“La Brea” vira a série mais vista da plataforma Peacock
Depois de despontar com uma das estreias mais vistas da temporada na TV aberta dos EUA, a série “La Brea” se consolidou em streaming. Nesta segunda (18/10), a NBCUniversal revelou que a série se tornou a mais assistida da plataforma Peacock. Com o acesso digital, a audiência do episódio de estreia, exibida em 28 de setembro para 6,4 milhões de espectadores ao vivo na rede NBC, saltou para 15,6 milhões. Estes números, porém, incluem o público da exibição online da NBC. Os detalhes específicos da Peacock não foram revelados, apesar do comunicado sobre o recorde de público. A NBCUniversal ainda afirmou que “La Brea” também se tornou a série mais assistida de sua programação na demografia cobiçada pelos anunciantes, do público entre 18 e 49 anos. Apenas com os números de TV, porém, fica atrás de “NCIS: Hawai’i” e “FBI International” em audiência geral, como a terceira série nova mais vista da NBC nesta temporada. A diferença em relação às outras duas é que se trata de uma produção original, que não apela ao público de franquias antigas. Seu público também é mais jovem e atrativo para os anunciantes. A crítica, por outro lado, achou a premissa e a realização de “La Brea” péssimas. Mas vale registrar que as opiniões estão mudando. Inicialmente com apenas 14% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração recebeu críticas positivas por seu segundo e terceiro episódios e cresceu sua nota para 36%. Concebida como uma mistura de filmes de catástrofe e aventura clássica de Júlio Verne, “La Brea” começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles. As pessoas que caem em seu interior vão parar no centro da Terra, onde encontram criaturas pré-históricas. Enquanto o resto do mundo tenta entender o que aconteceu, um homem separado da família pelo desastre tem visões sobre o local onde os sobreviventes estão e passa a ser considerado crucial para uma missão de salvamento. Primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), “La Brea” reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno/The Night Shift”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os novatos Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Veja o trailer da estreia abaixo.
“Para Todos os Garotos” terá série derivada sobre irmã de Lara Jean
A Netflix oficializou a produção de uma série derivada da trilogia de sucesso “Para Todos os Garotos”, estrelada por Lana Condor e Noah Centineo, que se encerrou em fevereiro com o lançamento de “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”. Intitulada “XO, Kitty”, a atração será centrada na personagem Kitty, a mais jovem das irmãs Covey, interpretada por Anna Cathcart nos filmes. A série vai acompanhar sua jornada para encontrar o amor verdadeiro. “Caçula também ama, caçula também chora…”, diz o texto da Netflix postado nas redes sociais para anunciar a produção. O spin-off vazou em março, mas na época a empresa se recusou a comentar. Jenny Han, autora dos livros que inspiraram os filmes, assina a criação e vai comandar a série com Sascha Rothchild, que trabalhou nas equipes de “O Clube das Babás” e “GLOW”. A produção é do estúdio Awesomeness, que realizou os filmes para a Netflix. “XO, Kitty” conta com a volta de Anna Cathcart ao papel-título e possíveis participações do resto do elenco. Como Kitty, a atriz roubou as cenas na trilogia, desempenhando um papel fundamental na trama. Foi ela quem, no primeiro filme de 2018, encontrou as cartas que sua irmã mais velha Lara Jean (Condor), uma tímida aluna do Ensino Médio, havia escrito para meninos por quem ela tinha uma queda e as enviou secretamente, gerando todos os eventos subsequentes. A produção será a primeira série derivada de um filme original da Netflix. Com isso, a plataforma segue os concorrentes Disney+ e HBO Max, que já começaram a expandir os universos de franquias populares com conteúdos do gênero. Ainda não há previsão para a estreia. Caçula também ama, caçula também chora… 💘💌 XO, Kitty é a minha nova série derivada de Para Todos os Garotos protagonizada por Anna Cathcart. pic.twitter.com/Wt3xaf431v — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 18, 2021
Jamie Lee Curtis vai produzir minissérie biográfica de atleta LGBTQIAP+
A atriz Jamie Lee Curtis, atualmente no topo das bilheterias dos EUA com “Halloween Kills”, vai retomar sua parceria com o produtor Ryan Murphy num projeto para a Netflix. Os dois já tinham trabalhado juntos na série “Scream Queens”, homenagem aos filmes de terror ao estilo de “Halloween”, que durou duas temporadas na rede Fox. Mas desta vez o projeto não tem a ver com terror. Trata-se de uma minissérie biográfica, batizada de “Outfielder”, que vai contar a história de Glenn Burke, primeiro jogador de beisebol profissional a se assumir gay publicamente. Como curiosidade, Burke também foi quem criou o cumprimento conhecido como “high five”. O primeiro “high five” foi feito em 1977, quando Burke tinha 19 anos de idade e deu um tapa na mão de um colega no ar, ao comemorar entusiasmado seu 30º home run (rebatida que manda a bola para fora do campo). Em entrevista para o jornal New York Times, o jogador afirmou que o preconceito dentro do esporte encurtou sua carreira. Burke só jogou três anos pelos Dodgers, mas se disse feliz por não ter que mudar quem era por causa dos outros. Ele foi o primeiro jogador Major League Baseball abertamente gay e faleceu em 1995. Em participação no podcast Hero Nation, do site Deadline, Curtis afirmou que vinha tentado tirar o projeto do papel há anos. “Outfielder” está sendo escrito e será dirigido por Robert O’Hara, que foi recentemente nomeado para o Tony de Melhor Direção pela peça teatral “Slave Play”.
