Evil: 2ª temporada ganha teaser tenso e arrepiante
A Paramount+ divulgou o primeiro teaser de “Evil”, que está mudando da rede CBS para a plataforma de streaming em sua 2ª temporada. A prévia mostra as batalhas sobrenaturais dos protagonistas em meio a cenas de possessão, assassinatos sangrentos, criaturas das trevas e até o próprio diabo, num clima tenso e arrepiante. Produção do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”, a série acompanha um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja, a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga e o elenco ainda destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos, além de Michael Emerson (“Person of Interest”) como um agente do Mal. O vídeo revela que a 2ª temporada, com 13 novos episódios de “Evil”, vai estrear em 20 de junho na Paramount+.
Loki: Nova série da Marvel ganha três prévias com cenas inéditas
A Marvel entrou em ritmo intenso de divulgação de “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston que chega ao Disney+ (Disney Plus) em 9 de junho. O site oficial da editora no YouTube disponibilizou três vídeos diferentes da atração. Um deles traz Hiddleston resumindo toda a trajetória de seu personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), enquanto os demais incluem cenas inéditas da nova produção – com destaque para a animação de Miss Minutes, mascote da TVA (não confundir com a extinta empresa de TV paga!). A série vai mostrar Loki preso pela TVA, organização da Marvel conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico (ou Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente vivido por Owen Wilson (“Penetras Bons de Bico”) a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), “Loki” tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) em seu elenco. O terceiro lançamento do Marvel Studios para a Disney+, após o sucesso de “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Primeira foto de série sobre Watergate reúne Justin Theroux e Woody Harrelson
A HBO revelou a primeira foto da produção de “The White House Plumbers”, minissérie sobre os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon. A imagem destaca Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) respectivamente como E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Na prática, porém, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometerem vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários e acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka, a Sabrina da Netflix, que segue a carreira após o final triste de “O Mundo Sombrio de Sabrina” como Kevan Hunt, a filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade – desobedecendo suas ordens de queimar tudo. Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”, também faz parte da produção como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, enquanto Liam James (“O Verão da Minha Vida”) vive seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido numa conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que o pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. Ele também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). O elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”). Criada por Alex Gregory e Peter Huyck, e dirigida por David Mandel (que trabalharam juntos na série “Veep”), a produção ainda não tem previsão de estreia.
Showrunner de “Bull” é demitido por abusos morais
A rede CBS demitiu o produtor Glenn Gordon Caron, showrunner da série “Bull”, após denúncia dos roteiristas da produção sobre abusos morais e a transformação do ambiente de trabalho num local tóxico. O ator Freddy Rodriguez, que estava na atração desde estreia, também deixou o elenco, mas sua saída não foi acompanhada por maiores justificativas. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a CBS iniciou uma investigação privada sobre os bastidores da produção após roteiristas reclamarem que foram demitidos sem razão aparente pelo showrunner após a conclusão da 5ª temporada, no último dia 17 de maio, nos EUA. Escritores envolvidos na produção falaram à reportagem, sob condição de anonimato, que o produtor era desrespeitoso com os funcionários. “Todo mundo ficava tenso o tempo todo. No mínimo, todos ali tinham crises de ansiedade”, denunciou um roteirista. Não é a primeira vez que o produtor é acusado de ser abusivo. Roteiristas de sua série anterior, “Medium” (2005-2011), também denunciaram o mau comportamento. “Era um ambiente tóxico enquanto estive lá. E, agora que tenho mais experiência, posso dizer que há outras maneiras de dizer que os roteiros não funcionam sem precisar atacar os escritores de maneira cruel”, disse Melinda Hsu Taylor ao Hollywood Reporter. Também não é a primeira vez que abusos são denunciados nos bastidores de “Bull”. A atriz Eliza Dushku chegou a receber US$ 9,5 milhões em compensações da CBS depois de acusar a rede de demiti-la por ter denunciado assédio do protagonista da atração, Michael Weatherly. Apesar da acusação da atriz, a rede continuou a renovar a série e manter Weatherly como astro. “Mais de 10 milhões de pessoas veem ‘Bull’ toda semana. Michael é adorado pelo nosso público e, mesmo depois dessas denúncias, todo mundo continua assistindo. Então, é uma atração popular que queremos manter no ar”, disse sem rodeios o presidente da emissora, Kelly Kahl, em 2019. Renovada para sua 6ª temporada, a série agora será comandada por duas mulheres, Kathryn Price e Nichole Millard, que já faziam parte do time de roteiristas da atração. Nem o produtor Glenn Gordon Caron e nem o ator Freddy Rodriguez emitiram pronunciamentos sobre suas saídas. No Brasil, “Bull” é exibida pelo canal pago A&E.
