“Big Sky” é cancelada após três temporadas
A rede americana de TV ABC anunciou o cancelamento da série criminal “Big Sky” após o fim de sua 3ª temporada, concluída em janeiro nos EUA. A produção foi de série estreante mais bem-sucedida da TV americana em 2020 à programa menos visto da grade da emissora na temporada passada, com uma média de 2,2 milhões de telespectadores ao vivo. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. Na série de suspense rural, a detetive é vivida por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e faz parceria com a policial Jenny Hoyt, interpretada por Katheryn Winnick (“Vikings”). As duas se juntam em uma busca por jovens que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Mas logo a investigação revela que as garotas não são as únicas desaparecidas e que a região tem um longo histórico criminal, tornando-as alvos dos criminosos e serial killers que investigam. Além das duas, o elenco também destacava Jensen Ackles (“Supernatural”), que foi introduzido no final da 2ª temporada como novo xerife da região. Para completar, a 3ª temporada ainda contou com participação da estrela country Reba McEntire (“Reba”) no papel de uma lojista bem-sucedida do interior com um histórico secreto de clientes desaparecidos, e de Rosanna Arquette (“O Clube dos Meninos Bilionários”) como Virginia “Gigi” Cessna, a mãe carismática e muito falante de Jenny Hoyt. “Big Sky” é exibida no Brasil pela plataforma Star+, que por enquanto só disponibilizou as duas primeiras temporadas da série. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
Série derivada do filme “Ou Tudo ou Nada” ganha trailer nacional
A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer nacional da série “Ou Tudo ou Nada de Novo”, que dá sequência ao filme “Ou Tudo ou Nada”” (The Full Mounty) de 1997. 25 anos depois, a trama reencontra os ex-operários que se tornaram strippers masculinos ainda morando em Sheffield e com os mesmos problemas financeiros. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos da criação de sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”), sem ter conseguido colocar sua vida em ordem. Além disso, em poucos instantes ele reúne os amigos em torno de um novo plano, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. A estreia está marcada para 14 de junho.
Fundação: Trailer da 2ª temporada mostra queda do Império Galáctico
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer completo da 2ª temporada de “Fundação”, ambiciosa série sci-fi baseada na franquia literária de Isaac Asimov. Repleta de efeitos visuais, a prévia marca um grande salto temporal e destaca a queda do Império Galáctico comandado por Brother Day (Lee Pace, de “Capitã Marvel”), e a jornada árdua da protagonista Gaal Dornick (Lou Llobell, de “Voyagers”) para cumprir a missão da Fundação do título, que tem seu sentido deturpado após mais de um século dos eventos que a inspiraram. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) são considerados a mais importante trilogia literária da sci-fi. Inspirados pela queda do Império Romano, têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do Império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. A descoberta o transforma em inimigo do Império e também origina um grupo conhecido como A Fundação, criado para preservar o conhecimento humano do inevitável apocalipse. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (de “Avatar: O Caminho da Água”) e também destaca Jared Harris (“Chernobyl”) como Hari Seldon, mais Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). A trilogia literária teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e o póstumo “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015 com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento fez o canal desistir da tentativa. Aparentemente, o preço coube no bolso da Apple. O trailer aponta que os novos episódios vão manter a aparência de que custaram uma fortuna para serem produzidos. O lançamento dos novos episódios está previsto para 14 de julho.
Elenco original do filme “Ou Tudo ou Nada” se reúne em trailer da série
A FX Networks divulgou o trailer da série “Ou Tudo ou Nada”, dando sequência ao filme homônimo de 1997. Ainda morando em Sheffield, os ex-operários de aço que se tornaram strippers masculinos Gaz, Dave, Lomper, Gerald, Horse e Guy seguiram em frente com suas vidas, mas sem conseguir colocá-las em ordem. De acordo com a sinopse oficial, a série pretende mostrar o que aconteceu com os personagens depois que colocaram suas roupas de volta, explorando seus momentos mais brilhantes, bobos e desesperados. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos ao criar sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”). No entanto, fica claro que as trapalhadas não acabaram, já que ele reúne os amigos e promete que “isso será o maior retorno”, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu.
