Saiu o trailer da nova série derivada de “Bob Esponja” centrada em Patrick Estrela
O Nickelodeon divulgou o primeiro trailer de “The Patrick Star Show”, novo spin-off dos desenhos de “Bob Esponja Calça Quadrada”, desta vez centrado em Patrick Estrela. A série é o segundo spin-off da franquia animada e chega após o lançamento de “Kamp Koral”, que mostra a infância do Bob Esponja. Mas enquanto essa produção foi desenvolvida para o serviço de streaming Paramount+ (Paramount Plus), “The Patrick Star Show” está sendo feito para o próprio canal pago Nickelodeon. “The Patrick Star Show” terá formato de sitcom e acompanhará a família de Patrick Estrela, composta por seus pais Bunny e Cecil, avô GrandPat e irmã Squidina, além de contar com a participação de personagens clássicos da série original, como o próprio Bob Esponja, Seu Sirigueijo e Sandy Bochechas. Bill Fagerbakke, dublador de longa data de Patrick, continuará no papel principal. Segundo o chefe da Nickelodeon, Brian Robbins, fãs podem esperar por ainda mais derivados no futuro. “Há possibilidades ilimitadas de histórias para se contar nesta franquia. Vocês verão filmes estrelados por personagens coadjuvantes, além de mais séries como ‘Patrick’, e também shows ao vivo. Quando você pensa no elenco que temos, é uma fonte inesgotável”, disse Robbins em entrevista à revista Variety. A série de Patrick Estrela vai estrear em julho nos EUA.
Ed Sheeran recria cena clássica de “Friends” com Courteney Cox
Um dos pontos altos do reencontro de “Friends”, disponibilizado na quinta-feira (27/5) para os assinantes da HBO Max nos EUA, foi uma parceria entre Lisa Kudrow e Lady Gaga, num dueto de “Smelly Cat”. Mas um vídeo postado neste domingo (30/5) nas redes sociais demostrou que outras colaborações divertidas poderiam ter deixado o especial mais… especial. Não por acaso, parte da crítica americana chamou o programa de “chance perdida”. Ausente em “Friends: The Reunion”, uma das cenas mais icônicas da série clássica foi revivida por Ed Sheeran e Courteney Cox, a Monica, especialmente para as redes sociais. “Tivemos nossa própria reunião neste fim de semana”, escreveu o cantor no Instagram, ao revelar o vídeo com “a dança”. A atriz também postou a gravação – “So uns passos de dança com um amigo”. O post recria a dancinha que Monica e Ross (David Schwimmer) encenaram no 10º capítulo da 6ª temporada, intitulado “The One With The Routine”, exibido em dezembro de 1999. No episódio, os irmãos Geller demonstram a incrível rotina de dança que aprenderam quando crianças. O resultado é um desastre. O vídeo da nova tentativa também termina em desastre, mas mesmo assim Sheeran adicionou a hashtag #ObviouslyBetterThanRoss (obviamente melhor que Ross) na legenda. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ed Sheeran (@teddysphotos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial)
Katla: Série islandesa de terror ganha trailer do diretor de “Evereste”
A Netflix divulgou o trailer de “Katla”, série islandesa que transforma a atividade de um vulcão real em terror misterioso. A trama se passa um ano após a mais recente erupção do vulcão Katla, um dos maiores da Islândia, quando os habitantes da região retornam para descobrir o que restou de suas casas. Só não esperavam encontrar sob as cinzas, depois de tanto tempo, uma sobrevivente desaparecida, cuja existência embute um segredo sobrenatural. E logo novas vidas ressurgem entre os vestígios da catástrofe, algumas aparentemente “clonadas” de moradores locais. Criada pelo cineasta Baltasar Kormákur (“Evereste”) em parceria com Sigurjón Kjartansson (roteirista de “Trapped”, outra série de Kormákur), a produção destaca em seu elenco a estreante Guðrún Ýr Eyfjörð, Íris Tanja Flygenring (“Iceland Is Best”), Aliette Opheim (“Patriota”), Ingvar Sigurdsson, Þorsteinn Bachmann e Sólveig Arnarsdóttir (três integrantes de “Trapped”). A estreia está marcada para 17 de junho.