Trailer de “Brooklyn Nine-Nine” promete encerrar série no auge
A rede NBC divulgou o trailer da 8ª e última temporada de “Brooklyn Nine-Nine” (também conhecida como “Lei & Desordem”), que revela data de estreia dos capítulos finais e promete encerrar a série no auge, “com um bang”, “jogando o microfone no chão” e em meio às “chamas da glória”. As gravações – e a estreia – da temporada final foram adiadas por causa da pandemia do novo coronavírus, mas também pelos protestos contra o racismo e a violência policial que tomaram conta dos Estados Unidos no ano passado. O desafio de escrever uma comédia sobre policiais nesse cenário político fez os roteiristas descartarem todos os roteiros que haviam escrito no meio do ano, para abordarem a questão de forma mais sensível. Criada por Daniel J. Goor (roteirista de “Parks and Recreation”) e Michael Schur (criador de “Parks and Recreation”), “Brooklyn Nine-Nine” acompanha o cotidiano de um detetive de polícia talentoso mas irreverente, um capitão certinho e seu grupo diverso de colegas de uma delegacia de polícia do Brooklyn, em Nova York. O bom elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Melissa Fumero, Terry Crews, Joe Lo Truglio, Stephanie Beatriz, Joel McKinnon Miller e Dirk Blocker. A temporada final será a menor de todas, com apenas 10 episódios, que começarão a ser exibidos a partir de 12 de agosto.
Claudia Raia vai estrelar série baseada na obra de Nelson Rodrigues
A atriz Claudia Raia vai voltar ao universo do dramaturgo Nelson Rodrigues. Vinte e seis anos depois de viver o papel-título da série “Engraçadinha” na Globo, ela fará parte de “Paraíso Perdido” na Globoplay. O novo papel da atriz não foi revelado, mas “Paraíso Perdido” vai juntar quatro textos de Rodrigues, “A Mulher sem Pecado”, “Toda Nudez Será Castigada”, “Bonitinha, mas Ordinária” e “Os Sete Gatinhos”. As tramas vão se juntar numa série de 50 capítulos, escritos pela dupla de roteiristas George Moura e Sergio Goldenberg. Eles assinaram juntos “O Canto da Sereia” (2013), “Amores Roubados” (2014), o remake de “O Rebu” (2014), “Onde Nascem os Fortes” (2018) e a recém-lançada “Onde Está Meu Coração”. Por curiosidade, todos estes trabalhos foram parcerias com o diretor José Luiz Villamarim (“Redemoinho”), que também irá comandar a nova produção Para participar da série, Claudia Raia precisou sair do elenco de “Além da ilusão”, novela das 18h que está sendo reformulada. A atriz, que interpretaria a mãe da protagonista (Larissa Manoela), mudou de projeto porque as gravações das duas produções devem coincidir, e a direção da Globo decidiu que a prioridade é a participação na série, pela relação anterior da atriz com a obra de Nelson Rodrigues. Além de Claudia Raia, Marina Ruy Barbosa também deverá integrar o elenco de “Paraíso Perdido”.