Olivia Liang se despede de “Kung Fu”: “Eu te amo, Nicky Shen”
A atriz Olivia Liang recorreu ao Instagram para se despedir de “Kung Fu”, série cancelada pela rede americana de TV The CW nesta quinta (11/5). Liang interpretou a protagonista Nicky Shen em três temporadas de “Kung Fu”, nas quais utilizou suas habilidades de artes marciais para proteger sua pequena comunidade na Chinatown de San Francisco. “Foi uma honra incrível da minha vida trabalhar com esse grupo fod* de pessoas. Nós fizemos três temporadas históricas de um programa. Primeiro elenco predominantemente asiático em um drama de uma hora na TV aberta. Primeira showrunner asiático-americana. Não tenho palavras suficientes (ou espaço neste post) para expressar minha gratidão aos nossos showrunners, escritores, elenco, equipe de dublês, minha incrível equipe fod*… Eu amo todos vocês.” “Eu realmente ganhei na loteria. Eles são as pessoas mais gentis, inteligentes, engraçadas e trabalhadoras da indústria. Estou muito, muito, muito orgulhosa do trabalho que fizemos. Agradeço a todos que nos convidaram para suas casas e assistiram ao nosso pequeno programa que poderia. Um brinde a Kung Fu, o programa que mudou minha vida para sempre. Eu te amo, Nicky Shen”, completou. Simu Liu, astro de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, da Marvel, reagiu ao post com emojis de corações e um comentário elogioso: “Orgulho de você. Parabéns por três temporadas de chutar bundas”. O reboot da série clássica homônima dos anos 1970 foi a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração do canal CW, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência do CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passava no século 21 e acompanhava Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por olivia liang 🦋 (@itmeolive)
“Kung Fu” é cancelada após três temporadas
A rede americana de TV The CW cancelou o reboot de “Kung Fu” após três temporadas. A série, que já foi uma maiores audiências do canal, é a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
Trailer de “The Walking Dead: Dead City” mostra Nova York em ruínas e UFC zumbi
O canal pago americano AMC divulgou o pôster, o trailer e a data de estreia da série “The Walking Dead: Dead City”, derivada de “The Walking Dead”. Ao som de Iggy Pop, a prévia revela um salto temporal, mostrando o filho de Maggie (Lauren Cohan) crescido – e raptado – , além de uma Nova York em ruídas e um UFC zumbi. Para resgatar Hershell, Maggie busca ajuda de Negan (Jeffrey Dean Morgan), numa jornada que os leva até a ilha de Manhattan, dominada por zumbis. Enquanto estão na cidade destruída, Maggie e Negan encontram nova-iorquinos nativos, fogem de um delegado de passado complicado e perseguem o notório assassino responsável pelo rapto do jovem, que tem laços com o passado de Negan. O elenco de apoio destaca Gaius Charles (“Grey’s Anatomy”) e Željko Ivanek (“Madam Secretary”). A minissérie de título red(ead)undante terá apenas seis episódios, escritos por Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, e estreia em 18 de junho. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na Europa e numa terceira atração centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira).
Aguinaldo Silva produzirá série luso-brasileira sobre romance gay do século 17
O dramaturgo vencedor do Emmy Aguinaldo Silva (“Império”) supervisionará a série luso-brasileira “Land of Shadows”, baseada em seu livro, “No País das Sombras”, de 1982. O drama fala sobre o romance gay proibido entre dois soldados no século 17. A história é ambientada em Olinda, no Brasil, durante a Capitania de Pernambuco entre 1604 e 1605. O enredo pretende mostrar como a igualdade dos soldados os colocava contra o Santo Ofício da Inquisição de Portugal. A trama ainda vai abordar abusos contra mulheres, perseguição a Novos Cristãos e também o romance entre a esposa de um fazendeiro e um de seus escravos. Aguinaldo Silva, que atualmente vive em Portugal, atuará como produtor executivo na série, em seu primeiro trabalho após três anos afastado da Globo. A atração será dirigida por Pedro Vasconcelos (também de “Império”) e roteirizada por Luiz Felipe Petruccelli (“Gosto de Fel”). Os nomes do elenco ainda não foram revelados, mas devem incluir apenas atores brasileiros e portugueses, apesar de ser falada 100% em inglês. Conforme o site americano Deadline, cerca de 70% das gravações serão realizadas em Portugal e o restante acontecerá no Brasil. O produtor de “Land of Shadows”, Guto Colunga (“O Astro”), afirmou ao site que a série será construída para deixar o público emocionado. “Procuramos envolver o amor entre nossos protagonistas em um cenário lírico que desperte no público o mesmo nível de empatia que qualquer história protagonizada por um casal heterossexual”, afirmou. Guto, que fundou a produtora Diosual Entertainment, afirmou querer que os espectadores sintam a mesma intensidade de “Romeu e Julieta”. Por enquanto, “Land of Shadows” não possui canal/plataforma definido nem previsão de estreia.