“Succession” atinge sua maior audiência na estreia da 3ª temporada
A estreia da 3ª temporada de “Succession” registrou a maior audiência da série nos EUA desde seu lançamento em 2018 no canal pago HBO. Exibido no domingo (18/10), o episódio que deu início ao terceiro ano da produção registrou mais de 1,4 milhão de telespectadores em todas as plataformas da HBO, superando a audiência de dia único da série, verificada anteriormente na estreia da 2ª temporada em 2019, que atingiu a marca de 1,2 milhão. A série criada por Jesse Armstrong acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. A 3ª temporada iniciou exatamente do ponto em que a trama foi interrompida ao final do segundo ano, após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. “Succession” também é exibida aos domingos no Brasil, pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da nova temporada.
A História do Mundo: Comédia clássica de Mel Brooks vai virar série
Mel Brooks vai terminar de contar a História do Mundo. A plataforma Hulu encomendou uma série que dará sequência à comédia clássica “A História do Mundo – Parte I”, dirigida e estrelada por Brooks em 1981. Intitulada, em inglês, “History of the World, Part II”, a série é descrita como uma sequência do filme. Para quem não lembra, a produção era composta por vários segmentos ambientados em diferentes períodos da história mundial, com paródias da Idade da Pedra, da Roma Antiga, da Revolução Francesa, da Inquisição “musical” Espanhola e da chegada de “judeus no espaço”. O próprio Brooks vai escrever e produzir a atração, junto com nomes da nova geração, como os atores-roteiristas Nick Kroll (criador de “Big Mouth”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”) e Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”). A Hulu encomendou oito episódios, que serão produzidos pela Searchlight Television e a 20th Television, mas não anunciou quais eventos mundiais a série irá cobrir. A expectativa de lançamento é já para a próxima primavera norte-americana (nosso outono), entre março e maio. Confira abaixo o trailer do filme original.
Mel Gibson vai estrelar série derivada de “John Wick”
O ator Mel Gibson vai estrelar “The Continental”, minissérie derivada da franquia de filmes “John Wick”. A atração terá três episódios e vai se passar 40 anos antes dos eventos vistos nos filmes protagonizados por Keanu Reeves. A trama vai explicar a origem do hotel usado por John Wick, que se chama The Continental e funciona como um ponto de encontro para assassinos internacionais. Gibson interpretará um personagem chamado Cormac, que ainda não tinha aparecido na franquia, e a série também mostrará a versão jovem de Winston Scott, interpretada por Ian McShane no cinema. “The Continental” será a primeira série estrelada por Gibson, que tem pouquíssimos créditos televisivos. Anteriormente, só tinha aparecido em novelas australianas dos anos 1970 e feito participação recorrente em três episódios da sitcom “Complete Savages” (2004-2005). Desenvolvida para o canal pago Starz, a atração tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor originais de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski, respectivamente. O diretor principal é Albert Hughes (“O Livro de Eli”) e ainda não há previsão para a estreia. Enquanto isso, “John Wick 4” chega aos cinemas em maio de 2022.
Hit-Monkey: Nova série animada da Marvel ganha trailer completo
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Hit-Monkey”, nova série animada da Marvel. A prévia mostra a origem do personagem bizarro, um macaco que se torna assassino profissional após o fantasma de um matador passar a treiná-lo. A adaptação é escrita pela dupla Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”) e destaca em seu elenco de dubladores o ator Jason Sudeikis (de “Ted Lasso”) como Bryce, o mentor do “assassímio”, que continua a orientá-lo mesmo após a morte para se vingar de quem o matou. O elenco de vozes originais ainda inclui Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e George Takei (“Star Trek”). “Hit Monkey” estreia em 17 de novembro nos EUA e ainda não tem previsão para o Brasil. A atração é a segunda série animada adulta da Marvel, seguindo o lançamento de “M.O.D.O.K.” na Hulu em maio passado.