The Flash: Veja a primeira imagem de Impulso na série
A rede The CW divulgou a primeira imagem do novo herói velocista de “The Flash”: ninguém menos que Impulso (Impulse), da série animada “Justiça Jovem” e dos quadrinhos dos Jovens Titãs. Ele aparece com seu tradicional uniforme dos quadrinhos, interpretado pelo ator Jordan Fisher (“Para todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), que, por coincidência, contracenou recentemente com Keiynan Lonsdale, o Kid Flash da série televisiva, na comédia musical “Dançarina Imperfeita”, lançada em agosto passado pela Netflix. Impulso será introduzido no final da atual 7ª temporada da produção. A aparição vai acontecer num episódio comemorativo, o 150º capítulo da série. Como tem sido regra, a série fará alterações na história do personagem. Conhecido como neto de Barry Allen nos quadrinhos, o jovem Bart Allen será filho de Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton) na televisão. Além disso, sofrerá alteração racial. Deixará de ser ruivo como Kid Flash e Iris nos quadrinhos, para virar preto como Kid Flash e Iris na série. Com 27 anos completados em abril, Jordan Fisher também não é mais adolescente como a versão original do herói. Mas Bart manterá sua principal característica dos quadrinhos – que, inclusive, batiza sua alter ego heroico. O “adolescente mais rápido do mundo” tem comportamento descontroladamente impulsivo, o que fará com que Barry e Iris fiquem ocupados tentando ensiná-lo a ter paciência. Segundo o comunicado que anunciou a novidade, fazer Impulso se controlar será um ponto importante da trama – para impedir “a maior ameaça para o Flash até agora.” Outro detalhe sobre sua aparição é que ele não vai substituir Nora Allen, a filha do casal Flash, que supostamente tinha sido apagada da linha temporal. Os dois irmãos vão aparecer juntos na série. Jessica Parker Kennedy, intérprete de Nora, está confirmada no capítulo 150, intitulado “Heart of the Matter – Part 1”, que só deve ir ao ar em agosto. Enquanto isso, nos bons e velhos quadrinhos, os filhos loiros do Flash tem os nomes de Don e Dawn Allen. Bart é filho de Don Allen e Melone Thawne, uma descendente do Professor Zoom (e segundo Flash Reverso). Mas Dawn também tem uma filha heroína: Jenni Ognats, que se torna a primeira velocista negra da família, a integrante da Legião dos Super-Heróis conhecida como XS (soa como “Excesso” em inglês). A prima de Bart nas publicações da DC é basicamente a irmã dele na série. Coisas das adaptações do Arrowverso. O personagem Impulso já tinha aparecido anteriormente em “Smallville”, vivido por Kyle Gallner, e é dublado por Jason Marsden na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice).
Elenco de “Titãs” revela quando estreia a 3ª temporada
O elenco de “Titãs” se juntou num vídeo, divulgado nas redes sociais, para anunciar que a 3ª temporada da série vai estrear em agosto na plataforma HBO Max. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix. Ainda não há confirmação se “Titãs” também passará a ser lançada pela HBO Max no Brasil, a partir da chegada da plataforma no país em junho. Além da data, o vídeo revela os novos integrantes do elenco e discretamente confirma que Conor Leslie continua na atração, entregando que a morte (banal) de Donna Troy (a Moça Maravilha) foi, digamos, notícia exagerada da temporada anterior. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” introduzirá outros dois personagens importantes dos quadrinhos de Batman: Barbara Gordon (a primeira Batgirl/Oráculo) e Tim Drake (o terceiro Robin). Eles serão interpretados pela atriz e cantora Savannah Welch (“Boyhood”), que tem uma perna amputada, e por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que, ao contrário do personagem dos quadrinhos, é preto. Por acaso, ele também está no vindouro novo filme de “Batman”. Fazendo a última aparição do vídeo, em tom mau humorado e ameaçador, o ator Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) também entrou na série no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho). EVERYBODY, LISTEN@HBOMAX #DCTitans pic.twitter.com/HKqYp1xUlN — DC Titans on Max (@DCTitans) May 21, 2021