Reboot de “A Ilha da Fantasia” é cancelado após duas temporadas
A rede americana Fox cancelou o reboot de “A Ilha da Fantasia” após o final de sua 2ª temporada, que foi ao ar na noite de segunda (8/5). Lançada em 2021, a série era estrelada por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”) como Elena Roarke, descendente do enigmático Sr. Roarke da série original dos anos 1970. “Ficamos muito satisfeitos com a criatividade divertida e escapista de ‘A Ilha da Fantasia’, que esperávamos que ganhasse forte adesão entre os espectadores”, disse a emissora em comunicado. “A Sony Pictures Television é uma importante parceira nossa e esperamos continuar trabalhando com eles em “Accused”, “Alert: Missing Persons Unit”, “Doc” e numa próxima série animada ainda sem nome de Basic Guys/Hoagie Bros. Também gostaríamos de agradecer ao elenco de ‘Ilha da Fantasia’, liderado por Roselyn Sánchez, Kiara Barnes e John Gabriel Rodriguez, a equipe e os produtores executivos Liz Craft, Sarah Fain e Anne Clements por sua parceria na série”. A série tinha a mesma premissa da atração original. Isto é, os episódios continuavam funcionando como uma antologia de fantasia, que a cada semana trazia diferentes hóspedes à ilha do título em busca da realização de seus sonhos e desejos. Ao final, eles despendem-se do resort de luxo totalmente transformados pela experiência. As praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica também continuam presentes. Mas os personagens fixos sofreram grandes mudanças. Para começar, não há um novo Tattoo. E o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher. Em vez de um homem com nanismo, a mão direita da descendente do Sr. Rourke é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros hóspedes a realizarem seus sonhos. As duas recebem e contracenam com os diversos personagens, que visitam o resort toda a semana. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e o Gemstone Studios. A série chegou ao Brasil pelo streaming da Globoplay, que ainda não disponibilizou o segundo – e agora último – ano da produção.
“Os Fora da Lei” é renovada para 3ª temporada
A série britânica “Os Fora da Lei” (The Outlaws) foi renovada para sua 3ª temporada. Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a co-produção entre o Amazon Studios e a rede BBC segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. E durante a limpeza de uma casa abandonada e caindo aos pedaços, encontram uma fortuna em dinheiro escondido – que pertence a um perigoso criminoso. Todos têm planos para o dinheiro, inclusive o verdadeiro dono, o que os transforma em alvos. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Além de receber muitas críticas positivas, a produção virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar muros grafitados, o que eles fazem apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. A 3ª temporada encontrará o chefe do crime, The Dean (Claes Bang, de “Drácula”), atrás das grades aguardando julgamento, deixando a equipe de foras-da-lei para seguir em frente com suas vidas – até que um deles retorna com um segredo mortal que ameaça suas vidas. À medida que uma nova caçada assassina se fecha sobre o grupo, eles tentam provar sua inocência antes que o caso de The Dean desmorone e ele os persiga por vingança. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. No Brasil, a série teve apenas a 1ª temporada disponibilizada pela plataforma HBO Max.
S.W.A.T. descancelada: Série terá 7ª temporada no mesmo canal
A série policial “S.W.A.T.” terá mais uma temporada depois de ser cancelada pela rede CBS na sexta passada (5/5). A própria CBS anunciou a produção de mais 13 episódios, para encerrar a série em sua 7ª temporada. “S.W.A.T.” seria o programa de maior audiência cancelado nessa temporada. Mas a notícia provocou protestos entre os telespectadores, além de rendeu um vídeo inconformado do ator Shemar Moore, protagonista da atração, sobre como a decisão estava equivocada. “É tudo sobre dinheiro, pessoal. Eles disseram que estamos cancelados, mas adivinhem, eu não acho que acabou. A CBS vai acordar e perceber que cometeu um erro. A Sony vai fazer as contas e perceber que este não é o movimento certo”, o ator defendeu. Após a repercussão, a presidente da CBS Entertainment Amy Reisenbach e a presidente do Sony Pictures TV Studios Katherine Pope anunciaram num comunicado em conjunto que a série seria renovada. “Ouvimos nossos telespectadores e sua manifestação de paixão pela ‘S.W.A.T.’ e chegamos a um acordo para renová-la para uma temporada final de 13 episódios, para ir ao ar durante o ano de transmissão de 2023-2024”, afirmaram. “’S.W.A.T.’ foi ao ar por seis temporadas na CBS e conquistou seguidores dedicados. Estamos satisfeitos por termos encontrado uma maneira de trazê-la de volta e encerrar as histórias e os personagens do programa, do jeito que o público merece”, disse. “Mais uma vez, agradecemos aos talentos e esforços do elenco, escritores, produtores e equipe e todos que contribuíram para o sucesso da ‘S.W.A.T.’ Estamos ansiosos pelo seu retorno na próxima temporada”, completaram. O problema comercial foi resolvido numa reunião entre as duas executivas. A Sony não estava disposta a renovar “S.W.A.T.” por uma taxa de licença fixa, pois isso comprometeria o modelo financeiro do programa. A CBS acabou aumentando a taxa de licença, mas a oferta veio com uma redução de episódios, evitando o encarecimento do programa. O ator Shemar Moore se tornará o produtor executivo da temporada final, juntando-se ao showrunner Shawn Ryan (“The Shield”) e aos produtores Justin Lin e Neal Moritz (ambos de “Velozes e Furiosos”), entre outros. A série foi criada por Ryan e Aaron Rashaan Thomas (“Utopia”), baseando-se na atração de mesmo nome dos anos 1970 e no filme de 2003 estrelado por Samuel L. Jackson e Colin Farrell. Atualmente no ar, a 6ª temporada de S.W.A.T. vai acabar no dia 19 de maio nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Star+.