Rob Zombie revela visual de sua versão de “Os Monstros”
O diretor Rob Zombie publicou em seu Instagram a primeira foto do elenco do filme baseado na série “Os Monstros”. “Como o Halloween está se aproximando rapidamente, achei que seria o momento perfeito para encontrar os Monstros! Direto do set na boa e velha Hungria, lhes apresento Herman, Lily e O Conde, sentados em frente à recém-concluída fachada da Mockingbird Lane 1313”, escreveu Zombie na legenda da imagem. Os intérpretes dos personagens clássicos são Sherri Moon Zombie (esposa do diretor), Jeff Daniel Phillips e Daniel Roebuck. Eles já tinham contracenado antes em “Os 3 Infernais”, dirigido por Zombie em 2019. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração original de 1964 era estrelada por Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”), Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”) e Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”), e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, essa versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Nos últimos anos, alguns produtores tentaram reviver a franquia na TV. Bryan Fuller (criador de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) chegou a gravar um piloto para sua versão, chamada “Mockingbird Lane”, que acabou lançado como telefilme de Halloween em 2012, mas outra iniciativa mais recente, produzida pelo apresentador-comediante Seth Meyers (“Saturday Night Live”) em 2017, nem chegou tão longe, dispensada na fase de roteiro. O filme de Rob Zombie tem produção da 1440 Productions, uma divisão menor do Universal Studios, o que significa que provavelmente será lançado na plataforma Peacock em vez dos cinemas. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial)
Michael Sheen anuncia começo das gravações da 2ª temporada de “Good Omens”
O ator Michael Sheen revelou que começa a gravar a 2ª temporada de “Good Omens” nesta segunda (18/10). Ele publicou no Twitter fotos dos cabelos brancos e da roupa de seu personagem, anunciando “Lá vamos nós”. O escritor Neil Gaiman anunciou a produção de uma inesperada continuação da minissérie original da plataforma Amazon Prime Video em junho passado. A nova história será inédita, já que todo o livro original, “Belas Maldições” em português, escrito por Gaiman em parceria com Terry Pratchett, foi adaptado na produção original. A trama original acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, vividos por Michael Sheen (“Masters of Sex”) e David Tennant (“Doctor Who”), que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem se juntar para impedir o apocalipse. Apesar da história ter sido concluída, vale lembrar que, numa entrevista de 2017 no set da produção, Gaiman chegou a mencionar ter esboçado planos para uma continuação com Pratchett, que os dois nunca tiraram do papel – em parte porque Pratchett morreu em 2015. A nova temporada contará com seis episódios e ainda não tem previsão de estreia. Here we go…. #GoodOmens2 pic.twitter.com/h6juv3vnWS — michael sheen 💙 (@michaelsheen) October 18, 2021 Shades of grey. 😇 pic.twitter.com/SWxT9Dj0rp — michael sheen 💙 (@michaelsheen) October 13, 2021
“Y: The Last Man” é cancelada na 1ª temporada
A série “Y: The Last Man” foi cancelada pelo canal pago FX e a plataforma Hulu nos EUA. A notícia foi compartilhada pela showrunner Eliza Clark em seu Twitter neste domingo (17/10), na véspera da exibição do antepenúltimo episódio produzido. Em sua postagem, Clark fez os tradicionais agradecimentos ao FX e à equipe de criação do programa e manteve a esperança de que “Y: The Last Man” possa continuar em outro canal. Mas isto não vai acontecer. “Nós descobrimos que não vamos continuar ‘Y: The Last Man’ em sua 2ª temporada. Nunca na minha vida estive mais comprometida com uma história e ainda há muito mais para contar”, escreveu Clark, confirmando que a história ficará sem fim. “Tínhamos uma equipe de gênero diversificado de artistas brilhantes, liderados por mulheres em quase todos os cantos de nossa produção… Foi a coisa mais colaborativa, criativa e gratificante da qual que já fiz parte. Não queremos que isso acabe…”, acrescentou, afirmando em seguida seu compromisso de buscar um novo parceiro de exibição para continuar a história. Apesar de ter recebido 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série nunca atingiu a qualidade dos quadrinhos originais em que se baseava. Lenta de doer, perdeu foco e tempo em situações paralelas que pouco avançaram a trama, resultando no desinteresse do público mesmo com a premissa instigante de mostrar um mundo pós-apocalíptico em colapso, após a morte sem explicação de todos os homens da Terra. Isto é, todos exceto por um: Yorick (Ben Schnetzer), o Y do título, possivelmente o homem menos interessante do mundo, agora transformado no último