Harry compara morte da princesa Diana ao assédio da imprensa à Meghan Markle
O príncipe Harry voltou a falar sobre seus problemas com a família real na série documental “The Me You Can’t See”, que ele coproduziu com Oprah Winfrey. Lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5), a atração é dedicada à saúde mental e trouxe depoimentos de várias celebridades, inclusive do próprio Harry. Cada episódio é dedicado à revelação de um trauma de uma personalidade famosa. Lady Gaga falou de um estupro sofrido aos 19 anos e Glenn Close abordou sua criação numa seita de fanáticos religiosos. No caso de Harry, foi o trauma de perder a mãe numa perseguição de paparazzi e o descaso da família real e falta de proteção ao ver o mesmo acontecer com sua esposa, Meghan Markle. Ele teria até mesmo brigado com o pai, o príncipe Charles, para quem “as coisas eram assim mesmo”. Ele citou uma conversa com o pai que o deixou especialmente contrariado. “Quando eu era mais jovem, meu pai disse pra mim e William: ‘Tinha sido assim para mim, então será a mesma coisa para vocês'”, referindo-se à sede dos tabloides por rumores e escândalos da família real. “Mas não faz sentido”, continuou. “Não é porque você sofreu que seus filhos também deveriam sofrer. Deveria ser até o contrário.” “Achei que minha família me ajudaria, mas todas as demandas, os pedidos, os sinais encontraram um silêncio ou uma total indiferença”, lamentou Harry. A pressão foi tanta que, em entrevista anterior a Oprah Winfrey, Meghan chegou a confessar ter pensado em suicídio em 2019. Harry diz que foi a terapia psicanalítica que os ajudou a ganhar forças e assumir o controle de suas vidas. Ele revelou frequentar sessões de terapia há quatro anos, que o ajudaram a “quebrar o ciclo” e não reviver o que seu pai e principalmente sua mãe sofreram. A princesa Diana morreu em 1997 quando o carro em que estava colidiu em Paris, fugindo de um cerco de paparazzi. “A terapia me permitiu enfrentar tudo”, afirma Harry, que buscava uma solução para os problemas psicológicos que o atormentavam desde a morte de sua mãe, quando tinha 12 anos. “Eu sabia que se não começasse a terapia para melhorar, perderia essa mulher com quem me vejo passando o resto da minha vida”, acrescentou.
Glenn Close revela ter vivido com fanáticos religiosos na infância e adolescência
Glenn Close foi uma das celebridades que decidiu contar os traumas de sua vida na série documental “The Me You Can’t See”, focada em saúde mental e lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5). Em sua participação, a atriz de 74 anos se emocionou ao relembrar ter passado a infância numa seita de fanáticos religiosos. A estrela de “Atração Mortal” contou que foi parar na seita Moral Re-Armament (MRA), na Suíça, por intermédio de seu pai, o médico William Taliaferro Close. “Eu fiz parte desse grupo chamado MRA, basicamente uma seita, todo mundo falava as mesmas coisas e havia várias regras, muito controle. Nós éramos criados para pensar que tudo que você pensava por conta própria era algo egoísta. Nós nunca tiramos férias e não temos memórias de coisas que fizemos além de tudo isso que passamos, o que é realmente horrível”, relembrou Close. “Nós éramos completamente distantes. É impressionante como algo que vivenciamos em uma fase tão inicial da sua vida tem um potencial tão destrutivo. Acho que é um trauma de infância, a devastação emocional e psicológica dessa seita”. A atriz credita ainda a experiência com a MRA pelo fracasso de seus três casamentos. “Não tive sucesso nos meus relacionamentos, em encontrar um parceiro e sinto muito por isso”, avaliou ela, que se considera marcada de forma permanente por uma cultura de distanciamento emocional. Close contou que só conseguiu desvencilhar da seita aos 22 anos de idade, quando foi estudar artes dramáticas no College of William and Mary no estado da Virgínia. Ela acabou virando atriz. E sendo indicada para oito Oscars. Produzida por Oprah Winfrey e o príncipe Harry, “The Me You Can’t See” também trouxe depoimentos impactantes de Lady Gaga, que abordou um estupro sofrido aos 19 anos, e do próprio Harry.
