Marvel oficializa Oscar Isaac como o Cavaleiro da Lua
O Marvel Studios divulgou uma foto de Oscar Isaac (“Star Wars”) à frente de vários quadrinhos do herói Cavaleiro da Lua, oficializando nesta quinta (27/05) o que é notícia desde outubro passado e tinha sido confirmado pelo diretor de fotografia da série em janeiro. Na verdade, fotos do ator em Budapeste, na Hungria, onde a série do Cavaleiro da Lua (Moon Knight) está sendo gravada, já circulam há pelo menos 40 dias. Na ânsia de fazer segredo, o estúdio acabou atropelado pelas redes sociais. O personagem de Isaac chegou a ser apelidado de Batman da Marvel, por usar capuz e táticas semelhantes do do herói da DC. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Em sua origem nos quadrinhos, Marc Spector era um mercenário que foi abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão com o deus egípcio da lua, que lhe deu forças e mudou sua vida. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. A série do Cavaleiro da Lua está sendo desenvolvida pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. A equipe também conta com os diretores Mohamed Diab (“Clash”), uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, e Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017). Além de Isaac, o elenco destaca os atores Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá o antagonista da trama, e May Calamawy (“Ramy”) em papel não revelado. Ainda não há data marcada para a estreia, que vai acontecer na plataforma Disney+ em 2022. "WE ARE MOONKNIGHT" – Oscar Isaac #MoonKnight pic.twitter.com/GhLgvHnje8 — Marvel Studios (@MarvelStudios) May 27, 2021
Carlos Saldanha desenvolve série para a nova plataforma Star+
O cineasta Carlos Saldanha, diretor das animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando”, está desenvolvendo sua segunda série live-action. Ele fechou com a Disney a produção de “How To Be a Carioca”, uma comédia que tratará das experiências dos estrangeiros no Rio. A princípio, Saldanha cogitou transformar a história num filme de cinema. Mas isso foi há seis anos, quando o mercado de streaming ainda engatinhava. Bem antes dele emplacar com sucesso “Cidades Invisíveis” na Netflix. A trama é baseada no livro da americana Priscilla Goslin. Lançado em 1992, “How To Be a Carioca” descreve, de maneira cômica, hábitos e manias dos cariocas — como aquela balançada vigorosa do cabelo, jogando-o para a frente e para trás, quando as mulheres saem do mar. O projeto está sendo desenvolvido para a nova plataforma Star+, a versão brasileira da Hulu, que será lançada em agosto. Serão oito episódios reunindo atores brasileiros e internacionais. Já está definido que haverá um alemão, uma argentina, um angolano e um sírio, e embora a escalação ainda não tenha começado, quem apostar em Kaysar Dadour como o sírio tem grandes chances de comemorar. A escalação começará após a entrega dos roteiros, prevista para julho, com produção da Mar Filmes, Coqueirão Pictures e Moovie. Atualmente, Saldanha está envolvido na produção da 2ª temporada de sua primeira série, “Cidades Invisíveis”, também em fase de desenvolvendo de roteiros para o lançamento dos novos episódios na Netflix.
Teaser de “Kobra Kai” traz de volta vilão clássico de “Karatê Kid”
A Netflix divulgou um teaser da 4ª temporada de “Kobra Kai” que destaca o retorno de um dos piores vilões de “Karatê Kid”. Terry Silver voltará a ser vivido por Thomas Ian Griffith nos novos episódios da série. Silver foi cofundador do dojo Cobra Kai, chamando o companheiro de guerra no Vietnã John Kreese (Martin Kove) para liderá-lo. Seu estilo sempre foi frontalmente oposto aos ensinamentos do Sr. Miyagi (o falecido Pat Morita), pregando, como evoca o teaser, “medidas extremas” para garantir vitórias nas lutas. O personagem apareceu em “Karatê Kid 3: O Desafio Final”, de 1989, e desde então nunca mais tinha sido visto. Em comunicado, os produtores da série Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg revelaram ter planejado o retorno do vilão desde o começo da série. “Desde o início da série, temos orquestrado cuidadosamente o momento certo para liberar o co-fundador do Cobra Kai, Terry Silver, de volta a esse universo. Esse momento é agora. Mal podemos esperar que o mundo inteiro experimente o majestoso retorno de Thomas Ian Griffith à franquia”, disseram. A 4ª temporada ainda não tem data de estreia prevista.
