha uma médium que tem problemas para lidar com a vida como vidente. Maggie está acostumada a ver o futuro de seus amigos, pais, clientes e estranhos aleatórios na rua, e até consegue algum dinheiro com isso. Mas tudo muda quando ela vê um vislumbre de seu próprio futuro e se vê forçada a começar a viver seu presente. A série é baseado num curta-metragem homônimo de Tim Curcio (“Old Friends”), que curiosamente participa da adaptação como ator. Mais curioso ainda, a adaptação é assinada por uma roteirista chamada Maggie, Maggie Mull (que escreveu e produziu “Life in Pieces”), em parceria com Justin Adler (o criador de “Life in Pieces”). Já a Maggie do título é vivida por Rebecca Rittenhouse (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). O elenco também inclui David Del Rio (“Um Brinde ao Natal”), Nichole Sakura (“Superstore”), Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Leonardo Nam (“Westworld”), Ray Ford (“Grey’s Anatomy”), Chloe Bridges (“Pretty Little Liars”), Kerri Kenney (“Reno 911!”) e Chris Elliott (“Schitt’s Creek”).

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    Teaser mostra astro de “Todo Mundo Odeia o Chris” de volta às séries de comédia

    18 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC divulgou o teaser de “Abbott Elementary”, nova série que vai estrear no começo de 2022, e que traz Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta ao gênero das sitcoms. A trama é uma comédia de local de trabalho passada numa escola pública de ensino fundamental, que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. Não por acaso, o diretor do piloto, Randall Einhorn, é um veterano de “The Office”. Em “Abbott Elementary”, a conversa com a câmera também possibilita comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores numa escola para crianças pobres e que possui poucas verbas. Tyler James Williams interpreta o professor novato, que descobre como o improviso marca o cotidiano da escola. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a professora principal da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”).

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    Queens: Eve e Brandy cantam juntas no teaser da nova série musical

    18 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC divulgou o teaser de “Queens”, nova série musical que fará parte da sua programação de outono (nossa primavera) nos EUA. A prévia acompanha um grupo vocal feminino que não se apresenta há 20 anos e aproveita uma oferta para voltar a cantar juntas. Se você já ouviu essa premissa recentemente, é porque a sinopse é praticamente a mesma de “Girls5eva”, lançada há duas semanas na plataforma de streaming Peacock. A diferença é que “Queens” pende mais para o drama e as garotas são negras. Em vez de Spice Girls, a referência são as Destiny’s Child. Na trama, as quatro protagonistas são ex-lendas do hip-hop dos anos 1990 convidadas a se apresentarem juntas novamente num grande evento. E pelos menos duas das integrantes realmente fizeram sucesso musical naquela década, a rapper Eve e a cantora Brandy (agora, Brandy Norwood). O resto do quarteto inclui Naturi Naughton (da série “Power”) e Nadine Velazquez (“My Name Is Earl”), e o elenco ainda destaca Pepi Sonuga (“Famous in Love”) como uma jovem cantora em ascensão. A série foi criada por Zahir McGhee (roteirista de “Scandal”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta Tim Story (“Tom & Jerry: O Filme”).

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    Série derivada de “Monstros S.A.” ganha primeiro teaser

    18 de maio de 2021 /

    A plataforma de streaming Disney+ divulgou o primeiro teaser de “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), série animada baseada nos filmes da franquia “Monstros S.A.”, da Pixar. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully assumem o comando e passam a selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetir sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já os novos personagens serão dublados em inglês por Ben Feldman (“Superstore”), Henry Winkler (“Barry”), Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), Alanna Ubach (“Euphoria”) e Lucas Neff (“Raising Hope”). A produção está a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse” e também ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. “Monstros no Trabalho” estreia em 7 de julho.

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    Série que junta Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez ganha primeiro teaser

    18 de maio de 2021 /

    A plataforma americana de streaming Hulu divulgou a data de estreia e o primeiro teaser de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros também dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto.

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    Recém-lançada, “The Great North” confirma 3ª temporada

    17 de maio de 2021 /

    A Fox anunciou a renovação de sua mais nova série de animação “The Great North”, que estreou em fevereiro deste ano e já garantiu, nesta segunda (17/5), a realização de sua 3ª temporada. A renovação antecipada decorre da demora na produção de episódios animados. “The Great North” traz um time de estrelas como as vozes dos Tobins, uma família formada por um pai solteiro e quatro filhos que levam uma vida “comum” no distante e gélido Alasca. O elenco de dubladores destaca Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o patriarca Beef Tobin, Will Forte (“O Último Homem na Terra”) como o filho mais velho, Wolf, Aparna Nancherla (“Corporate”) como o filho mais novo, Moon, Paul Rust (“Love”) como o filho do meio, Ham, e Jenny Slate (“Big Mouth”) como a única filha mulher, Judy. Além deles, a série também conta com Dulcé Sloan (“The Daily Show”) como noiva de Wolf, Honeybee, Megan Mullally (“Will & Grace”) como a chefe de Judy, Alyson, e Alanis Morissette (“Dogma”) como ela mesma – ou melhor, como uma visão de Judy da famosa cantora na Aurora Boreal. A atração é uma criação das irmãs Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que se destacaram escrevendo episódios de “Bob’s Burgers”. Elas também atuam como showrunners da atração, que ainda conta, entre seus produtores, com Loren Bouchard, o criador de “Bob’s Burgers”. A série encerrou sua 1ª temporada há uma semana e só deve exibir novos episódios no outono (nossa primavera) nos EUA.

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    Fox renova “9-1-1”, “9-1-1: Lone Star” e “The Resident”

    17 de maio de 2021 /

    A rede americana Fox anunciou a renovação de suas séries dramáticas de maior audiência. Sem surpresas, as séries procedimentais “9-1-1” e o spin-off “9-1-1: Lone Star” voltarão para suas 5ª e 3ª temporadas respectivamente, enquanto o drama médico “The Resident” também teve seu retorno confirmado para a 5ª temporada. As renovações fazem parte dos anúncios da programação do canal para o outono (nossa primavera) nos EUA. Criado por Amy Holden Jones, Hayley Schore e Roshan Sethi, “The Resident” segue um grupo de médicos do Chastain Memorial Hospital, que enfrentam desafios pessoais e profissionais diariamente. O elenco destaca Matt Czuchry, Emily VanCamp, Bruce Greenwood, Manish Dayal, Malcolm-Jamal Warner, Jane Leeves e Morris Chestnut. Já “9-1-1” foi a última criação de Ryan Murphy na Fox antes de assinar um contrato milionário de produção com a Netflix. Ele desenvolveu a série com seu parceiro habitual Brad Falchuk e também com Tim Minear. A atração explora as experiências dramáticas de policiais, bombeiros e atendentes do serviço de emergência de Los Angeles, que ao ser acionados por ligações do público se colocam em situações assustadoras, chocantes e de parar o coração. O elenco é encabeçado por Angela Bassett, Peter Krause e Jennifer Love Hewitt, e também conta com Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Rockmond Dunbar e Ryan Guzman em papéis regulares na série – além da superestrela da WWE, Ronda Rousey, como convidada especial. “9-1-1: Lone Star” é a mesma coisa, só que em Austin, no Texas, e com os protagonistas Rob Lowe e Gina Torres. A atriz de “Suits” entrou na série na 2ª temporada, após Liv Tyler desistir de seu papel de destaque na produção. Os novos episódios vão começar a ser exibidos entre setembro e novembro nos EUA. No Brasil, a franquia “9-1-1” é exibida no canal pago Star e “The Resident” no Star Life.

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