Série clássica “Babylon 5” vai ganhar filme animado
O criador de “Babylon 5”, J. Michael Straczynski, anunciou no Twitter que está em andamento um filme animado da série sci-fi clássica. A produção está sendo desenvolvida pela Warner Bros. Animation e WB Home Entertainment, e deve ser lançada em streaming na Max. Straczynski afirmou que o filme será uma homenagem aos fãs e terá o estilo clássico da série original, com muita ação e emoção. O título, data de lançamento e outros detalhes serão divulgados em uma semana. Ele também disse que o filme já está finalizado e promete que será a produção mais fiel à série original desde seu encerramento nos anos 1990. “B5 clássico: agitado, emocionante, sem parar, uma tonelada de diversão através do tempo e do espaço e uma carta de amor para os fãs”, escreveu o produtor-roteirista. “Babylon 5” teve seu piloto originalmente exibido como um telefilme em 1993, quando fez um sucesso inesperado e acabou estendendo sua história por cinco temporadas até 1998, além de ter originado uma série derivada, “Crusade” em 1999, e vários telefilmes até 2007, sem esquecer livros, quadrinhos e games. O elenco da série incluía artistas que marcaram época na sci-fi como o protagonista Bruce Boxleitner (o “Tron”), Bill Mumy (o Will Robinson original de “Perdidos no Espaço”), Walter Koenig (o Sr. Chekov original de “Star Trek”) e Patricia Tallman (estrela do bom remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”). Infelizmente, a maioria dos integrantes do elenco clássico já faleceu, incluindo os coprotagonistas Mira Furlan (que depois estrelou “Lost”), Richard Biggs (“Strong Medicine”), Andreas Katsulas (“Star Trek: Enterprise”), Jerry Doyle (“Barrados no Baile”), Jeff Conaway (“Grease: Nos Tempos da Brilhantina”), Stephen Furst (da comédia clássica “O Clube dos Cafajestes”) e Michael O’Hare (“C.H.U.D. – A Cidade das Sombras”). Por outro lado, Claudia Christian continua em atividade e pode ser vista atualmente em “9-1-1”, enquanto Andrea Thompson (“Nova Iorque Contra o Crime”) e Peter Jurasik (“Chumbo Grosso”) se aposentaram em 2017. Além dessa animação feita sem alarde, Straczynski (que também cocriou “Sense8”) estava trabalhando num reboot da série clássica, que teve um piloto encomendado pela rede The CW em 2021. Entretanto, desde então a CW mudou de dono e de estratégia comercial. A ideia, porém, poderia ser aproveitada pela Max, a nova plataforma da Warner Bros Discovery (que hoje ainda é chamada de HBO Max). Veja abaixo um vídeo com as aberturas de todas as cinco temporadas da série.
Succession: Último episódio será o mais longo da série
Nicholas Britell, responsável pela trilha sonora de “Succession”, afirmou que o episódio final da série terá 90 minutos de duração – diferente dos 60 minutos habituais. O episódio será dirigido por Mark Mylod, produtor executivo da produção da HBO, e marcará o desfecho do drama envolvendo a família Roy e seu conglomerado de mídia. Na 4ª temporada, houve uma grande reviravolta na trama com a morte do patriarca Logan Roy (Brian Cox). Com isso, Roman (Kieran Culkin) e Kendall (Jeremy Strong) tornaram-se CEOs interinos da Waystar Royco, com Shiv (Sarah Snook) envolvida no processo de tomada de decisão. A potencial venda da Waystar Royco para Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima, mas provoca angústia existencial e divisão familiar entre os filhos Roy, à medida que eles antecipam como serão suas vidas após a conclusão do acordo – se é que ele se concretiza. Com relação ao Emmy, a série é considerada a grande favorita para a categoria de Melhor Série Dramática do ano – ela já ganhou duas vezes -, com Culkin e Strong entre os favoritos para o prêmio de Melhor Ator. A Warner também vai indicar Snook, pela primeira vez, na categoria de Melhor Atriz, mas a classificação de Cox ainda não foi decidida. O episódio final da 4ª e última temporada de “Succession” estreia no dia 28 de maio. No Brasil, ele estará disponível tanto na HBO quando na HBO Max, a partir das 22h.