Lady Gaga detalha estupro aos 19 anos que a traumatizou
Lady Gaga fez uma revelação bombástica durante sua participação na série documental “The Me You Can’t See”, focada em traumas e saúde mental, e lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5). A cantora e atriz revelou ter sofrido um “surto psicótico” depois de ser estuprada por um produtor e engravidar aos 19 anos de idade, quando tentava se firmar na indústria da música. “Eu estava trabalhando no ramo e um produtor me disse: ‘Tire a roupa’. E eu disse não. Eu saí e eles me disseram que iriam queimar todas as minhas músicas. E não pararam. Eles não pararam de me perguntar, e eu simplesmente congelei e eu… eu nem me lembro”, disse a cantora, que mencionou a agressão sexual pela primeira vez em 2014, mas sem tantos detalhes. Como resultado, Gaga diz que sofreu “um surto psicótico total”, afirmando que “por alguns anos eu não era a mesma garota”. A cantora afirma que até hoje sofre com sequelas de sua agressão. “Mesmo que eu tenha seis meses brilhantes, tudo o que preciso é ser acionada uma vez para me sentir mal”, disse. Ela descreve a sensação como “primeiro, uma dor total, depois uma dormência”. “Uma vez fiquei doente durante semanas e semanas e semanas e semanas, e depois percebi que era a mesma dor que senti quando a pessoa que me estuprou me deixou, grávida, numa esquina”, explicou. “Porque eu fiquei meses trancada num estúdio com a pessoa que me abusou. E acabei doente, vomitando, e largada na rua perto da casa dos meus pais por esta pessoa”. Apesar de se abrir sobre a agressão, Gaga não quis nomear quem a estuprou. “Entendo este movimento #MeToo, entendo que algumas pessoas se sentem realmente confortáveis com isso, e eu não. Não quero encarar essa pessoa nunca mais”, disse. Ela resolveu participar da série, produzida por Oprah Winfrey e pelo príncipe Harry, porque sua experiência traumática a levou a se dedicar a ajudar pessoas que sofreram traumas. Em 2012, a artista criou a Fundação Born this Way para pessoas que lutam com problemas de saúde mental.
10 Séries: Produções da Peacock chegam pela Globoplay. Confira as estreias da semana
Sem maiores avisos, a Globoplay começou a disponibilizar no Brasil as séries da plataforma americana Peacock. Os primeiros títulos do serviço da NBCUniversal a chegar no mercado brasileiro são a minissérie sci-fi “Admirável Mundo Novo” e o thriller “Departure”, que ganhou o subtítulo “A Investigação”. Com direção de Owen Harris (responsável pelo premiado episódio “San Junipero” de “Black Mirror”), “Admirável Mundo Novo” adapta a famosa distopia de Aldous Huxley publicada em 1932, que previu invenções como os bebês de proveta, análise de DNA e até antidepressivos como o Prozac. A trama apresenta um futuro onde a sociedade conquistou paz e equilíbrio após a proibição do dinheiro, da família, da monogamia, da privacidade e do livre arbítrio, mas também questiona se isso trouxe a felicidade. A dúvida se manifesta por meio de um jovem criado longe das cidades protegidas (Alden Ehrenreich, de “Han Solo: Uma História Star Wars”), que ao ser levado para a sociedade moderna entra em choque com aquele mundo “perfeito” e “admirável”, a ponto de virar uma ameaça para o sistema. Co-produção exibida no Reino Unido e no Canadá antes de chegar à Peacock, “Departure” traz Archie Panjabi (de “The Good Wife”) à frente da investigação de um avião desaparecido no Atlântico. Acontece que há uma sobrevivente e muita conspiração em torno de como o avião caiu no mar, que garante ação, reviravoltas e ritmo tenso – ainda que nem tudo seja plausível. A atração foi renovada para uma 2ª temporada, que chegou a ser filmada antes da morte do coprotagonista, o veterano astro Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”), falecido em fevereiro passado. A semana também destaca várias séries que retomam suas tramas em streaming. Nova temporada mais esperada, a segunda leva de episódios de “Quem Matou Sara?” chega em tempo recorde, dois meses após os capítulos inaugurais. A produção se tornou a série mexicana mais popular da Netflix, com 55 milhões de visualizações do começo de sua história, que combina thriller de vingança e melodrama de novela. A história gira em torno de um homem (Manolo