Jiva!: Trailer energético apresenta série de street dancing da África do Sul
A Netflix divulgou o trailer altamente energético de “Jiva!”, nova série sul-africana que vai abordar o universo das competições de street dancing. A trama gira em torno de uma jovem dançarina de rua, pressionada por um emprego sem futuro, responsabilidade familiar e uma vida amorosa difícil, que percebe que seus passos de dança podem ser seu tíquete dourado para escapar da vida em sua vizinhança pobre. Decidida a vencer uma competição de dança, ela forma um grupo com outras mulheres muito diferentes, mas igualmente talentosas. Criada por Busisiwe Ntintili (“Happiness Is a Four-Letter Word”), a produção destaca a novata Noxolo Dlamini no papel-título, além de Candice Modiselle, apresentadora famosa na África do Sul, e Sne Mbatha, do reality de danças “So You Think You Can Dance”. Mas seu principal atrativo são as coreografias criadas por Bontle Modiselle e Tom London, que apresentam uma ampla variedade de estilos de dança jovem, numa ode colorida à cultura Mzansi (sul-africana). A estreia está marcada para 24 de junho em streaming.
Black Summer: Zumbis da Netflix retornam em trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Black Summer”, série de zumbis desenvolvida pelos responsáveis por “Z Nation”. A prévia mostra que, em contraste com o título veranista, os novos episódios são cheios de neve e frio congelante. E praticamente não tem zumbis, repetindo a abordagem de “The Walking Dead” de que o maior inimigo da humanidade no pós-apocalipse são outros humanos. Apesar de reciclar tramas de filmes/séries zumbis, o fato de ser convencional já torna “Black Summer” superior a “Z Nation”, pior série de mortos-vivos de todos os tempos, que começou como piada trash e terminou cancelada com pouca audiência no canal pago Syfy. A trama traz a atriz Jaime King (“Hart of Dixie”) como uma mãe que é separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela passa a desbravar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o apocalipse zumbi. A 2ª temporada de “Black Summer” foi gravada antes de pandemia no Canadá, e estreia em 17 de junho.
Teaser do revival de “Dexter” revela nova identidade do serial killer
O canal pago americano Showtime divulgou um novo teaser do revival de “Dexter”, que mostra o protagonista em paz com sua nova identidade. A prévia mostra Dexter (Michael C. Hall) sendo cumprimentado por vários transeuntes sorridentes numa cidade pacata. Mas uma parada diante de um vitrine com diversas facas revela que o homem atualmente chamado de “Mr. Lindsay” ainda sofre tentações. A volta de “Dexter” foi anunciada em outubro passado. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan fingindo a própria morte para se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips, com estreia planejada para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e novembro). Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações ao troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Michael C. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”. A atração será exibida no Brasil pela plataforma Paramount+.
Criador de “Watchmen” prepara nova série
Depois do sucesso de “The Leftovers” e “Watchmen” na HBO, Damon Lindelof vai lançar sua próxima série num streaming rival. O produtor-roteirista está desenvolvendo com Tara Hernandez (“The Big Band Theory”) a série “Mrs. Davis”, sobre um duelo entre fé e tecnologia no mundo moderno, que chegará no serviço de streaming Peacock, ainda não disponível no Brasil. Apesar disso, a produção permanecerá a cargo da Warner Bros., dona da HBO, que detém contratos de exclusividade com ambos os criadores. Segundo comunicado, “Mrs. Davis” adotará um tom satírico e sombrio para retratar um universo em que praticamente todas as decisões do dia a dia serão feitas por meio de algoritmos. A ideia é abordar um mistério ou dilema por temporada, que será resolvido apenas no final da série. Hernandez, que atuava como roteirista em “Young Sheldon”, servirá como a showrunner e dividirá a produção com Lindelof. A dupla também trabalhará a quatro mãos nos roteiros da trama.