homem. A culpa pelo final precoce também pode ser compartilhado pela cúpula do FX, que poderia ter seguido com outra equipe e outra direção. Isto porque Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) foi chamada de última hora para refazer um projeto pronto, desenvolvido pelo criador dos quadrinhos originais, Brian K. Vaughn, em parceria com o roteirista Michael Green (do filme “Logan”). O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a produção voltou à estaca zero com um impasse criativo, após a FX questionar opções de Green, que pediu demissão. O elenco original acompanhou o showrunner, com exceção de Diane Lane (“Batman vs Superman”), única remanescente do projeto que continuou a bordo com a chegada de Eliza Clark. A nova showrunner mudou tudo e agradou a FX, resultando numa série cancelada antes de seu final. Quem tiver curiosidade em saber como a história termina, deve procurar os quadrinhos originais de Brian K. Vaughn, com arte de Pia Guerra, que conquistaram nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), além de se tornar a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Lançada por várias editoras no Brasil, a coleção completa foi republicada em cinco volumes luxuosos de capa dura em 2019 pela editora Panini. A série “Y: The Last Man” segue sendo exibida semanalmente até 1 de novembro. No Brasil, ela é disponibilizada pela plataforma Star+ – recém-lançada e já com seu primeiro cancelamento. My statement on Y: THE LAST MAN and Season 2. pic.twitter.com/rFtb6pXu5i — Eliza Clark (@TheElizaClark) October 17, 2021
“Avassaladoras” vai virar série da Disney+
A comédia brasileira “Avassaladoras” vai virar uma série da plataforma Disney+. A adaptação trará Juliana Baroni (“Lula, o Filho do Brasil”) como Laura, papel que foi de Giovanna Antonelli no filme de 2002. Apesar dessa mudança, a atração não será um remake em capítulos, mas uma continuação do longa de Maura Mourão, centrada na filha de Laura. A personagem será vivida por Fernanda Schneider (“O Segredo de Sara”), sucesso entre o público jovem nas redes sociais. Produção da Total Filmes, que realizou o longa-metragem, a série também traz em seu elenco Danielle Winits (“Tudo Bem No Natal Que Vem”) e Wellington Nogueira (que participou do “Avassaladoras” original). Vale lembrar que “Avassaladoras” já foi transformada em série – em 2006 pela Record e a Fox. A versão da época era uma recriação da trama do filme, que acompanhava quatro amigas independentes e bem-sucedidas em busca do amor. A nova série ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do filme original.
Jennifer Coolidge estará na 2ª temporada de “The White Lotus”
A 2ª temporada de “The White Lotus” contará com o retorno de Jennifer Coolidge. Ela deve ser a única integrante do elenco original a retornar nos novos episódios, após a HBO renovar a atração, que foi concebida pelo roteirista-produtor Mike White (“Escola do Rock”) como minissérie. Em sua 2ª temporada, “The White Lotus” irá contar uma história diferente com novos personagens, assumindo o formato de uma antologia. A ideia é que a próxima leva de episódios mostre outro grupo de hóspedes numa unidade diversa da rede fictícia de hotéis que batiza a série. Assim, a personagem de Jennifer Coolidge, a socialite Tanya McQuoid, aparecerá novamente de férias num novo hotel, desta vez na Europa. A atriz teve uma performance muito elogiada, sendo inclusive cogitada para uma indicação ao Emmy. Uma das surpresas positivas de 2021, “The White Lotus” tornou-se, em sua versão digital, a série mais assistida da plataforma HBO Max mundialmente. A trama original acompanhava um grupo de ricaços hospedado em um resort de luxo no Havaí por uma semana e parecia “Parasita” em cenário paradisíaco, com os dramas de cada família e dos funcionários do hotel desenrolando-se com um distinto humor ácido.
Veja a DC FanDome na íntegra
Perdeu a DC FanDome? As quase 4 horas de evento podem ser conferidos aqui mesmo. Com uma montagem mais ágil que o evento do ano passado, a convenção só pecou pela falta de sincronia das legendas, exibidas no modo de tradução simultânea e não preparadas com antecedência como no Tudum da Netflix. O evento teve muitos destaques, todos cobertos em notícias individuais no site. Entre os pontos altos, é possível citar o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, além de vários conteúdos de séries, do trailer de “Pacificador” aos anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”. Para ver tudo no contexto original e ainda encontrar detalhes que escaparam da cobertura, como a confirmação de que Patty Jenkins vai continuar à frente da franquia “Mulher-Maravilha” no terceiro filme, o desenvolvimento de mais uma série animada de Batman ou o visual das novas botas do Flash na TV, basta dar play abaixo.