Miguel Falabella, Marisa Orth e Tom Cavalcante podem estrelar nova série de comédia
Miguel Falabella, Tom Cavalcante e Marisa Orth podem voltar a trabalhar juntos num novo projeto. Sem contratos com a Globo, os humoristas que marcaram época no “Sai de Baixo” estariam planejando um reencontro na Band. O trio de “Sai de Baixo” voltaria a estrelar novamente uma comédia de situação. Falabella e Orth interpretaram o casal Caco Antibes e Magda nas oito temporadas do programa lançado em 1996 na Globo – incluindo o revival de quatro episódios no canal pago Viva, em 2013. Já Cavalcante foi o porteiro Ribamar até o começo da 4ª temporada. Todos eles voltaram a se encontrar no filme com os personagens, lançado em 2019. A informação surgiu na coluna de Flávio Ricco e seria desdobramento da volta de Fausto Silva à Band em 2022, que tem trazido boas perspectivas financeiras para o ano que vem na emissora paulista.
Morte será negra e Constantine mulher na série de “Sandman”
Quem comemorou a notícia de que os quadrinhos de “Sandman” vão virar série, em vez de filmes, pode ter mudado de ideia, pois a produção da Netflix aparente não ter a fidelidade imaginada por muitos – e prometida pelo próprio autor da história, Neil Gaiman. A Netflix divulgou uma nova leva de intérpretes da atração, e os nomes do elenco aprofundam a diferença entre os personagens da série e suas representações originais nos quadrinhos. Entre as alterações que devem dividir opiniões, a personagem Morte, uma das divindades Eternas e irmã do Sonho/Sandman, será interpretada por uma atriz preta, Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”). “Supernatural” já fez essa representação, portanto não é uma novidade nem sequer uma escalação transgressiva. Ela apenas joga por terra a referência dos quadrinhos originais, que modelaram a Morte como uma versão jovem de Siouxsie Sioux, a cantora da banda gótica Siouxie and the Banshees – enquanto Sandman surgiu ao estilo de Robert Smith, da banda The Cure. A produção já tinha feita uma mudança na escalação de Lúcifer, que saiu das páginas de “Sandman”, inspirado por David Bowie, para ganhar o visual de Tom Ellis na série que leva seu nome. Na nova produção, porém, ele também será uma mulher, interpretada por Gwendoline Christie, a Brienne de “Game of Thrones”. Agora, outra mudança, que aparenta repetir a troca de gênero, mas encontra justificação nos quadrinhos, diz respeito a John Constantine, que foi originalmente desenhado à semelhança de outro cantor, Sting. Ele tem sua própria revista, estrelou seu próprio filme e série, e atualmente está em “Legends of Tomorrow”, mas o Constantine de “Sandman” será uma mulher. O detalhe, desta vez, é que o personagem será representado por uma ancestral obscura, Johanna Constantine, que terá interpretação de Jenna Coleman, uma das coadjuvantes mais duradouras das aventuras de “Doctor Who”. Johanna Constantine não é invenção da série. Ela apareceu brevemente nos quadrinhos de “Sandman”, numa história passada no século 18. Por outro lado, a escalação de Vivienne Acheampong (“Convenção das Bruxas”) não tem paralelo, ao juntar mudança racial e sexual numa versão feminina e negra de Lucian, o chefe da livraria dos Sonhos e mais leal seguidor de Sandman, que possui presença recorrente nos quadrinhos. A nova lista também tem um ator não binário como Desejo. E, de certa forma, faz sentido, assim como um Lúcifer mulher. Vale lembrar que o próprio Neil Gaiman está à frente do projeto, o que fortalece todas as liberdades criativas, ainda que sua participação nestas escolhas possa ser vista como uma grande ironia por muitos fãs. Outros personagens e intérpretes divulgados na quarta (26/5) pela Netflix foram Manson Alexander Park (“Acting for a Cause”) como Desejo, Donna Preston (“Dupla Explosiva”) como Desespero, Joely Richardson (“Emerald City”) como Ethel Cripps, Niamh Walsh (“The English Game”) como a jovem Ethel Cripps, David Thewlis (“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”) como John Dee, a estreante Kyo Ra como Rose Walker, Stephen Fry (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) como Gilbert, Razane Jammal (“Paranormal”) como Lyta Hall, Sandra James (“His Dark Materials”) como Unity Kincaid e Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como Matthew o Corvo – que é vinculado aos quadrinhos do “Monstro do Pântano”. Além destes, foram reveladas anteriormente as participações de Boyd Holbrook (“Logan”) como o Coríntio, Sanjeeve Bhaskar (“Yesterday”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”) como Caim e Abel, e Charles Dance (“Game of Thrones”), que viverá o mágico Roderick Burgess. Para completar, o ator Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”) interpreta o personagem principal, Morfeu/Sonho/Sandman. Segundo Gaiman, a 1ª temporada vai adaptar o volume inicial dos quadrinhos, intitulado “Prelúdios e Noturnos”, mas trazendo a história para os dias atuais – em vez dos anos 1980. Nesse arco, o eterno conhecido como Sonho é aprisionado num ritual que buscava prender a Morte, sua irmã. Ele fica preso por 70 anos, até que finalmente consegue se libertar e inicia uma jornada com o objetivo de voltar a comandar o Sonhar. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A data de lançamento da série ainda não foi divulgada. Veja abaixo a postagem da Netflix com os novos nomes do elenco. E, na sequência, o post da primeira leva de intérpretes para apreciar o quadro completo. These are just some of the residents of the waking world and Dream's realm. More Secrets & Mysteries to come #GeekedWeek #TheSandman (13/13) pic.twitter.com/MZ9KPMvtst — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) May 26, 2021 still not emotionally recovered from how absolutely stacked the cast is for The Sandman pic.twitter.com/opUqlfTYlI — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) May 26, 2021
Amigas para Sempre: Série com Katherine Heigl é renovada
A Netflix anunciou a renovação de “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), série que junta Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”). Vale reparar que esta é a primeira renovação de uma série estrelada por Heigl desde que ela saiu de “Grey’s Anatomy”. Ela não tinha emplacado nenhum sucesso em sua tentativa de voltar às produções televisivas. Atrações que protagonizou, como “State of Affairs” e “Doubt”, foram canceladas com menos de 13 episódios exibidos. Para completar, ela entrou em “Suits” e a série acabou logo em seguida. Adaptação do romance homônimo de Kristin Hannah, “Amigas Para Sempre” foi desenvolvida por Maggie Friedman (que também criou “Eastwick” e “As Bruxas de East End”) e sua história se estende por várias décadas, acompanhando o envelhecimento das personagens para demonstrar, segundo sua premissa, que “a maior história de amor de todas pode ser entre amigas”. Amigas desde os 14 anos, “Tully é a garota ousada e atrevida que você não pode ignorar, enquanto Kate é a garota tímida que você nunca nota”, segundo a sinopse oficial. Mas quando uma tragédia as une, elas ficam ligadas para o resto da vida, superando 30 anos de altos e baixos, até que uma traição impensável sacode essa premissa, deixando dúvidas se elas conseguirão se reconciliar. As versões adolescentes de Tully e Kate são interpretadas por Ali Skovbye (de “O Homem do Castelo Alto”) e Roan Curtis (“The Magicians”), respectivamente, e o elenco ainda inclui Ben Lawson (“Designated Survivor”), Yael Yurman (também de “O Homem do Castelo Alto”) e Beau Garrett (“The Good Doctor”). Passando aqui pra avisar que Kate e Tully voltam em breve. Amigas Para Sempre está oficialmente renovada para a segunda temporada! 💖 pic.twitter.com/Qvwd7aRYOS — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 26, 2021
Chris Noth reprisará papel de Mr. Big no revival de “Sex and The City”
O ator Chris Noth, até hoje lembrado como o Mr. Big de “Sex and The City”, voltará ao papel no revival da série na HBO Max. Após diversas especulações, a participação do ator foi confirmada em “And Just Like That…”, nome que recebeu a continuação da série em streaming. “Estou animado para trabalhar com Chris de novo em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo da história de ‘Sex and The City’ sem o nosso Mr. Big?”, disse Michael Patrick King, produtor da série, em comunicado. As gravações da nova produção estão previstas para ocorrer entre junho em agosto, em Nova York, mas não está claro se o intérprete do interesse amoroso – e agora marido – de Carrie (Sarah Jessica Parker) terá participação fixa na série de 10 episódios ou apenas participará de um capítulo como convidado. Ele integra atualmente o elenco da série “The Equalizer”, renovada para a 2ª temporada pela rede americana CBS. O revival contará com o retorno de três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Ela ficou fora da nova produção.