Joe Lara (1962–2021)
O ator Joe Lara, que estrelou a série “As Aventuras Épicas de Tarzan” nos anos 1990, morreu em um acidente de avião. Ele tinha 58 anos e foi uma das sete pessoas mortas na queda de um jato particular no sábado (29/5) perto de Nashville, nos EUA. O papel de Tarzan foi o principal trabalho da carreira de Lara, que viveu pela primeira vez o personagem pulp criado por Edgar Allan Burroughs em 1989, no telefilme “As Aventuras de Tarzan em Nova York”. Os produtores de “As Aventuras Épicas de Tarzan” lembraram desse desempenho para escalá-lo na nova série, que trouxe o herói de volta à TV após 30 anos de ausência. Gravada no resort Sun City, na África do Sul, a série foi uma das poucas produções de Tarzan realmente filmadas no continente africano. A trama acompanhava os primeiros contatos de Tarzan com a civilização, antes de seu casamento com Jane. Mas ao enfatizar elementos mais fantasiosos, como bruxarias e civilizações perdidas, acabou comparada a outras atrações similares de heróis televisivos do período, com Hércules e Conan, e não fez muito sucesso, exibida durante apenas uma temporada, de 1996 a 1997. Lara também estrelou vários filmes de ação e aventura de baixo orçamento, lançados diretamente em vídeo – alguns deles traziam o ator com os cabelos compridos que exibia em Tarzan. Há três anos, ele se casou com Gwen Lara, que se tornou conhecida como guru de dietas, ao utilizar estudos bíblicos para ajudar pessoas a perder peso e parar de beber. Ela também está listada entre as vítimas do acidente aéreo.
B.J. Thomas (1942-2021)
O cantor B.J. Thomas morreu no sábado (29/5) em sua casa em Arlington, Texas, após complicações de câncer de pulmão, aos 78 anos. Vencedor do cinco Grammys, ele também foi celebrado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA como a voz de “Raindrops Keep Fallin ‘on My Head”, da trilha de “Butch Cassidy”, vencedora do Oscar de Melhor Canção em 1970. Ao longo da carreira, B.J. Thomas cantou country, pop e gospel, e vendeu mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo. Nascido na zona rural de Hugo, Oklahoma, como Billy Joe Thomas, ele se mudou para Houston, Texas com sua família e começou a cantar na igreja quando criança. Em 1966, juntou-se à banda local Triumphs e gravou “I’m So Lonesome I Could Cry” com o produtor Huey P. Meaux. Lançado pela Scepter Records, o single alcançou a 8ª posição nas paradas pop e se tornou sua primeira música com mais de 1 milhão de cópias vendidas. Seu maior sucesso chegou ao rádio de 1968, “Hooked on a Feeling”, também com mais de 1 milhão de vendas, que puxou seu álbum “On My Way” para o topo das paradas. Quando visitou os escritórios da Scepter em Nova York para comemorar as boas vendas, Thomas foi apresentado para a cantora Dionne Warwick, que, por sua vez, o introduziu ao compositor e produtor Burt Bacharach. Isso levou à gravação de “Raindrops Keep Fallin ‘on My Head”, escrita por Bacharach e Hal David e cantado por Thomas no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford em 1969. Outro sucesso fenomenal, “Raindrops” continua a aparecer até hoje em inúmeros filmes, entre eles “Forest Gump” e “Homem-Aranha 2”. Em 1972, ele lançou seu último hit pela Scepter, “Rock and Roll Lullaby”, que teve um desempenho excepcional no Brasil, ao virar tema da primeira versão da novela “Selva de Pedra”, exibida pela TV Globo no mesmo ano. O estouro comercial lhe rendeu um contrato milionário com a Paramount Records, que lançou seus dois álbuns seguintes. Mas a pressão para repetir o sucesso acabou levando-o para as drogas. Passando por forte reabilitação, Thomas acabou se convertendo à religião, mudou suas gravações para o selo especializado Myrrh Records e se transformou num cantor gospel. Em 1976, lançou “Home Where I Belong”, primeiro álbum de pop cristão a vender 1 milhão de cópias. Nos anos 1980, ele ainda voltou às trilhas sonoras como cantor de “As Long As We Got Each Other”, música-tema da série de TV “Tudo em Família” (Growing Pains), que durou sete temporadas, de 1985 a 1992. Relembre suas três músicas mais famosas.