Cardona) que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da própria irmã e decide provar a culpa da família poderosa que o incriminou, apenas para perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. Se “Quem Matou Sara?” retornou rápido, a 3ª temporada de “Master of None” teve desenvolvimento oposto, levando quatro anos para se materializar após a temporada anterior. A longa passagem de tempo também impactou sua narrativa, a começar pela inclusão de um título inesperado na produção, “Momentos”, e o fato de se focar na relação lésbica entre a coadjuvante Denise (Lena Waithe) e sua parceira Alicia (Naomi Ackie), escanteando as aventuras românticas do protagonista Dev Shah, personagem do criador da série, Aziz Ansari. É quase outra série, mas por decisão pessoal de Ansari, que buscou sair dos holofotes após ter seu nome envolvido numa denúncia de assédio no auge do movimento #MeToo. O problema foi apenas uma encontro romântico ruim de 2017, mas ele ficou surpreso e decidiu deixar a carreira – e a série premiada – esfriar. Agora, a melhor produção da lista não é nenhuma dessas, mas a série documental “1971: The Year That Music Changed Everything”, que aborda como as canções lançadas em 1971 refletiram o ano mais impactante do século 20. Com a trilha do rock de The Who e John Lennon e o soul de Marvin Gaye e Aretha Franklin, entre outros, a série da Apple TV+ é obrigatória para os geeks da música e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Apple também lançou outra atração documental, “The Me You Can’t See”, focada em saúde mental, que é cheia de revelações traumáticas de celebridades como o príncipe Harry (coprodutor do projeto) e Lady Gaga. Algumas declarações bombásticas incluem os traumas por estupro de Lady Gaga aos 19 anos e de Harry sobre a frieza da família real que levaram a seu rompimento com o próprio pai. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Admirável Mundo Novo | EUA | Minissérie (Globoplay) Departure – A Investigação | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) 1971: The Year That Music Changed Everything | EUA | Minissérie (Apple TV+) The Me You Can’t See | EUA | Minissérie (Apple TV+) Solos | EUA | Minissérie (Amazon) Quem Matou Sara? | México | 2ª Temporada (Netflix) Special | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Master of None | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 3ª Temporada (Netflix) In Treatment | EUA | 4ª Temporada (HBO Go)
Greg Germann deixa o elenco de “Grey’s Anatomy”
O ator Greg Germann deixou “Grey’s Anatomy” no episódio que foi ao ar na noite de quinta (20/5) na rede americana ABC. A saída do intérprete do Dr. Tom Koracick foi mantida em segredo até a exibição do capítulo, intitulado “Tradition”. A reviravolta aconteceu enquanto o público se preparava para se despedir de outro ator importante da série, Jesse Williams, no mesmo capítulo. Enquanto a saída do personagem de Williams, o cirurgião Jackson Avery, tinha sido anunciada e preparada com antecedência, o desfecho de Koracick foi repentino e sem avisos. E para amarrar a narrativa, os dois ainda voaram para Boston juntos no final da exibição. No entanto, ao contrário de Williams, Germann ainda deve repetir seu papel como ator convidado no futuro. “Greg Germann é um gênio da comédia e temos muita sorte por ele trazer seu talento para o nosso programa nos últimos anos. Sentiremos muita falta de Greg no dia a dia, mas planejamos ver Tom Koracick novamente!”, disse a showrunner Krista Vernoff em comunicado. Germann também comentou sua saída do elenco principal. “Ter trabalhado com todas as pessoas incrivelmente talentosas envolvidas com ‘Grey’ nos últimos anos foi um grande privilégio. Um grande obrigado aos fãs, pois foi realmente uma experiência compartilhada!”, declarou. Os dois seguem Giacomo Gianniotti, intérprete do Dr. Andrew DeLuca, que também saiu da série na atual temporada, com um destino trágico na trama. “Grey’s Anatomy” tem mais dois episódios até o fim da temporada, que podem guardar novas surpresas. Os finais de temporada da série costumam ser bombásticos, servindo para manter o público interessado e ansioso por seu retorno à programação. A atração encontra-se renovada para mais um ano – o 18º – pela ABC.