Elizabeth Banks vai adaptar fantasia “A Rainha Vermelha” em série de streaming
A atriz Elizabeth Banks vai adaptar o livro de fantasia “A Rainha Vermelha”, escrito por Victoria Aveyard, como série para o Peacock, serviço de streaming da NBCUniversal. A estrela de “As Panteras” vai produzir, dirigir e aparecer nos episódios. Já os roteiros ficarão à cargo da autora do livro em parceria com Beth Schwartz, ex-showrunner de “Arrow”. Schwartz também será showrunner da nova série, batizada com o título original em inglês “The Red Queen”. Banks já estava escalada para dirigir uma adaptação de “A Rainha Vermelha” para o cinema desde o lançamento do livro em 2015, mas aquela versão do projeto nunca saiu do papel. Como série, a adaptação foi rapidamente aprovada e agora vai começar a escalar seu elenco para começar as gravações. “A Rainha Vermelha” é o primeiro volume de uma coleção literária de fantasia distópica, que se passa em um futuro próximo dos EUA, onde a democracia foi substituída por uma monarquia, criada por um grupo de humanos com superpoderes que governam com punho de ferro aqueles sem poderes. A elite é identificada por possuir sangue de cor prateada, enquanto os plebeus sangram vermelho. A protagonista é Mare Barrow, uma jovem impetuosa nascida na pobreza sem poderes, que faz o melhor que pode para sobreviver e proteger sua família, até que descobre o impensável: ela de alguma forma também tem poderes. Esta descoberta chocante vira nosso mundo de cabeça para baixo e catapulta a heroína improvável para se tornar o rosto de uma revolução para os oprimidos enquanto busca a verdade por trás do maior mistério de todos… como ela se tornou tão poderosa, mesmo tendo sangue vermelho. A publicação de “A Rainha Vermelha” foi seguida pelos livros “Espada de Vidro”, “A Prisão do Rei”, “Tempestade de Guerra” e por último “Trono Destruído”. A mesma saga ainda contém dois contos, “Canção da Rainha” e “Cicatrizes de Aço”, publicados na antologia “Coroa Cruel”. Ou seja, não falta material para várias temporadas.
Novo projeto baseado em “Game of Thrones” define roteirista
Uma das séries derivadas de “Game of Thrones” em desenvolvimento na HBO definiu roteirista. A atração centrada na Princesa Nymeria, que tem o nome de “10.000 Ships” (10 mil navios), contará com roteiro e produção de Amanda Segel, que foi produtora executiva de “Helstrom” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest). O projeto é centrado na viagem da princesa guerreira Nymeria e os membros sobreviventes dos Rhoynars, que viajaram de Essos a Dorne após sua derrota pelo exército de Valyria na Segunda Guerra das Especiarias. Essa migração ocorreu cerca de mil anos antes dos eventos descritos nos romances de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escritos por George R.R. Martin e adaptados para a TV em “Game of Thrones”. Mas os feitos de princesa tornaram-se lendários e sobreviveram à passagem do tempo, a ponto de Arya Stark, a jovem heroína interpretada por Maisie Williams, ter batizado seu lobo gigante com o nome de Nymeria. O nome de Nymeria também foi adotado por uma das Serpentes de Areia, interpretada por Jessica Henwick. Nesta caso, numa referência mais direta à Casa Martell, já que Nymeria foi quem fundou o reino de Dorne. Em etapa inicial de desenvolvimento, o projeto precisa ter o roteiro aprovado pela diretoria da HBO para ganhar autorização de filmar um piloto – ou receber encomenda direta de série. A série “House of the Dragon”, que atualmente grava sua 1ª temporada, foi encomendada apenas com base em seu roteiro inicial. A produção que estreia em 2022 vai contar a história da Casa Targaryen, os ancestrais de Daenerys (Emilia Clarke).