Gavin MacLeod (1931–2021)
O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.
Ator de “Bridgerton” será anti-herói da DC na série do Pacificador
O ator Freddie Stroma, que vive o príncipe Friedrich em “Bridgerton”, entrou na série do herói Pacificador, derivada do filme “O Esquadrão Suicida”. Na trama, ele viverá outro anti-herói da DC Comics: o Vigilante. Stroma substitui o ator Chris Conrad (“Patriota”), anteriormente ligada ao papel, que deixou a produção após “diferenças criativas”. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Adrian Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. A série do Pacificador começou a ser gravada em janeiro pelo diretor James Gunn, responsável pelo novo filme do Esquadrão Suicida. A atração é centrada no personagem do título (Peacemaker, em inglês), interpretado por John Cena (“Bumblebee”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios escritos e dirigidos por James Gunn, “Peacemaker” ainda não recebeu uma data de lançamento na HBO Max, mas só deve estrear após “O Esquadrão Suicida” chegar nos cinemas em agosto.
Veja a primeira imagem de Leticia Colin em “Sessão de Terapia”
A Globoplay divulgou a primeira imagem de Leticia Colin (“Onde Está Meu Coração”) na 5ª temporada de “Sessão de Terapia”. Na trama, ela viverá a estilista Manuela, paciente de Caio (Selton Mello) que acabou de dar à luz sua primeira filha e sofre de depressão pós-parto. A nova temporada também contará com Christian Malheiros (“Sintonia”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”) e Miwa Yanagizawa (“Spectros”) como outros clientes do consultório, além de Rodrigo Santoro (“Westworld”), que viverá o terapeuta do protagonista. Os dez primeiros episódios chegarão à plataforma na próxima sexta-feira (4/6). A cada semana, serão lançados mais cinco, sempre às sextas-feiras. “Sessão de Terapia” é a versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, chamada de “Em Terapia” (In Treatment, em inglês). Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, a série se tornou uma das mais vistas no Globoplay. Como as anteriores, a nova temporada tem roteiros de Jaqueline Vargas e é dirigida pelo próprio Selton Mello.
Aruanas: Foto revela Joaquim de Almeida como vilão da 2ª temporada
A plataforma Globoplay liberou a primeira foto do astro português Joaquim de Almeida na 2ª temporada de “Aruanas”. Ele fará parte do núcleo dos antagonistas da série, ao lado de Camila Pitanga e Cacá Amaral. Seu personagem é um inglês, que se revela o chefe oculto de uma indústria de petróleo internacional. Mas não é uma grande participação, porque Almeida gravou suas cenas em apenas dois dias, em locações na Avenida Paulista e no Morumbi. O ator já trabalhou anteriormente no Brasil, tendo vivido o Sherlock Holmes de “O Xangô de Baker Street”, baseado no livro de Jô Soares, o antagonista de José Wilker em “O Duelo”, e até o vilão de “Velozes & Furiosos 5”, rodado parcialmente no Rio. Ele pode ser visto atualmente na série “Warrior Nun”, renovada para a 2ª temporada na Netflix. A nova leva de episódios de “Aruanas”, escrita por Marcos Nisti e Estela Renner, mostrará a relação entre empresários e lobistas da indústria do petróleo com políticos. A série é estrelada por Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Thainá Duarte, que interpretam ativistas ambientais, e os novos episódios também contarão com participações de Lima Duarte, Daniel de Oliveira e Elisa Volpatto.