O Diretor Nu: 2ª temporada da série sobre pornô japonês ganha trailer legendado
A Netflix divulgou três pôsteres e o trailer legendado da 2ª temporada de “O Diretor Nu” (The Naked Director), série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. A produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus trabalhos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sofrendo forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca – uma característica explorada nos pôsteres. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 24 de junho na Netflix.
São Paulo FC vai divulgar séries da Amazon no uniforme
O time do São Paulo Futebol Clube vai trazer novidades do streaming estampadas em sua camisa durante as próximas três partidas do calendário do futebol. O atual campeão paulista entrará em campo com a logo da Amazon Prime Video na parte superior das costas de seu uniforme e também destacará, à frente, séries e produções exclusivas do serviço de streaming. O acordo de patrocínio foi divulgado nesta terça (25/5) pelo clube e passa a valer já na partida contra o Sporting Cristal, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Classificado antecipadamente para as oitavas de final do torneio, o time brasileiro vai enfrentar o peruano às 21h30, no Estádio do Morumbi, trazendo a série “Dom” em destaque em seu uniforme.
Scooby-Doo fará parodia dos especiais de reencontro de séries clássicas
A programação da rede The CW terá três especiais de fim de ano em 2021. Além do telefilme que prestará homenagem aos 50 anos de “Os Waltons”, outro destaque será uma animação inédita do Scooby Doo. Intitulada, em inglês, “The Scooby-Doo Reunion Special”, a atração será uma paródia dos especiais de reencontros de elencos de séries clássicas. Assim como em “Friends: The Reunion”, o desenho vai mostrar os personagens da série “Scooby-Doo” nos estúdios da Warner Bros. para lembrar de seus episódios favoritos e contar segredos dos bastidores das gravações. Mas há uma reviravolta narrativa nessa história. Scooby, Salsicha, Fred, Daphne e Velma logo descobrem que os estúdios são assombrados e decidem livrar a Warner de seus problemas com monstros. A produção está a cargo da Warner Bros. Animation, responsável pelos longas animados da turma do Scooby, e a Abominable Pictures, empresa do produtor-roteirista Jonathan Stern, criador das divertidas séries “Childrens Hospital”, do spin-off “Patrulha Médica” (Medical Police) e da última encarnação do “Mystery Science Theater 3000”. Embora o anúncio não tenha revelado participações especiais, Scooby-Doo tem tradição de encontrar personagens e artistas famosos em seus desenhos. Mais recentemente, os personagens contracenaram com a banda Kiss num longa animado e participaram de um episódio especial – maravilhoso – da série “Supernatural” na própria CW.
Série clássica “Os Waltons” vai ganhar remake televisivo
A rede The CW anunciou que vai produzir três especiais de fim de ano em 2021. Um deles prestará homenagem a uma das séries mais famosas dos anos 1970: “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcará os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção original era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O novo especial será narrado por Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, será vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contará com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton, mas os demais nomes ainda não foram confirmados. A história repetirá a premissa do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que mudará a vida de John Boy para sempre. O novo telefilme está sendo sendo produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, e conta com roteiro de Jim Strain, direção de Lev L. Spiro e produção executiva de Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Caso o especial atraia um grande público, o presidente do canal, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana nesta terça-feira (25/5) que consideraria repetir o fenômeno original e aprovar uma série, retomando a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos.












